Matematica
Matematica
CNU
Matemática
Matemática
Porcentagem, juros simples e compostos ...................................................................... 35
Probabilidade.................................................................................................................. 39
Estatística básica: leitura e interpretação de dados representados em tabelas e gráfi-
cos; medidas de tendência central (média, mediana, moda) ......................................... 43
Questões ........................................................................................................................ 54
Gabarito .......................................................................................................................... 64
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Conjuntos numéricos: naturais, inteiros, racionais e reais; potências e raízes
1
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Multiplicação de Números Naturais
É a operação que visa adicionar o primeiro número, denominado multiplicando ou parcela, tantas vezes
quantas são as unidades do segundo número, chamado multiplicador.
Exemplo: 3 x 5 = 15, onde 3 e 5 são os fatores e o 15 produto.
- 3 vezes 5 é somar o número 3 cinco vezes: 3 x 5 = 3 + 3 + 3 + 3 + 3 = 15. Podemos no lugar do “x” (vezes)
utilizar o ponto “. “, para indicar a multiplicação).
2
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Exemplos:
1. Em uma gráfica, a máquina utilizada para imprimir certo tipo de calendário está com defeito, e, após
imprimir 5 calendários perfeitos (P), o próximo sai com defeito (D), conforme mostra o esquema. Considerando
que, ao se imprimir um lote com 5 000 calendários, os cinco primeiros saíram perfeitos e o sexto saiu com
defeito e que essa mesma sequência se manteve durante toda a impressão do lote, é correto dizer que o
número de calendários perfeitos desse lote foi
(A) 3 642.
(B) 3 828.
(C) 4 093.
(D) 4 167.
(E) 4 256.
Solução:
Vamos dividir 5000 pela sequência repetida (6):
5000 / 6 = 833 + resto 2.
Isto significa que saíram 833. 5 = 4165 calendários perfeitos, mais 2 calendários perfeitos que restaram na
conta de divisão.
Assim, são 4167 calendários perfeitos.
Resposta: D.
2. João e Maria disputaram a prefeitura de uma determinada cidade que possui apenas duas zonas eleitorais.
Ao final da sua apuração o Tribunal Regional Eleitoral divulgou a seguinte tabela com os resultados da eleição.
A quantidade de eleitores desta cidade é:
(A) 3995
(B) 7165
(C) 7532
(D) 7575
(E) 7933
Solução:
Vamos somar a 1ª Zona: 1750 + 850 + 150 + 18 + 183 = 2951
2ª Zona: 2245 + 2320 + 217 + 25 + 175 = 4982
Somando os dois: 2951 + 4982 = 7933
Resposta: E.
3
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
x1y2z3 9f3965693d3bf9fdc4fa3d667a118a92e9ea56acf0f815ad53586fe4432a58ea
3. Uma escola organizou um concurso de redação com a participação de 450 alunos. Cada aluno que par-
ticipou recebeu um lápis e uma caneta. Sabendo que cada caixa de lápis contém 30 unidades e cada caixa
de canetas contém 25 unidades, quantas caixas de lápis e de canetas foram necessárias para atender todos
os alunos?
(A) 15 caixas de lápis e 18 caixas de canetas.
(B) 16 caixas de lápis e 18 caixas de canetas.
(C) 15 caixas de lápis e 19 caixas de canetas.
(D) 16 caixas de lápis e 19 caixas de canetas.
(E) 17 caixas de lápis e 19 caixas de canetas.
Solução:
Número de lápis: 450. Dividindo pelo número de lápis por caixa: 450 ÷ 30 = 15
Número de canetas: 450. Dividindo pelo número de canetas por caixa: 450 ÷ 25 = 18.
Resposta: A.
4. Em uma sala de aula com 32 alunos, todos participaram de uma brincadeira em que formaram grupos
de 6 pessoas. No final, sobrou uma quantidade de alunos que não conseguiram formar um grupo completo.
Quantos alunos ficaram sem grupo completo?
(A) 1
(B) 2
(C) 3
(D) 4
(E) 5
Solução:
Divisão: 32÷6=5 grupos completos, com 32 − (6 × 5) = 2 alunos sobrando.
Resposta: B.
4
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
ℤ*- = {… -4, -3, -2, -1}: conjunto dos números inteiros não positivos e não nulos.
Módulo
O módulo de um número inteiro é a distância ou afastamento desse número até o zero, na reta numérica
inteira. Ele é representado pelo símbolo | |.
O módulo de 0 é 0 e indica-se |0| = 0
O módulo de +6 é 6 e indica-se |+6| = 6
O módulo de –3 é 3 e indica-se |–3| = 3
O módulo de qualquer número inteiro, diferente de zero, é sempre positivo.
Números Opostos
Dois números inteiros são considerados opostos quando sua soma resulta em zero; dessa forma, os pontos
que os representam na reta numérica estão equidistantes da origem.
Exemplo: o oposto do número 4 é -4, e o oposto de -4 é 4, pois 4 + (-4) = (-4) + 4 = 0. Em termos gerais, o
oposto, ou simétrico, de “a” é “-a”, e vice-versa; notavelmente, o oposto de zero é o próprio zero.
5
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Observação: todos os parênteses, colchetes, chaves, números, etc., precedidos de sinal negativo têm seu
sinal invertido, ou seja, representam o seu oposto.
Regra de sinais
– Qualquer potência com uma base positiva resulta em um número inteiro positivo.
– Se a base da potência é negativa e o expoente é par, então o resultado é um número inteiro positivo.
6
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
– Se a base da potência é negativa e o expoente é ímpar, então o resultado é um número inteiro negativo.
7
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Propriedades da Adição e da Multiplicação dos números Inteiros
Para todo a, b e c em ℤ
1) Associativa da adição: (a + b) + c = a + (b + c)
2) Comutativa da adição: a + b = b +a
3) Elemento neutro da adição : a + 0 = a
4) Elemento oposto da adição: a + (-a) = 0
5) Associativa da multiplicação: (a.b).c = a. (b.c)
6) Comutativa da multiplicação : a.b = b.a
7) Elemento neutro da multiplicação: a.1 = a
8) Distributiva da multiplicação relativamente à adição: a.(b +c ) = ab + ac
9) Distributiva da multiplicação relativamente à subtração: a .(b –c) = ab –ac
10) Elemento inverso da multiplicação: para todo inteiro a ≠ 0, existe um inverso a–1 = 1/a em Z, tal que, a
. a–1 = a . (1/a) = 1
11) Fechamento: tanto a adição como a multiplicação de um número natural por outro número natural,
continua como resultado um número natural.
8
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Exemplos:
1. Para zelar pelos jovens internados e orientá-los a respeito do uso adequado dos materiais em geral e
dos recursos utilizados em atividades educativas, bem como da preservação predial, realizou-se uma dinâmica
elencando “atitudes positivas” e “atitudes negativas”, no entendimento dos elementos do grupo. Solicitou-se que
cada um classificasse suas atitudes como positiva ou negativa, atribuindo (+4) pontos a cada atitude positiva e
(-1) a cada atitude negativa. Se um jovem classificou como positiva apenas 20 das 50 atitudes anotadas, o total
de pontos atribuídos foi
(A) 50.
(B) 45.
(C) 42.
(D) 36.
(E) 32.
Solução:
50-20=30 atitudes negativas
20.4=80
30.(-1)=-30
80-30=50
Resposta: A.
2. Ruth tem somente R$ 2.200,00 e deseja gastar a maior quantidade possível, sem ficar devendo na loja.
Verificou o preço de alguns produtos:
x1y2z3 9f3965693d3bf9fdc4fa3d667a118a92e9ea56acf0f815ad53586fe4432a58ea
TV: R$ 562,00
DVD: R$ 399,00
Micro-ondas: R$ 429,00
Geladeira: R$ 1.213,00
Na aquisição dos produtos, conforme as condições mencionadas, e pagando a compra em dinheiro, o troco
recebido será de:
(A) R$ 84,00
(B) R$ 74,00
(C) R$ 36,00
(D) R$ 26,00
(E) R$ 16,00
Solução:
Geladeira + Micro-ondas + DVD = 1213 + 429 + 399 = 2041
Geladeira + Micro-ondas + TV = 1213 + 429 + 562 = 2204, extrapola o orçamento
Geladeira + TV + DVD = 1213 + 562 + 399 = 2174, é a maior quantidade gasta possível dentro do orçamento.
Troco:2200 – 2174 = 26 reais
Resposta: D.
9
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
CONJUNTO DOS NÚMEROS RACIONAIS (Q)
Os números racionais são aqueles que podem ser expressos na forma de fração. Nessa representação, tanto
o numerador quanto o denominador pertencem ao conjunto dos números inteiros, e é fundamental observar
que o denominador não pode ser zero, pois a divisão por zero não está definida.
O conjunto dos números racionais é simbolizado por Q. Vale ressaltar que os conjuntos dos números naturais
e inteiros são subconjuntos dos números racionais, uma vez que todos os números naturais e inteiros podem
ser representados por frações. Além desses, os números decimais e as dízimas periódicas também fazem parte
do conjunto dos números racionais.
Representação na reta:
10
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Existem frações muito simples que são representadas por formas decimais infinitas, com uma característica
especial: existe um período.
Uma forma decimal infinita com período de UM dígito pode ser associada a uma soma com infinitos termos
deste tipo:
Para converter uma dízima periódica simples em fração, é suficiente utilizar o dígito 9 no denominador para
cada quantidade de dígitos que compõe o período da dízima.
Exemplos:
1. Seja a dízima 0, 333....
Veja que o período que se repete é apenas 1(formado pelo 3), então vamos colocar um 9 no denominador
e repetir no numerador o período.
11
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Módulo ou valor absoluto
Refere-se à distância do ponto que representa esse número até o ponto de abscissa zero.
12
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Potenciação de Números Racionais
A potência qn do número racional q é um produto de n fatores iguais. O número q é denominado a base e o
número n é o expoente. Vale as mesmas propriedades que usamos no conjunto dos Números Inteiros.
qn = q × q × q × q × ... × q, ou seja, q aparece n vezes.
Satisfazendo a propriedade:
ou seja,
13
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Exemplos:
1. Na escola onde estudo, 1/4 dos alunos tem a língua portuguesa como disciplina favorita, 9/20 têm a
matemática como favorita e os demais têm ciências como favorita. Sendo assim, qual fração representa os
alunos que têm ciências como disciplina favorita?
(A) 1/4
(B) 3/10
(C) 2/9
(D) 4/5
(E) 3/2
Solução:
Somando português e matemática:
Resposta: B.
2. Simplificando a expressão abaixo
obtém-se :
(A) 1/2
(B) 1
(C) 3/2
(D) 2
(E) 3
Solução:
1,3333...= 12/9 = 4/3
1,5 = 15/10 = 3/2
Resposta: B.
14
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
CONJUNTO DOS NÚMEROS IRRACIONAIS (I)
O conceito de números irracionais está vinculado à definição de números racionais. Dessa forma, pertencem
ao conjunto dos números irracionais aqueles que não fazem parte do conjunto dos racionais. Em outras
palavras, um número é ou racional ou irracional, não podendo pertencer a ambos os conjuntos simultaneamente.
Portanto, o conjunto dos números irracionais é o complemento do conjunto dos números racionais no universo
dos números reais. Outra maneira de identificar os números que compõem o conjunto dos números irracionais
é observar que eles não podem ser expressos na forma de fração. Isso ocorre, por exemplo, com decimais
infinitos e raízes não exatas.
A combinação do conjunto dos números irracionais com o conjunto dos números racionais forma um conjunto
denominado conjunto dos números reais, representado por R.
A interseção do conjunto dos números racionais com o conjunto dos números irracionais não possui
elementos em comum e, portanto, é igual ao conjunto vazio (Ø).
De maneira simbólica, temos:
Q∪I=R
Q∩I=Ø
É importante observar que a recíproca não é verdadeira; ou seja, nem todo número algébrico pode ser
expresso usando radicais, conforme afirmado pelo teorema de Abel-Ruffini.
– Números reais transcendentes: esses números não são raízes de polinômios com coeficientes inteiros.
Constantes matemáticas como pi (π) e o número de Euler (e) são exemplos de números transcendentes. Pode-
se dizer que há mais números transcendentes do que números algébricos, uma comparação feita na teoria dos
conjuntos usando conjuntos infinitos.
A definição mais abrangente de números algébricos e transcendentes envolve números complexos.
15
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Identificação de números irracionais
Com base nas explicações anteriores, podemos afirmar que:
– Todas as dízimas periódicas são números racionais.
– Todos os números inteiros são racionais.
– Todas as frações ordinárias são números racionais.
– Todas as dízimas não periódicas são números irracionais.
– Todas as raízes inexatas são números irracionais.
– A soma de um número racional com um número irracional é sempre um número irracional.
– A diferença de dois números irracionais pode ser um número racional.
Exemplos:
1. Considere as seguintes afirmações:
II.
Solução:
I.
II.
10x = 4,4444...
- x = 0,4444.....
9x = 4
x = 4/9
III.
Portanto, apenas as afirmativas I e II são verdadeiras.
Resposta: B.
16
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
2. Sejam os números irracionais: x = √3, y = √6, z = √12 e w = √24. Qual das expressões apresenta como
resultado um número natural?
(A) yw – xz.
(B) xw + yz.
(C) xy(w – z).
(D) xz(y + w).
Solução:
Vamos testar as alternativas:
A)
Resposta: A.
17
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
A representação dos números reais permite estabelecer uma relação de ordem entre eles. Os números
reais positivos são maiores que zero, enquanto os negativos são menores. Expressamos a relação de ordem
da seguinte maneira: Dados dois números reais, a e b,
a≤b↔b–a≥0
Intervalos reais
O conjunto dos números reais possui subconjuntos chamados intervalos, determinados por meio de
desigualdades. Dados os números a e b, com a < b, temos os seguintes intervalos:
– Bolinha aberta: representa o intervalo aberto (excluindo o número), utilizando os símbolos:
> ; < ou ] ; [
18
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
c) O valor simétrico de um número é o mesmo numeral, diferindo apenas no sinal.
Exemplos:
1. Na figura abaixo, o ponto que melhor representa a diferença na reta dos números reais é:
(A) P.
(B) Q.
(C) R.
(D) S.
Solução:
Resposta: A.
2. Considere m um número real menor que 20 e avalie as afirmações I, II e III:
I- (20 – m) é um número menor que 20.
II- (20 m) é um número maior que 20.
III- (20 m) é um número menor que 20.
É correto afirmar que:
A) I, II e III são verdadeiras.
B) apenas I e II são verdadeiras.
C) I, II e III são falsas.
D) apenas II e III são falsas.
Solução:
I. Falso, pois m é Real e pode ser negativo.
II. Falso, pois m é Real e pode ser negativo.
III. Falso, pois m é Real e pode ser positivo.
19
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Resposta: C.
Os conceitos de múltiplos e divisores de um número natural podem ser estendidos para o conjunto
dos números inteiros1. Ao abordar múltiplos e divisores, estamos nos referindo a conjuntos numéricos que
satisfazem certas condições. Múltiplos são obtidos pela multiplicação por números inteiros, enquanto divisores
são números pelos quais um determinado número é divisível.
Esses conceitos conduzem a subconjuntos dos números inteiros, pois os elementos dos conjuntos de
múltiplos e divisores pertencem ao conjunto dos números inteiros. Para compreender o que são números
primos, é fundamental ter uma compreensão sólida do conceito de divisores.
MÚLTIPLOS
Sejam a e b dois números inteiros conhecidos, o número a é múltiplo de b se, e somente se, existir um
número inteiro k tal que a=b⋅k. Portanto, o conjunto dos múltiplos de a é obtido multiplicando a por todos os
números inteiros, e os resultados dessas multiplicações são os múltiplos de a.
Por exemplo, podemos listar os 12 primeiros múltiplos de 2 da seguinte maneira, multiplicando o número 2
pelos 12 primeiros números inteiros: 2⋅1,2⋅2,2⋅3,…,2⋅12
Isso resulta nos seguintes múltiplos de 2: 2,4,6,…,24
2·1=2
2·2=4
2·3=6
2·4=8
2 · 5 = 10
2 · 6 = 12
2 · 7 = 14
2 · 8 = 16
2 · 9 = 18
2 · 10 = 20
2 · 11 = 22
2 · 12 = 24
Portanto, os múltiplos de 2 são:
M(2) = {2, 4, 6, 8, 10, 12, 14, 16, 18, 20, 22, 24}
Observe que listamos somente os 12 primeiros números, mas poderíamos ter listado quantos fossem
necessários, pois a lista de múltiplos é gerada pela multiplicação do número por todos os inteiros. Assim, o
conjunto dos múltiplos é infinito.
Para verificar se um número é múltiplo de outro, é necessário encontrar um número inteiro de forma que a
multiplicação entre eles resulte no primeiro número. Em outras palavras, a é múltiplo de b se existir um número
inteiro k tal que a=b⋅k. Veja os exemplos:
– O número 49 é múltiplo de 7, pois existe número inteiro que, multiplicado por 7, resulta em 49. 49 = 7 · 7
– O número 324 é múltiplo de 3, pois existe número inteiro que, multiplicado por 3, resulta em 324.
1 https://brasilescola.uol.com.br/matematica/multiplos-divisores.htm
20
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
324 = 3 · 108
– O número 523 não é múltiplo de 2, pois não existe número inteiro que, multiplicado por 2, resulte em 523.
523 = 2 · ?”
Múltiplos de 4
Como observamos, para identificar os múltiplos do número 4, é necessário multiplicar o 4 por números
inteiros. Portanto:
4·1=4
4·2=8
4 · 3 = 12
4 · 4 = 16
4 · 5 = 20
4 · 6 = 24
4 · 7 = 28
4 · 8 = 32
4 · 9 = 36
4 · 10 = 40
4 · 11 = 44
4 · 12 = 48
...
Portanto, os múltiplos de 4 são:
M(4) = {4, 8, 12, 16, 20. 24, 28, 32, 36, 40, 44, 48, … }
Submúltiplos de um número
Enquanto os múltiplos envolvem multiplicar um número por inteiros, os submúltiplos referem-se aos números
inteiros que, ao serem multiplicados por um outro inteiro, resultam no número original. Em outras palavras, os
submúltiplos de um número são os seus divisores inteiros positivos e negativos.
Por exemplo:
Os submúltiplos de 12 são os números inteiros que podem ser multiplicados por outro inteiro para formar 12.
Esses números são:
1, 2, 3, 4, 6, 12, −1, −2, −3, −4, −6, −12, pois:
▪ 1 ⋅ 12 = 12
▪ 2 ⋅ 6 = 12
▪ 3 ⋅ 4 = 12
▪ −1 ⋅ −12 = 12, e assim por diante.
Portanto, o conjunto dos submúltiplos de 12 é:
S(12) = {1, 2, 3, 4, 6, 12, −1, −2, −3, −4, −6, −12}.
Para verificar se um número é submúltiplo de outro, basta dividir o número original pelo suposto submúltiplo.
Se o resultado for um número inteiro, então ele é submúltiplo.
21
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Veja os exemplos:
▪ O número 3 é submúltiplo de 12, pois 12 ÷ 3 = 4, que é um número inteiro.
▪ O número 7 não é submúltiplo de 12, pois 12 ÷ 7 ≈ 1,714, que não é inteiro.
DIVISORES
Sejam a e b dois números inteiros conhecidos, vamos dizer que b é divisor de a se o número b for múltiplo
de a, ou seja, a divisão entre b e a é exata (deve deixar resto 0).
Veja alguns exemplos:
– 22 é múltiplo de 2, então, 2 é divisor de 22.
– 121 não é múltiplo de 10, assim, 10 não é divisor de 121.
Critérios de divisibilidade
Critérios de divisibilidade são diretrizes práticas que permitem determinar se um número é divisível por outro
sem realizar a operação de divisão.
– Divisibilidade por 2 ocorre quando um número termina em 0, 2, 4, 6 ou 8, ou seja, quando é um número
par.
– A divisibilidade por 3 ocorre quando a soma dos valores absolutos dos algarismos de um número é
divisível por 3.
– Divisibilidade por 4: Um número é divisível por 4 quando seus dois últimos algarismos formam um número
divisível por 4.
– Divisibilidade por 5: Um número é divisível por 5 quando termina em 0 ou 5.
– Divisibilidade por 6: Um número é divisível por 6 quando é divisível por 2 e por 3 simultaneamente.
– Divisibilidade por 7: Um número é divisível por 7 quando o dobro do seu último algarismo, subtraído do
número sem esse algarismo, resulta em um número múltiplo de 7. Esse processo é repetido até verificar a
divisibilidade.
– Divisibilidade por 8: Um número é divisível por 8 quando seus três últimos algarismos formam um número
divisível por 8.
– Divisibilidade por 9: Um número é divisível por 9 quando a soma dos valores absolutos de seus algarismos
é divisível por 9.
– Divisibilidade por 10: Um número é divisível por 10 quando o algarismo da unidade termina em zero.
– Divisibilidade por 11: Um número é divisível por 11 quando a diferença entre a soma dos algarismos de
posição ímpar e a soma dos algarismos de posição par resulta em um número divisível por 11, ou quando essas
somas são iguais.
– Divisibilidade por 12: Um número é divisível por 12 quando é divisível por 3 e por 4 simultaneamente.
– Divisibilidade por 15: Um número é divisível por 15 quando é divisível por 3 e por 5 simultaneamente.
Para listar os divisores de um número, devemos buscar os números que o dividem. Veja:
– Liste os divisores de 2, 3 e 20.
D(2) = {1, 2}
D(3) = {1, 3}
D(20) = {1, 2, 4, 5, 10, 20}
22
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Propriedade dos Múltiplos e Divisores
Essas propriedades estão associadas à divisão entre dois inteiros. É importante notar que quando um
inteiro é múltiplo de outro, ele é também divisível por esse outro número.
Vamos considerar o algoritmo da divisão para uma melhor compreensão das propriedades:
N=d⋅q+r, onde q e r são números inteiros.
Lembre-se de que:
N: dividendo;
d, divisor;
q: quociente;
r: resto.
– Propriedade 1: A diferença entre o dividendo e o resto (N−r) é um múltiplo do divisor, ou seja, o número d
é um divisor de N−r.
– Propriedade 2: A soma entre o dividendo e o resto, acrescida do divisor (N−r+d), é um múltiplo de d,
indicando que d é um divisor de (N−r+d).
Alguns exemplos:
Ao realizar a divisão de 525 por 8, obtemos quociente q = 65 e resto r = 5.
Assim, temos o dividendo N = 525 e o divisor d = 8. Veja que as propriedades são satisfeitas, pois (525 – 5
+ 8) = 528 é divisível por 8 e: 528 = 8 · 66
Exemplo 1: O número de divisores positivos do número 40 é:
(A) 8
(B) 6
(C) 4
(D) 2
(E) 20
Vamos decompor o número 40 em fatores primos.
40 = 23 . 51
Pela regra temos que devemos adicionar 1 a cada expoente:
3+1=4 e1+1=2
então pegamos os resultados e multiplicamos 4.2 = 8, logo temos 8 divisores de 40.
Resposta: A.
Exemplo 2: Considere um número divisível por 6, composto por 3 algarismos distintos e pertencentes ao
conjunto A={3,4,5,6,7}.A quantidade de números que podem ser formados sob tais condições é:
(A) 6
(B) 7
(C) 9
(D) 8
(E) 10
Para ser divisível por 6 precisa ser divisível por 2 e 3 ao mesmo tempo, e por isso deverá ser par também,
e a soma dos seus algarismos deve ser um múltiplo de 3.
23
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Logo os finais devem ser 4 e 6:
354, 456, 534, 546, 564, 576, 654, 756, logo temos 8 números.
Resposta: D.
NÚMEROS PRIMOS
Os números primos2 pertencem ao conjunto dos números naturais e são caracterizados por possuir apenas
dois divisores: o número um e ele mesmo. Por exemplo, o número 2 é primo, pois é divisível apenas por 1 e 2.
Quando um número tem mais de dois divisores, é classificado como composto e pode ser expresso como
o produto de números primos. Por exemplo, o número 6 é composto, pois possui os divisores 1, 2 e 3, e pode
ser representado como o produto dos números primos 2 x 3 = 6.
Algumas considerações sobre os números primos incluem:
– O número 1 não é considerado primo, pois só é divisível por ele mesmo.
– O número 2 é o menor e único número primo par.
– O número 5 é o único primo terminado em 5.
– Os demais números primos são ímpares e terminam nos algarismos 1, 3, 7 e 9.
Uma maneira de reconhecer um número primo é realizando divisões com o número investigado. Para facilitar
o processo fazemos uso dos critérios de divisibilidade:
Se o número não for divisível por 2, 3 e 5 continuamos as divisões com os próximos números primos
menores que o número até que:
– Se for uma divisão exata (resto igual a zero) então o número não é primo.
– Se for uma divisão não exata (resto diferente de zero) e o quociente for menor que o divisor, então o
número é primo.
– Se for uma divisão não exata (resto diferente de zero) e o quociente for igual ao divisor, então o número
é primo.
Exemplo: verificar se o número 113 é primo.
Sobre o número 113, temos:
– Não apresenta o último algarismo par e, por isso, não é divisível por 2;
– A soma dos seus algarismos (1+1+3 = 5) não é um número divisível por 3;
– Não termina em 0 ou 5, portanto não é divisível por 5.
Como vimos, 113 não é divisível por 2, 3 e 5. Agora, resta saber se é divisível pelos números primos
menores que ele utilizando a operação de divisão.
2 https://www.todamateria.com.br/o-que-sao-numeros-primos/
24
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Divisão pelo número primo 11:
Observe que chegamos a uma divisão não exata cujo quociente é menor que o divisor. Isso comprova que
o número 113 é primo.
FATORAÇÃO NUMÉRICA
A fatoração numérica ocorre por meio da decomposição em fatores primos. Para decompor um número
natural em fatores primos, realizamos divisões sucessivas pelo menor divisor primo. Em seguida, repetimos o
processo com os quocientes obtidos até alcançar o quociente 1. O produto de todos os fatores primos resultantes
representa a fatoração do número.
60 2
30 2
15 3
5 5
1
Portanto, 60 = 2 . 2 . 3 . 5 = 22 . 3 . 5
Exemplo 2: Escreva três números diferentes cujos únicos fatores primos são os números 2 e 3.
A resposta pode ser muito variada. Para chegarmos a alguns números que possuem por fatores apenas os
números 2 e 3 não precisamos escolher um número e fatorá-lo. O meio mais rápido de encontrar um número
que possui por únicos fatores os números 2 e 3 é “criá-lo” multiplicando 2 e 3 quantas vezes quisermos.
2 x 2 x 3 = 12
3 x 3 x 2 = 18
2 x 2 x 3 x 3 x 3 = 108.
Resposta: Os três números podem ser 12, 18, 108.
Exemplo 3: Qual é o menor número primo com dois algarismos?
Resposta: número 11.
O sistema de medidas é um conjunto de unidades de quantificação padronizadas que são utilizadas para
expressar a magnitude de grandezas físicas como comprimento, massa, volume, temperatura, entre outras.
Essas unidades permitem que as pessoas comuniquem e compreendam quantidades de maneira clara e
consistente em diferentes contextos e aplicações.
O Sistema Internacional de Unidades (SI) é o padrão mais amplamente adotado no mundo, que surgiu da
necessidade de uniformizar as unidades que são utilizadas na maior parte dos países.
25
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
COMPRIMENTO
No SI a unidade padrão de comprimento é o metro (m). Atualmente ele é definido como o comprimento da
distância percorrida pela luz no vácuo durante um intervalo de tempo de 1/299.792.458 de um segundo.
UNIDADES DE COMPRIMENTO
km hm dam m dm cm mm
Quilômetro Hectômetro Decâmetro Metro Decímetro Centímetro Milímetro
1000m 100m 10m 1m 0,1m 0,01m 0,001m
Os múltiplos do metro são utilizados para medir grandes distâncias, enquanto os submúltiplos, para peque-
nas distâncias. Para medidas milimétricas, em que se exige precisão, utilizamos:
Para distâncias astronômicas utilizamos o Ano-luz (distância percorrida pela luz em um ano):
Ano-luz = 9,5 · 1012 km
Exemplos de Transformação
1m=10dm=100cm=1000mm=0,1dam=0,01hm=0,001km
1km=10hm=100dam=1000m
Ou seja, para transformar as unidades, quando “ andamos” para direita multiplica por 10 e para a esquerda
divide por 10.
Exemplo:
(CETRO - 2012 - TJ-RS - Oficial de Transportes) João tem 1,72m de altura e Marcos tem 1,89m. Dessa
forma, é correto afirmar que Marcos tem
Alternativas
(A) 0,17cm a mais do que João.
(B) 0,17cm a menos do que João.
(C) 1,7cm a mais do que João.
(D) 17cm a mais do que João.
(E) 17cm a menos do que João.
Resolução: Marcos = 1,89m = 189cm
João = 1,72m = 172cm
189-172=17cm
Resposta:D
SUPERFÍCIE
A medida de superfície é sua área e a unidade fundamental é o metro quadrado(m²).
Para transformar de uma unidade para outra inferior, devemos observar que cada unidade é cem vezes
maior que a unidade imediatamente inferior. Assim, multiplicamos por cem para cada deslocamento de uma
unidade até a desejada.
26
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
UNIDADES DE ÁREA
2 2
km hm dam2 m2 dm2 cm2 mm2
Quilômetro Hectômetro Decâmetro Metro Decímetro Centímetro Milímetro
Quadrado Quadrado Quadrado Quadrado Quadrado Quadrado Quadrado
1000000m 2
10000m 2
100m 2
1m 2
0,01m 2
0,0001m 2
0,000001m2
Exemplos de Transformação
1m²=100dm²=10000cm²=1000000mm²
1km²=100hm²=10000dam²=1000000m²
Ou seja, para transformar as unidades, quando “ andamos” para direita multiplica por 100 e para a esquerda
divide por 100.
Exemplo:
(CESGRANRIO - 2005 - INSS - Técnico - Previdenciário) Um terreno de 1 km2 será dividido em 5 lotes,
todos com a mesma área. A área de cada lote, em m2 , será de:
Alternativas
(A) 1 000
(B) 2 000
(C) 20 000
(D) 100 000
(E) 200 000
Resolução: Para calcular a área de um quadrado, basta elevar ao quadrado a medida de um lado.
1 KM = 1000m
1km² = 1000m x 1000m = 1000000m²
Como sao 5 lotes, todos de mesma area
1.000.000/5 = 200.000m
Resposta:E
VOLUME
Os sólidos geométricos são objetos tridimensionais que ocupam lugar no espaço. Por isso, eles possuem
volume. Podemos encontrar sólidos de inúmeras formas, retangulares, circulares, quadrangulares, entre ou-
tras, mas todos irão possuir volume e capacidade.
UNIDADES DE VOLUME
3 3
km hm dam3 m3 dm3 cm3 mm3
Quilômetro Hectômetro Decâmetro Metro Decímetro Centímetro Milímetro
Cúbico Cúbico Cúbico Cúbico Cúbico Cúbico Cúbico
1000000000m 3
1000000m 3
1000m 3
1m 3
0,001m 3
0,000001m 3
0,000000001m3
27
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
CAPACIDADE
Para medirmos a quantidade de leite, sucos, água, óleo, gasolina, álcool entre outros utilizamos o litro e
seus múltiplos e submúltiplos, unidade de medidas de produtos líquidos.
Se um recipiente tem 1L de capacidade, então seu volume interno é de 1dm³
1L=1dm³
UNIDADES DE CAPACIDADE
kl hl dal l dl cl ml
Quilolitro Hectolitro Decalitro Litro Decilitro Centilitro Mililitro
1000l 100l 10l 1l 0,1l 0,01l 0,001l
Exemplo:
(FCC - 2012 - SEE-MG - Assistente Técnico Educacional - Apoio Técnico) Uma forma de gelo tem 21
compartimentos iguais com capacidade de 8 mL cada. Para encher totalmente com água três formas iguais a
essa é necessário
Alternativas
(A) exatamente um litro.
(B) exatamente meio litro.
(C) mais de um litro.
(D) entre meio litro e um litro.
Resolução:
21 x 3 x 8 = 504 ml = 0,504 L (entre 0,5 e 1L)
Resposta:D
MASSA
No Sistema Internacional de unidades a medida de massa é o quilograma (kg). Um cilindro de platina e irídio
é usado como o padrão universal do quilograma.
UNIDADES DE MASSA
kg hg dag g dg cg mg
Quilograma Hectograma Decagrama Grama Decigrama Centigrama Miligrama
1000g 100g 10g 1g 0,1g 0,01g 0,001
Toda vez que andar 1 casa para direita, multiplica por 10 e quando anda para esquerda divide por 10.
E uma outra unidade de massa muito importante é a tonelada
1 tonelada=1000kg
Exemplo:
(FUNCAB - 2014 - SEE-AC - Professor EJA I (1º Segmento)) Assinale a alternativa que contém a maior
dentre as massas representadas a seguir.
25kg / 42.000g / 1.234,3 dg / 26.000 cg / 2.000 mg
28
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Alternativas
(A) 25 kg
(B) 42.000 g
(C) 1.234,3 dg
(D) 26.000 cg
(E) 2.000mg
Resolução: Primeiramente você deve passar todas as medidas diferentes para a mesma unidade de medi-
das, pois só assim você conseguirá fazer a comparação de quem é maior
25 kg = 25000g
42.000g= 42000g
26.000 cg = 260g
2.000 mg = 2g
1.234,3 dg = 123,43g
Resposta:B
TEMPO
A unidade fundamental do tempo é o segundo(s).
É usual a medição do tempo em várias unidades, por exemplo: dias, horas, minutos
Transformação de unidades
Deve-se saber:
1 dia=24horas
1hora=60minutos
1 minuto=60segundos
1hora=3600s
Adição de tempo
Exemplo: Estela chegou ao ginásio às 15h 35minutos. Lá, bateu seu recorde de nado livre e fez 1 minuto e
25 segundos. Demorou 30 minutos para chegar em casa. Que horas ela chegou?
15h 35 minutos
25
1 minutos
segundos
30 minutos
--------------------------------------------------
25
15h 66 minutos
segundos
Não podemos ter 66 minutos, então temos que transferir para as horas, sempre que passamos de um para
o outro tem que ser na mesma unidade, temos que passar 1 hora=60 minutos
Então fica: 16h6 minutos 25segundos
Vamos utilizar o mesmo exemplo para fazer a operação inversa.
29
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Subtração
Vamos dizer que sabemos que ela chegou em casa as 16h6 minutos 25 segundos e saiu de casa às 15h 35
minutos. Quanto tempo ficou fora?
11h 60 minutos
25
16h 6 minutos
segundos
-15h 35 min
--------------------------------------------------
Não podemos tirar 6 de 35, então emprestamos, da mesma forma que conta de subtração.
1hora=60 minutos
25
15h 66 minutos
segundos
15h 35 minutos
--------------------------------------------------
25
0h 31 minutos
segundos
Multiplicação
Pedro pensou em estudar durante 2h 40 minutos, mas demorou o dobro disso. Quanto tempo durou o es-
tudo?
2h 40 minutos
x2
----------------------------
4h 80 minutos OU
5h 20 minutos
Divisão
5h 20 minutos : 2
x1y2z3 9f3965693d3bf9fdc4fa3d667a118a92e9ea56acf0f815ad53586fe4432a58ea
5h 20 minutos 2
1h 20 minutos 2h 40 minutos
80 minutos
0
Exemplo:
(CONESUL - 2008 - CMR-RO - Agente Administrativo) Um intervalo de tempo de 4,15 horas corresponde,
em horas, minutos e segundos a
Alternativas
(A) 4 h 1 min 5 s.
(B) 4 h 15 min 0 s.
(C) 4h 9 min 0 s.
30
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
(D) 4 h 10 min 5 s.
(E) 4 h 5 min 1 s.
Resolução: Transformando 4,15h em minutos = 4,15x60 = 249 minutos.
249min = 4h + 9 minutos
Resposta:C
Razão e proporção
Frequentemente nos deparamos com situações em que é necessário comparar grandezas, medir variações
e entender como determinadas quantidades se relacionam entre si. Para isso, utilizamos os conceitos de razão
e proporção, que permitem expressar de maneira simples e eficiente essas relações.
RAZÃO
A razão é uma maneira de comparar duas grandezas por meio de uma divisão. Se temos dois números a e
b (com b≠0), a razão entre eles é expressa por a/b ou a:b. Este conceito é utilizado para medir a relação entre
dois valores em diversas situações, como a comparação entre homens e mulheres em uma sala, a relação
entre distâncias percorridas e tempo, entre outros.
Exemplo:
Em uma sala de aula há 20 rapazes e 25 moças. A razão entre o número de rapazes e moças é dada por:
Razões Especiais
Algumas razões são usadas em situações práticas para expressar comparações específicas:
− Velocidade Média: A razão entre a distância percorrida e o tempo gasto, representada por:
− Densidade Demográfica: A razão entre o número de habitantes e a área de uma região, dada por:
− Escalas: Usada para representar a proporção entre o tamanho real de um objeto e sua representação em
um mapa ou desenho, como:
31
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
PROPORÇÃO
Uma proporção é uma igualdade entre duas razões. Se temos duas razões A\B e C\D, dizemos que elas
estão em proporção se:
Esse conceito é frequentemente utilizado para resolver problemas em que duas ou mais relações entre
grandezas são iguais. A propriedade fundamental das proporções é que o produto dos extremos é igual ao
produto dos meios, ou seja:
Exemplo:
Suponha que 3/4 esteja em proporção com 6/8. Verificamos se há proporção pelo produto dos extremos e
dos meios:
3×8=4×6
Como 24 = 24, a proporção é verdadeira.
Exemplo:
Determine o valor de X para que a razão X/3 esteja em proporção com 4/6. Montando a proporção:
− Soma ou diferença dos antecedentes e consequentes: A soma (ou diferença) dos antecedentes está
para a soma (ou diferença) dos consequentes, assim como cada antecedente está para seu respectivo conse-
quente:
GRANDEZAS PROPORCIONAIS
Além de compreender razão e proporção, é importante entender como diferentes grandezas se relacionam
entre si, conforme o comportamento das variáveis envolvidas.
32
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Grandezas Diretamente Proporcionais
Duas grandezas são diretamente proporcionais quando a razão entre seus valores é constante, ou seja,
quando uma grandeza aumenta, a outra também aumenta proporcionalmente. O exemplo clássico é a relação
entre distância percorrida e combustível gasto:
Nessa situação, quanto mais distância se percorre, mais combustível é gasto. Se a distância dobra, o com-
bustível também dobra.
20 50
Aqui, quanto maior a velocidade, menor o tempo necessário para percorrer uma distância. Se a velocidade
dobra, o tempo cai pela metade.
A regra de três é uma ferramenta matemática essencial que permite resolver problemas que envolvem a
proporcionalidade direta ou inversa entre grandezas. Seja no planejamento de uma receita de cozinha, no cál-
culo de distâncias em um mapa ou na gestão financeira, a regra de três surge como um método prático para
encontrar valores desconhecidos a partir de relações conhecidas.
33
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Exemplo: Um trem viaja a 400 km/h e leva 3 horas para completar um percurso. Quanto tempo levaria para
fazer o mesmo percurso a 480 km/h?
Para resolver, primeiro montamos a tabela:
Agora identificamos o tipo de relação. Se a velocidade aumenta, o tempo diminui, então se trata de grande-
zas inversamente proporcionais.
Portanto, o trem levaria 2,5 horas para completar o percurso a 480 km/h.
Agora, para identificarmos o tipo de relação, vamos comparar cada grandeza com a coluna que contém o
X (número de caminhões):
– Se temos mais horas de trabalho, podemos usar menos caminhões, portanto uma relação inversamente
proporcional (seta para cima na 1ª coluna).
– Se temos mais volume para descarregar, precisamos de mais caminhões, portanto uma relação direta-
mente proporcional (seta para baixo na 3ª coluna).
34
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
HORAS CAMINHÕES VOLUME (M3)
8↑ ----- 20 ↓ ----- 160 ↓
5↑ ----- X↓ ----- 125 ↓
Devemos igualar a razão que contém o X com o produto das outras razões, de acordo com o sentido das
setas. Como a relação entre horas e caminhões é inversa, invertemos a razão da primeira coluna:
PORCENTAGEM
O termo porcentagem se refere a uma fração cujo denominador é 100, representada pelo símbolo (%). Seu
uso é tão comum que a encontramos em praticamente todos os aspectos do dia a dia: nos meios de comunica-
ção, em estatísticas, nas etiquetas de preços, nas máquinas de calcular, e muito mais.
A porcentagem facilita a compreensão de aumentos, reduções e taxas, o que auxilia na resolução de exer-
cícios e situações financeiras cotidianas.
Acréscimo
Se, por exemplo, há um acréscimo de 10% a um determinado valor, podemos calcular o novo valor multipli-
cando esse valor por 1,10, que é o fator de multiplicação. Se o acréscimo for de 20%, multiplicamos por 1,20, e
assim por diante. Veja a tabela abaixo:
35
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Desconto
No caso de haver um decréscimo, o fator de multiplicação será:
Fator de Multiplicação = 1 - taxa de desconto (na forma decimal)
Veja a tabela abaixo:
Desconto Composto
O desconto composto é aplicado de forma que a taxa de desconto incide sobre o valor já descontado no
período anterior. Para calcular o novo valor após vários períodos de desconto, utilizamos a fórmula:
Vn = V0 × (1 - taxa)n
Onde:
• Vn é o valor após n períodos de desconto.
• V0 é o valor original.
• Taxa é a taxa de desconto por período em forma decimal.
• n é o número de períodos.
Exemplo: Se aplicarmos um desconto composto de 10% ao valor de R$100,00 por dois períodos, teremos:
100 × 0,90 × 0,90 = R$ 81,00
Lucro
Chamamos de lucro em uma transação comercial de compra e venda a diferença entre o preço de venda e
o preço de custo.
Lucro = preço de venda - preço de custo
Podemos expressar o lucro na forma de porcentagem de duas formas:
36
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Exemplo
(DPE/RR – Analista de Sistemas – FCC/2015) Em sala de aula com 25 alunos e 20 alunas, 60% desse
total está com gripe. Se x% das meninas dessa sala estão com gripe, o menor valor possível para x é igual a
(A) 8.
(B) 15.
(C) 10.
(D) 6.
(E) 12.
Resolução
45------100%
X-------60%
X=27
O menor número de meninas possíveis para ter gripe é se todos os meninos estiverem gripados, assim
apenas 2 meninas estão.
Resposta: C.
JUROS
Os juros simples e compostos são cálculos efetuados com o objetivo de corrigir os valores envolvidos nas
transações financeiras, isto é, a correção que se faz ao emprestar ou aplicar uma determinada quantia durante
um período de tempo3.
O valor pago ou resgatado dependerá da taxa cobrada pela operação e do período que o dinheiro ficará
emprestado ou aplicado. Quanto maior a taxa e o tempo, maior será este valor.
Juros Simples
Os juros simples são calculados aplicando a seguinte fórmula:
Sendo:
J: juros.
C: valor inicial da transação, chamado em matemática financeira de capital.
i: taxa de juros (valor normalmente expresso em porcentagem).
t: período da transação.
Podemos ainda calcular o valor total que será resgatado (no caso de uma aplicação) ou o valor a ser quitado
(no caso de um empréstimo) ao final de um período predeterminado.
Esse valor, chamado de montante, é igual a soma do capital com os juros, ou seja:
3 https://www.todamateria.com.br/juros-simples-e-compostos/
37
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Podemos substituir o valor de J, na fórmula acima e encontrar a seguinte expressão para o montante:
A fórmula que encontramos é uma função afim, desta forma, o valor do montante cresce linearmente em
função do tempo.
Exemplo: Se o capital de R$ 1 000,00 rende mensalmente R$ 25,00, qual é a taxa anual de juros no sistema
de juros simples?
Solução: Primeiro, vamos identificar cada grandeza indicada no problema.
C = R$ 1 000,00
J = R$ 25,00
t = 1 mês
i=?
Agora que fizemos a identificação de todas as grandezas, podemos substituir na fórmula dos juros:
Entretanto, observe que essa taxa é mensal, pois usamos o período de 1 mês. Para encontrar a taxa anual
precisamos multiplicar esse valor por 12, assim temos:
i = 2,5.12= 30% ao ano
Juros Compostos
O montante capitalizado a juros compostos é encontrado aplicando a seguinte fórmula:
Sendo:
M: montante.
C: capital.
i: taxa de juros.
t: período de tempo.
Diferente dos juros simples, neste tipo de capitalização, a fórmula para o cálculo do montante envolve uma
variação exponencial. Daí se explica que o valor final aumente consideravelmente para períodos maiores.
Exemplo: Calcule o montante produzido por R$ 2 000,00 aplicado à taxa de 4% ao trimestre, após um ano,
no sistema de juros compostos.
Solução: Identificando as informações dadas, temos:
C = 2 000
i = 4% ou 0,04 ao trimestre
t = 1 ano = 4 trimestres
M=?
38
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Substituindo esses valores na fórmula de juros compostos, temos:
Observação: o resultado será tão melhor aproximado quanto o número de casas decimais utilizadas na
potência.
Portanto, ao final de um ano o montante será igual a
R$ 2 339,71.
A maioria das operações financeiras utiliza a correção pelo sistema de juros compostos. Os juros simples se
restringem as operações de curto período.
Probabilidade
39
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
x1y2z3 9f3965693d3bf9fdc4fa3d667a118a92e9ea56acf0f815ad53586fe4432a58ea
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Experimento composto
Quando temos dois ou mais experimentos realizados simultaneamente, dizemos que o experimento é com-
posto. Nesse caso, o número de elementos do espaço amostral é dado pelo produto dos números de elementos
dos espaços amostrais de cada experimento.
n(U) = n(U1).n(U2)
Probabilidade de um evento
Em um espaço amostral U, equiprobabilístico (com elementos que têm chances iguais de ocorrer), com n(U)
elementos, o evento E, com n(E) elementos, onde E Ì U, a probabilidade de ocorrer o evento E, denotado por
p(E), é o número real, tal que:
Onde,
n(E) = número de elementos do evento E.
n(S) = número de elementos do espaço amostral S.
Sendo 0 ≤ P(E) ≤ 1 e S um conjunto equiprovável, ou seja, todos os elementos têm a mesma “chance
de acontecer.
ATENÇÃO:
As probabilidades podem ser escritas na forma decimal ou representadas em porcentagem.
Assim: 0 ≤ p(E) ≤ 1, onde:
p(∅) = 0 ou p(∅) = 0%
p(U) = 1 ou p(U) = 100%
40
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Exemplo:
(PREF. NITERÓI – AGENTE FAZENDÁRIO – FGV) O quadro a seguir mostra a distribuição das idades dos
funcionários de certa repartição pública:
Escolhendo ao acaso um desses funcionários, a probabilidade de que ele tenha mais de 40 anos é:
(A) 30%;
(B) 35%;
(C) 40%;
(D) 45%;
(E) 55%.
Resolução:
O espaço amostral é a soma de todos os funcionário:
2 + 8 + 12 + 14 + 4 = 40
O número de funcionário que tem mais de 40 anos é: 14 + 4 = 18
Logo a probabilidade é:
Resposta: D
41
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Quando os eventos forem mutuamente exclusivos, tendo A ∩ B = Ø, utilizamos a seguinte equação:
Probabilidade condicional
Quando se impõe uma condição que reduz o espaço amostral, dizemos que se trata de uma probabilidade
condicional.
Sejam A e B dois eventos de um espaço amostral U, com p(B) ≠ 0. Chama-se probabilidade de A condicio-
nada a B a probabilidade de ocorrência do evento A, sabendo-se que já ocorreu ou que vai ocorrer o evento B,
ou seja:
Podemos também ler como: a probabilidade de A “dado que” ou “sabendo que” a probabilidade de B.
– Caso forem dois eventos simultâneos (ou sucessivos): para se avaliar a probabilidade de ocorrem
dois eventos simultâneos (ou sucessivos), que é P (A ∩ B), é preciso multiplicar a probabilidade de ocorrer um
deles P(B) pela probabilidade de ocorrer o outro, sabendo que o primeiro já ocorreu P (A | B). Sendo:
– Se dois eventos forem independentes: dois eventos A e B de um espaço amostral S são independentes
quando P(A|B) = P(A) ou P(B|A) = P(B). Sendo os eventos A e B independentes, temos:
P (A ∩ B) = P(A). P(B)
Sendo:
n: número de tentativas independentes;
p: probabilidade de ocorrer o evento em cada experimento (sucesso);
42
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
q: probabilidade de não ocorrer o evento (fracasso); q = 1 - p
k: número de sucessos.
ATENÇÃO:
A lei binomial deve ser aplicada nas seguintes condições:
– O experimento deve ser repetido nas mesmas condições as n vezes.
– Em cada experimento devem ocorrer os eventos E e .
– A probabilidade do E deve ser constante em todas as n vezes.
– Cada experimento é independente dos demais.
Exemplo:
Lançando-se um dado 5 vezes, qual a probabilidade de ocorrerem três faces 6?
Resolução:
n: número de tentativas ⇒ n = 5
k: número de sucessos ⇒ k = 3
p: probabilidade de ocorrer face 6 ⇒ p = 1/6
q: probabilidade de não ocorrer face 6 ⇒ q = 1- p ⇒ q = 5/6
TABELAS
As tabelas apresentam informações organizadas em linhas e colunas, o que facilita a leitura e interpretação
de dados. Geralmente, são utilizadas quando há necessidade de comparar informações ou listar dados de ma-
neira ordenada.
Fonte: SEBRAE
Nas tabelas, é comum encontrarmos um título, que destaca a principal informação apresentada, e uma fon-
te, que identifica de onde os dados foram obtidos
43
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
GRÁFICOS
Ao contrário das tabelas, que mostram os dados de forma mais textual e organizada, os gráficos oferecem
uma representação visual, facilitando a compreensão de padrões, tendências e comparações de maneira mais
rápida e intuitiva.
Tipos de Gráficos
Existem vários tipos de gráficos, e cada um é utilizado de acordo com o tipo de dado e o objetivo da apre-
sentação.
− Gráfico de linhas: são utilizados, em geral, para representar a variação de uma grandeza em certo pe-
ríodo de tempo.
Os gráficos de linhas são utilizados, em geral, para representar a variação de uma grandeza ao longo do
tempo. São ideais para mostrar tendências e evoluções. Marcamos os pontos determinados pelos pares orde-
nados (classe, frequência) e os conectamos por segmentos de reta.
− Gráfico de barras: Também conhecidos como gráficos de colunas, os gráficos de barras são utilizados
para comparar quantidades entre diferentes categorias. Eles são divididos em dois tipos:
• Gráfico de barras verticais: As barras são desenhadas verticalmente, e a altura de cada uma representa
o valor da frequência.
44
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
• Gráfico de barras horizontais: As barras são desenhadas horizontalmente, sendo a largura de cada bar-
ra proporcional ao valor representado.
Em um gráfico de colunas, cada barra deve ser proporcional à informação por ela representada.
− Gráfico de setores (ou Pizza): Gráficos de setores são utilizados para representar a relação entre as par-
tes e o todo. O círculo é dividido em setores, e a medida de cada setor é proporcional à frequência da categoria
representada. A fórmula para o ângulo central de um setor é dada por:
Onde:
• F é a frequência da classe
• Ft é a frequência total
• α é o ângulo central em graus
Exemplo:
Para encontrar a frequência relativa, podemos fazer uma regra de três simples:
400 --- 100%
160 --- x
x = 160 .100/ 400 = 40%, e assim sucessivamente.
45
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Aplicando a fórmula teremos:
Como o gráfico é de setores, os dados percentuais serão distribuídos levando-se em conta a proporção da
área a ser representada relacionada aos valores das porcentagens. A área representativa no gráfico será de-
marcada da seguinte maneira:
− Pictograma ou gráficos pictóricos: Os pictogramas utilizam imagens ilustrativas para representar da-
dos. São comuns em jornais e revistas, e têm a vantagem de tornar a leitura mais atraente e intuitiva.
46
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
− Histograma: O histograma é composto por retângulos contíguos, onde a base de cada retângulo repre-
senta uma faixa de valores da variável, e a área do retângulo corresponde à frequência dessa faixa. Ao contrá-
rio dos gráficos de barras, o histograma é usado para dados contínuos.
− Gráfico de Ogiva: A ogiva é utilizada para representar a distribuição de frequências acumuladas. Ge-
ralmente, é uma curva ascendente que conecta os pontos extremos de cada classe, mostrando a evolução
cumulativa dos dados.
47
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
x1y2z3 9f3965693d3bf9fdc4fa3d667a118a92e9ea56acf0f815ad53586fe4432a58ea
− Cartograma: O cartograma é uma representação gráfica sobre uma carta geográfica, utilizada para
correlacionar dados estatísticos com áreas geográficas ou políticas.
Exemplos:
1. (Enem) O termo agronegócio não se refere apenas à agricultura e à pecuária, pois as atividades ligadas
a essa produção incluem fornecedores de equipamentos, serviços para a zona rural, industrialização e comer-
cialização dos produtos.
O gráfico seguinte mostra a participação percentual do agronegócio no PIB brasileiro:
Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA). Almanaque abril 2010. São Paulo: Abril,
ano 36 (adaptado)
48
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Esse gráfico foi usado em uma palestra na qual o orador ressaltou uma queda da participação do agronegó-
cio no PIB brasileiro e a posterior recuperação dessa participação, em termos percentuais. Segundo o gráfico,
o período de queda ocorreu entre os anos de:
A) 1998 e 2001.
B) 2001 e 2003.
C) 2003 e 2006.
D) 2003 e 2007.
E) 2003 e 2008.
Resolução:
De acordo com o gráfico fornecido, a participação do agronegócio no PIB brasileiro apresentou uma queda
entre os anos de 2003 e 2006. Essa informação pode ser obtida por meio de uma análise detalhada dos valores
no gráfico: em 2003, a participação era de 28,28%, reduzindo-se para 27,79% em 2004. No ano seguinte, 2005,
essa queda continuou, com a participação caindo para 25,83%, até atingir seu ponto mais baixo em 2006, com
23,92%. Após esse período, observa-se uma recuperação, com a participação voltando a crescer nos anos
subsequentes.
Resposta: Alternativa C.
2. (Enem) O gráfico mostra a variação da extensão média de gelo marítimo, em milhões de quilômetros
quadrados, comparando dados dos anos 1995, 1998, 2000, 2005 e 2007. Os dados correspondem aos meses
de junho a setembro. O Ártico começa a recobrar o gelo quando termina o verão, em meados de setembro. O
gelo do mar atua como o sistema de resfriamento da Terra, refletindo quase toda a luz solar de volta ao espaço.
Águas de oceanos escuros, por sua vez, absorvem a luz solar e reforçam o aquecimento do Ártico, ocasionan-
do derretimento crescente do gelo.
Com base no gráfico e nas informações do texto, é possível inferir que houve maior aquecimento global em:
(A)1995.
(B)1998.
(C) 2000.
(D)2005.
(E)2007.
49
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Resolução:
O enunciado oferece uma informação crucial para a resolução da questão, ao associar a camada de gelo
marítimo à capacidade de refletir a luz solar e, assim, contribuir para o resfriamento da Terra. Portanto, quanto
menor a extensão do gelo marítimo, menor será a quantidade de luz refletida e, consequentemente, maior será
o aquecimento global. De acordo com o gráfico, o ano que apresenta a menor extensão de gelo marítimo é
2007, o que indica que esse foi o ano de maior aquecimento global no período analisado.
Resposta: Alternativa E.
3. No gráfico abaixo, encontra-se representada, em bilhões de reais, a arrecadação de impostos federais no
período de 2003 a 2006. Nesse período, a arrecadação anual de impostos federais:
Resolução:
Analisando cada alternativa temos que a única resposta correta é a D.
Resposta: Alternativa D.
– Média simples
A média aritmética simples é calculada somando todos os valores de um conjunto e dividindo essa soma
pelo número total de elementos. Ela é utilizada quando todos os valores têm a mesma importância.
50
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Fórmula:
Onde:
− x é a média aritmética.
− ∑xi é a soma de todos os valores do conjunto.
− n é o número total de elementos.
Exemplo: Calcule a média das notas de cinco alunos em uma prova. As notas são:
ALUNO NOTA
Aluno 1 6,0
Aluno 2 7,5
Aluno 3 8,0
Aluno 4 9,0
Aluno 5 7,0
x= = 7,5.
Portanto, a média simples das notas é 7,5.
– Média Ponderada
A média ponderada é usada quando cada valor possui um “peso” diferente, representando a sua importân-
cia relativa. Cada valor é multiplicado pelo seu peso antes de somar e dividir pelo total dos pesos.
Fórmula:
Onde:
− xp é a média ponderada.
− xi são os valores do conjunto.
− pi são os pesos atribuídos a cada valor.
− ∑(xi ⋅ pi) é a soma dos produtos dos valores pelos seus respectivos pesos.
− ∑ pi é a soma dos pesos.
Exemplo: Um aluno realizou três avaliações em uma disciplina, e cada avaliação tem um peso diferente na
composição da média final. Calcule a média ponderada:
51
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Passo 1: Multiplicar cada nota pelo seu peso
7,0 × 2 = 14,0
8,0 × 3 = 24,0
9,0 × 5 = 45,0
Passo 2: Somar os produtos obtidos
14,0 + 24,0 + 45,0 = 83,0
Passo 3: Somar todos os pesos
2 + 3 + 5 = 10
Passo 4: Dividir a soma dos produtos pela soma dos pesos
xp = = 8,3
Portanto, a média ponderada é 8,3.
Mediana (Md)
A mediana é um valor estatístico que representa o ponto médio de um conjunto de dados organizados em
ordem crescente ou decrescente. Ela divide o conjunto ao meio, de forma que metade dos elementos é menor
ou igual à mediana e a outra metade é maior ou igual à mediana. Existem duas situações a serem consideradas
ao determinar a mediana: quando o número de elementos (n) é ímpar e quando é par.
– Conjunto com n Ímpar: Quando o número de elementos do conjunto é ímpar, a mediana é o elemento
que se encontra no meio do conjunto, ou seja, aquele que tem o mesmo número de valores à sua frente e atrás.
– Conjunto com n Par: Quando o número de elementos do conjunto é par, a mediana é a média aritmética
dos dois valores centrais do conjunto.
Exemplo: Determine a mediana do conjunto de dados {12, 3, 7, 10, 21, 18, 23}
Passo 1: Ordenar os dados em ordem crescente
3,7,10,12,18,21,23
Passo 2: Determinar a mediana
Neste conjunto, temos 7 elementos (n = 7), que é um número ímpar. O valor que está no meio é 12.
Portanto, a mediana é Md = 12.
Exemplo: Determine a mediana do conjunto de dados {10, 12, 3, 7, 18, 23, 21, 25}.
Passo 1: Ordenar os dados em ordem crescente
3,7,10,12,18,21,23,25
Passo 2: Determinar a mediana
Neste conjunto, temos 8 elementos (n = 8), que é um número par. Os valores centrais são 12 e 18.
Passo 3: Calcular a média dos valores centrais
Md = = 15
Portanto, a mediana é 15.
Moda (Mo)
A moda é o valor que aparece com mais frequência em um conjunto de dados. Dependendo da distribuição
dos valores, um conjunto pode ter:
– Nenhuma moda: Quando todos os valores ocorrem com a mesma frequência.
– Uma moda: Quando um único valor se destaca por aparecer mais vezes que os demais.
52
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
– Múltiplas modas: Quando dois ou mais valores têm a mesma frequência máxima, caracterizando um
conjunto multimodal.
Exemplo: Considere o conjunto de dados {3, 8, 8, 8, 6, 9, 31}.
Aqui, o número 8 aparece três vezes, que é mais do que qualquer outro valor no conjunto.
Portanto, a moda é 8
Exemplo: Considere o conjunto de dados {1, 2, 9, 6, 3, 5}.
Neste caso, cada número aparece exatamente uma vez, sem nenhuma repetição.
Portanto, a moda não existe
53
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Questões
1. FGV - 2024
Sobre números inteiros, racionais e reais, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira
e (F) para a falsa.
( ) Há mais números racionais que números inteiros.
( ) A soma de dois números irracionais resulta sempre em um número irracional.
( ) A dízima periódica 6,999... é igual ao número inteiro 7.
As afirmativas são, respectivamente,
(A) F – F – V.
(B) F – V – V.
(C) V – F – F.
(D) V – V – F.
2. FGV - 2023
3. FGV - 2025
Em uma loja, um artigo pode ser adquirido a vista ou a prazo. Hilton decidiu comprar esse artigo mediante
3 pagamentos:
- R$ 120,00 no ato da compra; - R$ 62,00 um mês após o ato da compra; - R$ 260,00 dois meses após o
ato da compra.
Com esses 3 pagamentos, a dívida foi quitada.
A loja cobrou de Hilton juros compostos de 4% ao mês. Sabendo-se que os três pagamentos descontados
a essa taxa e trazidos a valor presente para a data da compra correspondem, quando somados, ao valor a
vista do artigo, pode-se concluir corretamente que esse valor
(A) era maior que R$ 440,00.
(B) era maior que R$ 400,00 e menor que R$ 440,00
54
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
(C) era maior que R$ 360,00 e menor que R$ 400,00.
(D) era maior que R$ 320,00 e menor que R$ 360,00.
(E) era menor que R$ 320,00.
4. FGV - 2024
5. FGV - 2024
Arnaldo aplicou R$ 350.000,00, a uma taxa de juros simples de 2% ao mês, que, ao final de um determi-
nado período, rendeu juros de R$ 56.000,00.
O período em que ficou aplicado o capital de Arnaldo que rendeu esse juro é igual a
(A) 4 meses.
(B) 5 meses.
(C) 6 meses.
(D) 7 meses.
(E) 8 meses.
6. FGV - 2024
Uma compra foi quitada mediante 3 pagamentos: um de R$ 200,00 no ato da compra e os outros dois de
R$ 324,48, pagos um mês e dois meses depois do ato.
Se o vendedor cobra juros de 4% ao mês, o valor a vista dessa compra seria um valor entre
(A) R$ 600,00 e R$ 650,00.
(B) R$ 650,00 e R$ 700,00.
(C) R$ 700,00 e R$ 750,00.
(D) R$ 750,00 e R$ 800,00.
(E) R$ 800,00 e R$ 850,00.
55
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
7. FGV - 2025
8. FGV - 2025
Priscila compra um casaco de R$ 360,00 em promoção com 20% de desconto. Além disso, ela tem um
cupom de desconto de R$ 20,00. Sobre o valor resultante após os descontos citados, paga-se um imposto de
8%.
O valor total em reais que Priscila paga pelo casaco é
(A) 289,44.
(B) 291,36.
(C) 293,76.
(D) 294,72.
(E) 296,80.
9. FGV - 2025
Para escapar do rebaixamento em um campeonato de futebol, o time F precisa ganhar pelo menos um
dos dois jogos restantes do campeonato.
Baseado no histórico desse time no campeonato, estima-se que a probabilidade de ele ganhar um jogo,
dado que ele ganhou o jogo anterior, é de 50%, e que a probabilidade de ele ganhar um jogo, dado que ele
não ganhou o jogo anterior, é de 30%.
Sabendo que o time F vem de uma derrota, a probabilidade de que ele não seja rebaixado é estimada em
(A) 51%.
(B) 50%.
(C) 49%.
(D) 45%.
(E) 40%.
56
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
(C) 41/61.
(D) 43/61.
(E) 45/61.
Uma delegacia recebeu, no mês de dezembro de 2024, denúncias relacionadas a três tipos de crimes:
roubo, fraude eletrônica e tráfico de drogas.
Após uma triagem, constatou-se que:
• 44% das denúncias são sobre roubos;
• 36% das denúncias são sobre fraudes eletrônicas;
• 20% das denúncias são sobre tráfico de drogas.
Historicamente, sabe-se que 30% das denúncias contra fraudes eletrônicas são improcedentes, assim
como 10% das denúncias contra roubo e 20% das denúncias contra tráfico de drogas.
Se uma denúncia é escolhida ao acaso, a probabilidade de ela ser contra roubo, sabendo-se que é uma
denúncia procedente, é de aproximadamente
(A) 50%
(B) 49%.
(C) 48%.
(D) 47%.
(E) 46%.
57
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
(D) 320.
(E) 360.
Uma grandeza X é diretamente proporcional a uma grandeza Y e essa grandeza Y é inversamente propor-
cional a uma grandeza ℤ.
Quando Y = 4 e Z = 0,75, tem-se X = 6.
Quando X = 1, o valor de Y + Z é igual a
(A) 9/2 .
(B) 31/6 .
(C) 27/2 .
(D) 20/3 .
(E) 29/3
Uma empresa fabrica dois tipos de produtos: A e B. Para produzir cinco unidades do produto A e oito uni-
dades do produto B são necessárias 12 horas de trabalho de uma equipe com três trabalhadores.
Sabendo que a equipe foi ampliada para cinco trabalhadores e que o objetivo é produzir 15 unidades do
produto A e 24 unidades do produto B, o número de horas de trabalho necessárias para cumprir o novo objeti-
vo é igual a (arredonde para o inteiro mais próximo)
(A) 20.
(B) 21.
(C) 22.
(D) 24.
(E) 26.
58
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
17. FGV - 2024
Para a realização de um censo, o coordenador contou, em uma etapa, com a participação de 20 agentes
com a mesma eficiência de trabalho para visitar 400 residências em 10 dias, trabalhando 8 horas por dia. Na
continuidade dos trabalhos, foi necessário visitar 800 novas residências, e houve a participação de 16 desses
agentes, trabalhando 10 horas por dia. Para essa etapa, foram necessários
(A) 5 dias.
(B) 13 dias.
(C) 20 dias.
(D) 30 dias.
(E) 32 dias.
Um sistema de computadores em uma empresa processa três tipos de dados: gráficos (G), textos (T), e
números (N). Para cada tipo de dado, é utilizado um tempo de processamento que depende da configuração
dos dois servidores disponíveis (S1 e S2), conforme a tabela a seguir.
59
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
O gráfico a seguir ilustra a pontuação acumulada por Marialva (eixo das ordenadas) após cada uma das
12 rodadas que disputou (eixo das abscissas).
Um professor desenhou no quadro um quadrilátero com quatro lados congruentes e solicitou a cinco estu-
dantes da sala de aula que relatassem uma observação em relação aos ângulos desse quadrilátero. Observe:
Qual estudante fez uma observação correta em relação aos ângulos do quadrilátero apresentado pelo
professor?
(A) Estudante 1.
(B) Estudante 2.
(C) Estudante 3.
(D) Estudante 4.
(E) Estudante 5.
60
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
21. FGV - 2024
Um corretor de imóveis informou a um cliente que determinado apartamento tem 52m2 de área útil. Po-
rém, o cliente deseja obter a informação em cm2 (centímetros quadrados).
O valor correto obtido pelo cliente, em cm2, será de
(A) 520 000.
(B) 52 000.
(C) 5 200.
(D) 0,52.
(E) 0,0052.
61
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
24. FGV - 2024
Na cidade suíça de Solothurn cada dia é dividido em 22 horas e cada hora é dividida em 60 minutos. Nes-
sa cidade, a metade de um dia possui 11 horas como mostra o relógio abaixo.
As unidades hora e minuto da cidade de Solothurn são abreviadas por hS e mS, respectivamente.
Hans mora nessa cidade e, certo dia, entrou na empresa em que trabalha às 9 hS 40 mS e saiu da empre-
sa às 16 hS 27 mS.
O tempo, medido nas unidades de tempo adotadas em nosso país, que Hans permaneceu na empresa foi
de:
(A) 6 horas e 47 minutos.
(B) 6 horas e 56 minutos.
(C) 7 horas e 07 minutos.
(D) 7 horas e 16 minutos.
(E) 7 horas e 24 minutos.
A média das idades de um grupo de 11 pessoas é igual a 38,4. Se a esse grupo se junta uma pessoa que
tem 54 anos de idade, a média das idades desse novo grupo é então igual a
(A) 38,7.
(B) 39,1.
(C) 39,5.
(D) 39,7.
(E) 40,1.
A tabela a seguir exibe a quantidade mensal de sinistros registrados por uma seguradora num determinado
ano.
62
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
A mediana do número mensal de sinistros nesse ano foi
(A) 74.
(B) 76.
(C) 78.
(D) 80.
(E) 89.
A amostra abaixo apresenta o número de filhos por casal numa determinada comunidade:
02310112104011232101
O número mediano de filhos dessa amostra é igual a
(A) 1
(B) 1,2
(C) 1,5
(D) 2,0
(E) 2,1
28. FGV - 2025
Considere um número inteiro par. Se o seu dobro for somado à sua metade, o resultado é, certamente, um
múltiplo de
(A) 3.
(B) 4.
(C) 5.
(D) 6.
(E) 7.
29. FGV - 2025
Se um número inteiro é divisível por 18 e também por 12, então esse número certamente é divisível por
(A) 24.
(B) 27.
(C) 36.
(D) 54.
(E) 72.
30. FGV - 2022
O maior fator primo do número 65536 é 2, pois 65536 = 216 .
A soma dos algarismos do maior fator primo de 65535 é
(A) 3.
(B) 5.
(C) 8.
(D) 11.
(E) 14.
63
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
x1y2z3 9f3965693d3bf9fdc4fa3d667a118a92e9ea56acf0f815ad53586fe4432a58ea
Gabarito
1 A
2 D
3 B
4 E
5 E
6 E
7 E
8 A
9 A
10 E
11 B
12 B
13 A
14 B
15 C
16 E
17 C
18 D
19 E
20 E
21 C
22 C
23 A
24 E
25 D
26 B
27 A
28 C
29 C
30 E
64
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Carlos Neves - 612.416.503-14, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua
reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.