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022
Aluno(a):_______________________________________________________________________________
Disciplina: Matemática • Professor: Glauco • Conteúdo• Números Complexos
36 4
1- NÚMEROS COMPLEXOS ex.: i36 → → i36 = i0 = 1
0 9
O estudo dos números complexos deve ser compreendido como uma Obs.: Se o expoente for um número muito grande, com mais de
necessidade de resoluções de questões tais como: x2 = –3, x2 = –1, x2 2
= –5, ... algarismos, basta tomar os dois últimos algarismos do expoente,
Como um número elevado ao quadrado tem como resultado dividi-los por 4 e tomar como novo expoente o resto da divisão
um número negativo? Isso vai contra tudo o que se sabia até agora a efetuada.
respeito da matemática. Até agora ! Vejamos onde a limitação do
conjunto dos números reais, maior conjunto numérico até agora 20 4
conhecido,nos leva: (Até agora!) ex: i4520 → → i4520 = i0 = 1
0 5
Assim sendo:
. x2 = –3 → |x| = 3 → |x| = − 1.3 ⇒ |x| = −1 . 3
Execute as seguintes contas
. x2 = –4 → |x| = − 4 → |x| = − 1.4 → |x| =
− 1 . 4 → |x| = 2 . −1 a) i49 =
b) i45032 =
. x2 = –16 → |x| = − 16 → |x| = − 1.16 → |x| = c) i15 =
− 1 . 16 → |x| = 4 . d) i4n =
−1
e) i(4n+3) =
f) i(4n+2) =
O radical comum a todas essas equações é o − 1 e que
“dentro” do campo dos reais não haveria como quantificá-lo.
Assim sendo foi atribuído a ele o valor de i ou imaginário (ou
seria i de invenção?). Desta forma as indeterminações matemáticas 4. Forma número pode ser escrito na forma: Z = a + bi onde
que contivessem − 1 estariam resolvidas. E para comportar esse Z = número complexo
novo valor e seus múltiplos e combinações, foi criado um campo a = parte real de Z → Re(z) = a
numérico que englobaria todos os demais: O conjunto os números
b = parte imaginária de Z → Im(z) = b
complexos.
i = unidade imaginária
1. Relação entre os conjuntos numéricos Veja nos exemplos abaixo
2. Unidade imaginária
Pela explanação anterior temos i = −1
3. Potências de i
Agora você:
i0 = 1; i1 = i; i2 = –1; i3 = –i
E quando for in para n > 3 ?
Regra: Divida o expoente “n” por 4 e tome o resto da divisão
como novo expoente.
9 4
ex.: i9 → → i9 = i1 = 2
1 2
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5. Classificação de um número complexo denominador de uma fração e ficará muito simples compreender o
passo seguinte.
a) Se Im(z) = 0 (b = 0), então z será denominado de real.
Sendo assim:
b) Se Re(z) = 0 e Im(z) ≠ 0, então z será denominado de
imaginário puro.
z1 z . z2
= 1 , em que z2 ≠ 0
Vejamos um exemplo: z2 z2 . z2
Seja z = (3 + x) + (2 – y)i Exemplos
. z será um real se:
. z será um imaginário puro se:
6. Conjugado de um número complexo (z) 8. Exercícios para treinar a Complexidade (??) da matéria:
1.Ache a parte imaginária de (2 + 3i) . (5 –1)
Sendo z = a + bi, define-se como conjugado de Z o complexo Z
= a – bi, assim:
2. Se z =
(2 − i)2 então a sua parte real e sua parte imaginária
1−i
Z = a + bi ⇒ Z = a – bi valem quanto?
Exemplos:
3. O número complexo z, que satisfaz a igualdade (2 + i) . z + 7 + 5i = 8
a) z = 3 + 2i → Z = 3 – 2i – 3i é ?
b) z = –2i + 3 → Z = 2i + 3
4. Sendo z = x + yi e z = x – yi resolva o seguinte sistema:
c) z = 3i → Z =
z . z = 4
d) z = –5i → Z =
e) z=7→ Z = ()
2
z =z
2
f) Z = 3i + 5 → z =
( )
5. Determine ℤ ∈ ℂ, que satisfaz a condição iZ + 3 z − 1 – 6 = 11i
7. Álgebra dos números complexos
6. Verifique se é verdadeiro ou falso:
7.1. Identidade
a) z1 + z2 = z1 + z2
É muito importante entender que não existem equações com
números complexos.O sinal de igual na verdade é de IDENTIDADE, b) z1 . z2 = z1 . z2
IDÊNTICOS. Vejamos
7. Resolva em ℂ a equação x2 + 3x + 3 = 0
Seja z1 = a + bi e z2 = c + di e para z1 ser idêntico a z2 (z1 ≡ z2)
necessariamente deve-se ter a = c e b = d. 9. Forma Trigonométrica ou polar de z.
Assim: Exemplos Plano de Argand – Gauss
a) a + bi = 5 – 3i ⇔ a = 5 e b = –3
b) 2 + a – (3 + b)i = 7i + 3 ⇔ 2 + a = 3 e –(3 + b) = 7 Seja z = a + bi, A sua representação no citado plano será feito da
seguinte forma:
As próximas operações de tão COMPLEXAS serão feitas por meio de
exemplos, nos quais consideraremos:
z1 = 2 + 5i; z2 = 3i e z3 = 1 - i
Adição e subtração
a) z1 + z2 = 2 + 5i + 3i ⇒ 2 + 8i
b) z2 – z3 = 3i – (1 – i) ⇒ 3i – 1 + i → 4i – 1 No triângulo hachurado teremos:
c) z1 + z2 – z3 =
d) z1 – z3 + z2 = a
(1) Cos θ = → a = ρ . Cos θ
z
Multiplicação
b
(2) Sen θ = → b = ρ . Sen θ
a) z1 . z2 = (2 + 5i) . (3i) = 6i + 15i2 = 6i – 15 (lembre-se i2 = –1) z
b) z2 . (2z3) = (3i) . 2(1 – i) = (3i) (2 – 2i) = 6i – 6i2 = 6 + 6i (3) |z| → ρ2 = a2 + b2
c) z1 . z2 . z3 =
Divisão A forma polar ou trigonométrica
Lembre-se de que i é uma raiz quadrada e também das regras Se z = a + bi então z = ρ Cos θ + i ρ . sen θ → z = ρ . CiS θ
aprendidas (na 7ª série!) a respeito da racionalização do
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z = a + bi (Algébrica) ε z = ρ . CiS θ (polar) Z1
Z1
1ª = e 2ª Argumento = θ1 – θ2
Z2 Z2
Exercícios
Para não ficar “complexo”, resolva os exercícios abaixo: Potenciação – 1ª Fórmula de Moivre
Ache os afixos e as formas trigonométricas de: “É uma conclusão da multiplicação na forma polar”:
Assim: se Z = ρ . CiSθ então: Zn = ρn . CiS (nθ)
Vale lembrar aquilo falado em sala de aula:
Se os afixos de z1 e z2 são respectivamente (–2, 3) e (1, –2) ache o – Na forma algébrica, será realizada a potenciação apenas se a = ± b;
afixo de: (Z = a + bi), pois do contrário a resolução pode torna-se muito longa !
– Na forma polar a potenciação é sempre imediata !
Radiciação em C – 2ª fórmula de Moivre !
Calcule o módulo dos seguintes complexos:
– Na equação xn = z → x = n z , x representa todas as “n” raízes do
número complexo z. Desta forma vemos que se x3 = 8 então “x”
representa as três raízes cúbicas de 8. (Não é somente o 2 como
vimos no Maternal de Infância !)
Calcule o que se pede: – A fórmula utilizada para achar as raízes de Z é dada por Moivre e
diz:
– Seja z = ρ . CiS θ e se xn = z teremos x = Zk como se segue abaixo.
Dois números complexos Z1 e Z2 são tais que: θ + 2kπ θ + 2kπ
Zk = n ρ Cos + i sen , com k ∈ {0, 1, 2,
1 4 n n
|Z1| = 5; |Z2| = 13 ; Z1 + i Z2 = 2i e Im = – , ache Z1 e
z 25 ..., n –1}
1
Z2. Por parecer muito complicada usaremos uma sequência de passos
para conseguirmos achar as raízes de forma tranqüila. Vejamos
Ache a forma polar de: abaixo:
Ex: Ache as enésimas raízes de z = a + bi
1ª Passo: Achar a forma polar de z → z = ρ . CiS θ
θ
2ª Passo: Achar o argumento da 1ª raiz (Z0): θ0 =
n
3ª Passo: Achar a defasagem entre os afixos das raízes – (d):
Operações na forma trigonométrica 360º
d=
n
Soma e subtração → Não se aplica!!
4ª Passo: Achar o módulo de “todas” as raízes (ρk):
Multiplicação e divisão
ρk = n ρ
Seja Z1 = ρ1 . CiSθ1 ε Z2 = ρ2 CiSθ2, então:
Z1 . Z2 = ρ1 . ρ2 . CiS (θ1 + θ2) → conclusões: 5ª Passo: “Montar” as formas polares das raízes da seguinte forma:
1ª |Z1 . Z2| = ρ1 . ρ2 = |Z1| . |Z2| – Z0 = ρk . CiS θ0
– Z1 = ρk . CiS (θ0 + d)
2ª Argumento de Z1 . Z2 = θ1 + θ2 – Z2 = ρk . CiS (θ0 + 2d)
– Z3 = ρk . CiS (θ0 + 3d)
Z1 ρ 1
= .Cis (θ1 – θ2) → conclusões: – Z(n–1) = ρk . CiS (θ0 + (n–1) . d)
Z2 ρ 2
Ao representar todas as raízes no plano de Argand-Gauss, seus
afixos irão pertencer a uma circunferência cujo centro será o ponto
(0, 0) e o raio terá o valor de ρk.
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360 360
Os afixos se forem unidos por meio de segmentos de reta, a figura 3º Passo: defasagem (d) → d = →d= → d = 90º
formada será sempre um polígono regular. (Se forem raízes cúbicas n 4
→ ∆ equilátero; raízes quarta → , ...)
4º Passo: Módulo das raízes (ρk) → ρk = n ρ → ρk = 4 16 = 2
Depois disso tudo ... → Moleza total esse papo de complexo !
5º Passo: Montagem das raízes (Zk):
Para praticar a “complexidade de moleza”; Z0 = 2 . CiS 30º; Z1 = 2 CiS 120º; Z2 = 2 CiS 210º; Z3 = 2 . CiS 300º
Assim: Z0 = 2 (Cos 30º + i Sen 30º) → Z0 = 3 +i
Z1 = 2 (Cos 120º + i Sen 120º) → Z1 = – 1 + i 3
Exercícios
Z2 = 2 (Cos 210º + i Sen 210º) → Z2 = − 3 – i
1) Calcule o que se pede: Z3 = 2 (Cos 300º + i Sen 300º) → Z3 = 1 – i 3
a) (1 + i)8 b) (– 3 – i)4 c) (–1 + i)6
2) Se x4 = 4 + 4i 3 ache x.
3) Se x3 = i, ache x
4) Ache 4 − 8 + 8i 3
5) Encontre as raízes sextas de 8.
1 3
6) Ache as raízes quadradas de – +i De forma idêntica ache as raízes cúbicas de 27.
2 2
93
2
7) AFA – o valor de é: 2- POLINÔMIOS
1 + i
1. Função Monomial
Não mais achem que complexo é complexo.
Seja f:C → C | f (x) = axn, f(x) será chamada de função monomial na
Exemplo da utilização da radiação em ℂ. variável x, “a” será o coeficiente do monômio e n será o grau do
monômio.
Ex: f(x) = 2x3 ; f(x) = 2ix5 ; f(x) = 5
1) Se x4 = – 8 + i 8 3 então x = ?
Solução: teremos 4 respostas para x → As raízes quartas de z.
2. Função Polinomial
1º passo: forma polar de z: Seja α, β, γ , ... números complexos e x uma variável complexa. A
função f: ℂ → ℂ, tal que f(x) = α xn + βxn–1 + γxn–2 + ... + kx1 + Q será
uma função polinomial na variável x. Um polinômio é formado pela
soma de vários monômios.
Ex: f(x) = 3x2 – 5x + 1; f(x) = ix2 + 2x + 3i; f(x) = 3 x + 2i
Os expoentes da variável do polinômio devem ser inteiros e
positivos.
3. Grau do Polinômio
Grau de um polinômio p(x) é o máximo grau observado entre os
graus dos monômios. É o maior “n” observador
4. Valor Numérico
Para saber o valor de P(α), basta trocar x por α no polinômio.
5. Polinômio Nulo
2º Passo: Cálculo de θ0
É um polinômio no qual todos os seus coeficientes são iguais a zero!
Indicamos por P(x) ≡ 0
θ 120
θ0 = → θ0 = θ0 = 30º
n 4 6. Identidade Polinomial
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Dois polinômios serão ditos idênticos quando todos os coeficientes
dos dois polinômios forem ORDENADAMENTE iguais. Indicamos por 6x3 − 2x2 − 8x
Ex: p(x) =
P1(x) ≡ P2(x) 4x
Ex: 3x2 – 2x + 3 ≡ (a – 1) x2 + bx + k –1 se e somente se 3 = a – 1; –2 = 6x4 − x3 + 3x2 − x + 1
b e 3 = k –1 Ex: p(x) = → pelo dispositivo da
2x2 + x − 3
chave:
6x4 – x3 + 3x2 – x + 1 2x2 + x – 3
Exercícios Ex: f(x) = x3 – 1 e g(x) = x – 1; ache f(x) ÷ g(x)
1 - Se P(x) = 5x3 + ix2 – 2i ache P(i), P(1), P(2i) x3 –1 x – 1
2 - Ache o polinômio do segundo grau P(x) no qual P(o) = 3, P(i)
Obs.: Deve-se verificar se o polinômio dividendo e divisor estão
= 7 e p(–2) = q
completos ou seja; possuir todos os graus, do maior ao menor do
3 - Qual é o polinômio de grau 3 que tem coeficiente polinômio.
dominante igual a 2, apresenta o zero como uma de suas
raízes e satisfaz as condições p(i) = p(–i) e p(1) = 5?
Ex: Efetue a divisão de f(x) por g(x):
x +3 a b
4 - A identidade ≡ + ocorre para quais a) f(x) = 2x2 – 5x + 3; g(x) = 2x – 1
2 x +2 x − 2
x −4 b) f(x) = – x3 – 4x2 + 3; g(x) = x2 –2x
valores de a e b? c) f(x) = x4 – 1 e g(x) = x2 + 1
d) f(x) = x4 + x3 – 5x2 + x – 6 e g(x) = x2 + x – 6
5 - Ache a soma a + b + c na igualdade:
2 Se um polinômio é divisível por outro, o resto da
a b c x + 5x − 8 divisão deverá ser zero.
+ + ≡
x x−2 x+2 x3 − 4x
Ex: Ache a e b de modo que o resto da divisão de x3 – 5x2 + ax + b
7. Raiz de um Polinômio por x2 + 3x seja igual a 12x – 7.
Ex: O resto da divisão de p(x) = x3 + 2x2 + a por q(x) = x2 + 1 é um
polinômio cujo termo independente é 8. Ache o valor do
Um valor α será dito raiz de P(x) se e somente se P(α) = 0 número real a.
8. Adição, subtração e multiplicação de Polinômios.
Divisão por monômio do tipo (x – a)
“Voltamos para a 7ª serie do ensino médio, hoje 8° ano”
Ex: Sejam g(x) = 2x –1; f(x) = 3x2 – 5x + 1; h(x) = –x2 – 3. A divisão em si não traz nenhuma dificuldade pois basta proceder
Ache o que se pede: como feito anteriormente. A conclusão importante dessa divisão é
conhecida como TEOREMA DO RESTO.
a) f(x) . g(x) =
b) f(x) – g(x) . h(x) = Assim: Teorema do resto
Ex: Seja f(x) = –2x + a e g(x) = x + b tais que f(x) . g(x) ≡ – 2x2 –3x – 1. Ao dividir p(x) por (x – a) o resto da divisão será p(a) !! (??)
Qual é o valor de a e de b? Demonstração: Pelo algarismo de Descartes
Ex: Se p1(x) = x3 – 5 e P2(x) = (x2 + px + q) (x – 2) + 3 são idênticos,
determine o valor de p + q.
9. Divisão de Polinômios
“De todo o conteúdo do assunto polinômios é esse tópico que
mais aparece em provas. Deve-se ter muito cuidado pois
apesar de ser fácil, também é muito fácil cometer equívocos
neste tópico”. Vejamos:
Ex: O resto da divisão de 4x2 – 3x + 2 por (x – 1) é → P(1) = 3
Ex: Ao dividir x5 – x3 + 2 por (x + 3) o resto será → P(–3) = – 214.
Problemas com “cara” de prova:
Existem alguns dispositivos práticos de divisão e iremos 1 - Sejam 5 e 2, respectivamente, os restos da divisão de um
compreendê-lo perfeitamente. Vamos dividir! polinômio por (x – 3) e por (x + 1). Ache o resto da divisão desse
mesmo polinômio por (x – 3) . (x +1).
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Solução: Ex.: Verifique se p(x) = x3 + 2x2 – 5x – 6 é divisível por (x – 2) (x + 1) de
duas maneiras distintas.(?)
Ex.: Verifique se f(x) = x3 + 7x2 + 8x – 16 é divisível por (x + 4)2 e (x +
4)3.
2 - Seja p(x) um polinômio divisível por x – 3. Dividindo p(x) por x –
1, obtemos quociente q(x) e resto r = 10. Qual o resto da divisão
de q(x) por x – 3? 3- EQUAÇÕES ALGÉBRICAS
Solução:
1. Resolução de Equações Polinomiais
Conceito inicial
3 - Apostila do curso pg 68. Ex 17 (ITA); Ver também o ex 19 (ITA). Sempre que igualar um polinômio p(x) a zero, está se falando de
Solução: equações polinomiais ou equações algébricas. Ao longo do ensino
Idêntico ao da AFA 2009/10
médio e feito isso para equações do 1º e do 2º grau:
Dispositivo de Briot-Ruffini
Obs.: Válido apenas para divisores do 1º grau na forma x ± a ou ax ∓
b.
Ex.: Executar a divisão de x3 – 4x2 + 5x – 2 por x – 3.
Agora aprenderemos a resolver equações de grau superior a 2 como
por exemplo:
x3 + 4x2 –x + 1 = 0; 2ix3 + 3x2 – 5x + 2i = 0; x6 – 2 = 0, aprenderemos a
Ex.: Execute a divisão de: achar as raízes de equações de grau superior a 2.
a) x5 – 3x3 + 2x2 + 4 por x + 1 → Raízes da equação polinomial.
1 0 −3 2 4 Q(x) =
Se p(α) = 0 então α é raiz de p(x) !!
−1 r(x) = Nenhuma novidade! O conjunto de todas as raízes de p(x) é o
conjunto solução dessa equação algébrica.
b) x3 – 3x2 + 4x – 3 por x – i →
i 1 −3 4 −3 Q(x) = Teorema fundamental da álgebra (TFA)
r(x) = Toda equação polinomial de grau n, n ≥ 1, admite exatamente n
raízes complexas.
c) Achar m para que f(x) = –2x4 + x2 – x + m seja divisível por
g(x) = x – 1. Lembre-se que todo número real é um complexo porém nem todo
complexo é um real.
d) Divida por Briot–Ruffini → 2x2 – 3x + 7 por 2x + 1 (cuidado !!??)
Forma fatorada de um polinômio
2 −3 7 Q(x) =
Seja um polinômio p(x) de grau n e r1, r2, r3, ..., rn suas n raízes. Então
? r(x) = p(x) pode ser escrito por meio do produto de “n” fatores do 1º grau
sob a forma:
e) Divida 2x2 – 3x + 7 por 2x + 1 pelo método da chave P(x) D(x) e
compare os resultados com os da letra “d”. P(x) = a(x – r1) (x – r2) (x – r3). ... . (x – rn) onde a é o coeficiente
dominante de p(x).
Por Briot-Ruffini se o divisor for da forma ax + b, divida o
polinômio dado, usando a raiz de ax + b e depois corrija o quociente Ex.: f(x) = x2 – 2x → f(x) = 1 (x – 0) (x – 2) → raízes 0 e 2.
achado, dividindo-o pelo valor de “a”; ai terá o quociente correto.
Ex: (2x2 – 4x + 8) ÷ (2x – 4): Ex.: f(x) = x2 – 5x + 6 → f(x) = 1 . (x – 2) (x – 3) → raízes 2 e 3.
Método da chave Método Briot-Ruffini Ex.: f(x) = 2x3 – 4x2 – 6x → f(x) = 2 (x – 0) (x + 1) (x – 3) → raízes: –1, 0,
2x2 – 4x + 8 2x – 4 2 –4 8 +3.
8 x 2 2 0 8 Ex.: Seja – 2i, 2i e 3 raízes de um polinômio de 3º grau. Ache a família
Q(x) desse polinômio.
Q’(x) = 2x Solução:
Divisões Sucessivas
Se p(x) é divisível por (x – a) e também divisível por (x – b), com a ≠ b,
então p(x) é divisível por (x – a) . (x – b).
Se p(x) é divisível por x – a e o quociente dessa divisão é divisível por
x – b, tem-se que p(x) é divisível por (x – a) . (x – b)
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Resolução das equações polinomiais de grau n ≥ 3.
A maneira de resolver equações de qualquer grau está baseada na
divisão entre polinômios (mais especificamente divisão por
monômios do 1º grau) para o chamado, aqui, de abaixamento do
grau polinomial. Deve-se, sempre, lembrar da forma fatorada de um
polinômio para resolver a equação. Perceberemos que o grau do
polinômio será abaixado para o grau 2 por meio dos dados da
questão! Por qual motivo? Espere! Veja:
Seja um p(x) do grau 3 e α, β, γ as suas raízes então
p(x)
P(x) ≡ a (x - α) (x - β) (x - γ) → então ≡ (x − β)(x − γ ) e
a (x − α)
para resolver basta igualar a zero e ai teremos: (x – β) . (x – γ) = 0 e
caímos em uma equação do 2º grau. Veja um exemplo numérico:
Ex: Ache as raízes (em ℂ) da equação x3 + 6x – 4x2 – 4 = 0, sabendo
que uma delas é igual a 2. Ache a forma fatorada de p(x).
Solução:
Ex: Ache o conjunto solução de 4x4 – 4x3 – 23x2 – x – 6 = 0, se duas de
suas raízes são – 2 e 3.
Solução:
Ex: Resolva a equação (em ℂ) x4 – 6x3 + 9x2 + 6x – 10 = 0, sabendo
que duas de suas raízes são –1 e 1.
Ex: Uma das raízes da equação x4 + 5x3 – x2 – 5x = 0 é igual a 1. Quais
as outras raízes?
Ex: A equação x4 + 4x3 + 2x2 + 12x + 45 = 0 possui – 3 como raiz dupla
dessa equação. Ache a soma das outras duas.
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