TCC Quase Pronto 1
TCC Quase Pronto 1
São Luís
2025
LUARA DIÓGENES PINHEIRO BARROSO
São Luís
2025
FICHA CATALOGRÁFICA
BANCA EXAMINADORA:
_____________________________________________
Prof. Me. Nome Completo (Orientador)
Mestre em XXXXXXXXX
Centro Universitário Unidade de Ensino Superior Dom Bosco (UNDB)
_____________________________________________
Prof. Ma. Nome Completo – preencher dados no 2º depósito
Mestra em XXXXXXXXX
Centro Universitário Unidade de Ensino Superior Dom Bosco (UNDB)
_____________________________________________
Prof. Me. Nome Completo – preencher dados no 2º depósito
Mestre em XXXXXXXXX
Centro Universitário Unidade de Ensino Superior Dom Bosco (UNDB)
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Manual de TCC página 16
Maxillary bone loss resulting from tooth loss highlights the challenges faced in
prosthetic rehabilitation of the posterior maxillary region, where pneumatization of the
maxillary sinus and low bone density limit the placement of conventional implants. This study
aims to compare two widely used surgical techniques for the rehabilitation of patients with
atrophic maxilla: maxillary sinus elevation and the placement of zygomatic implants. The
methodology employed consisted of a narrative literature review of a qualitative, descriptive,
and exploratory nature, with a search for scientific articles in Google Scholar and scientific
journals published from 2015 onwards. Studies in both English and Portuguese were included,
encompassing systematic reviews, meta-analyses, clinical studies, and case reports. The results
of the review indicated that both techniques are effective; however, the choice of treatment
should consider factors such as the remaining bone anatomy, the patient’s systemic health, the
predictability of the technique, and the surgeon’s experience. It is concluded that sinus elevation
is preferred in cases with intermediate bone height and good bone density, whereas zygomatic
implants are more suitable in situations of severe atrophy, allowing for immediate loading and
avoiding more complex procedures such as bone grafting. Both approaches demonstrate high
clinical success rates, provided they are properly indicated and executed.
Keywords: Dental implants. Maxillary sinus lift. Zygomatic bone.
LISTA DE FIGURAS
1 INTRODUÇÃO................................................................................................................................. 15
2 METODOLOGIA............................................................................................................................. 17
3 REVISÃO DE LITERATURA ....................................................................................................... 18
3.1 Reabsorção óssea ........................................................................................................................ 18
3.1.1 Classificação de Misch da Deficiência Óssea Subantral.............................................................. 18
3.2 Reabsorção óssea maxilar ............................................................................................................ 20
3.3 Anatomia e fisiologia do seio maxilar.......................................................................................... 20
3.4 Reabilitação de maxilares atróficos através de reconstrução óssea......................................... 21
3.4.1Técnica de elevação do pavimento do seio maxilar - Sinus-lift.................................................... 21
3.4.2 Técnica de elevação Atraumática do seio Maxilar com Osteótomos de Summers....................... 22
3.5 Biomaterias usados para o levamento de seio maxilar .............................................................. 23
3.6 Implantes zigomáticos.................................................................................................................... 25
3.6.1 Técnicas Cirúrgicas para Colocação de Implantes Zigomáticos................................................... 26
4 CONCLUSÃO................................................................................................................................... 28
REFERÊNCIAS................................................................................................................................... 29
APÊNDICE A – Artigo Científico....................................................................................................... 31
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1 INTRODUÇÃO
cirurgia, treinamento e experiência que podem ter impacto significativo nesta escolha (Raouf,
Chrcanovic, 2024).
A técnica da janela lateral envolve o uso de instrumentos rotacionais ou
piezoelétricos para criar uma janela óssea na parede medial do seio maxilar. A membrana
Schneideriana é então reposicionada em posição mais elevada e a nova área resultante é
preenchida com material de enxerto. Atualmente é uma técnica amplamente utilizada e
considerada confiável, principalmente utilizando osso autógeno (Mittal, Jindal, Garg, 2016).
Outra solução para a reparação de maxilares atrofiados é através de implantes
fixados no osso zigomático, disponíveis em diferentes comprimentos e inseridos através do
rebordo alveolar na zona dos primeiros molares ou de pré-molares. É inserido podendo passar
lateralmente pelo seio maxilar ou penetrar no osso zigomático (Pandita, et al., 2016).
Em 1989, Branemark desenvolveu um dispositivo de fixação zigomática para
ancoragem de implantes nos ossos zigomáticos e alveolares da maxila, inicialmente proposto
para o tratamento de pacientes maxilectomizados, fissuras labiais e paciente com maxila
atrófica. O implante zigomático é ancorado no osso palatino da maxila posterior reabsorvida,
atingindo a parte densa do osso zigomático. Com esse tipo de fixação, o enxerto ósseo autólogo
não é mais necessário e o osso existente pode ser utilizado como ancoragem para fixação,
encurtando assim o período de tratamento (Vittorio Moraschini, et al., 2022)
Além disso, esta tecnologia pode ser aplicada quando os pacientes não conseguem
receber enxertos autógenos para reduzir custos, encurtar o tempo de tratamento, reduzir a
morbidade e melhorar os resultados pós-operatórios. Além disso, o insucesso da cirurgia de
enxerto constitui uma boa opção para implantes zigomáticos, pois embora o enxerto ósseo
autógeno continue sendo o padrão-ouro para o enxerto de maxilas atróficas, outros materiais
foram identificados para este procedimento, como os ossos bovinos, ossos desmineralizados de
cadáveres e materiais sintéticos (Magalhães, et al., 2021).
Portanto, a elevação do seio maxilar e a colocação dos implantes zigomáticos são
alternativas cirúrgicas para a reabilitação implanto-suportada em maxila atrófica. A escolha da
técnica a ser utilizada deve ser baseada na avaliação criteriosa do paciente para garantir a
sobrevivência e o sucesso do tratamento em longo prazo (Magalhães, et al., 2021).
17
2 METODOLOGIA
Quanto ao tipo de pesquisa utilizada, refere-se à um estudo de revisão de literatura, do
tipo exploratória e descritiva, numa abordagem qualitativa e tem como objetivo principal
descrever e citar as contribuições dos autores para o tema da pesquisa. É exploratório, pois pode
aumentar o conhecimento sobre questões específicas e descritivo porque visa descrever com
precisão os fatos e fenômenos de uma determinada realidade. Opta-se por um método
qualitativo baseado no estudo sobre reabilitação com implantes em maxila atrófica:
levantamento de seio maxilar versus implante zigomático.
Para a execução da pesquisa bibliográfica, foram realizadas buscas de artigos
científicos que avaliaram a reabilitação com implantes em maxila atrófica: levantamento de
seio maxilar versus implante zigomático. A base de dado utilizada foi o Google Acadêmico. Os
termos pesquisados foram selecionados em inglês tendo como referência "Dental implants" and
"Maxillary sinus lift" and "zygomatic bone".
Vale ressaltar que os critérios de inclusão foram: artigos científicos, livros e
monografias publicadas, completos e em texto integral, tanto na língua portuguesa quanto no
inglês, estudos de revisão narrativa, metanálises revisões sistemáticas da literatura, relatos de
casos e estudos clínicos, assuntos diretos ou indiretos relacionados com o tema principal.
Portanto, os critérios de exclusão são: trabalhos publicados anteriores a 2015, e pesquisas que
disponibilizam apenas resumos. Dessa maneira, realizou-se uma pesquisa de revisão teórica e
bibliográfica sobre o tema referente a reabilitação com implantes em maxila atrófica:
levantamento de seio maxilar versus implante zigomático.
18
3 REVISÃO DE LITERATURA
3.1 Reabsorção óssea
A reabilitação de pacientes com perda parcial ou total dos dentes através de
implantes dentários tem apresentado resultados duradouros na atualidade. Contudo, para
garantir a estabilidade desses implantes, é imprescindível obter um volume e densidade óssea
adequados. A ausência de dentes, especialmente na região posterior da maxila, leva à
reabsorção do osso alveolar, resultando na expansão do seio maxilar (pneumatização), o que
dificulta a reabilitação com próteses (Lisiak-Myszke, et al., 2020).
Após a perda dentária, o osso alveolar das maxilas sofre uma alteração anatômica
progressiva e previsível, tanto horizontal quanto verticalmente. Sem tratamento odontológico,
esse osso continua a se reabsorver, podendo ocorrer inclusive perda óssea basal, que se agrava
com o uso de dentaduras mal ajustadas (Lisiak-Myszke, et al., 2020).
A reabsorção óssea da crista alveolar das maxilas é um processo natural e gradual
após a perda dos dentes. A proximidade do seio maxilar em relação à crista alveolar pode
intensificar essa reabsorção, levando a um desajuste das dentaduras e, consequentemente, a uma
alteração da dimensão vertical da face. Essa alteração pode resultar em menor retenção e
estabilidade das dentaduras, dificuldades na fala e mastigação, além de afetar a harmonia facial
e a autoestima dos indivíduos (Lisiak-Myszke, et al., 2020).
Embora existam diversas técnicas modernas para reabilitar pacientes com maxilares
atrofiados, essa condição ainda representa um desafio para os cirurgiões e para o sucesso da
reabilitação. A limitação do uso de dentaduras e a dificuldade de instalar implantes dentários
convencionais devido à escassez óssea são os principais obstáculos. Em casos de reabsorção
óssea severa na maxila, o tratamento convencional com implantes dentários pode até mesmo
ser contraindicado (Raouf, Chrcanovic, 2024).
Existem diversas abordagens cirúrgicas e terapêuticas disponíveis para a
reabilitação de maxilares atróficos, entre elas destacam-se as técnicas de enxertia óssea, o uso
de substitutos ósseos e a instalação de implantes dentários endoósseos em estruturas anatômicas
de suporte, como os contrafortes faciais, com posicionamentos alternativos. Esta última técnica,
inicialmente empregada na reabilitação de pacientes com extensas perdas ósseas maxilares, tem
sido amplamente documentada e adotada na prática clínica atual (Raouf, Chrcanovic, 2024).
3.1.1 Classificação de Misch da Deficiência Óssea Subantral
Misch desenvolveu um sistema de classificação para orientar o planejamento do
tratamento com base na altura vertical do osso remanescente entre o assoalho do seio maxilar e
a crista do rebordo alveolar no local ideal para a colocação do implante. Esta classificação,
19
denominada Subantral (SA), correlaciona a altura e largura ósseas residuais com protocolos
específicos de manejo clínico, incluindo técnicas cirúrgicas, materiais de enxerto e o tempo
recomendado para a colocação do implante (Devameena, et al. 2020).
Figura 1: Classificação sub-antral
⮚ Classificação SA-1: Esta categoria é caracterizada por uma altura óssea adequada,
especificamente 12 mm da crista alveolar ao assoalho do seio maxilar. O tratamento
normalmente envolve a colocação convencional de implantes. No entanto, se a largura do
rebordo alveolar for insuficiente, uma técnica de divisão da crista pode ser necessária para
aumentar a dimensão óssea. Um enxerto posicional pode ser utilizado para aumentar ainda mais
a largura da crista. O período de cicatrização recomendado antes da carga do implante é de 4 a
8 meses (Devameena, et al. 2020).
⮚ Classificação SA-2: Em casos com 10 a 12 mm de altura óssea remanescente, a técnica
de elevação indireta do seio usando osteótomos é indicada. O procedimento envolve a fratura
controlada em "green stick" do assoalho do seio, permitindo sua elevação em conjunto com a
colocação do enxerto. Os implantes podem ser colocados e carregados tipicamente após um
período de cicatrização de 6 a 8 meses. Se a evidência radiográfica da formação óssea apical
não for conclusiva, recomenda-se um período adicional de cicatrização de 2 meses e um
protocolo de carga progressiva (Devameena, et al. 2020).
⮚ Classificação SA-3: Quando pelo menos 5 mm de altura óssea vertical permanecem, a
técnica de elevação direta do seio por meio de uma abordagem de janela lateral é empregada.
O material de enxerto, que pode ser autógeno ou aloplástico, é colocado no espaço elevado. A
colocação do implante é adiada por 2 a 4 meses após o enxerto.
⮚ Classificação SA-4: Esta classificação refere-se a casos com menos de 5 mm de altura
óssea alveolar residual. A abordagem de tratamento espelha a do SA-3, com um atraso mais
prolongado na colocação do implante, variando de 6 a 10 meses (Devameena, et al. 2020).
20
apenas após a erupção dos dentes permanentes (Greenstein, Carpentieri, Cavallaro, 2015),
(Sala, Lu, Chrcanovic, 2024).
Do ponto de vista fisiológico, sua principal função é a eliminação de partículas e
microrganismos em direção ao óstio, processo facilitado pela presença de uma membrana
mucosa respiratória que reveste internamente o seio. Outras funções incluem o aquecimento do
ar inalado, a redução do peso do complexo craniofacial e a contribuição para a ressonância da
voz (Al-Noori, Makaw, 2022).
3.4 Reabilitação de maxilares atróficos através de reconstrução óssea
A regeneração óssea constitui um recurso fundamental para possibilitar a instalação
adequada de implantes dentários, viabilizando, assim, uma reabilitação protética eficiente e
duradoura. Diante disso, torna-se cada vez mais essencial um planejamento criterioso,
especialmente na identificação e abordagem de áreas anatomicamente desfavoráveis para a
colocação dos implantes (Al-Noori, Makaw, 2022)., (Mittal, Jindal, Garg, 2016).
Quando o paciente necessita reabilitar áreas desdentadas e apresenta volume ósseo
remanescente adequado, a instalação de implantes dentários é considerada uma excelente opção
terapêutica, com taxas de sucesso variando entre 84% e 97%. Contudo, em casos de atrofia
óssea severa nos maxilares, a reabilitação oral torna-se mais complexa, dificultando a colocação
convencional dos implantes (Al-Noori, Makaw, 2022), (Mittal, Jindal, Garg, 2016).
Para superar esses desafios em maxilas atróficas, diversas abordagens cirúrgicas
têm sido desenvolvidas, como a instalação de implantes em regiões de pilares anatômicos, a
técnica de elevação do seio maxilar, a lateralização do nervo alveolar inferior, a distração
osteogênica e o uso de enxertos ósseos para reconstrução das áreas reabsorvidas. Atualmente,
há uma ampla gama de técnicas e biomateriais disponíveis, permitindo uma reabilitação mais
eficaz e individualizada para cada caso clínico (Alshamrani et al; 2023).
Existem dois tipos de reconstrução óssea: as técnicas de elevação do pavimento do
seio maxilar, a qual também se denomida de Sinus-lift e as técnicas de reconstrução das cristas
alveolares (Alshamrani et al; 2023).
3.4.1Técnica de elevação do pavimento do seio maxilar - Sinus-lift
Em 1976, Tatum descreveu a técnica de elevação do assoalho do seio maxilar,
também conhecida como “sinus lift”, cujo principal objetivo é reconstruir defeitos ósseos
verticais na região posterior da maxila, possibilitando posteriormente a instalação de implantes
dentários endoósseos. Essa região, devido à pneumatização do seio maxilar, continua
representando um desafio significativo para os cirurgiões (Mittal, Jindal, Garg, 2016),
(Moharamzadeh, 2023).
22
• Aloenxertos
Originam-se de doadores humanos distintos do receptor e são geralmente obtidos
em bancos de tecidos. Esse tipo de enxerto evita a necessidade de uma segunda cirurgia no
paciente, sendo comumente utilizado na forma de matriz óssea desmineralizada (DBM) ou
enxerto liofilizado desmineralizado (DFDBA). Por apresentarem menor resistência mecânica e
manipulação limitada, frequentemente são combinados com materiais aloplásticos ou
xenoenxertos (Devameena, et al. 2020).
• Xenoenxertos
São biomateriais derivados de espécies diferentes da humana, como bovinos ou
suínos. Sua principal função é atuar como arcabouço para regeneração óssea, mantendo a área
livre de invasão de tecido mole. Entre os mais utilizados destaca-se o osso bovino mineralizado
(BBM), aplicado em procedimentos como preservação alveolar pós-extração, elevação do seio
maxilar (sinus lift) e reconstrução de defeitos peri-implantares (Devameena, et al. 2020).
• Enxertos Aloplásticos
Compreendem materiais sintéticos, como hidroxiapatita (HA), fosfatos de cálcio e
vidro bioativo. Têm como função fornecer uma estrutura física para suporte à neoformação
óssea, atuando principalmente como materiais osteocondutivos. Destacam-se pela
previsibilidade a médio e longo prazo, além da ausência de risco imunológico ou transmissão
de doenças (Devameena, et al. 2020).
• Promotores de Crescimento
São substâncias bioativas que, quando associadas a proteínas morfogenéticas ósseas
(BMPs), estimulam a regeneração óssea. Possuem propriedades osteoindutoras, acelerando a
maturação do tecido ósseo e reduzindo a necessidade de grandes volumes de enxerto,
favorecendo uma cicatrização mais eficiente (Devameena, et al. 2020).
O enxerto ideal é aquele que possibilita a formação de osso novo por meio de três
mecanismos fundamentais: osteogênese (formação direta por células osteoprogenitoras),
osteoindução (estimulação de células indiferenciadas a se transformarem em osteoblastos) e
osteocondutividade (formação óssea guiada por uma matriz tridimensional). A seleção
adequada do material e da técnica de enxertia deve considerar essas propriedades para garantir
resultados previsíveis e duradouros no tratamento de atrofias ósseas maxilares (Devameena, et
al. 2020), (Vujović, et al., 2022).
25
4 CONCLUSÃO
A reabilitação oral de pacientes com maxila atrófica representa um dos grandes
desafios na implantodontia moderna, sobretudo devido à reabsorção óssea severa e às
limitações anatômicas impostas pelo seio maxilar pneumatizado. Este trabalho, por meio de
uma revisão narrativa da literatura, permitiu comparar duas abordagens cirúrgicas amplamente
utilizadas para solucionar esse problema: a técnica de levantamento do seio maxilar (sinus lift)
e a instalação de implantes zigomáticos.
A técnica de elevação do seio maxilar demonstrou-se eficaz em casos com altura
óssea residual intermediária, proporcionando condições favoráveis para a instalação de
implantes após o uso de biomateriais, especialmente em procedimentos que requerem ganho
vertical de até 12 mm. Por outro lado, os implantes zigomáticos destacaram-se como alternativa
viável para pacientes com extrema atrofia óssea, permitindo reabilitações sem a necessidade de
enxertos ósseos, com alta taxa de sucesso clínico e possibilidade de carga imediata.
Ambas as abordagens mostraram resultados promissores, com indicações clínicas
bem definidas. A escolha entre elas deve considerar a anatomia individual do paciente, a
experiência do cirurgião, o estado sistêmico e as expectativas funcionais e estéticas do
tratamento. Portanto, conclui-se que a seleção adequada da técnica cirúrgica, aliada a um
planejamento individualizado e criterioso, é essencial para alcançar uma reabilitação oral
funcional, estética e duradoura em pacientes com maxila atrófica. Sugere-se, para estudos
futuros, a realização de ensaios clínicos randomizados com amostragens maiores e
acompanhamento em longo prazo, a fim de ampliar a compreensão sobre as complicações e
benefícios de cada técnica no contexto da implantodontia moderna.
REFERÊNCIAS
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S4, 2024. Diponivel em:
https://mednext.zotarellifilhoscientificworks.com/index.php/mednext/article/view/402/376. Acessso
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PANDITA, Amrita et al. Rehabilitation of resorbed maxilla with zygomatic implants-a
review. 2016. Disponível em: https://www.academia.edu/download/91054773/2-2-28.pdf. Acesso em:
16 abr 2025.
RAOUF, Kami; CHRCANOVIC, Bruno Ramos. Clinical outcomes of Pterygoid and
Maxillary Tuberosity implants: a systematic review. Journal of clinical medicine, v. 13, n. 15, p.
4544, 2024. Diponivel em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11312960/pdf/jcm-13-
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SALA, Yousef Mohamed; LU, Hans; CHRCANOVIC, Bruno Ramos. Clinical outcomes of
maxillary sinus floor perforation by dental implants and sinus membrane perforation during sinus
augmentation: A systematic review and meta-analysis. Journal of Clinical Medicine, v. 13, n. 5, p.
1253, 2024. Diponivel em: https://www.mdpi.com/2077-0383/13/5/1253. Acesso em: 5 jun 2025.
VITTORIO MORASCHINI, D. D. S. et al. Survival and complications of zygomatic implants
compared to conventional implants reported in longitudinal studies with a follow-up period of at least
5 years: a systematic review and meta-analysis. Clinical Implant Dentistry and Related Research,
[S. l.], v. 25, n. 1, p. 177–189, 14 nov. 2022. Disponível em:
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VUJOVIĆ, Sanja et al. Aplicações de materiais biodegradáveis à base de magnésio em
cirurgia reconstrutiva oral e maxilofacial: uma revisão. Molecules , v. 27, n. 17, p. 5529, 2022.
Diponivel em: https://www.mdpi.com/1420-3049/27/17/5529. Acesso em: 5 jun 2025.
Implant rehabilitation in atrophic maxilla: maxillary sinus lift versus zygomatic implant
ABSTRACT
Maxillary bone loss resulting from tooth loss highlights the challenges faced in
prosthetic rehabilitation of the posterior maxillary region, where pneumatization of the
maxillary sinus and low bone density limit the placement of conventional implants. This study
aims to compare two widely used surgical techniques for the rehabilitation of patients with
atrophic maxilla: maxillary sinus elevation and the placement of zygomatic implants. The
methodology employed consisted of a narrative literature review of a qualitative, descriptive,
32
and exploratory nature, with a search for scientific articles in Google Scholar and scientific
journals published from 2015 onwards. Studies in both English and Portuguese were included,
encompassing systematic reviews, meta-analyses, clinical studies, and case reports. The results
of the review indicated that both techniques are effective; however, the choice of treatment
should consider factors such as the remaining bone anatomy, the patient’s systemic health, the
predictability of the technique, and the surgeon’s experience. It is concluded that sinus elevation
is preferred in cases with intermediate bone height and good bone density, whereas zygomatic
implants are more suitable in situations of severe atrophy, allowing for immediate loading and
avoiding more complex procedures such as bone grafting. Both approaches demonstrate high
clinical success rates, provided they are properly indicated and executed.
Keywords: Dental implants. Maxillary sinus lift. Zygomatic bone.
INTRODUÇÃO
Após a perda dentária, o processo alveolar da maxila sofre alterações anatômicas
horizontais e verticais, progressivas e previsíveis. Devido à falta de tratamento dentário, o osso
alveolar pode ser reabsorvido e pode até ocorrer perda óssea basal, que pode ser mais excessiva
em próteses mal ajustadas. Pacientes com maxila atrófica geralmente apresentam rebordo
alveolar remanescente que impede a instalação de implantes osseointegrados convencionais
(Lisiak-Myszke, et al., 2020).
A perda dentária nas regiões de pré-molares e molares superiores representa um desafio
significativo para o planejamento de implantes osseointegrados devido ao volume e anatomia
alterados do seio maxilar, que está associado à baixa densidade óssea, levando a consequências
negativas para a osseointegração dos implantes (Lisiak-Myszke, et al., 2020).
A altura óssea na região posterior da maxila é insuficiente para a colocação de implantes
convencionais e pode ser corrigida pela elevação do seio maxilar. Durante este procedimento,
o espaço criado entre o osso maxilar remanescente e a membrana Schneider elevada é
geralmente preenchido com material de enxerto, como osso autógeno, substituto ósseo ou uma
mistura dos dois. Desta forma, forma-se a porção óssea, permitindo a colocação imediata ou
retardada do implante. Atualmente, a elevação do seio maxilar é considerada uma prática
altamente previsível e eficaz na reabilitação da maxila atrófica (Devameena, et al. 2020).
O conhecimento da anatomia do seio é um pré-requisito para a compreensão dos
princípios envolvidos na realização de incisões apropriadas e no planejamento e manejo da
elevação do seio. Antes de realizar uma elevação de seio maxilar, o cirurgião-dentista também
deve estar familiarizado com outras estruturas anatômicas. O diagnóstico por imagem é um
33
foram identificados para este procedimento, como os ossos bovinos, ossos desmineralizados de
cadáveres e materiais sintéticos (Magalhães, et al., 2021).
Portanto, a elevação do seio maxilar e a colocação dos implantes zigomáticos são
alternativas cirúrgicas para a reabilitação implanto-suportada em maxila atrófica. A escolha da
técnica a ser utilizada deve ser baseada na avaliação criteriosa do paciente para garantir a
sobrevivência e o sucesso do tratamento em longo prazo (Magalhães, et al., 2021).
METODOLOGIA
Quanto ao tipo de pesquisa utilizada, refere-se à um estudo de revisão de literatura, do
tipo exploratória e descritiva, numa abordagem qualitativa e tem como objetivo principal
descrever e citar as contribuições dos autores para o tema da pesquisa. É exploratório, pois pode
aumentar o conhecimento sobre questões específicas e descritivo porque visa descrever com
precisão os fatos e fenômenos de uma determinada realidade. Opta-se por um método
qualitativo baseado no estudo sobre reabilitação com implantes em maxila atrófica:
levantamento de seio maxilar versus implante zigomático.
Para a execução da pesquisa bibliográfica, foram realizadas buscas de artigos
científicos que avaliaram a reabilitação com implantes em maxila atrófica: levantamento de
seio maxilar versus implante zigomático. A base de dado utilizada foi o Google Acadêmico. Os
termos pesquisados foram selecionados em inglês tendo como referência "Dental implants" and
"Maxillary sinus lift" and "zygomatic bone".
Vale ressaltar que os critérios de inclusão foram: artigos científicos, livros e
monografias publicadas, completos e em texto integral, tanto na língua portuguesa quanto no
inglês, estudos de revisão narrativa, metanálises revisões sistemáticas da literatura, relatos de
casos e estudos clínicos, assuntos diretos ou indiretos relacionados com o tema principal.
Portanto, os critérios de exclusão são: trabalhos publicados anteriores a 2015, e pesquisas que
disponibilizam apenas resumos. Dessa maneira, realizou-se uma pesquisa de revisão teórica e
bibliográfica sobre o tema referente a reabilitação com implantes em maxila atrófica:
levantamento de seio maxilar versus implante zigomático.
REVISÃO DE LITERATURA
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A reabilitação de pacientes com perda parcial ou total dos dentes através de implantes
dentários tem apresentado resultados duradouros na atualidade. Contudo, para garantir a
estabilidade desses implantes, é imprescindível obter um volume e densidade óssea adequados.
A ausência de dentes, especialmente na região posterior da maxila, leva à reabsorção do osso
alveolar, resultando na expansão do seio maxilar (pneumatização), o que dificulta a reabilitação
com próteses (Lisiak-Myszke, et al., 2020).
A reabsorção óssea da crista alveolar das maxilas é um processo natural e gradual após
a perda dos dentes. A proximidade do seio maxilar em relação à crista alveolar pode intensificar
essa reabsorção, levando a um desajuste das dentaduras e, consequentemente, a uma alteração
da dimensão vertical da face. Essa alteração pode resultar em menor retenção e estabilidade das
dentaduras, dificuldades na fala e mastigação, além de afetar a harmonia facial e a autoestima
dos indivíduos (Lisiak-Myszke, et al., 2020).
Embora existam diversas técnicas modernas para reabilitar pacientes com maxilares
atrofiados, essa condição ainda representa um desafio para os cirurgiões e para o sucesso da
reabilitação. A limitação do uso de dentaduras e a dificuldade de instalar implantes dentários
convencionais devido à escassez óssea são os principais obstáculos. Em casos de reabsorção
óssea severa na maxila, o tratamento convencional com implantes dentários pode até mesmo
ser contraindicado (Raouf, Chrcanovic, 2024).
3.1 Classificação de Misch da Deficiência Óssea Subantral
Misch desenvolveu um sistema de classificação para orientar o planejamento do
tratamento com base na altura vertical do osso remanescente entre o assoalho do seio maxilar e
a crista do rebordo alveolar no local ideal para a colocação do implante. Esta classificação,
denominada Subantral (SA), correlaciona a altura e largura ósseas residuais com protocolos
específicos de manejo clínico, incluindo técnicas cirúrgicas, materiais de enxerto e o tempo
recomendado para a colocação do implante (Devameena, et al. 2020).
SA-1: (altura óssea ≥12 mm): permite colocação convencional de implantes, podendo
requerer aumento de crista em casos de pouca largura.
SA-2: (10–12 mm): indica-se elevação indireta do seio com osteótomos e colocação
simultânea do implante, com cicatrização entre 6 a 8 meses.
SA-3: (≥5 mm): demanda elevação direta do seio pela técnica da janela lateral, com
enxerto ósseo e colocação tardia dos implantes.
SA-4: (<5 mm de altura óssea): segue o mesmo protocolo da SA-3, porém com
maior tempo de espera (6 a 10 meses) para a instalação dos implantes.
36
Embora a classificação de Misch seja amplamente utilizada na prática clínica por sua
aplicabilidade, ela apresenta um grau significativo de subjetividade, o que dificulta a distinção
precisa entre os diferentes tipos de osso, especialmente nas tipologias intermediárias
(Devameena, et al. 2020).
3.2 Reabsorção óssea maxilar
O grau de reabsorção óssea é determinado por uma variedade de fatores
interrelacionados, abrangendo aspectos anatômicos, funcionais, metabólicos e protéticos. Entre
os fatores anatômicos, destacam-se o tamanho, a forma, a densidade dos rebordos ósseos, bem
como a espessura e o tipo de mucosa que os recobre. Já os fatores metabólicos envolvem
influências hormonais, vitamínicas e a atividade celular das células ósseas, além de variáveis
como sexo, idade e estado geral de saúde do paciente (Lisiak-Myszke, et al., 2020), (Ngo, et
al., 2021).
Em relação aos fatores funcionais, referem-se às forças aplicadas sobre a mucosa, cuja
frequência, intensidade, duração e direção impactam diretamente na estimulação celular,
podendo desencadear processos de reabsorção ou formação óssea, variações que são
particulares a cada indivíduo. Por sua vez, os fatores protéticos englobam as técnicas utilizadas,
os materiais empregados e os princípios adotados na confecção das próteses, os quais também
influenciam diretamente a estabilidade e preservação óssea (Lisiak-Myszke, et al., 2020), (Ngo,
et al., 2021).
Nos casos de atrofia maxilar severa decorrente de reabsorção óssea acentuada, observa-
se uma aproximação progressiva a estruturas anatômicas críticas, como o seio maxilar, a
cavidade nasal e o feixe neurovascular do canal incisivo, o que torna a reabilitação mais
complexa e individualizada (Lisiak-Myszke, et al., 2020).
3.3 Anatomia e fisiologia do seio maxilar
O seio maxilar, também conhecido como antro de Highmore, é a maior das cavidades
paranasais. Trata-se de uma cavidade pneumática de formato aproximadamente quadrilateral,
localizada no interior do corpo da maxila. Sua base está voltada medialmente em direção à
cavidade nasal, enquanto seu ápice se projeta lateralmente em direção ao osso zigomático
(Greenstein, Carpentieri, Cavallaro, 2015), (Sala, Lu, Chrcanovic, 2024).
Anatomicamente, o assoalho do seio maxilar situa-se geralmente acima das raízes dos
três molares superiores posteriores, podendo, em alguns casos, estender-se até a região dos
ápices dos pré-molares. Suas dimensões médias são de aproximadamente 20 mm de largura, 40
mm de altura e 30 mm de profundidade. O desenvolvimento completo do seio maxilar ocorre
37
apenas após a erupção dos dentes permanentes (Greenstein, Carpentieri, Cavallaro, 2015),
(Sala, Lu, Chrcanovic, 2024).
3.4 Reabilitação de maxilares atróficos através de reconstrução óssea
A regeneração óssea constitui um recurso fundamental para possibilitar a instalação
adequada de implantes dentários, viabilizando, assim, uma reabilitação protética eficiente e
duradoura. Diante disso, torna-se cada vez mais essencial um planejamento criterioso,
especialmente na identificação e abordagem de áreas anatomicamente desfavoráveis para a
colocação dos implantes (Al-Noori, Makaw, 2022)., (Mittal, Jindal, Garg, 2016).
Para superar esses desafios em maxilas atróficas, diversas abordagens cirúrgicas
têm sido desenvolvidas, como a instalação de implantes em regiões de pilares anatômicos, a
técnica de elevação do seio maxilar, a lateralização do nervo alveolar inferior, a distração
osteogênica e o uso de enxertos ósseos para reconstrução das áreas reabsorvidas. Atualmente,
há uma ampla gama de técnicas e biomateriais disponíveis, permitindo uma reabilitação mais
eficaz e individualizada para cada caso clínico (Alshamrani et al; 2023).
Existem dois tipos de reconstrução óssea: as técnicas de elevação do pavimento do
seio maxilar, a qual também se denomida de Sinus-lift e as técnicas de reconstrução das cristas
alveolares (Alshamrani et al; 2023).
3.4.1Técnica de elevação do pavimento do seio maxilar - Sinus-lift
Em 1976, Tatum descreveu a técnica de elevação do assoalho do seio maxilar,
também conhecida como “sinus lift”, cujo principal objetivo é reconstruir defeitos ósseos
verticais na região posterior da maxila, possibilitando posteriormente a instalação de implantes
dentários endoósseos. Essa região, devido à pneumatização do seio maxilar, continua
representando um desafio significativo para os cirurgiões (Mittal, Jindal, Garg, 2016),
(Moharamzadeh, 2023).
Entre as variações dessa técnica, as mais utilizadas são a abordagem transcrestal e
a técnica da janela lateral. Na técnica da janela lateral, utiliza-se instrumentos rotatórios para
abrir uma janela óssea na parede vestibular do seio maxilar. A seguir, a membrana de Schneider
é cuidadosamente elevada, criando um espaço para inserção do material de enxerto ósseo (De
Almeida Caramelo, 2013), (Sala, Lu, Chrcanovic, 2024).
O objetivo principal dessa técnica é o ganho vertical de osso entre 5 e 12 mm na
parede lateral da maxila, tornando possível a colocação de implantes dentários convencionais.
Já na abordagem transcrestal, são utilizados osteótomos para acessar o seio maxilar por meio
da crista alveolar. A elevação da membrana de Schneider ocorre por meio da pressão controlada
exercida pelos osteótomos, associada à inserção do enxerto ósseo pelo mesmo acesso. A
38
• Técnica Simplificada
Utiliza como referência anatômica a fenda sinusal lateral, localizada fora da parede
lateral do seio maxilar, permitindo o direcionamento do implante através da maxila até a região
da junção do rebordo orbitário lateral com o arco zigomático. Apesar de menos invasiva, a
principal limitação dessa técnica é a visibilidade reduzida do ponto exato de inserção no osso
zigomático, aumentando o risco de perfuração da parede óssea posterior (Aleksandrowicz,
2019).
• Abordagem ZAGA (Zygomatic Anatomy-Guided Approach)
Segundo Moraschini et al., (2023), essa abordagem visa personalizar a trajetória do
implante com base na anatomia individual do paciente, proporcionando melhor adaptação
protética e maior previsibilidade cirúrgica. A classificação ZAGA divide os casos em cinco
tipos:
⮚ ZAGA 0: A parede anterior do seio maxilar é plana e a largura maxilar é preservada. O
implante segue trajeto totalmente intrasinusal, com a cabeça posicionada na crista alveolar
(Moraschini, et al., 2023).
⮚ ZAGA 1: Similar ao tipo 0, mas com leve concavidade na parede anterior do seio. A
maior parte do implante permanece intrasinusal, com a cabeça também localizada na crista
alveolar (Moraschini, et al., 2023).
⮚ ZAGA 2: A parede anterior é mais côncava. O implante mantém contato com o osso da
parede lateral do seio, crista alveolar e osso zigomático, com um trajeto parcialmente extra-
sinusal (Moraschini, et al., 2023).
⮚ ZAGA 3: Concavidade acentuada da parede anterior. A osteotomia é feita do palato até
a vestibular, e o corpo do implante percorre um trajeto extra-sinusal antes de alcançar o osso
zigomático (Moraschini, et al., 2023).
⮚ ZAGA 4: Casos de atrofia severa horizontal e vertical do osso alveolar e maxilar. O
implante segue trajeto completamente extra-sinusal, com sua plataforma localizada
vestibularmente à crista alveolar. A fixação ocorre na parede lateral do seio maxilar e no osso
zigomático, sem necessidade de osteotomia (Moraschini, et al., 2023).
CONCLUSÃO
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REFERÊNCIAS
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