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Pré Projecto

O projeto de pesquisa aborda a incidência de insuficiência renal em pacientes de 16 a 40 anos no Centro de Hemodiálise do Hospital Geral de Luanda, no III trimestre de 2023. O estudo visa identificar causas, sinais, sintomas e tratamentos da doença, que é um problema de saúde pública crescente em Angola. Os objetivos incluem caracterizar a amostra e descrever os dados sociodemográficos e laboratoriais relacionados à insuficiência renal.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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O projeto de pesquisa aborda a incidência de insuficiência renal em pacientes de 16 a 40 anos no Centro de Hemodiálise do Hospital Geral de Luanda, no III trimestre de 2023. O estudo visa identificar causas, sinais, sintomas e tratamentos da doença, que é um problema de saúde pública crescente em Angola. Os objetivos incluem caracterizar a amostra e descrever os dados sociodemográficos e laboratoriais relacionados à insuficiência renal.
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REPÚBLICA DE ANGOLA

GOVERNO PROVINCIAL DE LUANDA


GABINETE PROVINCIAL DA EDUCAÇÃO/SAÚDE
INSTITUTO TÉCNICO DE SAÚDE KALAWENDA N 3119
(ITSK)

Projecto de pesquisa do Curso Técnico Médio Análises clínica

TEMA:

INSUFICIÊNCIA RENAL

INCIDÊNCIA DA INSUFICIÊNCIA RENAL EM PACIENTES DOS 16


AOS 40 ANOS DE IDADE, NO CENTRO DE HEMODIÁLISE DO
HOSPITAL GERAL DE LUANDA NO III TRIMESTRE DE 20223

LUANDA, 2023
INCIDÊNCIA DA INSUFICIÊNCIA RENAL EM PACIENTES DOS 16
AOS 40 ANOS DE IDADE, NO CENTRO DE HEDIÁLISE DO
HOSPITAL GERAL DE LUANDA NO III TRIMESTRE DE 20223

Pré-Projecto de pesquisa que será apresentado a


direcção do GIVA com um dos requisitos para
permissão da execução do Trabalho de fim de curso.

Integrantes do grupo n°
1. André Figueira Tunguissa Canda
2. Arlindo Morais Lionjanga Muanza
3. Arménio Adilson Panda Benguela
4. Augusto Domingos Capemba
5. Belmira Evânia Guelengue
6. David António Mulando
7. Domingas Manuel Agostinho
8. Ermelinda Kutocala Domingos
9. Esperança Mateus Neto
10. Etelvina Andresa José Tomás

Orientador (a)
Prof. Arão dos Santos

LUANDA, 2023
SUMÁRIO
1- INTRODUÇÃO .................................................................................................................... 5
1.1- Problema ............................................................................................................................. 6
1.1.1 HIPÓTESE ........................................................................................................................ 7
1.2- Justificativa ......................................................................................................................... 8
1.3- OBJECTIVOS ..................................................................................................................... 9
3- FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICO .................................................................................... 10
3.1.- Rins .................................................................................................................................. 10
3.1.3 Insuficiência renal aguda (IRA) ...................................................................................... 10
3.2. Etiologia ........................................................................................................................... 11
3.3. Fisiopatoligia ................................................................................................................. 12
3.4. Alterações Visuais na Insuficiência Renal .................................................................... 13
3.5. Fases da Insuficiência renal ........................................................................................... 13
3.6. Funções dos rins ............................................................................................................ 15
3.7. Factores de risco que podem desenvolver Insuficiência Renal ..................................... 15
3.8. Sinais e sintomas da Insuficiência Renal ....................................................................... 15
3.9. Diagnóstico laboratorial ................................................................................................ 16
3.10. Complicações ............................................................................................................. 17
3.11. Tratamento ................................................................................................................. 18
3.11.1. Medicamentos para Insuficiência renal crônica .......................................................... 18
3.11.2. Hemodiálise ................................................................................................................. 19
3.12. Prevenção ................................................................................................................... 19
3.12.1. Estratégia de Prevenção para a IRC nos pacientes sob o risco de desenvolver a doença
.................................................................................................................................................. 20
3.12.2. Estratégia de prevenção da progressão da IRC. .......................................................... 20
4- METODOLOGIA .............................................................................................................. 21
4.1- Tipo de Estudo .................................................................................................................. 21
4.2- Local de Estudo ................................................................................................................. 21
4.3- População de Estudo ......................................................................................................... 21
4.4- Amostra ............................................................................................................................. 21
4.5- Critérios de inclusão .......................................................................................................... 21
4.6- Critérios de exclusão ......................................................................................................... 21
4.7- Procedimentos éticos ......................................................................................................... 21
4.8- Métodos de recolha de dados ............................................................................................ 21
4.9- Análise e processamento de dados .................................................................................... 21
4.10- Variáveis ......................................................................................................................... 22
5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................................. 23
APÊNDICE A .......................................................................................................................... 25
ORÇAMENTO ......................................................................................................................... 25
APÊNDICE B ........................................................................................................................... 26
CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES ................................................................................... 26
1- INTRODUÇÃO
As doenças renais acometem uns grandes números de pessoas. Segundo dados de
Nefrologia (SN), algumas pessoas apresentam doenças como diabetes e pressão alta que se
não tratadas adequadamente podem ocasionar a falência total do funcionamento renal. Outras,
quando se dão conta do problema já estão com o órgão totalmente debilitado sendo necessário
o encaminhamento para a diálise, tratamento esse que será realizado para o resto da vida, se
não houver a possibilidade de transplante. Em todo o mundo, 500 milhões de pessoas sofrem
com problemas renais e 1,5 milhão delas estão realizando diálise. A insuficiência renal é uma
grande vilã, causadora de tanto sofrimento e tema desse trabalho, que tem por objetivo
conhecer suas causas como também diagnóstico e possíveis tratamentos. BASTOS, 2017).
A Insuficiência Renal Crônica (IRC) é uma síndrome metabólica decorrente de uma
perda progressiva, geralmente lenta, da capacidade excretória renal. Dado que a função de
excreção de catabólitos é resultante principalmente da filtração glomerular, a IRC consiste
assim em uma perda progressiva da filtração glomerular que pode ser avaliada clinicamente
pela medida do “clearance” de creatinina em urina de 24 horas ( BASTOS, 2012).

Segundo o jornal nova gazeta (2019) em Angola, estima-se que haja mais de seis mil
pessoas afectadas com a insuficiência renal Crônica. Dados do Serviço Angolano de
Nefrologia mostram que existem 1.621 doentes em tratamento em 10 unidades de
hemodiálise.

Actualmente a Insuficiência renal é considerada um problema mundial de saúde


pública, uma vez que o indivíduo pode ter a doença e não apresentar sinais ou sintomas que
alertam e vir só descobrir numa fase já avançada em que as alterações são irreversíveis
(MALTA, 2018).

Segundo Smeltzer et al (2017), uma falha na função renal pode ocorrer pela qualidade
e intensidade de estímulos agressivos aos rins, o que provoca perdas da unidade funcional
desse órgão, o néfrom. Actualmente, as causas mais comuns dessa falha renal são o diabetes
de longa duração, a hipertensão arterial (HA) e a glomerulonefrite crônica. Entretanto o
presente trabalho visa abordar sobre a insuficiência renal no seguimento etário a que nos
propusemos estudar.
1.1- Problema
Actualmente a Insuficiência renal é considerada um problema mundial de saúde pública, uma
vez que o indivíduo pode ter a doença e não apresentar sinais ou sintomas que alertam e vir só
descobrir numa fase já avançada em que as alterações são irreversíveis, Durante a nossa
convivência, Observamos alguns hábitos que podem prejudicar a saúde da população,
consequentemente destruir os rins visto que os rins têm a função de filtrar algumas
substancias tóxicas no organismo, e meio a isso essas práticas podem desencadear ou fazer a
insuficiência renal, tal como uso excessivo de bebidas alcoólicas, segurar por muito tempo a
urina, ficar no intervalo de 3 a 4 horas sem o consumo de água. Diante desta preocupação
surgiu-nos a seguinte equitação.
Qual é incidência da insuficiência renal em pacientes dos 16 aos 40 anos de idade, no
centro de Hemodiálise do Hospital Geral de Luanda no III Trimestre de 2023?
1.1.1 HIPÓTESE

H1. A incidência da insuficiência renal em pacientes dos 16 aos 40 anos de idade, deve-se a
doenças como diabetes, hipertensão e a malária grave?

H2. O estilo de vida que incluí o sedentarismo, consumo abusivo e excessivo de bebidas
alcoólicas também é um outro factor?

H3. A automedicação e o uso indiscriminado de medicamentos está também totalmente ligado


ao surgimento da insuficiência renal?

H4. O sexo masculino é os que estão mais propensos a contrair insuficiência renal?

.
1.2- Justificativa
É evidente que a insuficiência renal é um problema de saúde pública no nosso pai. O
desenvolvimento do tema é pertinente porque vai contribuir para o aumento de competências,
técnicos e não só, para que esses possam tornar-se agentes de mudanças através de
informação e comunicação. Pretendemos como diagnosticar, tratar e prevenir, e como futuros
técnicos de diagnóstico terapêutico pretendemos obter mais conhecimento técnico e científico
de modo a contribuir para o melhoramento das condições de saúde de forma preventiva com o
trabalho contribuir para o aumento de bibliografias a nível da escola e não só.
1.3- OBJECTIVOS
Objectivo Geral
 Avaliar incidência da insuficiência renal em pacientes dos 16 aos 40 anos de idade, no
centro de Hemodiálise do Hospital Geral de Luanda no III Trimestre de 2023
Objectivos específicos
 Caracterizar a amostra de acordo os dados sociodemográfico (idade, Género,
proveniência)
 Descrever amostra segundo os exames laboratoriais da insuficiência renal;
 Identificar os principais sinais e sintomas da insuficiência renal
3- FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICO
3.1.-
São os órgãos do sistema urinário responsáveis pela formação pela formação da urina
(ANDOROGLO, 2011)
3.1.1 - Insuficiência renal
A disfunção renal é uma síndrome clínica caracterizada por um declínio da função
renal com acúmulo de metabólitos e eletrólitos, é a diminuição ou a cessação da filtração
glomerular que pode ser subdividida em insuficiência renal aguda (IRA) e insuficiência renal
crônica (IRC) de acordo com o tempo de desenvolvimento da patologia.( NASCIMENTO ,
2013)
3.1.2 Sistema urinário
O sistema urinário é um conjunto de órgãos envolvidos com a formação, depósito e
eliminação da urina. É formado por dois rins, dois ureteres, uma bexiga urinária e uma uretra
Os rins são responsáveis pela filtração do sangue e formação da urina, eliminação de resíduos
metabólicos, retenção de nutrientes, regulação do equilíbrio eletrolítico no liquido intersticial
e liberação de hormônios. Os néfrons são a unidade funcional dos rins, consistem de leitos
capilares especializados, os glomérulos, que estão envolvidos em três processos básicos:
 Filtragem do sangue;
 Retorno de substâncias úteis para o sangue;
 Remoção de substâncias que sejam desnecessárias ao sangue (ANDOROGLO, 2011)

3.1.3 Insuficiência renal aguda (IRA)


Na insuficiência renal aguda (IRA) os rins param de trabalhar por completo (ou quase)
de forma abrupta, é uma síndrome proveniente das mais variadas causas, podendo ocorrer em
diversas camadas da população e também em todos os setores de um hospital. Está associada
a alto índice de mortalidade, tempo de internação, alto custo e terapias trabalhosas. Pode ser
considerada como decorrente de causas tóxicas e não tóxicas. (GONÇALVES et al 2017)

3.1.4 Insuficiência renal crônica (IRC)

Segundo Malkina (2021), a doença renal crónica consiste em lesão renal e perda
progressiva e irreversível da função dos rins (glomerular, tubular e endócrina). Muitas 10
doenças podem danificar ou lesionar os rins de forma irreversível. A lesão renal aguda pode
converter-se em crónica, caso a função renal não se recupere após o tratamento e se ela durar
mais de três meses. Portanto, qualquer distúrbio que possa provocar a lesão renal aguda pode
causar doença renal crônica.
A Doença Renal Crônica (DRC) é ainda definida como a diminuição do ritmo de
filtração glomerular (RFG) abaixo de 60 ml/min/1,73m2 e/ou a presença de anormalidades na
estrutura renal, com duração acima de 3 meses. Ao contrário do que se observa na maioria dos
casos de Injúria Renal Aguda (IRA), na DRC não ocorre regeneração do parênquima renal, e
por isso a perda de néfrons, por definição, é irreversível (SANAR, 2021).
3.2. Epidemiologia
Estima-se que haja atualmente no mundo 850 milhões de pessoas com doença renal,
decorrente de várias causas. A Doença Renal Crônica (DRC) causa pelo menos 2,4 milhões
de mortes por ano, com uma taxa crescente de mortalidade. Segundo dados da Sociedade
Brasileira de Nefrologia, a prevalência da doença renal crônica no mundo é de 7,2% para
indivíduos acima de 30 anos e 28% a 46% em indivíduos acima de 64 anos. Detetou-se maior
predominância no sexo masculino com taxa de crescimento anual de 2,2% e, de 2% para o
sexo feminino, raça/cor predominante é a branca (39,6%) em relação às raças/cor amarela
(1,2%), indígena (0,1%), parda (36,1%) e preta (11,4%).
Em Angola, estima-se que existam mais de 1800 pessoas com insuficiência renal, conforme
dados da Sociedade Angolana de Nefrologia (SAN). A hemodiálise tem sido a solução para o
prolongamento do tempo de vida dos doentes, cujos custos são suportados a 100% pelo
Estado (ZANGUI, 2021).
Um total de três mil doentes renais encontra-se a fazer hemodiálise, nos 15 centros de
tratamento existentes no país. Deste número, cerca de cinco por cento são crianças vítimas de
má formação congénita, cuja esperança de vida está no procedimento de diálise peritoneal ou
transplante do rim (MALANDA 2022, apud ALEXA 2022).

3.2.1 Etiologia
Segundo Perusso (2013) a frequência das etiologias varia de acordo com a faixa etária e
com a população de renal crónicos estudada em diálise ou não, ou exposição a toxinas. A IR
pode ocorrer por um conjunto de mecanismos progressivos causados por processos
inflamatórios associados a hipertensão arterial e diabetes tipo I e II, ou outras patologias
como:
 Glomerulonefrite;
 Nefrite intersticial;
 Doença do rim policístico e outras doenças congénitas que afectam os rins;
 Obstrução prolongada do trato urinário, que acontece graças a condições especificas
como a hiperplasia prostática, pedras nos rins e alguns tipos de câncer;
 Refluxo vesicoureteral;
 Infecção renal recorrente, também chamada de pielonefrite;
 Doenças auto imunes;
 Lesão ou trauma aos rins;
 Uso excessivo de analgésicos e outros medicamentos;
 Uso de algumas substâncias químicas toxicas;
 Problemas nas artérias dos rins;
 Nefropatia de refluxo;

3.3. Fisiopatologia
Segundo a sociedade brasileira de nefrologia (2012) os rins são órgãos fundamentais
para a manutenção da homeostasia do corpo humano. Assim, não é surpresa constatarmos
que, com a queda progressiva do ritmo de filtração glomerular (RFG) observada na
Insuficiência renal crónica (IR) e consequente perda das funções regulatórias, excretórias e
endócrinas, ocorra o comprometimento de essencialmente todos os outros órgãos do
organismo. Quando a queda do RFG atinge valores muito baixos, geralmente inferiores a 15
ml/min, estabelece-se o que denomina-se falência funcional renal (FFR), isto é, o estágio mais
avançado e permanente de perda funcional progressiva observado na IR.

Segundo Gonçalves et al (2017) glomérulos, dos túbulos, do interstício renal e das vias
urinárias inferiores. Pode ser por: distúrbios metabólicos, como diabetes melito e amiloidose;
distúrbios vasculares renais, como a aterosclerose e a nefrosclerose-hipertensão; por
distúrbios imunológicos, como glomerulonefrite, poliarterite nodosa e lúpus eritematoso;
infecções, como pielonefrite e tuberculose; distúrbios tubulares primários causados pelas
nefrotoxinas de analgésicos e metais pesados; obstrução do trato urinário por cálculos renais,
pela hipertrofia da próstata e constrição uretral; e por distúrbios congénitos, como a doença
policística e a ausência congénita de tecido renal, a hipoplasia renal.

O autor acima refere que a detecção precoce da IR e condutas terapêuticas


apropriadas para retardamento de sua progressão pode reduzir o sofrimento dos pacientes e
os custos financeiros associados a IR.
3.4. Alterações Visuais na Insuficiência Renal

Segundo Monteiro (2014) relata que a incidência de retinopatia em pacientes com


nefropatia é de 74%, enquanto, apenas 14% dos pacientes não-nefropatas apresentam
retinopatia. A incidência da retinopatia aumenta dramaticamente cinco anos depois do
aparecimento da proteinúria, a principal característica da IR.

O autor acima refere que chegou à conclusão que o desenvolvimento da nefropatia


diabética está intimamente ligado ao alto risco de desenvolvimento da retinopatia severa.
Levando a suspeita de uma ligação patogénica comum entre as duas doenças. A nefropatia e a
retinopatia compartilham as mesmas características: ambas estão associadas à duração do
diabetes e ao género masculino, ambas possuem relação com a hipertensão e apresentam
relativamente alta mortalidade. Até agora, entretanto, a relação entre retinopatia e nefropatia
tem sido baseada unicamente em estudos de corte seccional.

Segundo Romão et al (2012) afirmam que a hipertensão sistêmica secundária à IR


pode afetar o fundo ocular na forma de retinopatia, coroidopatia e neuropatia óptica. Tem sido
demonstrado que o fundo ocular de pacientes com IR modifica-se por causa da malignidade
da hipertensão e que pode mudar a retina coroidal. As artérias e arteríolas cerebrais do nervo
óptico apresentam uma importante função nessa patogênese. A classificação de Keith-
Wagener-Barker tem sido comumente usada para a retinopatia hipertensiva. Entretanto, tem
sido mostrado que a hipertensão afeta não somente a retina, mas a coróide e o nervo óptico
também. A retinopatia hipertensiva pode ser dividida em dois grupos: lesão vascular da retina
e lesão extravascular da retina. A hipertensão prolongada causa arteriosclerose e o aumento
nas tortuosidades das arteríolas escleróticas.

Segundo Nascimento et al (2011) afirma que o diabetes está sempre acompanhado de


vasculopatias, anormalidades neurológicas e outras patologias em órgãos específicos.
Complicações microangiopáticas manifestadas em capilares, principalmente nos rins e na
retina. O diabetes é o responsável pelo aumento da IR desde o ano de 1988, responde por mais
de 40% de todos os novos casos de doença renal

3.5. Fases da Insuficiência renal


Segundo Gonçalves et al (2017), para efeitos clínicos, epidemiológicos, didáticos e
conceituais, a IR é dividida em seis estágios funcionais, de acordo com o grau de função renal
do paciente. Estes estágios são descritos da seguinte forma:
1. Fase de função renal normal (sem lesão renal): Importante do ponto de vista
epidemiológico, pois inclui pessoas integrantes dos chamados grupos de risco para o
desenvolvimento da doença renal crônica (hipertensos, diabéticos, parentes de
hipertensos, diabéticos e portadores de IRC, etc.), que ainda não desenvolveu lesão
renal.
2. Fase de lesão com função renal normal: Corresponde às fases iniciais de lesão renal
com filtração glomerular preservada, ou seja, o ritmo de filtração glomerular está
acima de 90 ml/min.
3. Fase de Insuficiência renal funcional leve: Ocorre no início da perda de função dos
rins. Nesta fase, os níveis de uréia e creatinina plasmáticos ainda são normais, não há
sinais ou sintomas clínicos importantes de insuficiência renal e somente métodos
acurados de avaliação da função do rim (métodos de depuração, por exemplo) irão
detectar estas anormalidades. Os rins conseguem manter razoável controlo do meio
interno. Compreende a um ritmo de filtração glomerular entre 60 e 89 ml/min.
4. Fase de Insuficiência renal laboral ou moderada: Nesta fase, embora os sinais e
sintomas da uremia possam estar presente de maneira discreta, o paciente mantém-se
clinicamente bem. Na maioria das vezes, apresenta somente sinais e sintomas ligados
à causa básica (lupus, hipertensão arterial, diabetes mellitus, infecções urinárias, etc.).
Avaliação laboratorial simples já nos mostra, quase sempre, níveis elevados de uréia e
de creatinina plasmáticos. Corresponde a uma faixa de ritmo de filtração glomerular
compreendido entre 30 e 59 ml/min.
5. Fase de Insuficiência renal clínica ou severa: O paciente já se ressente de disfunção
renal. Apresenta sinais e sintomas marcados de uremia. Dentre estes a anemia, a
hipertensão arterial, o edema, a fraqueza, o mal-estar e os sintomas digestivos são os
mais precoces e comuns. Corresponde à faixa de ritmo de filtração glomerular entre 15
a 29 ml/min.
6. Fase terminal de Insuficiência renal: Como o próprio nome indica, corresponde à
faixa de função renal na qual os rins perderam o controlo do meio interno, tornando-se
este bastante alterado para ser incompatível com a vida. Nesta fase, o paciente
encontra-se intensamente sintomático. Suas opções terapêuticas são os métodos de
depuração artificial do sangue (diálise peritoneal ou hemodiálise) ou o transplante
renal. Compreende a um ritmo de filtração glomerular inferior a 15 ml/min.
3.6. Funções dos rins
Segundo o Ministério da Saúde (2014) são funções dos rins: Expeliar as toxinas do
metabolismo corporal, (ureia, creatina acido úrico); controlar o equilíbrio hídrico do
organismo, eliminando o excesso de água, sais e electrólitos, evitando assim, o aparecimento
de edemas e o aumento da pressão arterial; actuar como órgãos produtores de hormônios,
(eritropoietina), que participa na formação dos glóbulos vermelhos e a vitamina D, que ajuda
a absorver o cálcio para fortalecer os ossos; e a renina, que intervém na regulação de pressão
arterial são funções dos dois rins, localizados nos lados da coluna vertebral que fica atrás das
ultimas costelas e medem aproximadamente 12cm e pesam cerca de 150g cada

3.7. Factores de risco que podem desenvolver Insuficiência Renal


Segundo Gonçalves et al (2017) os fatores que podem aumentar o risco de desenvolver
a insuficiência renal crônica incluem:

 Diabetes;
 Hipertensão;
 Doenças cardíacas;
 Fumo;
 Obesidade;
 Colesterol alto;
 Ter histórico familiar de doença renal;
 Ter 65 anos de Idade ou mais;

3.8. Sinais e sintomas da Insuficiência Renal


Segundo Monteiro (2014) afirma que doença renal piora lentamente com o tempo.
Nos primeiros estágios, pode ser assintomatica. A perda de função, geralmente demora meses
para ocorrer. Ela pode ser tão lenta que os sintomas não aparecem ate que o funcionamento
dos rins seja menor que um decimo do normal.

O autor acima refere que os primeiros sintomas da Insuficiência renal , em geral,


também ocorrem com frequência em outras doenças e podem ser os unicos sinais da
Insuficiência renal ate que ela esteja em estágio avançado, os sintomas podem incluir :

 Mal-estar e fadiga;
 Coceira generalizada (prurido) e Pele seca;
 Dores de cabeça;
 Perda de peso não intencional;
 Perda de apetite;
 Nauseas;
Outros sintomas podem aparecer, principalmente quando o funcionamento dos rins piora,
incluem:

a) Pele anormalmente clara ou escura


b) Dor nos ossos
c) Sonolência e confusão
d) Dificuldade de concentração e raciocínio
e) Dormência nas mãos, pés e outras áreas do corpo
f) Epasmos musculares ou cãibras
g) Mau hálito
h) Fácil aparição de hematomas, hemorragia ou sangue nas fezes
i) Sede excessiva
j) Soluços frequentes
k) Baixo nivel de interesse sexual e impotência
l) Interrupção do período menstrual
m) Distúrbios de sono, como insônia, síndrome das pernas irrequietas e apneia noturnas
n) Inchaço de mãos e pernas (edemas)
o) Vômitos, normalmente pela manhã

3.9. Diagnóstico laboratorial

Sangue - Elevação de uréia, creatinina, ácido úrico, acidose metabólica, hipo ou


hipernatremia, hiperpotassemia, hipo ou hipercalcemia e hiperfosfatemia e anemia
normocítica e normocrômica.
Urina - Avaliação de osmolalidade, sódio, creatinina, uréia e sedimento urinário5.
Exames de Imagem – ultrassonografia com Doppler. Exames contrastados devem ser
evitados, inclusive os exames de ressonância magnética nuclear devido ao risco de Fibrose
nefrogênica sistêmica.
Biópsia renal – indicada apenas em alguns casos como os que incluem a causa
desconhecida para o quadro, evolução atípica e/ou prolongada, suspeita de nefrite intersticial,
necrose cortical, doença ateroembólica, glomerulonefrites agudas ou rapidamente
progressivas e vasculites . A avaliação do ritmo de filtração glomerular (RFG) é vista como o
melhor marcador de função renal em indivíduos saudáveis ou doentes.
O teste realizado com maior freqüência no laboratório clínico é dosagem de creatinina
sérica, que fornece informações sobre o RFG. Deve-se utilizar também o clearance estimado
de creatinina para o estabelecimento do nível real da função renal. Esse teste tem a seu favor o
fato de ser realizado em todo e qualquer laboratório clínico, com precisão e custo adequados.
Alguns laboratórios mais recentemente têm utilizado também métodos enzimáticos, mais
específicos, baseados na hidrólise da creatinina por creatininases.

Segundo Andoroglo (2011) a ausência de sintomas em pacientes nos estágios iniciais


da IRC exige que os medicos mantenham sempre um nivel adequado de suspeita,
especialmente naqueles com fatores de risco de saúde ou sociodemográfico para IRC. Os
recursos diagnosticos utilizados para identificar o paciente com IRC são a TFG, o exame
sumario de urina (EAS) e um exame de imagem, preferencialmente a ultrassonografia dos rins
e vias urinárias.

O autor acima refere que drogas que inibem o sistema renina-angiotensina ou que
bloqueiam o receptor das angiotensina II tem sido utilizadas para reduzir o hiperfluxo, a
hipertensão intraglomerular, a proteinúria e a pressão arterial sistêmica e, consequentemente,
desacelerar a progressiva queda na TFG. Sua prescrição está indicada na fase inicial da IR,
particularmente nos diabeticos. Entretanto, nas fases mais avançadas da IRC, Quando a TFG é
menor que 12 a 15ml/min essas drogas podem ser suspensas com objectivo de melhorar a
função renal através do restabelecimento do hiperfluxo e da hipertensão intraglomerular. Essa
estratégia é particularmente útil quando se pretende retardar o inicio da diálise ou quando o
paciente opta pelo tratamento conservador com renúncia á diálise.

Segundo Nascimento et al (2013) o exame de urina pode, ainda, mostrar proteínas ou


outras alterações. Essas alterações podem aparecer de seis meses a dez anos ou mais, antes do
aparecimento dos sintomas. A Insuficiência renal crônica altera os resultados de vários
exames. Cada paciente necessita verificar os níveis de alguns sais e minerais presents no
sangue regularmente, com a frequência de dois a três meses aproximadamente, com a
realização de um hemograma completo e de um exame para checagem de colesterol.

3.10. Complicações
Segundo Bastos (2012) a insuficiência renal pode levar a complicações de saúde
graves , como:
 Anemia
 Alterações da glicemia
 Insuficiência cardíaca congestiva
 Níveis altos de fósforos
 Níveis altos de potássio
 Hemorragias gástricas ou intestina , doença arterial crônica
 Dor nos ossos, nas articulações e nos músculos
 Acúmulo de líquido ao redor dos pulmões (derrames pleurais)
 Convulsões
 Hipertireoidismo
 Lesões ou insuficiência hepática
 Abortos espontâneos e infertilidade
 Desnutrição

3.11. Tratamento
Segundo o Monteiro (2014) controlar a pressão arterial é a chave para atrasar a maior
parte dos danos causados pela insuficiência renal crônica. Objectivo dessa fase de tratamento
é manter a pressão arterial abaixo de 130/80mmHg. Outras formas de tratamentos que podem
incluir:

 Medicamentos especiais usados para ajudar a impedirem que os níveis de fósforo no


sangue fiquem muito altos.
 Tratamento para anemia, com adição de ferro a dieta, uso de suplementos orais de
ferro, injeções intravenosas para suprir a necessidade dessa substância na corrente
sanguínea a transfusões de sangue.
 Suplementos de cálcio e de vitamina D
 Hemodiálise
Segundo Romão et al (2012) alterações na rotina e nos hábitos diários e alimentares
também devem ocorrer. Aliados ao tratamento médico essas adaptações a atual condição são
essenciais para garantir a qualidade de vida do paciente.

3.11.1. Medicamentos param Insuficiência renal crônica


Os medicamentos mais usados para o tratamento de insuficiência renal são:
a) Aradois
b) Bicarbonato de sódio
c) Captopril
d) Cloridrato de dopamina
e) Hidroclorotiazida
f) Noripurum EV

3.11.2. Hemodiálise
Segundo Lata et al (2011) a Hemodiálise é um procedimento de filtragem do sangue
para retirar toxinas e excesso de que realiza exatamente a função do rim em nosso corpo,
retirando as substância tóxicas, água e sais minerais pelo auxílio de uma máquina.

O autor acima refere que a hemodiálise é um tratamento que depende de diferentes


factores, como os resultados dos exames de laboratório, a gravidade dos sintomas e a
disposição do paciente para as sessões. O paciente deve começar a preparar para a diálise
antes que ela seja efetivamente necessária. A apresentação envolve aprender sobre a diálise e
os tipos existentes, além dos procedimentos que devem ser realizados antes das sessões.

Segundo Romão et al (2012) a hemodialise é realizada a partir de acesso vascular


(fistula arteriovenosa ou cateter ligado a um vaso venoso) que permite um fluxo sanguíneo
elevado, o sangue é transportado até um filtro capilar por meio de circuito de circulação
extracorpóreo onde é purificado, retornando do acesso vascular para o corpo.

O autor acima refere que o procedimento é realizado usualmente três vezes por semana
por um período de três a quatro horas, a sua prescrição é feita por nefrologista e administrado
por enfermeiros ou técnico em clinica de pacientes ambulatórias de centros de diálise ou
unidade hospitalares. O transplante de rim surge como uma das últimas opções para o
paciente de insuficiência renal crónica.

3.12. Prevenção
Segundo Perusso (2013) para prevenir a complicação de doenças renais crônicas um
dos métodos eficais é realizer educação em saúde, pois se está Levando benefícios para o
individuo, familias ou comunidades. Cuidar da saúde favorece a qualidade de vida é dever de
todo professional que presta assistência a saúde. Torna-se imprevisível que a educação em
saúde passe a ser incorporada ao próprio funcionamento do sistema único de saúde. Reforça-
se que é importante o indivíduo ter o conhecimento da sua patologia e o impacto que está
doença pode trazer em sua vida, comprometendo seu estilo de viver, de se alimentar,
preservando assim, o bem-estar e a qualidade de vida.

3.12.1. Estratégia de Prevenção para a IRC nos pacientes sob o risco de desenvolver a
doença

Segundo Sociedade brasileira de nefrologia (2012) prevenção é tratar e controlar os


factores de risco modificáveis: diabetes, hipertensão, dispidemia, obesidade, doença
cardiovascular e tabagismo, cujo controle e tratamento devem estar de acordo com as
normatizaçoes e orientações do Ministério da Saúde. Em relação ao uso de qualquer tipo de
medicação deve ser realizada apenas com orientação médica e deve-se ter cuidado específico
com agentes com efeito reconhecidamente nefrotóxico.

3.12.2. Estratégia de prevenção da progressão do IRC.


Segundo Ministério da saúde de Brasil (2014) progressão do IRC é entendida como a
perda progressiva da função renal, avaliada por meio da TFG. A linha de cuidado para IRC
visa a manutenção da função renal, e Quando a progressão é inexoravel, a lentificação na
velocidade da perda da função renal. A redução progressiva da TFG, como referido acima
está associada ao declínio paralelo das demais funções renais, por tanto com a progressão do
IRC é esperado o desenvolvimento de anemia, acidose metabólica e alterações do
metabolismo mineral e ósseo. Além disso a uma relação inversamente proporcional entre a
TFG e o risco de morbidades cardio vascular. Por fim, outro desfecho que pode ocorrer em
pacientes com IRC é a IRCT Quando a necessidade de uma das TRS.
4- METODOLOGIA
4.1- Tipo de Estudo
Será realizado um estudo observacional, descritivo e transversal com uma abordagem
qual-quantitativa.
4.2- Local de Estudo
Será realizado no Centro de Hemodiálise do Hospital Geral de Luanda situado no
distrito urbano do Talatona
4.3- População de Estudo
O universo será constituído por 30 pacientes que frequentam o centro de Hemodialice
do Hospital Geral de Luanda.
4.4- Amostra
Tratar-se-á de uma amostra não-probabilística de 15 paciente retirada de forma
aliatoria simples.
4.5- Critérios de inclusão
Serão incluídos os pacientes com a idade compreendida dos 16 aos 40 anos. e que
apresentarem dispuniblidade de participar no nosso estudo assinando o termo de
consentimento livre e esclarecido.
4.6- Critérios de exclusão
Serão excluido os pacientes abaixo dos 16 anos de idade e acima dos 40 , que não
apresentarem condições de participar no nosso estudo.
4.7- Procedimentos éticos
Para salvaguardar os princípios éticos, a direcção do Instituto Médio Técnico de Saúde
Kalawenda, após a aprovação do Projecto de pesquisa, enviou um protocolo à Direcção do
Hospital. Após a autorização da pesquisa por entidades competentes procederemos com a
recolha de dados. Aos sujeitos de pesquisa, lhes será apresentado um termo de consentimento
livre e esclarecido onde constam todas as informações e os objectivos da pesquisa de forma
que o mesmo aceita ou não participar.
4.8- Métodos de recolha de dados
Os dados serão recolhidos por meio de um questionário, elaborado com perguntas abertas
e fechadas.
4.9- Análise e processamento de dados
Os dados serão analisados e processados pelo programa estatístico Microsoft Excel
digitalizados em Microsoft Word e apresentados no Microsoft PowerPoint 2010 em forma de
tabelas.
4.10- Variáveis
Serão avaliadas variáveis sociodemográficas: Faixa-etária, Gênero; provenecia e as
variáveis de estudo: Descrever amostra segundo os exames laboratorias da insuficiência
renal; Identificar os principais sinais e sintomas da insuficiência renal
5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ANDOROGLO, M.; SARDENBERG, C.; SUASSUNA, P. Insuficiência renal crônica:
etiologia, diagnóstico e tratamento. In: Schor N, Srougi M. Nefrologia urologia clínica. 2.
Ed. São Paulo: Sarvier; 2011.

MALTA DC, Machado IE, Pereira CA, Figueiredo AW, Aguiar LK, Almeida WS, et al.
Avaliação da função renal na população adulta brasileira, segundo critérios laboratoriais
da Pesquisa Nacional de Saúde. Rev Bras Epidemiol. 2019;

BASTOS, M. G. et al. Doença renal crônica: problemas e soluções. Jornal brasileiro de


nefrologia, São Paulo, v. 26, n. 04, p. 202-215, set. 2004. Disponível em:
<www.sncsalvador.com.br/>. Acesso em: 20 fev. 2012.

BASTOS, M. G.; KIRSTAJN, G. M. Doença renal crônica: importância do diagnóstico


precoce, encaminhamento imediato e abordagem interdisciplinar estruturada para
melhora do desfecho em pacientes ainda não submetidos à diálise. Jornal Brasileiro de
nefrologia, São Paulo, v. 33, n. 01, p. 93-108, jan. 2004. Disponível em:
<www.scielo.br/scielo.php?>. Acesso em 22 jul 2012

MINISTEIRO DA SAÚDE (BR). Portaria Nº 389, de 13 de março de 2014. Define os


critérios para a organização da linha de cuidado da Pessoa com Doença Renal Crônica
(DRC) e institui incentivo financeiro de custeio destinado ao cuidado ambulatorial pré-
dialítico. Brasília, DF; 2014

Perusso IAO. Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Renal: uma experiência
no Hospital Universitário do Recife [dissertação]. Recife, PE: Universidade Federal de
Pernambuco; 2013

LATA, A. G. B. et al. Diagnósticos de enfermagem em adultos em tratamento de


Hemodiálise. Acta Paulista de Enfermagem, São paulo, v.21, n. Especial, p.160-163, ago.
2008.

Ministério da Saúde (BR), Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção


Especializada e Temática. Diretrizes clínicas param o cuidado ao paciente com Doença Renal
Crônica - DRC no Sistema Único de Saúde. Brasília, DF; 2014

NASCIMENTO, J. S.; SACRAMENTO, J. J. L.; ANTUNES, M. L. C. Função visual em


diabetes, hipertensão e comorbidades: um estudo da função visual de pessoas atendidas na
Unidade Básica de Saúde da UNIFAP. Trabalho de Conclusão de Curso (graduação) –
Fundação Universidade Federal do Amapá, Coordenação do Curso de Bacharelado e
Licenciatura Plena em Enfermagem. Macapá, 2013. 71 p.

ROMÃO JÚNIOR, J. E. Doença renal crônica: definição, epidemiologia e classificação.


Jornal Brasileiro de Nefrologia, São paulo, v. 26, n. 03, p. 1-3, ago. 2004. Disponível em: <
www.nefrologiaonline.com.br/Diretrizes/irc.htm>. Acesso em: 20 fev. 2012.

SMELTZER, S. C. et al. Brunner & Suddarth, tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 11.


ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEFROLOGIA. Dados estatísticos de pacientes com


insuficiência renal crônica. São Paulo: SBN, 2003. Disponível em:<http://www.sbn.org.br>.
Acesso em: 20 fev. 2012.

GONÇALVES, Isabel Mendes. A Insuficiência Renal Crônica (IRC), Unifap, 2010


APÊNDICE A

ORÇAMENTO

Nº Designação Quantidade Valor unitário Total

1 Técnico de informático 35 página 100 3500

2 Revisão de português 35 página 50 1750

SUB TOTAL 5250

Recursos Materias

1 Resma de papel A4 01 unidade 1500

2 Esferográfica 02 unidade 200

3 Borracha 01 unidade 10

4 Pen drave 01 unidade 4000

5 Bloco de anotação 01 unidade 150

SUB TOTAL 5860

1 Recurso finaceiros 25.000 25.000

2 Encadernação 3 Exemplares 3000 9000

3 Alimentação 10000

4 Transporte 5000

SUBTOTAL 2400

Total 35110
APÊNDICE B

CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES
MESE
ACTIVIDADES FEV MAR ABRIL MAI JUN

Escolha do tema

Pesquisa
biblografica
Conplicação dos
dados da pesquisa
biblografica
Recolha de dados no
campo
Tabutação de dados

Montagem do tcc
em word
Revisão (correção)
do Tcc
Emcardenação do
tcc

Montagem do tcc
em power point

Entrega do tcc em
word

Ensaio de
apresentação

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