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03 Livro Temário Dos Circulos

O documento apresenta orientações para coordenadores de círculos, enfatizando a importância da comunicação igualitária e da participação ativa de todos os membros. Também discute as vantagens e causas de fracasso em trabalhos em grupo, além de sugerir atributos desejáveis para um coordenador e regras para facilitar a dinâmica do grupo. Por fim, aborda a estrutura das reuniões, incluindo momentos de oração, reflexão e questionamentos sobre a experiência do Encontro com Cristo.

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luiz
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03 Livro Temário Dos Circulos

O documento apresenta orientações para coordenadores de círculos, enfatizando a importância da comunicação igualitária e da participação ativa de todos os membros. Também discute as vantagens e causas de fracasso em trabalhos em grupo, além de sugerir atributos desejáveis para um coordenador e regras para facilitar a dinâmica do grupo. Por fim, aborda a estrutura das reuniões, incluindo momentos de oração, reflexão e questionamentos sobre a experiência do Encontro com Cristo.

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Encontro com Cristo

Temário dos Círculos


Temário dos Círculos

2
Temário dos Círculos

ORIENTAÇÃO PARA COORDENADORES DE CIRCULO

Regrinhas para facilitar a comunicação de grupo:

1. Faça reuniões em círculo, pois no círculo são todos iguais


Diga "nós:' evite ":eu", ou (Teles" ou "você" Não deixe
formar panelinhas, grupinhos paralelos Procure sempre falar
e se dirigir para todos, em especial aos mais tímidos Não
fale baixinho, fale alto para que todos ouçam Seja o elo de
uma corrente, não uma linha isolada Explique o porque das
afirmações Manifeste sua discordâncias com argumentos e
não simplesmente dizendo ::'não concordo".
2. Quando estiver de acordo procure expressar sua
concordância até por um pequeno gesto
3. Não vá na "conversa", levante dúvidas, esclareça
4. No começo de urna discussão procure ser mais
espontâneo, para depois ser mais lógico
5. Faça perguntas que desenvolvam o raciocínio: Por quê?
Quando? Como? Para que?
6. Poderá acorrer que no grupo alguém não esteja entendendo
nada do assunto, deixe-o apresentar suas dúvidas, ele pode
ser o "criativo" do grupo
7. Evite frase duvidosas como "eu acho", "eu penso", "eu
creio".
8. Se não souber algo diga "não sei"; não enrole, seja
autêntico.
9. Discussão não é guerra de vida ou de morte com vitórias ou
derrotas; não busque vencer, "coopere"; não faça guerras,
faça amor
10. Se alguém, às vezes, não entender o que você diz, não diga
"é óbvio", ou você não entendeu
11. Não seja paternalista
12. Busque equilíbrio; delibere, participe, assuma o risco
13. Procure a unidade do pensamento
14. Não utilize palavras ou frases decoradas, slogans, chavões
15. Nas discussões, não levar em conta as profissões ou os
cargos, ou ainda, os níveis culturais ou sociais; estamos

3
Temário dos Círculos

trabalhando com PESSOAS, imagem e semelhança de


Deus
16. Não se envergonhe de ser entusiasta
17. Seja lógico, não seja cabeça dura
18. Aceite, pelo menos provisoriamente, os pontos de vista dos
outros, só assim poderá haver diálogo
19. Não seja o "dono da verdade"
20. Quando a discussão estiver amarrada, como um nó duro de
desatar, vá devagar, vá por partes, analisando parte por
parte, depois busque o conjunto
21. Se você é do tipo calado, procure falar mais; se for do tipo
conversador, procure falar menos
22. Planeje, olhe para frente, para o futuro; planejar é tornar o
futuro presente.

Vantagens dos trabalhos em grupos:

1. Reúnem os conhecimentos e experiências de várias pessoas;


cada membro é enriquecido pelos demais
2. Fazem com que as pessoas pensem sobre os problemas,
buscando soluções
3. Provocam mudança de opiniões
4. Fazem as pessoas aceitarem melhor as decisões tornadas
5. Ajudam caca um a analisar melhor sua tarefa em relação aos
demais

Causas de fracassos de trabalhos em grupos

1. Direção autocrática ou falta de experiência do coordenador


ou orientador
2. Agenda oculta (constituída por interesses que não podem
aflorar, porém existem e perturbam o orientador e os
objetivos do trabalho)
3. Uso de processo inadequado ou assuntos por demais
controvertidos
4. Falta de homogeneidade
5. Transformações das reuniões dos círculos domiciliares do EC
em reuniões sociais, de festinhas, jantares, oba, oba etc. As
reuniões do EC são reuniões de estudo, reflexão crescimento
4
Temário dos Círculos

espiritual. As “festinhas” e confraternizações deverão ser


realizadas nas atividades sociais da paróquia; !á sim será
importante a participação de todos os integrantes do grupo
para confraternizarem entre si, e com toda a comunidade
paroquial.

Atributos do coordenador:

1. Gostar de trabalhar com pessoas


2. Saber falar claramente a fim de facilitar sua comunicação
com os participantes
3. Pensar rapidamente e com clareza
4. Ter bastante autocontrole
5. Possuir tato paciência e cortesia
6. Possuir elevado senso de humor

Regras a serem observadas para coordenar qualquer


trabalho de grupo

1. Não queria ser o mais sabido


2. Não pressione o grupo para adotar o seu ponto de vista
3. Não use linguagem complicada
4. Não seja indiscreto
5. Não aponte qualquer deficiência em suas ajudas
6. Não tenha maneirismo
7. Não seja ditador.

Deixe o grupo discutir livremente, quando estiver dentro do


objetivo, restringindo um pouco a liberdade quando este
começar a fugir do objetivo proposto. Coloque sempre os
participantes em forma de círculo ou de mesa redonda, para
poder controlar que todos participem ativamente.

Ferramentas: perguntas:

1. Pergunta Geral: é a pergunta dirigida a todo grupo (no início,


em ocasiões necessárias)

5
Temário dos Círculos

2. Pergunta Direta: é endereçada a um dos participantes,


dizendo quem antes ou depois, (para inserir um desatento, ou
para interromper um que fala demais)
3. Pergunta Reserva: consiste em fazer reverter ao perguntador
uma pergunta direta que tenha feito (quando não se quer dar
a própria opinião)
4. Perguntas Relê: consiste em fazer reverter a um dos
participantes a pergunta que tenha sido feita por outro.

Algumas regras:

Evite o emprego de perguntas viciadas, (feita de tal modo que


induzem a uma resposta determinada)

1. Evitar o uso de perguntas, cuja resposta sejam do tipo "sim" e


"não"
2. Ao fazer uma pergunta de caráter geral deixe falar todos os
que tiverem algo para dizer; o importante é que fale um de
cada vez
3. As respostas devem ser dada a todo o grupo, não só a um
dos participantes.

COMPORTAMENTO/RECOMENDAÇÕES

Fala demais: Interrompa-o com diplomacia, fazendo perguntas


diretas a outros participantes.
Divagador: Quando fizer uma pausa, agradeça sua
colaboração, repita alguma coisa que disse em outras palavras e
passe adiante.
Discutidor: Se o participante tencionar criar dificuldades, na
primeira oportunidade coloque-o bem perto de você e, quando
falar algo de valor, dê o seu apoio. Fale com ele particularmente
e peça sua colaboração.
Obstinado: Em geral é alguém que não percebe do que se
trata. Obtenha a ajuda dos outros para fazê-lo compreender o
assunto. Se não houver alguém que possa auxiliá-lo, peca-lhe
delicadamente para procurá-lo após a reunião e continue os
debates.

6
Temário dos Círculos

Assuntos diversos dos debatidos: Chame a atenção do


participante para o assunto em pauta. Diga: "E interessante,
mas não gostaria de deixar este ponto para mais tarde?".
Problema pessoal: Trate o problema se o momento for
oportuno. Peça a opinião do grupo, conforme as circunstâncias.
Diga que o assunto é importante, mas prossiga os debates,
prometendo voltar a ele mais tarde.
Conversa à parte: Pare um pouco, permitindo que todos ouçam
a conversa.
Má dicção ou deficiência na utilização da palavra: O
participante pode ter boas ideias, procure interpretar o que ele
pretende dizer. Evite que ele caia no ridículo.
Completamente errado: Se alguém é contrário ao pensamento
do grupo, diga "bom, isso é uma forma de ver a situação", e
passe adiante.
Debates pessoais: Quando houver discussão pessoal,
interrompa-a com uma pergunta direta sobre o assunto.
Provoque a entrada de outras pessoas no debate. Peça que
deixem as questões pessoais à parte.
Solicite a opinião do coordenador: Devolva a pergunta ao
grupo. Se não houver respostas, atenda ao participante, se for
possível.
Não fala, contenta-se apenas em ouvir: Geralmente é uma
pessoa interessada, faça-a participar, dirigindo-lhe perguntas
provocativas.
Tímido hesitante: Faça-lhe perguntas de maneira que não
tenha dificuldade em responder. Leve o grupo a considerá-lo um
elemento importante.
Egoísta, recusa-se a colaborar: Ë o tipo da pessoa que
adquiriu certos conhecimentos através da experiência de muitos
anos e acha que não deve relatá-las "gratuitamente". E pensa:
"quem quiser que aprenda por si mesmo". Convença-o do
benefício que pode prestar ao grupo. Tente que diga algo
proveitoso. Agradeça sua colaboração,
Chateado: Provoque sua participação, pedindo que fale sobre
suas experiências a respeito do assunto em debate.

7
Temário dos Círculos

CONTROLE DE SITUA COES ESPECÍFICAS:

REUNIÃO INCONTROLÁVEL

Faça uma pausa. O silêncio pode induzir o grupo a se acalmar.


Faça uma pergunta ao participante mais velho ou experiente,
cuja posição seja de peso, o que pode fazer retomar a reunião à
normalidade.
Proponha uma nova fase do assunto para discutir.
Com habilidade, chame o grupo à ordem.
Apele para o intervalo em último caso.

AFASTAMENTO DO OBJETIVO
Gradualmente, faça a conversação voltar ao assunto proposto.
Diga que o assunto é interessante, mas não é exatamente sobre
aquilo que se deve discutir.
Faça um resumo do que foi visto. Planeje cuidadosamente a
reunião e mantenha os objetivos sempre em foco.

O GRUPO QUE NÃO FALA


Afaste-se do tópico em debate apresentando algum assunto de
maior interesse, ligado ao tema principal. Inicie urna discussão
ou estimule uma troca de ponto de vista através de uma
pergunta a um participante que saiba como respondê-la. Faça
perguntas de respostas "SIM'' ou ÍINÃO:" e complemente com
perguntas iniciadas por "POR QUE".
Mostre-se atento e demonstre interesse pelas respostas do
grupo.
Relate um caso interessante que possa ilustrar o assunto em
pauta.

O GRUPO NÃO ACEITA AS CONCLUSÕES DO


COORDENADOR
Talvez o coordenador tenha que concordar com o grupo.
Se algum participante concordar com suas ideias, dê-lhe total
atenção e encoraja-o a expressar seus pontos-de-vista.

UM ELEMENTO PERTUBA O TRABALHO DO


COORDENADOR E DO GRUPO
8
Temário dos Círculos

Procure descobrir a razão da sua hostilidade.


Faça um reajuste nas ideias que apresenta, tornando-as mais
aceitáveis.

O GRUPO É FORMADO POR PESSOAS DE NÍVEIS SOCIAIS


DIFERENTES
Trate-os igualmente, não favorecendo os participantes de níveis
elevados.
Evite situações embaraçosas para o pessoal de nível mais
baixo.

1ª REUNIÃO

1. Oração inicial: espontânea, com intenções dos participantes.


2. Objetivo: refletir sobre o Encontro com Cristo e sua missão.
3. 1ª parte espiritualizados: Mt 28,18-20 / Mt 22,34-40
1) Que representam para mira estes bois trechos do
evangelho?
2) Qual o sentido em relação ao EC?

4. Situação concreta: todas as pessoas aqui presentes


participaram do EC, encontro com Cristo. Foi um fim de
semana que procurou proporcionar aos presentes um
encontro na comunidade, com outras pessoas numa situação
parecida com a nossa, que de uma certa maneira sentem
uma especial solidão. A escritura diz que não é bom que o
Homem fique sozinho, e por muitos, para não dizer todos, é
uma solidão não procurada, que invadiu nossa vida. Nestes
dias procuramos ver e enfrentar um pouco os problemas da
vida. com os filhos, com as famílias, na nossa comunidade
paroquial, mas especialmente encontrar-nos com quem
nunca nos deixará, Cristo. A escritura diz "maldito o homem
que acredita no homem", no sentido claro, que nunca o
homem pode ser o fim último, o apoio definitivo. Agora com
muita tranquilidade vamos meditar sobre nossa experiência
vivida naquele fim de semana.

5. Questionamento:

9
Temário dos Círculos

1) O que representou para mim e para minha vida o


Encontro?
2) Foi para mim motivo de crescimento espiritual?
3) Quais os momentos do Encontro que foram mais
marcantes para mim?
4) O EC foi válido? Recomendaria para outro?
5) Daqui para frente, o que fazer? Qual a nossa missão?

6. Qual a fundamentação do EC? O EC. a imitação do ECC,


não quer ser um movimento, mas um serviço da paróquia a
todas aquelas famílias incompletas, que especialmente no dia
de hoje estão presente em nossa sociedade: viúvos/as,
deixados/as, solteiros/as com ou sem filhos, para que se
possam inserir com firmeza na vivência cristã; formar
personalidades integrais, ajudar na educação dos filhos,
mas mais ainda na inserção na Igreja, para que sejam
cristãos atuantes. O espírito do EC é de DOAÇÃO,
POBREZA, SIMPLICIDADE, ALEGRIA, ORAÇÃO. Como
Dom do Espírito Santo, além destas fundamentações juntam-
se 3 grandes valores cristãos, Fraternidade, Gratuidade e
Missionariedade.

7. Propósito: Diante de tudo isso, como poderíamos por em


prática o que vimos?
1) Propósito em nível pessoal (particular).
2) Propósito como grupo

Comunicações: avisos, próxima reunião local, data, horário.

8. Oração final.

2ª REUNIÃO

1. Oração inicial: espontânea, com intenções dos participantes


2. Objetivo: refletir sobre a importância das reuniões de grupo
3. Espiritualização: Atos dos Apóstolos 2,42-47 / Mateus
18,19-20
1) O que representam para mim estas duas passagens
bíblicas?
10
Temário dos Círculos

2) Que mensagem concreta podemos tirar para nossas


vidas?
4. Situação Concreta: Dona Antônia ficou viúva ainda nova,
com dois filhinhos fantásticos. Sofreu muita pela situação,
mas ela amava muito o seu João e resolveu dedicar-se
inteiramente aos dois meninos. Começou a trabalhar com
muito vigor, e se dedicar à sua família incompleta Era mãe e
pai dos dois. Com muito carinho e atenção os Levava a
escola, ia a buscá-los na saída, juntos iam à missa, em fim
era tudo bom. Porém ficava algo difícil, um dia se deu conta
quanto sofria a solidão, Sempre numa vida doida, mas nunca
com a possibilidade de desabafar com alguém, de trocar
ideias, procurou um grupo de amigas, mas todas falavam do
marido! Até que enfim conversando com padre Atílio, soube
que poderia participar de um grupo de gente que como ela
sofre a solidão, especialmente não sabendo sempre corno
agir com os filhos.
5. Questionamento: Será que uma atitude desta poderia ajudá-
la? E como deveria ser o relacionamento com as outras
companheiras? Será que existem pessoas com estas
problemáticas?
6. Resposta do EC: a partir do EC se formam grupos de
pessoas que vivem uma solidão concreta, e se reúnem para
se conhecerem, para conviverem fraternalmente, para
rezarem juntos, para crescerem no dialogo, na comunhão dos
ideais, cultivando a solidariedade e buscando pistas para
solucionar os seus problemas e os problemas das famílias de
sua comunidade paroquial. Todos necessitam de conviver
com amigos, familiares, colegas e companheiros. No mundo
atual a correria doida que estamos fazendo nos tira o tempo
de encontrar-nos com outros como seres humanos, estamos
deixando de ser pessoas; temos a dificuldade de encontrar-
nos com alguém para um verdadeiro diálogo- só temos
relacionamentos superficiais de funções. Para superar estes
desvios é que devemos procurar algo que nos ajude chegai' a
um verdadeiro relacionamento humano, conhecer e deixar-se
conhecer; criar laços de amizade gratuita. "Ao traçar o Plano
de Salvação, Deus não quis que o homem vivesse
isoladamente, mas formasse uma união social, uma
11
Temário dos Círculos

comunidade, um Povo de Deus. Assim, também, para


santificar e salvar esses mesmo homens. Deus não quis fazê-
los individualmente, excluindo qualquer conexão mútua, mas
sim constituí-lo em uni povo que O reconhecesse na verdade
e O servisse santamente. Desde o início da história da
Salvação, Deus escolheu os homens, não como indivíduo,
mas corno membros de uma comunidade" (Gau. et Spes n°
275 a 297).
7. Propósito: Diante de tudo isso, como poderíamos por em
prática o que vimos?
1) Propósito em nível pessoal (particular).
2) Propósito como grupo

Comunicações: avisos, próxima reunião local, data, horário.

8. Oração final.

3ª REUNIÃO

1. Oração inicial: espontânea, com intenções dos participantes.


2. Objetivo: refletir sobre a pessoa humana e 'quem sou eu'.
3. Espiritualização: Gen 1,26-28 /Lc 2,6-7 /Jo 13,34-35
1) O que representam para mim estas duas passagens
bíblicas?
2) Que mensagem concreta podemos tirar para nossas
vidas?

4. Situação concreta: Num gripo, para que haja uma boa


integração, é necessário que as pessoas se conheçam bem,
se revelem, se comuniquem, saibam dialogar, trocar
experiências, e se reconheçam pessoas humanas criadas a
imagem de Deus. Para atingirem isso precisa uma certa auto
- estima, mais um reconhecimento da riqueza que cada um
tem. Por isso pedimos que cada um respondesse os
questionamentos abaixo:

5. Questionamento:
1) Quem sou eu? O que faço? Come é minha vida? Qual o
meu objetivo de vida?
12
Temário dos Círculos

2) Em relação à vida espiritual? Como sou? O que penso?


Em que acredito? Colocar algo pessoal, hábitos,
experiências etc.

6. Resposta da Igreja "O homem é um mistério, criado à


imagem e semelhança de Deus, criado por amor e para o
amor; é superior às coisas materiais e é a única criatura na
terra que Deus quis para si mesmo. O homem deve ser
considerado como um todo. um e completo, com corpo e
alma, coração e consciência, inteligência e vontade. Todos os
homens são essencialmente iguais, perante Deus e perante
os outros homens. Existe nele uma semente divina, uma
semente de eternidade. Vale mais pelo que é do que pelo
que tem. Tem a missão divina, de ser coparticipaste na obra
criadora de Deus e de construir o Reino de Deus. nesta
terra". O homem como ser livre, consciente, responsável,
social se realiza servindo Todo o processo de
desenvolvimento deveria ser animado por um verdadeiro
espírito de solidariedade, na procura da sobrevivência de
todos os valores humano (lembrá-los). Daí a necessidade de
amor, de superação da ética individualista no esforço de
gerar a comunidade dos filhos de Deus.

7. Propósito: Diante de tudo isso, como poderíamos por em


prática o que vimos?
1) Propósito em nível pessoal (particular).
2) Propósito como grupo

Comunicações: avisos, próxima reunião local, data, horário.

8. Oração final.

4ª REUNIÃO

1. Oração inicial: espontânea, com intenções dos participantes.


2. Objetivo: refletir sobre a dignidade do homem e da mulher.
3. Espiritualização: Gen 2,18-25 / Mt 19,4-6 . "
1) O que representam para mim estas duas passagens
bíblicas?
13
Temário dos Círculos

2) Que mensagem concreta podemos tirar para nossas


vidas?

4. Situação concreta: Pedro e Paula eram um casal


insatisfeito. Ele foi educado pelos pais num machismo total, e,
portanto pensava que só ele tivesse direito de opinar,
mandar, e todos tinham que se submeter a ele. A mulher era
como que um objeto sexual e ele fazia o que bem queria, e
mais ainda achava ter o direito de ser infiel. Ela desejava
continuar a estudar, mas ele não permitiu, lugar da mulher é
na cozinha. Quando se deixaram, ela não tinha quase a
possibilidade de trabalhar, teve que se fazer de servente num
colégio, com uma grande dificuldade para educar os seus
filhos. A vida bonita que tinha sonhado casando com um rico,
se reverteu contra ela. agora era na miséria, porque ele
conseguiu até se libertar da obrigação de dar a ela qualquer
ajuda

5. Questionamento: O caso é triste, o que fazer? Será que o


dinheiro leva à felicidade?

6. Refletindo: O homem e a mulher, criados à imagem e


semelhança de Deus, têm a mesma dignidade como pessoas
humanas, como filhos de Deus. Portanto todo tipo de
dominação é errado. Dizendo todo, dizemos não somente
aquele baseado na força, mas também na prepotência verbal,
na superioridade psicológica, no poder do dinheiro, do status.
O homem não deve escravizar e se deixar escravizar. Mais
ainda um é incompleto sem o outro. A relação social é algo
importante, mas no casal o mais Importante é o diálogo entre
os dois que expressa um amor sempre mais abrangente.
Quando tivesse que existir a dominação da parte de um dos
dois (atualmente com o feminismo temos um machismo ao
contrário), se teria a anulação do casal. Os dois deveriam ser
dois uma só carne, e, portanto criando uma união íntima no
dialogo, no amor e esta união se torna fecunda, e educa os
filhos. Portanto esta situação ë errada por falta de diálogo,
devido à dominação. O casamento é o encontro total de duas
pessoas, que através o amor recíproco, buscam o bem, a
14
Temário dos Círculos

felicidade, a promoção do outro. Quando falta isto é normal


que a união fracasse. E como efeito entra a solidão, o
desânimo. Para superar esta situação a gente tem uma
perspectiva importante, amar de verdade a Deus e servir os
nossos semelhantes, aqueles meninos sem pais, órfãos de
pai vivo, o encontro com uma comunidade, um grupo que
ajude por meio do diálogo a superar tanta melancolia.

7. Propósito: Diante de tudo isso, como poderíamos por em


prática o que vimos?
1) Propósito em nível pessoa! (particular).
2) Propósito como grupo

Comunicações: avisos, próxima reunião local. data. horário.

8. Oração final.
5ª REUNIÃO

1. Oração inicial: espontânea- com intenções dos participantes.


2. Objetivo: refletir sobre a castidade do casal.
3. Espiritualização: Rom 1,24-32
1) O que representam para mim estas duas passagens
bíblicas?
2) Que mensagem concreta podemos tirar para nossas
vidas?

4. Situação concreta: António e Maria, ao contrário, eram um


casal moderno. Os dois trabalhavam, os dois achavam que a
maneira melhor para viver fosse se abandonar ao prazer,
namoros, festas e os filhos em casa com uma babá. Nunca
tinham tempo para os filhos nem para conversar. A maior
ocupação deles era procurar prazeres, em boates, clubes etc.
Outro dia quando chegaram houve uma briga terrível entre os
filhos, e que se culpavam, reciprocamente. Procuraram
consolá-los, mas não conseguiram. António culpou Maria de
não cuidar dos filhos. Maria retrucou que os filhos eram dos
dois! e por fim se deixaram. Poucos dias depois António
juntou-se com uma mocinha que tinha conhecido numa
boate, viveram juntos uns dias, mas nunca mais deu certo.
15
Temário dos Círculos

Maria procurou um 'gato', mas o companheiro dela não quis


saber dos filhos, e ela ficou na sabendo o que fazer.

5. Questionamento: Você conhece casos semelhantes? Será


que vida conjugal é vida de prazer, orgia?

6. Refletindo: Se o prazer, a satisfação fazem parte da vida


conjugal, não são porém que um complemento. A vida
conjugal é essencialmente uma vida de amor dos dois. Diz a
escritura que os dois deixam pai e mãe. portanto a intimidade
deles deve ser maior do que aquela do pai e da mãe. Mais
ainda, quanto mais se conhecem, quanto mais se amam.
Portanto a sinceridade, o amor recíproco, deveria uni-los
sempre mais. Quando falta isso. e se pensa que um sirva só
para o prazer do outro, se tornam objetos de prazer, não mais
pessoas que amam. e a desunião, a briga se tornam a única
solução. Quando alguém entra neste caminho, sem querê-lo
anda rumo à separação, por motivos os mais diferentes. Em
fundo sem interesse recíproco, sem diálogo, as coisas não
andam. Quando ficam sozinhos, entra a solidão, o
desinteresse por tudo, mas é a hora de procurar uma
comunidade que ajude, um caminho com o Senhor. Não
esquecer de rezar pelo ex-companheiro. são dois uma só
carne, são como Cristo e sua Igreja. È por isso que no EC
procuramos Ter um espírito de verdadeira fraternidade que
nos ajude. Outro dia, porém dona Joana fez a proposta a
todas do círculo de reunirem-se para prepara enxovais para
crianças pobres. Assim fizeram, e quanto foi a alegria do
grupo quando experimentou a generosidade, a gratuidade na
ajuda aos mais necessitados.

7. Propósito: Diante de tudo isso, como poderíamos por em


prática o que vimos?
1) Propósito em nível pessoal (particular).
2) Propósito como grupo

Comunicações: avisos, próxima reunião local, data, horário.

8. Oração Finai.
16
Temário dos Círculos

6ª REUNIÃO

1. Oração inicial: espontânea, com intenções dos participantes.


2. Objetivo: refletir sobre a dimensão do amor generoso.
3. Espiritualização: Jer 7,5-7 /At 9.36 ss
1) O que representam para mim estas duas passagens
bíblicas?
2) Que mensagem concreta podemos tirar para nossas
vidas?

4. Situação concreta: Marinha era uma moça bonita que casou


com João, os dois
viviam bem, após dois anos de casados tiveram um filho,
Roberto. Uma vez voltando de casa uma bala perdida matou
João. A pobre ainda nova ficou viúva, mas seu amor para João
não deixava que se casasse novamente. Portanto preferiu ficar
sozinha cuidando do filho, trabalhando, rezando, em fim
passando a vida com a saudade do marido. Após dois ou três
anos começou a ficar triste, a solidão às vezes chegava e a
deixava verdadeiramente na fossa. Um dia conversando com
dona Amélia, uma vizinha, e quase se desabafando com ela,
descobriu algo de bonito. Aquela saudade que a trancara em si
mesma, cuidando só do filho, não lhe fazia bem. e, convidada
com Amélia se tornou uma voluntária que, nas horas livre,
ajudava na creche, especialmente na secretaria, trabalho que
era sua profissão. Descobriu que este esforço comunitário, feito
por amor de Jesus, dava-lhe força e coragem na dificuldade da
vida. Até Roberto se deu conta, tanto é verdade que confiou isso
ao padre: "Padre, parece que mamãe mudou, está sempre mais
alegre, antes às vezes ficava triste e chata, mas agora parece
que muito mudou".

5. Questionamento:
1) Você conhece casos parecidos? Tem diferença entre
amar. Gostar e desejar? Porque Marinha ficou mais
serena?

6. Refletindo: Sendo que o amor é tão importante na vida de


uma pessoa, temos a necessidade de aprender a amar, pois
17
Temário dos Círculos

amar é uma arte que necessita concentração, disciplina,


paciência, humildade e preocupação. Requer entusiasmo,
vigilância, adesão, esperança, crescimento, sacrifício, alegria,
paz e progresso. Todo ser humano tem necessidade de
amar. O amor é a única resposta ao problema da existência
humana. Amar é uma decisão livre, que só urn ser humano
pode assumir. O verdadeiro amor pressupõe doação,
gratuidade, preocupação para a vida do outro,
responsabilidade, resposta às necessidades do outro,
respeito e individualidade das pessoas amadas, vendo-as
como pessoas, sem dominação: conhecimento profundo do
outro, amizade, alegria; Todo o amor vem de Deus, e deverá
voltar a Deus. Quanto mais se ama, quanto mais se sai do
nosso nicho, tanto mais se aprende a amar. Marinha se deu
conta que convivendo na creche com outras pessoas,
procurando agradar a todos, crianças, colegas e até o padre,
ela estava muito mais tranquila, firme e amorosa com o seu
Robertinho.
7. Propósito: Diante de tudo isso, como poderíamos por em
prática o que vimos?
1) Propósito em nível pessoal (particular).
2) Propósito como grupo
Comunicações: avisos, próxima reunião local, data, horário.

8. Oração final.
7ª REUNIÃO

1. Oração inicial: espontânea, com intenções dos participantes.


2. Objetivo: refletir sobre o diálogo
3. 1ª parte espiritualizadora: Mc 7,31 -37
Jo 11,41-42
1) Que representam para mim estes dois trechos do
evangelho ?
2) Qual o sentido em relação ao EC?

4. Situação concreta: Dona Joana, viúva de Alessandra, é


triste. Os filhos dela são rebeldes. Ela sempre conseguiu com
eles ser verdadeiramente mãe e pai Agora eles tomaram uma
atitude rebelde, saem quando querem, entram quando
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Temário dos Círculos

querem e se a mãe disser algo, se revoltam, Tadeu dizendo


que já tem 19 anos e deve ter a sua independência, Alice,
começou com muitos namorinhos e às vezes fica horas e
horas namorando. Ontem chegando encontrou que eles
estavam no pálio ao escuro. Falando com a Marinete de tudo
isso, porque já não aguentava as coisas, a amiga lhe
perguntou como estava o diálogo com os filhos. Ela
respondeu que não tinha muito diálogo, ela era a mãe e eles
tinham que aceitar. Marinete então a aconselhou a procurar
um verdadeiro diálogo com os filhos, para que eles a
pudessem aceitar.

5. Questionamento:
1) Conhece fatos semelhantes? E uma solteira tem
problemas semelhantes? Quais as causas da feita de
diálogo no relacionamento, em casa, no trabalho, com os
vizinhos? O que fazer para conseguir um melhor
relacionamento com todos?

6. Refletindo: O diálogo é o aumento do amor. O diálogo é um


encontro de pessoas. O diálogo com os filhos, especialmente
em caso de viuvez, é necessário para poder conhecê-los,
encontrar as necessidades deles, conseguir a confiança
deles. As principais dificuldades do diálogo são: falta de
hábito, autoritarismo, superioridade, orgulho, vaidade,
cansaço físico ou mental, tarefas profissionais trazidas para
casa. intensa vida social, excesso de compromisso, leituras e
televisão que levem à preguiça. Os pontos favoráveis são:
humildade, caridade, sinceridade, respeito à opinião do outro,
da intimidade do outro, saber escolher o momento certo,
paciência, boas vontade. Nunca dialogar para mudar o outro.
Quando a gente não escuta o que nos dizem, ficamos
pensando como retrucar, chantagear o outro, se fazer de
vitima, não reconhecer nossas limitações e falhas.
Para dialogar autenticamente, precisa ouvir o outro,
entender o que ele diz, só depois concordar ou discordar.
Ajuda muito como sempre dialogar com Deus, com a
oração.

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Temário dos Círculos

7. Propósito: Diante de tudo isso, como poderíamos por em


prática o que vimos?
1) Propósito em nível pessoal (particular).
2) Propósito como grupo

Comunicações: avisos, próxima reunião local, data, horário.

8. Oração final.

8ª REUNIÃO

1. Oração inicial: espontânea, com intenções dos participantes.


2. Objetivo: refletir sobre a sexualidade
3. 1ª parte espiritualizadora: Gen 2,18-25 / l Cor 7,7-11
1) Que representam para mim estes bois trechos do
evangelho?
2) Qual o sentido em relação ao EC?

4. Situação concreta: Raimunda era uma moça bonita, cheia


de vitalidade, gostava da vida, de namoros, de festas. Um
dos tantos namorados foi Alberto, era rico, um gato! Em
pouco os dois casaram, e começaram uma vida cheia de
compromissos sociais, mas ele de repente morreu. Raimunda
começou se desesperar, porque eu? Com tantas pessoas
que não prestam, porque eu? E se afastou totalmente de
Deus. Continuou sempre numa vida sem freios, muitos
prazeres, mas pouca felicidade. Deu-se conta que ficava
sempre mais vazia. Um dia ao entrar na igreja encontrou um
bocado de jovem que cantavam. Adorou, e se aproximou
sempre mais, até que se tornou membro de um grupo.
Aprendeu que Deus é amor e começou a amá-lo. Leitura do
evangelho, celebrações, visita aos doentes, em fim a vida se
tornou cheia de tantas novidades, esqueceu a bagunça de
antes, e começou uma vida nova.

5. Questionamento: Conheces situações parecidas? Porque as


pessoas se afastam de Deus e entram nestes caminhos
ocos? O que fazer para encontrar o sentido verdadeiro da
vida?
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Temário dos Círculos

6. Refletindo: "A sexualidade é uma das linguagens do amor,


que só alcança o seu sentido e plenitude quando
compreendida e aceita em nível de comunicação. Como a
palavra e todos os gestos simbólicos, se a expressão tem
valor, muito mais valiosa é a mensagem que transmite. A
união sexual é para o casa! um autêntico ato de amor que
exprime unidade e doação entre duas pessoas. A harmonia
dessa união deve ser uma conquista, feita a dois, para a
realização plena da sexualidade de ambos os cônjuges". Fora
do casamento existem duas dificuldades, ou não se aceita
que esta expressão seja fecunda, e, portanto se inibe o a sua
fecundidade, portanto a se amputa de fato, ou se gera uni
filho que poderia não ter o casal que o eduque, pior ainda
quando se chega a matá-lo, situação monstruosa! "Só dentro
deste contexto de comunhão de vidas, na preocupação pelo
bem do outro, a sexualidade se exprime e transborda num
ato conjugal íntegro e rico de simbolismo. O Senhor, por um
Dom especial de graça e caridade, se dignou aperfeiçoar e
elevar o amor. Semelhante amor, que associa o divino e o
humano, leva a uma doação de si mesmo e impregna toda a
vida. Quando Deus criou o mundo, fez o homem e a mulher
complementares, o homem é a imagem de Deus masculina e
a mulher é a imagem de Deus feminina que podem se
realizar quando levados por ele, se doam completamente
para a construção do Reino”.

7. Propósito: Diante de tudo isso, como poderíamos por em


prática o que vimos?
1) Propósito em nível pessoal (particular).
2) Propósito como grupo
Comunicações: avisos; próxima reunião local, data, horário.
8. Oração final.
9ª REUNIÃO

1. Oração inicial: espontânea, com intenções dos participantes.


2. Objetivo: refletir sobre a sexualidade
3. 1ª parte espiritualizadora: Prov 14,1
Prov 31,1 e ss
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Temário dos Círculos

1) Que representam para mim estes bois trechos do


evangelho?
2) Qual o sentido em relação ao EC?

4. Situação concreta: Maria era bem casada, tinha 3 filhos que


eram unia joia. Quando morreu o marido dela ficou
desesperada, procurou alguém para substituí-lo, mas não
encontrou, portanto decidiu trabalhar e se doar
completamente aos dois filhos. Para conseguir isso os enviou
numa creche mantida pela paróquia, depois numa escola
particular onde pudessem ser bem assistidos, levou para a
primeira eucaristia, em fim dedicou toda sua vida na procura
de tornar felizes os seus filhos. Agora já estão crescidos, Ana,
terminou os estudos e vai casar no fim do ano, José está já
no terceiro ano de faculdade e Roberta está preparando-se
para o vestibular. Mas o mais bonito é que ainda estão todos
juntos, se ajudando reciprocamente. Ela deixou de pensar em
si, pensou sempre em seus filhos e é serena, porque Deus a
acompanha,

5. Questionamentos: Conhece algum caso de viúva, parecido


como de Maria? É justo que a mãe se sacrifique pelos filhos?

6. Refletindo: Tarefa da mãe é sempre a educação dos filhos,


nunca terminará. A criança precisa da mãe. a Igreja diz que
os pais são os primeiros responsáveis pela educação dos
filhos. Educação humana e religiosa. Quando uma criança é
concebida, deveria ser pelo amor dos dois, quando nasce,
deveria ser acompanhada do amor dos dois, e quando
cresce, se for acompanhada pêlos dois com muita atenção,
com certeza cresce como Jesus em estatura e graça perante
Deus e os homens. Quando um dos dois faltar, o outro deve
assumir sobre si esta carga de levar os seus filhos a esta
plenitude de que fala a escritura. Maria soube acompanhar
Jesus, a encontramos em vários momentos da vida dele,
sempre atenciosa como mãe. E quando seu filho morre, se
preocupa ainda por aquela que foi o fruto da vida dele, a
Igreja, a encontramos no cenáculo com os apóstolos na
espera do Espírito Santo, a alma da Igreja.
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Temário dos Círculos

7. Propósito: Diante de tudo isso, como poderíamos por em


prática o que vimos?
1) Propósito em nível pessoal (particular).
2) Propósito como grupo

Comunicações: avisos, próxima reunião local, data, horário.

1. Oração final.

10ª REUNIÃO

1. Oração inicial: espontânea, com intenções dos participantes.


2. Objetivo: refletir sobre a sexualidade
3. 1ª parte espiritualizadora: Mt 25, 31 e ss
1) Que representam para mim estes dois trechos do
evangelho?
2) Qual o sentido em relação ao EC?

4. Situação concreta: Maria é triste, porque seu esposo


morreu, Joana porque a deixou, e Raimunda porque não
encontrou com quem casar. Outro dia as três estavam
conversando sobre o assunto. E chegou Vitória e as convidou
participar do EC. Disse a elas que não é um lugar para
encontrar promoção, riqueza, mas trabalho baseado no amor
de Jesus. Ela ficou viúva dois anos após o casamento, que
durou o tempo suficiente para ter um filho, mas entendeu
uma coisa, na medida em que não ficou se lastimando, e
mais ainda ajudando o Padre a visitar os doentes e ao
Sábado a dar catecismo, ela encontrou urna maior
serenidade. O amor a Deus e aos outros a ajudou.

5. Questionamento: Será mesmo que quando a gente serve os


outros, por amor de Jesus, as coisas são diferentes? Como
se pode superar a solidão?

6. Refletindo: No EC se fala muito de gratuidade. O que é


gratuidade, se não a imitação do amor de Jesus? Fazer as
coisas não por interesses vários, mas para construir com o
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Temário dos Círculos

outro uma comunidade, uma comunhão de vidas. O doente, a


criança, o cheira-cola são todas pessoas que precisam de
nós. O que poderíamos fazer para ajudar os outros? Fazer
enxoval para as crianças pobres? Ajudar a velhinha que mora
sozinha? Não importa o que, mas é seguindo a palavra de
Jesus que podemos encontrar a verdadeira felicidade. E Ele
prometeu que no julgamento final, próprio o que vale é a
medida com que amamos os outros.

7. Propósito: Diante de tudo isso, como poderíamos por em


prática o que vimos?
1) Propósito em nível pessoal (particular).
2) Propósito como grupo

Comunicações: avisos, próxima reunião local, data, horário.

8. Oração final.

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