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CEUNI – CENTRO UNIVERSITÁRIO FAMETRO
GRADUAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA
BENEFÍCIOS DA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO
(IATF) NA PRODUÇÃO DE BOVINOS
DIEGO DOS SANTOS MONTEIRO
RONES FÁBIO ALVES SANTOS
MANAUS – AMAZONAS
1
2022
DIEGO DOS SANTOS MONTEIRO
RONES FÁBIO ALVES SANTOS
BENEFÍCIOS DA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO
(IATF) NA PRODUÇÃO DE BOVINOS
Artigo apresentado como trabalho de conclusão de
curso de graduação em medicina veterinária do
CEUNI-FAMETRO como requisito para obtenção
do título de veterinário.
Prof. Dr. Maecimar Silva Sousa
Manaus – Amazonas
2
2022
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO.............................................................................................................. 3
[Link]ÃO DE LITERATURA.........................................................................................4
2.1. Bovinocultura no Brasil...........................................................................................4
2.2. Manejo reprodutivo das vacas taurinas x zebuínas...............................................4
2.3. Ciclo reprodutivo de vacas taurinas x zebuínas.....................................................5
2.4. Sincronização do estro e ovulação........................................................................5
2.4.1. Protocolos de sincronização Presynch..................................................................6
2.4.2. Protocolos de sincronização Ovsynch de 56 horas................................................7
2.4.3. Protocolos de sincronização Ovsynch associado à progesterona.........................8
2.5. Como é realizada a inseminação artificial..............................................................8
2.6. Vantagens da IATF na reprodução bovina.............................................................9
3 JUSTIFICATIVA..........................................................................................................12
4 OBJETIVOS................................................................................................................ 13
4.1 GERAL..................................................................................................................... 13
4.2 ESPECÍFICOS.........................................................................................................13
5 METODOLOGIA......................................................................................................... 14
6 CRONOGRAMA..........................................................................................................15
7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS............................................................................16
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1 INTRODUÇÃO
O protocolo IATF permite sincronizar o estro e a ovulação sem a observação do
estro, além de centralizar a inseminação e o parto em horários pré-estabelecidos,
reduzindo o intervalo entre nascimentos e facilitando aos criadores na otimização do
manejo da propriedade. Para realizar a técnica de IATF é necessário conhecer a
fisiologia do ciclo estral das fêmeas, os principais hormônios envolvidos na reprodução,
a endocrinologia reprodutiva e os protocolos mais utilizados. Diante disso, o
procedimento aplicado na sincronização do estro e da ovulação deve ser eficiente nas
propriedades, mas acessível (em se tratando de custos e benefícios) na aplicação, pois
pode se tornar rotina. (FURTADO et al., 2011)
Os procedimentos atualmente mais utilizados para indução da ovulação são
baseados no uso de gonadotrofinas (GnRH) ou ésteres de estradiol, combinados com o
uso de progesterona exógena (P4) exógena por um dispositivo intravaginal de liberação
lenta (DIV). No entanto, seu uso depende da viabilidade econômica, aplicabilidade e
legislação aplicável em cada país. (D’AVILA et al., 2019)
2. REVISÃO DE LITERATURA
2.1. Bovinocultura no Brasil
O Brasil possui características importantes, como um grande território com clima
tropical que abrange quase metade da parte sul do continente americano, o que
aumenta sua capacidade de desenvolver grande produção pecuária e participar dos
mercados mundiais. Embora a produção de carne bovina esteja presente no Brasil
desde a colonização portuguesa, o protecionismo econômico da agropecuária
4
internacional só surgiu nas últimas décadas com a modernidade da indústria,
permitindo ocupar a posição mais alta do mundo, apresentando atualmente o maior
rebanho bovino e segunda maior produção de carne. (SOARES et al., 2016)
Para Brancalion e Dorigan (2021), as autoras afirmam que a bovinocultura é uma
atividade pecuária desenvolvida no Brasil desde o início do período colonial e hoje é
encontrada nos biomas, em diferentes sistemas de produção, exercendo papel
fundamental na economia.
Gomes; Feijó; Chiari (2017) mencionam que a pecuária brasileira está em
constante evolução tanto na gestão quanto em termos de manejo. Destaca-se a
relevância desse processo para os conceitos de bem-estar animal e produção segura
de alimentos.
2.2. Manejo reprodutivo das vacas taurinas x zebuínas
O manejo reprodutivo busca harmonizar a experiência do produtor com a do
técnico, sempre sendo profundamente relevante às realidades do ambiente, ao tipo de
animal e à disponibilidade de recursos financeiros, naturais e técnicos que podem ser
disponibilizados no processo de criação, no sentido de realizar a eficiência produtiva.
(MARQUES JR, 2012)
O manejo reprodutivo considera o equilíbrio econômico entre nutrição, saúde,
meio ambiente e potencial genético da pecuária, permitindo a reprodução e produção
em índices satisfatórios, como resultado da aplicação de medidas inteligentes de
acordo com os reais da unidade de produção. O manejo reprodutivo é o ponto mais
relevante na produção pecuária, refletindo a produtividade individual de cada animal e
rebanho, é considerado um fator decisivo para o sucesso econômico do negócio.
(MARQUES JR; XAVIER; LEÃO, 2014)
O manejo reprodutivo é, portanto, a aplicação de técnicas e
procedimentos que possibilitem de forma direta e indireta a
reprodução eficiente dos animais, tendo por base a sua
relação com a natureza ou sua adaptação harmônica com o
ambiente artificial aos quais são submetidos por
necessidades inerentes ao sistema produtivo (MARQUES
JR, 2012).
5
2.3. Ciclo reprodutivo de vacas taurinas x zebuínas
Após atingir a puberdade, as fêmeas apresentam estro periódico até a concepção.
A duração do ciclo estral varia de dependendo da raça, com a maturidade e até mesmo
individualmente. A duração média do ciclo estral na raça Bos taurus taurus (vacas
taurinas) foi de 21 ± 3,7 dias e 20 ± 2,3 dias para novilhas. Em vacas Bos taurus indicus
(zebuínas) em lactação, a duração média do ciclo estral seguiu três padrões diferentes:
normal (21 ± 3 dias), curto (10 ± 2 dias) e longo (50 ± dias). (JUNIOR, 2009)
A maioria das fêmeas zebuínas tem períodos de estro mais curtos que as taurinas,
em torno de 10 horas, o que dificulta sua observação. Além disso, metade desses
animais apresenta cio noturno das 18h às 6h, dos quais 30% iniciam e terminam o cio à
noite. (KAISER et al., 2015)
2.4. Sincronização do estro e ovulação
Durante a fase de estro, a fêmea bovina apresenta manifestações
comportamentais características, como imobilidade durante o acasalamento,
homossexualidade, perda de muco vaginal, intensa movimentação, mugidos
frequentes, aumento da frequência de micção e entre outros. Por muito tempo, esses
sinais ainda foram usados para detectar o estro normal. No entanto, as características
do estro são influenciadas por vários fatores, incluindo idade, condições ambientais,
produção de leite e fatores sociais, como hierarquia. Além disso, foram observadas
diferenças entre raças e entre grupos genéticos, como os taurinos e zebuínos.
(BARUSELLI; GIMENES; SALES, 2007)
Programas de sincronização de cio são utilizados de forma muito eficaz em
novilhas em ordenha, principalmente porque facilitam o manejo dos animais sem afetar
significativamente sua fertilidade. Graças à sincronização, novilhas foram inseminadas
e puderam conceber em uma idade mais jovem. As aplicações de prostaglandina F2α
(PGF2α) com intervalo de 11-14 dias são amplamente utilizadas devido ao seu baixo
custo e boa eficácia. As novilhas devem ser encontradas em estro entre 2 e 7 dias após
a injeção. (VIANA, 2016)
Dentre as vantagens na utilização da sincronização de cio,
são citados: a diminuição do intervalo de parto, na qual é
6
possível inseminar a matriz no início da estação de monta;
aumento na taxa de concepção, por não depender da
observação de cio; otimização da mão de obra, diminuindo
as horas trabalhadas com inspeção e inseminação;
planejamento dos partos e reposição de fêmeas; e
potencializando o emprego de biotecnologia (SILVA;
MELLO; PALHANO, 2021).
Os protocolos destinados a sincronizar a ovulação geralmente começam com a
aplicação de um DIV para retardar a liberação de P4 exógena, afim de simular a fase
lútea, e uma fonte de estrogênio e sendo assim, promover a regressão da fase lútea.
Após o metabolismo do estrogênio, uma nova onda folicular inicia-se após cerca de
dias, quando o estradiol-17β é aplicado. Se presente, análogos da prostaglandina F2α
(PGF2α) podem ser aplicados afim de promover a regressão do corpo lúteo (CL).
(D’AVILA et al., 2019)
2.4.1. Protocolos de sincronização Presynch
Presynch é um programa no qual a sincronização do estro é realizada antes do
início do protocolo Ovsynch. Essa pré-sincronização é alcançada pela administração de
duas doses de PGF2α com 14 dias de intervalo, iniciando Ovsynch 12 dias após a
segunda dose de PGF2α. Este programa aumenta a taxa de prenhez do protocolo
Ovsynch em 12%. O aumento das taxas de prenhez é devido à manipulação do ciclo
estral, por isso o protocolo Ovsynch é iniciado em momento favorável do ciclo estral,
mais precisamente no início do diestro. (GUERRA et al., 2007)
Fricke e col. (2014) estudaram a utilização destes 3
protocolos de IATF e obtiveram 30% de taxa de gestação em
vacas inseminadas após a segunda administração de
PGF2α do protocolo Presynch, mediante aumento da
atividade e 41% em vacas sujeitas ao Presynch seguido de
Ovsynch. Estes resultados vão de encontro ao estudo de
Giordano e col. (2011) segundo o qual, de uma forma
fisiológica, vacas com IA realizada após uma segunda
injeção de PGF2α do Presynch-Ovsynch apresentam baixa
fertilidade (REBIMBAS, 2016)
7
2.4.2. Protocolos de sincronização Ovsynch de 56 horas
O Ovsynch é um dos protocolos pioneiros de uso do GnRH para controle do ciclo
estral e da ovulação e consiste na aplicação de GnRH no dia 0, PGF no dia 7 e 48 h
após a aplicação de um novo GnRH. Com este procedimento, a ovulação ocorre
aproximadamente 24 a 32 horas após a aplicação da segunda dose de GnRH em vacas
e novilhas leiteiras. Outros estudos mostraram que a ovulação ocorre entre 28 e 30
horas após a segunda aplicação de GnRH em vacas leiteiras. (D’AVILA et al., 2019)
De acordo com Soares (2019), este tipo de protocolo destina-se a fornecer tempo
adicional para a maturação do folículo. Assim sendo, uma segunda dose de GnRH é
administrada 56 horas após a administração de PGF2α e a inseminação 16 horas após
a aplicação de GnRH.
Do mesmo modo, segundo Mongelli; Tavares; Ferrante (2021; apud
VASCONCELOS et al., 2001) os autores mencionam que o dia do ciclo estral até o
início do protocolo afeta a taxa de prenhez dos animais, por isso verificou-se que a
chance de ovulação no primeiro GnRH é maior quando o protocolo é iniciado do dia 5
ao 10 dia do ciclo estral. Em resumo, a partir do mesmo estudo, verificou-se que
animais que ovularam no primeiro GnRH tiveram maior probabilidade de sincronia
ovulatória bem-sucedida (2,09 vezes maior).
Figura 1: Protocolo de pré-sincronização Ovsynch de 56 horas
Fonte: Mongelli; Tavares; Ferrante (2021)
2.4.3. Protocolos de sincronização Ovsynch associado à progesterona
Quando o estro das vacas é sincronizado com o protocolo Ovsynch e
suplementado com progesterona, o aumento das taxas de prenhez ocorre em graus
8
variados para vacas leiteiras e de corte. Recentemente, a combinação de progesterona
com o protocolo Ovsynch para sincronização do estro demonstrou aumentar as taxas
de concepção em búfalas. (GARCIA et al., 2008)
Soares (2019) afirma que nesse tipo de protocolo, uma fonte exógena de
progesterona é administrada entre a primeira dose de GnRH e a dose de PGF2α,
aumentando as taxas de concepção.
Nos estudos de Picanço (2006) e Picanço et al. (2006), os autores obtiveram
resultado de 60% de prenhez com o protocolo Ovsynch. Associando esse protocolo
com a progesterona, a taxa aumentou para 65,5%. Ribeiro (2020) descreve ainda que:
“No protocolo alternativo, com prévia identificação do corpo lúteo (CL) no dia zero (D0)
usaram PGF2α e no segundo dia (D2) usaram o GnRH e no terceiro dia (D3) à IATF.
Observaram uma taxa de prenhes de 57,14%.”
2.5. Como é realizada a inseminação artificial
A inseminação artificial se destaca no cenário da pecuária no Brasil, por ser
considerada uma técnica financeiramente viável e com resultados tangíveis para a
organização. Mas deve-se ter em mente que para aplicar esta técnica é necessário um
conhecimento aprofundado do assunto e são necessários cursos de treinamento para
sua correta aplicação. Portanto, alguns fatores facilitam o processo de inseminação
artificial: o manejo do rebanho, da fazenda e as instalações para o processo. (BUENO,
2008)
É um procedimento que visa introduzir sêmen, purificado ou diluído, no sistema
reprodutor de uma fêmea em uma condição que permita que o espermatozóide
encontre um óvulo e o fertilize. É importante ressaltar que a IA deve ser aplicada em
propriedades já bem qualificadas, com boa compatibilidade em engenharia animal e
manejo nutricional e sanitário adequado. (PFEIFER; ANDRADE; CARVALHO, 2020)
Segundo Dos Santos (2016), a inseminação artificial não se trata apenas da
deposição de espermatozoides na fêmea, antes de tudo isso, deve-se avaliar a saúde
reprodutiva e a saúde geral da fêmea e do macho. Deve ser observado se a fêmea tem
condições de prosseguir com a gestação e o macho deve fazer exames andrológicos
afim de observar se os espermatozóides estão com malformação.
9
Ainda de acordo com Dos Santos (2016): “outras atividades envolvidas no
processo de IA são: coleta de sêmen para exames, manipulação do material como
diluições, sexagem, congelamento e finalmente a deposição do sêmen no sistema
reprodutor da fêmea”.
2.6. Vantagens da IATF na reprodução bovina
A vantagem da técnica é que ela facilita a disseminação de material genético
superior de touros melhorados, o que leva a maior uniformidade do rebanho, prole mais
eficiente e até mesmo evitar doenças, portanto, contribuem para o lucro econômico.
(DA SILVA, 2021)
A inseminação tem muitas vantagens como: Controlar doenças sexualmente
transmissíveis, padronizar rebanhos, reduzir o custo de reposição de touros. Tendo a
grande vantagem de melhorar o rebanho em menor tempo e com baixo custo com o
uso do sêmen, o pecuarista tem resultados superiores na produção de leite e carne. Na
monta natural, touros e vacas podem transmitir doenças, por isso é aconselhável
inseminar artificialmente e comprar sêmen de empresas especializadas. (DOS
SANTOS, 2016)
Além dos benefícios genéticos do uso da IAFT, o estro sincronizado pode ser
economicamente lucrativo quando integrado a programas específicos de manejo de
reprodução. Por exemplo, a IATF ajuda a concentrar os nascimentos no início da
parição. Isso resulta em maior peso dos bezerros ao desmame, melhor uso de novilhas
substitutas e maior fertilidade da vaca na estação de monta seguinte. Um período de
descanso pós-parto mais longo resultará em melhor eficiência reprodutiva para vacas e
principalmente novilhas de primeira gestação. (SILVA; MELLO; PALHANO, 2021)
Outra vantagem observada na IATF é a possibilidade de fertilizar vários bovinos
no mesmo dia, o que possibilita que as vacas obtenham uma grande quantidade de
animais gestantes durante os primeiros 10 dias da estação de monta, e desta forma
ajuda a calcular a capacidade de insemar 180 bovinos em cerca de 6 horas. (SILVA;
MELLO; PALHANO, 2021)
2.7. Dados de produção e taxas de inseminação artificial
10
Fonte: Rocha (2021)
Atualmente, a IATF representa 86,3% inseminações realizadas no Brasil (15,4
milhões de doses de sêmen vendidas; ajustadas para 100% do mercado), conquistando
cada vez mais espaço no campo da reprodução animal e da genética. A base para
estimar o número de IATFs realizadas no Brasil leva em consideração o número de
protocolos vendidos e o número de doses de sêmen comercializadas (BARUSELLI,
2019b)
De acordo com o relatório anual index da ASBIA de 2021, a produção de doses de
sêmen para clientes finais, exportação e prestação de serviços teve um crescimento de
21% - 28.706.330 doses em 2021, contra 23.705.58 doses em 2020. O index ASBIA
também revelou que a inseminação artificial foi utilizada em um total de 4.463
municípios brasileiros, um aumento de 4,1% em termos de acessibilidade da tecnologia
em relação a 2020.
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3 JUSTIFICATIVA
Este trabalho tem como justificativa mostrar o impulso que a inseminação artificial
trouxe para o mercado pecuário, o impacto na qualidade dos animais e seu valor. A
utilização desta técnica é cada vez mais exigida pelos operadores das empresas
pecuárias, por isso é fundamental o estudo dos resultados para a organização.
Portanto, a problemática deste trabalho é: como a não adoção da inseminação artificial
impacta negativamente o mercado da pecuária devido a permanência de animais com
baixa produção?
12
4 OBJETIVOS
4.1 GERAL
Demonstrar em um compilado de informações os benefícios da inseminação
artificial em tempo fixo (IATF) na produção de bovinos.
4.2 ESPECÍFICOS
Fazer um levantamento bibliográfico sobre a origem, vantagens e resultados da
IATF.
Mostrar uma semelhança entre o desempenho do gado por meio da monta
natural e a inseminação artificial.
13
Explanar como a IATF impacta positivamente no mercado pecuário.
5 METODOLOGIA
Para o desenvolvimento do trabalho, buscou-se realizar uma revisão bibliográfica
de artigos, livros, dissertações e teses acerca dos métodos de sincronização de estro e
ovulação em bovinos. A pesquisa será realizada por meio de buscas de arquivos
científicos nas plataformas SciELO, Google acadêmico, orgãos gorvenamentais a niveis
federal e estadual de estatisticas e portais de instituições de ensino e pesquisas
mediante a inserção de termos inerentes ao tema.
14
6 CRONOGRAMA
Etapas da pesquisa JAN FEV MAR ABR MAIO JUN
Revisão bibliográfica X X X X X
Atividade a ser realizada X X X
Aplicação da metodologia X X X X
Realizar a conclusão e introdução X X X X
Defesa do TCC X
15
7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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