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Lidando Com o Desânimo

O documento aborda a experiência do desânimo, destacando que todos enfrentam momentos difíceis, como ilustrado nas histórias de Jó e Elias. Enfatiza a importância de não se isolar, buscar apoio e ouvir a voz de Deus para superar esses momentos. Conclui com passos práticos para lidar com o desânimo, incluindo identificar suas causas e acreditar em novas oportunidades.

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Lidando Com o Desânimo

O documento aborda a experiência do desânimo, destacando que todos enfrentam momentos difíceis, como ilustrado nas histórias de Jó e Elias. Enfatiza a importância de não se isolar, buscar apoio e ouvir a voz de Deus para superar esses momentos. Conclui com passos práticos para lidar com o desânimo, incluindo identificar suas causas e acreditar em novas oportunidades.

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LIDANDO COM O DESÂNIMO

Você já teve o privilégio de encorajar alguém que estava desanimado? É algo precioso
quando somos instrumentos de Deus para fortalecer os outros. Mas a questão é:
 E quando chega a nossa vez? Quando somos nós que desanimamos. Será
que aquela informação, aquele discurso que nós tínhamos que levantou outros
a gente consegue fazer funcionar pra nós mesmos?
Esse é o assunto da nossa meditação de hoje. Vamos ver o que a palavra de Deus diz a
esse respeito.

No livro de Jó 4:3-5 nos diz:


3. Pense bem! Você ensinou a tantos; fortaleceu mãos fracas.
4. Suas palavras davam firmeza aos que tropeçavam; você fortaleceu joelhos vacilantes.
5. Mas agora que se vê em dificuldade, você desanima; quando você é atingido, fica
prostrado.

Bem, aqui nós temos palavras de Elifaz (amigo de Jó). A ideia de seus amigos a princípio
parecia de encorajar e fortalecer Jó. Mas eles começam pelo reconhecimento de que o
mesmo Jó que levantou tanta gente caída, que fortaleceu tanta gente desanimada,
agora que chegou a vez dele estava desanimado. Então basicamente o que nós
entendemos é que toda munição que nós temos para encorajar os outros, nem sempre
funciona na prática pra nós mesmos. Não que sejamos incapazes de nos auto
motivarmos, mas temos uma dificuldade enorme de aplicar conosco quando chega a
nossa hora, a nossa vez.
A bem verdade é que a nossa hora, a nossa vez do desânimo vai acontecer. Todos
somos seres semelhantes. A bíblia diz em (Tiago 5) a respeito de Elias que ele era
homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos. Mesmo Elias em quem
vemos altos e baixos ele reflete a nossa natureza, a nossa estrutura. A verdade é que
todos passaremos por circunstâncias que podem trazer desânimo.
Jesus disse: “No mundo tereis aflições...” Ele disse: “Mas tende bom ânimo”. Jesus
estava falando da necessidade de reagir a uma inclinação natural que todos temos do
desânimo. Que embora ele seja parte da estrutura humana ele deve ser combatido.
Quando Jesus fala: “Mas tende bom ânimo”. Ele está dizendo que você pode até não
conseguir controlar as circunstâncias a sua volta, mas que você deveria controlar o seu
ânimo, pois isso certamente não fará mal somente do ponto de vista emocional, mas
espiritual também, é uma consequência.
Mas a pergunta é:  Como nos damos com o desânimo?

Vamos pegar além do exemplo de Jó, temos Elias, onde foi acometido do desânimo. Aqui
podemos ver que nem sempre o desânimo ocorre quando há uma circunstância
desfavorável. Elias vive um momento de desanimo depois do maior sucesso de seu
ministério, um homem tremendamente usado por Deus.

-- Vê uma nação cair de joelhos dizendo “Só o Senhor é Deus”;


-- 850 homens profetas de ídolos distintos mortos. Uma vitória esmagadora.

Mas conforme (Reis 19) quando Jezabel lança uma ameaça dizendo “Assim como você
matou os meus profetas, eu vou matar você!”
A bíblia diz que Elias fugiu para salvar a sua vida. Mas nessa fuga ele diz pra Deus:
“Melhor me é morrer do que viver. Eu não sou melhor do que meus pais”.
É curioso aqui vermos que ele fugiu para que não morrer, e agora ele pede a morte. É
contraditório!
Estamos certos de que Elias não vivia crises anteriores em sua vida. Ele vinha de
vitórias. Viveu anos de sustento sobrenatural com corvos o alimentando e Deus
multiplicando os mantimentos na casa da viúva são alguns resultados de uma fé
exemplar. A crise certamente também não era por falta de unção, pois Deus o usava de
forma sobre singular. CAIU FOGO DO CÉU. É certo que também não havia stress físico,
pois o anjo o havia acordado por duas vezes para comer e seguir caminho por 40 dias. --
Não havia circunstâncias que causasse o desanimo.

Mas há uma frase que denuncia o seu problema:  “Eu não sou melhor do que meus
pais”. De certa forma esse homem vivia debaixo de um estigma de comparação. Preciso
ser diferente da geração antes de mim e ele achava não ter alcançado. Precisamos estar
atentos quanto a isso. Não devemos nos comparar com ninguém. É perigoso. Temos
chamados diferentes, propósitos diferentes, dons diferentes.

Mas a verdade é que independente do motivo do desanimo nós devemos ter uma
postura quanto a isso.

Vemos que a atitude inicial de Elias foi se isolar. Ele fugiu e se isolou. Essa é uma
característica de quem desanima. E isso não é sábio. Provérbios 18:1 diz: “Quem se isola
busca interesses egoístas e se rebela contra a sensatez”. Mas deve ser muito pelo
contrário: Devemos buscar ajuda, permitir que pessoas de confiança nos ajudem, nos
fortaleça, nos encorajem.

Fato é que se as raízes causadoras desse desanimo não forem tratadas dificilmente se
obterá resultados de solução.

No decorrer Elias caminha 40 dias e novamente se isola, agora em uma caverna.


E Deus pergunta:  O que fazes aqui?
Ele perguntou porque não ordenou que Elias fosse pra lá.
E é isso que acontece, nos fechamos em cavernas emocionais. E Deus não tem culpa
nisso. São atitudes nossas.
Então o Senhor manda Elias sair da caverna. A mesma caverna em que entramos
emocionalmente. Precisamos decidir sair.
Então Elias viu um vento forte que fendia rochas, viu um terremoto e viu fogo... Mas
Deus não estava presente nisso.
Então veio uma voz suave e tranquila.
Assim deve ser conosco. Devemos nos aquietar em oração e meditação da palavra,
buscando ouvir a voz do Senhor em nosso secreto com uma voz simples.

Então como comentamos no início, não podemos controlar as circunstancias, mas


podemos controlar o nosso animo. É ordem de Jesus:  Tenha bom animo. É um
imperativo. É responsabilidade nossa.

Para concluir, para lhe com o desanimo precisamos:


1) Detectar a raiz causadora do desanimo;
2) Tomar a decisão de sair da caverna;
3) Ouvir a voz de Deus
4) Acreditar que há oportunidade para um novo começo e seguir.

Que Deus nos abençoe e que vençamos a guerra contra o


desanimo!

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