Lições de Arithmetica - Odorico Branco - 1904 - Parte1
Lições de Arithmetica - Odorico Branco - 1904 - Parte1
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A QUEM LER
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A QUKJI LEK
Elementos deAvithmetica—ed—
Mio —1897. \ W ^ -W TV TV W T»? -W +V TH' VT' T-T' T'Y' T'T' TV
S. Ers. Samuel de Oliveira e Li-
herato Bittencourt — Arifhmetica —
1.'' edic/w—Capital Federal—1897.
C. Coronet Z«is' Cele^tino de C«s-
tro—Arithmetica'^2.^edi<;(io-^Por' LICOES DE ARITHMETICA
to Alegre—1894.
C. C. Charlen de ComberoztKse —
Arithmétique — ed—Parût
1884. Pf eliaifta res
B. Bourdon — Arithmétique —
,5iema ^cl.—Parût 1878.
vft v, ® ou
neuto t u ddiminuiçilo
o q u a n t ocomo
c so
u scomprimeiito
c e p t i v e l d de
e aum
u-
Ser. Sei'ra.tqueiro—Arithmetica—
13.^ ediçcio—Coimhra 1895, r»^î'r^.? corpo, a pressào athmospherica, o
Sao estet os mestres a quern mabi M? iiitensidade de uma dor etc.
Imz&s pedi ; o que^ de modo algum^ <io7.:i foniiar idéa exacta de uma graii-
«im qirmdo eu outra, eomparaiido-as ; as-
me desligade minha ohrigaqào para «ala, eue é urau grÛudeT'^t"" "
com outro.t. •iiouto clo pulmo dù vn,-'^ corn o coinpn-
Que 0 critico xincero me advirfa dezas tambem. ' ' ' c-ovado, que siio graii-
de meus erroSj em proveito men e
.sala ° coniprimeuto da
daquelles que minha ignoranda po- os duas grandezis , ^'^Porando-os, porque
deria prejudicar ; quanta porem ao.t i^oino se eu refcrisse' o on especie; assiiu
critiqueiros de rodas de cafés, in- o^tn. ^^^audoza df cla sala a u.na
capazes de qualquer esforço em he- ■CMda, uenhumaidéapoder4ei-i n Jo' conlie-
da sala. ' ^ comprimcnto
neficîo seti oit de alguem, e, par isso
mesmOj sempre armados contra .. «"trrfc!?î.oT.rdV™.'"~ «"■>»»».
«■
aquelles que tratudham, a elles o
meu desprezo, G€Urd—Ahril~~1903. """Vi «»«£!."
ye medir ou avili ir f îïi'Jiudezas chaîna-
0 Autoïî que tara 0 noiue'dè ""tra
serve de term'o cînomp-u- conhecida que
«na especie, PtU.içao as graudezas da mes-
^ I.IÇÔES DE AKITH.METICA LÏÇÔES DE ARITHMETICA 3
Exaniinando agora os Pxeii;plos do graiidescafs uieiiores, sem attendermos a esta ou âquella unidade
apontados, recoiiiecemos que o comprimeiito do fio nivariavelmcnte.
pocie ser avaliado por ineio de coraparaçùo com inn Entretauto, uma collecçAo de livros, por exem
detenniiiado comprimento; que o peso de urn corno plo, podcremos dividi-la em porçOes maiores ou me-
pode scr comparado com urn determinado peso- quo uores; porem, em cada uma dessus porçOcs, teremos
para a avaliaçao da pressao athmosplierica e do ca' quo atteuder a uuidade compoiiente—o livre.
n^leis
as leis de' dp 'phfconstruidos
Ihjsica; seguiulo
ein quanto é impossivel pré fiA , grandezas continuas a linha, o peso
cisai mos lima dor com a qual possamos comp ir tr coiw tempo
iiecçao de livres ;recebein
grandezas toes
o nome de como a
de»continua«.
io mnfDos°amn""^ de civisiim 1110=.^^'? ivaliaçAo das grandezas continuas, podere-
?nd?viduo? ° daquollo uma" ^ °P''|'"="''^i'i':"'mmente esta ou aquella unidade,
o llT g'-'n'Jeza :-o palmo, o pé oj
pm pf "uidade, e a impossibilidade de a obtor grmnnvt
c u l o ° do
»
nVn« kilo-
o svLumsna
e avaliaçilo tempo. v ou
do .Sr aquellassusceptivci. l'mlo 6 torços°imonf descontinuas, a uni-
formamotodô--a
para o exercito nv^M''*^ partes °distinetas
o H vî-i*" o soldadoque
vSomente das grandezas menroui-avei^! n ^ « «o adoptarmos o mm '^°'l®oçao de livres,
paramos ; porque as immeiuodraveis nio nn ■ duiia,
unid.ulos o cm.tVo
sao obtidas o ■in.''
pol-i'renoHrr^"°' coUecti-
''^™°® t"e taes
submettidas ao domioiiu mathem-itien V
ha lima distinee^o que estabelecer ' A imid ido collecti'vi a.,'pî , V'^'i^i'desimples.
d.i repeti^qào d,i unidade liv ro n f°'"'nou-SO
e -eta AB
veî I formou-so d i Vonm" collectiva
ve io-io'" " imidade CD o, P? ""'dade
A -
a linha si "mn^tod
deriamos dividir de onrrr^ i unico que po-
riamento outros po.Uos sm'au^' arbitra-
meira divisào ' I ^ ® importe a pri-
r,
to<loS
que"" T"» divipir
poderemos <« e^ene
- "»•■
« u'u
em poiçôes maiores ou
é <lada i pela propria^,^„^Af a uni-
adope
t/r?dS;0mesmoexempol doauo
trdequeni ^ oiandeza a avaliar. ^midade iivro
•± LIÇOES DE ARITIIMEHCA
dféUiUn^.^ar"/''"
de l'^seaqui
c a iMtiana, ali e forçosameiite o livro a
ouuni.la-
a re"oa • » y^* -•k
P o ieWe
lodei mos" poi
' s" "apresentar
'■' ' « ' ' c coi
«nooncaracteri
ectiva stico' I il
1 . nrnteiii a u n i d a d e nom
l es
o q01^mcnores,
é n " Psegundo
" i - g rnossa! i o vontade
. s n isendo
a i o r- ■ Neste ease a grandeza uAo segunda u n i -
bitraria a unldade para sua avaliaj^o; 'e dîî grau-" >{'"a vcz. Procnraremos „do coin ella un a
'J^do, menor do que a primci • exaçjamen^^
n
uuiin senao
f i • por
' " ' graos
S ' n determinados,
e i i t a r o sendo
u d itainbeiii
ini- J^elaçao
P a e r r n n rdctermiiiada
i n r ^ o o n l ne
a l quo
s^ez®
e 3 .Esta
e X c«"'
a c^t'la.,,iien-
inen
Tren dezenas e um^ e dois, e très, e iiove, quatro 'fhai-e.-i, daiido-se ûs très primeiras o nome de classe
ilezenan. "Jan unidades.
Finalmente: nove dezenas e Um, e dois, e très,., o Coutinuando a coiitar, formaremos com dez cen
nove, dez dezenas. tenas de milhares uma nova ordem, a quai tem a
Corn as dez dezenas obtidas, formaremos um novo denomiiiîiçjlo. relativamente recente (1), de milMo;
grnpo on unidade de terceira ordem, a qutil recebe <i é a primeira ordem da classe de milhOes^ cujas de
0 nome de centena. zenas e centenas formaremos pelo mesmo processo
As centenas contanvse da racsina forma que as cmpregado para os milliares, isto é, uma dezena de
dezenas e as unidades simples : uma centena, duas, iiiilhôes com dez milhôes; uma centena de milhôes
corn dez dezenas de milhôes.
très, quatro nove centenas; e da mesma forma que A reuniào de dez centenas de milhôes forma
\ J
para chegar a uina dezena tivemos que passai' primci- uma unidade de hilhoes, primeira ordem da classe dos
raniente pelos numéros inferiores, c portanto in . fq\
tercalai* os numéros um, dois, très, quatro nove en billioes, composta, como as precedentes, de très
ordeiis-
tre. dezena e dezena, ndo poderemos chegar a cen
tena sem passai* polo numéros anteriores, os quaes . E assini formaremos as classes successivas dos
deverào ser intercalados entre centcna e cenicua. Irilhoes, quatrilhoes nonilhôes, etc, conseguiudo, por
dizendo-se : uma centena e um...., uma centena c dez tanto, exprimir todos os numéros imaginaveis, em-
uma centena e dez e um cinco centenas, duas pregando imicamente nove palavras distiiictas para
dezenas e nove , nove centenas, novo dezenas exprimir os numéros inferiores a base do systoma;
uma nova para cada uma das très ordens e uma para
e nove, dez centenas.
eada clas.se, como se vê do seguinte quadro.
Com a reuniao de dez centenas, formaremos, sc-
gundo a marcha até aqui seguida, uma nova ordem CLASSES )l Trilhôes Bilhôes (2) Milhôes Milhares Unidades
D
de unidades, a quai recebeu o nome de mil ou milha^' ; n
amente, os numé P CO CD
* t» çi en C O
cr. CD
e n ^ « S
ros mfenores a uma unidade desta ordem. NC.MBUO.S {
i.NFEKio- \ )rjin,
I dois, très, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove
milhares, forma uma nova or- ItlîS À V.\SE\
• ophpr 11 ^ quai, entretanto, ein vez de re-
Entretanto a nomenciatura dos numéros tem so-
Ihnr . r particular, foi chamado dezena demi- ffrido, com o uso, aIgumat(-moclificaçôe3 que tornam
très, nove, deZ
duas Ttppt ® entre (1) E' dévida a Viette, seculo XVI, a substituiçao de mil
dezena de milhaïf numéros inferiores a uma mil, como era eutîLo designada a 3.® classe, pela palavra mi-
Ihào.
unidad^d^orHpmmilhar. formarerabs uma (2) A palavra hiîhào parece ter sido empregada pela pri
meira vez cm 1665 pelo fcsiiita Taquet, que dividia os nume-
estas très milhar-e,
ens, formaremos a classe dos mi''
V. LIÇÔES DE ARITHMETICA 15
Î4
LIÇÔEH DR ARITn.METrCA noventa; as palavras duas centeuas ou dois centos,
très, einco ceuteiias, foram substituidas por duzentos,
aenunciaçao mais rapîcla, sem attentai- contni a ix-r- trczcntos,quinhentos,o nas outrasdiz-secentos cm vez
feiçfto theorica clo svstemii. a pti de centenas—quatroccntos, seiscentos novecentos.
Asaim é que, em lognr de dez e tmi doz o dois U systenia de nmnernçào que fica exposto e que
tiez c très, dez e quatro. dez e cinco diz-so . m" letn por base o mimcro r/ez, donde a denominaçào
plesmcnte onze, doze, treze, qimtorzc. quinze- cm lo- de decintal, é o iiniversalinciite adoptado polos po-
vos cultes; nào obstante, poder-se-ia conio vinios for-
nas Idz se k'- dezc- inar outres systenias, l)astando para isto miidar de
senta e,' dâhi por dhnte' ses- base, adoptando (piaJquor niiinero inteiro maior do
que am (*) e crcar iiina. noincRciatura para os numé
tenninaç;.o ros no systcmn ronnado.
-■SS5|SS3=£=S::
tabelecidas. E assîm.foi praticada por muito tempo
a escripta dos numéros, s\in que podesse barer um
systenia universal, pois cada povo preferia entre to-
l-'' CLAS?JE
1 a /~iT . °
dos 0 seu proprio alphabeto.
^AS UXIDAUES CLASSE
HILHOE.S
3-" CLASSE
Unulades BILIIOES
(*) E' evidento que uSo poderia haver um systeraa de
^^zenas Unidades base nm: pois que em talsystema uma unidade de qualquer
centPtias oezenas Unidadtjs ordem equivaleria îl de todas as ordeus.
milhares
^-"'«vxtîs céntenas
"^"i-fuas O' ■G z e i i a s
Dczenas dti mîiv. milhares
^dhares centenas
^ïilhares
LIÇOES de ARITlIMEXrCA
S y si e m asgregoeroma KO"
1 aia il represeiitaçùo dos miiiici'os os erosos iuii-
tai-am as vmte e quatre letras de sou alpUabcto très
outres caractères e cotu estes viute c soto svnVbe os
rdltru"evè"'
'sv.:',' 'r 1-nieira classe sir
nmnere do u^idade^ttti^t^'^^^tte^''" "
Oas Se
mtr as Midades e dezeiias de mill,ares-u v
ex;^-,:;^"er
îi l'cprcsentacào do<^ ,nr oi'einefftoi; par<a
tas oovental'no^ 11^! "ovoccn-
tas noventa e nove iinidiJ l tinl. novccen-
Ihôes, novecentas noventa c nn^' ^
venta e nove unidades. ' novecentas no-
escripta;
rtes ordinarieas.
era''quamV?'■! ''o numeraçâo
Eiitretanto^ fnV' ®""® uecessida-
medes, corne problema repreIenH?^°"'°
quer, por maior que fosse • mat n numéro qtial-
Pregados na soluçào da q'uestlo ®'"'
postes aqui (*), qtiestao nao podem ser ex-
todas as Sts tlo'idph!îbetf mt"!' S'"®®?®'
numéros; tambem oLl - tepresentaçao dos
gi'egos as convcnçoes entTln tlas dos
esse fi m . estabelecidas para
I. m, os nuiiétos^dt?s'^è''u-es"'"'^'^'®' ® 'epell'"'
LIÇOES DE AIUTIIMETICA 17
'""'T'^'ins 'Self"
(li.me.ite mx^i-iiiiein mi. v",!™. ®°""f • segui-
lo D, que uào se re-
n, III. --
o
««oîj» ifpssïzr-'''''
in î représenta um valor mil vezes
I OUDENS
itnhIadeM A 2ot'm îo®TV''■•"•'•o liorisontal.
, ~ ^ ^ n \ u d u a s Ucs (juat. dti tuida Doi rm nlguimis ve^es substi-
Unidades T jj sete ollo novr
m IV- V 10 tem seu
Dczcnas X XX ^ ' X X X L nul vezes maior pelo augmento de ivalor dez,
mi, doi cem,
s, très o
Centeiias C CC U C C C D uxxx XC Il sua dire.ta; a oada, um dos valores assim repre
Unidades M DCCC CM sent,idos torna-se duplo esei-evendo-se li esqiierda de
1 tantos C quantos q liouver â sua dircita.
Dezenas x entre nos este systema de numemçào tem
Centenas "c CC <litlerentes empregos, como na mmieraçao de capi-
Unidades ^ Inf îu os de obras, nas indicaçôes dos raosfradorcs de
Dezenas X 3^ relogjos. nas datas dos monumentos, etc,- razdopor
que temos pi'ociiraJo estudâ-io com algiini descjivol-
Centenas 7] CC viniento.
^■è U
ALGARISMOS ARABICOS
versîil; differia de um povo a oatro, desde os cara numéro quatrocentos e novo, escreveado 4 na
ctères empregados atc a inaneira de os coinbinar. na das ccntcnas, C, e 9 lui das unidades, ï , - - ^
0 systema que depois cliegon a predomin;ir, ge- em branco a columna X das dezenas.
neralisando-se seu emprego até nossos dias, c, por Jlais tarde, porem, ompregou-se um ponte ou o
aP-uns, attribuido aos arabes, donde o nome do al- sb'nâl II para preenclier as coluumas onde nao hou-
ga'iâsmos arabicos dado aos symboles por elle empre
^efse unidades; e asslm. é que no quadr.
mes representados os numéros cmco mil oitocentos
gados. Nào obstante, essa origem tem sido conttîs- • ™ "■
tada por alguns autores.
Os symIx)los empregtulos fonrni a principio erinh S;" numéros, o quai tomou depois as formas
^ 'e n rccebeudo o nome de zero; e foi, corn o nso,
1, 2, % 4, 5, b, 0
®umSmènte modfieado, até adquriri a forma que
hoje tem svstema de si-
representatives do» valores—um, dois, très, quatre, Com a portante suppri-
einco, seis, sete, oito, nove. gnaes, ® .abaco De facto, baataria
Para exprimivem-se os muneros por ineio «les midas as cxeinplo, o numéro très mil
tes nove signaes era cmpregado o alxico que eon- para ^ escrever 3 (algarismo dos mi-
sistia em nm quadro dividido em eoluinnas vertieaes, ,,uatrocentos c s , columna a partir da
CûiTespondendo cada uiiâi. délias a uma ordoin de liiares, 4 oiac^ das centcuas (a terceira ) séria
unidades, indicada no alto, como se vô em sCgiJidd- diroita; a coUii ' no numéro dado
oceupadacomoa „mibra ordem, escre-
C X1I vcr-sèdaMTO^(Ô) na segunda cou
l mna, occupando a
'primoira com o algarismo
Semelhantemcnte para lei o """ff bas-
f ger
5 4 3 7 taria observai- 51"® esquerda, pelas unida-
occupadas da * jib.ires etc; e portante o
4 ît i'i des, 5>®>'®"f ' vcha na quarta columna, repre-
I algarismo 3, que f | ja terceira columna,
5 8 « 4 senta 3 milhaies, S- gegunda ordem onde ha
4 centenas; e columna das uni-
4 n 3 II
zero (0), paia ^®y ' mil qiiatrocentos e sete.
dades, tom-se ° ^'"® gervindo do inesmo proeesso,
7 0 . 0 !) Porem se, amd^ o numéro quatre mil qua-
escrevermos, P« ouatro 414|4'4', notaremos que,
Para escrever o numéro cinco mil quatrocontos t,ocentos pelo mesmo algarismo
.8 trinta e sete que se compOe de 5 milhares 4 ecn- sendo esse segunda columna, apai-
tenas 3 dezenas e 7 unidades, escrcvia-se no abaco
0 algarismo 5 na columna îl (milhares), 4 na columna, t/dà drietia, représenta dezenas, si to e, dez vezes
C (centenas), 3 na columna X (dezenas) c 7 na colum
na I (unidades). Da mesma forma representava-se o
.uqoS
' 8.I0PAuu
i p8S0.Tdo.x onbs'omsT.TuSris-o!Jno^^^^^
- o . q i i T t ï 11 8 1 3 8 i i b U ' e o a o ï î i o ç 6 o i i p
ap-iBd 'snb .tu.iqu.3i -muu opi.g.ins Uipio^ 8p8 811b inaiuiD? opiamp.!
■f96t:0SSS^0i o.taiu[iu o .let uJO.oi, p, op .toUoaJ 0 uJuTS S
Mn(Ii.i0S8 OTi^,u.ioumii op UU.0.1XS 6 au^uos^o^^A^riLb^
'itdpupiun vCmi optt dpuo osuq omoo oiu^isodmi mis o oidpuud opop oy^ilo.io y
lUQpdo vpoo 0,193 iin utoo .mpuddAii
9p opvppio 0 opiof ^opoaop sivitt
np .qpivd V upvo t^tiop.to sopupjim SBSS3 snt. a.op.,o « .rtniuu.igS^f'
• sopupiun op o.Touinri o .iuq; ,/f
i!9pid,i9jlip fvp fovtsi.ivfqo yo iipoAip^ rCTn
V v.ivd upd9nhs9 vp ds-mdQ9A0S9 'YUJd^l
1 'Scjouinir sop ouôujiios
'.ïonbiiîiit) o.ioumu mu
S0UIS[.I1!S[1T .tod .aniioso.ido.i u.tud 'onb siod sourox
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3S-0A3J0S3 o,sodo.id o,.0iunu o tifsy -bio -a ïï's,:j,s".r'?~ »■'- ors;:
opuoAsuosa sou.0.i«iunS!Ssu y,
SB 9S-.iiniOB aiBr.t9Aap suuozop sup f ?tii. y"U -S^'P »{.r?ïï,h;r;isr,rr.°:,;,sv"
-itin o.m;nb o simszop o;9s o%s\ o.r^vnb^o ■ sup opupjssaoou siuut oAnoq ouii ouno opsoQ;
rouid; sopupuin sup ossup un o^uomiuinj • 000
-jossj:^ suns so.ioz luoo opuoipuoO'iclinouosnu uns so •(:.0 Od^tlO OSSOp Jl.'^oi ou
-o.iujuu^issu ^upuioiinuo lOJ ouu ossup u^so ouioo c ossoAijso 9e onb op jonmi sozoa
'sojuipiui so opoiiiu^urpouniu os-Liion.°9s 'o^iiopuoosop Z0p .to)i;a mn moj o.^no o)) up.ionb
(UOp.TO uio sooipiin sou sum '601^ sopupiuu oaoi^ -so y opJuoso ouisuuiïiu um—
0 SUUOZOp' O.IOZ 'SUU03U99 OJ^Ullb UIOIUOO upUAO^t,
Slum 'ujpoiud y 'sopupum 9 soQinim - supupmiuo s9î- TTT
O I - I.locl p
-sup sunp op U5SU09 o.iouiiu o:)R3; "sopupum o.nunb v oioiu eo.iouinu
T ^ r T sop
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U1U919S 0 S9QIIIIW Oa^oii 9 so^juoooAiuïib upulu ufoj;' 3m. o,SAs 0,, op.ou,vo5!oj,ocIb ountp, o gxnoq '^a ur
•gOff't U3U0S9.îa0. -o.. o o,n,osc,B '.o.,o,BA s.op s-op op5ot,.,gs>p B,s3
OS opup o.ioiUMii 0 missy 'OOf—sopupum o su soiuo,
-OA0JOSO 0?U0m[imjJ o 'O OpUOAO.TOSO suuozop op uf. UI03 Ain n„h tîuiiini'oo V. opiinSas
-uosnu u soiiiojujun.??issu ^ 'suim^noo sup omsi.mSii
0 som9.i0AO.ros9 o^ui.g.iocT o isuuozo]) mos 'sopupiur' mi ' '"'■"'lo i3.UII00U0 os oijo oiib'uio
OAOU 9 suiiopioo o.^unb 'o o)si 'oaou 0 suitiooo.nunl •0J« ii » '"î ot.ulo.Kl nos o '0 o;si
moo 'sapupuin sup u oqpos-oiiSos no sopiipuir Z'ZJT. ? Btop mo, sopuSoiti
oouio 0 suuozop o.nunb Si o^si 'oouio o u^uo.iunb somo: or viumiyf. « opSn.iouimt
*upuA0p Slum u p onb HmiouiltcI uu '—sopupinn o so. zL 'so n.' mm " 'U' O Ollb Op SlttlU S02OA
-uipiui—sossup> sun)) up u;suoo opup ojomiiu o onil fit ' o ojiioso.ido.i i.q.iitnb up o iupunSos up o
■sopupiim 9Anu 9 sujuoso.n pm oonp 0 uîuo.iunT Ti . i . m
u uluinpo [0.I
o.iomnit 0 joAO.roso 'oirluioxo -rod 'soiuo.tiioojj U.IIOO.IO}
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•mopjo usso oouo^.rod onb u ossup u .ioziq;
vojxaKHiiîiv aa saoi^n
So vofX3Kiixiuv aa
LIÇÔES DE AlUTllMETICA
24 LIÇÔES DE AKITJLMETICA
'mere continuando na mcsma ordem em que se achava,
Iseu valor relative niio soffreu alteraçào alguma, isto
da direita, os algarismos do numéro dado l'cpresen-
tam respectivaniente as unidades, dezenas e centenas |c, 0 algarisrao 8 que em 358 représenta 8 unida-
de cada classe, e que estas ainda no mesino seiitido, <les, représenta ainda. 8 unidades em 00358; da mes-
Inia forma 5, que em 358 représenta 5 dezenas, ainda
sSo, — unidades, milhares, niilhoes, bilhôes .. • etc} tem 0 niesmo valor em 00358; e ainda oalgarismo
portante, a priineira cousa que devereinos fnzei* para |3 représenta 3 centenas, quer em ura, quer em outro
1er 0 numéro proposto é dividi-io cm classes de très numéro. Entao 358 e 00358 representam um e o ines-
algarismos da direita para a esquerda, assim: Inio valoi', isto é,—zeros escriptos d esquerda de uni nu-
Itéra nào alteram o valor delle.
7 0, 4 T) 2, « 0 9 G 4 0 mesmo jâ se nao dâ, se â direita de 358 es-
<l u c cl u c d u e d u
I
irevermos um ou mais zeros; pois o algarismo 8 que
jni 358 représenta unidades, représenta dezenas em
depois daremos a cada classe, a partir da direita, |580, centenas em 35800, milhares em 358000 e assitn
nome respectivo >or (liante, raciocinando-se semelhantemente sobre
valor relative de cada um dos outres algarismos.
Bilhôes milhôes mil. uiiidadert
70 452 803 0G4j 3gO
um numéro torna-se dez, cem,
mil... vezesmaior quandoâsua.
c agora, lendo da esquerda para a direita, eiuinci direita se escrevem um, dois,
aremos cada classe com o numéro de unidades ciue
très... zeros.
ella contein: setenta billiOes, quatrocentos cincoenta
e dois milhCies, oitocentos c très rail, noveccntas c Invcrsauiente o algarismo 8 que représenta mi-
sessenta e quatro unidades. lares em 358000, passa a représentai- centenas em
Consegue-se 1er um numéro qualquer por ineio 5800, dezenas em 3580 e unidades em 358; isto é,
da seguinte um numéro terminado por ze
ros torna-se 10, 100, 1000... ve-
REGRA:—D'ivule->^eo mimero em classe.-^ de zes inoiior, supprimindo-se um,
très- ah/arismofi, da direita para a es dois, très... zeros â sua direita.
querda, podendo a ultima classe d es Estas observaçôes sao ainda uma consequencia
querda ter vienos de très algarismos ; Ho valor relative dos algarismos.
depois, ainda no mesmo sentido, ddo- 0 valor de posiçao ou relative dos algarismos
se as classes assim formadas, os no^ ata do seculo I.X de nossa era., sendo Mohammed
mes de unidades, mïlhares, milhàes, eu Mousa (Alkarismi) «d'primeiro que teve a idéa
bilhôes, trîlhôes... etc. e, lendo, final- 0 simples e tùo îuminosa—uma verdadeira rovolu-
mente, i a esqtierda para a direita, ao scientifica«—(*) de dar a cada uni dos signaes
enuncia-se cada classe corn o numeny umeraes, desde zero até nove inclusive, valores de
de unidades que ella contem.
(*) Hœffer.
Resta-nos unia observaçâo. Se â esquerda de uni
numéro qualquer, por exemple 358, escrevernios
zeros, 00358, cada algarisrao significativo deste nu-
1
' j i
LKÔES DE AEITHMETIC'A
2G LIÇOES DE AKlTliM^TlCA
* Entretanto, diz o Dr. Aarào Reis. lao grnmlG
teria de ser a i*evoIuçâo produzida no doniinio
tico dîi juatlicmatica pela substitm\'ào do aetiiaJ sjs-
tema do numcravAo por outre qualquer. que po( e-
(le'/eutts etc. iucoutcstJivelmcntc u^o do zero rjamos considorar iiupossivcl qualquer tentatnji nos-
- 0 dc<ffVlkîxrisini
signava yelo* ^X« ,ip (Uffereiieu o oue se chiiioit
'?. dàcUnàlTporcp.c di/. quo os se scntido». Aarào Keis—Arith—1.*'' ed. pag. ml.
Seja, poreiu, quai for o systema em que tenlia-
hojc posiyao ou Old , ^ e,„ (UrtorciUcs loga- mos de représentai" os numéros, précisâmes de um
algarismo para exprimir cada numéro inferior a base,
seiulo quo, aiem desses, é iinpresciiulfvel o zero paid
precncher as oi'dens onde nào Jiaja uiiidades.
lo aeAul (H'^ffer-obr cita Ui pag ^ No systema quinario, por exempJo, os numéros
Eiitretanto foi "^uito Rmi a a p. op- , serào representados pelos algarismos 0, I, -, , ?
tema, c sô no scculo Wl toinoub^. no svstema sotimal por 0, 1, 2, 3, 4, o, 0;
eiïiprego ^ kv - . V uotac-ao romana foi cm- tçma. binario por 0, 1 ; isto é, os numéros sào lepre-
s<3ntados em um systema de base dada, poi ta
°°'"Slntè até a iaU'oducçào dos alsaris- Mlgarismos, inclusive o zero, quantas forem as um-
LTar:4°os.°FUa - esta.itrodciçao no fn
i i do sej d,a-dcs da base (*); e a escripta dos numéros assen-
sobrc 0 principle:
'"'°]^âinda 0 mesiio autor; "So cm loOO toi'noinst Um algarismo eseripto à e.s-
quorda de outre, vale tentas
commum aeu uso ein França. Coutm" dm ,i vezes mais do que se occupcasse
inuito tempo a empregar sinniltaneammitc . 0 logar desse outre, quantas fo
sYstemas. Escrevia-se por exemplo X , a , ' J rem as iiniclades da base do
lï 12, 13. A propria forma dos sof systema.
var'iaçt>es e sôe
' m 1650 ficoa assentada deEiuitva-|
mente». {GG 47).
m a s
Ë©prv0LS\©iitaçâ@ 0 lolt-TU'®
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BefiEiçÔés
■ A^arithnietica
siguaeseiïipreo'a
que fiîï^
tèifI
dianti ao do °leUol de ora sà
gras. ° '®"or a deduçâo das re
33
LIÇÔKS DE AlllTHMEnUA
fxTU
operaçôes
I ASdîfâo
é a onor-1
^°ûter cïe
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0TIIS9UI 'GJT90.ï3:j "Bp SOp Ultl BpBO ^ 131X0^ ^
9:X^9puo(3s9jaoo OB gp^x^iun 1311111 9p OBOippB vxo
-BUIJOJ 9S uquix lîpiinSos lip 0J9UinU BpBQ 'X^^UOSTJLOll
v,x\m\ I3ji9mucl 13 opBUiJOX souig:^ opoui 9XS9X3 9 *6^ T
9p soaioitn 'sojomnu so mopjo i3U upin^O'
TH9 'a 0 opnoAOJOsa os-iîôouioo 'b-I'i-cI
8 T L I 91 QX fl 81 5 1 I I 01 6
L I 9 1 9 1 1^1 8 1 5 1 X I 0 1 6 8
0 1 9 1 fl 8 1 5 1 I t 0 1 ( j 8 1
91 fl 8 1 5 1 I I 01 0 8 L 9 •
t l 81 51 T I OT 6 8 L 0 Ç
81 Z \ T I 0 1 0 8 L 9 Ç f
6 l I T 0 0
< •
OT 8 L 9 (J f
I T 01 6 8 L 9 Q f 8 6
01 6 8 L 9 9 f 8 5 X
6 8 L 9 C
J f 8 5 T 0
'OYôiaav Ya YoaYi
o^uinSos lip 0T9m .lod opuxxns
-9j 0 ojuouiuxiiipoimui joxqc souiuT.iapod oiib uio osiio
t oxsodojcl oxdmoxo ou ouioo 'soxduus soaoumu siox»
op OSUO ou OXnSOUl) 11 OXUOUllXlOX.tod OAXOSO.I 'odHV:)UO(ï
■tt9 no ]vu7iiDU imiuiouox") os oub 'ossoDo.id
•opuSoAdiuo OSS000.KÏ ot.idoad op opniJiA.^^<^c;nn
-t?X) soaomnu siox") sop su onl> ox) so\)iipiuii sotiom uiou
voixaKiiiiuv aa sao6n
LIÇOeS de AïîrTH.METfC/ " *
'osTSVTV '•!
etuar; e°o 9Î<^nal — l?dic? ^ operaçao a effo-
entre 12e 5 + 7 " ^ eguald'nut
Ao°nume?™7"j
nnidades de 5 e untara^ segui
tm-emof n 'n'"das
te modo;
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asomma23cone
t^,
l :
* LIÇOES DE ARITHMETICA HO
t
14938
B:i56
529
5478
575
14988
Lenteurs?
Kentenas para eUreve^r^n^o'
a columna resnec'tW?2
.: as
Mois; e très, cinco;e cinco dot t vao
-
tematisaçùo, o quaiicomo ' "^®*^'^odod
de ç g
sy3-=
ïleâaâes da adtîçàfl
THTOREHAI.0;o
' BuUa,ort^
diçcio e sempre o jnel
«eja quai for a o
T r u t a n fl o ri 1 . parcellas.
iudirtero;te,yî;?:
a mna uniclades de T ^u r7""'' ^ qn3
ppffual
arte e lualîq
' rcoâmccmos, aparté quefiear sera
â que procuramos déterminai.
AppUcando este raciocinio ao exemple pioposto,
leconhecemos que, se do numéro tu
rar ou subtraliir 4, a parte que hcai
desta operaçao, sera egual a que f ,
detitc que de 12 tercmos tirado ou subtiahido^ 4, t
rando ou subtrabindo de 12, uma a uma, as unidaucs
de 4.
Passando agora as
uma no minuendo, visto coino a o * decom-
Unidades e pai-a esta oi'dera a tiau l ■ |),i,iiieiido
posta, reconhecemos que esta flozena ,
uâo pode représentai- a soraiiia das •> .nnlia ha-
6 rafis as do resto. Necessario e, P°^S',X°C cento-
vido réservas que attluiram para e,n
uns: e, como estas réservas nao podem su
numéro superior a uma ceiitena ou dez dezena ,
50 LIÇÔES DE ARITHMETICA
11 3 = 8 dezenas do resto.
478 9424
842 2737
181 G687
27^
359S>
111
2 489
feita^emeçando a onerap-ir»
encontraremos 5 — 2,i.®P,?^crda para a di-
rem passaudo as centenlir. resto• do-
împossivel •>_7 a nas, onde temos i r*i^ -
53
LIÇÔES DE ARITHMETICA
« -f.c«ouK
uo resto. E assi.n por diante, como mdicsaao
s ns
calcule aciina. . mnnn 9745 Porqual-
Como exercicio seja ainda de-
quer dos methodos expostos ^ m» dezenas e 10
composte em 9 milliares, 9 ccntenas,
unidades e eiitào teremos;
l()_-,5 = 5unidades
9^4 = 5 dezenas
9 __ 7 = 2 centenas
9^2 = 1 milUares.
Dispoudo 0 calcule e effectuando
0 9 9
1 0000
2 7 4 5
~T2 5 5
P>-
ty p 1, A'
!;:,sdeumasubtrncçao
o raesmo °;®
cmltado nào se alteia.
. -n p. tre 0 resultado e os
. Do modo de f "lue-se que, se se fi-
^si'mos de uma subtiacçao,
r» O P- 5. àfi a
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o P. .- r3t c â P i 3 — P !
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N +3 !» a s tw'Cj '3
UÇOes DE aiuthmetica D5
TF^FOKE'^IA
1 H l . U K iII.. -Subtralie-sedeumnu-
sommîi m-
dicada, subtrahindo
desse numéro succes-
sivamente cada uma
das parcellas da som
m a .
A, aSejam
sommaA' o o-{-h
nu.nero «
é subtiahu de ^ , • parcella a
.u
l des de a+Z Subtndu
ij do po. deA-
teremos iV—a, resuitado maioi ^ do subtra-
porque osubtralieudo a dif féré, p* « destas^ unidades
beudodadoa-F/> de h
de que esta diminuido o o resto pro-
îado 0 resto. E' "ccessano pois, 1 ^ - encon-
<iurado, subtrahir h unidades ao lesu c
trado N—a e entao tcremos
K^(a+b) = K-(t-h.
Nocasocmqueasommasoa
j a+ï>+ctee
i mos,
îazendo a-f-?'
Eassdn,sea
j quaiforonumérodepurcea
l s.
theoremajii.
°,btracçao, juntaudo
n psse numéro o mi
nu eudoeao resuitado
subtrahindo o subtra
heiido.
liçOes dï: aiï[ti[metica
dt r'îïïu::
poi SCU valor 7a;
'n+.s\
-S«^^---^Ieondu.au,„
0 minuendo é a . ^, ! ;
'"resto,
I.IÇOFS DE AKITIIMETICA .)*
(*) V D T • ^'^^bendo.
LÏÇÔES DE AIÏITHMETICA
TerenioseiUàol0-12=i0-(l0+2)=l0--10-^-
=( —2);eo resultado—2imlicii que o valor abao-
iuto 2 é parte de um todo a subtrulur, nao se teado
eompletado <i subtracçao por se baver esgotaao
bdiiuendo. . ,
Dos dados da qucstào é évidente o absurde (lesta,
pois corn 10§ nao pode alguem pagar 12^ e exigu
ainda uiu saldo a seu favor, da mesma forma que,
segmido a definiçào de subtracçao e o fmi a que est.
propOe, é iinpossivel a subtraeçào 10 1—
Mas se prestarmos attençdo ao eiiuuciado da ques-
tào e ao resultado da operaçi^o, veremos que o
dnMduo iiîlo norle ter um saldo e sim um defi
o que 6■absiTdoV
memZ (a+fiTS;'- :T''+''>04-«+6 on6>fl+î'.
t r tn ra e s p e l o c o n t r a i d o : « T f l n t r . ■ j i -
O uu
O
^des negativas
<0 teremos sâo maiorea
forçosamente (—n't vV do qup 0 qua»^
ainda a2 < Q n n„o 7 . ^ ^ < 0 V
rem seusm a i oabsolutes.
valores res do que^O n