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Apostila VRF SET 2016 Rev01

O documento é um manual de treinamento para técnicos sobre a instalação, operação e manutenção do sistema de climatização VRF - SET FREE ECOFLEX da Hitachi. Ele abrange tópicos como programação, apresentação da linha de produtos, instalação, tubulação e interligações elétricas, além de incluir informações práticas e teóricas. O treinamento visa capacitar os profissionais para garantir a eficiência e a confiabilidade dos sistemas de ar condicionado.

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Kelly Fernandes
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Apostila VRF SET 2016 Rev01

O documento é um manual de treinamento para técnicos sobre a instalação, operação e manutenção do sistema de climatização VRF - SET FREE ECOFLEX da Hitachi. Ele abrange tópicos como programação, apresentação da linha de produtos, instalação, tubulação e interligações elétricas, além de incluir informações práticas e teóricas. O treinamento visa capacitar os profissionais para garantir a eficiência e a confiabilidade dos sistemas de ar condicionado.

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SET FREE ECOFLEX

TREINAMENTO VRF
IOPM VRF - SET FREE ECOFLEX

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI


SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO _________________________________________________________7
2 PROGRAMAÇÃO _______________________________________________________7
3 APRESENTAÇÃO DA LINHA DE PRODUTOS. _______________________________8
SET FREE ECO FLEX STANDARD (Alta Capacidade)_________________________8
SET FREE ECO FLEX STANDARD (Alta Capacidade)_________________________9
SET FREE ECO FLEX HI-COP __________________________________________10
SET FREE ECO FLEX HIGH EFFICIENCY - HE. ____________________________12
SET FREE CONDENSAÇÃO A ÁGUA ____________________________________13
UNIDADES INTERNAS (EVAPORADORES). _______________________________15
MODELOS E CAPACIDADES DAS UNIDADES INTERNAS ___________________15
CONTROLES REMOTOS INDIVIDUAIS ___________________________________16
3.8.1 PC-ARFV - CONTROLE REMOTO COM FIO (FUNÇÃO GUIA DE VOZ). ____ 16
3.8.2 PC-AR - CONTROLE REMOTO COM FIO. ___________________________ 16
3.8.3 PSC-A1T - TEMPORIZADOR DE 7 DIAS. ____________________________ 17
3.8.4 PC-ARH - CONTROLE REMOTO COM FIO. __________________________ 18
3.8.5 PC-LH3A/LH3B - CONTROLE REMOTO SEM FIO _____________________ 18
CONTROLES CENTRAIAS _____________________________________________19
3.9.1 CONTROLE REMOTO CENTRALIZADO PSC-A64S. ___________________ 19
3.9.2 CONTROLE REMOTO CENTRALIZADO PSC-A64GT. __________________ 19
3.9.3 CS NET WEB 4.0 - PSC-A160WEB1. ________________________________ 20
3.9.4 SISTEMAS DE CONTROLE CENTRAL (BMS) BACNET® _______________ 21
3.9.5 HARC-MODBUS ________________________________________________ 21
4 DEFINIÇÕES._________________________________________________________22
DEFINIÇÃO DE SISTEMA MULT SPLIT. __________________________________22
DEFINIÇÃO DE CONFIGURAÇÃO MODULAR. _____________________________22
DEFINIÇÃO DE CONTROLE INVERTER. __________________________________23
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO ______________________________________23
5 FERRAMENTAS ______________________________________________________25
6 INSTALAÇÃO _________________________________________________________27
DISPOSIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS ____________________________________27
6.1.1 UNIDADES EXTERNAS __________________________________________ 27
7 FUNDAÇÃO __________________________________________________________28
FUNDAÇÕES EM CONCRETO __________________________________________28
8 TUBULAÇÃO DE REFRIGERANTE. _______________________________________29
ARMAZENAMENTO DO MATERIAL. _____________________________________29
COMPRIMENTO MÁXIMO DE TUBULAÇÃO _______________________________30

2
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
DIREÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DA TUBULAÇÃO “LADO INFERIOR” ____________30
DIREÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DA TUBULAÇÃO “FRONTAL OU TRASEIRO”. _____31
DIREÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DA TUBULAÇÃO ____________________________32
FATOR DE CORREÇÃO EM FUNÇÃO DAS PERDAS DE CARGAS. ____________32
GRÁFICO DE COREEÇÃO DE CAPACIDADE. _____________________________33
9 TUBULAÇÃO FRIGORÍGENA. ___________________________________________34
DISTRIBUIÇÃO DA TUBULAÇÃO E MULTIKIT’S. ___________________________34
DIMENSIONAMENTO DA REDE FRIGORÍGENA____________________________35
MULTI KIT __________________________________________________________37
9.3.1 MULTI KIT LINE BRUNCH ________________________________________ 37
9.3.2 POSIÇÕES E DISTÂNCIAS PERMITIDAS DO MULTI-KIT _______________ 37
9.3.3 MULTI KIT HEADER _____________________________________________ 38
10 INTERLIGAÇÃO DAS UNIDADES EXTERNAS. ______________________________38
DISPOSIÇÃO DAS UNIDADES EXTERNAS._____________________________38
11 instalaÇÃO DA TUBULAÇÃO ____________________________________________39
MÉTODO DE DISTRIBUIÇÃO DA TUBULAÇÃO __________________________39
CORTE DA TUBULAÇÃO. ___________________________________________39
CONFECÇÃO DE FLANGE __________________________________________40
TABELA DE TORQUES _____________________________________________41
BRASAGEM ______________________________________________________41
11.5.1 FERRAMANTAS ________________________________________________ 41
11.5.2 METODO DE BRASAGEM BÁSICA _________________________________ 42
11.5.3 EXPURGO DAS LINHAS _________________________________________ 43
TESTE DE ESTANQUEIDADE. _______________________________________43
11.6.1 PROCEDIMENTO PARA TESTE DE ESTANQUEIDAE. _________________ 43
11.6.2 ISOLAÇÃO DAS LINHAS FRIGORÍGENAS. __________________________ 44
12 desidratação do sistema (vácuo) __________________________________________44
FERRAMENTAS ___________________________________________________44
PASSO A PASSO PARA A REALIZAÇÃO DO VÁCUO. ____________________45
13 CARGA DE FLUIDO REFRIGERANTE. ____________________________________46
Guia de Cálculo da Carga de Refrigerante Adicional (R-410A). _______________46
REGISTRO DE CARGA TOTAL CARREGADA NO SISTEMA. _______________47
14 INTERLIGAÇÕES ELÉTRICAS ___________________________________________48
ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA DE POTÊNCIA______________________________48
INTERLIGAÇÃO ENTRE AS UNIDADES EXTERNAS ______________________48
INTERLIGAÇÃO DE COMUNICAÇÃO H-LINK ___________________________49
DIAGRAMA COMPLETO DE INTERLIGAÇÕES ELÉTRICAS. _______________50
COMUNICAÇÃO EM MALHA. ________________________________________50
15 CONFIGURAÇÃO DAS DIP SWITCH ______________________________________51

3
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
PLACA ELETRÔNICA PCB1. _________________________________________51
LAY OUT DAS DIP SWITCHES _______________________________________52
DSW1 + RSW1: ENDEREÇAMENTO DO CICLO REFRIGERANTE. __________53
DSW2: CONFIGURAÇÃO DA CAPACIDADE ____________________________54
DSW3: CONFIGURAÇÃO STANDARD _________________________________54
DSW4: CONFIGURAÇÃO DE SERVIÇO E TESTE DE OPERAÇÃO __________54
DSW5: OPERAÇÃO DE EMERGÊNCIA DOS COMPRESSORES E TESTE DE
OPERAÇÃO. ____________________________________________________________55
15.7.1 AJUSTE DO COMPRESSOR EM EMERGÊNCIA “OFF” _________________ 55
15.7.2 DSW5: AJUSTE DO CICLO VIRTUAL. _______________________________ 57
15.7.3 DSW5: JULGAMENTO DE CARGA DE GÁS REFRIGERANTE. ___________ 57
15.7.4 DSW5 CONFIGURAÇÃO PARA ALTA PRESSÃO ESTÁTICA. ____________ 59
DSW6: CONFIGURAÇÃO DA UNIDADE EXTERNA _______________________59
DSW-7 CONFIGURAÇÃO DA TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ________________60
DSW-10: CONFIGURAÇÃO DE TRANSMISSÃO ________________________60
PLACA FANM “PCB3” _____________________________________________62

4
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
Figura: 14.3.1: CABO SHIELDADO 49
Figura: 14.5.1: MALHA H-LINK 50
Figura: 15.1.1: PLACA ELETRÔNICA PCB1 51
Figura: 15.2.1 DSW's, PSW's, RSW"S e SETE SEGMENTOS 52
Figura: 15.7.1 PLACA INVERTER "PCB2" 56
Figura: 15.9.1 Configuração da Alimentação 60
Figura: 15.10.1 Configuração da Impedância 60
15.10.2: Cabo de Comunicação H-Link 61
Figura: 15.12.1 PLACA FANM "PCB3" 65

5
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
Tabela 1: COMBINAÇÕES DAS UNIDADES EXTERNAS STANDARD ................................ 9
Tabela 2: COMBINAÇÕES DAS UNIDADES EXTERNAS HI-COP ..................................... 11
Tabela 3: COMBINAÇÕES DAS UNIDADES EXTERNAS - HE ........................................... 13
Tabela 4: COMPRIMENTOS PERMITIDOS ........................................................................ 30
Tabela 5: DIÂMETRO DA TUBULAÇÃO PRINCIPAL .......................................................... 35
Tabela 6: TORQUES ........................................................................................................... 41
Tabela 7: FUNÇÕES DAS DSW's, SW's E LED's da “PCB1”. ............................................. 52
Tabela 8: AJUSTE DE CAPACIDADE ................................................................................. 54
Tabela 9: CONFIGURAÇÃO STANDARD ........................................................................... 54
Tabela 10 DSW4: CONFIGURAÇÃO DE SRVIÇO E TESTE DE OPERAÇÃO .................... 54
Tabela 11: FUNÇÕES DAS DSW's, SW's E LED's da “PCB2”. ........................................... 56
Tabela 12: FUNÇÕES dos LED's da “PCB3”. ...................................................................... 65

6
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
1 INTRODUÇÃO

Esse treinamento tem objetivo de orientar e capacitar os técnicos de campo quanto às técnicas de
instalação, operação, manutenção e controle de condicionadores do tipo Mult Split inverter VRF - SET
FREE.

2 PROGRAMAÇÃO

Assuntos Abordados
Apresentação da Linha de Produtos; Transporte; Instalação; Local de Instalação; Posicionamento dos
Equipamentos; Fixação das Unidades (Internas e Externas); Endereçamento; Tubulação; Diâmetro e
Comprimento X Capacidade; Espessura X Diâmetro; Distribuição da Tubulação; Comprimento Linear
e Equivalente (Perdas de Carga); Mult Kit (Line Branch e Header); Brasagem (Solda); Isolação;
Estanqueidade “Teste de Vazamento com Pressão de N2”; Desidratação do Ciclo Frigorígeno “Vácuo”;
Carga de gás refrigerante (R-410a); Cálculo de Carga Adicional; Preenchimento da Etiqueta de
Informações da Carga de Gás; Interligações Elétricas; Elétrica de Potência; Cabo de Comunicação “
H-LINK”; Interligação com Controle Remoto (PC-ARF, PC-ARFV); Ajustes (Configuração das Dip
Switches e Rotary Switches);

Aula Prática:
Julgamento da Carga de Gás Refrigerante; Teste Operacional; Modo Resfria; Modo Aquece;
Navegação e Anotação de Dados do Set Segmentos; Preenchimento da Planilha de Dados “Histórico”
do funcionamento no START-UP; Avaliação do Sistema Utilizando CSNET-WEB; Estudo Detalhado de
Possíveis Alarmes; Supervisórios; CSNET WEB; Hitachi Service Tools II; Orientações e Cuidados;
Componentes e Materiais de Marcas Duvidosas, Principalmente Fluídos Refrigerantes, Cabo
Shieldado, Soldas, Tubos de Cobre, Etc....

7
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
3 APRESENTAÇÃO DA LINHA DE PRODUTOS.

SET FREE ECO FLEX STANDARD (Alta Capacidade)

Figura 3.1.1: LINHA COMPLETA VRF SET FREE ECO FLEX

Fonte: HITACHI - Catálogo Comercial (20Cat_Set Free Eco Flex_STF1504_0114)

 Linha completa VRF Multi Split Inverter com fluido refrigerante amigável
R-410A.

A linha SET FREE é reconhecida pelo mercado por sua estabilidade, confiabilidade e economia, graças
a alta eficiência dos compressores Scroll Inverter Hitachi, que garantem alta performance ao sistema
de ar condicionado.
Suas tecnologias aliadas a constante preocupação com o meio ambiente, fazem do sistema VRF SET
FREE o melhor sistema de climatização para ambientes de pequeno, médio e grande porte.

8
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
SET FREE ECO FLEX STANDARD (Alta Capacidade)
Figura 3.2.1: UNIDADES EXTERNAS STANDARD

Alta eficiência e modelos de maior capacidade.


Os equipamentos da Linha SET FREE ECO FLEX são
modulares, proporcionando maior facilidade de transporte
e instalação e priorizam a economia e alta eficiência. A
linha Eco Flex conta com modelos de maior capacidade
(até 54 HP).

Fonte: HITACHI - Catálogo Comercial - Cat_Set

Free_STF2000_MAR_2015 (Pag-25)

Tabela 1: COMBINAÇÕES DAS UNIDADES EXTERNAS STANDARD

 MODULO BASE
HP 8 10 12 14 16 18
MODELO RAS8FSNMB RAS10FSNMB RAS12FSNMB RAS14FSNMB RAS16FSNMB RAS18FSNMB

 COMBINAÇÃO DE MODULOS

HP 20 22 24 26 28 30
MODELO RAS20FSNMB RAS22FSNMB RAS24FSNMB RAS26FSNMB RAS28FSNMB RAS30FSNMB
RAS10FSNMB RAS10FSNMB RAS12FSNMB RAS10FSNMB RAS10FSNMB RAS12FSNMB
COMBINAÇÃO
RAS10FSNMB RAS12FSNMB RAS12FSNMB RAS16FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB

HP 32 34 36 38 40 42
MODELO RAS32FSNMB RAS34FSNMB RAS36FSNMB RAS38FSNMB RAS28FSNMB RAS30FSNMB
RAS16FSNMB RAS16FSNMB RAS18FSNMB RAS12FSNMB RAS12FSNMB RAS12FSNMB
COMBINAÇÃO RAS16FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB RAS12FSNMB RAS12FSNMB RAS12FSNMB
RAS14FSNMB RAS16FSNMB RAS18FSNMB

HP 44 46 48 50 52 54
MODELO RAS44FSNMB RAS46FSNMB RAS48FSNMB RAS50FSNMB RAS52FSNMB RAS54FSNMB
RAS12FSNMB RAS12FSNMB RAS12FSNMB RAS14FSNMB RAS16FSNMB RAS18FSNMB
COMBINAÇÃO RAS14FSNMB RAS16FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB
RAS18FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB

Fonte: HITACHI - Cat_Set Free Eco Flex II_STF3000_Mar_2016 (Pág-08)

Vantagens

• Garantia de 5 anos para o compressor e 2 anos para o equipamento(1)


• COP elevado - eficiência, economia e alta performance;
• Flexibilidade no transporte e instalação;
• Maior número de unidades evaporadoras;
• Modelos de maior capacidade;
• Sistema de comunicação Hitachi H-Link II;
• Fabricação nacional
• Linhas de crédito e financiamento(2)

9
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
• Menor prazo de entrega;
• Pessoal qualificado para execução do Start Up;
• Assistência técnica com agilidade e rapidez no atendimento;
• Disponível nas tensões 220 V / 60 Hz e 380 V / 60 Hz.

(1) Verifique as condições no certificado de garantia;


(2) Consulte o departamento comercial para verificar modelos já aprovados;
(3) Possibilidade de até 1.000 m de extensão total, desde que não ultrapasse o número de unidades evaporadas recomendadas e a carga máxima
de refrigerante especificada. Para maiores detalhes, consulte as especificações técnicas;
(4) Consulte especificações técnicas.

SET FREE ECO FLEX HI-COP


Figura 3.3.1: UNIDADES EXTERNAS SET FREE ECO FLEX HI-COP

Fonte: HITACHI - Catálogo Comercial - Cat_Set Free_STF2000_MAR_2015 (Pag-18)

Equipamento de alto desempenho


 A Hitachi Ar Condicionado apresenta mais uma inovação na linha VRF SET FREE ECO FLEX,
a série HI-COP. A linha possui mais esta opção, que prioriza a alta eficiência e a economia de
energia.
Vantagens

10
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
• As mesmas da linha SET FREE ECO FLEX, incluindo:
• HI-COP - Eficiência, economia e alta performance;
• Compressores 100% Inverter (até 36 HP)(1);
• Fabricação nacional;
• Linhas de crédito e financiamento(2)
(1) As combinações HI-COP de 38, 40, 44 e 46 HP mesclam compressores Inverter e constante.
(2) Consulte o departamento comercial para verificar modelos já aprovados.

Tabela 2: COMBINAÇÕES DAS UNIDADES EXTERNAS HI-COP

 MODULO BASE

HP 8 10 12 18
MODELO RAS8FSNMB RAS10FSNMB RAS12FSNMB RAS18FSNMB

 COMBINAÇÃO DE MODULOS HI-COP

HP 16 18 24 26 28
MODELO RAS16FSNMB RAS18FSNMB RAS24FSNMB RAS26FSNMB RAS28FSNMB
RAS8FSNMB RAS8FSNMB RAS8FSNMB RAS8FSNMB RAS8FSNMB
COMBINAÇÃO RAS8FSNMB RAS10FSNMB RAS8FSNMB RAS8FSNMB RAS8FSNMB
RAS8FSNMB RAS10FSNMB RAS12FSNMB

HP 30 32 34 36
MODELO RAS30FSNMB RAS32FSNMB RAS34FSNMB RAS36FSNMB
RAS10FSNMB RAS10FSNMB RAS10FSNMB RAS12FSNMB
COMBINAÇÃO RAS10FSNMB RAS10FSNMB RAS12FSNMB RAS12FSNMB
RAS10FSNMB RAS12FSNMB RAS12FSNMB RAS12FSNMB

HP 38 40 44 46
MODELO RAS38FSNMB RAS40FSNMB RAS44FSNMB RAS46FSNMB
RAS10FSNMB RAS10FSNMB RAS8FSNMB RAS10FSNMB
COMBINAÇÃO RAS10FSNMB RAS12FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB
RAS18FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB

Fonte: HITACHI - Cat_Set Free Eco Flex II_STF3000_Mar_2016 (Pág-08)

11
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
SET FREE ECO FLEX HIGH EFFICIENCY - HE.
Figura 3.4.1: UNIDADES EXTERNAS SET FREE ECO FLEX - HE

Comparativo feito utilizando equipamentos de


24 HP das linhas standard (FSNMB) e de alta
eficiência (HE) considerando o consumo
anual em Kw.

Fonte: HITACHI - Catálogo Comercial - Cat_Set Free_STF2000_MAR_2015 (Pag-08)

Vantagens

• HE - High Efficiency - Alta eficiência, economia e alta performance do sistema;


• Compressor 100% Inverter;
• Garantia de 5 anos para o compressor e 2 anos para o equipamento(1) ;
• Flexibilidade no transporte e na instalação ;
• Sistema de comunicação Hitachi H-Link II;
• Fabricação nacional
• Linhas de crédito e financiamento(2)
• Menor prazo de entrega;
• Pessoal qualificado para execução do Start Up;
• Assistência técnica com agilidade e rapidez no atendimento;
• Disponível nas tensões 220 V / 60 Hz e 380 V / 60 Hz.

(1) Verifique as condições no certificado de garantia.


(2) Consulte o departamento comercial para verificar modelos já aprovados.

12
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
Tabela 3: COMBINAÇÕES DAS UNIDADES EXTERNAS - HE

 MODULO BASE

HP 8 10 12
MODELO RAS8FSNHB RAS10FSNHB RAS12FSNHB

 COMBINAÇÃO DE MODULOS

HP 16 18 20 22 24 26
MODELO RAS16FSNHB RAS18FSNHB RAS20FSNHB RAS22FSNHB RAS24FSNHB RAS26FSNHB
RAS8FSNHB RAS8FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS8FSNHB RAS8FSNHB
COMBINAÇÃO RAS8FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS12FSNHB RAS8FSNHB RAS8FSNHB
RAS8FSNHB RAS10FSNHB

HP 28 30 32 34 36
MODELO RAS28FSNHB RAS30FSNHB RAS32FSNHB RAS34FSNHB RAS36FSNHB
RAS8FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS12FSNHB
COMBINAÇÃO RAS8FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB
RAS12FSNHB RAS10FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB

 COMBINAÇÃO DE MODULOS

HP 38 40 42 44 46 48
MODELO RAS38FSNHB RAS40FSNHB RAS42FSNHB RAS44FSNHB RAS46FSNHB RAS48FSNHB
RAS8FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS12FSNHB
RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB
COMBINAÇÃO
RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB
RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB

Fonte: HITACHI - IHMIS-SETAR014 Rev02 Jul2014_High Efficiency (Pág-08)

SET FREE CONDENSAÇÃO A ÁGUA


Figura 3.5.1: UNIDADE EXTERNA SET FREE ECO FLEX CONDENSAÇÃO A ÁGUA

Comparativo de eficiência de um
equipamento com condensação a ar e a água
de 10 HP.

13
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
Fonte: HITACHI - Catálogo Comercial - Cat_Set Free_STF2000_MAR_2015 (Pag-36)

Vantagens

• As mesmas da linha SET FREE ECO FLEX, incluindo:


• Atender a projetos arquitetônicos mais exigentes;
• Instalação no andar em área distante da fachada (ex.: copa);
• Projetos de edifícios com desnível elevado;
• Edificações situadas em regiões litorâneas.

Observações:
Instalar somente em sala de máquinas ou ambientes protegidos contra chuva e intempéries, com ventilação;
Utilizar somente torre de resfriamento de água do tipo circuito fechado.

14
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
UNIDADES INTERNAS (EVAPORADORES).
Figura 3.6.1: UNIDADES EVAPORADORAS

Fonte: HITACHI - Catálogo Comercial - Cat_Set Free_STF2000_MAR_2015.

MODELOS E CAPACIDADES DAS UNIDADES INTERNAS


Tabela 4: CAPACIDADE DAS UNIDADES INTERNAS

Fonte: HITACHI - IHMIS-SETAR001 Rev17 Out2016_Unid Evap

Tabela 5: CAPACIDADE DAS UNIDADES INTERNAS

15
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
Fonte: HITACHI - IHMIS-SETAR001 Rev17 Out2016_Unid Evap

CONTROLES REMOTOS INDIVIDUAIS


3.8.1 PC-ARFV - CONTROLE REMOTO COM FIO (FUNÇÃO GUIA DE VOZ).

Figura 3.8.1: PC-ARFV


PC-ARFV
 Controle multifuncional com a exclusiva
função “guia de voz”, que auxilia o usuário na
configuração e operação dos equipamentos.
 Com um amplo display LCD tipo Full Dot, a
visualização da tela fica mais clara facilitando
a identificação rápida dos comandos e das
condições de operação indicadas no controle.
 Possibilita redução no consumo de energia,
com o uso da função de configuração da
temperatura inicial de operação. Ajuste de
timer com programação semanal.
Fonte: HITACHI
3.8.2 PC-AR - CONTROLE REMOTO COM FIO.

Figura 3.8.2: PC-AR

PC-AR
 Controle multifuncional com amplo display para
operação, verificação e monitoramento de todas
as unidades.
 Na ocorrência de alguma anomalia, o código de
alarme é exibido no display, possibilitando o
diagnóstico rápido e preciso do problema.
 Todas as funções das unidades internas podem
ser configuradas por este controle remoto.
 Possibilidade de ajuste de timer (*), com
intervalos de meia hora até 24 horas.
(*) Necessário temporizador PSC-A1T
Fonte: HITACHI

16
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
3.8.3 PSC-A1T - TEMPORIZADOR DE 7 DIAS.
Figura 3.8.3: PSC-A1T
PC-AR
 Utilizando os controles PSC-64S e PC-AR, em
conjunto com o temporizador de 7 dias
(PSCA1T), os equipamentos de ar condicionado
podem ser operados de acordo com uma
programação horária. A programação pode ser
feita em intervalos de 7 dias, com até 3
programações para ligar e desligar por dia.
 Opção de bloqueio do controle remoto, enquanto
os equipamentos estiverem desligados (quando
utilizados em conjunto com PSC-A64S e PC-
AR).
 Possibilidade de configuração de dois horários
Fonte: HITACHI (A e B) semanais, que podem ser utilizados, por
exemplo, para o horário de verão e inverno.
 Em caso de falta de energia, o sistema interno
de gerenciamento, mantém a programação por
várias semanas.

17
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
3.8.4 PC-ARH - CONTROLE REMOTO COM FIO.
Figura 3.8.4: PC-ARH

PC-ARH
 Operação simplificada, focada
basicamente no ajuste de temperatura.
 Ideal para locais como hotéis, pousadas,
etc., locais onde são manuseados por um
grande número de pessoas.

Fonte: HITACHI

3.8.5 PC-LH3A/LH3B - CONTROLE REMOTO SEM FIO

Figura 3.8.5: PC-LH3A / LH3B

PC-LH3A / LH3B
 Todo acionamento é feito remotamente
(sem fio). (*)
 Possibilidade de operação simultânea de
até 16 unidades internas com um único
controle remoto (neste caso será
necessário conectar a fiação entre as
unidades internas).
(*) Necessário kit receptor

Fonte: HITACHI

18
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
CONTROLES CENTRAIAS
3.9.1 CONTROLE REMOTO CENTRALIZADO PSC-A64S.

PSC-A64S
Figura 3.9.1: PSC-A64S
 Podem se conectar no mesmo H-LINK
até 8 estações centrais.
 Cada estação central pode controlar até
64 controles remotos/receptores de sinal.
 Possibilidade de controle centralizado de
até 160 unidades internas.
 Podem ser configurados, além das
funções básicas: modo de operação,
ajuste de temperatura, vazão de ar e
defletor automático.
 Em caso de anomalia, o código de alarme
é exibido do display, possibilitando o
diagnóstico rápido e preciso.
 Disponibilidade de entrada auxiliar, para:
 Liga / desliga remoto;
 Parada de emergência / controle de
demanda;
Fonte: HITACHI  Sinal de operação e alarme.

3.9.2 CONTROLE REMOTO CENTRALIZADO PSC-A64GT.

Figura 3.9.2: PSC-A64GT


RECURSOS

Estão disponíveis as seguintes funções para as


unidades internas ligadas ao Controle Central:

 Monitoramento das condições de


funcionamento por blocos/grupos.
 Programação horária (ligar/desligar e
ajuste de temperatura) por blocos/grupos.
 Ajuste de feriado para programação
horária.
 Ligar/desligar, parada de emergência e
função opcional entrada externa.
 Função para operação das unidades em
Fonte: HITACHI grupo.

Função de diagnóstico com códigos de alarmes;


 Ligar/desligar;
 Alteração do modo de operação;
 Ajuste da velocidade do ventilador;
 Ajuste da direção do defletor de ar;
 Ajuste de temperatura;
 Função de bloqueio do controle remoto pelo controle central;
 Indicação e cálculo do tempo de funcionamento acumulado das unidades do grupo;

19
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
 Indicação de registro de histórico de alarmes;
 Indicação de data e horário;
 Registro de nome de blocos e grupos;
 Registro de indicação de informação de contato dos serviços;
 Registro de indicação de limpeza de filtro da unidade evaporadora;
 O funcionamento das unidades (liga/desliga) pode ser selecionado da seguinte forma:

 Funcionamento individual;
 Funcionamento em grupo;
 Funcionamento em bloco;
 Funcionamento geral de todas as unidades.

3.9.3 CS NET WEB 4.0 - PSC-A160WEB1.

Figura 3.9.3: PSC-A160WEB1

FUNÇÕES DE MONITORAMENTO
 Ligar/desligar;
 Modo de operação;
 Configurar velocidade do ventilador;
 Configurar direção do ar;
 Configurar temperatura;
 Configuração de bloqueio do controle
remoto;
 Sinalização de filtro sujo;
 Alarme;
 Código do alarme;
Fonte: HITACHI  Temperatura de insuflação e retorno.

Função de controle (protocolo Mais controle com ajustes individuais


Modbus/TCP)  Possibilita selecionar cada unidade interna
 Controle ligar/desligar; desejada e efetuar os seguintes comandos:
 Liga/desliga;
 Envio de alarme via e-mail;
 Alteração de modo de operação;
 Configuração do modo de operação;
 Ajuste de temperatura;
 Configuração da temperatura;  Velocidade de ventilação;
 Intervalo de configuração:  Alteração da posição de louver;
 Resfriamento 19°C a 30°C  Bloqueio dos controles remotos de
 Aquecimento 17°C a 30°C cada unidade;
 Configuração da direção de ar;  Ajuste a quarta velocidade de
 Controle remoto totalmente desbloqueado / ventilação (disponível apenas para as
bloqueado; unidades internas compatíveis com
 Controle remoto parcialmente essa função).
desbloqueado / bloqueado;
 Configuração da velocidade do ventilador;
 Configuração da direção do ar: (não pode
ser configurada pelo controle remoto sem
fio).

20
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3.9.4 SISTEMAS DE CONTROLE CENTRAL (BMS) BACNET®
Figura 3.9.4: HC-A64BNP
Método de conexão
 Conexão pela IEEE802.3
compliance
(100BASETX/10BASE-T) para
rede BACnet®

Funções de Monitoramento
 Ligar/desligar;
 Alarme;
 Modo de operação;
 Velocidade do ventilador;
Fonte: HITACHI
 Temperatura de insuflação e retorno;
 Código de alarme;
 Anomalia de comunicação;
Quantidade de Conexões  Sinalização de filtro sujo.
 Até 64 unidades internas por interface
BACnet®
Funções de Controle
 Controle ligar/desligar;
 Configuração de modo de operação;
 Configuração de temperatura;
 Configuração da velocidade do ventilador;
Controle remoto desbloqueado/bloqueado
para operação;
 Reset da sinalização de filtro sujo.

3.9.5 HARC-MODBUS

Figura 3.9.5: HARC MUDBUS

HARC MUDBUS
 O dispositivo HARC-MODBUS, faz a
conversão dos dados lidos em H-Link
para Modbus RTU, que é um protocolo
de comunicação amplamente utilizado
no mercado.

 Com a HARC-MODBUS, é possível


integrar o sistema de automação
predial, com o sistema de ar
condicionado VRF - SET FREE.
Fonte: HITACHI

21
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4 DEFINIÇÕES.
DEFINIÇÃO DE SISTEMA MULT SPLIT.

DEFINIÇÃO DE CONFIGURAÇÃO MODULAR.

22
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DEFINIÇÃO DE CONTROLE INVERTER.

PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

Em sistemas com tecnologia INVERTER, a produção de energia térmica é proporcional à


demanda, graças ao controle de capacidade, ou seja, a vazão de refrigerante é transportada
na medida exata da demanda térmica pontual requerida pelo sistema.

23
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
Em sistemas com INVERTER, podemos explorar a simultaneidade (ou diversidade) através
de uma análise das cargas térmicas e dos fatores de ocupação dos locais a serem
condicionados.

24
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5 FERRAMENTAS

25
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
26
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6 INSTALAÇÃO

DISPOSIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS


6.1.1 UNIDADES EXTERNAS

OPÇÃO 1: Paredes em 02 direções.

Recomenda-se o espaço mínimo de 300 mm no lado traseiro, quando não há nenhuma parede
nos dois outros lados, e no caso das unidades serem instaladas junto à edifícios altos.

Fonte: Manual de Instalação IHMIS-SETAR018 - pag12

OPÇÃO 2: Paredes em 03 direções.

Fonte: Manual de Instalação IHMIS-SETAR018 - pag12

Fonte: Manual de Instalação IHMIS-SETAR018 - pag13


OPÇÃO 3: Paredes em 04 direções.

27
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Fonte: Manual de Instalação HMIS-SETAR018 Mai/2016 Rev.: 00 Pág 13.

NOTAS:

1) Mantenha a área superior às Unidades Externas, livres de qualquer obstáculo, para evitar
curto circuito de ar.
2) As ilustrações acima indicam o espaço mínimo necessário para operação e manutenção
dos equipamentos.
3) Para instalação de várias unidades, 1 grupo permite 6 Unidades Externas (máximo). É
necessário o espaço de 1 m em cada grupo.

Fonte: Manual de Instalação HMIS-SETAR018 Mai/2016 Rev.: 00 Pág 13.

4) Se houverem paredes nos quatro lados, providencie aberturas na parede para ventilação.

7 FUNDAÇÃO
FUNDAÇÕES EM CONCRETO
1) A altura da fundação deverá ser 150 mm acima do nível do piso.

28
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2) Instale um dreno em torno da fundação para que a água seja drenada regularmente.
3) Instale a unidade externa sobre uma superfície plana e horizontal. Certifique-se de que
a diferença entre os 4 lados (esquerdo, direito, frontal e traseiro) não seja maior que
10 mm.
4) Providencie fundações corretas e fortes, de modo que:
a) A Unidade Externa não fique inclinada.
b) Não ocorra ruído anormal;
c) A Unidade Externa não tombe devido a um forte vento ou a um terremoto.

Fonte: Manual de Instalação HMIS-SETAR018 Mai/2016 Rev.: 00 Pág 14.

e) As fixações das unidades externas devem ser feitas com chumbadores;

8 TUBULAÇÃO DE REFRIGERANTE.
ARMAZENAMENTO DO MATERIAL.

Fonte: AUTOR

A tubulação é uma parte crítica de qualquer projeto, pois é fundamental que essa seja de alta
qualidade para que seja capaz de resistir por muitos anos sem apresentar problemas para o
usuário. E quando se fala em qualidade em instalações de tubos, um dos principais materiais
no mercado é o tubo de cobre. Usado desde condutor de água quente até como condutor
eficiente de gás, esse material permite ser curvado, e soldado a calor com uma resistência ao
tempo que só as peças de metal podem conferir ao seu projeto.

29
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
Fonte: AUTOR

ATENÇÃO: Tudo começa no armazenamento do material, quando armazenado de


forma inapropriada causará riscos diversos na instalação e um gasto
desnecessário para limpeza no interno do mesmo.

COMPRIMENTO MÁXIMO DE TUBULAÇÃO


Tabela 4: COMPRIMENTOS PERMITIDOS

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR018 Mai/2016 Rev.: 00 Pág 20.

DIREÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DA TUBULAÇÃO “LADO INFERIOR”

30
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Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR018 Mai/2016 Rev.: 00 Pág 21.

DIREÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DA TUBULAÇÃO “FRONTAL OU TRASEIRO”.

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR018 Mai/2016 Rev.: 00 Pág 21.

31
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DIREÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DA TUBULAÇÃO

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR018 Mai/2016 Rev.: 00 Pág 18.

FATOR DE CORREÇÃO EM FUNÇÃO DAS PERDAS DE CARGAS.

Fonte: HITACHI - CATÁLOGO TÉCNICO - HCAT-SETAR016 Mai/2016 Rev.: 00 Pág 120.

32
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GRÁFICO DE COREEÇÃO DE CAPACIDADE.

Fonte: HITACHI - CATÁLOGO TÉCNICO - HCAT-SETAR016 Mai/2016 Rev.: 00 Pág 120.

33
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9 TUBULAÇÃO FRIGORÍGENA.

DISTRIBUIÇÃO DA TUBULAÇÃO E MULTIKIT’S.

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR018 Mai/2016 Rev.: 00

A - Dimensões da Tubulação da Unidade Externa


B - Dimensões da Tubulação e Multikit do Kit 1 Conexão até a 1ª Ramificação (*2)
C - Dimensões da Tubulação e Multikit após a 1ª Ramificação (*3)
D - Dimensões da Tubulação entre o Multikit e a Unidade Interna (*4)

OBSERVAÇÕES:
(*1): O Multikit de ligação das Unidade Externas é contado à partir do Multikit mais próximo às
Unidades Internas (Identificado como Kit 1 Conexão).
(*2): Quando o comprimento máximo de tubulação equivalente (L1), à partir do Kit 1 Conexão da
Unidade Externa, até a Unidade Interna mais distante for superior a 100 m, os diâmetros da tubulação
da linha de gás e da linha de líquido desde o Kit 1 Conexão da Unidade Externa até a primeira
ramificação, deverão ser aumentados conforme Tabela B (utilize um redutor, não fornecido).
(*3): Se o comprimento de tubulação for maior do que 100 m, não é necessário aumentar o diâmetro
da tubulação após a primeira ramificação. Se o tamanho do Multikit for maior que o da primeira
ramificação, utilize o mesmo tamanho de Multikit da primeira ramificação. Se o diâmetro da tubulação
selecionado após a primeira ramificação for maior que o diâmetro antes da primeira ramificação,
utilize o mesmo diâmetro utilizado antes da primeira ramificação.
(*4): O diâmetro da tubulação da Tabela D deve ser igual ao diâmetro da tubulação de conexão da
Unidade Interna.

34
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
(*5): Quando o comprimento da tubulação de líquido for maior que 15 m, utilize tubo com diâmetro de
Ø 9,53 mm, e um redutor (não fornecido).
(*6): Manter um trecho reto mínimo de 500 mm, após cada Kit de Conexão da Unidade Externa.
(*7): As condições para instalação da tubulação de refrigerante poderão ser diferentes, dependendo
da quantidade de Unidade Internas conectadas.
(*8): O comprimento total admissível de tubulação (1000 m) só é permitido caso não ultrapasse a
carga máxima de refrigerante adicional, e caso não ultrapasse a quantidade de Unidades Internas
recomendadas.
(*9): Necessário análise prévia do projeto, pelo departamento de Engenharia da HITACHI.
(*10): Válido somente para os Módulos Individuais Set Free Eco Flex II RAS8-10-12-14-16-18 HP.

DIMENSIONAMENTO DA REDE FRIGORÍGENA


(*) Ø - Diâmetro da tubulação principal para quando o comprimento equivalente entre o KIT conexão
até a 1ª ramificação é maior que 100 m.

A - Dimensões da Tubulação da Unidade Externa


B - Dimensões da Tubulação e Multikit do Kit 1 Conexão até a 1ª Ramificação (*2)

Tabela 5: DIÂMETRO DA TUBULAÇÃO PRINCIPAL

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00

35
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
C- Dimensões da Tubulação e Multikit após a 1ª Ramificação (*3)

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00

D - Dimensões da Tubulação entre o Multikit e a Unidade Interna (*4)

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00

NOTAS:

1) As tubulações de Gás e de Líquido devem ter o mesmo comprimento, percorrerem juntas o


mesmo caminho, e serem instaladas em um mesmo sistema.
2) Utilize os Multikits para ramificação da tubulação para as Unidades Internas.
3) Instale as Unidades Internas e Multikits, de acordo com o Manual de Instalação.
4) Se o comprimento de tubulação (L3) entre cada Multikit e cada Unidade Interna for muito maior
em relação à uma outra Unidade Interna, o refrigerante poderá não fluir corretamente,
ocasionando baixo rendimento em comparação com as outras Unidades. (Comprimento
Máximo recomendado: 15 m).

36
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
MULTI KIT
9.3.1 MULTI KIT LINE BRUNCH

Fonte: HITACHI - CATÁLOGO TÉCNICO - HCAT-SETAR016 Mai/2016 Rev.: 00 Pág 137.

9.3.2 POSIÇÕES E DISTÂNCIAS PERMITIDAS DO MULTI-KIT

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 27

As distâncias entre os Muti Kit devem ser


atendidas rigorosamente a fim de evitar o
mal funcionamento e perda de
capacidade e eficiência.

37
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
9.3.3 MULTI KIT HEADER

Fonte: HITACHI - CATÁLOGO TÉCNICO - HCAT-SETAR016 Mai/2016 Rev.: 00 Pág 137.

10 INTERLIGAÇÃO DAS UNIDADES EXTERNAS.

DISPOSIÇÃO DAS UNIDADES EXTERNAS.

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 26.

Posicione as Unidades Externas de maneira que a Externa de maior capacidade (A> B > C),
fique mais próxima das Unidades Internas

38
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
11 INSTALAÇÃO DA TUBULAÇÃO

MÉTODO DE DISTRIBUIÇÃO DA TUBULAÇÃO

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 29.

CORTE DA TUBULAÇÃO.
Figura 11.2.1: FERRAMENTAS DE CORTE

Nota: O uso adequado de


ferramentas apropriadas evita a
contaminação do interno do
tubo.

Fonte: AUTOR

39
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
CONFECÇÃO DE FLANGE

Aplique uma pequena quantidade de óleo refrigerante (*) na superfície da flange do tubo e na
porca, antes de efetuar o aperto.
(*) utilize somente óleo refrigerante FVC68D (não fornecido), específico para refrigerante
R-410a.

Nota: Não aplique força excessiva para apertar as porcas. Se aplicada, a porca poderá rachar
devido à deterioração e/ou dilatação ao longo do tempo, podendo ocorrer vazamento de
refrigerante. Aplique o torque especificado conforme tabela abaixo.

40
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
TABELA DE TORQUES
Tabela 6: TORQUES

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 16.

BRASAGEM
11.5.1 FERRAMANTAS

Figura 11.5.1: FERRAMENTAS PARA BRASAGEM

Fonte: AUTOR

41
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11.5.2 METODO DE BRASAGEM BÁSICA

Figura 11.5.2: FLUXO DE N2

Fonte: AUTOR

Conforme mostra imagem abaixo, observa-se que o uso de fluxo de nitrogênio nos processos
de brasagens assegura a integridade (limpeza) interna da tubulação mantendo-a limpa
preservando os componentes internos do ciclo.

Figura 11.5.3: RESULTADO DO USO DE N2

Fonte: AUTOR

 Um filme com bastante oxidação se formará dentro dos tubos se não for aplicado
nitrogênio durante a brasagem. Esta película irá desprender após a operação e circulará
no ciclo, resultando em válvulas de expansão entupidas, etc. causando problemas ao
compressor.
 Use uma válvula redutora quando gás nitrogênio é soprado durante a brasagem. A
pressão do gás deve ser mantida entre 0,03 a 0,05 MPa. Se uma alta pressão é
excessivamente aplicada em um tubo, causará uma explosão.

42
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
11.5.3 EXPURGO DAS LINHAS

Figura 11.5.4: ESPURGO COM FLUXO DE N2

Fonte: AUTOR

TESTE DE ESTANQUEIDADE.
Conecte o Manifold, utilizando as mangueiras de carga de refrigerante com o cilindro
de nitrogênio às juntas de inspeção da linha de liquido e linha de gás. Não abra as
válvulas de serviço.
Aplique nitrogênio no ciclo com pressão de 4.15 Mpa (600psi - 42kgf/cm²), para a série
FSNWB.
Mantenha pressurizado por 24 horas e verifique se não há vazamentos nas conexões
com porca curta e nas conexões soldadas, através de um detector de vazamento ou
água com sabão.

11.6.1 PROCEDIMENTO PARA TESTE DE ESTANQUEIDAE.

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 50.

43
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
11.6.2 ISOLAÇÃO DAS LINHAS FRIGORÍGENAS.

Figura 11.6.1: MANGUEIRA ISOLANTE

Fonte: www.armacell.com.br.

As tubulações de interligação (Líquido e Gás) entre as unidades externas e internas, devem


ser isoladas em campo, para evitar formação de orvalho da superfície da tubulação e perda
de capacidade. Recomendamos a utilização de Isolante Térmico Flexível de Espuma
Elastomérica, de célula fechada, com espessura mínima de 13 mm, tipo anti chamas e
resistência térmica acima de 100oC. Ambientes com temperatura e umidade elevadas,
requerem a utilização de espessura maior ao especificado. Os multikits e conexões devem
ser isolados. Os tubos de sucção e linha líquido devem ser isolados separadamente.

12 DESIDRATAÇÃO DO SISTEMA (VÁCUO)


FERRAMENTAS
Figura 12.1.1: FERRAMENTAS PARA VÁCUO

Fonte: AUTOR

Antes de iniciar o vácuo, a bomba, as mangueiras ou tubos de cobre deverão ser devidamente
testados, a bomba devendo atingir no mínimo, 200 μHg.
Caso contrário, o óleo contido na bomba poderá estar contaminado e, portanto, deverá ser
trocado. Para andamento, consulte o óleo especificado pelo fabricante no manual da bomba
e substitua-o
NOTA: Execute o vácuo até atingir pressão inferior ou igual a 500μm no vacuômetro com a
bomba de vácuo isolada. Recomendamos a utilização do vacuômetro.

44
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
PASSO A PASSO PARA A REALIZAÇÃO DO VÁCUO.

 Interligue a bomba de vácuo utilizando as duas linhas (Sucção e Linha de Líquido).


Nota: Para garantir uma boa estanqueidade na interligação utilize tubos de cobre ao
invés de mangueiras.
 Desconecte os cabos 1 e 2 da rede de comunicação H-Link nos terminais 1 e 2 da
unidade externa e em seguida energize todas as UDI, com isso as Válvulas de
Expansão Eletrônica abrirão 100%.
 Confira o Vácuo quando este chegar a pressão ≤ ou = a 500Hg fechando o registro
de broqueio e aguardando 20min para uma leitura do vácuo estático.
 Se após os 20min o vácuo manter-se equilibrado em pressão ≤ ou = a 500Hg significa
que o sistema está seco e estanque podendo assim realizar a carga e gás refrigerante.

45
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
13 CARGA DE FLUIDO REFRIGERANTE.

Guia de Cálculo da Carga de Refrigerante Adicional (R-410A).


Nota: Mesmo que tenha sido carregado refrigerante de fabrica nesta unidade, é necessário
que seja adicionado refrigerante de acordo com o comprimento da tubulação da linha de
líquido e capacidade das unidades internas.

Determine a carga de refrigerante adicional, de acordo com o procedimento a seguir e


efetue a carga no sistema.
Anote na etiqueta a quantidade de refrigerante adicional, para facilitar futuras
manutenções.

Atenção: A carga de total de gás abastecida corresponde à somatória de W0 + W1 + W2.

Cálculo de Carga de Refrigerante Adicional para Tubulação de Liquido (W1) kg.


EXEMPLO:

Carga adicional em função da capacidade das Unidades Internas (W2) Kg.

46
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
Calculo da Carga Adicional, em função da proporção de Unidades Internas e Externa
(Capacidade Total de Unidades Internas / Capacidade Total da Unidade Externa).

Certifique-se de que a carga de refrigerante adicional, não ultrapasse o valor máximo


permitido, conforme tabela abaixo

REGISTRO DE CARGA TOTAL CARREGADA NO SISTEMA.


EXEMPLO:

47
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
14 INTERLIGAÇÕES ELÉTRICAS

ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA DE POTÊNCIA

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 35.

INTERLIGAÇÃO ENTRE AS UNIDADES EXTERNAS

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 35.

 Conecte os cabos de comunicação entre as unidades externas (Mestre e Escravo) no


mesmo ciclo refrigerante, nos bornes 3 e 4 na régua de bornes TB2, na Placa Principal
PCB 1.

48
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
INTERLIGAÇÃO DE COMUNICAÇÃO H-LINK

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 35.

 Conecte os cabos de comunicação entre a unidade externa e as unidades internas nos


bornes 1 e 2 na régua de bornes TB2, na Placa Principal PCB1.
NOTA: O endereçamento é obrigatório nos casos em que a instalação seja equipado com
controles centrais tipo: CENTRAL STATION, CSNET WEB, HARC MUDBUS, etc.

Atenção: É obrigatório o uso de cabo shieldado de duas vias com proteção por malha e
de secção transversal ≥ 0,75mm².

Figura: 14.3.1: CABO SHIELDADO

Fonte: AUTOR

49
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
DIAGRAMA COMPLETO DE INTERLIGAÇÕES ELÉTRICAS.

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 38.

COMUNICAÇÃO EM MALHA.
Figura: 14.5.1: MALHA H-LINK

Fonte: AUTOR.

NOTA: A comunicação em malha comporta 16 Unidades Externas e 160 Unidades Internas,


quando esse número for ultrapassado será necessário a instalação de um outro controle
central.

50
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
15 CONFIGURAÇÃO DAS DIP SWITCH

PLACA ELETRÔNICA PCB1.

Figura: 15.1.1: PLACA ELETRÔNICA PCB1

10

11
12

13
8
1

Fonte: AUTOR.

51
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
LAY OUT DAS DIP SWITCHES
Figura: 15.2.1 DSW's, PSW's, RSW"S e SETE SEGMENTOS

2 3

4 5

6 7

Fonte: AUTOR.

Tabela 7: FUNÇÕES DAS DSW's, SW's E LED's da “PCB1”.

Nome da Peça Conteúdo das Funções da Placa "PCB1"

DSW-1 +
1 Configuração do Número da Unidade e Ciclo Refrigerante
RWS-1
2 DSW-2 Configuração da Capacidade
3 DSW-3 Configuração Standard
4 DSW-4 Configuração de Serviço e Teste de Operação e Serviço
5 DSW-5 Operação de Emergência dos Compressores e Serviço
6 DSW-6 Configuração do Modo de Instalação
7 DSW-7 Configuração da Tensão de Alimentação
8 DSW-10 Configuração de Transmissão

Função: Alimentação 5V
LED 1
9  Condição Anormal: Aceso
(Vermelho)
 Condição Normal: Apagado

Função: Comunicação com a Placa Inverter PCB2


LED 2
10  Condição Anormal: Piscando
(Verde)
 Condição Normal: Apagado
Função: Comunicação da Unidade Externa com Unidade Interna (H-LINK)

LED 3
11
(Amarelo)

Função: Comunicação entre Unidades Externas (Mestre x Escravo)


LED 4
12
(Laranja)

52
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
Função: Alimentação
13 LED 5  Condição Anormal: Aceso
 Condição Normal: Apagado

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 75.

DSW1 + RSW1: ENDEREÇAMENTO DO CICLO REFRIGERANTE.


NOTA: Desligue toda a rede elétrica do sistema antes de fazer as configurações, se a rede
elétrica não for desligada a configuração permanecerá inválida.

 Endereçamento do ciclo refrigerante.

Exemplos de endereçamento:

Atenção: A configuração é obrigatória para quando for utilizado o controle central.

53
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
DSW2: CONFIGURAÇÃO DA CAPACIDADE
 Configuração da capacidade.
Tabela 8: AJUSTE DE CAPACIDADE

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 46.

Atenção: O ajuste só é necessário numa possível substituição de placa, pois para


equipamentos novos essa DIPSWITCH já sai configurada.

DSW3: CONFIGURAÇÃO STANDARD


Tabela 9: CONFIGURAÇÃO STANDARD

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 46.

Atenção: O ajuste só é necessário numa possível substituição de placa, uma vez que
para os equipamentos novos essa DIPSWITCH já sai configurada.

DSW4: CONFIGURAÇÃO DE SERVIÇO E TESTE DE OPERAÇÃO


Tabela 10 DSW4: CONFIGURAÇÃO DE SRVIÇO E TESTE DE OPERAÇÃO

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 47.

54
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
DSW5: BLOQUEIO DOS COMPRESSORES E TESTE DE OPERAÇÃO.

Nota: Configuração de fábrica


todos os pinos deverão estar em
Off.

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 47.

15.7.1 AJUSTE DO COMPRESSOR EM EMERGÊNCIA “OFF”


NOTA: Todos os compressores estão em funcionamento exceto o compressor selecionado.

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 47.

 ATENÇÃO: Para desabilitar o compressor 1 (inverter) e/ou compressor fixo Nº2 é


necessário fazer o seguinte procedimento:

1) Ajustar pino 1 da DSW5 em ON;


2) Ajustar pino 1 da DSW1 da placa PCB2
(Placa Inverter) em ON;
3) Remover os cabos U, V e W da placa
PCB2 (Placa Inverter).

Para ajustar o compressor Nº 2 (fixo) em


emergência basta somente posicionar o
pino Nº 2 da DSW5 em ON e não há a
necessidade de desligar os cabos de
alimentação do mesmo.

Fonte: HITACHI

55
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
Figura: 15.7.1 PLACA INVERTER "PCB2"

Fonte: AUTOR

Tabela 11: FUNÇÕES DAS DSW's, SW's E LED's da “PCB2”.

Nome da Peça Conteúdo das Funções da Placa "PCB2"

Função: Alimentação Inverter


LED 201
1  Condição Anormal: Aceso
(Vermelho)
 Condição Normal: Apagado

Função: Indicar Status do Microcontrolador


LED 202
2  Condição Anormal: Aceso
(Amarelo)
 Condição Normal: Apagado

Função: Desabilitar Compressor Inverter


DSW 1
3  Habilitando o Pino 1 em ON desabilita a operação do compressor inverter.
(*)

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 75.

56
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
15.7.2 DSW5: AJUSTE DO CICLO VIRTUAL.

Fonte: HITACHI

Ao fazer esse ajuste será possível comunicar até 32 unidades internas HLINK I, desde que o
endereço não seja maior que 16.

15.7.3 DSW5: JULGAMENTO DE CARGA DE GÁS REFRIGERANTE.

Para executar o julgamento de carga de fluido refrigerante todas as demais etapas anteriores
deverão estar concluídas.
Recomenda-se operar o equipamento em modo resfriamento por pelo menos 20min antes de
iniciar o julgamento de carga de fluido refrigerante.
 Importante: O equipamento deverá estar energizado em pelo menos 12h antes de julgar
a carga de fluido refrigerante para assegurar que o cárter dos compressores esteja
aquecido, só assim não haverá riscos de partida inundada e/ou ter fluido refrigerante líquido
diluído no óleo, podendo causar o travamento do compressor por calço hidráulico.
1. Coloque o Pino 4 da DSW5 (PCB1) em “ON”
2. Verifique a indicação no display 7 segmentos,
aparecerá a seguinte informação.

3. Pressione PSW1, o ventilador e o compressor da


unidade externa entrarão em funcionamento, e a
indicação no display de 7 segmentos será
conforme figura abaixo:

Fonte: HITACHI

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O Julgamento da Carga de Refrigerante levará cerca de 30 à 40 minutos.
Consulte a tabela abaixo para obter a indicação do resultado.

Indicação no Display
Resultados Comentários
de 7 segmentos
Carga de Refrigerante A Carga de Refrigerante é suficiente.
é suficiente * Retorne pino 4 da DSW5 para OFF, e efetue “Teste Run”.
A Carga de Refrigerante é insuficiente.
Carga de Refrigerante * Verifique se foi feita a carga de refrigerante adicional no sistema.
Excessiva * Calcule a carga de refrigerante adicional de acordo com o comprimento da
tubulação e efetue a carga no sistema.
A Carga de Refrigerante é insuficiente.
Carga de Refrigerante * Verifique se foi feita a carga de refrigerante adicional no sistema.
Insuficiente * Calcule a carga de refrigerante adicional de acordo com o comprimento da
tubulação e efetue a carga no sistema.
Encontre a causa do encerramento anormal da função, de acordo com as causas
abaixo. Após encontrada a causa do encerramento anormal, efetue novamente a
operação de Julgamento da Carga de Refrigerante.

(1) A configuração do Pino 4 da DSW5 em ON, foi feita antes de ligar a


alimentação elétrica?
(2) Todas as unidades internas estavam prontas e energizadas antes de colocar o
Encerramento
pino 4 da DSW5 em ON?
Anormal da Função
(3) A temperatura externa estava dentro da faixa de operação (-5 à 43°C)? (Em
alguns casos, quando o número de unidades internas conectadas excede o
número recomendado, e a temperatura externa for superior a 35°C, a função de
Julgamento da Carga de Refrigerante não poderá ser realizada.
(4) A capacidade total de Unidades Internas em operação é 30% ou menos da
capacidade da Unidade Externa?
(5) O Pino 4 da DSW4 (parada forçada do compressor) está em OFF?

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 53.

NOTA: Durante a verificação da Carga de Refrigerante, a indicação no display de 7


segmentos poderá ser alterada para algum código de proteção (exemplo: P02), devido à
ativação de alguma proteção, no entanto isto é normal. Para maiores detalhes sobre o
Controle de Proteção, consulte o item específico do manual de instalação HMIS-SETAR019
Mai/2016 Rev.: 00 nas páginas 67 e 68.

4. Após efetuar a carga de refrigerante adicional, anote a carga total (carga de refrigerante de
fábrica + carga de refrigerante adicional calculada) na etiqueta de carga de refrigerante
conforme informado no Capítulo 13.2.

 EXEMPLO:

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15.7.4 DSW5 CONFIGURAÇÃO PARA ALTA PRESSÃO ESTÁTICA.

Fonte: HITACHI - BT SET 087 T

 Configure a chave DSW5, pino 5 em ‘’ON’’, conforme ilustrado acima.


 Esta configuração deve ser feita em todos os módulos onde for aplicado o duto.
 Através do Display de 7 Seguimentos, é possível visualizar o ‘’STEP’’ de rotação do
ventilador.

DSW6: CONFIGURAÇÃO DA UNIDADE EXTERNA


Nota: Ajuste é necessário, quando utilizado Combinação de Módulos.

A DSW6 sai de fábrica configurada


para módulo individual, pino 1 em
ON, se na instalação houver a
configuração modular (mestre e
escrava) a ajuste é obrigatório
conforme imagem abaixo.

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 47.

Para comunicação entre módulos proceder da seguinte forma:

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 47.

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Nota: Configuração permitida somente para unidades externas HE (High Efficiency)

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - IHMIS-SETAR014 Rev02 Jul2014_High Efficiency Pág. 42.

Observação: Após configurado as unidades externas nenhuma outra configuração será


necessária nas unidades escravas assim como não é possível navegar e coletar dados da
instalação, unidades internas, alarmes e etc..., ou seja, somente na unidade mestre será
possível o acesso completo às informações.
Todas as configurações do ciclo serão feitas a partir do equipamento mestre.

DSW-7 CONFIGURAÇÃO DA TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO


Nenhum ajuste é necessário, configurado de Fábrica de acordo com a tensão de alimentação.
Atenção: O ajuste só é necessário numa possível substituição de placa, uma vez que para os
equipamentos novos essa DIPSWITCH já sai configurada.

Figura: 15.9.1 Configuração da Alimentação

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR018 Maio/2016 Rev.: 00.

DSW-10: CONFIGURAÇÃO DE TRANSMISSÃO


Figura: 15.10.1 Configuração da Impedância

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Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR018 Maio/2016 Rev.: 00.

É necessário configurar o número do Ciclo Refrigerante e a Resistência Final, para os


sistemas H-LINK e HLINK II.
Se criar uma malha de comunicação entre módulos, será necessário configurar a impedância
(Resistência Final) em um único equipamento “UE” e as demais deverão estar com o pino Nº1
em OFF.
Nota: Caso o fusível de segurança da malha venha a queimar, (somente em casos de
emergência) posicione o pino Nº2 em ON, feito esse ajuste haverá um By Pass do fusível e
com isso estabelece-se novamente a comunicação da malha.

 Malha de Comunicação

15.10.2: Cabo de Comunicação H-Link

16 START UP

ATENÇÃO:
 Durante o “START UP”, deverá estar presente na obra o Técnico responsável pela
montagem dos equipamentos, inclusive ter em mãos o projeto das instalações de ar
condicionado.
Nota: O START UP não é permitido sem o acompanhamento do Técnico da Johnson
Controls Hitachi Air Conditioning Solutions, a empresa que cometer esse ato terá a
garantia total negada.
 Todas as Unidades Condensadoras (Unidades Externas) deverão estar energizadas com
antecedência mínima de 24h, a contar da data do START-UP, para aquecimento das
resistências de cárter.
 Todas as Unidades Evaporadoras (Unidades Internas) deverão estar já conectadas ao
cabo de comunicação (H-Link), e caso esteja sendo utilizado controle remoto com fio, os
mesmos deverão estar conectados. As evaporadoras também devem estar energizadas.
Atentar para correta ligação dos cabos nos bornes do H-Link e do Controle Remoto. Caso
sejam invertidos, haverá danos às placas eletrônicas, inclusive da condensadora.
 Todas as Unidades Evaporadoras já deverão estar ENDEREÇADAS (pelo instalador).

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OPERAÇÃO MODO RESFRIA

 Ajustar equipamento em teste RUN Modo Resfriamento;


 Aguarde 30min de operação e, em seguida, navegando no 7 Segmentos colete os
dados de funcionamento;
 Preencha a planilha de Start-Up com todos os dados:
 Elétricos;
 Condições de funcionamento;
 Confirme os comandos de todos os controles remotos;
 Confirme os comandos de todos os controles centrais (caso o sistema tenha);
 Verifique minunciosamente a interligação da malha H-Link II;
 Verifique sistema de drenagem da água condensada de cada UDI;
 Verifique ruídos anormais das ODU’s e IDU’s;
 Verifique funcionamento das funções opcionais caso sejam/estejam habilitadas;
 Faça o Julgamento da carga de gás em modo Resfriamento e modo Aquecimento;
 Calcule o TDSH do equipamento em operação de Resfriamento e Aquecimento
 Repita todo esse procedimento em modo Aquecimento

16.1.1 NAVEGAÇÃO E COLETA DE DADOS.

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16.1.2 MENU DE FUNÇÕES

16.1.3 VARIÁVEIS DO MENU CAPA

Observação: Navegue pelo menu e anote os valores na planilha de controle, os valores


servirão para análises futuras quando o equipamento apresentar alguma avaria e/ou
deficiência.

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EXIBIÇÃO DE INFORMAÇÕES DA UNIDADE EXTERNA

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PLACA FANM “PCB3”
Figura: 16.2.1 PLACA FANM "PCB3"

Fonte: AUTOR

Tabela 12: FUNÇÕES dos LED's da “PCB3”.

Nome da Peça Conteúdo das Funções da Placa "PCB3"

Função: Indicação da Alimentação para a Placa Fanm


LED 501
1  Condição Anormal: Aceso
(Vermelho)
 Condição Normal: Apagado

Função: Indicar Status do Microcontrolador


LED 202
2  Condição Anormal: Aceso
(Amarelo)
 Condição Normal: Apagado

Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 75.

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