Apostila VRF SET 2016 Rev01
Apostila VRF SET 2016 Rev01
TREINAMENTO VRF
IOPM VRF - SET FREE ECOFLEX
1 INTRODUÇÃO _________________________________________________________7
2 PROGRAMAÇÃO _______________________________________________________7
3 APRESENTAÇÃO DA LINHA DE PRODUTOS. _______________________________8
SET FREE ECO FLEX STANDARD (Alta Capacidade)_________________________8
SET FREE ECO FLEX STANDARD (Alta Capacidade)_________________________9
SET FREE ECO FLEX HI-COP __________________________________________10
SET FREE ECO FLEX HIGH EFFICIENCY - HE. ____________________________12
SET FREE CONDENSAÇÃO A ÁGUA ____________________________________13
UNIDADES INTERNAS (EVAPORADORES). _______________________________15
MODELOS E CAPACIDADES DAS UNIDADES INTERNAS ___________________15
CONTROLES REMOTOS INDIVIDUAIS ___________________________________16
3.8.1 PC-ARFV - CONTROLE REMOTO COM FIO (FUNÇÃO GUIA DE VOZ). ____ 16
3.8.2 PC-AR - CONTROLE REMOTO COM FIO. ___________________________ 16
3.8.3 PSC-A1T - TEMPORIZADOR DE 7 DIAS. ____________________________ 17
3.8.4 PC-ARH - CONTROLE REMOTO COM FIO. __________________________ 18
3.8.5 PC-LH3A/LH3B - CONTROLE REMOTO SEM FIO _____________________ 18
CONTROLES CENTRAIAS _____________________________________________19
3.9.1 CONTROLE REMOTO CENTRALIZADO PSC-A64S. ___________________ 19
3.9.2 CONTROLE REMOTO CENTRALIZADO PSC-A64GT. __________________ 19
3.9.3 CS NET WEB 4.0 - PSC-A160WEB1. ________________________________ 20
3.9.4 SISTEMAS DE CONTROLE CENTRAL (BMS) BACNET® _______________ 21
3.9.5 HARC-MODBUS ________________________________________________ 21
4 DEFINIÇÕES._________________________________________________________22
DEFINIÇÃO DE SISTEMA MULT SPLIT. __________________________________22
DEFINIÇÃO DE CONFIGURAÇÃO MODULAR. _____________________________22
DEFINIÇÃO DE CONTROLE INVERTER. __________________________________23
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO ______________________________________23
5 FERRAMENTAS ______________________________________________________25
6 INSTALAÇÃO _________________________________________________________27
DISPOSIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS ____________________________________27
6.1.1 UNIDADES EXTERNAS __________________________________________ 27
7 FUNDAÇÃO __________________________________________________________28
FUNDAÇÕES EM CONCRETO __________________________________________28
8 TUBULAÇÃO DE REFRIGERANTE. _______________________________________29
ARMAZENAMENTO DO MATERIAL. _____________________________________29
COMPRIMENTO MÁXIMO DE TUBULAÇÃO _______________________________30
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DIREÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DA TUBULAÇÃO “LADO INFERIOR” ____________30
DIREÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DA TUBULAÇÃO “FRONTAL OU TRASEIRO”. _____31
DIREÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DA TUBULAÇÃO ____________________________32
FATOR DE CORREÇÃO EM FUNÇÃO DAS PERDAS DE CARGAS. ____________32
GRÁFICO DE COREEÇÃO DE CAPACIDADE. _____________________________33
9 TUBULAÇÃO FRIGORÍGENA. ___________________________________________34
DISTRIBUIÇÃO DA TUBULAÇÃO E MULTIKIT’S. ___________________________34
DIMENSIONAMENTO DA REDE FRIGORÍGENA____________________________35
MULTI KIT __________________________________________________________37
9.3.1 MULTI KIT LINE BRUNCH ________________________________________ 37
9.3.2 POSIÇÕES E DISTÂNCIAS PERMITIDAS DO MULTI-KIT _______________ 37
9.3.3 MULTI KIT HEADER _____________________________________________ 38
10 INTERLIGAÇÃO DAS UNIDADES EXTERNAS. ______________________________38
DISPOSIÇÃO DAS UNIDADES EXTERNAS._____________________________38
11 instalaÇÃO DA TUBULAÇÃO ____________________________________________39
MÉTODO DE DISTRIBUIÇÃO DA TUBULAÇÃO __________________________39
CORTE DA TUBULAÇÃO. ___________________________________________39
CONFECÇÃO DE FLANGE __________________________________________40
TABELA DE TORQUES _____________________________________________41
BRASAGEM ______________________________________________________41
11.5.1 FERRAMANTAS ________________________________________________ 41
11.5.2 METODO DE BRASAGEM BÁSICA _________________________________ 42
11.5.3 EXPURGO DAS LINHAS _________________________________________ 43
TESTE DE ESTANQUEIDADE. _______________________________________43
11.6.1 PROCEDIMENTO PARA TESTE DE ESTANQUEIDAE. _________________ 43
11.6.2 ISOLAÇÃO DAS LINHAS FRIGORÍGENAS. __________________________ 44
12 desidratação do sistema (vácuo) __________________________________________44
FERRAMENTAS ___________________________________________________44
PASSO A PASSO PARA A REALIZAÇÃO DO VÁCUO. ____________________45
13 CARGA DE FLUIDO REFRIGERANTE. ____________________________________46
Guia de Cálculo da Carga de Refrigerante Adicional (R-410A). _______________46
REGISTRO DE CARGA TOTAL CARREGADA NO SISTEMA. _______________47
14 INTERLIGAÇÕES ELÉTRICAS ___________________________________________48
ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA DE POTÊNCIA______________________________48
INTERLIGAÇÃO ENTRE AS UNIDADES EXTERNAS ______________________48
INTERLIGAÇÃO DE COMUNICAÇÃO H-LINK ___________________________49
DIAGRAMA COMPLETO DE INTERLIGAÇÕES ELÉTRICAS. _______________50
COMUNICAÇÃO EM MALHA. ________________________________________50
15 CONFIGURAÇÃO DAS DIP SWITCH ______________________________________51
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PLACA ELETRÔNICA PCB1. _________________________________________51
LAY OUT DAS DIP SWITCHES _______________________________________52
DSW1 + RSW1: ENDEREÇAMENTO DO CICLO REFRIGERANTE. __________53
DSW2: CONFIGURAÇÃO DA CAPACIDADE ____________________________54
DSW3: CONFIGURAÇÃO STANDARD _________________________________54
DSW4: CONFIGURAÇÃO DE SERVIÇO E TESTE DE OPERAÇÃO __________54
DSW5: OPERAÇÃO DE EMERGÊNCIA DOS COMPRESSORES E TESTE DE
OPERAÇÃO. ____________________________________________________________55
15.7.1 AJUSTE DO COMPRESSOR EM EMERGÊNCIA “OFF” _________________ 55
15.7.2 DSW5: AJUSTE DO CICLO VIRTUAL. _______________________________ 57
15.7.3 DSW5: JULGAMENTO DE CARGA DE GÁS REFRIGERANTE. ___________ 57
15.7.4 DSW5 CONFIGURAÇÃO PARA ALTA PRESSÃO ESTÁTICA. ____________ 59
DSW6: CONFIGURAÇÃO DA UNIDADE EXTERNA _______________________59
DSW-7 CONFIGURAÇÃO DA TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ________________60
DSW-10: CONFIGURAÇÃO DE TRANSMISSÃO ________________________60
PLACA FANM “PCB3” _____________________________________________62
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Figura: 14.3.1: CABO SHIELDADO 49
Figura: 14.5.1: MALHA H-LINK 50
Figura: 15.1.1: PLACA ELETRÔNICA PCB1 51
Figura: 15.2.1 DSW's, PSW's, RSW"S e SETE SEGMENTOS 52
Figura: 15.7.1 PLACA INVERTER "PCB2" 56
Figura: 15.9.1 Configuração da Alimentação 60
Figura: 15.10.1 Configuração da Impedância 60
15.10.2: Cabo de Comunicação H-Link 61
Figura: 15.12.1 PLACA FANM "PCB3" 65
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Tabela 1: COMBINAÇÕES DAS UNIDADES EXTERNAS STANDARD ................................ 9
Tabela 2: COMBINAÇÕES DAS UNIDADES EXTERNAS HI-COP ..................................... 11
Tabela 3: COMBINAÇÕES DAS UNIDADES EXTERNAS - HE ........................................... 13
Tabela 4: COMPRIMENTOS PERMITIDOS ........................................................................ 30
Tabela 5: DIÂMETRO DA TUBULAÇÃO PRINCIPAL .......................................................... 35
Tabela 6: TORQUES ........................................................................................................... 41
Tabela 7: FUNÇÕES DAS DSW's, SW's E LED's da “PCB1”. ............................................. 52
Tabela 8: AJUSTE DE CAPACIDADE ................................................................................. 54
Tabela 9: CONFIGURAÇÃO STANDARD ........................................................................... 54
Tabela 10 DSW4: CONFIGURAÇÃO DE SRVIÇO E TESTE DE OPERAÇÃO .................... 54
Tabela 11: FUNÇÕES DAS DSW's, SW's E LED's da “PCB2”. ........................................... 56
Tabela 12: FUNÇÕES dos LED's da “PCB3”. ...................................................................... 65
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1 INTRODUÇÃO
Esse treinamento tem objetivo de orientar e capacitar os técnicos de campo quanto às técnicas de
instalação, operação, manutenção e controle de condicionadores do tipo Mult Split inverter VRF - SET
FREE.
2 PROGRAMAÇÃO
Assuntos Abordados
Apresentação da Linha de Produtos; Transporte; Instalação; Local de Instalação; Posicionamento dos
Equipamentos; Fixação das Unidades (Internas e Externas); Endereçamento; Tubulação; Diâmetro e
Comprimento X Capacidade; Espessura X Diâmetro; Distribuição da Tubulação; Comprimento Linear
e Equivalente (Perdas de Carga); Mult Kit (Line Branch e Header); Brasagem (Solda); Isolação;
Estanqueidade “Teste de Vazamento com Pressão de N2”; Desidratação do Ciclo Frigorígeno “Vácuo”;
Carga de gás refrigerante (R-410a); Cálculo de Carga Adicional; Preenchimento da Etiqueta de
Informações da Carga de Gás; Interligações Elétricas; Elétrica de Potência; Cabo de Comunicação “
H-LINK”; Interligação com Controle Remoto (PC-ARF, PC-ARFV); Ajustes (Configuração das Dip
Switches e Rotary Switches);
Aula Prática:
Julgamento da Carga de Gás Refrigerante; Teste Operacional; Modo Resfria; Modo Aquece;
Navegação e Anotação de Dados do Set Segmentos; Preenchimento da Planilha de Dados “Histórico”
do funcionamento no START-UP; Avaliação do Sistema Utilizando CSNET-WEB; Estudo Detalhado de
Possíveis Alarmes; Supervisórios; CSNET WEB; Hitachi Service Tools II; Orientações e Cuidados;
Componentes e Materiais de Marcas Duvidosas, Principalmente Fluídos Refrigerantes, Cabo
Shieldado, Soldas, Tubos de Cobre, Etc....
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3 APRESENTAÇÃO DA LINHA DE PRODUTOS.
Linha completa VRF Multi Split Inverter com fluido refrigerante amigável
R-410A.
A linha SET FREE é reconhecida pelo mercado por sua estabilidade, confiabilidade e economia, graças
a alta eficiência dos compressores Scroll Inverter Hitachi, que garantem alta performance ao sistema
de ar condicionado.
Suas tecnologias aliadas a constante preocupação com o meio ambiente, fazem do sistema VRF SET
FREE o melhor sistema de climatização para ambientes de pequeno, médio e grande porte.
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SET FREE ECO FLEX STANDARD (Alta Capacidade)
Figura 3.2.1: UNIDADES EXTERNAS STANDARD
Free_STF2000_MAR_2015 (Pag-25)
MODULO BASE
HP 8 10 12 14 16 18
MODELO RAS8FSNMB RAS10FSNMB RAS12FSNMB RAS14FSNMB RAS16FSNMB RAS18FSNMB
COMBINAÇÃO DE MODULOS
HP 20 22 24 26 28 30
MODELO RAS20FSNMB RAS22FSNMB RAS24FSNMB RAS26FSNMB RAS28FSNMB RAS30FSNMB
RAS10FSNMB RAS10FSNMB RAS12FSNMB RAS10FSNMB RAS10FSNMB RAS12FSNMB
COMBINAÇÃO
RAS10FSNMB RAS12FSNMB RAS12FSNMB RAS16FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB
HP 32 34 36 38 40 42
MODELO RAS32FSNMB RAS34FSNMB RAS36FSNMB RAS38FSNMB RAS28FSNMB RAS30FSNMB
RAS16FSNMB RAS16FSNMB RAS18FSNMB RAS12FSNMB RAS12FSNMB RAS12FSNMB
COMBINAÇÃO RAS16FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB RAS12FSNMB RAS12FSNMB RAS12FSNMB
RAS14FSNMB RAS16FSNMB RAS18FSNMB
HP 44 46 48 50 52 54
MODELO RAS44FSNMB RAS46FSNMB RAS48FSNMB RAS50FSNMB RAS52FSNMB RAS54FSNMB
RAS12FSNMB RAS12FSNMB RAS12FSNMB RAS14FSNMB RAS16FSNMB RAS18FSNMB
COMBINAÇÃO RAS14FSNMB RAS16FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB
RAS18FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB
Vantagens
9
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• Menor prazo de entrega;
• Pessoal qualificado para execução do Start Up;
• Assistência técnica com agilidade e rapidez no atendimento;
• Disponível nas tensões 220 V / 60 Hz e 380 V / 60 Hz.
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• As mesmas da linha SET FREE ECO FLEX, incluindo:
• HI-COP - Eficiência, economia e alta performance;
• Compressores 100% Inverter (até 36 HP)(1);
• Fabricação nacional;
• Linhas de crédito e financiamento(2)
(1) As combinações HI-COP de 38, 40, 44 e 46 HP mesclam compressores Inverter e constante.
(2) Consulte o departamento comercial para verificar modelos já aprovados.
MODULO BASE
HP 8 10 12 18
MODELO RAS8FSNMB RAS10FSNMB RAS12FSNMB RAS18FSNMB
HP 16 18 24 26 28
MODELO RAS16FSNMB RAS18FSNMB RAS24FSNMB RAS26FSNMB RAS28FSNMB
RAS8FSNMB RAS8FSNMB RAS8FSNMB RAS8FSNMB RAS8FSNMB
COMBINAÇÃO RAS8FSNMB RAS10FSNMB RAS8FSNMB RAS8FSNMB RAS8FSNMB
RAS8FSNMB RAS10FSNMB RAS12FSNMB
HP 30 32 34 36
MODELO RAS30FSNMB RAS32FSNMB RAS34FSNMB RAS36FSNMB
RAS10FSNMB RAS10FSNMB RAS10FSNMB RAS12FSNMB
COMBINAÇÃO RAS10FSNMB RAS10FSNMB RAS12FSNMB RAS12FSNMB
RAS10FSNMB RAS12FSNMB RAS12FSNMB RAS12FSNMB
HP 38 40 44 46
MODELO RAS38FSNMB RAS40FSNMB RAS44FSNMB RAS46FSNMB
RAS10FSNMB RAS10FSNMB RAS8FSNMB RAS10FSNMB
COMBINAÇÃO RAS10FSNMB RAS12FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB
RAS18FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB RAS18FSNMB
11
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SET FREE ECO FLEX HIGH EFFICIENCY - HE.
Figura 3.4.1: UNIDADES EXTERNAS SET FREE ECO FLEX - HE
Vantagens
12
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Tabela 3: COMBINAÇÕES DAS UNIDADES EXTERNAS - HE
MODULO BASE
HP 8 10 12
MODELO RAS8FSNHB RAS10FSNHB RAS12FSNHB
COMBINAÇÃO DE MODULOS
HP 16 18 20 22 24 26
MODELO RAS16FSNHB RAS18FSNHB RAS20FSNHB RAS22FSNHB RAS24FSNHB RAS26FSNHB
RAS8FSNHB RAS8FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS8FSNHB RAS8FSNHB
COMBINAÇÃO RAS8FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS12FSNHB RAS8FSNHB RAS8FSNHB
RAS8FSNHB RAS10FSNHB
HP 28 30 32 34 36
MODELO RAS28FSNHB RAS30FSNHB RAS32FSNHB RAS34FSNHB RAS36FSNHB
RAS8FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS12FSNHB
COMBINAÇÃO RAS8FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB
RAS12FSNHB RAS10FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB
COMBINAÇÃO DE MODULOS
HP 38 40 42 44 46 48
MODELO RAS38FSNHB RAS40FSNHB RAS42FSNHB RAS44FSNHB RAS46FSNHB RAS48FSNHB
RAS8FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS12FSNHB
RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB
COMBINAÇÃO
RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB
RAS10FSNHB RAS10FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB RAS12FSNHB
Comparativo de eficiência de um
equipamento com condensação a ar e a água
de 10 HP.
13
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Fonte: HITACHI - Catálogo Comercial - Cat_Set Free_STF2000_MAR_2015 (Pag-36)
Vantagens
Observações:
Instalar somente em sala de máquinas ou ambientes protegidos contra chuva e intempéries, com ventilação;
Utilizar somente torre de resfriamento de água do tipo circuito fechado.
14
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UNIDADES INTERNAS (EVAPORADORES).
Figura 3.6.1: UNIDADES EVAPORADORAS
15
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Fonte: HITACHI - IHMIS-SETAR001 Rev17 Out2016_Unid Evap
PC-AR
Controle multifuncional com amplo display para
operação, verificação e monitoramento de todas
as unidades.
Na ocorrência de alguma anomalia, o código de
alarme é exibido no display, possibilitando o
diagnóstico rápido e preciso do problema.
Todas as funções das unidades internas podem
ser configuradas por este controle remoto.
Possibilidade de ajuste de timer (*), com
intervalos de meia hora até 24 horas.
(*) Necessário temporizador PSC-A1T
Fonte: HITACHI
16
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3.8.3 PSC-A1T - TEMPORIZADOR DE 7 DIAS.
Figura 3.8.3: PSC-A1T
PC-AR
Utilizando os controles PSC-64S e PC-AR, em
conjunto com o temporizador de 7 dias
(PSCA1T), os equipamentos de ar condicionado
podem ser operados de acordo com uma
programação horária. A programação pode ser
feita em intervalos de 7 dias, com até 3
programações para ligar e desligar por dia.
Opção de bloqueio do controle remoto, enquanto
os equipamentos estiverem desligados (quando
utilizados em conjunto com PSC-A64S e PC-
AR).
Possibilidade de configuração de dois horários
Fonte: HITACHI (A e B) semanais, que podem ser utilizados, por
exemplo, para o horário de verão e inverno.
Em caso de falta de energia, o sistema interno
de gerenciamento, mantém a programação por
várias semanas.
17
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3.8.4 PC-ARH - CONTROLE REMOTO COM FIO.
Figura 3.8.4: PC-ARH
PC-ARH
Operação simplificada, focada
basicamente no ajuste de temperatura.
Ideal para locais como hotéis, pousadas,
etc., locais onde são manuseados por um
grande número de pessoas.
Fonte: HITACHI
PC-LH3A / LH3B
Todo acionamento é feito remotamente
(sem fio). (*)
Possibilidade de operação simultânea de
até 16 unidades internas com um único
controle remoto (neste caso será
necessário conectar a fiação entre as
unidades internas).
(*) Necessário kit receptor
Fonte: HITACHI
18
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
CONTROLES CENTRAIAS
3.9.1 CONTROLE REMOTO CENTRALIZADO PSC-A64S.
PSC-A64S
Figura 3.9.1: PSC-A64S
Podem se conectar no mesmo H-LINK
até 8 estações centrais.
Cada estação central pode controlar até
64 controles remotos/receptores de sinal.
Possibilidade de controle centralizado de
até 160 unidades internas.
Podem ser configurados, além das
funções básicas: modo de operação,
ajuste de temperatura, vazão de ar e
defletor automático.
Em caso de anomalia, o código de alarme
é exibido do display, possibilitando o
diagnóstico rápido e preciso.
Disponibilidade de entrada auxiliar, para:
Liga / desliga remoto;
Parada de emergência / controle de
demanda;
Fonte: HITACHI Sinal de operação e alarme.
19
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
Indicação de registro de histórico de alarmes;
Indicação de data e horário;
Registro de nome de blocos e grupos;
Registro de indicação de informação de contato dos serviços;
Registro de indicação de limpeza de filtro da unidade evaporadora;
O funcionamento das unidades (liga/desliga) pode ser selecionado da seguinte forma:
Funcionamento individual;
Funcionamento em grupo;
Funcionamento em bloco;
Funcionamento geral de todas as unidades.
FUNÇÕES DE MONITORAMENTO
Ligar/desligar;
Modo de operação;
Configurar velocidade do ventilador;
Configurar direção do ar;
Configurar temperatura;
Configuração de bloqueio do controle
remoto;
Sinalização de filtro sujo;
Alarme;
Código do alarme;
Fonte: HITACHI Temperatura de insuflação e retorno.
20
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
3.9.4 SISTEMAS DE CONTROLE CENTRAL (BMS) BACNET®
Figura 3.9.4: HC-A64BNP
Método de conexão
Conexão pela IEEE802.3
compliance
(100BASETX/10BASE-T) para
rede BACnet®
Funções de Monitoramento
Ligar/desligar;
Alarme;
Modo de operação;
Velocidade do ventilador;
Fonte: HITACHI
Temperatura de insuflação e retorno;
Código de alarme;
Anomalia de comunicação;
Quantidade de Conexões Sinalização de filtro sujo.
Até 64 unidades internas por interface
BACnet®
Funções de Controle
Controle ligar/desligar;
Configuração de modo de operação;
Configuração de temperatura;
Configuração da velocidade do ventilador;
Controle remoto desbloqueado/bloqueado
para operação;
Reset da sinalização de filtro sujo.
3.9.5 HARC-MODBUS
HARC MUDBUS
O dispositivo HARC-MODBUS, faz a
conversão dos dados lidos em H-Link
para Modbus RTU, que é um protocolo
de comunicação amplamente utilizado
no mercado.
21
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
4 DEFINIÇÕES.
DEFINIÇÃO DE SISTEMA MULT SPLIT.
22
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
DEFINIÇÃO DE CONTROLE INVERTER.
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO
23
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
Em sistemas com INVERTER, podemos explorar a simultaneidade (ou diversidade) através
de uma análise das cargas térmicas e dos fatores de ocupação dos locais a serem
condicionados.
24
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
5 FERRAMENTAS
25
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
26
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
6 INSTALAÇÃO
Recomenda-se o espaço mínimo de 300 mm no lado traseiro, quando não há nenhuma parede
nos dois outros lados, e no caso das unidades serem instaladas junto à edifícios altos.
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CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
Fonte: Manual de Instalação HMIS-SETAR018 Mai/2016 Rev.: 00 Pág 13.
NOTAS:
1) Mantenha a área superior às Unidades Externas, livres de qualquer obstáculo, para evitar
curto circuito de ar.
2) As ilustrações acima indicam o espaço mínimo necessário para operação e manutenção
dos equipamentos.
3) Para instalação de várias unidades, 1 grupo permite 6 Unidades Externas (máximo). É
necessário o espaço de 1 m em cada grupo.
4) Se houverem paredes nos quatro lados, providencie aberturas na parede para ventilação.
7 FUNDAÇÃO
FUNDAÇÕES EM CONCRETO
1) A altura da fundação deverá ser 150 mm acima do nível do piso.
28
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
2) Instale um dreno em torno da fundação para que a água seja drenada regularmente.
3) Instale a unidade externa sobre uma superfície plana e horizontal. Certifique-se de que
a diferença entre os 4 lados (esquerdo, direito, frontal e traseiro) não seja maior que
10 mm.
4) Providencie fundações corretas e fortes, de modo que:
a) A Unidade Externa não fique inclinada.
b) Não ocorra ruído anormal;
c) A Unidade Externa não tombe devido a um forte vento ou a um terremoto.
8 TUBULAÇÃO DE REFRIGERANTE.
ARMAZENAMENTO DO MATERIAL.
Fonte: AUTOR
A tubulação é uma parte crítica de qualquer projeto, pois é fundamental que essa seja de alta
qualidade para que seja capaz de resistir por muitos anos sem apresentar problemas para o
usuário. E quando se fala em qualidade em instalações de tubos, um dos principais materiais
no mercado é o tubo de cobre. Usado desde condutor de água quente até como condutor
eficiente de gás, esse material permite ser curvado, e soldado a calor com uma resistência ao
tempo que só as peças de metal podem conferir ao seu projeto.
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CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
Fonte: AUTOR
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CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR018 Mai/2016 Rev.: 00 Pág 21.
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CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
DIREÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DA TUBULAÇÃO
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CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
GRÁFICO DE COREEÇÃO DE CAPACIDADE.
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CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
9 TUBULAÇÃO FRIGORÍGENA.
OBSERVAÇÕES:
(*1): O Multikit de ligação das Unidade Externas é contado à partir do Multikit mais próximo às
Unidades Internas (Identificado como Kit 1 Conexão).
(*2): Quando o comprimento máximo de tubulação equivalente (L1), à partir do Kit 1 Conexão da
Unidade Externa, até a Unidade Interna mais distante for superior a 100 m, os diâmetros da tubulação
da linha de gás e da linha de líquido desde o Kit 1 Conexão da Unidade Externa até a primeira
ramificação, deverão ser aumentados conforme Tabela B (utilize um redutor, não fornecido).
(*3): Se o comprimento de tubulação for maior do que 100 m, não é necessário aumentar o diâmetro
da tubulação após a primeira ramificação. Se o tamanho do Multikit for maior que o da primeira
ramificação, utilize o mesmo tamanho de Multikit da primeira ramificação. Se o diâmetro da tubulação
selecionado após a primeira ramificação for maior que o diâmetro antes da primeira ramificação,
utilize o mesmo diâmetro utilizado antes da primeira ramificação.
(*4): O diâmetro da tubulação da Tabela D deve ser igual ao diâmetro da tubulação de conexão da
Unidade Interna.
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CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
(*5): Quando o comprimento da tubulação de líquido for maior que 15 m, utilize tubo com diâmetro de
Ø 9,53 mm, e um redutor (não fornecido).
(*6): Manter um trecho reto mínimo de 500 mm, após cada Kit de Conexão da Unidade Externa.
(*7): As condições para instalação da tubulação de refrigerante poderão ser diferentes, dependendo
da quantidade de Unidade Internas conectadas.
(*8): O comprimento total admissível de tubulação (1000 m) só é permitido caso não ultrapasse a
carga máxima de refrigerante adicional, e caso não ultrapasse a quantidade de Unidades Internas
recomendadas.
(*9): Necessário análise prévia do projeto, pelo departamento de Engenharia da HITACHI.
(*10): Válido somente para os Módulos Individuais Set Free Eco Flex II RAS8-10-12-14-16-18 HP.
35
CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
C- Dimensões da Tubulação e Multikit após a 1ª Ramificação (*3)
NOTAS:
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CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
MULTI KIT
9.3.1 MULTI KIT LINE BRUNCH
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CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
9.3.3 MULTI KIT HEADER
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 26.
Posicione as Unidades Externas de maneira que a Externa de maior capacidade (A> B > C),
fique mais próxima das Unidades Internas
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11 INSTALAÇÃO DA TUBULAÇÃO
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 29.
CORTE DA TUBULAÇÃO.
Figura 11.2.1: FERRAMENTAS DE CORTE
Fonte: AUTOR
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CONFECÇÃO DE FLANGE
Aplique uma pequena quantidade de óleo refrigerante (*) na superfície da flange do tubo e na
porca, antes de efetuar o aperto.
(*) utilize somente óleo refrigerante FVC68D (não fornecido), específico para refrigerante
R-410a.
Nota: Não aplique força excessiva para apertar as porcas. Se aplicada, a porca poderá rachar
devido à deterioração e/ou dilatação ao longo do tempo, podendo ocorrer vazamento de
refrigerante. Aplique o torque especificado conforme tabela abaixo.
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TABELA DE TORQUES
Tabela 6: TORQUES
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 16.
BRASAGEM
11.5.1 FERRAMANTAS
Fonte: AUTOR
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11.5.2 METODO DE BRASAGEM BÁSICA
Fonte: AUTOR
Conforme mostra imagem abaixo, observa-se que o uso de fluxo de nitrogênio nos processos
de brasagens assegura a integridade (limpeza) interna da tubulação mantendo-a limpa
preservando os componentes internos do ciclo.
Fonte: AUTOR
Um filme com bastante oxidação se formará dentro dos tubos se não for aplicado
nitrogênio durante a brasagem. Esta película irá desprender após a operação e circulará
no ciclo, resultando em válvulas de expansão entupidas, etc. causando problemas ao
compressor.
Use uma válvula redutora quando gás nitrogênio é soprado durante a brasagem. A
pressão do gás deve ser mantida entre 0,03 a 0,05 MPa. Se uma alta pressão é
excessivamente aplicada em um tubo, causará uma explosão.
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11.5.3 EXPURGO DAS LINHAS
Fonte: AUTOR
TESTE DE ESTANQUEIDADE.
Conecte o Manifold, utilizando as mangueiras de carga de refrigerante com o cilindro
de nitrogênio às juntas de inspeção da linha de liquido e linha de gás. Não abra as
válvulas de serviço.
Aplique nitrogênio no ciclo com pressão de 4.15 Mpa (600psi - 42kgf/cm²), para a série
FSNWB.
Mantenha pressurizado por 24 horas e verifique se não há vazamentos nas conexões
com porca curta e nas conexões soldadas, através de um detector de vazamento ou
água com sabão.
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 50.
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11.6.2 ISOLAÇÃO DAS LINHAS FRIGORÍGENAS.
Fonte: www.armacell.com.br.
Fonte: AUTOR
Antes de iniciar o vácuo, a bomba, as mangueiras ou tubos de cobre deverão ser devidamente
testados, a bomba devendo atingir no mínimo, 200 μHg.
Caso contrário, o óleo contido na bomba poderá estar contaminado e, portanto, deverá ser
trocado. Para andamento, consulte o óleo especificado pelo fabricante no manual da bomba
e substitua-o
NOTA: Execute o vácuo até atingir pressão inferior ou igual a 500μm no vacuômetro com a
bomba de vácuo isolada. Recomendamos a utilização do vacuômetro.
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PASSO A PASSO PARA A REALIZAÇÃO DO VÁCUO.
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13 CARGA DE FLUIDO REFRIGERANTE.
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Calculo da Carga Adicional, em função da proporção de Unidades Internas e Externa
(Capacidade Total de Unidades Internas / Capacidade Total da Unidade Externa).
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14 INTERLIGAÇÕES ELÉTRICAS
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 35.
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 35.
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INTERLIGAÇÃO DE COMUNICAÇÃO H-LINK
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 35.
Atenção: É obrigatório o uso de cabo shieldado de duas vias com proteção por malha e
de secção transversal ≥ 0,75mm².
Fonte: AUTOR
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DIAGRAMA COMPLETO DE INTERLIGAÇÕES ELÉTRICAS.
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 38.
COMUNICAÇÃO EM MALHA.
Figura: 14.5.1: MALHA H-LINK
Fonte: AUTOR.
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15 CONFIGURAÇÃO DAS DIP SWITCH
10
11
12
13
8
1
Fonte: AUTOR.
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LAY OUT DAS DIP SWITCHES
Figura: 15.2.1 DSW's, PSW's, RSW"S e SETE SEGMENTOS
2 3
4 5
6 7
Fonte: AUTOR.
DSW-1 +
1 Configuração do Número da Unidade e Ciclo Refrigerante
RWS-1
2 DSW-2 Configuração da Capacidade
3 DSW-3 Configuração Standard
4 DSW-4 Configuração de Serviço e Teste de Operação e Serviço
5 DSW-5 Operação de Emergência dos Compressores e Serviço
6 DSW-6 Configuração do Modo de Instalação
7 DSW-7 Configuração da Tensão de Alimentação
8 DSW-10 Configuração de Transmissão
Função: Alimentação 5V
LED 1
9 Condição Anormal: Aceso
(Vermelho)
Condição Normal: Apagado
LED 3
11
(Amarelo)
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Função: Alimentação
13 LED 5 Condição Anormal: Aceso
Condição Normal: Apagado
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 75.
Exemplos de endereçamento:
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DSW2: CONFIGURAÇÃO DA CAPACIDADE
Configuração da capacidade.
Tabela 8: AJUSTE DE CAPACIDADE
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 46.
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 46.
Atenção: O ajuste só é necessário numa possível substituição de placa, uma vez que
para os equipamentos novos essa DIPSWITCH já sai configurada.
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 47.
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DSW5: BLOQUEIO DOS COMPRESSORES E TESTE DE OPERAÇÃO.
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 47.
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 47.
Fonte: HITACHI
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CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI
Figura: 15.7.1 PLACA INVERTER "PCB2"
Fonte: AUTOR
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 75.
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15.7.2 DSW5: AJUSTE DO CICLO VIRTUAL.
Fonte: HITACHI
Ao fazer esse ajuste será possível comunicar até 32 unidades internas HLINK I, desde que o
endereço não seja maior que 16.
Para executar o julgamento de carga de fluido refrigerante todas as demais etapas anteriores
deverão estar concluídas.
Recomenda-se operar o equipamento em modo resfriamento por pelo menos 20min antes de
iniciar o julgamento de carga de fluido refrigerante.
Importante: O equipamento deverá estar energizado em pelo menos 12h antes de julgar
a carga de fluido refrigerante para assegurar que o cárter dos compressores esteja
aquecido, só assim não haverá riscos de partida inundada e/ou ter fluido refrigerante líquido
diluído no óleo, podendo causar o travamento do compressor por calço hidráulico.
1. Coloque o Pino 4 da DSW5 (PCB1) em “ON”
2. Verifique a indicação no display 7 segmentos,
aparecerá a seguinte informação.
Fonte: HITACHI
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O Julgamento da Carga de Refrigerante levará cerca de 30 à 40 minutos.
Consulte a tabela abaixo para obter a indicação do resultado.
Indicação no Display
Resultados Comentários
de 7 segmentos
Carga de Refrigerante A Carga de Refrigerante é suficiente.
é suficiente * Retorne pino 4 da DSW5 para OFF, e efetue “Teste Run”.
A Carga de Refrigerante é insuficiente.
Carga de Refrigerante * Verifique se foi feita a carga de refrigerante adicional no sistema.
Excessiva * Calcule a carga de refrigerante adicional de acordo com o comprimento da
tubulação e efetue a carga no sistema.
A Carga de Refrigerante é insuficiente.
Carga de Refrigerante * Verifique se foi feita a carga de refrigerante adicional no sistema.
Insuficiente * Calcule a carga de refrigerante adicional de acordo com o comprimento da
tubulação e efetue a carga no sistema.
Encontre a causa do encerramento anormal da função, de acordo com as causas
abaixo. Após encontrada a causa do encerramento anormal, efetue novamente a
operação de Julgamento da Carga de Refrigerante.
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 53.
4. Após efetuar a carga de refrigerante adicional, anote a carga total (carga de refrigerante de
fábrica + carga de refrigerante adicional calculada) na etiqueta de carga de refrigerante
conforme informado no Capítulo 13.2.
EXEMPLO:
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15.7.4 DSW5 CONFIGURAÇÃO PARA ALTA PRESSÃO ESTÁTICA.
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 47.
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 47.
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Nota: Configuração permitida somente para unidades externas HE (High Efficiency)
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - IHMIS-SETAR014 Rev02 Jul2014_High Efficiency Pág. 42.
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Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR018 Maio/2016 Rev.: 00.
Malha de Comunicação
16 START UP
ATENÇÃO:
Durante o “START UP”, deverá estar presente na obra o Técnico responsável pela
montagem dos equipamentos, inclusive ter em mãos o projeto das instalações de ar
condicionado.
Nota: O START UP não é permitido sem o acompanhamento do Técnico da Johnson
Controls Hitachi Air Conditioning Solutions, a empresa que cometer esse ato terá a
garantia total negada.
Todas as Unidades Condensadoras (Unidades Externas) deverão estar energizadas com
antecedência mínima de 24h, a contar da data do START-UP, para aquecimento das
resistências de cárter.
Todas as Unidades Evaporadoras (Unidades Internas) deverão estar já conectadas ao
cabo de comunicação (H-Link), e caso esteja sendo utilizado controle remoto com fio, os
mesmos deverão estar conectados. As evaporadoras também devem estar energizadas.
Atentar para correta ligação dos cabos nos bornes do H-Link e do Controle Remoto. Caso
sejam invertidos, haverá danos às placas eletrônicas, inclusive da condensadora.
Todas as Unidades Evaporadoras já deverão estar ENDEREÇADAS (pelo instalador).
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OPERAÇÃO MODO RESFRIA
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16.1.2 MENU DE FUNÇÕES
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EXIBIÇÃO DE INFORMAÇÕES DA UNIDADE EXTERNA
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PLACA FANM “PCB3”
Figura: 16.2.1 PLACA FANM "PCB3"
Fonte: AUTOR
Fonte: HITACHI - MANUAL DE INSTALAÇÃO - HMIS-SETAR019 Mai/2016 Rev.: 00, Pág. 75.
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