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Trabalho de História

O comércio durante a transição do Medievo para o Renascimento transformou a vida europeia, promovendo a urbanização, a circulação monetária e o surgimento da burguesia. As cidades medievais ganharam autonomia e se tornaram centros de cultura e inovação, enquanto a Igreja Católica adaptou sua influência ao novo contexto. O desenvolvimento do artesanato e a formação de corporações de ofício também foram fundamentais para a evolução econômica, levando à origem do sistema capitalista.
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O comércio durante a transição do Medievo para o Renascimento transformou a vida europeia, promovendo a urbanização, a circulação monetária e o surgimento da burguesia. As cidades medievais ganharam autonomia e se tornaram centros de cultura e inovação, enquanto a Igreja Católica adaptou sua influência ao novo contexto. O desenvolvimento do artesanato e a formação de corporações de ofício também foram fundamentais para a evolução econômica, levando à origem do sistema capitalista.
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Trabalho de História

“Do Medievo ao
Renascimento”
Em que sentido o comércio modificou a vida europeia,
ou seja, o que a atividade mercantil permitiu aos
europeus?
O mercantilismo na idade média teve seu desenvolvimento causado
por uma série de fatores como a urbanização e as reaberturas do Mar
Mediterrâneo oque deu a cidades como Gênova e Florença o domínio
sobre as rotas marítimas. A abertura ao Mar permitiu o fortalecimento
das relações comerciais com o oriente às cidades italianas
principalmente pelo comércio de especiarias por meio da rota do
mediterrâneo, além disso ao norte houve grande comercialização de
tecidos e lãs.
Em que sentido o comércio modificou a vida europeia,
ou seja, o que a atividade mercantil permitiu aos
europeus?
O crescimento do comércio nas regiões meridionais e setentrionais
levou à integração de muitas cidades por meio das rotas comerciais
terrestres e fluviais, os mercadores também passaram à organizar
feiras que se tornaram os primeiros grandes eventos ambulantes do
comércio. Nestes pontos de comércio temporários, os comerciantes
nórdicos podiam comercializar produtos como: tecidos, peles,
madeira, mel e peixes com os mercadores italianos detentores do
monopólio oriental de especiarias.
Em que sentido o comércio modificou a vida europeia,
ou seja, o que a atividade mercantil permitiu aos
europeus?
O desenvolvimento do comércio propiciou a movimentação financeira,
promovendo a volta da circulação monetária e o surgimento das
atividades bancárias, letras de câmbio e do crédito fazendo a riqueza
latifundiária perder a supremacia e os mercadores ganharem poder
econômico.
Durante o século XIV, as feiras de Champagne entraram em uma crise
causada pela peste negra e os comerciantes contribuíram para
desenvolver portos por toda a Europa.
Em que sentido o comércio modificou a vida europeia,
ou seja, o que a atividade mercantil permitiu aos
europeus?
Durante o século XII surgiram as ligas (ou hansas) que se tornaram
coligações de importantes cidades medievais.
Portanto a atividade mercantil permitiu:

Uma maior circulação de mercadorias e pessoas;


Fortalecimento da economia monetária;
Auxíliou o declínio gradual do feudalismo.
A origem da burguesia:
A burguesia surgiu na Europa entre os séculos XI e XV, durante a Baixa Idade
Média, com o renascimento das cidades e o aumento das atividades comerciais.
Com o fim das invasões bárbaras e a maior segurança nas rotas, o comércio
voltou a crescer, e surgiram os burgos — pequenas cidades fortificadas onde
viviam comerciantes, artesãos e banqueiros. Essas pessoas formaram a nova
classe social: a burguesia. Os burgueses viviam do trabalho e do lucro gerado
pelas trocas comerciais. Eles não pertenciam à nobreza, mas também não eram
camponeses — estavam no meio.
A situação política das nascentes cidades medievais;
eram independentes, autônomas ou não?
Entre os séculos XI e XIII, a Europa começou a se transformar com o chamado
Renascimento Urbano e Comercial. Com o crescimento das trocas comerciais,
surgiram as cidades medievais, geralmente localizadas ao redor de castelos,
cruzamentos de rotas ou mosteiros. Mas qual era a situação política dessas cidades?
Elas eram independentes ou autônomas?Eram independentes ou autônomas?
A maioria das cidades não era totalmente independente, no sentido de um Estado
soberano. Contudo, muitas conquistaram autonomia, principalmente na
administração interna e nas questões econômicas.
A situação política das nascentes cidades medievais;
eram independentes, autônomas ou não?
As cidades medievais buscavam se livrar do controle direto dos senhores feudais.
Isso deu origem às chamadas comunas urbanas (ou municípios), que eram
associações de moradores (normalmente os mais ricos: comerciantes, banqueiros e
artesãos mais prósperos) com o objetivo de garantir direitos e organizar a cidade.
Cartas de franquia: Muitas cidades conseguiram dos reis ou senhores cartas de
franquia (ou forais), documentos que garantiam certos direitos, como:
cobrança dos próprios impostos;
organização das feiras e mercados;
direito de ter tribunais próprios;
defesa da cidade com suas próprias milícias.
A situação política das nascentes cidades medievais;
eram independentes, autônomas ou não?
Autonomia administrativa, mas não soberania: Embora autônomas em várias
esferas, as cidades continuavam formalmente sob o domínio de um senhor feudal,
um rei ou um imperador, a quem deviam lealdade e tributos.
Esse processo de autonomia urbana foi essencial para o Renascimento:
Permitiu o surgimento de uma rica burguesia que patrocinou artistas,
arquitetos e pensadores.
Tornou as cidades centros de cultura, inovação e liberdade intelectual.
Fontes: Brasil Escola (UOL Educação): [Link]
Toda Matéria: [Link]
InfoEscola: [Link]
E a Igreja Católica, acompanhou o desenvolvimento
das cidades?
A Igreja Católica acompanhou o desenvolvimento das cidades, adaptando sua influência e
atuação em diferentes momentos históricos. Na Idade Média, exerceu um papel central na
organização social e cultural das cidades, enquanto no Renascimento, embora seu poder estivesse
sendo questionado, continuou a exercer influência, especialmente no campo artístico e cultural.
Idade Média:
A Igreja Católica era a instituição mais poderosa da época, com influência sobre todos os
aspectos da vida medieval: política, economia, cultura e religião.
A Igreja era a principal instituição responsável pela educação e pela produção cultural,
disseminando seus valores e visão de mundo.
As cidades muitas vezes se desenvolviam ao redor de mosteiros, igrejas e castelos, com
mercados e atividades comerciais se concentrando nesses núcleos urbanos.
E a Igreja Católica, acompanhou o desenvolvimento
das cidades?
Renascimento;
O Renascimento trouxe novas ideias e perspectivas, questionando a autoridade
da Igreja e promovendo o racionalismo e o individualismo.
O período também foi marcado por movimentos de reforma religiosa, como o
protestantismo, que desafiaram o domínio da Igreja Católica.
Desenvolvimento do Artesanato:
O artesanato se desenvolveu durante o período de pujança comercial, com as
cidades medievais se organizando em torno de praças de comércio. As
corporações de ofício surgiram como associações de artesãos especializados,
com objetivos como:

Manter a uniformidade de preços e qualidade dos produtos;


Controlar a produção e comercialização de produtos em uma região;
Oferecer ajuda mútua aos membros em caso de doença, morte ou invalidez.
~
Estrutura das Corporações:
1. Mestres: proprietários das oficinas, donos da matéria-prima e das ferramentas, e
responsáveis pelos ganhos da venda.
2. Oficiais: auxiliares dos mestres, que recebiam um salário pelo seu trabalho e podiam se
tornar mestres com o tempo.
3. Aprendizes: menores de idade que aprendiam a profissão e noções gerais de educação
com o mestre, durante um período de 3 a 12 anos.
Ascenção na Hierarquia:
Expansão do mercado local
Pagamento de direitos
Nascimento legítimo
Filiação
Realização de uma obra de arte dentro da especialidade, julgada pelo corpo de mestres
existente.
Modo de produção artesanal:
Controle da produção e comercialização de produtos em uma região.
Manutenção da uniformidade de preços e qualidade dos produtos.
Ajuda mútua em caso de doença, morte ou invalidez.

Limitações:
Dependência do mercado local.
Dificuldade de ascensão dentro da hierarquia.
Condições rigorosas para se tornar um mestre.
Transição para a produção manufatureira:
Desenvolvimento do comércio internacional.
Surgimento de novas relações de trabalho.
Aparecimento de jornaleiros e comerciantes manufaturados.
Baixamento do custo da produção e exploração da mão de obra.
Ao término do trabalho, responda: O grupo conseguiu
perceber a origem do sistema capitalista nesse contexto
histórico? Justifique.
Sim, o grupo foi capaz de perceber a origem do sistema capitalista
nesse contexto, no primeiro tópico (Luiz) é possível perceber o
surgimento da burguesia que acabou por sua vez, criando por
completo o sistema capitalista.
Obrigado!
Amira, Arthur Anibal, Arthur Gino, Hugo,
Lorena, Luiz, Maria Julia e Paulo Eduardo

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