0% acharam este documento útil (0 voto)
96 visualizações37 páginas

PPR 2025 BT Service

O Programa de Proteção Respiratória (PPR) da Biondi & Tavares Ltda visa proteger a saúde dos trabalhadores contra riscos químicos e biológicos no ambiente de trabalho, garantindo a utilização adequada de Equipamentos de Proteção Respiratória (EPR). O documento estabelece diretrizes para a seleção, uso e manutenção dos respiradores, além de definir responsabilidades e procedimentos para garantir a eficácia do programa. A implementação do PPR é obrigatória quando há identificação de riscos respiratórios, visando a preservação da saúde e segurança dos colaboradores.

Enviado por

ronald guimaraes
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOC, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
96 visualizações37 páginas

PPR 2025 BT Service

O Programa de Proteção Respiratória (PPR) da Biondi & Tavares Ltda visa proteger a saúde dos trabalhadores contra riscos químicos e biológicos no ambiente de trabalho, garantindo a utilização adequada de Equipamentos de Proteção Respiratória (EPR). O documento estabelece diretrizes para a seleção, uso e manutenção dos respiradores, além de definir responsabilidades e procedimentos para garantir a eficácia do programa. A implementação do PPR é obrigatória quando há identificação de riscos respiratórios, visando a preservação da saúde e segurança dos colaboradores.

Enviado por

ronald guimaraes
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOC, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Página 1

PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025


PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00

Programa de Proteção Respiratória

BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE )

Razão Social: Biondi & Tavares Ltda. Nome fantasia B.T Service
Endereço Atual Rua Benedito Otoni, 73 B, São Cristóvão, Rio de Janeiro, RJ - Brasil. CEP 20940-180
Telefone: 21 2537-0394 CNPJ- 00.499.162/0001-16 – CNAE Principal- 71.12-0-00 –
Serviços de engenharia
77.32-2-01 - Aluguel de máquinas e equipamentos para construção sem operador, exceto andaimes 77.39-0-
99 - Aluguel de outras máquinas e equipamentos comerciais e industriais não especificados anteriormente,
sem operador 70.20-4-00 - Atividades de consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica
específica. 43.30-4-04 - Serviços de pintura de edifícios em geral 43.91-6-00 - Obras de fundações Numero
total de funcionários: 18
Responsável João Marcelo Biondi Tavares

Confecção do Documento Base


04/04/2025

1
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 2
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00

SUMÁRIO

1 Identificação 03
2 Controle das revisões 03
3 Desenvolvimento 04
3.1 Objetivo 05
4 Referencia utilizada 07
5 Avaliação e exposição 07
5.1 Politica da empresa quanto ao PPR 07
6 SESSÃO DE RESPIRADORES 08
6.1 Fatores que influenciam na seleção de respiradores 08
6.1.1 Atividade do Usuário 08
6.1.2 Condição do uso do respirador 08
6.1.3 Localização da área de risco 08
6.1.4 Características e limitações dos respiradores 08
6.1.5 Características da tarefa 08
6.2 SELEÇÃO DE RESPIRADORES PARA USO ROTINEIRO 08
6.2.1 Uso de respiradores aprovados 08
6.2.2 A seleção 08
6.2.2 Etapas para a seleção do respirador 11
6.3 Seleção de respiradores para uso em atmosfera IPVS, espaço confinado ou atmosferas com pressão reduzida 11
6.3.1 Atmosfera IPVS 12
6.3.3 Consideração sobre espaços confinados 12
6.3.4 Pressão atmosférica reduzida 18
[Link] Definição de deficiência de oxigênio IPVS envolvendo pressão atmosférica reduzida 18
6.4 OPERAÇÃO DE JATEAMENTO 19
7 Outros fatores que afetam a seleção de um respirador 19
7.1 Pelos Faciais 19
7.2 Necessidade de comunicação 20
7.3 Visão 20
7.4 Problemas de vedação nos respiradores 20
7.5 Uso de respiradores em baixas temperaturas 20
7.6 Uso de respiradores em altas temperaturas 20
7.7 Definição do tipo de respirador que deverá ser utilizado pelos trabalhadores 21
7.8 TREINAMENTO 22
7.9 Conteúdo programático do treinamento 22
7.10 Monitoramento do uso do respirador 22
8 PROCEDIMENTO MINIMOS PARA O TESTE DE VEDAÇÃO 22
9 AVALIAÇÕES DA EFICACIA DO PROGRAMA 25
10 CRONOGRAMA DO PPR 26
11 RESPONSABILIDADES TÉCNICA 28
12 ANEXOS 28
13 VALIDADE DO PROGRAMA 33

I- IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO

Razão social: Biondi & Tavares Ltda.( B.T Service)

Endereço: Rua Benedito Otoni, 73 B, São Cristóvão -Rio de Janeiro – RJ.

CNPJ – 00.499.162/0001-16 CEP: 20940-180


2
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 3
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00

Atividade principal –- Serviços de engenharia

Grau de Risco – 01 CNAE – 71.12-0-00

Grupo C – 35

CNAE secundário 77.32-2-01 - Aluguel de máquinas e equipamentos para construção sem operador, exceto
andaimes

CNAE Secundario-77.39-0-99-Aluguel de outras máquinas e equipamentos comerciais e industriais não


especificados anteriormente.

CNAE secundário-70.20-4-00 - Atividades de consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica


específica

CNAE secundário-43.30-4-04 - Serviços de pintura de edifícios em geral

CNAE secundário-43.91-6-00 - Obras de fundações

Telefone: Escritório / Office (21) 2537-0394 CIPA ( ) sim (x) não

Turnos de trabalho:
Turnos de trabalho. Segunda a sexta feira de 07:30 às 17.30 com uma (1) hora para almoço
Descanso semanal sábados e domingos.

Número total de trabalhadores no estabelecimento. Homens maiores de 18 anos: 16


Número total de trabalhadores no estabelecimento. Mulheres maiores de 18 anos: 02

Responsável pela informação - João Marcelo Biondi Tavares

3- DESENVOLVIMENTOS DO PROGRAMA
O Programa de Proteção Respiratória foi criado pela Instrução Normativa nº 1, de 11 de abril de
1994, do Ministério do Trabalho e Emprego, para empresas que apresentem agentes químicos
inaláveis que sejam prejudiciais à saúde dos trabalhadores, e que possam acarretar doenças
ocupacionais.

3
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 4
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
Usar proteção respiratória no local de trabalho pode ser benéfico, mas também pode ser um
passivo. Embora o fornecimento de proteção respiratória aos trabalhadores possa reduzir a
exposição dos trabalhadores a riscos aéreos, podem ocorrer mortes ou doenças graves quando
os respiradores são usados incorretamente.

Quando houver a necessidade de um controle eficaz dos ambientes de trabalho por parte das
empresas, como condição a uma adequada política de segurança e saúde para os trabalhadores;

Considerando que, quando as medidas de proteção coletiva adotadas no ambiente de trabalho não
forem suficientes para controlar os riscos existentes, ou seja, estiverem sendo implantadas, ou
ainda em caráter emergencial, o empregador deverá adotar, dentre outras, aquelas referentes
à proteção individual que garantam condições adequadas de trabalho;

As dúvidas suscitadas em relação à adequada proteção dada aos trabalhadores quando da adoção
de equipamentos de proteção respiratória por parte das empresas;

A necessidade de disciplinar a utilização desses equipamentos dentro de critérios e


procedimentos adequados, dessa forma quando adotados pelas empresas;

A proteção no dia a dia dos trabalhadores é o que proporciona qualidade de vida no trabalho e a
segurança para exercer as atividades profissionais. Proporcionar esta segurança e proteção é
responsabilidade do empregador que deve elaborar diversos programas obrigatórios na segurança do
trabalho para cada tipo de atividade.

A importância dele para prevenção de acidentes e a proteção da saúde dos colaboradores.

A Proteção Respiratória é um conjunto de medidas e normas que servem para garantir a proteção
das vias respiratórias dos trabalhadores. O intuito é unicamente evitar que os mesmos contraiam
algum tipo de vírus ou bactérias ou, ainda, sejam contaminados por substâncias presentes na
atmosfera do ambiente.

Tudo começa com a análise de riscos do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Se neste
momento forem constatados riscos respiratórios, então haverá a necessidade de implementação do
programa de proteção respiratória.

Após essa constatação, é que também se torna obrigatória a implementação do Programa de


Proteção Respiratória, ao qual nos referimos. Ele é um programa adjacente ao PGR, que faz
referência unicamente à proteção das vias respiratórias.

Ou, melhor dizendo, à eliminação total ou atenuação dos riscos respiratórios presentes no ambiente
de trabalho. Isso se dá através das medidas de controle de risco que serão aplicadas tanto no próprio
risco, no ambiente de trabalho e no trabalhador.

O programa objetiva ainda, a orientação sobre o método apropriado de selecionar, usar e cuidar dos
Equipamentos de Proteção Respiratória, com recomendações cuja finalidade é dar proteção contra a
inalação de contaminantes atmosféricos nocivos oriundos do processo produtivo e contra a
deficiência de oxigênio na atmosfera de ambientes confinados. Para embasamento deste programa
definimos como ambiente confinado, aqueles que não são construídos para trânsito ou permanência
humana, permitindo porém sua entrada para trabalhos de manutenção. Estes ambientes
caracterizam-se pela dificuldade de acesso, inexistência de iluminação, rarefação do ar respirável.

O Programa de Proteção Respiratória (PPR) é um conjunto de medidas de segurança


implementadas para proteger a saúde do trabalhador contra a exposição aos riscos químicos e
biológicos existentes no local de trabalho. O intuito do programa é controlar as doenças ocupacionais
causadas pela inalação das impurezas do ar que são prejudiciais à saúde como poeiras, névoas,
fumos, vapores e gases químicos

4
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 5
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
É um processo de seleção, uso e manutenção dos respiradores para cada trabalhador que irá avaliar
os riscos respiratórios, adequar as tarefas para eliminar ou minimizar os perigos do ambiente de
trabalho e selecionar os Equipamentos de Proteção Respiratória (EPR) ideal para cada tarefa na
jornada de trabalho.

Os AERODISPERSÓIDES podem está presente de diversas formas no ambiente de trabalho ou


ainda, surgir de um determinado processo produtivo, podem causar desde uma doença respiratória
até a morte dependo do agente que o trabalhador for exposto.

3.1 OBJETIVO

De acordo com a Portaria número 1 de 11 de Abril de 1994, emitida pelo Ministério do Trabalho, cujo
conteúdo estabelece um regulamento técnico sobre uso de equipamentos de proteção respiratória,
todo empregador deverá adotar um conjunto de medidas com a finalidade de adequar a utilização de
equipamentos de proteção respiratória - EPR, quando necessário para complementar as medidas de
proteção implementadas, ou com a finalidade de garantir uma completa proteção ao trabalhador
contra os riscos existentes nos ambientes de trabalho. O PPR tem como objetivo à preservação da
saúde dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e controle da ocorrência
de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em
consideração a eliminação ou controle dos agentes.

As ações do PPR devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa, sob a
responsabilidade do empregador, com a participação dos trabalhadores, sendo suas abrangências e
profundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle.

O PPR é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo de
preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto
nas demais NR, em especial com o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) previsto na NR-
01 e o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO previsto na NR-7.

3.2 RESPONSABILIDADES

Para o sucesso da prevenção da saúde dos colaboradores, o PPR deve ser planejado, executado e
avaliado anualmente. Outros fatores também são importantes para assegurar o desempenho positivo
das medidas de segurança, como:

 O monitoramento do uso
 Manutenção, inspeção, limpeza e higienização dos respiradores
 Avaliação médica
 Monitoramento das exposições ocupacionais
 Armazenamento dos respiradores
 Descarte do EPI na hora certa

A administração correta do programa trará benefícios tanto para o empregado quanto para o
empregador. Cuidar da saúde do trabalhador é o dever de todo empregador e profissionais da
segurança do trabalho! Realizar os programas exigidos nas normas regulamentadoras é o que irá
proteger e garantir a integridade física e saúde dos colaboradores.

A equipe deve ser multidisciplinar. Cada um dos integrantes do programa terá suas atribuições e
deveres dependendo de suas formações profissionais, experiências e habilidades, devendo no
mínimo ser distribuído na formar descrita abaixo:

Administrador do Programa: tem por atribuição garantir a administração e funcionalidade do


programa devendo tomar ações imediatas para garantir o funcionamento adequando.
O administrador (ou quem ele indicar) preparará os procedimentos escritos necessários que fazem
parte integrante deste PPR e incluem, mas não se limitam, a:

5
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 6
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
A) Seleção de Respiradores;
B) Avaliação da Condição Médica Dos Usuários;
C) Treinamento dos Usuários;
D) Ensaios de Vedação Adotados;
E) Distribuição dos Respiradores;
F ) Limpeza, Inspeção, Manutenção E Guarda Dos Respiradores;
G) Monitoramento do Uso E dos Riscos Respiratórios;
H) Seleção dos Respiradores Para Uso Rotineiro e Emergências;
I) Qualidade do ar comprimido respirável. Quando necessário, poderão ser consultados especialistas
externos e autoridades competentes.

Treinar os usuários sobre o uso adequado e conservação do respirador; Ser responsável pelo
encaminhamento e manutenção deste PPR;
Permitir ao usuário de respirador deixar a área de risco por motivos relacionados com o seu uso, em
situações como:

- Falha ou alteração da produção proporcionada pelo respirador;


- Mau funcionamento do respirador;
- Detecção de penetração de ar contaminado no seu interior;
- Aumento da resistência à respiração;
- Grande desconforto devido ao uso, justificadamente;
- Mal estar físico (náusea, espirro constante, tontura, calafrio, febre, etc.);
- Trocar o filtro ou outros componentes sempre que necessário;
Descanso periódico em área não contaminada (em casos de uso prolongado).

RESPONSABILIDADE DO EMPREGADO
Usar o respirador fornecido, de acordo com as instruções e treinamento recebidos;
Guardar o respirador quando não estiver em uso, de modo conveniente, de acordo com as instruções
recebidas, para que não o danifique ou deforme;

Diretoria e Gerencia: tem por atribuição garantir recursos pessoais e financeiros para garantir a
funcionalidade do programa.

Líder e Supervisores: tem por atribuição fiscalizar e auditar o cumprimento das regras estabelecidas
no programa bem com auditar a eficácia do mesmo, devendo informar ao administrador do programa
qualquer problema identificado.

Compras, Suprimentos e Almoxarifado: tem por atribuição garantir a compra e estoque dos
equipamentos com as especificações técnicas estabelecidas no programa. Não poderá de forma
alguma fazer aquisição de qualquer equipamento que não esteja relacionado no programa sem a
autorização do administrado do PPR

Segurança e Engenharia do Trabalho: tem por atribuição realizar as avaliações qualitativas e


quantitativas no ambiente de trabalho, identificar e sinalizar os locais IPVS e realizar o
monitoramento, bem como identificar quais são as medidas de eliminação e ou controle que serão
adotadas para mitigação dos riscos no local de trabalho.

Medicina: tem por atribuição fazer o monitoramento periódico durante os exames, bem como
informar a aptidão dos novos trabalhadores para as atividades onde exista concentração prejudicial à
saúde do trabalhador.

Usuários de Proteção Respiratória: tem por atribuição garantir o uso adequado do equipamento
sempre que exposto em áreas que tenha a presença de aerodispersóides prejudiciais à saúde, bem
como garantir a higienização dos equipamentos e informar ao seu superior qualquer irregularidade
com o equipamento ou procedimento.

6
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 7
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
Poeiras metálicas:

São provenientes de atividades que envolvam metais, como lixamento de peças, por exemplo. Essas
partículas oferecem ao trabalhador doenças do sistema respiratório e, também, febre e calafrios. O
uso de máscaras de proteção com luvas e máscara, aliado a um ambiente arejado, diminuem os
riscos desse tipo de atividade.

Para prevenir essas doenças:

As medidas de controle mais indicadas para esse tipo de perigo devem ser tanto individuais quanto
coletivas.

Coletivas: umidificar o ambiente (lavando o piso, por exemplo), ventilar o local, etc...

Individuais: fornecer protetores respiratórios, aparelhos purificadores (máscara a filtro), máscaras


protetoras e luvas.
É importante sempre ficar atento aos perigos da poeira, afinal, nem sempre o perigo é visível.

4-REFERENCIAS UTILIZADAS NA CONFECÇÃO DO PROGRAMA

Os procedimentos abaixo estão baseados nos requerimentos apresentados pelas normas nacionais e
quando inexistentes baseadas em normas internacionais.

Em especial foram utilizados os paramentos da NR-15 da portaria 3214/78,

OSHA – Organizativo Safety And Health Administration,

NIOSH - National Institute Of Ocuptional Safety And Health,

SGIHA – Americam Conference Of Governammental Industrial Hygienists,

Portaria 01 de 11 de Abril de 1994, emitida pelo Ministério do Trabalho e das Recomendações,


Seleção e Uso de Respiradores da FUNDACENTRO.

5 - AVALIAÇÃO E EXPOSIÇÃO.

A Avaliação de exposição aos agentes químicos e aerodispersóides esta em sinergia com a avaliação
contida no Programa de gerenciamento de Riscos – PGR.

Durante o levantamento qualitativo no PGR não foram identificados poeira, nevoas, neblinas,
deficiência ou enriquecimento de oxigênio, gases ou substancias tóxicas que possam provocar
doenças aos trabalhadores.

Mesmo não estando relacionados aerodispersóides no PGR as orientações presentes neste


programa devem ser atendidas sempre que identificado riscos químicos em qualquer estado, que
possa provocar danos ao trabalhador.

5.1- POLITICA DA EMPRESA QUANTO AO PPR

Esta empresa tem como meta primordial assegurar que todos os seus trabalhadores no desempenho
de suas atividades profissionais tenham suas condições de saúde preservadas. Todos os locais de
trabalho onde haja a possibilidade de liberação de contaminantes atmosféricos, tais como: poeiras,
fumos, névoas, neblinas, gases e vapores; ou haja potencial para a atmosfera ser deficiente em
Oxigênio; serão avaliados e os trabalhadores monitorados de tal forma que sejam obtidos dados e
informações suficientes para identificar níveis de exposição que possam ser prejudiciais à saúde de
trabalhador exposto.

1) Nos casos em que sejam identificados tais riscos esta política estabelece que devam ser
implantados, um ou mais dos seguintes métodos de controle, de acordo com a hierarquia abaixo:

7
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 8
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
2) Substituição das matérias-primas utilizadas por substâncias que sejam comprovadamente menos
tóxicas;

3) Alteração no processo produtivo de forma a eliminar ou reduzir esta exposição a níveis


aceitáveis. · isolamento do trabalhador ou do processo produtivo de modo a diminuir ou eliminar
a exposição; implantação de sistemas de ventilação ambiental ou local exaustor para diminuição
da concentração dos contaminastes;

4) Adoção do uso de equipamento individual de proteção respiratória, de acordo com os critérios


técnicos e administrativos estabelecido neste documento.

6- SELEÇÃO DOS RESPIRADORES

É atributo do departamento de Segurança e Engenharia do Trabalho selecionar os respiradores para


uso rotineiro e de emergência seguindo para isso a Instrução Normativa N.º 1 de 11 de Abril de 1994
(da Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalhador) e a publicação PROGRAMA DE PROTEÇÃO
RESPIRATÓRIA da Fundacentro, que passa a ser parte integrante do Programa de Proteção
Respiratória desta empresa, que reconhece sua validade e se compromete a acatar suas
recomendações e revisa-las quando houver alterações futuras.

6.1- FATORES QUE INFLUEM NA SELEÇÃO DE UM RESPIRADOR

6.1.1. Atividade do usuário


Na seleção de um respirador deve ser levada em conta a atividade do usuário (por exemplo: se
permanece continuamente na área de risco ou não, durante o turno de trabalho, ou se o trabalho é
leve, médio ou pesado) e a sua localização na área de risco.

6.1.2. Condições de uso do respirador


É importante considerar o tempo durante de uso do respirador.
Cada respirador tem suas características que o tornam apropriado para uso rotineiro, não rotineiro,
emergências ou resgates.

6.1.3. Localização da área de risco


Na seleção deve-se levar em conta a localização da área de risco relativamente a áreas seguras que
possuam ar respirável. Isto permite planejar a fuga na ocorrência de uma emergência, a entrada de
pessoas para a realização dos serviços de manutenção ou reparos ou para as operações de resgate.

6.1.4. Características e (limitações dos respiradores)


É muito importante levar em conta, também, as características físicas e funcionais dos respiradores,
bem como as suas limitações.

6.1.5. Características da tarefa


As condições do ambiente e o nível de esforço exigido de um usuário de um respirador podem reduzir
drasticamente a vida útil do respirador. Por exemplo: em casos de extremo esforço, a autonomia de
uma máscara autônoma fica reduzida pela metade, ou mais.

6.2. SELEÇÃO DE RESPIRADORES PARA USO ROTINEIRO

6.2.1. Uso de respiradores aprovados


Somente devem ser usados respiradores aprovados. Qualquer modificação, mesmo que pequena,
pode afetar de modo significativo o desempenho do respirador.

8
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 9
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
6.2.2. A seleção
A seleção de um respirador exige o conhecimento de cada operação, para determinar os riscos que
possam estar presentes e, assim, selecionar o tipo ou a classe de respirador que proporcione a
proteção adequada.

No caso de aplicar as medidas diretamente no receptor de risco, ou seja, no trabalhador, é que


entram os EPIs. Os Equipamentos de Proteção Individual são essenciais para garantir a proteção dos
trabalhadores, e é isso que veremos a seguir.

Os EPIs para Proteção Respiratória baseiam-se basicamente nos Respiradores. Mas como existem
diversos tipos de risco, então existem diversos tipos de respiradores, com eficácias e níveis de
penetração diferentes. Veja abaixo quais são estes EPIs.

 Respirador Facial
 Respirador Semi Facial
 Respirador 1/4 Facial
 Respirador Sem Manutenção

Quanto aos filtros respiratórios, os tipos existentes são:

 Filtro Mecânico: capaz de filtrar partículas de poeiras, névoas, fumos, etc;


 Filtro Químico: protege contra gases e vapores tóxicos;
 Filtro Combinado: combinação dos dois filtros anteriores.

Respirador Facial

O Respirador Facial protege não só as vias respiratórias, mas também o rosto inteiro do usuário. É
geralmente composto por uma peça inteira que possui um filtro purificador de ar (que é o respirador) e
um visor para possibilitar que o usuário enxergue enquanto tem os olhos protegidos.

Este modelo é utilizado normalmente onde há a existência de vapores e gases extremamente tóxicos,
já que é um EPI muito eficaz e potente para estes agentes. Além disso, em situações onde os
contaminantes não possam entrar em contato com as mucosas do rosto, também se torna uma ótima
opção.

Respirador Semi Facial

Muito semelhante ao Respirador Facial, este modelo conta com uma única diferença: não é uma peça
única, mas, sim, um respirador que possui espaço para que seja acoplado o visor ou, melhor dizendo
neste caso, o óculos de segurança.

Respirador 1/4 Facial

Modelo com menor abrangência facial do que o respirador que vimos acima. Ao contrário dos
anteriores, este modelo não possui filtros acoplados e, portanto, existe a necessidade de serem
adicionados conforme o agente específico.

É o modelo geralmente utilizado para pinturas, utilização de solventes, entre outros materiais que
exalam cheiros muito fortes.

Antes de selecionar os EPIs adequados é preciso realizar a Análise de Risco e elaboração


do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) para compreendermos os riscos existentes no
ambiente e identificar os equipamentos adequados para assegurar a proteção adequado dos
colaboradores. Porém, quando se trata de proteção respiratória, devemos incluir um outro programa
na gestão da segurança do trabalho: o PPR.

9
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 10
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
[Link]. Etapas para identificação do risco
A natureza do risco respiratório deve ser determinada do seguinte modo:
a) Determinar o (s) contaminante (s) que possa (m) estar presente (s) no ambiente de trabalho;

b) Verificar se existe limite de tolerância, ou qualquer outro limite de exposição, ou estimar a toxidez
dos contaminante (s). Verificar se existe a concentração IPVS;

c) Verificar se existem regulamentos ou legislação específica para o (s) contaminante (s) (por
exemplo: asbesto, sílica, etc.). Se existir, a seleção do respirador fica dependente dessas indicações;

d) Se existir o risco potencial de deficiência de oxigênio, medir o teor de oxigênio no ambiente; e)


medir ou estimar a concentração do (s) contaminante (s) no ambiente;

f) Determinar o estado físico do contaminante. Se for aerossol, determinar ou estimar o tamanho da


partícula avaliar se a pressão de vapor da partícula será alta na máxima temperatura prevista no
ambiente de trabalho;

g) Verificar se o contaminante presente pode ser absorvido pela pele, produzir sensibilização da pele,
for irritante ou corrosivo para os olhos ou pele;

h) Se o contaminante é vapor ou gás, verificar se é conhecida a concentração de odor, paladar ou de


irritação da pele.

[Link]. Etapas para seleção do respirador

O respirador apropriado deve ser selecionado conforme o seguinte procedimento:


a) Se não for possível determinar qual o contaminante tóxico potencialmente presente no ambiente,
ou a sua concentração, considerar a atmosfera IPVS. Continuar no item 6.3;

b) Se não existir limite de exposição ou valores de orientação disponíveis, e se não puder ser feita a
estimativa da toxidez, considerar a atmosfera IPVS. Continuar no item 6.3;

c) Se existir limite de exposição ou orientação disponível para o contaminante, siga-a;

d) Se a atmosfera for deficiente de oxigênio, o tipo de respirador selecionado dependerá da pressão


parcial de oxigênio, da pressão ambiente e da concentração dos contaminantes que possam estar
presentes. Continuar no item (e) e de 6.3. 1 até 6.3.4,
e) se a concentração medida ou estimada do contaminante for considerada IPVS, continuar no item
6.3
f) Dividir a concentração medida ou estimada de cada contaminante pelo limite de exposição ou
valores de orientação para obter o Fator de Proteção Requerido. Se mais de uma substância estiver
presente considerar os efeitos sinérgicos. A partir da tabela 1, selecionar um respirador ou tipo de
respirador que possua Fator de Proteção Atribuído maior que o Fator de Proteção Requerido.
Se o respirador selecionado for do tipo purificador de ar, continuar no item g);

g) Se o contaminante for somente gás ou vapor, escolher um respirador com Fator de Proteção
Atribuído maior que o Fator de Proteção Requerido. A concentração do contaminante no ambiente
deve, contudo, ser menor que a concentração máxima de uso do filtro químico escolhido. Continuar-
no item (m). Se o contaminante for um aerossol, continuar no item (h);

h) Se o contaminante for base de tinta, esmalte ou verniz, usar um respirador com filtro combinado:
filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P1;

i ) Se o contaminante for um agrotóxico contendo veículo orgânico, usar um respirador com filtro
combinado: filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2; se o contaminante for
um agrotóxico contendo veículo água , usar somente filtro mecânico classe P2;

10
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 11
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
j ) Se o contaminante for um aerossol mecanicamente gerado (por exemplo poeiras e névoas), usar
filtro classe P1.*

k ) Se o contaminante for um aerossol termicamente gerado (por exemplo fumos metálicos), usar filtro
classe P2.*
l ) Se o contaminante for do tipo aerossol que contenha asbesto ou sílica cristalizada, ver Anexo 7;
do programa da FUNDACENTRO.
(*) Se o aerossol for de substâncias altamente tóxica ou de toxidez desconhecida, deverá ser
selecionado um filtro classe P3, preferencialmente utilizado com uma peça facial inteira.

m) Se o contaminante é um gás ou vapor com fracas propriedades de alerta, é recomendado o uso


de respiradores de adução de ar. Se estes não puderem ser usados por causa da inexistência de

Uma fonte de ar respirável, ou por causa da necessidade de mobilidade do trabalhador, o respirador


purificador de ar poderá ser usado, somente quando:

O respirador possuir um indicador confiável de fim de vida útil que alerte o usuário antes de o
contaminante começar a atravessar o filtro;

Existir um plano de troca de filtro que leve em conta a vida útil do filtro, bem como a desorpção (a não
ser que a substituição seja diária), a concentração esperada, o modo de usar e o tempo de exposição
forem estabelecidos, e que o contaminante não possua um Limite de Tolerância Valor Teto.

6.3. SELEÇÃO DE RESPIRADORES PARA USO EM ATMOSFERAS IPVS, ESPAÇOS


CONFINADOS OU ATMOSFERAS COM PRESSÃO REDUZIDA.

Situações em que se utilizam equipamentos de proteção respiratória Introdução: O uso de EPR tem
como objetivo principal prevenir a exposição por inalação de substâncias perigosas e/ou ar com
deficiência de oxigênio. Quando não for possível prevenir a exposição ocupacional, o controle da
exposição adequada deve ser alcançado, tanto quanto possível, pela adoção de outras medidas de
controle que não o uso de EPR.

Medidas de controle de engenharia, tais como, substituição de substâncias por outras menos tóxicas,
Enclausuramento ou confinamento da operação e sistema de ventilação local ou geral e medidas de
controles administrativos, como a redução do tempo de exposição, devem ser consideradas. O uso

11
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 12
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
de EPR é considerado o último recurso na hierarquia das medidas de controle e deve ser adotado
somente após cuidadosa avaliação dos riscos.

Existem situações, entretanto, nas quais ainda pode ser necessário o uso de um respirador, tais
como:

a) Outras medidas de controle já foram adotadas, mas a exposição à inalação não está
adequadamente controlada;

b) A exposição por inalação excede os limites de exposição e as medidas de controle necessárias


estão sendo implantadas;

c) A exposição por inalação é ocasional e de curta duração, sendo impraticável a implantação de


medidas de controle permanentes (por exemplo, em trabalhos de manutenção, de emergência, fuga e
resgate).

Em tais situações, respiradores apropriados devem ser usados em conformidade com os requisitos
apresentados nesta publicação.

Uso voluntário
Alguns trabalhadores, mesmo quando a exposição está comprovadamente abaixo dos limites de
exposição aceitáveis (limite de exposição ocupacional e nível de ação), podem sentir a necessidade
do uso de respiradores a fim de obter um nível adicional de proteção ou conforto. O empregador pode
disponibilizar respiradores para uso voluntário, ou seja, quando solicitado pelos trabalhadores, ou
permitir que utilizem seus próprios respiradores, desde que o empregador se certifique de que o seu
uso não acarretará novos riscos. Se o empregador concordar com o uso voluntário, o usuário deve:

1. Ler e compreender todas as instruções de uso oferecidas pelo fabricante no que se refere à
inspeção, limpeza, higienização, manutenção, guarda, uso e limitações de uso do respirador

2. Usar somente respiradores adequados ao risco e com Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo
Ministério do Trabalho e Emprego (MTE);

3. Não apresentar pelos faciais que interfiram na vedação dos respiradores ou prejudiquem o
funcionamento das válvulas. Além disso, o empregador deve estabelecer por escrito e implementar os
seguintes elementos de um Programa de Proteção Respiratória (PPR):

• avaliação médica para determinar se o usuário é apto a usar o respirador;


• instruções e procedimentos acerca de inspeção, limpeza, higienização, manutenção, guarda e uso,
de tal modo que o respirador não represente um risco à saúde do usuário.

6.3.1. Atmosferas IPVS

Um local é considerado IPVS quando:

a) A concentração é conhecida ou se suspeita que esteja acima do limite de exposição IPVS;

b) É um espaço confinado com teor de oxigênio menor que o normal (20,9% em volume), a menos
que a causa da redução do teor de oxigênio seja conhecida e controlada.

c) o teor de oxigênio é menor que 12,5%, ao nível do mar, ou.

d) A pressão atmosférica do local é menor que 450mmHg (equivalente a 4240m de altitude) ou


qualquer combinação de redução na porcentagem de oxigênio e pressão reduzida que leve a uma
pressão parcial de oxigênio menor que 95mmHg.

6.3.2. Respiradores para uso em condições IPVS na pressão atmosférica normal

12
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 13
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
O respirador que deve ser usado em condições IPVS provocadas pela presença de contaminantes
tóxicos, ou pela redução do teor de oxigênio como descritos nas condições a, b e c em 6.3.1, é a
máscara autônoma, ou uma combinação de um respirador de linha de ar comprimido com cilindro
auxiliar para escape.

6.3.3. Considerações sobre os espaços confinados

Os espaços confinados são causa de numerosas mortes e de sérias lesões. Portanto, qualquer
espaço confinado com menos que 20,9% de oxigênio deve ser considerados IPVS, a menos que a
causa da redução do teor de oxigênio seja conhecida e controlada. Esta restrição é imposta porque
qualquer redução do teor de oxigênio é, no mínimo, uma prova de que o local é mal ventilado.

Pode ser possível entrar sem o uso de respiradores em espaço confinado que contenha de 16% até
20,9% em volume de oxigênio ao nível do mar, somente quando se conhece e compreende a causa
da redução do teor de oxigênio e se tem certeza de que não existem áreas mal ventiladas nas quais o
teor de oxigênio possa estar abaixo da referida faixa. Não se conhecendo a causa do baixo teor de
oxigênio, e se ela não for controlada, a atmosfera do espaço confinado deve ser considerada IPVS.

ESPAÇO CONFINADO

O espaço confinado de trabalho é determinado por qualquer área ou local não projetado para a
ocupação humana regular. Logo, para atuar com segurança sob essas condições, é preciso conhecer
os equipamentos de espaço confinado utilizados em cada atividade.

Por exemplo, são caracterizados espaços confinados: espaços com acesso reduzido de entrada e
saída, ventilação insuficiente para a remoção de contaminantes ou que possam exigir deficiências ou
enriquecimento do oxigênio. No que se refere à atmosfera, um ambiente é tido com enriquecimento
do oxigênio quando contém mais de 23% de oxigênio em volume na atmosfera. Já a deficiência é
quando a atmosfera contém menos que 20,9% de oxigênio em volume.

Os espaços confinados mais conhecidos são: poços, elevadores, tubulações, redes de esgoto
subterrâneas, chaminés, silos, cisternas, reservatórios etc. Outros exemplos desses espaços e de
atividades realizadas neles são:

 Caixas d’água de fábricas ou edificações;


 Áreas de armazenamento de grãos;
 Tanques de combustível em empresas;
 Processadores de massa de indústrias químicas.

Vale ressaltar que o espaço confinado não é definido apenas por um espaço impróprio para o
trabalho humano. Dentro do conceito, existem diferentes categorias e determinações para alguns
fatores, como os níveis de atmosfera e as dimensões do espaço.

Existem inúmeros riscos para operar em espaços restritos. Dentre eles, os principais são: explosão,
soterramento e falta ou excesso de oxigênio na atmosfera. Logo, é preciso ter uma equipe treinada
para agir caso seja necessário um resgate em espaço confinado.

COMO OPERAR COM SEGURANÇA EM ESPAÇOS CONFINADOS?

13
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 14
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
O trabalho confinado existe em inúmeros segmentos de negócios. Mas, em geral, os principais
trabalhos realizados em espaços confinados são:

 Operações de resgate e salvamento;


 Manutenções, reparos, limpeza ou inspeções;
 Obras de construção civil e naval.

A Norma Regulamentadora (NR) que rege o trabalho em espaços confinados é a NR 33, referente à
Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados.

Segundo a lei, independentemente de ser um profissional especializado em resgates ou um operário


da construção civil, por exemplo, para operar nesses espaços, é obrigatório que o trabalhador faça
uma capacitação, que deve ser renovada anualmente e ministrada por instrutores com proficiência
comprovada no assunto.

A carga horária da capacitação pode variar de acordo com a atividade exercida e o espaço confinado
de atuação. O certificado é emitido em nome do trabalhador, com data e local de treinamento.

Segundo a NR 33, “cabe ao empregador implementar a gestão em segurança e saúde no trabalho em


espaços confinados, por medidas técnicas de prevenção, administrativas, pessoais e de emergência
e salvamento para garantir permanentemente ambientes com condições adequadas de trabalho”.

Assim, fica como responsabilidade do empregador capacitar cada membro do serviço a partir de
simulações de resgate no espaço confinado uma vez a cada doze meses e assegurar que ao menos
um dos membros tenha certificação em primeiros socorros e RCP (ressuscitação cardiopulmonar).

Caso o empregador opte por terceirizar o serviço de resgate, é sua obrigação informar o contratado
de todos os riscos possíveis durante o trabalho na instalação e providenciar o acesso a todos os
espaços confinados, permitindo que planos de resgate apropriados sejam desenvolvidos.

A comunicação dentro da equipe de trabalho é fundamental, assim como a ficha técnica de todas as
substâncias tóxicas ou asfixiantes que são encontradas na atmosfera do espaço confinado. Toda
informação deve estar disponível nas instalações do empregador e acessíveis para a equipe de
resgate, para o supervisor de entrada, para o vigia e todos os outros profissionais envolvidos.

Quais são os equipamentos para espaço confinado?


Além de estar bem-preparado para atuar em áreas restritas, é impossível realizar esse tipo de
atividade sem os itens de proteção adequados. Assim, é primordial assegurar que cada integrante da
equipe de resgate tenha equipamento respiratório e de segurança individual. Conheça agora
alguns equipamentos essenciais para o trabalho em espaços confinados.

1. Tripé e monopé para entrada e resgate


São equipamentos desenvolvidos para uso em espaços confinados e/ou terrenos com grandes
desníveis.

Utilizados em conjunto com guinchos, resgatadores ou blocos de polias, eles auxiliam a entrada e
saída do trabalhador, tanto na movimentação normal quanto, eventualmente, em resgates.

Esses equipamentos permitem o trabalho em suspensão nos setores de risco para acessos verticais.

2. Detectores de gases

14
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 15
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
São usados para medir e indicar a concentração de gases no ar. Por meio de tecnologias, eles são
empregados para impedir a exposição do trabalhador a substâncias tóxicas e evitar incêndios.

Disponibilizados em unidades portáteis ou fixas, eles indicam altos níveis de gases por indicadores
visíveis, audíveis, luzes ou uma combinação de sinais.

Os detectores são classificados pelo tipo de gás que identificam: tóxicos ou inflamáveis. A partir
dessas classificações, as tecnologias são empregadas de formas diferentes. Os sensores catalíticos
e infravermelhos detectam gases eletroquímicos e combustíveis. Já os que usam tecnologia de
semicondutor de óxido metal normalmente detectam os gases tóxicos.

Eles podem ser utilizados para monitorar pequenas áreas de trabalho ou podem ser combinados para
formar um sistema de proteção completo.

Existem diferentes tipos de detectores disponíveis. No entanto, todos possuem a mesma função:
monitorar e alertar sobre os níveis de gases perigosos para o trabalho humano.

3. Conjunto autônomo de ar

O conjunto autônomo para espaços confinados é um suprimento alternativo para uso em caso de
falha do sistema principal de ar, conectando-se diretamente, seja ele um conjunto de cilindros de ar
respirável ou um compressor de baixa pressão.

Quando acionado, em casos de falha nos compressores de abastecimento ou esgotamento da


reserva principal, ele supre facilmente a ausência de ar e protege o trabalhador em locais com
deficiência de oxigenação ou contaminantes na atmosfera.

Quando há intervenção de gases tóxicos no espaço confinado de trabalho, o conjunto autônomo de ar


também é acionado.

4. Trava-quedas e/ou guincho

O trava-quedas é um equipamento de proteção individual (EPI) contra quedas em alturas, utilizado


por trabalhadores encarregados de limpeza e manutenção em alturas elevadas, tais como atividades
em andaimes, cadeiras suspensas, escadas, plataformas ou telhados.

Já os guinchos de deslocamento são projetados para situações que exigem múltiplos mastros
ajustáveis, podendo ser equipados na sua traseira ou dianteira.

Existem várias bases disponíveis, permanentes ou portáteis, que se adequam a qualquer aplicação
necessária.

5. Exaustores e insufladores de ar para espaço confinado

Pela NBR 16577, todos os trabalhos realizados em espaço confinado precisam de algum tipo de
ventilação, exaustão ou uma combinação entre as duas.

O que define o volume, a forma e o tipo de equipamento de ventilação ou exaustão a ser utilizado são
a Análise Preliminar de Risco (APR) e a Permissão de Entrada e Trabalho (PET).

Existem ventiladores e exaustores movidos a diferentes fontes de energia, que dependem da situação
exigida. O modelo mais comum é movido à energia elétrica, mas também há opções movidas à
gasolina, a óleo diesel, ar comprimido e outras fontes.

15
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 16
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
Em casos de atmosfera explosiva, é preciso usar um ventilador certificado pelo INMETRO (Instituto
Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) para exercer qualquer atividade. Nesse caso, a
ventilação deve ser combinada à exaustão, sendo ambas de forma mecânica.

Esses são os equipamentos básicos utilizados na maior parte dos espaços confinados hoje em dia.
Existem outros sistemas e equipamentos de segurança, que podem ser empregados de acordo com
as especificidades das atividades a serem realizadas.

A determinação dos equipamentos necessários depende da análise prévia dos riscos envolvidos na
forma como cada uma das atividades será realizada.

Por que se preocupar com os equipamentos para espaço confinado?


A preocupação do empregador ao providenciar todos os equipamentos de proteção exigidos pela NR
33, dentro das certificações necessárias, é a garantia de que ele está adquirindo um material
confiável e resistente. Seguir tal norma diminui consideravelmente o risco de acidentes.

Dentre os riscos de atividades em espaços confinados também se destacam:

 Infecções por agentes biológicos;


 Engolfamento ou intoxicação por substâncias químicas;
 Choques elétricos;
 Quedas;
 Esmagamento;
 Queimaduras;
 Inundação.

Além do uso de todos os equipamentos necessários, a legislação também exige que seja feito um
reconhecimento prévio dos espaços confinados, seguido de avaliação, monitoramento e controle de
riscos.

Por meio da NR 33, fazer uso dos equipamentos de espaço confinado corretos garante a execução
do trabalho em espaços restritos com segurança. Dessa forma, a integridade física e psicológica dos
trabalhadores que operam nessas condições não fica comprometida durante o exercício de suas
atividades.

Equipamentos também são importantes para os profissionais que atuam no espaço, não apenas para
os resgastes. Os usuários devem ter em fácil alcance os kits de evacuação, que podem ser portáteis
ou fixados nas estruturas do local. Porém, de nada adianta ter equipamentos de qualidade se os
trabalhadores não forem treinados para utilizá-los.

Como proceder em um resgate em espaço confinado?


Para garantir a segurança do profissional resgatado e do que realiza o resgate, é preciso adotar
técnicas e procedimentos próprios de espaços confinados. Apesar de cada caso ter suas
particularidades, podemos dividir o procedimento em quatro fases, listadas a seguir.

Identificação, reconhecimento e avaliação do espaço


Um salvamento exige planejamento de técnicas de acesso e locomoção. Logo, o profissional treinado
deve fazer um reconhecimento do espaço para averiguar os riscos da operação antes de dar início ao
resgate. Realizar uma avaliação atmosférica interna é imprescindível para verificar os níveis de
oxigênio, gases tóxicos e vapores inflamáveis, que podem causar explosões, e também para definir
qual é o sistema de respiração mais apropriado a ser adotado durante o resgate.

Verificação dos equipamentos


A segurança dos equipamentos e do local do resgate deve ser verificada, além da resistência dos
pontos de ancoragem. Isso equivale ao ato de amarrar ou afixar algo em um lugar estipulado,

16
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 17
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
mantendo a estabilidade e garantindo uma utilização mais segura e hábil, impedindo, assim, que não
ocorram imprevistos durante a operação.

Em determinadas situações e com equipamentos funcionando adequadamente, existe a


probabilidade de retirada de pessoas sem que a equipe de resgate precise, de fato, entrar. Isso acaba
sendo uma grande vantagem, se tratando do interior de um espaço muito pequeno.

Escolha da técnica de resgate


Em caso de acidente, podemos encontrar os cenários mais diversos e precisamos intervir
rapidamente com a técnica mais adequada, que dependerá do local, da situação em que as vítimas
se encontram, do tipo de acesso e dos recursos disponíveis.

Existem diversos resgates possíveis, sendo que três exemplos são:

 Evacuação por descenso: por se tratar de um método simples, tem prioridade, quando sua
execução é possível. A ação da gravidade é utilizada como instrumento de evacuação das vítimas
para baixo;
 Evacuação por ascensão: nesse caso, a evacuação é para cima. São necessárias técnicas
complexas, como contrapeso, subida com guincho mecânico, entre outras. Trata-se de uma
operação coletiva, em que é fundamento uma coordenação perfeita;
 Evacuação mediante tirolesa: quando o acesso é difícil devido às características do local ou
pela presença de obstáculos, uma opção é a tirolesa. Devido à sua complexidade, a técnica é
utilizada apenas por unidades especificamente treinadas.

Prevenção de acidentes
Apesar de não ser exatamente um procedimento de resgate, talvez seja o item mais importante.
Existem diversas formas de prevenir acidentes mesmo em situações de risco. Basta escolher a mais
adequada para cada situação. Vamos conhecer algumas delas:

Vigias e colaboradores: todo acesso deve ser assistido ao lado de fora para garantir que os
trabalhadores estejam em boa condição física e psicológica e para que a entrada seja feita com os
equipamentos necessários;

Linha de recuperação: todo trabalhador deve estar munido de uma linha de recuperação, presa em
um cinto de tórax, com a finalidade de subi-lo ou descê-lo do interior do espaço confinado em um
eventual resgate;

Movimentação de materiais: devem ser descidos em baldes por meio de cordas resistentes, em
quantidades que não excedam os 3 kg, para evitar a sobrecarga de peso;

Prevenção contra queda de ferramentas: as ferramentas utilizadas durante a execução dos


trabalhos devem estar penduradas no cinturão ou instaladas em porta-ferramentas, evitando
acidentes em que o trabalhador é atingido por algum objeto.
Independentemente do tipo de trabalho realizado, é preciso ter um plano preventivo de resgate em
espaço confinado. Nele, precisa constar todas as etapas do projeto, como o campo de base e a
instalação de ancoragens. Só assim os profissionais terão condições de iniciar os procedimentos de
inspeção, manutenção, reparo e resgate.

O princípio de trabalho em equipe é fundamental, principalmente quando se trata de acesso por


corda. Assim, a execução do serviço é realizada com maior rapidez e eficiência. Geralmente, as
equipes são formadas, no mínimo, por duas pessoas.

17
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 18
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
Outro princípio que deve ser levado bastante a sério é a prudência. Uma boa dose dela diminui
consideravelmente o perigo. Por exemplo, no caso de trabalhos em represas, a topografia do terreno
não permite a instalação de determinados equipamentos de segurança, como andaimes. Assim, o
local obriga uma manutenção constante e inspeções periódicas.

6.3.4. Pressão atmosférica reduzida

A pressão atmosférica, quando é reduzida, pode levar a pressão parcial de oxigênio ppO2 a valores
baixos, mesmo mantendo a concentração em 20,9%. Por isso, quando se realizam trabalhos em
pressão atmosférica reduzida, deve-se definir a concentração de oxigênio em termos de pressão
parcial de oxigênio e não em porcentagem em volume.

[Link]. Definição de deficiência de oxigênio IPVS envolvendo pressão atmosférica reduzida

Deve ser considerada uma condição IPVS, quando a pressão parcial de oxigênio é igual ou menor
que 95 mmHg. Essa deficiência de oxigênio pode ser causada: pela redução da pressão atmosférica
até 450 mmHg (equivalente a uma altitude de 4240m), ou pela combinação da diminuição da
porcentagem de oxigênio e da pressão atmosférica.

A tabela 2 indica as condições em que devem ser usadas as máscaras autônomas e os respiradores
de linha de ar comprimido combinados com cilindro auxiliar para escape.

[Link]. Definição de deficiência de oxigênio não IPVS

Um ambiente onde a pressão parcial de oxigênio está entre 95 e 122 mmHg deve ser considerado
uma atmosfera com deficiência de oxigênio, mas não IPVS. Esse ambiente pode afetar de modo
adverso pessoas com pequena tolerância a níveis reduzidos de oxigênio, ou pessoas não
aclimatadas desempenhando tarefas que requeiram grande acuidade mental ou tarefas muito
pesadas. Nestas condições deve-se usar respiradores de adução de ar com a finalidade de atenuar
esses efeitos. A tabela 2 indica as condições nas quais é recomendado o uso desses respiradores.

Deve ser considerada qualquer condição médica adversa que afete a tolerância de um indivíduo a
níveis reduzidos de oxigênio.

Para esses indivíduos pode ser recomendável o uso de respiradores de adução de ar a partir da
pressão parcial de oxigênio mais elevada que os valores indicados. Esta decisão deve ser tomada
durante o exame médico que antecede a atribuição daquela tarefa.

18
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 19
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
TABELA 2
EFEITOS COMBINADOS: ALTITUDE E PORCENTAGEM DE OXIGÊNIO (a)
RESPIRADORES RECOMENDADOS

Altitude Pressão Oxigênio PPO2 Teor de Teor de oxigênio abaixo do


(m) (mmHg) no (mmhg) oxigênio abaixo qual é exigido o uso de
Ambiente do qual é máscara autônoma (d )
exigido o uso ou
de resp. de Combinação de linha de ar
adução de ar (c) com cilindro auxiliar
O2 PPO2 O2 PPO2
% mmHg % mmHg
NIVEL DO 760 20,9 160 16 122 12,5 95
MAR
757 694 20,9 145 17,5 122 13,7 95
1500 632 20,9 133 19,3 122 15 95
2270 575 20,9 121 < 20,9 = 16.5 95
3030 523 20,9 110 < 20,9 = 18,2 95
3287 474 20,9 99 (b) = < 20,9 =
4240 450 20,9 94 (b) = < 20,9 =

Observações sobre a Tabela 2:


a) PPO2 = 95mmHg, que dita a necessidade de máscara autônoma ou combinação linha de
ar/máscara autônoma, admite que a saúde do usuário seja normal. Deve ser levada em consideração
qualquer condição médica que afete desfavoravelmente os indivíduos com intolerância à redução do
teor de 02. Para estes indivíduos, é maior a ppO2 a partir da qual é necessário o uso de máscara
autônoma. Esta é uma decisão do médico.

b) Observe que em altitudes maiores que 3030 m, um respirador de adução de ar ou autônomos que
forneça ar com 20,9% de oxigênio não consegue atingir o ppO2 de 122 mml-1g. Portanto, nos casos
em que se exige o uso de respirador porque o teor de 02 está abaixo de 20,9%, deve-se escolher um
respirador especial, aprovado, do tipo de adução de ar que forneça oxigênio enriquecido ou máscara
autônoma de circuito fechado. A 3030 m de altitude deve-se usar ar com no mínimo 23% de 02 e a
4240 m o ar deve conter 27% de 02.

c) De demanda com pressão positiva.

6.4. OPERAÇÕES DE JATEAMENTO

Deve-se selecionar respiradores especificamente aprovados para esse fim. O jateamento em espaços
confinados pode gerar níveis de contaminação que ultrapassem a capacidade de qualquer respirador,
exigindo a adoção de outros recursos para diminuir o Fator de Proteção Requerido abaixo do Fator de
Proteção Atribuído para aquele respirador. Deve-se estar atento ao máximo nível de ruído permitido
dentro do capuz 85 dB (A) e à obrigatoriedade do uso de ar respirável.

7. OUTROS FATORES QUE AFETAM A SELEÇÃO DE UM RESPIRADOR

7.1. PELOS FACIAIS

Um respirador com cobertura das vias respiratórias de qualquer tipo seja de pressão positiva ou
negativa, não deve ser usado por pessoas cujos pelos faciais (barba, bigode, costeletas ou cabelos)
possam interferir no funcionamento das válvulas, ou prejudicar a vedação na área de contato com o
rosto.

19
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 20
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00

7.2. NECESSIDADE DE COMUNICAÇÃO

Na escolha de certos tipos de respiradores deve-se levar em conta o nível de ruído do ambiente e a
necessidade de comunicação.
Falar em voz alta pode provocar deslocamento de algumas peças faciais.

7.3. VISÃO

Quando o usuário necessitar usar lentes corretivas, óculos de segurança, protetor facial, óculos de
soldador ou outros tipos de proteção ocular ou facial, eles não deverão prejudicar a vedação.

Quando a peça facial for inteira ou do tipo que exija selagem perfeita, deverão ser usados óculos sem
tiras ou hastes que passem na área de vedação do respirador, seja de pressão negativa ou positiva.

Somente é permitido o uso de lentes de contato quando o usuário do respirador está perfeitamente
acostumado ao uso desse tipo de lente. Com lentes de contato colocadas, o trabalhador deve ensaiar
o uso do respirador.

7.4. PROBLEMAS DE VEDAÇÃO NOS RESPIRADORES

Não devem ser usados gorros ou bonés com abas que interfiram com a vedação da peça facial no
rosto. Os tirantes dos respiradores não devem passar sobre partes duras dos capacetes.
O uso de outros equipamentos de proteção individual como capacetes ou máscara de soldador não,
deve interferir na vedação da peça facial.

7.5. USO DE RESPIRADORES EM BAIXAS TEMPERATURAS

O desempenho do respirador pode ficar prejudicado quando este é usado em baixa temperatura e
isso deve ser levado em conta na seleção (lentes ou visores podem embaçar e o congelamento pode
prejudicar a vedação das válvulas).

A máscara autônoma aprovada para operar abaixo de 0° C deve possuir pinça nasal, mascarilha
interna ou outro meio que evite esses inconvenientes. A umidade do ar comprimido deve estar dentro
das especificações (ver NBR-12543), e devem ser observados outros detalhes:

a) Checar todas as conexões que possam ser afetadas pela baixa temperatura;

b) No frio, guardar com cuidado todos os componentes elastoméricos (peça facial, traqueia, etc.), de
modo que não se deformem e prejudiquem a vedação no rosto. Outros componentes devem manter a
elasticidade mesmo em baixa temperatura: guarnições, gachetas, diafragmas e anéis orign.

Em temperatura muito baixa, as válvulas do respirador podem congelar abertas ou fechadas devido à
presença de umidade. Alguns respiradores de adução de ar usam o tubo Vortex para aquecer o ar
que chega à peça facial.

20
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 21
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00

7.6. USO DE RESPIRADORES EM ALTAS TEMPERATURAS

Além de influir no desempenho de um respirador, o calor provoca o "stress" térmico que é agravado
pelo uso desses EPI. Por estas razões, na seleção do respirador deve-se levar em conta esses
fatores, e o médico deve aprovar a escolha.

Pode-se reduzir a contribuição ao "stress" devido ao respirador, usando respirador leve, de baixa
resistência. O ar exalado que permanece no espaço morto do respirador é inalado no ciclo seguinte.
Reduzindo o espaço morto, reduz-se o teor de gás carbônico no ar inalado, que é o maior
responsável pelo stress devido ao uso de respirador. É recomendável o uso de respirador purificador
de ar motorizado, respirador de adução de ar do tipo fluxo contínuo, respirador com peça semifacial
no lugar de facial inteira, se possível, e o uso de peça facial inteira com mascarilha interna
(independente do modo de operação).

O uso do tubo Vortex reduz a temperatura do ar fornecido à peça facial. A guarda de respirador em
ambiente em alta temperatura facilita a deterioração da peça facial e de componentes elastoméricos,
criando deformações permanentes. Nessas condições a inspeção deve ser frequente.

7.7- DEFINIÇÃO DO TIPO DE RESPIRADOR QUE DEVERÁ SER UTILIZADO PELOS


TRABALHADORES DA SUPPLY MARINE SERVIÇOS

Fonte Respirador Imagem Ilustrativa do


Agentes OBSERVAÇÕES
Geradora Indicado Respirador
Os respiradores
Respirador
PFF descartáveis
Tintas a base Semi-facial
Vapores Orgânicos de solventes. não são indicados
Solventes. com filtro P2
para este tipo de
/VO
exposição.

Guarda e
Os respiradores devem ser higienizados com um pano limpo umedecido em álcool
Conservação e guardados em local limpo e seco dentro de embalagens impermeáveis.

Parâmetros para
A troca deve ser feita de acordo com as instruções do fabricante ou sempre que o
Toca usuário identificar a saturação do filtro ou danos ao respirador

Os respiradores
Ruptura de PFF – 2 PFF -2 são de uso
Particulados sólidos. qualquer
Descartável individual não deve
solido.
ser compartilhado. .

Guarda e
Os respiradores PFF-2 devem ser mantidos em sua embalagem original lacrada até a
Conservação entrega ao usuário.
Parâmetros para
A troca deve ser feita de acordo com as instruções do fabricante ou sempre que o
Toca usuário identificar a saturação do filtro ou danos ao respirador
Fica determinado o uso dos respiradores acima para os possíveis agentes
mencionados nesta tabela, mesmo não estando relacionados no PPRA. Vale Salientar
Atenção! que para quaisquer atividades em Espaço Confinado ou atmosfera potencialmente
contaminada se faz necessário à avaliação antecipada a fim de identificar os riscos do
local e consequentemente a implantação do sistema de proteção respiratória adequada
para garantir a saúde e integridade dos trabalhadores.

21
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 22
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00

7.8- TREINAMENTO

Todos os trabalhadores de áreas ou atividades que requerem o uso de proteção respiratória deverão
ser instruídos sobre suas responsabilidades no PPR. Eles devem ser treinados sobre a necessidade,
uso, limitações e cuidados com os respiradores. O conteúdo específico do treinamento deverá ser de
acordo com o disposto neste Programa e deverá ser ministrado por instrutor habilitado e com
formação mínima de Técnico de Segurança do Trabalho. O conteúdo mínimo estar descrito neste
procedimento. Devem ser estipuladas as datas para as reciclagens, num intervalo de no máximo 12
meses. Os registros deste treinamento deverão ser arquivados pelo administrador do programa.

7.9- CONTEUDO PROGRAMATICO DO TREINAMENTO

a) Introdução
b) O que é um PPR
c) Conhecendo o risco
d) Limites de tolerância
e) Efeitos à saúde
f) Sistema respiratório
g) Como se proteger
h) Tipos de respiradores
i) Cuidados e recomendações de uso
j) Teste de vedação

7.10- MONITORAMENTOS DO USO DO RESPIRADOR

Deve ser feitos por todos na organização de forma clara e objetiva sempre que for identificado um
trabalhador que não esteja utilizado o RESPIRADOR deve-se solicitar de imediato a utilização, vale
ainda registrar em seu prontuário junto ao RH uma sanção disciplinar. Periodicamente deve-se
realizar auditoria nas FICHAS DE ENTREGA DE EPI a fim de identificar a periodicidade de troca do
equipamento, caso seja identificado trabalhadores que não estão realizando a troca do equipamento,
o mesmo deve ser questionado a fim de corrigir possíveis falhas no processo.

8 – PROCEDIMENTO MINIMOS PARA O TESTE DE VEDAÇÃO

QUALITATIVO COM AEROSSOL DE SOLUÇÃO DE SACARINA:

A. Escolha do respirador pelo usuário.


O respirador deve ser escolhido de acordo com os procedimentos descritos no item B do ensaio com
vapor de acetato de Isoamila, com exceção de que o respirador deve estar agora com filtro mecânico.

B. Ensaio preliminar de acuidade de paladar.


l. Para realizar o ensaio preliminar de sensibilidade de paladar e o ensaio de vedação, deve-se
usar um capuz que cubra a cabeça e os ombros. Deve ter diâmetro aproximado de 30cm, altura de
40cm e pelo menos a parte frontal livre para não interferir com os movimentos da cabeça do usuário
quando com o respirador.

2. Na frente do capuz, na altura do nariz e da boca do usuário, deve existir um orifício com diâmetro
aproximado de 20mm para acomodar o bico nebulizador.

22
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 23
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00

3. Antes da realização do ensaio preliminar e do ensaio de vedação a pessoa deve receber uma
explicação sobre todo o conteúdo e procedimentos.

4. Durante o ensaio preliminar de acuidade de paladar a pessoa deve colocar o capuz e respirar
com a boca, com a língua estendida.

5. Usando um nebulizador (DeVilbiss Modelo 40 para inalação de medicamentos ou equivalente), a


pessoa que conduz o ensaio deve nebulizar a solução de sacarina para o ensaio preliminar dentro do
capuz. Este nebulizador deve estar identificado perfeitamente para poder ser distinguido do usado
com solução para o ensaio de vedação.

6. A solução para o ensaio preliminar é preparada dissolvendo 0,83g de sacarina sódica (pró-
análise) em água. Pode ser preparada colocando 1 ml da solução usada para o ensaio de vedação
(ver parágrafo 7 do item C) em 100ml de água.

7. Para gerar o aerossol o bulbo do nebulizador deverá ser apertado firmemente, de modo que uma
parede do bulbo encoste na outra e deixando se expandir totalmente.

8. Dar 10 bombadas rapidamente e perguntar à pessoa que está com o capuz se está sentindo o
gosto da sacarina.

9. Se a resposta for negativa, bombear rapidamente mais 10 vezes e repetir a pergunta.

10. Se a segunda resposta for negativa, bombear rapidamente mais 10 vezes e repetir a pergunta.

1 l. A pessoa que conduz o ensaio deve anotar o número de bombadas necessárias para conseguir
uma resposta positiva.

12. Se com 30 bombadas (parágrafo 10) a pessoa não sentir o sabor da sacarina, o ensaio de
vedação com sacarina não pode ser usado com ela.

13. Se a pessoa conseguir sentir o sabor, deve-se pedir a ela que procure se lembrar dele, porque
vai ser usado no ensaio de vedação.

14. Usando corretamente o nebulizador é suficiente 1 ml da solução colocada no bulbo para realizar
o ensaio preliminar.

15. O nebulizador deve ser bem lavado, deixado secar e enchido novamente, no mínimo, pelo menos
a cada quatro horas.

C. "Ensaio de Vedação" no respirador escolhido

1. A pessoa deve colocar e ajustar o respirador sem a assistência de ninguém.

2. O capuz empregado no ensaio é o mesmo descrito no item B - 2.

3. A pessoa deve usar o respirador pelo menos durante 10 minutos antes de realizar o ensaio.

4. A pessoa deve colocar o capuz quando já estiver usando o respirador equipado com filtro
mecânico.

5. Pelo menos durante 15 minutos antes do ensaio de vedação a pessoa não deve comer beber
(água pura é permitida) ou mascar goma.

6. Usar um segundo nebulizador, igual ao primeiro, para nebulizar a solução dentro do capuz. Deve
estar marcado de modo visível para distingui-lo do usado durante o ensaio preliminar.

7. Preparar a solução para o ensaio de vedação dissolvendo 83g de sacarina em 100m1 de água
morna. 8. Como antes, a pessoa deve respirar com a boca aberta e língua para fora.

23
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 24
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00

9. Colocar o bico do nebulizador no orifício do capuz e nebulizar a solução para o ensaio de vedação,
usando a mesma técnica empregada no ensaio preliminar de acuidade de paladar, e o mesmo
número de bombadas necessárias para obter a resposta naquele ensaio (ver parágrafos B-8 até B-
10).

10. Após a geração do aerossol, ler as instruções para a pessoa que usa o respirador. Cada
exercício deve ser realizado durante um minuto.

a) Respire normalmente.
b) Respire profundamente. Esteja consciente que sua respiração seja profunda e regular.
c) Vire a cabeça completamente para um lado e para outro. Inale em cada lado. Esteja certo de que
os movimentos foram completos. Não deixe o respirador bater nos ombros.
d) Movimente a cabeça para cima e para baixo. Inale enquanto a cabeça estiver voltada para cima
(olhando para o teto). Esteja certo de que os movimentos foram completos. Nc7o deixe o respirador
bater no peito.
e) Durante alguns minutos leia em voz normal o trecho indicado.
f) Ande sem sair do lugar.
g) Respire normalmente.

Texto para leitura: (deve-se entregar um texto de aproximadamente oito linhas completas para
a leitura).

11. No início de cada exercício, bombear o nebulizador a metade do número de vezes empregada
no parágrafo C-9.

12. A pessoa deve avisar o operador do ensaio o instante em que sentir o gosto de sacarina.

13. Se o gosto de sacarina for detectado, a vedação não foi satisfatória e deve-se procurar outro
respirador.

Convém que sejam selecionadas pelo menos duas peças faciais e que a pessoa possa usá-las por
uma semana para que escolha a mais confortável.

Pessoas que tenham sido aprovadas neste ensaio podem usar respiradores com peça semifacial, em
ambiente com concentração de até 10 vezes o limite de tolerância.

O ensaio não deve ser realizado se a pessoa estiver com barba ou pelos faciais crescidos na área de
vedação do respirador.

Se o cabelo crescido ou o corte do cabelo interferirem com a vedação, devem ser alterados ou
removidos, de modo a eliminar a interferência e permitir ajuste satisfatório. Se for impossível alcançar
um bom ajuste, deve ser usado um respirador com pressão positiva (motorizado, linha de ar ou
autônomo).

Se a pessoa sentir dificuldade para respirar durante a realização do ensaio de vedação, deverá ser
encaminhada a um médico especialista em moléstias pulmonares para verificar se tem condições de
executar o trabalho previsto.

19. O ensaio qualitativo deve ser realizado no mínimo a cada 12 meses.


20. Como a vedação do respirador pode ser afetada, deve-se imediatamente repetir o ensaio
qualitativo quando a pessoa tenha:

a· Alteração no peso de 10 kg ou mais;


b· Cicatrizes significantes na área facial de vedação;
c. Mudanças significantes na arcada dentária: extrações múltiplas sem prótese, colocação de
dentadura; cirurgia plástica ou reconstrutiva;
24
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 25
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
d· qualquer outra condição que interfira na vedação.

D. Registros dos resultados

Deve ser mantido por três anos um registro resumido dos resultados dos ensaios, contendo:
1. Nome da pessoa.
2. Data do ensaio.
3. Nome da pessoa que conduziu o ensaio.
4. Respiradores selecionados (fabricante, modelo, tamanho, número do CA).
Substância usada no ensaio de vedação.

9 – AVALIAÇÕES DA EFICACIA DO PROGRAMA

Este programa deverá ser revisto e avaliado a cada 12 meses, no mínimo, pelos auditores definidos
pelo Administrador do programa. Todos os requerimentos mínimos do programa deverão ser
contemplados em todas as auditorias. Será elaborado um relatório escrito desta avaliação. Para cada
não conformidade encontrada, será estabelecido um plano de ações corretivas com um cronograma
estabelecido para a conclusão de cada ação.

O Administrador do programa não poderá ser um dos auditores, mas deverá estar presente em todas
as auditorias, pois é quem concentra todas as informações necessárias para o atendimento das
questões que venham ser levantadas. Uma lista anexa a este documento deve conter os nomes dos
profissionais que estão habilitados a realizar as auditorias.

25
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 26
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00

10 - CRONOGRAMA DO PPR.

PLANO DE AÇÃO PARA A PREVENÇÃO DA PERDA AUDITIVA IINDUZIDA PELO RUIDO.

Quando
Foco Item Ação Responsável Status Realizado
Inicio Fim

Treinamento dos Técnico


01 responsáveis pela segurança do 04/04/2025 04/04/2026 E
manutenção do PPR trabalho

Treinamento
02 Utilização Proteção 01/05/2025 04/04/2026 E
Respiratória

Proteção dos Realização Ensaio


Colaboradores 03 de Vedação – FIT- P
04/04/2025 04/04/2026
TEST

Diálogos de
segurança com
04/04/2025 Periodicamente
04 assuntos pertinentes P
a cada 3 meses
a proteção
respiratória

01 Reavaliação do PPR P
04/04/2025 04/04/2026

02 Exame médicos 04/04/2025 04/04/2026 P


Controle dos
Riscos Avaliação Qualitativa
03 dos riscos químicos 04/04/2025 04/04/2026 R
no PGR

Legenda

P - Programada
E- Em andamento
R - Realizado

26
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 27
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00

RESUMO DO ROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR)

Garantir a proteção dos trabalhadores contra riscos respiratórios durante a limpeza de dutos de
petróleo, conforme estabelecido pela NR-6 (Equipamentos de Proteção Individual - EPI), NR-15
(Atividades e Operações Insalubres) e NR-1 (Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR).

RESPONSABILIDADES

 Empregador: Fornecer EPIs adequados, treinamento e garantir a implementação do PPR.

 Trabalhadores: Utilizar corretamente os EPIs, participar dos treinamentos e relatar falhas.

 SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho):


Avaliar riscos, supervisionar a eficácia do PPR e realizar monitoramentos ambientais.

 CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes): Fiscalizar o cumprimento do


programa. Ou nomear responsável pelos cumprimentos das normas contidas na NR 5.
(Cipeiro).

IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS RISCOS RESPIRATÓRIOS

Riscos presentes na limpeza de dutos de petróleo:

 Gases tóxicos (H₂S, benzeno, xileno, tolueno).

 Poeiras combustíveis e partículas sólidas.

 Vapores orgânicos voláteis (VOCs).

 Deficiência de oxigênio (espaços confinados – conforme NR-33).

Avaliação:

 Medições ambientais (amostragem de ar) para determinar concentração de contaminantes.

 Classificação conforme limites de exposição ocupacional (LEP da NR-15).

SELEÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (EPR)

Critérios de seleção (NR-6 e ABNT NBR 12543):

Tipo de Risco Equipamento Recomendado


Respirador purificador de ar com filtro químico
Gases e vapores
(PFF2/PFF3 para partículas + filtro para gases orgânicos).
Atmosfera com deficiência de O₂ ou alta Respirador de adução de ar (linha de ar comprimido ou
concentração de contaminantes autônomo – SCBA).
Respirador descartável PFF2 ou PFF3 (se maior proteção
Poeiras e névoas
necessária).

Observações:

 Máscaras devem ter selo de aprovação do Ministério do Trabalho (CA).

27
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 28
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
 Para espaços confinados (NR-33), priorizar SCBA ou sistema de ar mandado com cilindro de
escape.

TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

Conteúdo mínimo (NR-6 e NR-33):

 Instruções sobre riscos respiratórios.

 Uso, limpeza, armazenamento e vida útil dos respiradores.

 Teste de vedação (fit test).

 Procedimentos em emergências (ex.: vazamentos, falha no EPI).

 Treinamento anual e sempre que houver mudança de processo.

GESTÃO DOS EPRS

 Armazenamento: Local limpo, seco e protegido de contaminantes.

 Manutenção: Substituição de filtros conforme indicação do fabricante ou após uso em


condições críticas.

 Descarte: Respiradores descartáveis devem ser substituídos conforme vida útil ou danos.

MONITORAMENTO MÉDICO

 Exames admissionais, periódicos e demissionais (NR-7 – PCMSO).

 Atenção a sintomas como tontura, irritação respiratória ou dores de cabeça.

REGISTROS E DOCUMENTAÇÃO

 Laudos de monitoramento ambiental.

 Fichas de entrega de EPIs.

 Certificados de treinamento.

 Relatórios de inspeção dos equipamentos.

PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA

 Plano de resgate para espaços confinados (NR-33).

28
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 29
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
 Disponibilidade de SCBA para equipe de salvamento.

 Sinalização e comunicação em áreas de risco.

RESPONSABILIDADES TÉCNICA

O presente programa contém 33 páginas, com o material do PPR da empresa BT Service engenharia
e inspeção Ltda, devidamente rubricadas pelos responsáveis pela elaboração e comprimento das
medidas e divulgação.

Administrador do Programa
Rio de Janeiro, 04 de Abril de 2025. Nome:
Função:

12- ANEXOS

 Relação dos Auditores do PPR

 Modelo Ficha Ensaio de Vedação – Fit-Test

 Modelo Ficha de EPI

 Registro Profissional Responsável


 Relação dos Auditores do PPR

Nome do Auditor Nª RG Função do Auditor

29
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 30
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00

 Modelo Ficha Ensaio de Vedação – Fit-Test

ENSAIO DE VEDAÇÃO DA MÁSCARA. (TESTE QUALITATIVO )

1. IDENTIFICAÇÃO:
NOME: ________________________________________________ RG: _______________

DATA: / /

SETOR DE TRABALHO: _______________________ FUNÇÃO: ____________________

2. TIPO DE TESTE SENSITIVO.

Fumaça irritante (cloreto de hidrogênio): Sacarina: Acetato de Isoamil (óleo de


banana):
3. RESPIRADOR: _________________________ TIPO : Meia Face Face Total
3.1 Tamanho do Respirador: G M P

3.2 Filtro utilizado (fator de proteção): _______


3. PÊLOS NA FACE: Barba: Bigode: Costeleta: N/A

5. CORREÇÃO DA VISÃO: Óculos Lentes de Contato N/A

6. TESTE QUALITATIVO DE VEDAÇÃO DA MÁSCARA.

6.1 Teste de Pressão Positiva: Fechar válvula de exalação


Satisfatório Deficiente N/A
6.2 Teste de Pressão Negativa: Fechar a abertura de entrada
Satisfatória Deficiente N/A

30
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 31
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00

6.3 Ensaio de vedação:


Resultado do Teste: Satisfatório Insatisfatório

7. COMENTÁRIOS:
___________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________
8. O empregado realiza funções com potencial exposição aos seguintes aerodispersóides:

__________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

9. O respirador será usado durante aproximadamente ________ horas por dia, ______dias
por semana.

10. O funcionário realizará esforços físicos de levantamento de pesos maiores de 17 Kg


durante o uso da máscara?
SIM NÃO
11. Aceitação do respirador pelo Funcionário: Aprovado Reprovado
Nome do Operador do Ensaio: Matrícula:

Assinatura do funcionário: ______________________________

12. ADAPTAÇÃO DO FUNCIONÁRIO AO RESPIRADOR (AVALIAÇÃO APÓS sete DIAS DE USO):

APROVADO REPROVADO DATA: / /

ASS Administrador do Programa: _____________________________

31
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 32
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00

CONTROLE DE ENTREGA DE EQUIPAMENTO INDIVIDUAL DE PROTEÇÃO (EPI)

Nº DE ORDEM Empresa

NOME DO FUNCIONÁRIO

FUNÇÃO CTPS SETOR

I-Declara para os devidos efeitos legais, que recebeu gratuitamente os equipamentos de proteção individual
relacionados abaixo, ciente das obrigações constantes da NR 6 da Portaria 3214 / 78 subitem 6.7.1., a saber:
a) Usa-lo apenas para finalidade a que se destina
b) Responsabilizar-se pela guarda e conservação
c) Comunicar qualquer alteração que o torne impróprio para o uso.

II-Declara também que esta ciente e coloca sua anuência á disposição do artigo 462. parágrafo 1º da CLT
autorizando o desconto salarial e proporcional ao custo da reparação do dano que eventualmente vier a
provocar no E.P.I em que estão culposamente ou dolosamente já que atesta tê-lo recebido em perfeitas
condições de uso bem como da disposição legal constantes da NR 6 que constitui ato faltoso a recusa
injustificada de usar o E.P.I ora oferecido pela empresa incorrendo nas penalidades previstas em lei.

III-Declara ter recebido orientação sobre prevenção de acidentes e uso correto dos equipamentos de proteção
individual. (EPI)

Data: ___ / ___ / ____


__________________________________

32
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 33
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
Assinatura do funcionário

Produto Retirado em Devolvido em C.A Número Assinatura do


funcionário

Validade do Programa de proteção respiratória: 04 de Abril de 2025 a 04 de Abril de 2026


Podendo ser alterado em parte ou no todo, fase a novos riscos por ventura existentes ou
mudança de condições ambientais no setor de trabalho.

_________________________________
Marilândia Guimarães da Silva
Instrutora –Técnica Seg. do Trabalho
SSST/MTBE 33.272/RJ
Técnica em Meio Ambiente CEE /RJ nº316/2010
(Dou 078 parte V 02/05/2016

____________________________________
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho
CNPJ: 51.374.847/0001-77

33
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 34
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00

O PPR é um conjunto de medidas práticas e administrativas que devem ser adotadas por toda
empresa onde for necessário o uso de respirador, obrigatório desde 15/08/1994.

Este item apresenta os requisitos mínimos de um PPR, bem como os pormenores de como preparar
os procedimentos escritos que fazem parte do programa.
Antes de se utilizar um respirador, é essencial que seja estabelecido um PPR, por escrito, com os
procedimentos específicos para o local de trabalho.
O programa deve ser implantado, avaliado e atualizado sempre que necessário, de modo a refletir as
mudanças de condições do ambiente de trabalho que possam afetar o uso de respirador. O PPR
deve ser compreendido por todos os níveis hierárquicos da empresa.

Todas as pessoas envolvidas no PPR devem ser competentes na sua área de responsabilidade
dentro do programa e devem manter seus conhecimentos e treinamento atualizados, para poderem
desenvolver com eficiência seus encargos.

Programa de Proteção Respiratória em etapas como:

 Avaliação dos Riscos Respiratórios


 Avaliação da Adequação do Respirador à Exposição
 Treinamento para Colaboradores

Além dos serviços respiradores alguns outros equipamentos poderão ser utilizados, como:
 Detectores de Gases
 Insufladores
Qual a finalidade?
O propósito do PPR é proteger o colaborador da Bionde & Tavares Ltda, proporcionar o controle de
doenças ocupacionais provocadas pela inalação de poeiras, fumos, névoas, fumaças, gases e
vapores.

Além disso, faz se necessária, recomendações para elaboração, implantação e administração de um


programa de como selecionar e usar corretamente os equipamentos de proteção respiratória.

34
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 35
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00
Na elaboração deve conter essencialmente informações sobre os riscos respiratórios, procedimento
de seleção do respirador, treinamento, escolha correta da peça para completa vedação no rosto,
recomendações ao uso, etc.

Avaliação de Riscos Respiratórios


A avaliação dos riscos respiratórios é essencial para o processo de seleção e uso do respirador
adequado e deve ser realizada por pessoa competente. A avaliação completa dos riscos inclui três
etapas:

1. Avaliação dos perigos no ambiente;


2. Avaliação da adequação do respirador à exposição;
3. Avaliação da adequação do respirador à tarefa, ao usuário e ao ambiente de trabalho.
A análise dos parâmetros contidos nessas etapas deve ser realizada antes de serem iniciadas as
tarefas, sejam de rotina ou de emergência, e repetida quando as condições de trabalho se alterarem.

Avaliação da Adequação do Respirador à Exposição


Respirador adequado à exposição a agentes químicos é aquele que reduz a exposição do usuário a
valores abaixo dos valores considerados aceitáveis, como, por exemplo, o Limite de Exposição
Ocupacional (LEO). Para a seleção do respirador com nível de proteção adequado à exposição, é
necessário conhecer o Fator de Proteção Mínimo Requerido (FPMR) para o respirador.

Uma vez determinado o FPMR, a seleção é feita escolhendo um respirador que possua Fator de
Proteção Atribuído (FPA) maior do que este valor (ver Quadro 1).

Para trabalhos em atmosferas deficientes de oxigênio, somente podem ser selecionados respiradores
de adução de ar.

Qual a divisão dos EPI’s pela Norma Regulamentadora?


De acordo com a NR-6, os EPI para Proteção Respiratória estão divididos em:

D.1 Respirador purificador de ar não motorizado


D.2 Respirador purificador de ar motorizado
D.3 Respirador de adução de ar tipo linha de ar comprimido
D.4 Respirador de adução de ar tipo máscara autônoma
D.5 Respirador de fuga

35
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 36
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00

Treinamento para Colaboradores


Com a finalidade de garantir o sucesso no uso dos respiradores, os usuários, o supervisor, a pessoa
que distribui o respirador, o condutor do ensaio de vedação, o administrador do programa e as
equipes de emergência e salvamento devem receber treinamento adequado e reciclagem
periódica. O treinamento deve ser realizado por um profissional com experiência e treinamento
apropriados. O conteúdo e a frequência dos treinamentos devem ser compatíveis com a
complexidade do respirador e com a extensão os riscos à vida/saúde a que o usuário está exposto.

36
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954
Página 37
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( PPR ) Data 04/04/2025
PPR– BIONDI & TAVARES LTDA (BT SERVICE ) PPR Revisão: 00

37
SST Versátil Inovação em Segurança do Trabalho Ltda. CNPJ 51.374.8473/0001-77 Site [Link] – e-mail
versatilinove@[Link]-Rua Andrade Araújo 191 O Cruz RJ -Telefone (21) 3456 2134 /96477-7954

Você também pode gostar