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Slides WalterKrause

O documento discute a biomecânica dos membros inferiores, focando em hipertrofia e força muscular. Ele compara diferentes métodos de treinamento, como a máquina de abdução de quadril versus pesos livres, e analisa a excitabilidade corticomotora e a eficácia de exercícios como o agachamento e a elevação pélvica. Além disso, apresenta resultados de estudos sobre a força máxima e a ativação muscular em diferentes condições de treinamento.

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Slides WalterKrause

O documento discute a biomecânica dos membros inferiores, focando em hipertrofia e força muscular. Ele compara diferentes métodos de treinamento, como a máquina de abdução de quadril versus pesos livres, e analisa a excitabilidade corticomotora e a eficácia de exercícios como o agachamento e a elevação pélvica. Além disso, apresenta resultados de estudos sobre a força máxima e a ativação muscular em diferentes condições de treinamento.

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BIOMECÂNICA DOS

MEMBROS INFERIORES:
Hipertrofia e Força Muscular
Prof. Walter Krause Neto, Ph.D
@walter.krause.neto
Máquina de abdução de quadril é melhor do que pesos livres para atingir o
glúteo médio enquanto minimiza a ativação do tensão da fáscia lata
Condições Experimentais

Abdução de quadril com Cadeira abdutora com flexão


Concha
joelhos estendidos do quadril
Valores de Excitação Muscular
Razão Glúteo Médio:TFL
Fato
Ou
Fake?
O treinamento de ativação de curto prazo do GM resultou em um aumento
significativo na excitabilidade corticomotora, bem como em alterações nos
processos inibitórios do GM. Propomos que a plasticidade corticomotora observada
permitirá melhor utilização do GM nas fases mais avançadas de um programa de
reabilitação/treinamento.

Fisher BE, Southam AC, Kuo YL, Lee YY, Powers CM. Evidence of altered corticomotor excitability following targeted
activation of gluteus maximus training in healthy individuals. Neuroreport. 2016 Apr 13;27(6):415-21. doi:
10.1097/WNR.0000000000000556. PMID: 26981714.
PICO TORQUE EXTENSOR QUADRIL
EXCITABILIDADE CORTICOMOTORA GMÁX
Força
Potência
Potenciação Pós-ativação
Estudos Crônicos
Cinética nas articulações lombo sacrais e dos membros inferiores de velocistas
durante a elevação pélvica com barra em comparação com o agachamento com
barra nas costas e levantamento terra tradicional
Otsuka et al. Kinetics in lumbosacral and lower-limb joints of sprinters during barbell hip thrust compared to deadlift and back squat. PLoS One. 2021
Jul 1;16(7):e0251418. doi: 10.1371/journal.pone.0251418. PMID: 34197487; PMCID: PMC8248606.
Métodos
11 velocistas homens;
Experiência prévia nos 3 exercícios;
2 movimentos full range x 6RM;
6-RMs: BHT=156.4 ± 14.5 kg, deadlift=117.9 ± 17.0 kg) e BS=117.7 ± 22.4 kg;
Razão BHT/BS = 1.33;
BHT box = 36 cm altura;
Pescoço fletido (vertical) e amplitude complete no BHT;
Valores médios dos parâmetros cinéticos da articulação do quadril de séries
temporais de todos os participantes
Análise Biomecânica da Elevação Pélvica com Barra

Brazil et al. A comprehensive biomechanical analysis of the barbell hip thrust. PLoS One. 2021 Mar
29;16(3):e0249307. doi: 10.1371/journal.pone.0249307. PMID: 33780488; PMCID: PMC8006986.
• 19 praticantes homens experientes em TF;
• 1-RM =189 ± 42 kg;
• Todos treinavam BHT em suas rotinas;
Métodos • Coleta em 3x70%1-RM;
• Técnica não padronizada;
• Todos começavam o movimento a partir
do chão.
Hipótese 1
BHT terá maior
demanda sobre o
quadril;

Hipótese 2
BHT terá maior
produção de força no
fim da fase
concêntrica
Análise Cinemática
Metodologia
• Indivíduos não treinados;
• Grupos: Leg Press 45 graus e Stiff VS Idem + Elevação
pélvica (hinge);
• 2x10 a 15RMs;
• 3x/semana;
• 10 semanas;
• Ultrassom = espessura muscular;
AGACHAMENTO - Qualidade deve ser prioritária
Powerlifting

Back Squat Back Squat


Front Squat
High bar Low bar
Fry et al,.2003
Posicionamento
da Barra
PT – Tilt anterior da
pelve
HFE – ângulos de
quadril
KFE – ângulo de
joelhos
AFE – ângulos de
tornozelos
Depth -
Profundidade
Análise biomecânica do agachamento entre atletas de powerlifting universitários,
escolares e iniciantes

Cada atleta realizou 3 squats, sendo que o último foi máximo;


Foram analisados:
- Tempo total do levantamento;
- Magnitude angular do joelho;
- Velocidade angular do joelho;
- Aceleração angular do joelho.
Resultados

1- Iniciantes realizaram fases descendentes e ascendentes mais rápido;


2- Iniciantes realizaram o movimento mais rápido;
3- Iniciantes atingiram as maiores profundidades;
BOX SQUAT
O aumento do distanciamento entre os
pés durante o agachamento com
barra tem efeitos diferenciados no
momento articular do quadril nos
planos sagital, frontal e transverso. Em
geral, à medida que a amplitude de
apoio aumentava, a MNJ dos
extensores e rotadores laterais do
quadril aumentava, enquanto a MNJ
dos adutores do quadril não se
alterava. A consistência da MNJ dos
adutores do quadril contradiz a
hipótese a priori baseada na coxa mais
abduzida, que apresentava um braço
de momento mais longo para a força
de reação articular vertical distal. Isso
pode ser explicado pela maior força de
reação do solo medial que ocorreu
com o aumento da amplitude de
apoio.
Eletromiográfia
Vasto Glúteo
Lateral Máximo
Informações
• Homens experientes, sem experiência com joelheiras, visitaram o laboratório
em 3 ocasiões distintas com uma semana de intervalo, designados de forma
aleatória, cruzada e contrabalançada para uma condição controle de suporte
mínimo (CS), uma joelheira de neoprene de tamanho recomendado pelo
fabricante (NS) ou uma joelheira de neoprene de tamanho menor (TS);
• Em cada visita, os indivíduos completaram sequencialmente o salto vertical
(contramovimento e saltos de agachamento para potência máxima e média),
uma repetição máxima (1RM) de agachamento com barra e avaliações
GymAware (potência máxima, velocidade máxima e mergulho) a 90% (relatado)
e 100% (testado) de 1RM, bem como testes de extensão unipodal (1RM,
repetições até a falha e carga de volume total a 75% de 1RM);
• A análise revelou um efeito de condição significativo no 1RM do agachamento
com barra (p = 0,003; η2 = 0,339), em que tanto o NS (p = 0,044; 166 ± 24 kg)
quanto o TS (p = 0,019; 166 ± 21 kg) superaram o CS (161 ± 21 kg). 22 kg), sem
diferença entre joelheiras de Neoprene;
• Por outro lado, nenhum outro parâmetro testado diferiu entre as condições da
joelheira (p ≥ 0,05);
• Os presentes resultados demonstram que as joelheiras de neoprene podem
funcionar independentemente do aperto, em relação ao tamanho recomendado
e, em última análise, diferentemente das joelheiras. Além disso, os benefícios
singulares observados na força máxima do agachamento com barra sugerem
potencialmente um benefício específico do exercício ainda não totalmente
elucidado.
O estudo teve como objetivo quantificar o alinhamento da
coluna lombar superior e inferior durante o exercício de
agachamento com barra em levantadores de peso do sexo
masculino e feminino. Os objetivos secundários foram comparar
o alinhamento durante o agachamento com o alinhamento
habitual da coluna lombar em pé e determinar se levantadores
de peso do sexo masculino e feminino diferem nesses aspectos.
Os resultados do presente estudo
mostram que levantadores de peso e
powerlifters experientes, homens e
mulheres, realizam ajustes na coluna em
todos os planos de movimento durante
o agachamento com barra. Mais
significativamente, todos os
levantadores reduziram sua lordose na
posição inicial do agachamento em
comparação com sua postura habitual, e
todos os levantadores reduziram sua
lordose ainda mais durante o
agachamento. Os levantadores de peso
do sexo masculino também parecem
reduzir significativamente mais a
lordose da coluna lombar inferior do
que as mulheres na posição inicial, em
comparação com sua postura habitual.
Evidências científicas

HIPERTROFIA
MUSCULAR
Mulheres experientes;
12 semanas;
2x/semana;
Grupo FS = 19 sets/semana vs BS = 21 sets/semana;
6 a 8 reps/set e 10 a 12 reps/set;
2 RiR nas séries preliminares + falha nas últimas.
Métodos

Praticantes não experientes em TF


8 semanas
Agachamento profundidade paralela (HS-P)
Salto Agacho paralela (JS-P)
Salto Agacho profundidade livre (JS-V)
Quadríceps femoral (Proximal x Meio x Distal)
Ultrassom visão estendida
Amostra
Homens não treinados ou destreinados por pelo menos 1 ano;

Grupos: FULL (140° F.J) vs HALF SQUAT (90° F.J)

10 semanas
2x/semana
Protocolo
1º semana= 3x10 (60%)
2° semana= 3x8 (70%)
3° semana= 3x8 (80%)
4° semana até o fim= 3x8 (90%)
*Caso fizessem mais que 8RMs a massa era ajustada para próxima sessão (5kg)
Diagnóstico = Ressonância magnética

Eur J Appl Physiol. 2019 Sep;119(9):1933-1942. doi: 10.1007/s00421-019-04181-y. Epub 2019 Jun 22. PMID: 31230110.
Resultados - Quadríceps Femoral

-
0,38%
0,31%
6,84% 6,15%

3,54% 4,8%

6,73% 6,69%
Resultados – Posteriores de Coxa
Resultados – Glúteo Máximo
Resultados – Adutores
• Indivíduos inexperientes;
• Grupos: Agachamento Vs Elevação Pélvica;
• Agachamento = Descer o máximo possível (5
voluntários realizaram agacho profundo, 1
voluntário não chegou na paralela e restante
(10 voluntários) treinou com profundidade
sobre a paralela);
Metodologia • Elevação pélvica = Técnica Scoop com pico de
contração de 1 segundo;
• 9 semanas de treinamento;
• Volume de séries progressivo = 6 à 12
séries/semana;
• 8 à 12 RMs/série;
• Avaliação por ressonância magnética;
G. Médio 0,8% 3,2% G. Médio
Gmáx SUP 12,8% 13,7% Gmáx SUP
Gmáx MED 10,1% 10,7% Gmáx MED
Gmáx INF 19,2% 21,5% Gmáx INF

QUADS 12,6% 6,8% QUADS

ISQUIOS 1,6% 10,3% 4,1% 0,8% ISQUIOS

ADUTORES

APÓS 9 SEMANAS DE TREINAMENTO


Wei W, Zhu J, Ren S, Jan YK, Zhang W, Su R, He L. Effects of progressive body-weight versus barbell back
squat training on strength, hypertrophy and body fat among sedentary young women. Sci Rep. 2023 Aug
19;13(1):13505. doi: 10.1038/s41598-023-40319-x. PMID: 37598268; PMCID: PMC10439966.
´Mulheres sedentárias
6 semanas, 2x semana
Intensidade e Progressão
do esforço equalizados

Grupos
Exercícios Progressivos
com massa corporal
Versus
Agachamento com barra
(6x8-12reps, 60-80%RM até
a paralela)
Nakamura M, Ikezu H, Sato S, Yahata K, Kiyono R, Yoshida R, Takeuchi K, Nunes JP. Effects of Adding Inter-Set Static Stretching to Flywheel
Resistance Training on Flexibility, Muscular Strength, and Regional Hypertrophy in Young Men. Int J Environ Res Public Health. 2021 Apr
4;18(7):3770. doi: 10.3390/ijerph18073770. PMID: 33916599; PMCID: PMC8038434.
• Indivíduos não treinados;
• Agachamento flywheel
até a paralela;
• Alongamento inter-set VS
controle;
• 5 semanas;
Metodologia • 3x10RMs;
• 2x/semana;
• 180 secs pausa;
• Ultrassom = espessura
muscular.
Int J Sports Med 2020 Apr 6. doi: 10.1055/a-1121-7736
VS
Divisão Semanal
PROTOCOLO
9 semanas, 3x/semana, 3x8-12 reps, 90-120 secs pausa, 1:2 cadência, 5-10% aumento peso
Variação
Anteroposterior
Análise dos músculos dos membros anteriores e posteriores

Marchetti et al., 2018


Vasto lateral Bíceps femoral

Glúteo máximo Glúteo médio

Intensidade
10RM
Distribuição vertical da força entre os membros inferiores nos
diferentes tipos de afundo

Marchetti et al. Vertical Force Distribution between Lower Limbs in Different Lunge Techniques. Journal of Biomedical Engineering and Medical
Imaging, 2020: 7(2), 6-13.
Variações

Tradicional (TL)

Parcial (PL)

Longa (LL)

Pé de trás elevado (RFEL)

Pé de trás elevado 50% (RFEL50)


Resultados
INTENSIDADE
5RM

Stastny et al., 2015


AMPLITUDE DE MOVIMENTO DO JOELHO
Treinados versus não-treinados
AMPLITUDE DE MOVIMENTO DO QUADRIL
Treinados versus não-treinados
EMG – POSIÇÃO DA RESISTÊNCIA
Treinados versus não-treinados
Intensidade
30% peso corporal

Bezerra et al., 2021


Não há diferença
Núñez et al. The effects of unilateral and bilateral eccentric overload training on hypertrophy, muscle power and COD performance, and its determinants, in
team sport players. PLoS One. 2018 Mar 28;13(3):e0193841. doi: 10.1371/journal.pone.0193841. PMID: 29590139; PMCID: PMC5874004.
Análise eletromiográfica da
ativação dos músculos da
extremidade inferior durante
variações do exercício STEP-UP
com PESO

Simenz et al. Electromyographical analysis of lower extremity muscle activation during variations of the loaded step-up exercise. J Strength Cond Res. 2012
Dec;26(12):3398-405. doi: 10.1519/JSC.0b013e3182472fad. PMID: 22237139.
Glúteo Máximo
Glúteo Médio
Bíceps femoral
Semitendinoso
Reto Femoral
Vasto Lateral
Vasto Medial
Altura
35.5 cm
Single-Leg
Squats
Intensidade
50%RM
Muyor et al., 2020
Sem adição de
resistência externa

Krause et al., 2018


Intensidade
Peso corporal
(s/ adição)
Aguilera-Castells et al., 2019
McCurdy et al., 2021
Levantamento Terra
Velocidade Vertical da barra entre levantamentos

Agachamento

Levantamento
Terra
A velocidade angular do
Levantamento terra diminui
antes do Sticking point;
Sugestão dos autores é de
Achados treinar levantamento terra
parciais a partir de 6 cm abaixo
importantes do joelho.
Não é possível trocar
agachamentos por
levantamento terra para
melhorar o agachamento.
NÃO EXISTE VARIAÇÃO DE LEVANTAMENTO
TERRA QUE NÃO SEJA DOMINANTE DE QUADRIL
Maior excitação de
Maior excitação de
bíceps femoral e
quadríceps femoral;
eretores da espinha;
Maior momento
Menor momento
extensor joelhos.
extensor joelhos.

Apesar das diferenças nos ângulos da pelve e do tronco entre as condições, o momento
articular interno, as forças de cisalhamento internas e as forças de compressão internas não
foram diferentes entre os dois estilos de levantamento.
AVALIAÇÃO
DA
EFICIÊNCIA
MECÂNICA
Conceito físico de eficiência
mecânica
“Menor distância percorrida entre
dois pontos em uma linha reta”.

Deslocamento da condição
experimental foi 48,3% menor.

Variação considerada mais


EFICIENTE.
Variação
Sumô
Levantamento terra
Dados coletados em Competição

Menor deslocamento do centro de massa com 20 a 25% menos trabalho


mecânico na variação Sumô;
Sticking point similar entre as variações;
Braços de momento no quadril e joelhos similar entre as condições.
A variação Sumô apresenta menor deslocamento horizontal e
menor média de velocidade concêntrica nas intensidades
relativa de 40 a 89%1-RM em comparação a variação
convencional.
Kawama et al,.2021
Fase Concêntrica

Intensidade = 60% b.m (2 sets x 2 reps


Fase excêntrica

Intensidade = 60% b.m (2 sets x 2 reps


CONDIÇÕES TESTADAS COM
HALTER
CONTRALATERAL X IPSILATERAL
Massa db = (20 a 32kg)
6 reps máx com maior
velocidade possível
Variação da pegada
Levantamento terra
Qualquer
variação em
que as mãos
estejam em
supinação
aumenta o EMG
do bíceps
braquial
Qualquer
variação em
que as mãos
estejam em
pronação
aumenta o EMG
do braquioradial
Não há diferença estatística entre as comparações para os
músculos Trapézio e Latíssimo do dorso
1) O bíceps femoral é o músculo mais avaliado, seguido do glúteo máximo, vasto lateral
e eretor da espinha durante os exercícios de levantamento terra;
2) 2) Os músculos eretores da espinha e quadríceps são mais ativados do que os
músculos glúteo máximo e bíceps femoral nos exercícios de levantamento terra;
3) 3) Dentro do complexo dos músculos isquiotibiais, o semitendíneo provoca uma
ativação muscular ligeiramente maior do que o bíceps femoral durante os exercícios
de levantamento terra;
Ajustes
Morfológicos
e Funcionais
Levantamento terra
Resultados
Atletas de
Força e a
hipertrofia
dos
músculos
dorsais
Polêmica
Atleta de
Strongman
Durante o levantamento terra (3reps x 70%1-RM), os
ajustes da coluna vertebral são evidentes em todos os
três planos de movimento. Da postura habitual em pé
até a posição inicial, a lordose lombar diminuiu 13° na
coluna lombar superior e 20° na coluna lombar inferior.
Da posição inicial até a posição final, a amplitude total
de movimento no plano sagital foi de 11° na coluna
lombar superior e 22° na coluna lombar inferior. A
diminuição da lordose lombar da postura habitual em
pé para a posição inicial foi significativamente maior
entre os homens.
Voluntários (11 homens e 4 mulheres) sem degeneração do
disco intervertebral lombar realizaram exercício de
levantamento terra (5X6X70%1-rm X 90 pausa) no Smith
Machine. Imagens sagitais de RM ponderadas por difusão dos
discos intervertebrais lombares foram obtidas usando um
sistema de RM de 1,5 Tesla com bobina para coluna antes e
imediatamente após o exercício. Calculamos o coeficiente de
difusão aparente (ADC; um índice de movimento da água) do
núcleo pulposo a partir de imagens ponderadas por difusão em
todos os discos intervertebrais lombares (L1/2 a L5/S1).

Todos os discos intervertebrais lombares apresentaram valores


de ADC significativamente diminuídos imediatamente após o
exercício de levantamento terra (L1/2, -2,8%; L2/3, -2,1%; L3/4,
-2,8%; L4/5, -4,9%; L5/ S1, -6,2%; P < 0,01). Além disso, a taxa
de diminuição do ADC do disco L5/S1 foi significativamente
maior do que a dos discos L1/2 (P = 0,017), L2/3 (P < 0,01) e L3/4
(P = 0,02).

O movimento das moléculas de água dentro dos discos


intervertebrais lombares é suprimido pelo levantamento terra
de intensidade moderada-alta, o que seria atribuído ao estresse
mecânico nos discos intervertebrais lombares durante o
exercício de levantamento terra. Em particular, o disco L5/S1
está sujeito a maior estresse mecânico do que os outros discos
intervertebrais lombares.
Análise
• Para elucidar este assunto, os autores examinaram biópsias do trapézio e do vasto lateral de powerlifters
(grupo P) e powerlifters que auto-administraram esteroides anabolizantes (grupo PAS).

• Foi utilizada coloração imuno-histoquímica de cortes transversais seriados.

• O grupo PAS tinha significativamente mais fibras com fissuras do que o grupo P no vasto lateral (1,2% +/-
0,95% vs 0,35 +/- 0,34, P <0,05), mas não no músculo trapézio (1,7% em ambos os grupos);

• Cortes seriados revelaram que as fibras com fissuras mudaram profundamente seu perfil em curtas
distâncias. Algumas dessas fibras apresentavam um perfil de coloração maduro, enquanto outras fibras
indicavam degeneração e/ou regeneração recente;

• A ativação de células satélites e a formação de segmentos aberrantes também foram evidentes;

• Os autores concluíram que as chamadas fibras divididas são devidas à regeneração de defeitos.

• Algumas fibras com fissuras são resultados de eventos antigos de dano segmentar às fibras musculares,
enquanto outras refletem um processo contínuo.

• O processo regenerativo normal é provavelmente perturbado nos powerlifters pelo seu treinamento
contínuo com alto estresse mecânico repetido nos músculos.
Submetido. Kassiano et al.,
2024.
• 70 mulheres não-treinadas;
• Espessura muscular (ultrassom) – coxa anterior
e lateral (vasto lateral e intermédio e reto
femoral) e coxa posterior (bíceps femoral
cabeças curta e longa juntas);
• Grupos – Não-variado x Variado;
Metodologia • Não-variado = Leg Press 45° e Stiff-leg Deadlift –
3x/semana, 2x10 a 15RMs até a falha cada
(pausas de 2 min);
• Variado = Leg Press 45° e Stiff-leg Deadlift (2ªf),
Hack Squat e Mesa flexora (4ªf) e Smith Machine
Squat e cadeira flexora (6ªf) – 2x10 a 15 RMs até
a falha cada (pausas de 2 min);
Quadríceps
Femoral
Bíceps
Femoral
Mudanças Percentuais (Coxa Anterior)
25,
Porcentagem (%)

20,

15,

10,

5,

0,
PROXIMAL MEDIAL DISTAL

NÃO-VARIAR VARIAR
Mudanças percentuais (Coxa Lateral)
16,3
Porcentagem (%)

13,

9,8

6,5

3,3

0,
PROXIMAL MEDIAL DISTAL

NÃO-VARIAR VARIAR
Mudanças Percentuais (Bíceps femoral
cabeça longa e curta)
21,3
Porcentagem (%)

17,
12,8
8,5
4,3
0,
MEDIAL DISTAL

NÃO-VARIAR VARIAR
Dados
Individuais
Os resultados da presente investigação demonstram que menos estímulo de treinamento
mecânico, conforme evidenciado pelos resultados de impulso do momento articular
liquido, trabalho e velocidade do impulso de força de reação do solo, é experimentado
durante a fase muito inicial (decolagem até o pico da altura de salto da barra) do estilo de
BATER em comparação com o estilo de PAUSAR.
Descobriu-se que o uso de cinto e faixas de punho
reduz o ângulo de flexão do joelho, mas não o
ângulo de flexão do quadril, durante a fase de
preparação do levantamento terra em comparação
ao uso de nenhum auxílio. O uso exclusivo de faixas
de punho exagerou a cifose torácica na fase de
finalização do levantamento terra em comparação
ao uso exclusivo de cinto (P < 0,001). Nenhuma
alteração foi observada nos ângulos de lordose
cervical e lombar ao usar qualquer um ou ambos os
auxílios de levantamento de peso. Além disso, os
participantes completaram o levantamento terra
mais rapidamente quando usaram cinto e faixas e
perceberam menos esforço quando usaram cinto
e/ou faixas. Os dados demonstram efeitos positivos
na cinemática do levantamento terra, tempo para
completar um levantamento terra e PSE em
levantadores de peso recreativos do sexo
masculino que usaram conjuntamente cinto e
faixas de punho.
Uma pesquisa online identificou 61 vídeos relatando um
DBTR. Os vídeos foram revisados de forma
independente por três cirurgiões para avaliar a rotação
do antebraço, flexão do cotovelo, posição do ombro e
tipo de contração muscular exercida no momento da
ruptura. Dados prospectivos sobre o mecanismo de
lesão e posição do braço também foram coletados
simultaneamente para 22 pacientes consecutivos com
diagnóstico de DBTR agudo, a fim de corroborar a
análise do vídeo.
Resultados: 57 para análise final. Os mecanismos de
lesão incluíram levantamento terra, rosca bíceps,
calistenia, queda de braço, levantamento de peso e
boxe. Ao todo, 98% das rupturas ocorreram com o braço
em supinação e 89% ocorreram em 0° a 10° de flexão do
cotovelo. Em relação à atividade muscular, 88%
ocorreram durante a contração isométrica, 7% durante
a contração excêntrica e 5% durante a contração
concêntrica. Os escores de correlação interobservador
foram calculados como 0,66 a 0,89 usando a ferramenta
Fleiss Kappa de margem livre. Os dados dos pacientes
coletados prospectivamente foram consistentes com a
análise do vídeo, com 82% das lesões ocorrendo na
supinação e 95% na extensão relativa do cotovelo.
Homens não treinados
12 semanas, 3x/semana
Cadeira extensora unilateral
5x8x80%RMx90 secs (ajustes a cada 2 semanas)
Ultrassom e MRI
ACSA
ACSA Espessura Muscular

Vasto Lateral
Vasto Lateral
Distal = 9.2%
Distal = 11% Proximal = 8.4%
Proximal = 9%
Vasto Medial
Vasto Medial Distal = ----
Proximal = 10.1%
Distal = 12.6%
Proximal = 8.7% RESULTADOS Vasto intermédio (L)
CRÔNICOS Distal = 1.4%
Vasto intermédio Proximal = - 0.5%
(L)
Vasto intermédio (M)
Distal = 6.4%
Distal = 13.5%
Proximal = 5.5% Proximal = 9.9%

Reto Femoral Reto Femoral


Distal = 27.2% Distal = 21.5%
Proximal = 16.1%
Resultados
crônicos por
região
avaliada
INICIANTES;
Resultados 10 SEMANAS;
2x/semana;
4 sets até a falha/sessão (10-20Rms)
Indivíduos jovens saudáveis e inexperientes
12 semanas de treinamento unilateral – 2x/semana
Cadeira flexora (90° flexão quadril) VS Mesa flexora (30° flexão quadril)
Amplitude de movimento entre 0° - 90° flexão joelhos
5x10 (2 secs:2 secs/fase, 2 min pausa) com intensidade progressiva ao longo das sessões (>50%RM)
A partir de 70%RM foram feitos incrementos de 5% quando necessário.
Os participantes foram submetidos a repetições forçadas caso não conseguissem fazer 10 reps/sets
Área de secção transversa avaliada por MRI

Med Sci Sports Exerc. 2021 Apr 1;53(4):825-837. doi: 10.1249/MSS.0000000000002523. PMID: 33009197
Método Diagnóstico
Legenda

WH – Isquiotibiais geral;
BFL – bíceps femoral
cabeça longa;
BFS = bíceps femoral
cabeça curta;
ST – semitendinoso;
SM – semimembranoso;
SAR– sartório;
GRA – Grácil.
HIPERTROFI
A
MUSCULAR
NÃO
UNIFORME
Métodos
Treinados (experiência mínima de 1 ano) e destreinados (pelo menos 6 meses);

Experimento 1 = avaliar EMG nas posições em indivíduos treinados e destreinados;

Experimento 2 = 10 semanas de TF (apenas treinados);

Análise intra-sujeitos;

Mesa flexora;

Dorsiflexão Vs Flexão Plantar;

4x8-12RMs (70%-1RM) – 90 secs pausa;

Espessura muscular = Ultrassom.


Métodos

• Iniciantes;
• 12 semanas (34 sessões);
• Grupos:
1. Cadeira flexora com tronco à frente (120°
flexão quadril) (LSET): concêntrica bilateral e
excêntrica unilateral;
2. Flexão nórdica (NHT): bilateral excêntrico;
3. Controle (CON);
• Volume muscular medido por ressonância
magnética de sete flexores de joelho individuais
e a área de aponeurose do bíceps femoral
cabeça longa (BFlh).
Resultados
Resultados
Resultados
Resultados
EVIDÊNCIAS SOBRE HIPERTROFIA MUSCULAR COM FLEXÃO NÓRDICA

• 6 semanas de flexão nórdica = aumento do


volume e ACSA da cadeia posterior (Seymore
et al. Eur J Appl Physiol 2017
May;117(5):943-953. doi: 10.1007/s00421-
017-3583-3);
• 6 semanas de flexão nórdica com alto e baixo
volume = aumento do comprimento do
fascículo e força muscular excêntrica
(Presland et al. Scand J Med Sci Sports. 2018
Jul;28(7):1775-1783. doi:
10.1111/sms.13085);
• Meta-análise= Aumento do ângulo de
penação, comprimento do fascículo e
espessura muscular com baixo e alto volume
de flexão nórdica (Cuthbert et al. Sports Med
2020 Jan;50(1):83-99. doi: 10.1007/s40279-
019-01178-7).
Bourne et al. Impact of the Nordic hamstring and hip extension exercises on hamstring architecture and morphology: implications for injury
prevention. Br J Sports Med. 2017 Mar;51(5):469-477. doi: 10.1136/bjsports-2016-096130. Epub 2016 Sep 22. Erratum in: Br J Sports Med.
2019 Mar;53(6):e2. PMID: 27660368.
HE – 60-70%RM
NHE – 2.5 -20 kg*
3 min de pausa
• Objetivo: Este estudo teve como objetivo investigar
as adaptações arquitetônicas, de força e
morfológicas dos isquiotibiais após uma intervenção
de exercício excêntrico ou isométrico de extensão do
quadril.
• Homens recreativamente ativos;
• Exercício excêntrico ou de extensão isométrica do
quadril;
• 2x/semana;

Métodos • 6 semanas (seguido por um


destreinamento de 4 semanas);
período de

• Arquitetura da cabeça longa do bíceps femoral (BFlh)


- ultrassonografia bidimensional;
• A força foi avaliada pré-intervenção, pós-intervenção
e pós-destreinamento durante uma flexão
isocinética do joelho, uma extensão isométrica do
quadril, um exercício nórdico para isquiotibiais e
ponte unipodal para os isquiotibiais até a fadiga;
• A morfologia dos músculos isquiotibiais foi avaliada
por meio de ressonância magnética.
Protocolo de Treinamento
Resultados
Resultados
Hipertrofia
Muscular
(volume)
A mudança na CSA
muscular após o
treinamento foi maior
na porção média do
semitendíneo para
ambos os grupos de
intervenção e na
porção média do BFlh
para o grupo de banco
romano.
• 70 mulheres não-treinadas;
• Espessura muscular (ultrassom) – coxa anterior
e lateral (vasto lateral e intermédio e reto
femoral) e coxa posterior (bíceps femoral
cabeças curta e longa juntas);
• Grupos – Não-variado x Variado;
Metodologia • Não-variado = Leg Press 45° e Stiff-leg Deadlift –
3x/semana, 2x10 a 15RMs até a falha cada
(pausas de 2 min);
• Variado = Leg Press 45° e Stiff-leg Deadlift (2ªf),
Hack Squat e Mesa flexora (4ªf) e Smith
Machine Squat e cadeira flexora (6ªf) – 2x10 a
15 RMs até a falha cada (pausas de 2 min);
Exercícios
Não treinados mas com experiência prévia de 6 meses
Pés frente x Pés fora x Pés dentro
9 semanas, 3x/semana
Leg press horizontal unilateral
3-4x20-25 reps

J Strength Cond Res. 2020 Aug;34(8):2347-2351. doi: 10.1519/JSC.0000000000003674. PMID: 32735428.


Métodos

Iniciantes
Cada indivíduo teve uma perna recrutada para
“gêmeos em pé” ou “gêmeos sentado”
12 semanas
2x/semana
Séries progressivas (3 à 5x70%1-RM)
Aproximadamente 10 reps/set
Aumentos de progressivos de 5% nas sessões
subsequentes
Avaliação por MRI
Resultados
Iniciantes;
Análise intra-sujeitos;
10 semanas;
2x/semana;
Flexão plantar até a falha em amplitude máxima
X
Flexão plantar até a falha com amplitude máxima e continuar
com dorsi-flexão até a falha novamente;
A espessura muscular do músculo gastrocnêmio medial foi
mensurada pré e pós-intervenção por meio de ultrassonografia;
Hipótese a priori de maior hipertrofia com repetições parciais
adicionais realizadas.
Resultados
Iniciantes
Cada perna designada para LIGHT (20-30RMs) x HEAVY (6-10RMs)
2x/semana
8 semanas
Avaliação por ultrassom
Resultados

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