METROLOGIA E
INSTRUMENTAÇÃO
Vinícius Marinho Silva
[email protected]
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PARTE II
INSTRUMENTAÇÃO
Aula 7 – Revisão dos Principais Tópicos
Veremos:
▪ Transmissores e Transdutores
▪ Outros tipos de Sensores e seus respectivos ajustes.
▪ Sensores estudados:
- Indutivos
- Capacitivos
- Magnéticos
- Fotoelétricos
- Ultrassônicos
- Laser
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Transdutores
▪ Instrumento que recebe informações na forma de uma ou mais quantidades
físicas, modifica, caso necessário, estas informações e fornece um sinal de saída
resultante.
▪ Dependendo da aplicação, o transdutor pode ser um elemento primário, um
transmissor ou outro dispositivo. O conversor é um tipo de transdutor que trabalha
apenas com sinais de entrada e saída padronizados.
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Transmissores
▪ São instrumentos que medem uma variável do processo e a transmitem, à
distância, a um instrumento receptor, indicador, registrador, controlador ou a uma
combinação destes.
▪ Vimos que existe vários tipos de sinais de transmissão: pneumáticos, elétricos,
hidráulicos e eletrônicos.
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Transmissão Pneumática
▪ Geram um sinal pneumático variável, linear, de 3 a 15 psi (libras força por polegada
ao quadrado) para uma faixa de medidas de 0 a 100 % da variável. Esta faixa de
transmissão foi adotada pela SAMA, Associação de Fabricantes de Instrumentos.
▪ Porém existe transmissores c/outras faixas de sinais de transmissão de 20-100kPa.
▪ Nos países que utilizam o sistema métrico decimal, utilizam-se as faixas de 0,2 a
1kgf/cm2 que equivalem, aproximadamente, de 3 a 15 psi.
▪ O alcance do sinal no sistema métrico é, aprox, 5 % menor que o sinal de 3 a 15 psi.
Este é um dos motivos pelos quais devemos calibrar os instrumentos de uma malha
(transmissor, controlador, elemento final de controle, etc.) sempre utilizando uma
mesma norma.
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Transmissão Pneumática
▪ O valor mínimo do sinal pneumático também não é zero, e sim, 3 psi ou 0,2kgf/cm2.
▪ Se tivéssemos um transmissor pneumático de temperatura de range de 0 a 200°C e o
mesmo tivesse com o bulbo a 0°C e um sinal de saída de 1 psi, este estaria
descalibrado.
▪ Se o val min de saída fosse 0 psi, não seria possível fazermos tal comparação rapid.
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Transmissão Eletrônica
▪ Geram vários tipos de sinais em painéis: + usados: 4 a 20 mA, 10 a 50 mA e 1 a 5 V.
▪ Temos estas discrepâncias nos sinais de saída entre diferentes fabricantes, porque estes
instrumentos estão preparados para uma fácil mudança do seu sinal de saída.
▪ A relação de 4 a 20 mA, 1 a 5 V está na mesma relação de um sinal de 3 a 15 psi de um
sinal pneumático.
▪ O "zero vivo" utilizado, quando adotamos o valor mínimo de 4 mA, oferece a
vantagem também de podermos detectar uma avaria (rompimento dos fios, por
exemplo), que provoca a queda do sinal, quando ele está em seu valor mínimo.
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Protocolo HART (Highway Adress Remote Transducer)
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Sistema Fieldbus
✓É um sistema de comunicação digital bidirecional, que interliga equip inteligentes de
campo com o sistema de controle ou com equip localizados na sala de controle.
✓Este padrão permite comunicação entre uma variedade de equip, tais como:
transmissores, válvulas, controladores, CLPs, etc.
✓Estes podem ser de fabricantes diferentes (Interoperabilidade) e ter controle
distribuído (cada instr tem a capacidade de processar um sinal recebido e enviar
informações a outros instrumentos para correção de uma variável: pressão, vazão,
temperatura, etc.).
✓Vantagem: redução do nº de cabos do controlador aos instrumentos de campo, ou
seja, apenas um par de fios é o suficiente para a interligação de uma rede fieldbus.
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Sistema Fieldbus
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Sensores
✓ São transdutores eletrônicos que geram um sinal de saída quando um objeto é
introduzido em seu campo de atuação.
✓ Surgiram para auxiliar nas automatizações de máquinas e equip, substituindo as
chaves de acionamento mecânico dando maior versatilidade e durabilidade às aplic.
Indutivos, capacitivos, magnéticos
fotoelétricos, ultrassônicos, à laser 12
Sensores de Proximidade Indutivos
✓São equip eletrônicos capazes de detectar aprox de peças, componentes, elementos
de máquinas, etc, em substituição as tradicionais chaves fim de curso.
✓A detecção ocorre sem que haja o contato físico entre o acionador e o sensor,
aumentando a vida útil do sensor por não possuir peças móveis sujeitas a desgastes
mecânicos.
✓São sensores de proximidade, ou seja, geram um sinal de saída quando um objeto
metálico (aço, alumínio, cobre, latão, etc) entra na sua área de detecção, vindo de
qualquer direção.
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Sensores de Proximidade Indutivos
✓ A bobina faz parte de um circuito oscilador que em condição normal (desacionada)
gera um sinal senoidal.
✓ Quando um metal aproxima-se do campo, este, por i de superfície (Foucault),
absorve a energia do campo, diminuindo a amplitude do sinal gerado no oscilador.
✓ A variação de amplitude deste sinal é convertida em uma variação contínua que
comparada com um valor padrão, passa a atuar no estágio de saída.
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Sensores de Proximidade Indutivos
▪ 1 Face Sensora: Superfície onde emerge o campo eletromagnético.
▪ 2 Distância Sensora (S): Distância na qual aproximando-se o acionador da face
sensora, o sensor muda o estado da saída.
▪ 3 Distância de Acionamento: À distância de acionamento é função do tamanho da
bobina. Assim, não podemos especificar a distância sensora e o tamanho do sensor
simultaneamente.
▪ 4 Distância Sensora Nominal (Sn): É à distância sensora teórica, a qual utiliza um
alvo padrão como acionador e não considera as variações causadas pela
industrialização temperatura de operação e tensão de alimentação. E o valor em que
os sensores de proximidade são especificados. Como utiliza o alvo padrão metálico, a
distância sensora nominal informa também a máxima distância que o sensor pode
operar.
▪ 5 Distância Sensora Real: Valor influenciado pela industrialização, especificado em
temperatura ambiente (20o C) e tensão nominal, desvio de 10%:
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Sensores de Proximidade Indutivos
▪ 6 Distância Sensora Efetiva: Valor influenciado pela temp. de operação, possui um
desvio máximo de 10% sobre a distância sensora real.
▪ 7 Dist Sensora Operacional (Sa): É à distância em que seguramente pode-se operar,
considerando-se todas as variações de industrialização, T e tensão de alimentação.
▪ 8 Alvo Padrão (Norma DIN 50010): É um acionador normalizado utilizado para
calibrar a distância sensora nominal durante o processo de fabricação do sensor.
Consiste de uma chapa de aço de um mm de espessura, formato quadrado. 0 lado
deste quadrado é iqual ao diâmetro do circulo da face sensora ou 3 vezes a distância
sensora nominal quando o resultado for maior que o anterior.
▪ 9 Material do Acionador: Dist sensora operacional varia ainda com o tipo de metal,
ou seja, é especificada para o ferro ou aço e necessita ser multipl por um fator de
redução.
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Sensores de Proximidade Indutivos
▪ 10 Histerese: Dif entre o ponto de acionamento e o ponto de desacionamento.
Garante uma diferença entre o ponto de acionamento e desacionamento, evitando que
em uma possível vibração do sensor ou acionador, a saída oscile.
▪ 11 Embutido (blindado): Este tipo de sensor tem o campo eletromagnético
emergindo apenas na face sensora e permite que seja montado em uma superfície
metálica.
▪ 12 Não embutido (não blindado): Neste tipo o campo eletromagnético emerge
também na superfície lateral da face sensora, sensível a presença de metal ao seu
redor
Blindado Ñ Blindado
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Sensores de Proximidade Indutivos
▪ 13 Frequência de Comutação: A frequência de comutação é o máximo número de
acionamentos por segundo (Hz). Já existem sensores 20KHz.
Os sensores indutivos substituem com
muitas vantagens as chaves fim de curso. 18
Sensores de Proximidade Indutivos
Vantagens
- Funcionam em condições ambientais extremas.
- Acionamento sem contato físico.
- Saída em estado sólido. (PNP ou NPN).
- Alta durabilidade quando bem aplicado.
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Sensores de Proximidade Capacitivos
✓ São equipamentos eletrônicos capazes de detectar a presença ou aproximação de
materiais orgânicos, plásticos, pós, líquidos, madeiras, papéis, metais, etc.
✓ São semelhantes aos Indutivos, porém sua diferença básica é exatamente no
princípio de funcionamento, o qual baseia-se na mudança da capacitância da placa
detectora localizada na região denominada face sensível do sensor.
✓ Estes sensores podem detectar praticamente qualquer tipo de material, por exemplo,
Metais, madeira, plásticos, vidros, granulados, pós-minerais tipo cimento, talco, etc.
Os líquidos de maneira geral são ótimos acionadores para os sensores
capacitivos.
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Sensores de Proximidade Capacitivos
✓ O princípio de funcionamento baseia-se na geração de um campo elétrico,
desenvolvido por um oscilador controlado por capacitor.
✓ O capacitor é formado por duas placas metálicas, carregadas com cargas elétricas
opostas, montadas na face sensora, de forma a projetar o campo elétrico para fora
do sensor, formando desta forma um capacitor que possui como dielétrico o ar.
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Sensores de Proximidade Capacitivos
✓ Quando um material aproxima-se da face sensora, ou seja, do campo elétrico, o
dielétrico do meio se altera, alterando o dielétrico do capacitor frontal do sensor.
✓ Como o oscilador do sensor é controlado pelo capacitor frontal, quando
aproximamos um material a capacitância também se altera, provocando uma
mudança no circuito oscilador. Esta variação é convertida em um sinal contínuo que
comparado com um valor padrão passa a atuar no estágio de saída.
✓ 1 Face sensora: É a superfície onde emerge o campo elétrico. É importante notar que
os modelos não embutidos, com região sensora lateral, são sensíveis aos materiais a
sua volta.
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Sensores de Proximidade Capacitivos
▪ 2 Distância Sensora Nominal(Sn): É à distância sensora teórica a qual utiliza um
alvo padrão como acionador e não considera as variações causadas pela
industrialização temperatura de operação e tensão de alimentação. E a distância em
que os sensores são especificados.
▪ 3 Alvo Padrão: À distância sensora nos capacitivos são especificados para o
acionador metálico de aço SAE 1020 quadrado, com lado igual a três vezes a
distância sensora para os modelos não embutidos (na grande maioria) e em alguns
poucos casos de sensores capacitivos embutidos utiliza-se o lado do quadrado igual
ao diâmetro do sensor.
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Sensores de Proximidade Capacitivos
4 Distância Sensora Efetiva (Su): Valor influenciado pela industrialização e
considera as variações causadas pela temperatura de operação.
5 Distância Sensora Operacional (Sa): É a distância que observamos na prática,
sendo considerados os fatores de industrialização (81% Sn) e um fator que é
proporcional ao dielétrico do material a ser detectado, pois o sensor capacitivo
reduz sua distância quanto menor o dielétrico do acionador.
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Sensores de Proximidade Capacitivos
Em casos onde há materiais orgânicos, deve-se considerar a que a distância de detecção
está fortemente influenciada pela presença de água.
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Sensores de Proximidade Capacitivos
Ajuste de sensibilidade
Para diminuir a influência do acionamento lateral no sensor, diminuindo-se a distância
sensora. Permite ainda que se detecte alguns materiais dentro de outros, como por
exemplo: Iíquidos dentro de garrafas ou reservatórios com visores de vidro, pó dentro
de embalagens, ou fluidos em canos ou mangueiras plásticas.
Deve se tomar em conta de que existe a possibilidade de que se o detector está
regulado de maneira muito sensível, que este seja influenciado por uma modificação
do meio (temperatura, umidades, ou poluição).
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Sensores de Proximidade Capacitivos
Pode-se destacar que os sensores capacitivos são mais versáteis do que os indutivos,
porem são mais sensível a perturbações externas o que torna mais atraente usar os
sensores indutivos se existem metais a serem detectados.
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Sensores de Proximidade Capacitivos
▪ Vantagens
- Detectam praticamente todos os tipos de materiais.
- Acionamento sem contato físico.
- Saída em estado sólido.
- Alta durabilidade quando bem aplicado
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Capacitivo x Indutivos
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Sensores Ópticos
▪ Também conhecidos por sensores fotoelétricos, manipulam a luz de forma a detectar a
presença do acionador, que na maioria das aplicações é o próprio produto.
▪ Baseiam-se na transmissão e recepção de luz infravermelha (invisível ao ser humano),
que pode ser refletida ou interrompida por um objeto a ser detectado.
▪ Os fotoelétricos são compostos por dois circuitos básicos: um responsável pela
emissão do feixe de luz, denominado transmissor e outro responsável pela recepção
do feixe de luz, denominado receptor.
▪ Funcionam pelo princípio de emissão e recepção de feixes de luz modulada e são
divididos em 3 princípios distintos: Sistema por Óticas alinhadas, Difusão e
Sistema Reflectivo.
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Sensores Ópticos
▪ O transmissor envia o feixe de luz através de um fotodiodo, que emite flashes,
com alta potência e curta duração, para evitar que o receptor confunda a luz
emitida pelo transmissor com a iluminação ambiente.
▪ O receptor é composto por um fototransistor sensível a luz, que em conjunto com
um filtro sintonizado na mesma f de pulsação dos flashes do transmissor, faz com
que o receptor compreenda somente a luz vinda do transmissor.
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Sensores Ópticos
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Sensores Ópticos
Neste princípio o sensor tem seu funcionamento análogo ao princípio Difuso,
diferenciando-se por possuir um ponto focal, sendo, portanto muito mais preciso.
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Sensores Ópticos
Semelhante ao princípio convergente, por possuir também um único ponto focal,
diferencia-se por executar a função de supressão ao plano de fundo.
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Sensores Ópticos
▪ 1 Distância Sensora Nominal (Sn): À distância sensora nominal no sistema por
difusão é a máxima distância entre o sensor e o alvo padrão.
▪ 2 Alvo Padrão: O alvo padrão no caso dos sensores por difusão é uma folha de papel
fotográfico branco com índice de refletividade de 90%, com dimensões especificadas
para cada modelo de sensor. Utilizado durante a industrialização para calibração da
distância sensora nominal (Sn).
▪ 3 Distância Sensora Efetiva (Su): Valor influenciado pela industrialização e
considera as variações causadas pela temperatura de operação.
▪ 4 Distância Sensora Operacional (Sa): Para os modelos tipo fotosensor existem
vários fatores que influenciam o valor da distância sensora operacional (Sa),
explicados pelas leis de reflexão de luz da física.
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Sensores Ópticos
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Sensores Ópticos
▪ 5 Zona Morta: É a área próxima ao sensor, onde não é possível a detecção do
objeto, pois nesta região não existe um ângulo de reflexão da luz que chegue ao
receptor. A zona morta normalmente é dada por: 10 a 20% de Sn.
▪ 6 Sistema Refletivo: Este sistema apresenta o transmissor e o receptor em uma
única unidade. O feixe de luz chega ao receptor somente após ser refletido por
um espelho prismático, e o acionamento da saída ocorrerá quando o objeto a ser
detectado interromper este feixe. 37
Sensores Ópticos
▪ 7 Detecção de objetos Transparentes: garrafas de vidro, vidros planos, etc;
podem ser detectados com a angulação do feixe em relação ao objeto, ou
através de potenciômetros de ajuste de sensibilidade, mas sempre se aconselha
um teste prático. A detecção de garrafas plásticas tipo PET, requerem sensores
especiais para esta finalidade.
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Sensores Ópticos
8 Detecção de Objetos Brilhantes: Engradados plásticos para vasilhames, etiquetas
brilhantes, etc; cuidados especiais devem ser tomados, pois o objeto pode refletir o
feixe de luz atuando assim como se fosse o espelho prismático, ocasionando a não
interrupção do feixe,confundindo o receptor que não aciona a saída e ocasionando
uma falha de detecção.
▪ Para se prevenir, aconselha-se utilizar um dos métodos abaixo:
1. Montagem Angular 2. Filtro Polarizado
Montar o sistema sensor espelho de forma Estes filtros mecânicos servem para orientar a luz
que o feixe de luz forme um ângulo de 10º a emitida, permitindo apenas a passagem desta luz
30º em relação ao eixo perpendicular ao na recepção, que é diferente da luz refletida pelo
objeto objeto, que se espalha em todas as direções.
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Sensores Ópticos
▪ 9 Imunidade à Iluminação Ambiente
Normalmente, os sensores ópticos possuem imunidade à iluminação ambiente, pois
operam em f diferentes. Mas podem ser afetados por uma fonte muito intensa
(exatamente como acontece com as rádios FM) como, por ex, uma Iâmpada de 60W
incandescente à 15cm do sensor, ou um raio solar incidindo diretamente sobre as
lentes.
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Espectro de iluminação
Sensores Ópticos
10 Meio de Propagação
Entende-se como meio de propagação, o meio onde a luz do sensor deverá
percorrer. A atmosfera em alguns casos pode, estar poluída com partículas em
suspensão, dificultando a passagem da luz. A tabela abaixo apresenta os fatores
de atmosfera que devem ser acrescidos no cálculo da distância sensor
operacional Sa.
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Sensores Ópticos
11 Acessórios para sensores ópticos
Uma das grandes vantagens de se trabalhar com sensores ópticos é que eles
são muito mais flexíveis do que os outros sensores. Abaixo temos uma lista de
alguns acessórios que podem ajudar a solucionar vários problemas de aplicação:
- Espelhos prismáticos ultra-reflectivos.
- Fibras ópticas em diversos diâmetros.
- Fibras ópticas para alta temperatura.
- Temporização.
- Ajuste remoto e inteligente.
▪ Vantagens
- Detectam todos os tipos de materiais.
- Acionamento sem contato físico.
- Modelos com Saída em estado sólido, relê ou analógica.
- Maior durabilidade quando bem aplicado.
- Trabalha em grandes distâncias (Mais de 200mt E/R)
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Cuidados Básicos com os Sensores
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Cuidados Básicos com os Sensores
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Resumo dos Principais Conceitos Para a
Escolha do Sensor Ideal
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Resumo dos Principais Conceitos Para a
Escolha do Sensor Ideal
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Resumo dos Principais Conceitos Para a
Escolha do Sensor Ideal
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Final
▪ Além de todos os sensores vistos nesta disciplina, existem também os sensores
citados abaixo:
▪ Sensores de PH ( PH-metro);
▪ Densímetro (“coriolis poder servir para esse propósito”);
▪ Viscosímetro;
▪ Condutivímetro;
▪ Analisadores percentuais de O2 ,e H2.
Porém, devido sua aplicabilidade restrita, são
tópicos para outras disciplinas específicas.
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Referências
▪ www.smar.com.br
▪ CASSIOLATO, César – Medição de nível & nível de interface, Revista
Controle & Instrumentação, Edição nº 110, 2005.
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