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Raiva - Conduta

A Nota Técnica nº007/2025 da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina orienta sobre a profilaxia da raiva humana, destacando a importância do uso adequado do Soro Antirrábico (SAR) e da Imunoglobulina Humana Antirrábica (IGHAR). Apesar de Santa Catarina ser considerada área controlada para raiva, foram registrados casos de animais infectados e um caso humano em 2019, o que justifica a necessidade de diretrizes rigorosas para a administração desses imunobiológicos. A nota também revoga orientações anteriores e estabelece protocolos específicos para diferentes tipos de exposição a animais, incluindo morcegos e mamíferos silvestres.

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Raiva - Conduta

A Nota Técnica nº007/2025 da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina orienta sobre a profilaxia da raiva humana, destacando a importância do uso adequado do Soro Antirrábico (SAR) e da Imunoglobulina Humana Antirrábica (IGHAR). Apesar de Santa Catarina ser considerada área controlada para raiva, foram registrados casos de animais infectados e um caso humano em 2019, o que justifica a necessidade de diretrizes rigorosas para a administração desses imunobiológicos. A nota também revoga orientações anteriores e estabelece protocolos específicos para diferentes tipos de exposição a animais, incluindo morcegos e mamíferos silvestres.

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GOVERNO DE SANTA CATARINA

Secretaria de Estado da Saúde


Sistema Único de Saúde
Superintendência de Vigilância em Saúde
Diretoria de Vigilância Epidemiológica

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Nota técnica conjunta nº007/2025 - GEDIM/GEZOO/DIVE/SUV/SES/SC
(Revoga a Nota técnica nº018/2024- GEZOO/DIVE/SUV/SES/SC)

Assunto: Presta orientações sobre a profilaxia pré, pós e reexposição da raiva humana em
Santa Catarina e apresenta diretrizes para o controle sorológico em profissionais de alto
risco submetidos à Profilaxia Pré-Exposição (PrEP).

O estado de Santa Catarina é considerado área controlada para raiva no ciclo urbano,
por não apresentar circulação do vírus rábico canino (AgV1 e AgV2) em cães e gatos há
mais de 20 anos. Apesar dessa situação foram identificados nos anos de 2006, 2016 e
2023, cães e gatos com a AgV3 da doença (associada aos morcegos da espécie
Desmodus rotundus), além da confirmação de um caso humano no município de Gravatal,
em 2019, envolvendo a transmissão secundária morcego-gato-homem.

O fornecimento do soro antirrábico humano permanece limitado no país, com estoque


restrito, porém, houve uma regularização no abastecimento dos imunobiológicos (SAR e
IGHAR) nos últimos meses.

O Soro Antirrábico (SAR) e a Imunoglobulina Humana Antirrábica (IGHAR) são


imunobiológicos que não devem, sob nenhuma hipótese, permanecer armazenados nas
unidades hospitalares. Caso não sejam utilizados, devem ser imediatamente recolhidos
pelas equipes responsáveis e armazenados na rede de frio das Gerências Regionais de
Saúde (GERSAS), assegurando sua adequada conservação e possível redistribuição
conforme a demanda.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), no documento “Rabies vaccines and


immunoglobulins: WHO position April 2018” define que a dose máxima para uso do SAR é
de 40UI por kg de peso corporal e da IGHAR de 20UI por kg de peso corporal. Diante do
desabastecimento do imunobiológico, recomenda-se o uso de dose máxima, sendo de
3.000UI para o SAR e 1.500UI para o IGHAR, sendo que não há dose mínima.

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O SAR ou a IGHAR devem ser infiltrados somente no local da ferida, exceto para

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agressões envolvendo morcegos e outros animais silvestres. As evidências científicas
sugerem que a injeção do volume restante do SAR ou IGHAR por via Intramuscular (IM)
distante do local da ferida, oferece pouca ou nenhuma proteção adicional contra a raiva em
comparação com a infiltração da ferida isoladamente.

Dessa forma, considerando a publicação da Nota Técnica nº 134/2022-


CGZV/DEIDT/SVS/MS, pelo Ministério da Saúde (MS), o cenário epidemiológico da raiva
no estado de Santa Catarina e o estoque de soro e imunoglobulina presente na Rede de
Frio estadual, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE/SC) revoga a Nota Técnica nº
018/2024 - GEZOO/DIVE/SUV/SES/SC, orienta as condutas detalhadas para a profilaxia
pré, pós e reexposição da raiva humana e apresenta as diretrizes para o controle
sorológico (titulação de anticorpos contra o vírus da raiva) em profissionais de alto risco
submetidos à Profilaxia Pré-Exposição (PrEP).

1. ORIENTAÇÕES
1.1. Quanto ao uso das terminologias “Soro” e “Imunoglobulina”

No Brasil, para garantir a rastreabilidade dos imunobiológicos antirrábicos, deve-se


continuar utilizando e registrando na Caderneta de Vacinação os nomes dos
imunobiológicos: Soro Antirrábico (SAR) ou Imunoglobulina Humana Antirrábica (IGHAR),
com as respectivas informações: data da aplicação, número do lote, serviço de saúde onde
o imunobiológico foi administrado e o nome legível do vacinador.

No intuito de padronizar as nomenclaturas dos imunobiológicos antirrábicos estão


apresentadas no Quadro 1 as nomenclaturas que deverão ser utilizadas no Brasil e a
equivalência com a nomenclatura internacional.

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Quadro 1: Nomenclatura dos imunobiológicos utilizados na rede do Sistema Único de

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Saúde (SUS).

1.2. Quanto ao volume da dose e local da administração da IGHAR (hRIG) e do SAR


(eRIG) em acidentes graves envolvendo mamíferos potencialmente transmissores da
raiva, exceto cães, gatos e animais de produção (bovinos, suínos, equinos e
caprinos)

A dose da IGHAR é de 20 UI/Kg de peso e a dose máxima de 1.500 UI. Já a dose do SAR
é de 40 UI/Kg de peso, sendo que a dose máxima é de 3.000 UI. Quando indicado, o SAR
ou IGHAR DEVE SER INFILTRADO NA PORTA DE ENTRADA, ou seja, dentro e ao redor
da(s) lesão(ões) para neutralizar o vírus que pode ainda estar presente, impedindo a
disseminação para as terminações nervosas.

Essa conduta evita falhas da terapêutica. Mesmo que a aplicação não seja feita no mesmo
dia do acidente, havendo possibilidade de identificação da localização da(s) lesão(ões),
recentes ou cicatrizadas, deve-se infiltrar o volume total indicado, ou o máximo possível,
dentro ou ao redor da(s) lesão(ões). Se a infiltração total não for possível, aplicar o restante
por via intramuscular (IM) – exceto em casos contemplados no item 1.3 desta Nota
(acidentes por cães, gatos e animais de produção), respeitando o volume máximo de cada
grupo muscular mais próximo da lesão. Para tanto, observar o disposto no Quadro 2.

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Quadro 2: Volume máximo de administração de qualquer medicação por grupo muscular.

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Fonte: adaptado de MALKIN, B. 2008.

Observação: não administrar SAR ou IGHAR no mesmo grupo muscular de aplicação da


vacina.

Conforme indicação, tanto a IGHAR quanto o SAR devem ser administrados o mais rápido
possível. Caso não esteja disponível, administrar no máximo em até sete (7) dias após a 1ª
dose de vacina para raiva (inativada). Após esse prazo, a administração da IGHAR ou do
SAR é contraindicada.

Quadro 3: Exemplos de administração de SAR, dose por kg de peso.

Exemplos de administração de SAR - dose por kg de peso

Peso do paciente Dose de SAR

40x10 = 400UI
10kg
Considerando a apresentação de 200UI/ml = 2ml de soro

40x50 = 2000UI
50kg
Considerando a apresentação de 200UI/ml = 10ml de soro

40X100 = 4000UI
100kg Neste caso, utilizar a dose máxima de 3.000UI
Considerando a apresentação de 200UI/ml = 15ml de soro (dose máxima)

Atenção! O SAR NÃO deve ser administrado por via endovenosa.


Ele é infiltrado dentro e ao redor das lesões e o restante da dose, se houver, é
administrado por via intramuscular.

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Quadro 4: Exemplos de administração de IGHAR, dose por kg de peso.

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Exemplos de administração de IGHAR - dose por kg de peso

Peso do paciente Dose de IGHAR

10kg 20x10 = 200UI, apresentação de 150UI/ml = 1,3ml de IGHAR

50kg 20x50 = 1000UI; apresentação de 150UI/ml = 6,7ml de IGHAR

20X100 = 2000UI, neste caso, utilizar a dose máxima de 1.500UI


100kg
Considerando a apresentação de 150UI/ml = 10ml (dose máxima)

1.3. SAR ou IGHAR em acidentes graves com cães e gatos (que não podem ser
observados)

A infiltração do SAR ou da IGHAR deve ser feita apenas no local do ferimento, o tanto
quanto possível (não há dose mínima), eliminando a indicação da aplicação do restante
em local distante (IM), considerando a dose máxima estabelecida para o SAR ou IGHAR.

A aplicação do SAR ou da IGHAR deve ser realizada apenas nos acidentes graves
envolvendo animais que não podem ser observados ou suspeitos para raiva no momento
da agressão.

EXEMPLO: Um paciente que pesa 100 Kg deverá receber 3.000 UI de SAR, o que
corresponde ao volume 15 ml, equivalente a três ampolas. Após analisar criteriosamente
o ferimento, o profissional responsável pela infiltração irá abrir a primeira ampola de
SAR e infiltrar no ferimento. Somente se o volume da primeira ampola for insuficiente
para infiltrar toda a região anatômica abrir a segunda ampola, e assim sucessivamente.
Não é recomendada a abertura de uma ampola apenas para aplicação do restante da
dose calculada por via intramuscular (IM).

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1.4. Quanto à definição de profilaxia antirrábica humana em casos de agressões por
animais silvestres

Nos casos de agressões por outros mamíferos silvestres* (inclusive os domiciliados), o


acidente é classificado como grave.

*Mamíferos silvestres – micos (sagui ou “soim”), macacos, raposas, guaxinins, quatis,


gambas, capivaras, cachorros do mato, felídeos selvagens, javalis, entre outros, devem
ser classificados como animais de risco, mesmo que domiciliados, porque nesses
animais a patogenia da raiva não é bem conhecida.

Esquema profilático com SAR ou IGHAR e a administração de 4 (quatro) doses de vacina


antirrábica nos dias 0, 3, 7 e 14, pela via intramuscular (IM) ou 4 (quatro) doses nos dias 0,
3, 7 e 14 pela via intradérmica (ID).

1.5. Quanto à definição de profilaxia antirrábica humana em casos de acidentes por


morcego

Nos casos de agressões por morcegos, independentemente da espécie, o acidente é


sempre classificado como grave.

A conduta adequada é lavar o local com água e sabão, abundantemente, e iniciar


imediatamente o esquema profilático com SAR ou IGHAR e a administração de 4 (quatro)
doses de vacina antirrábica nos dias 0, 3, 7 e 14, pela via intramuscular (IM) ou 4 (quatro)
doses nos dias 0, 3, 7 e 14 pela via intradérmica (ID).

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1.6. Quanto à definição de profilaxia antirrábica humana em acidentes por animais de

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produção (bovinos, suínos, equinos e caprinos)

Animais domésticos de interesse econômico ou de produção como bovinos, bubalinos,


equídeos, caprinos, ovinos, suínos, também são considerados animais de risco para a
transmissão da raiva. Para avaliar a indicação da profilaxia de pré ou pós-exposição é
importante conhecer o tipo, frequência e grau do contato ou exposição que os tratadores e
outros profissionais têm com esses animais e deve-se levar em consideração o risco
epidemiológico da doença na localidade.

Deve-se verificar a forma de contato se direto ou indireto. Avaliar de forma criteriosa a


necessidade de administração do esquema profilático para raiva humana envolvendo
animais de produção. Será indicado principalmente aos trabalhadores rurais em contato
com animais positivos, em especial aqueles que tiveram contato com a mucosa da boca do
animal. Isto é, tentaram desengasgar o animal. Considerar que os trabalhadores rurais
comumente são portadores de lesões de pele.

A conduta adequada é lavar o local com água e sabão, abundantemente e, em caso de


acidente leve, iniciar o esquema profilático com a administração de 4 (quatro) doses de
vacina antirrábica nos dias 0, 3, 7 e 14, pela via intramuscular (IM) ou 4 (quatro) doses nos
dias 0, 3, 7 e 14 pela via intradérmica (ID).

Em caso de acidente grave, a infiltração do SAR ou da IGHAR deve ser feita apenas no
local do ferimento, o tanto quanto possível (não há dose mínima), eliminando a indicação
da aplicação do restante em local distante (IM), considerando a dose máxima estabelecida
para o SAR ou IGHAR e a administração de 4 (quatro) doses de vacina antirrábica nos
dias 0, 3, 7 e 14, pela via intramuscular (IM) ou 4 (quatro) doses nos dias 0, 3, 7 e 14 pela
via intradérmica (ID).

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1.7. Quanto à profilaxia antirrábica humana em casos de agressões por cães ou

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gatos

Caso o cão ou gato agressor tenha sinais sugestivos de raiva no momento da agressão,
indicar a profilaxia, conforme o tipo de exposição. Se o cão ou gato agressor não
apresentar sinais sugestivos de raiva, indicar a observação do animal por 10 dias e não
iniciar a profilaxia pós-exposição. Não sendo possível a observação do animal, ou se no
período de observação o animal morrer, desaparecer ou apresentar sinais sugestivos de
raiva, iniciar o esquema profilático, conforme o tipo de acidente.

Nos cães e gatos, o período de incubação da doença pode variar de alguns dias a anos.
No entanto, em geral, é de cerca de 60 dias, porém, a excreção de vírus pela saliva, ou
seja, o período em que o animal pode transmitir a doença, só ocorre a partir do final do
período de incubação, variando entre 2 e 5 dias antes do aparecimento dos sinais clínicos,
persistindo até sua morte, que normalmente é rápida e ocorre até o 5º dia após o início dos
sintomas. Portanto, o animal deve ser observado por 10 dias; se em todo esse período
permanecer vivo e saudável, a raiva é descartada e, consequentemente, não há risco de
transmissão do vírus. Se o animal desaparecer, apresentar sinais de raiva ou morrer e o
diagnóstico de raiva não puder ser afastado, a profilaxia deve ser iniciada imediatamente.

Definição de animal observável: cão ou gato sem sinais sugestivos de raiva,


domiciliado ou não, o qual seja possível verificar no período de 10 dias suas condições
normais de comportamento, tais como se alimentar e beber água normalmente.

São exemplos de mudança de comportamento e de sinais sugestivos de raiva:


dificuldade para ingerir ou recusa de água, engasgos, salivação excessiva, paralisia de
cabeça, pescoço ou qualquer membro, arrastar as pernas, esconder-se, inquietação ou
quietude anormal, entre outros. Florianópolis, __ de ____ de 2021.

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1.8. Animais de baixo risco de transmissão da raiva

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Conforme o Guia de Vigilância em Saúde 6ª ed., 2024, pág. 1.113 são considerados
animais de baixo risco para a transmissão da raiva, roedores e lagomorfos (urbanos ou de
criação): ratazana de esgoto, rato de telhado, camundongo, cobaia ou porquinho-da-índia,
hamster e coelho. Não sendo necessário, portanto, indicar profilaxia em caso de acidentes
causados por eles.

Os contatos indiretos, como a manipulação de utensílios potencialmente contaminados; a


lambedura na pele íntegra; contato em pele íntegra com excreções de animal, ainda que
raivoso ou de caso humano; tocar ou dar de comer para animais; e acidentes com agulhas
durante a aplicação da vacina animal, não são considerados acidentes de risco e não
exigem esquema profilático (Brasil, 2014).

1.9. Quanto à administração da vacina antirrábica (inativada) na profilaxia pré e pós


exposição

 Pré-Exposição (PrEP):

A Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) é recomendada para profissionais que atuam em


laboratórios de virologia e anatomopatologia voltados ao diagnóstico da raiva, bem como
para aqueles que trabalham na área de saúde animal, entre outros, conforme previsto no
Guia de Vigilância em Saúde (6ª edição, volume 3, p. 1.106). No Brasil, a PrEP é
disponibilizada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de acordo com as
normativas vigentes. O esquema vacinal indicado consiste em duas doses da vacina
antirrábica humana, aplicadas nos dias 0 e 7, sendo recomendado para pessoas com risco
ocupacional, seja ele considerado alto ou baixo, de exposição ao vírus da raiva.

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Quadro 5: Esquema de administração da vacina antirrábica (inativada) na Profilaxia Pré-

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Exposição (PrEP).
Via Intradérmica (ID) Via Intramuscular (IM)
Esquema vacinal 2 (duas) doses, nos dias 0 e 7 2 (duas) doses, nos dias 0 e 7
0,2ml.
Dose total: 0,5mL ou 1,0 mL
O volume da dose deve ser dividido em duas
(dependendo do laboratório
Volume da dose aplicações de 0,1mL cada e administrado
produtor). Administrar todo o
em dois sítios distintos, independentemente
volume do frasco.
da apresentação da vacina.
Músculo deltoide ou vasto lateral
Antebraço ou na região de delimitação do
Local de aplicação da coxa em crianças menores de 2
músculo deltoide.
(dois) anos. Não aplicar no glúteo.

 Controle Sorológico:

O controle sorológico dos indivíduos que receberam a PrEP contra a raiva deve ser
realizado a partir do 14º dia após a última dose do esquema vacinal, conforme
preconizado no Guia de Vigilância em Saúde (GVS), do Ministério da Saúde. São
considerados satisfatórios os títulos de anticorpos antirrábicos iguais ou superiores a 0,5
UI/ml, sendo esse controle essencial para avaliar a efetividade da proteção conferida pela
vacinação.

A periodicidade da testagem sorológica foi atualizada para adequar a recomendação


brasileira às diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), conforme orientações do
documento WHO Expert Consultation on Rabies – Third Report (2018).

Recomendação anterior (GVS – 6ª edição, volume 3): para indivíduos com alto risco
ocupacional (como profissionais de laboratórios de virologia e anatomopatologia para raiva,
ou envolvidos na captura de morcegos), recomendava-se controle sorológico a cada seis
meses.

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Nova recomendação (conforme OMS): para esses mesmos profissionais, a testagem

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sorológica deve ser realizada a cada 1 a 2 anos, a fim de garantir níveis adequados de
proteção imunológica. Se houver suspeita de exposição que não tenha sido identificada,
devem ser adotadas medidas para reduzir os riscos. Os testes sorológicos e as doses de
reforço só são recomendados quando o risco de exposição continuar presente.

Não está indicada a repetição da sorologia para profissionais que trabalham em situação
de baixo risco; por exemplo, veterinários que trabalham em área de raiva controlada, e
outros.

Importante destacar que na ausência de disponibilidade para o teste sorológico, pode-se


considerar a aplicação de uma dose de reforço antes da designação para funções de risco.
No entanto, a revacinação deve ser vista como uma medida complementar e não
substitutiva, sendo o monitoramento sorológico preferível sempre que possível.

 Pós-Exposição (PEP):

Quadro 6: Esquema de administração da vacina antirrábica (inativada) na Profilaxia Pós-


Exposição (PEP).
Via Intradérmica (ID) Via Intramuscular (IM)

Esquema vacinal 4 (quatro) doses, nos dias 0, 3, 7 e 14 4 (quatro) doses, nos dias 0, 3, 7 e 14
0,2mL.
O volume da dose deve ser dividido
Dose total: 0,5mL ou 1,0 mL
em duas aplicações de 0,1mL cada e
Volume da dose (dependendo do laboratório produtor).
administrado em dois sítios distintos,
Administrar todo o volume do frasco.
independentemente da apresentação
da vacina.
Músculo deltoide ou vasto lateral da
Antebraço ou na região de delimitação
Local de aplicação coxa em crianças menores de 2 (dois)
do músculo deltoide.
anos. Não aplicar no glúteo.

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Particularidades:

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 Recomenda-se utilizar a via ID para a Profilaxia Pré-Exposição, centralizando e
agendando o procedimento em locais com profissionais treinados e habilitados. Quanto
à Pós-Exposição, avaliar a possibilidade de utilizar a via ID principalmente em grandes
aglomerados urbanos;
 Para certificar que a vacina por via ID foi aplicada corretamente, observar a formação
da pápula na pele. Se na aplicação pela via ID, eventualmente, a vacina for aplicada
erroneamente por via subcutânea ou intramuscular, deve-se repetir o procedimento e
garantir que a aplicação seja feita por via intradérmica. Pessoas com imunossupressão
devem ser avaliadas individualmente. Intercambialidade de via de aplicação
(possibilidade de se realizar a substituição de uma via de administração por outra
equivalente) pode ser realizada;
 O esquema de Profilaxia Pós-Exposição deverá ser iniciado o mais rapidamente
possível. Caso o dia zero coincida com finais de semana ou feriados, o serviço de
sobreaviso do município ou da regional de saúde correspondente deverá disponibilizar
os imunobiológicos adequados, conforme o tipo de acidente antirrábico;
 Conforme Portaria nº 1.332, de 08 de dezembro de 2022, a vacina antirrábica humana,
quando administrada por via intramuscular (IM), pode ser delegada a profissional
habilitado para aplicação de injetáveis.

1.10. Reexposição ao vírus da raiva

Em caso de reexposição em pacientes que fizeram Pré-Exposição (PrEP): o SAR e a


IGHAR não estão indicados. Independentemente do intervalo de tempo, se o paciente
recebeu esquema de PrEP completo, indica-se a profilaxia nos dias 0 e 3.

Se foi aplicada apenas uma dose de PrEP, essa deve ser desconsiderada e o esquema de
profilaxia, indicado para o caso, deve ser iniciado (SAR ou IGHAR não estão indicados).

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Observação: profissionais que receberam esquema de Profilaxia Pré-Exposição e que

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fazem controle sorológico, ou receberam outras doses de vacina antirrábica, devem ser
avaliados individualmente.

Em caso de reexposição em pacientes que fizeram Pós-Exposição (PEP): até 90 dias,


se o esquema anterior de PEP foi completo, não indicar profilaxia. Se for incompleto,
administrar as doses faltantes.

Atenção: Quando na PEP anterior foi aplicada apenas uma dose, essa deve ser
desconsiderada e o esquema de profilaxia, indicado para o caso, deve ser iniciado (SAR e
a IGHAR não estão indicados).

Após 90 dias, independentemente do intervalo de tempo, se o paciente recebeu pelo


menos duas doses do esquema de PEP, indicar a vacina nos dias 0 e 3.

1.11. Profilaxia de pacientes faltosos

Não é necessário reiniciar a profilaxia de pacientes faltosos. Nesses casos, aplicar o(s)
imunobiológico(s) prescrito(s) no dia em que o paciente comparecer à unidade e continuar
o esquema mantendo os intervalos das doses seguintes, de acordo com o intervalo do
esquema originalmente proposto.

Recomenda-se que, além do serviço de vacinação, o serviço de saúde que atende o


paciente oriente o indivíduo da importância da completude do esquema vacinal e realize a
busca ativa imediata daqueles que não comparecerem nas datas agendadas para
administração das doses do esquema prescrito.

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2. CONCLUSÃO

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Ressalta-se a importância do cumprimento das orientações desta Nota Técnica, a ampla
divulgação do uso racional de SAR e IGHAR, além do rigoroso monitoramento dos
estoques nos níveis regional e municipal, assim como o uso destes imunobiológicos de
forma estratégica em serviços de referência e onde preferencialmente há profissional
habilitado para realizar a técnica de infiltração.

Para evitar o desabastecimento de SAR e IGHAR é imprescindível manter a rede


assistencial devidamente preparada para possíveis situações emergenciais de
remanejamento desses imunobiológicos de forma oportuna.

Para qualquer esquema de Profilaxia Pós-Exposição em que há indicação da vacina é


indispensável o uso da vacina VERO de forma imediata e oportuna, uma vez que não há
desabastecimento no estoque nacional. A vacina deve ser administrada
independentemente da disponibilidade de SAR ou IGHAR.

Sendo assim, recomenda-se que as regionais e municípios mantenham seus estoques


abastecidos de vacina VERO, assim como realizem a busca ativa dos pacientes faltosos.

Reforça-se a orientação de que, se o cão ou gato agressor não apresentar sinais


sugestivos de raiva, deve-se indicar a observação do animal por 10 dias e não iniciar a
Profilaxia Pós-Exposição.

Para informações adicionais, a equipe técnica do Programa Estadual de Controle da Raiva,


da Gerência de Vigilância de Zoonoses, Acidentes por Animais Peçonhentos e Doenças
Transmitidas por Vetores (GEZOO) permanece à disposição pelo e-mail
[email protected] e pelo telefone (48) 3664-7487.

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Florianópolis, 2 de maio de 2025

Gerência de Doenças Infecciosas Agudas e Imunização


GEDIM/DIVE/SUV/SES/SC

Gerência de Vigilância de Zoonoses, Acidentes por Animais Peçonhentos e Doenças


Transmitidas por Vetores
GEZOO/DIVE/SUV/SES/SC

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DIVE/SUV/SES/SC

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Anexo 1. Fluxograma de atendimento antirrábico humano em paciente com mordedura,

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conforme o tipo de animal agressor.

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Anexo 2. Esquema para tratamento profilático antirrábico humano Pós-Exposição.

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Assinaturas do documento

Código para verificação: S8JG72Z6

Este documento foi assinado digitalmente pelos seguintes signatários nas datas indicadas:

IVÂNIA DA COSTA FOLSTER (CPF: 589.XXX.509-XX) em 02/05/2025 às 17:11:29


Emitido por: "SGP-e", emitido em 28/03/2019 - 12:23:18 e válido até 28/03/2119 - 12:23:18.
(Assinatura do sistema)

ARIELI SCHIESSL FIALHO em 02/05/2025 às 18:14:30


Emitido por: "SGP-e", emitido em 28/03/2019 - 12:48:31 e válido até 28/03/2119 - 12:48:31.
(Assinatura do sistema)

JOÃO AUGUSTO BRANCHER FUCK (CPF: 060.XXX.189-XX) em 05/05/2025 às 12:38:58


Emitido por: "SGP-e", emitido em 28/03/2019 - 14:42:44 e válido até 28/03/2119 - 14:42:44.
(Assinatura do sistema)

Para verificar a autenticidade desta cópia, acesse o link https://portal.sgpe.sea.sc.gov.br/portal-externo/conferencia-


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