Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos
PRODUTO: GOAL BR Revisão: 00 Data: 08/03/2021
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1 - Identificação
Nome da mistura: GOAL BR
Principais usos recomendados Herbicida seletivo de ação não sistêmica do grupo químico éter difenílico.
para a mistura: Formulação tipo Concentrado Emulsionável (EC). Uso exclusivamente
agrícola.
Nome da Empresa: PROVENTIS LIFESCIENCE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Endereço: Rua Barão do Triunfo, 427, 2° andar, conjunto 211
São Paulo/ SP - Brasil
CEP: 04602-001
Telefone para contato: (11) 5049-0260
Telefone para Emergências: 0800 707 7022 / 0800 17 2020
FAX: (11) 5041-1683
2 – Identificação de perigos
ABNT NBR 14725-2
Classificação da mistura: Classes de Perigo Categoria
Carcinogenicidade 1B
Irritação à pele 2
Irritação ocular 2A
Perigo por aspiração 1
Perigoso ao ambiente aquático - Agudo 1
Perigoso ao ambiente aquático - Crônico 1
Toxicidade à reprodução 1B
Toxicidade aguda - Inalação 5
Toxicidade aguda - Oral 4
O grau de perigo nas categorias do GHS diminui de acordo com a crescente numérica,
sendo a categoria 1 a mais perigosa.
Elementos de rotulagem do GHS e frases de precaução (ABNT NBR 14725-3):
Pictogramas:
Palavra de advertência: Perigo
Frases de Perigo H302: Nocivo se ingerido
H304: Pode ser fatal se ingerido e penetrar nas vias respiratórias
H315: Provoca irritação à pele
H319: Provoca irritação ocular grave
H333: Pode ser nocivo se inalado
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H350: Pode provocar câncer
H360: Pode prejudicar a fertilidade ou o feto
H410: Muito tóxico para os organismos aquáticos, com efeitos prolongados
Frases de Precaução Prevenção
P201: Obtenha instruções específicas antes da utilização.
P202: Não manuseie o produto antes de ter lido e compreendido todas as
precauções de segurança.
P264: Lave as mãos cuidadosamente após o manuseio.
P270: Não coma, beba ou fume durante a utilização deste produto.
P273: Evite a liberação para o meio ambiente.
P280: Use luvas de proteção, roupa de proteção, proteção ocular e proteção facial.
Resposta à emergência
P301 + P310: EM CASO DE INGESTÃO: Contate imediatamente um CENTRO DE
INFORMAÇÃO TOXICOLÓGICA ou um médico.
P301 + P312: EM CASO DE INGESTÃO: Caso sinta indisposição, contate um CENTRO
DE INFORMAÇÃO TOXICOLÓGICA ou um médico.
P302 + P352: EM CASO DE CONTATO COM A PELE: Lave com água e sabão em
abundância.
P304 + P312: EM CASO DE INALAÇÃO: Caso sinta indisposição, contate um CENTRO
DE INFORMAÇÃO TOXICOLÓGICA ou um médico.
P305 + P351 + P338: EM CASO DE CONTATO COM OS OLHOS: Enxágue
cuidadosamente com água durante vários minutos. No caso de uso de lentes de
contato, remova-as, se for fácil. Continue enxaguando.
P308 + P313: EM CASO DE exposição ou suspeita de exposição: Consulte um médico.
P330: Enxágue a boca.
P331: NÃO provoque vômito.
P332 + P313: Em caso de irritação cutânea: Consulte um médico.
P337 + P313: Caso a irritação ocular persista: Consulte um médico.
P362 + P364: Retire toda a roupa contaminada e lave-a antes de usá-la novamente.
P391: Recolha o material derramado.
Armazenamento
P405: Armazene em local fechado à chave.
Disposição
P501: Descarte o conteúdo e/ou recipiente em local apropriado conforme legislação
vigente.
Outros perigos que não
resultam em uma classificação: Não disponível.
3 – Composição e informações sobre os ingredientes
MISTURA
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Ingredientes e impurezas que
contribuem para o perigo: Nome técnico Nº registro CAS Concentração
hidrocarbonetos aromáticos 64742-94-5 / > 40,0 - 75,0 %
64742-95-6
oxifluorfem 42872-03-3 24,0 %
N-metilpirrolidona 872-50-4 >1,0 - 10,0 %
dodecilbenzenosulfonato de cálcio 26264-06-2 > 0,1 - 5 %
4 – Medidas de primeiros-socorros
Inalação: PODE SER NOCIVO SE INALADO. Remova a vítima para local arejado. Se a
vítima não estiver respirando, aplique respiração artificial. Não faça
respiração boca a boca caso a vítima tenha inalado ou ingerido o produto.
Para estes casos, utilize máscara de ressuscitamento (mascarilha) ou outro
sistema adequado de respiração. Procure imediatamente um serviço de
saúde levando a embalagem, o rótulo, a bula ou receituário agronômico do
produto.
Contato com a pele: Remova roupas e sapatos contaminados. Lave as áreas atingidas com água
corrente em abundância e sabão. Em caso de contato menor com a pele,
evite espalhar o material em áreas não afetadas. Procure um serviço de
saúde levando a embalagem, o rótulo, a bula ou receituário agronômico do
produto.
Contato com os olhos: Retire lentes de contato, se presentes. Lave os olhos com água corrente em
abundância por, pelo menos, 15 minutos, elevando as pálpebras
ocasionalmente. Procure imediatamente um serviço de saúde levando a
embalagem, o rótulo, a bula ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: NOCIVO SE INGERIDO. NÃO PROVOQUE VÔMITO. Lave a boca com água
corrente em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a
cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo
estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. Procure
imediatamente um serviço de saúde levando a embalagem, a bula, o rótulo
ou o receituário agronômico do produto.
Sintomas e efeitos mais PRODUTO NOCIVO.Em contato com a pele e com os olhos, o produto pode
importantes, agudos ou tardios: causar irritação. Quando inalado, o produto pode causar irritação no trato
respiratório, tosse, sonolência, tontura, dor de cabeça e náusea. Quando
ingerido, pode provocar náusea, vômito, diarreia e dor abdominal. A
exposição oral ou inalatória ao produto pode provocar efeitos no sistema
nervoso central, como hipersalivação, sonolência e/ou tontura. A aspiração
aos pulmões pode provocar pneumonite química.
Notas para o médico: Tratamento sintomático e de suporte, de acordo com o quadro clínico. Não
há antídoto específico.
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5 – Medidas de combate a incêndio
Meios de extinção: Em caso de incêndios envolvendo o produto, use equipamento de proteção
individual (EPI). Pequeno incêndio: utilize pó químico seco, dióxido de
carbono (CO2), jato d’água ou espuma normal.
Grande incêndio: utilize jato ou neblina de água, ou espuma normal. Não
espalhe o material com o uso de jato d'água de alta pressão.
Afaste os recipientes da área do fogo, se isto puder ser feito sem risco.
Confine as águas residuais de controle do fogo em um dique para posterior
destinação apropriada; evite que o material se espalhe.
Perigos específicos da mistura: Em caso de incêndios envolvendo este produto, o fogo pode produzir gases
corrosivos, irritantes e/ou tóxicos como cloreto de hidrogênio, fluoreto de
hidrogênio, óxidos de nitrogênio, monóxido de carbono e dióxido de
carbono.
Medidas de proteção da equipe de PRODUTO NOCIVO. Afaste os recipientes da área do fogo, se isto puder ser
combate a incêndio: feito sem risco. Combata o fogo de uma distância segura; se precisar utilize
mangueiras com suportes fixos ou canhão monitor. Resfrie lateralmente os
recipientes expostos às chamas com água em abundância, mesmo após o
fogo ter sido extinto. Combata o fogo tendo o vento pelas costas para
evitar intoxicação. Mantenha-se sempre longe de tanques envoltos em
chamas. Utilize roupas protetoras adequadas no combate ao fogo e
equipamento autônomo de respiração.
6 – Medidas de controle para derramamento ou vazamento
Precauções pessoais, equipamentos de proteção e procedimentos de emergência
Para o pessoal que não faz parte dos PRODUTO NOCIVO. Use EPI. Afaste todas as fontes de ignição e calor. Não
serviços de emergência: fume. Não toque nem caminhe sobre o produto derramado. Evite o
contato do produto com a pele, olhos e mucosas. Não manuseie
embalagens rompidas, a menos que esteja devidamente protegido com a
utilização de equipamento de proteção individual. Permaneça em local
seguro tendo o vento pelas costas.
Para o pessoal do serviço de Use EPI apropriado. Mantenha as pessoas não autorizadas afastadas. Isole
emergência: a área de derramamento ou vazamento em um raio de 50 metros, no
mínimo, em todas as direções. Permaneça em local seguro tendo o vento
pelas costas.
Precauções ao meio ambiente: Produto perigoso ao meio ambiente. Evite a contaminação ambiental. Em
caso de derramamento e vazamento, contenha imediatamente o material
derramado, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
corpos d’água. Caso ocorra escoamento do produto para corpos d’água,
interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e a empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto
envolvido.
Métodos e materiais para contenção Utilize EPI. Isole e sinalize a área contaminada. Pare o vazamento se isto
e limpeza: puder ser feito sem risco.
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Piso pavimentado: absorva o material derramado com terra, areia seca ou
outro material inerte e não combustível. Recolha o produto derramado
com o auxílio de uma pá limpa e o acondicione em recipientes lacrados e
devidamente identificados.
Grande derramamento: confine o material em um dique longe do
derramamento para posterior destinação apropriada. Previna a entrada do
produto derramado em cursos d’água, rede de esgotos, porões ou áreas
confinadas. Lave o local com água e sabão, tomando medidas preventivas
para evitar a contaminação ambiental. O produto derramado não deverá
mais ser utilizado. Consulte a empresa para devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não
contaminado e proceda conforme indicado acima.
7 – Manuseio e armazenamento
Precauções para manuseio seguro: PRODUTO NOCIVO. Utilize EPI. Não manuseie o produto sem os EPIs
recomendados ou se estiverem danificados. Evite o contato do produto
com a pele, olhos e mucosas. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a
evitar respingos. Manuseie o produto em local arejado e longe de
qualquer fonte de ignição ou calor. Não fume. Assegure uma boa
ventilação no local de trabalho. Manipule respeitando as regras gerais de
segurança e higiene industrial e/ou as boas práticas agrícolas. Não
desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não aplique o produto na
presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia. Aplique o
produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Leia
e siga as instruções de uso recomendadas na bula e no rótulo. Observe o
prazo de validade. Não reutilize a embalagem vazia. Não lave embalagens
ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Não coma ou beba durante o manuseio e aplicação do produto. Tome
banho imediatamente após a aplicação do produto. Troque e lave as suas
roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas, utilize luvas e avental de borracha. Faça a manutenção e lavagem
dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto longe de
fontes d’água para consumo.
Condições de armazenamento Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na
seguro, incluindo qualquer NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
incompatibilidade:
Armazene o produto em sua embalagem original, sempre fechada, à
temperatura ambiente e ao abrigo da luz. O local deve ser exclusivo para
produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não
comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque
o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver
embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Observe as disposições constantes da Legislação Estadual e Municipal.
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8 – Controle de exposição e proteção individual
Parâmetros de controle
Limites de exposição ocupacional: Não há limites de exposição ocupacional estabelecidos pela legislação
brasileira - NR 15 (MTb, 2019), ACGIH (2020), OSHA nem NIOSH para os
ingredientes do produto.
NR 15: Norma regulamentadora nº 15 do Ministério do Trabalho e Emprego.
Indicadores biológicos de exposição: Não há indicadores biológicos de exposição estabelecidos pela legislação
brasileira - NR 7 (MTb, 2020) nem pela ACGIH (2020) para os ingredientes
do produto.
NR 7: Norma regulamentadora nº 7 do Ministério do Trabalho e Emprego.
Medidas de controle de engenharia: Assegure ventilação adequada durante a manipulação do produto.
Providencie ventilação exaustora onde os processos exigirem. Chuveiros de
emergência e lava-olhos devem estar disponíveis próximos à área de
trabalho.
Medidas de proteção pessoal
Proteção dos olhos/face: Óculos de segurança com proteção lateral.
Proteção da pele: Use macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando
por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas,
botas de borracha, avental impermeável, luvas de nitrila e touca árabe.
Proteção respiratória: Máscara com filtro combinado classe P2.
Perigos térmicos: Não disponível.
9 – Propriedades físicas e químicas
Aspecto: Líquido amarelo.
Odor: Aromático.
Limite de odor: Não disponível.
pH: 6,51 (solução 1%).
Ponto de fusão/ponto de Não disponível.
congelamento:
Ponto de ebulição inicial e faixa de Hidrocarboneto aromático pesado: 130 a 155°C a 1x105 Pa (760 mmHg)
temperatura de ebulição: (NOAA, 2016).
Dodecilbenzenosulfonato de cálcio: 843,05°C a 0 Pa (ECHA, 2016).
Ponto de fulgor: 80,1°C (copo fechado).
Taxa de evaporação: Não disponível.
Inflamabilidade (sólido; gás): Não disponível.
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Limite inferior/superior de Hidrocarboneto aromático pesado: Limite inferior= 0,8%; Limite superior=
inflamabilidade ou explosividade: 5% (NOAA, 2016).
Pressão de vapor: Não disponível.
Densidade de vapor: Não disponível.
Densidade/Densidade relativa: 1,08 (água = 1).
Solubilidade: Os componentes do produto são praticamente insolúveis em água (ECHA,
2017; EFSA, 2014; NOAA, 2016; U.S. EPA, 2011).
O produto é emulsionável em água.
Coeficiente de partição - n-octanol/ Hidrocarboneto aromático pesado: Log POW = 2,4 - 6,5 (pH 6,2 - 7) a 21 -
água: 25°C (ECHA, 2017).
Dodecilbenzenosulfonato de cálcio: Log Pow = 1,96 - 4,77 a 25°C (pH 7)
(ECHA, 2016).
Temperatura de autoignição: Não disponível.
Temperatura de decomposição: Não disponível.
Viscosidade dinâmica: 5,6 mPa.s em 40°C.
Corrosividade: Taxas de corrosão após imersão completa: Alumínio = 0,073 mm/ano;
latão = 0,004 mm/ano; cobre = 0,014 mm/ano.
Tensão superficial: 28,4 mN/m a 20°C.
10 – Estabilidade e reatividade
Reatividade: Nenhuma, quando armazenado e utilizado adequadamente.
Estabilidade química: Estável, quando armazenado e utilizado adequadamente.
Possibilidade de reações perigosas: Nenhuma, quando armazenado e utilizado adequadamente.
Condições a serem evitadas: Fontes de ignição, calor e contato com materiais incompatíveis.
Materiais incompatíveis: Nafta de petróleo aromático pesado: Agentes oxidantes fortes como ácido
nítrico (NOAA, 2016).
Produtos perigosos da
decomposição: Não disponível.
11 – Informações toxicológicas
Toxicidade aguda: DL50 oral (ratos): 1753 mg/kg p.c.
DL50 dérmica (ratos): >2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória (ratos): >5,12 mg/L/4h.
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Corrosão/ irritação da pele: Foram observados eritema e edema nos seis animais
testados. Os efeitos foram totalmente revertidos em até 21 dias.
Lesões oculares graves/ irritação Em estudo de irritação ocular, foram observadas vermelhidão da
ocular: conjuntiva, secreção e quemose nos seis animais tratados. Também foi
observada leve opacidade da córnea. Todos os efeitos foram reversíveis em
até 7 dias. Não foram observados efeitos na íris de nenhum dos animais.
Sensibilização respiratória ou à pele: O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias.
Mutagenicidade em células
germinativas: O produto não apresentou potencial mutagênico.
Carcinogenicidade: Hidrocarboneto aromático pesado (64742-94-5): Estudos sobre o potencial
carcinogênico em camundongos mostraram um aumento na incidência de
tumores cutâneos (papilomas e carcinomas de células escamosas), mas
que foram atribuídos à irritação dérmica provocada pelo solvente e não à
uma resposta genotóxica (CONCAWE, 2015).
Hidrocarboneto aromático leve (64742-95-6): De acordo com o
Regulamento (EC) Nº 1272/2008 (CLP) estes ingredientes são listados
como prováveis carcinogênicos (categoria 1B) (UNIÃO EUROPEIA, 2008).
Oxifluorfem: Pequenos aumentos de tumores hepatocelulares relacionados
ao tratamento foram observados em camundongos machos, mas não em
camundongos fêmeas nem em ratos de ambos os sexos. Os estudos de
genotoxicidade foram predominantemente negativos (OEHHA, 2004).
N-metilpirrolidona: O NMP foi avaliado em estudo com administração pela
via inalatória, em dois estudos pela via oral e em um estudo mecanicista. O
NMP não foi considerado carcinogênico embora os resultados no estudo
pela via oral, em camundongos, tenham mostrado adenomas e carcinomas
de fígado na maior dose de 7200 ppm. Entretanto, estes resultados não
foram considerados relevantes para o homem devido aos resultados
negativos em testes de mutagenicidade e em outros sistemas-teste, e à
conhecida sensibilidade desta linhagem de camundongos à indução de
tumores hepáticos, não genotóxicos (ECHA, 2014).
Dodecilbenzenosulfonato de cálcio: Estudos conduzidos em animais de
experimentação, com substâncias da classe dos alquilbenzenos sulfonatos
lineares, não indicaram potencial cancerígeno para substâncias desta classe
(OECD, 2005).
Toxicidade à reprodução: Hidrocarbonetos aromáticos: Em estudos realizados em ratos com
solventes aromáticos, não foram observadas evidências de toxicidade para
o desenvolvimento ou sobre os parâmetros reprodutivos (CONCAWE,
2015).
N-metilpirrolidona: É considerado tóxico ao desenvolvimento pré-natal, de
acordo com dados de estudos em animais de experimentação. Foram
conduzidos estudos pelas vias oral, dérmica e inalatória em ratos e coelhos
para avaliar o potencial de toxicidade para o desenvolvimento pré-natal do
N-metilpirrolidona. Nos estudos de toxicidade para o desenvolvimento pré-
natal e nos estudos de toxicidade reprodutiva - 2 gerações, os efeitos
sobre o peso corpóreo materno e sobre o peso dos fetos foram os mais
críticos. Notavelmente, as mudanças no peso corpóreo materno ocorreram
em concentrações menores do que as observadas nos animais em geral.
Em concentrações maiores, foram observados efeitos adversos nos fetos,
como variações e malformações, ninhadas reduzidas, natimortos e
reabsorções, entre outros. Apesar dos efeitos observados nos testículos e
na espermatogênese, não foi observada redução na fertilidade em nenhum
dos estudos de toxicidade para a reprodução (ECHA, 2014; NICNAS, 2018).
Dodecilbenzenosulfonato de cálcio: Em estudos conduzidos em animais de
experimentação, os alquil-benzeno sulfonatos não causaram efeitos sobre a
reprodução nem sobre o desenvolvimento (U.S. EPA, 2006).
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Não foram encontrados dados em literatura referentes à toxicidade à
reprodução dos demais ingredientes da formulação.
Toxicidade para órgãos-alvo Hidrocarbonetos aromáticos: A exposição aguda pela via inalatória pode
específicos – exposição única: causar sonolência e/ou tontura e irritação no trato respitatório (CONCAWE,
2015; OECD, 2012).
N-metilpirrolidona: Em concentrações acima de 10%, apresenta potencial
de irritação respiratória (ECHA, 2014). A exposição aguda a altas
concentrações de N-metilpirrolidona pode causar depressão do sistema
nervoso central (ECHA, 2014).
Não foram encontrados dados em literatura referentes à toxicidade para
órgãos-alvo específicos após exposição única aos demais ingredientes da
formulação.
Toxicidade para órgãos-alvo Hidrocarbonetos aromáticos: Em estudos conduzidos em ratos, pela via
específicos – exposição repetida: inalatória, foi observada nefropatia característica de hidrocarbonetos em
ratos machos, um efeito que é considerado sexo e espécie específico e,
portanto, não é relevante para os seres humanos (CONCAWE, 2015).
Oxifluorfem: Em estudo de 90 dias conduzido em camundongos, esta
substância causou anemia e toxicidade hepática (NCBI, 2021).
N-metilpirrolidona: Nos estudos de doses repetidas em animais, os efeitos
mais críticos foram a redução no ganho de peso corpóreo e os efeitos
toxicológicos genéricos sobre a histopatologia e o peso do fígado, dos rins
e do timo. Em doses mais altas, esses efeitos foram mais notáveis e foram
acompanhados por efeitos nos testículos e no baço. Não foram
identificados órgãos-alvo específicos em doses baixas e médias (ECHA,
2014). Em estudos conduzidos em ratos, os parâmetros
neurocomportamentais não foram afetados; apenas foram observados
efeitos sedativos quando houve exposição a altas concentrações desta
substância (EC, 2011; U.S. EPA, 2015). Em estudos crônicos, com a
administração desta substância por via oral (dieta), foi observado
nefropatia progressiva em ratos machos (U.S. EPA, 2015).
Não foram encontrados dados em literatura referentes à toxicidade para
órgãos-alvo específicos após exposição repetida aos demais ingredientes
da formulação.
Perigo por aspiração: Hidrocarbonetos aromáticos: A aspiração destas substâncias aos pulmões
pode resultar em pneumonite química (CONCAWE, 2015; MCKEE et al.,
2015).
Não foram encontrados dados em literatura referentes ao perigo por
aspiração dos demais ingredientes da formulação.
12 – Informações ecológicas
Ecotoxicidade
Toxicidade para algas: Produto similar:
CE50 (72h): 0,0015 mg/L (Pseudokirchneriella subcapitata).
Toxicidade para crustáceos: CE50 (48h): 0,33 mg/L (Daphnia magna).
Toxicidade para peixes: CE50 < 0,1 mg/L (espécie não declarada).
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Produto similar:
CL50 (96h): 2,8 mg/L (Oncorhincus mykiss).
Persistência e degradabilidade: Hidrocarboneto aromático leve (64742-95-6): Prontamente biodegradável
(OECD, 2012).
N-metilpirrolidona: Quando liberado na água, não se espera que o NMP
adsorva a sólidos suspensos ou sedimentos na coluna de água com base
em seu valor Koc. Embora o NMP puro seja ligeiramente volátil, espera-se
que a taxa de volatilização da água seja baixa (U.S. EPA, 2015).
Não há dados disponíveis em literatura referentes à mobilidade no solo dos
demais ingredientes da formulação.
Potencial bioacumulativo: Hidrocarbonetos aromáticos: Estas substâncias apresentam potencial de
bioacumulação em organismos aquáticos (CONCAWE, 2015).
N-metilpirrolidona: Apresenta baixo potencial de
bioconcentração/bioacumulação em organismos aquáticos (U.S. EPA,
2015).
Não há dados disponíveis em literatura referentes ao potencial
bioacumulativo dos demais ingredientes da formulação.
Mobilidade no solo: Hidrocarbonetos aromáticos: Hidrocarbonetos de alto peso molecular serão
principalmente adsorvidos no solo e, portanto, possuem baixa capacidade
de mobilidade no solo (OECD, 2012).
N-metilpirrolidona: Espera-se que possua alta mobilidade no solo. Quando
liberada no solo, pode volatilizar das superfícies do solo ou migrar através
do solo e contaminar as águas subterrâneas (U.S. EPA, 2015).
Não há dados disponíveis em literatura referentes à mobilidade no solo dos
demais ingredientes da formulação.
Outros efeitos adversos: Não disponível.
13 – Considerações sobre destinação final
Métodos recomendados para destinação final
Resíduos de misturas: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em
desuso, consulte a empresa para a devolução, desativação e destinação
final. Mantenha as eventuais sobras dos produtos em suas embalagens
originais adequadamente fechadas. Não descarte em sistemas de esgotos,
cursos d’água e estações de tratamento de efluentes. Observe a legislação
estadual e municipal.
Embalagens usadas: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes
procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do
pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos;
adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; tampe bem a
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embalagem e agite-a por 30 segundos; despeje a água da lavagem no
tanque pulverizador; faça esta operação três vezes; inutilize a embalagem
plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob
pressão, siga os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no
pulverizador; acione o mecanismo para liberar o jato de água; direcione o
jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos; a água de lavagem deve ser transferida para o tanque do
pulverizador; inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o
fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adote os
seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem,
a mantenha invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição
vertical, durante 30 segundos. Mantenha a embalagem nessa posição,
introduza a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o
jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos; toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do
pulverizador; inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o
fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta
embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário,
deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com
piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda
esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da
embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de
fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da
embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário,
deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com
piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo
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estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários,
somente poderá ser realizada pela empresa registrante ou por empresas
legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no
meio ambiente causa a contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
14 – Informações sobre transporte
Regulamentações nacionais e internacionais
Terrestre:
AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES (ANTT). Resolução nº 5.232, de 14 de dezembro de 2016 e
suas atualizações.
Hidroviário:
INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION. International Maritime Dangerous Goods Code (IMDG Code, 2018).
Aéreo:
INTERNATIONAL AIR TRANSPORT ASSOCIATION. Dangerous Goods Regulation. 61st ed. (IATA, 2020)
Classificação para o transporte terrestre:
Número ONU: 3082
Nome apropriado para embarque: SUBSTÂNCIA QUE APRESENTA RISCO PARA O MEIO AMBIENTE, LÍQUIDA, N.E.
(hidrocarbonetos aromáticos/ oxifluorfem)
Classe ou subclasse de risco: 9
Número de risco: 90
Grupo de embalagem: III
Perigo ao meio ambiente: Sim
Classificação para o transporte hidroviário:
Número ONU: 3082
Nome apropriado para embarque: ENVIRONMENTALLY HAZARDOUS SUBSTANCE, LIQUID, N.O.S. (aromatic
hydrovarbon / oxifluorfen)
Classe ou subclasse de risco: 9
Grupo de embalagem: III
Poluente marinho: Yes
EmS: F-A, S-F
Classificação para o transporte aéreo:
Número ONU: UN 3082
Nome apropriado para embarque: Environmentally hazardous substance, liquid, n.o.s. (aromatic hydrovarbon /
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oxifluorfen)
Classe ou subclasse de risco: 9
Grupo de embalagem: III
Perigo ao meio ambiente: Yes
15 – Informações sobre regulamentações
Regulamentações específicas de segurança, saúde e meio ambiente para o produto químico
Nacionais: Lei n° 7.802, de 11 de julho de 1989. Decreto n° 4.074 de janeiro de
2002.
Portaria n° 229, de 24 de maio de 2011, da SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO
TRABALHO (SIT), que altera a Norma Regulamentadora n° 26 (NR 26).
Esta Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) foi
elaborada de acordo com NBR 14725-4:2014, da ABNT (Associação
Brasileira de Normas Técnicas).
16 – Outras informações
Informações importantes, mas não especificamente descritas nas seções anteriores
Limitações e Garantias: As informações contidas nessa ficha correspondem ao estado atual do
conhecimento técnico-científico Nacional e Internacional deste produto. As
informações são fornecidas de boa fé, apenas como orientação, cabendo ao
usuário a sua utilização de acordo com as leis e regulamentos federais,
estaduais e locais pertinentes.
Referências AMERICAN CONFERENCE OF GOVERNMENTAL INDUSTRIAL HYGIENISTS
(ACGIH). Threshold Limit Values (TLVs®) and Biological Exposure
Indices (BEIs®). Cincinnati, United States of America, 2020.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14725-1:
Produtos químicos: Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente:
Parte 1: Terminologia. Rio de Janeiro, Brasil, 2009. Versão corrigida: 2010.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14725-2:
Produtos químicos: Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente:
Parte 2: Sistema de classificação de perigo. Rio de Janeiro, Brasil, 2019.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14725-3:
Produtos químicos: Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente:
Parte 3: Rotulagem. Rio de Janeiro, Brasil, 2017.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14725-4:
Produtos químicos: Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente:
Parte 4: Ficha de informações de segurança de produtos químicos. Rio de
Janeiro, Brasil, 2014.
BRASIL. Decreto n° 4074, de 4 de janeiro de 2002. Regulamenta a Lei n°
7.802, de 11/07/1989, que dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a
produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a
comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a
exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a
classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus
componentes e afins, e dá outras providências. Diário Oficial [da] União,
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Poder Executivo, Brasília, DF, 8 jan. 2002.
BRASIL. Decreto n° 96.044, de 18 de maio de 1988. Aprova o
Regulamento para o transporte Rodoviário de Produtos Perigosos e dá
outras providências. Diário Oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília,
DF, 19 maio 1988.
BRASIL. Lei nº 10.233, de 5 de junho de 2001. Dispõe sobre a
reestruturação dos transportes aquaviário e terrestre, cria o Conselho
Nacional de Integração de Políticas de Transporte, a Agência Nacional de
Transportes Terrestres, a Agência Nacional de Transportes Aquaviários e o
Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes, e dá outras
providências. Diário Oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília, DF, 6
de junho de 2001.
BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Portaria nº 229, de 24
de maio de 2011. Altera a norma regulamentadora NR 26 - Sinalização de
Segurança. Diário Oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília, DF, 27
maio 2011.
BRASIL. Ministério dos Transportes. Resolução n° 5.232, de 14 de
dezembro de 2016. Aprova as Instruções Complementares ao Regulamento
Terrestre do transporte de Produtos Perigosos, e dá outras providências.
Diário Oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 de dezembro
de 2016.
BRASIL. Ministério dos Transportes. Resolução nº 5581, de 22 de
novembro de 2017. Altera a Resolução ANTT nº 5.232, de 2016, que
aprova as Instruções Complementares ao Regulamento Terrestre do
Transporte de Produtos Perigosos, e seu anexo. Diário Oficial [da]
União, Poder Executivo, Brasília, DF, 22 de novembro de 2017.
CONSERVATION OF CLEAN AIR AND WATER IN EUROPE (CONCAWE).
Hazard Classification and Labelling of Petroleum Substances in the
European Economic Area. Brussels, Belgium: The oil companies’
European association for Environment, Health and Safety in refining and
distribution, 2015. Disponível em:
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915/. Acesso em: 5 mar. 2021.
EUROPEAN CHEMICAL AGENCY (ECHA). Background document: to the
Opinion on the Annex XV dossier proposing restrictions on 1-
methyl-2-pyrrolidone (NMP). Helsinki, Finland, 2014. Disponível em:
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EUROPEAN CHEMICAL AGENCY (ECHA). Calcium
dodecylbenzenesulphonate. Helsinki, Finland, 2016. Disponível
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MINISTÉRIO DO TRABALHO (MTb). Norma Regulamentadora nº 15:
Atividades e operações insalubres. Diário Oficial [da] União, Poder
Executivo, Brasília, DF, 6 jul. 1978 (atualizada em 11 dez. 2019).
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https://enit.trabalho.gov.br/portal/images/Arquivos_SST/SST_NR/NR-15-
atualizada-2019.pdf. Acesso em: 5 mar. 2021.
MINISTÉRIO DO TRABALHO (MTb). Norma Regulamentadora nº 7:
Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO). Diário
Oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília, DF, 6 jul. 1978 (atualizada
em 13 mar. 2020). Disponível em:
https://enit.trabalho.gov.br/portal/images/Arquivos_SST/SST_NR/NR-07-
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mar. 2021.
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Petroleum naphtha, [Solvent]. Washington, DC, United States of
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OFFICE OF ENVIRONMENTAL HEALTH HAZARD ASSESSMENT (OEHHA).
Final prioritized candidate chemicals under consideration for
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em: 5 mar. 2021.
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(OECD). Dodecilbenzene sulfonic acid, sodium salt: 25155-30-0.
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Branch, 2005. Disponível em: http://webnet.oecd.org/hpv/ui/handler.axd?
id=5b837fb0-350c-4742-914e-5f6513df120a. Acesso em: 5 mar. 2021.
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ORGANISATION FOR ECONOMIC CO-OPERATION AND DEVELOPMENT
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Hydrocarbon Solvents Category. Berlin, Germany: United Nations
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Disponível em: http://webnet.oecd.org/hpv/ui/handler.axd?id=a0bd2c68-
c19d-4044-9095-6685d36510c6. Acesso em: 5 mar. 2021.
UNIÃO EUROPEIA. REGULAMENTO (CE) N°1282/2008 DO PARLAMENTO
EUROPEU E DO CONSELHO de 16 de dezembro de 2008 relativo à
classificação, rotulagem e embalagem de substâncias e misturas, que
altera e revoga as Directivas 67/548/CEE e 1999/45/CE, e altera o
Regulamento (CE) N° 1907/2006 (Texto relevante para efeitos do EEE).
Jornal Oficial da União Europeia. Bruxelas, União Europeia, L 353, p.
400 e p. 415, 31 dez. 2008. Disponível em: http://eur-
lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?
uri=OJ:L:2008:353:0001:1355:pt:PDF. Acesso em: 5 mar. 2021.
UNITED STATES ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY (U.S. EPA).
Action Memorandum: Inert Ingredient Tolerance Reassessments: Two
Exemptions from the Requirement of a Tolerance for Alkyl (C8-C24)
Benzenesulfonic Acid and its Ammonium, Calcium, Magnesium, Potassium,
Sodium, and Zinc Salts. Washington, D.C., United States of America, 2006.
Disponível em: https://www.epa.gov/ingredients-used-pesticide-
products/inert-reassessment-document-alkyl-c8-c24. Acesso em: 5 mar.
2021.
UNITED STATES ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY. TSCA Work
Plan Chemical Risk Assessment: N-Methylpyrrolidone: Paint Stripper
Use CASRN: 872-50-4. Washington, D.C., United states of America, 2015.
Disponível em: https://www.epa.gov/sites/production/files/2015-
11/documents/nmp_ra_3_23_15_final.pdf. Acesso em: 5 mar. 2021.
Abreviações:
ACGIH American Conference of Governmental Industrial Hygienists.
BCF Fator de bioconcentração (Bioconcentration Factor).
CAS Chemical Abstract Service.
CE50 Concentração efetiva do agente químico que causa inibição de 50% da
biomassa em relação ao controle nas condições de teste.
CL50 Concentração que resulta em morte de 50% dos animais de
experimentação em relação ao controle nas condições de teste.
DL50 Dose administrada que resulta em morte de 50% dos animais de
experimentação nas condições do teste.
EPI Equipamento de proteção individual.
GHS Globally Harmonized System of Classification and Labelling of Chemicals.
NIOSH National Institute for Occupational Safety and Health.
OSHA Occupational Safety and Health Administration.
p.c. Peso corpóreo.