0% acharam este documento útil (0 voto)
532 visualizações82 páginas

Natal Sensual

O livro apresenta uma coleção de contos eróticos ambientados no Natal, onde personagens exploram suas fantasias e desejos. Os relatos incluem encontros entre primos, namorados e tias, com descrições explícitas de suas experiências sexuais. A narrativa enfatiza a imaginação do leitor para criar uma atmosfera sensual, apesar da ausência de imagens gráficas.

Enviado por

Eduardo Assis
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
532 visualizações82 páginas

Natal Sensual

O livro apresenta uma coleção de contos eróticos ambientados no Natal, onde personagens exploram suas fantasias e desejos. Os relatos incluem encontros entre primos, namorados e tias, com descrições explícitas de suas experiências sexuais. A narrativa enfatiza a imaginação do leitor para criar uma atmosfera sensual, apesar da ausência de imagens gráficas.

Enviado por

Eduardo Assis
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Introdução

Neste livro, com exceção da capa, você não irá encontrar imagens eróticas.

Sua imaginação é o que vai fazer com que as palavras despertem seus sentidos e possa imaginar os
locais, as pessoas e as emoções que elas sentiram.

Curta o prazer. Boa leitura.

Conde D´Amour
Índice

Natal com Meu Primo


Rapidinha de Natal
Natal Romântico com minha Tia
Meu presente de Natal
Festa de Natal
Meu Peru de Natal
Super presente de Natal da Cunhada
Um presente para meu Sobrinho
Natal Sensual
Dei meu precioso no Natal
Natal com um amigo do Marido
Presente Especial
Presente de Natal antecipado
Papai Noel Safado
Primo da minha Mãe
Natal com meu Cunhado
Minha Prima Amandinha
Eu odiava a Natal
Natal com Meu Primo
Meu nome é Clara e tenho 18 anos. Todos os anos eu e minha mãe vamos para
a casa da minha tia, na outra cidade, para passar as festas do Natal e de fim de
ano e esse ano não foi diferente.

Como eu acabei de fazer 18 anos, na minha cabeça eu estava pronta para beber
e ia me esforçar para parecer mais adulta e ser reconhecida como tal pela familia.
Sempre fui tratada como uma bonequinha e isso sempre me incomodou.

Bem, chegando lá logo encontrei meu primo, Lucas.

Fazia dois anos que eu não via ele nas festas de fim de ano, já que ele sempre ia
para casa da namorada. Mas parece que esse ano, pelo que as velhas
fofoqueiras de plantão estavam comentando, ele tinha brigado com a namorada e
resolveu ficar em casa mesmo.

Minha mãe, minha tia e as amigas ficaram horas conversando, ninguém sequer
me ofereceu bebida, nada, ninguém notou que agora eu sou uma adulta
responsável e super madura.

Tudo aquilo estava tudo um tédio, e decidi largar elas lá na sala e subi as
escadas. Fui para o banheiro no andar de cima, e ao passar pelo corredor lá vi
meu primo jogando videogame no quarto dele.

Ele não tirava o olho do monitor. Olhei para ele e lembrei de como brincávamos
quando éramos crianças. Ele sempre foi muito gente boa, mas o que eu mais
notei era o quanto ele estava gostoso agora.

Mesmo de costas, pude ver que ele estava alto, magro e com um ombros e
músculos encorpados.

Acabei me distraindo com a visão do meu primo gostosão e bati numa mesa que
tinha no corredor. Ele ouviu a barulheira e olhou para trás. Ele me viu, pausou o
jogo e veio me cumprimentar.

Conversamos um pouco sobre os Natais passados, e ele me levou para um


quarto que era o quarto onde passávamos horas brincando com os brinquedos
dele e a mesinha onde brincávamos de escolinha.

Eu lembrando tudo fiquei fascinada, saudades daquele tempo...

Ele olhava muito para mim, e percebi que ele ficava se aproximando, cada vez
mais. Logo a conversa sobre a infância mudou para "está namorando?" e a
conversa foi fluindo assim.
Ele foi chegando mais e mais perto e eu já meio sem graça, sem saber o que
fazer dei um abraço nele. Fiquei toda sem jeito, não sabia se ele queria me beijar
e sem ação dei um abraço amigável, e ele acho que gostou já que eu sentia seu
pau ficando duro enquanto estávamos nos abraçando, e ele ia passando a mão
nas minhas costas e apertou a minha bunda.

Não pensei na hora que seria desrespeitoso, por mais que eu sempre fosse
certinha, eu estava gostando daquilo, e sentia minha calcinha ficando cada vez
mais molhada e o pau dele cada vez mais duro.

Então ele olha para mim com cara de safado e fala:

- Senti muito sua falta - e então nos beijamos.

Aquilo estava tão quente e eu estava tão excitada que abaixei de leve a minha
mão e peguei no pau dele, por dentro da calça mesmo. Estava tão duro e eu não
sabia que era tão grosso, ele chegou bem perto do meu ouvido e sussurrou
dizendo:

- Você é uma safada...

Ele me sentou na mesinha onde brincávamos de escolinha, abriu minhas pernas


e acariciou minha bucetinha, aquilo me fazia tremer de tesão e eu queria era logo
dizer para ele me foder até não aguentar mais, mas eu estava gostando tanto
dele com a mão na minha buceta.

Ele chegou minha calcinha para o lado e colocou um dedo, ele viu o quão
molhada eu estava e então disse que não imaginava que eu fosse tão safada
assim, ele abaixou e colocou a boca na minha buceta, ele começou com beijinhos
e logo passou a língua.

Eu tremia muito com aquilo, minha buceta pulsava e eu estava quase suando de
tão quente. Ele me chupou por um tempinho e então levantou, me virou, me
colocou de quatro na mesa, subiu meu vestido, abriu o zíper da calça dele e ficou
passando aquela piroca grossa na minha buceta toda molhada.

Ele passava desde o comecinho e ia até meu cuzinho. Ele me disse:

- Não aguento mais de tesão! Preciso te foder logo.

Eu que sempre fui uma santinha nem pensei quando disse para ele me foder com
força até ele gozar e deixar minha bucetinha cheia de porra.

Ele ouviu aquilo e na hora colocou o pau na minha buceta, ele começou devagar,
já que eu não era nada experiente e o máximo que fazia era me masturbar mas
mesmo assim nunca fui muito de fazer isso, achava errado.
Pouco tempo depois ele já estava colocando o pau todinho na minha buceta,
minha vontade era de gemer e gritar, mas como alguém poderia ouvir ele tampou
minha boca e me mandava calar a boca.

Se alguém ouviu alguma coisa foi no máximo o som dos tapas que ele me dava
na bunda, e quanto mais forte mais excitada eu ficava, eu estava molhada
demais, nunca tinha ficado daquele jeito.

Ele estava quase gozando, disse que queria gozar no meu cuzinho e eu mesmo
nunca tendo feito nada disso aceitei na hora, ele se masturbou um pouco,
colocou a cabecinha no meu cu e deixou ele todo cheio de porra.

Eu precisava de um tempo para me recuperar pois minhas pernas estavam


completamente bambas e ele suando e com a respiração ofegante.

Escutamos a minha tia, mãe dele, se aproximando, e mesmo com uma


musiquinha rolando na sala, escutamos ela chegando. Ela estava prestes a abrir
a porta, levantei meu vestido correndo e me afastei da mesa.

Ela abriu a porta e disse que estava quase na hora da ceia. Fomos
acompanhando-a até a sala, ele me olhava dando um sorriso safado e eu sentia a
porra escorrendo nas minhas pernas.

Aquela foi a primeira de muitas vezes que nós fizemos sexo.


Rapidinha de Natal
Um dia, antes da véspera do Natal, fomos eu, meu namorado Gustavo e minha
família passar as festas de Natal e ano novo na casa de praia dos meus pais.

Ficou combinado que as mulheres dormiriam em um quarto e os homens no


outro. Mas, lógico que isso não impediria nada, e pelo contrário, só fez nos deixar
mais atiçados ainda.

Logo na primeira noite que chegamos todo mundo foi dormir cedo. Como eu não
estava com sono nem o Gustavo, ficamos na sala deitados no chão vendo TV.

A casa estava em um silêncio e no filme que a gente estava assistindo começou


a passar umas cenas de sexo bem pesadas.

Tinha um homem bonito metendo em uma mulher que estava apoiada em uma
mesa de escritório e nesse instante eu comecei a esfregar minha bunda de leve
no pau do meu namorado e ele me apertou mais. Me virei para ele e ele me
puxou para um beijo e apertou minha bunda.

Eu passei a mão no calção dele, bem em cima do seu pau duro, e ele deu uma
mordidinha no meu lábio.

Em seguida eu peguei a mão dele e apertei em cima da minha buceta e quando


ele já estava pronto para abrir meu short, a gente escutou um barulho vindo da
cozinha.

Paramos imediatamente, eu ajeitei minha blusa que estava levantada, deixando


meus peitos à mostra e nos sentamos. Minha mãe apareceu e disse que já
estava muito tarde e que no dia seguinte teríamos um dia cheio.

Ela então foi na televisão e apertou o botão de desligar.

A gente se levantou, o Gustavo foi para o quarto e eu esperei minha mãe beber
água e fui junto com ela para o quarto. O jeito foi tocar uma siririca debaixo do
lençol.

No dia seguinte, já era véspera do Natal e eu passei a maior parte do dia


ajudando na cozinha e na casa e só fui parar no fim da tarde, nem falei direito
com o Guga.

À noite eu vesti um vestido preto que era relativamente curto, bem justinho no
corpo, um salto alto e deixei os cabelos soltos.

Eu estava pronta para matar. Já passava das 3:00hs da manhã e o povo ainda
estava animado, bebendo, conversando e o som alto.
Eu já tinha bebido umas taças de vinho e estava um pouco animadinha e louca
para ser comida e como no andar de cima não tinha ninguém, era uma ótima
oportunidade para uma trepadinha rápida. Antes de ir para lá, passei no banheiro
e tirei a minha calcinha.

Puxei o Guga para dançar comigo e comecei a sussurrar umas safadezas no


ouvido dele

– Amor, minha bucetinha sentiu saudades do seu pau ontem! – falei com a voz
cheia de tesão.

– Sentiu, foi? – ele respondeu me deixando muito excitada.

– Queria que você tivesse me fodido bem forte ontem até eu gozar!

– Podemos resolver isso agora! – ele falou, me pegou pela mão e fomos subindo
pelas escadas e, nos beijando, entramos na primeira porta que vimos que era a
do banheiro.

Ele já foi me encostando na porta e meteu a mão na minha buceta.

– Você é muito safadinha! – ele falou no meu ouvido quando percebeu que eu
estava sem calcinha. Ele estava com um dedo na minha buceta e alisando meu
grelo.

Ele beijava meu pescoço enquanto eu gemia na sua orelha e dizia:

- Me come. Me come gostoso e forte.

- Vem priminha. Goza comigo.

Meu deus! Eu estava quase gozando quando ele me virou, fazendo com que eu
ficasse com as duas mãos apoiadas na porta e um pouco inclinada. Soltei um
gemido bem gostoso quando ouvi o som do zíper da calça dele se abrindo e ele
levantou um pouco mais o meu vestido.

– Ahhhhhhh!!! Fode sua putinha bem gostoso!! Fode!! – falei quando ele puxou
meus cabelos e enfiou todo o pau na minha buceta, me fazendo soltar um gemido
um pouco alto.

Ele socava forte todo o pau na minha buceta, segurando meus cabelos e vez ou
outra, dando uns tapas fortes na minha bunda.

Aquilo foi me deixando louca de prazer e eu só queria que ele não parasse o que
estava fazendo.
A cada enfiada daquela pica gostosa, eu me encostava mais na porta e sentia o
seu corpo todo se encostando em mim.

Ele dava mordidas no meu pescoço, passou o braço para a frente do meu corpo e
colocou um dedo no meu grelo, começando a esfregá-lo rápido e forte.

Gozei primeiro e depois de mais umas duas estocadas, ele retirou seu pau da
minha buceta e eu engoli toda a sua porra, deixando o pau dele limpinho, já que
ele estava sem camisinha.

Nos ajeitamos e voltamos para a festa. Como não demoramos muito e a maioria
já estava bêbada, não deram nossa falta.
Natal Romântico com minha Tia
Eu tenho pena da minha tia. Casada com um homem que pouco valor dá à
mulher que tem. Morena de estatura média, de olhos e cabelos castanhos, seios
pequenos, e um belo bumbum avantajado.

Assim como no Carnaval meu tio abandonou a esposa gostosa em casa e viajou
para a cidade de seus parentes. Mas foi o tempo em que minha tia aguardava
fielmente meu tio voltar de viagem.

Hoje quando ele diz a ela que vai viajar ela nem responde para evitar discussões,
mas quando se vê a sós dentro de casa convida seu amante para enfeitar a
cabeça do marido com belos chifres.

O amante da minha tia sonha com ela e se masturba pensando nela desde a
adolescência e já teve o prazer de fodê-la uma vez, no Carnaval de 2006. O
amante dela sou eu, bem mais novo que ela, mas capaz de saciá-la muito bem.

No Carnaval, última vez que meu tio viajou a minha tia Helena me convidou para
ir com ela à um baile de Carnaval. Lá dentro ficamos sabendo que era um baile
de putaria e o clima nos fez trepar pela primeira vez, para delírio meu, que a
cobiço desde a adolescência.

Desde então voltamos a nos tratar como antigamente, ou seja, como tia e
sobrinho, mas no Natal de 2006 meu tio tornou a deixá-la sozinha em casa e
viajou para a casa de seus parentes.

Sorte minha, pois quando ele acabou de pôr o pé na rua ela me ligou e me
convidou para passar o Natal com ela em sua casa. Aceitei o convite na hora e no
dia 24, véspera de Natal lá estava eu em sua casa.

Quando eu bati em sua porta ela me atendeu com uma roupa muito bonita. Ela
usava uma sandália plataforma na cor creme, vestia uma calça larga
semitransparente de cor creme e uma blusinha da mesma cor e mesmo tecido.

Sem sutiã por baixo era possível notar a beleza de seus seios, principalmente
seus biquinhos durinhos por natureza.

Quando abriu a porta ela me deu um beijo no rosto e pediu que à partir de então
eu esquecesse que era sobrinho dela e a tratasse como uma namoradinha.

Ao entrarmos em sua casa ela me levou até o sofá. Nos sentamos lado a lado de
mãos dadas e ela começou a desabafar. Disse que meu tio não dava valor a ela e
que a partir de então não seria mais boba.
Havíamos combinado que toda vez que ele fosse viajar e a deixasse só ela iria
me convidar para passar o dia com ela. Depois do desabafo, ela preferiu
esquecer do marido e pediu que nós dois aproveitássemos ao máximo aqueles
momentos à sós.

Foi o que fizemos, ficando o tempo todo trocando beijos e carícias. Já anoitecia e
ela lembrou de colocar o peru para assar, afinal era noite de Natal e aquela seria
a nossa ceia.

Fiquei esperando na sala e quando ela voltou da cozinha tinha uma garrafa de
champagne na mão e dois copos de cristal. Abrimos, brindamos e entre um gole
e outro, mais carícias e beijos.

Quando nos demos conta já tínhamos acabado com a garrafa e estávamos mais
soltos. Meu pênis estava em ponto de bala e ela, pelos biquinhos de seus seios
que estavam quase furando a blusa, também devia estar subindo pelas paredes.

Percebendo que o clima estava esquentando rápido demais minha tia Helena se
levantou e achou melhor que esfriássemos um pouco, pois só treparíamos depois
da ceia de Natal.

Fomos juntos até a cozinha ver se o peru estava pronto e quando ela agachou
para abrir o forno e a peguei por trás e encoxei seu enorme bumbum.

Nossa primeira e última foda havia sido no Carnaval, há quase dez meses, e eu
já não aguentava mais esperar pela nova trepada com titia.

Para nosso desespero o peru ainda não estava pronto e voltamos para a sala
onde nos sentamos a uma certa distância um do outro para que nada ocorresse
antes da hora.

Nesse momento eu quase enlouqueci ao ver minha tia sentada de pernas


cruzadas e valorizando ao máximo suas coxas grossas. Eu já estava babando
quando ela se levantou e foi até a cozinha.

Hipnotizado por seu rebolado eu fui atrás. Quando ela abriu o forno, para nosso
alívio o peru estava pronto. Montamos a mesa e sentamos lado a lado.

Quando começamos a comer eu peguei uma coxa de peru e ela perguntou:

- O que você estava achando da coxa?

Respondi a ela, olhando para suas pernas:

- Estou achando as coxas muito gostosas.

E sorrindo ela disse que estava falando da coxa do peru.


Eu também sorri e disse que:

- As do peru também estavam boas, mas as dela estavam impecáveis.

Ela me deu um sorriso malicioso e aproveitei a deixa e disse:

- Eu quero comer também o rabinho.

E ela respondeu:

- De jeito nenhum, o meu rabinho não dou para ninguém.

Perguntei a ela se eu pedisse com jeitinho a resposta não poderia ser outra e ela
disse:

- Nem pensar, pois o meu rabinho é muito apertado e dói.

- O rabinho que eu quero é o do Peru. – eu disse

Demos juntos uma risada gostosa. E nesse momento, através de uma simples
brincadeira eu percebi que seria praticamente impossível comer a bundinha dela,
pois ela não estava nem um pouco disposta a liberar o traseiro.

Continuamos o jantar, mas eu estava a fim mesmo é da sobremesa deliciosa que


era ela.

Terminada a ceia fomos para a cozinha lavar a louça e trabalhando juntos


rapidamente terminamos o serviço. Olhamos um para ou outro e pegando-a no
colo ela me disse:

- Agora sim é era hora de comemorar.

Levei ela no colo até o quarto e deitei-a suavemente na cama.

Me despi rapidamente e ela na cama só observava meu corpo dos pés à cabeça.
Completamente nu eu pulei sobre ela e comecei a beijá-la.

Nos intervalos entre um beijo e outro uma peça de roupa por vez era retirada de
seu corpo. Levei quase quinze minutos para despi-la por completo e as
preliminares do tão aguardado momento encharcaram sua buceta.

Ela estava molhadinha e faminta por rola e eu não pude me conter quando ela
pediu com uma voz sedutora:

- Mete logo, não aguento mais esperar.


Meu pau estava tão duro que até latejava e com extrema satisfação tratei de
atender seu pedido. Com ela deitada começamos com um papai e mamãe e
penetrando sua vagina com vontade, comecei o entra e sai.

Foram longos minutos, prolongados ao máximo até que em meio aos seus
gemidos gozamos juntos. Eu não parava de ejacular e a sensação que ela sentia
de ter sua buceta inundada levou-a ao seu segundo orgasmo.

Depois daquela foda, retirei meu pau de sua buceta e deitados lado à lado
relaxamos. Não durou muito tempo, pois em pouco tempo ela já estava em cima
de mim pedindo mais.

Nessa mesma posição, com ela sentada em meu instrumento fodemos


novamente. Ela tratou de usar as mãos para que meu pau penetrasse sua vagina
novamente e depois de tudo encaixado ela assumiu o controle e cavalgou até
gozarmos novamente.

Desta vez o descanso seria prolongado devido ao nosso estado. Respirávamos


de maneira ofegante abatidos por uma trepada implacável. Ao nos recompormos
pedi que ela ficasse de quatro e ela me atendeu prontamente.

Atrás dela a visão daquela enorme bunda maravilhosa me excitava a ponto de eu


não aguentar e dar uma forte palmada na sua nádega direita.

Ela se surpreendeu e gritou de dor, mas disse ter gostado e pediu mais. Distribui
palmadas em sua bunda até que suas nádegas carnudas ficassem vermelhas.

Com ajuda das duas mãos, eu afastei suas nádegas volumosas na região do
ânus e diante de um anelzinho tão apertado eu tratei de lambê-lo até deixá-lo
molhadinho.

Quando eu me preparava para introduzir meu pênis naquele buraquinho apertado


ela percebeu minha intenção e quando a cabeça do meu pau já roçava em seu
cuzinho ela disse:

- Não, ai não. Ai eu não gosto e não deixo. Come minha buceta. Fode ela
gostoso, com força.

Percebi que ela havia ficado irritada com minha ousadia e com medo de quebrar
o clima resolvi não insistir. Ao invés do cuzinho penetrei sua vagina e diante de
sua aprovação dela tratei de meter com raiva, pensando em como seria gostoso
se estivesse com meu pau dentro do cuzinho dela.

Foi a foda mais selvagem e a última do dia. Depois disso relaxamos lado a lado,
trocamos alguns beijinhos e fomos tomar banho.
No banheiro, antes de ligarmos o chuveiro ela começou a me masturbar e deixar
meu pênis ereto mais uma vez. Meu pênis foi recuperando a firmeza e ela
segurava com gosto e olhava para mim com cara de safada.

Com ele duro, ela começou a chupá-lo e quando eu estava prestes a gozar, ela
tirou da boca e o colocou de frente para sua cara.

De olhos fechados aguardou o momento em que os jatos de esperma espirraram


em sua face lambuzando-a toda. Ao final levou meu pênis de volta a sua boca a
fim de aproveitar as últimas gotas de esperma.

Quando ela terminou eu perguntei:

- Você está querendo acabar comigo?

Com a cara ainda toda lambuzada, ela disse:

- Ter você era uma fantasia que eu tinha, mas nunca tive coragem de realizar.

Abracei ela e lavamos um ao outro. Após nos secarmos voltamos para a cama
completamente nus, desta vez para dormir.

Quando acordamos eu estava com vontade de trepar de novo, mas não seria
possível, pois meu tio chegaria à noite e depois de alguns dias sem ver minha tia
ele iria querer com certeza transar com ela.

E ela não poderia negar fogo para que ele não ficasse desconfiado. Ainda
ficamos até à tarde, pois meu tio só viria à noite.

Almoçamos juntos, trocamos mais carícias e no meio da tarde fui embora quando
cheguei em casa estava exausto.

Foder minha tia Helena exigia muito fôlego e quando eu já me preparava para
esquecê-la por um bom tempo o telefone toca. Do outro lado do telefone estava
ela, minha tia Helena.

Ela falava em voz baixa e havia ligado para me avisar que o marido dela havia
chegado e que voltaria para passar a virada de Ano com a família dele e desde já
eu estava convidado.

Me animei e antes que eu pudesse confirmar minha presença ela disse que
dessa vez iria tentar o anal comigo.

Disse que estaria com ela quando ela quisesse e bastante alegre ela teve que
desligar o telefone, pois seu marido havia acordado.
Meu presente de Natal
Meu nome é Ana. Tenho 29 anos, e este Natal tive o melhor presente que foi
fazer sexo com o meu primo de 25 anos.

Na noite de Natal, depois do jantar e troca de presentes, eu e os meus pais


ficámos na casa dos meus tios e primos. O meu outro primo tinha a namorada e
ficaram num quarto, os meus pais dormiram no sofá-cama na sala.

Eu tinha trazido o saco cama para dormir, porque não havia quarto para mim,
mas a noite foi de tempestade e os meus pais e tios disseram por que não dormia
no quarto com o meu primo, a cama dava para dois e assim foi.

Fomos dormir por volta de 3 h da manhã. O meu primo deitou-se primeiro na


cama enquanto eu fui vestir o pijama. Quando voltei, ele já dormia, levantei o
lençol e vi que ele estava completamente nú da cintura para abaixo. Fiquei meio
sem saber o que fazer, mas acabei deitando e dormi, de tão cansada que estava.

Por volta das quatro horas da manhã, tive sede e fui à cozinha beber um copo de
água. Aproveitei e fui ao banheiro, despi o pijama e vesti um robe que tinha
levado, saio da casa de banho e ouço gemidos vejo que os meus pais estão
fazendo sexo na sala.

No quarto onde estava o meu primo e a namorada também ouviam-se barulhos


estranhos, vou para o quarto e fecho a porta mas não tranco porque podiam
estranhar a porta estar trancada, tiro o robe e deito-me completamente nua na
cama, olho para o pénis do meu primo e digo:

- Esta noite vai ser fantástica primo.

Começo a beijar o meu primo e ele acorda meio ensonado e diz:

- O que você está fazendo?

Eu disse:

- Não faz barulho e vamos ter uma noite inesquecível.

Ele vê que estou completamente nua e fica logo com tesão, começamos a beijar,
vou para debaixo do lençol e começo a chupar o pénis do meu primo. Vejo que
ele começa a ficar excitado e completamente doido e eu continuei a chupar bem
gostoso.

Depois foi a vez dele começar a percorrer o meu corpo chupando os meus
mamilos e trincando ele sabia deixar-me loucamente fora de mim, ele chegou à
minha vagina disse que húmida que está e fez um belo minete a mim.
Eu disse primo não aguento mais quero o teu pénis dentro da minha vagina, ele
mostrou-se reticente mas eu disse mete já senão amanhã digo a todos que
querias foder-me ele nem hesitou meteu todo de uma só vez que eu até gemi de
prazer.

Eu dizia:

- Mete mais forte!

E cada vez mais sentia o pénis dele dentro de mim e enlouquecia de tanto prazer,
mas não podia gemer de prazer porque podiam ouvir. Até que gozámos os dois
juntos, nunca gozei tanto em toda a minha vida e adormecemos abraçados um ao
outro.

Mas, passada cerca de uma hora, eu estava dormindo, o meu primo já tinha o
pénis dele duro novamente. De repente senti que ele estava pondo lubrificante no
meu ânus.

Como o lubrificante estava frio acordei, mas continuei fingindo que dormia, estava
prestes a fazer sexo anal que nunca tinha experimentado antes.

Como eu estava dormindo de lado, senti as mãos dele abrindo o meu cuzinho
para que ele conseguisse penetrar com o seu pénis.

Quando ele conseguiu, eu gritei e gemi tão alto que os meus pais e os meus tios
vieram ver o que estava a passar-se, abriram a porta e estava eu e o meu primo
sentados e bem tapados, eu estava suada mas disse que tinha sido um pesadelo
por isso tinha gritado e eles fecharam a porta do quarto e foram dormir.

Disse para o meu primo que era perigoso fazer sexo anal porque eu nunca tinha
feito.

- Vamos tentar com jeitinho. Só se controla para não gritar, senão acordamos a
casa toda. - ele disse enquanto voltava a penetrar o pénis no meu ânus.

Eu tento controlar o gemido e disse a ele:

- Faz mais rápido, priminho, que agora já dói menos.

Ele fez eu gemia de tanto prazer, nunca tinha feito anal e a sensação era demais,
e eu disse que:

- Goza dentro do meu cuzinho...

As minhas pernas tremiam com a velocidade que ele penetrava no meu ânus até
que gozámos novamente juntos.
Deixei ele se recuperar, mas eu queria mais, queria novamente na vagina, pulei
para cima do pénis e cavalguei em cima dele, ele só dizia:

- Eu nunca fodi desta maneira.

E eu disse:

- Avisa quando for gozar, que quero na minha boca toda o seu leitinho.

Cavalguei com toda a força já não me importava que alguém ouvisse eu queria
ter o último orgasmo com ele naquela noite e quando ele disse que ia gozar
comecei a chupar o pénis dele até que ele teve um orgasmo e engoli toda a
esporra dele sem deixar cair uma gota.

Eu disse ao meu primo:

- Você foi o meu melhor presente de Natal, obrigada primo.

Adormecemos e de manhã quando acordámos fizemos que nada tinha


acontecido, mas eu estava toda doída no meu rabinho.

Apesar do meu primo, ter um pénis com cerca de 12 cm, mas trabalhou muito
bem, não sei qual a razão, mesmo com pénis pequeno com 12 cms já tive
relações sexuais com o meu ex-namorado que tinha um pénis bem maior e nunca
atingia o orgasmo.

Alguém sabe qual é o motivo?


Festa de Natal
Época de Natal é um momento de alegria, brincadeira e confraternizações na
maioria das empresas e na que minha esposa Emily trabalha não é diferente. Dia
21 de Dezembro aconteceu a dita festa de final de ano.

Minha esposa é uma loirinha de 1,75 m de altura muito bem distribuídos em seus
38 anos de idade e um casal de filhos, Mileny de 17 (linda como a mãe) e Artur
de 16 anos (baixinho e entroncado igual a mim).

Bem vamos aos fatos: Durante o ano, por várias vezes minha esposa
conversando comigo contava algumas peripécias e gracinhas do Gustavo, um
colega de trabalho, aquele tipo de cara brincalhão de bem com a vida e sem
compromisso com ninguém.

Ela me disse que ele era alto, com um corpo bem trabalhado, moreno e que
segundo uma colega da empresa que eu conhecia e que já havia saído com ele,
relatou que ele tem um pau de cavalo, me falou isso num bate papo de barzinho
quando em uma oportunidade saímos todos juntos para uma noitada.

Justamente nesta noite de confraternização também tinha um compromisso e não


poderia acompanhar minha esposa, então me falou que iria de táxi e voltaria de
carona com alguém do trabalho, falei para ela que tudo bem, ela foi se arrumar e
quando estava pronta veio se mostrar para mim.

Falei que estava divina, com um vestido colado no seu corpo escultural,
maquiagem suave e os cabelos muito bem arrumados, quando fui dar um abraço
de despedida notei que ela estava sem calcinha e sutiã, e perguntei o porquê.

Ela disse que com aquele tipo de roupa não se usa para não marcar, como ela
estava linda não quis estragar o clima, nos beijamos e logo saiu.

Arrumei-me e sai também, por volta das dez horas já estava em casa de volta,
meus filhos também haviam saído e comecei a vagar nos pensamentos e me veio
a possibilidade de minha mulher aprontar naquela noite.

Ela estava muito agitada, mas, fiquei assistindo filme na TV e entre os filmes
passei a ver os de sexo, por volta de uma hora da manhã chegaram os filhotes,
que passaram por mim, deram boa noite, um beijo e foram direto para seus
quartos dormir.

O silencio voltou e meus pensamentos sobre a noitada de minha esposa foram se


aprofundando, já eram quase duas da manhã quando toca o celular.

Era minha esposa dizendo que a confraternização havia terminado que a galera
ia dar uma esticada e perguntou se podia ir junto, indaguei quem iria, disse que
uma colega (Lívia), Gustavo e Aloísio (Um moreno de quase dois metros que é
segurança da empresa), então falei:

- Meu amor você não acha que já está muito tarde?

Ela falou que não iam demorar e que estava morrendo de vontade de sair da
rotina, então disse que tudo bem, falei isso, mas, minha cabeça foi a mil por hora,
comecei a imaginar mil situações, ao mesmo tempo que passava ciúme, também
sentia um tesão louco de imaginar minha mulher junto com aqueles amigos de
trabalho.

Na verdade, fiquei muito excitado e imaginando como seria minha mulher tão
séria e recatada numa noitada sem eu estar por perto, meu pau mede uns 15 cm
X 3,5 cm, sei que é pequeno para os padrões masculinos brasileiros, porém,
trabalha bem, os pensamentos pecaminosos não saiam da minha cabeça.

Dei uma cochilada no sofá e acordei com o barulho de um carro parando na


frente de casa, levantei e olhei pelo vidro e vi que era o carro do Gustavo, eles
pararam e não saíram, ficaram dentro por meia hora mais ou menos, vi até um
flash de fotografia e eu sem saber o que fazer e o que estava acontecendo.

Quando percebi que abriram a porta do carro resolvi correr para o sofá e fingir
que estava dormindo, ouvi o barulho no portão e depois na fechadura da porta da
sala, ela entrou tentando não fazer nenhum barulho, quando ia subindo a escada,
falei como se estivesse acordando naquele momento:

- Oi amor, você já chegou? - Ela tomou um susto, mas, não perdeu a linha,
respondendo:

- Já amor, por que não foi dormir no quarto?

- Preferi te esperar para saber como foi a noite.

- Foi uma maravilha, a festa da empresa foi legal, todos perguntaram por você e
depois fomos para um barzinho jogar conversa fora.

- Ah está vem aqui para te dar um beijo.

Ela veio desconfiada dizendo que estava morrendo de sono, quando chegou
perto, senti um misto de cheiro de cerveja com sexo, aquilo me deu um tesão
alucinante, comecei a beijá-la e a cheirar todo o seu corpo.

Quando passei a mão entre suas pernas, estava toda melada, não pensei duas
vezes pedi para ela sentar no sofá e me agachei no meio metendo a boca.

No começo ela tentou evitar, mas, logo relaxou e começou a curtir, sua buceta
estava uma delícia, sabia que o cheiro e o gosto haviam mudado e sabia que ali
tinha entrado um pau e uma gozada, sentia o gosto de gala e conheço, pois, já
provei a minha.

Que loucura estava alucinado com aquilo, ela não falava nada apenas curtia
minha tara, parei por um momento e disse para ela que estava uma delícia, ela
me olhou e disse que se gostei iria fazer mais vezes, ai, me fiz de besta e
perguntei:

- Fazer o que?

Ela riu e perguntou se queria saber mesmo, disse que sim, e queria saber de
todos os detalhes sem me esconder nenhum, ela deu uma gargalhada e me disse
que eu era um maluquinho delicioso, e começou a contar tudo.

Amor, quando estava me arrumando na verdade estava pensando no Gustavo,


ontem quando terminou o expediente ele na brincadeira disse que me queria
linda, este vestido e toda a produção que estou usando coloquei de propósito
para chamar a atenção dele, há muito tempo que tenho e curiosidade por ele,
para saber se é tão gostoso como as minhas amigas diziam, e é, não imagina
como ele é gostoso...

Quando estávamos na festa chegou perto de mim e disse que de hoje eu não
escapava, que tinha tesão por mim há muito tempo e que faria qualquer loucura
para ficar comigo hoje e isso me deixou louca de tesão também, saímos juntos
com a Lívia e o Aloísio para não dar bandeira, só que no caminho eles
perceberam as nossas intenções e disseram que iam juntos também.

- Quando te liguei, já estava na porta do motel e falei que não podia entrar sem
antes saber se estava tudo bem, deixamos os dois em outro apartamento e fomos
para o nosso, no começo te confesso que fiquei envergonhada, sabe que até
então você tinha sido meu único homem, mas, estava desejando muito conhecer
outro.

- Entramos, ele com muito carinho veio e me beijou, abraçou e começou a alisar
meu corpo, um tesão imenso tomou conta de mim, só pensava em prazer, fui
tirando a roupa e deixando ele ver por inteira, ele me elogiou e disse que era toda
maravilhosa, baixei a mão e toquei pela primeira vez em seu pau por cima da
calça.

- Te confesso que me deu medo, abri sua braguilha e coloquei para fora ainda
mole, amor, o pau dele mole é mais comprido e grosso que o teu duro, nunca
imaginei que pudesse pegar em um assim, comecei a bater uma punhetinha de
leve, aquilo foi crescendo na minha mão e ficou imenso, imagino que com mais
de 25 cm de comprimento e uns 6 cm ou 7 cm de grossura, um monstro delicioso,
pois, é muito macio, liso, com a cabeça roxa, poucas veias uma cabeça enorme e
duro, muito duro.
- Ajoelhei e fui lambendo a cabeça e tentando colocar na boca o máximo
possível, consegui um pouco mais que a cabeça, ele segurou no meu cabelo e foi
enfiando com todo o carinho, sem forçar, esperou me acostumar.

- Falei para ele que o único pau que tinha conhecido era pequeno e que tinha
medo de me machucar, ela entendeu e foi carinhoso, já estava toda encharcada,
minha bucetinha não via a hora de ser penetrada.

- Ele lentamente tirou o pau da minha boca e me levou para cama, veio por cima
de mim e começou um banho de língua que me levou a loucura, tirou meus
sapatos e iniciou lambendo meus pés, veio pelo meio das minha pernas e parou
na minha xaninha, abriu com os dedos cada lado e passava a língua no
pinguelinho que nunca ficou tão duro como naquele momento, lambia e enfiava a
língua, já estava para gozar quando ele parou me virou de costas e reiniciou dos
pés até minha bunda.

- Mordia carinhosamente e lambia em seguida, afastou as nádegas e meteu a


língua no meu cuzinho, ai que delícia meu amor, fui a loucura, me virou de novo e
montou na minha barriga e pediu para eu chupar o pau dele, amor, ele estava
abaixo dos meus seios e ainda assim consegui chupar a cabeça do pau, só para
você ter uma ideia do tamanho, ficamos assim até eu perceber que estava para
gozar, pedi para ele parar, pois, queria mesmo era sentir aquela tora dentro de
mim.

- Ele foi descendo e se posicionando até encaixar a cabeça na entrada da minha


bucetinha, começou a forçar, mesmo excitada como estava, não foi fácil, parecia
que estava me rasgando, foi colocando de vagar, até que entrou tudo, começou a
bombar.

- Fui a loucura, por minha xaninha ser muito apertadinha ele não resistiu e
começou a gozar feito louco e eu quando senti que também estava chegando no
auge, cravei as unhas em sua costa e puxei ao máximo para dentro de mim.

Foi alucinante meu amor sentir aquela gala quentinha dentro de mim e depois
escorrendo nas minhas pernas, passei o dedo e provei um pouquinho, é o mesmo
sabor da tua, só que bem mais grossa, amor; você está batendo uma punhetinha,
está gostando do que está ouvindo, posso continuar?

- Claro amor, estou doido de tesão, não imagina como estou adorando ouvir tudo
isso, continua, quero saber mais; tudo bem, mas, dá mais uma chupadinha na
minha bucetinha que já me melei de novo; amor, quando chegou, estava com
porra na buceta?

- Calma, já vou te contar. Quando terminamos da primeira trepada, me levantei, ai


foi que senti o estrago que tinha feito, estava muito ardida, mas, estava realizada,
consegui meter um pau gigante como sempre sonhei.
Tomamos um bom banho demorado e relaxante e voltamos para a cama e
ficamos nos acariciando, ele começou a passar a mão no meu rabinho e eu fiquei
com vontade de experimentar como seria, será que aguentaria? Quando já
estava entrando no clima de novo a Lívia me liga dizendo que já estava tarde e
que tinha que ir embora.

Ai quebrou o clima, nos arrumamos, mas, não sem antes dar mais uma bela
chupada naquele pau maravilhoso, entramos no carro e viemos, no caminho
quando olho para traz vejo minha amiga pagando o maior boquete no Aloísio,
meu amor ele tem um pau do mesmo tamanho do Gustavo só que negro, te
confesso que fiquei com água na boca de dar uma chupada naquela tora, quando
chegamos aqui na frente de casa Lívia percebeu que fiquei com água na boca e
perguntou se também queria dar uma chupadinha.

Falei que só se fosse rapidinho, pulei para o banco de traz do carro e comecei a
chupar deliciosamente aquele outro pau gigante, Gustavo não resistindo baixou o
banco dele e meteu na minha buceta por traz enquanto chupava o pau do Aloísio,
foi a foda mais rápida que já dei, os dois gozaram rapidinho, a gala do negão era
mais grossa que a do Gustavo, porém, saiu pouquinho acho que é porque já tinha
gozado antes, nos despedimos e entrei em casa, foi quando você me chamou e
estamos aqui, o que achou?

- Meu amor, em menos de vinte minutos me deu mais prazer do que mais da
metade de nossas trepadas, olha como está meu pau, estou quase para gozar te
ouvindo, só lamento não poder estar junto para ver e curtir; amor, tenho uma
coisa para te mostrar, quer ver?

- Claro que sim, o que é?

A foto dos dois paus, tirei dentro do carro, ela pegou o celular e me mostrou, falei
para ela:

- Meu amor como conseguiu aguentar uma rola deste tamanho?

- Uma não, duas amor, rimos muito.

- Deixa eu chupar mais um pouquinho para sentir de novo o sabor da tua buceta
com o gosto da gala do Gustavo, hum amor é boa mesmo e ainda está
escorrendo, adorei, nunca imaginei que tomar gala de outro homem fosse tão
bom, neste momento dei uma gozada maravilhosa e cai na risada; amor, quer
fazer junto conosco? Ele goza e você chupar na mesma hora deve ser bem mais
gostoso, o que achas, topa?

- Quem sabe um dia, Emily queres me fazer de corninho mesmo não é gaiata?

- Amor, não imagina como estou feliz, hoje você me realizou e está realizado, isso
é o que importa; Verdade amor.
Meu Peru de Natal
Natália saiu correndo do trabalho para comprar a decoração de natal. Faltando
apenas quinze dias para a data, e imaginou que a loja de decoração do shopping
estaria cheia.

Ainda que estivesse cansada, depois de um dia exaustivo no escritório onde


trabalhava – naquele dia havia participado de uma audiência cansativa com um
casal que estava se separando, e havia pensado no próprio noivo, de quem ela
andava tão desencantada atualmente – estava deslumbrante usando uma camisa
branca impecável, que chamava a atenção para o belo formato dos seios,
combinada à saia lápis preta que evidenciava as belas curvas do seu corpo e as
pernas realçadas pelo scarpin altíssimo que usava.

Os cabelos, arrematados despretensiosamente em um coque, evidenciavam o


rosto de traços finos, nariz delicado, boca desenhada e olhos de loba.

Misteriosamente, a loja estava quase vazia, não fosse a presença de uns cinco
gatos pingados que circulavam pelos corredores. “Deve ter sido a chuva”,
pensou, referindo-se à chuva torrencial que começou a cair assim que ela deixou
o escritório.

Enquanto circulava despreocupadamente pelos corredores, ia pensando em sua


desorganização habitual. Ela nunca fazia listas, para nada. Sempre chegava ao
mercado sem ter ideia do que precisava comprar para a casa. Dessa vez, ela
queria impressionar seus pais, o irmão e o noivo, que viriam passar o Natal na
casa dela.

Era muita responsabilidade para uma recém-formada, no auge dos 25 anos, com
um emprego ótimo, mas que sequer sabia administrar a lista de compras.

Enquanto se concentrava para encontrar as luzinhas de Natal, sentiu alguém


atrás de si, envolto em um cheiro tão inebriante, tão excitante, que ela precisou
se virar para observar.

Deu de cara com o homem mais charmoso que já havia visto. Os olhos negros
penetravam tão fundo nos seus que ela quase não conseguiu reparar nos
detalhes que envolviam aquele homem.

A pele morena, bronzeada pelo sol, os pelos dourados nos braços, que a camisa
dobrada até o meio do antebraço deixava ver, a barba por fazer, meticulosamente
aparada e os maxilares destacados, emolduravam seu sorriso, enquanto ele
pedia desculpas pelo esbarrão.

Ela não conseguiu esboçar sequer uma palavra por segundos – que mais
pareceram horas – extasiada com aquele olhar e aquele cheiro que pareciam
tocá-la diretamente em sua calcinha. Sentiu a boceta contrair, engoliu a seco e
disse:

– Imagine…eu é que estava no caminho, perdida com essas luzinhas.

– Quer ajuda? Entendo muito de luzes de Natal. Decoro a árvore lá de casa há


anos.

Antes que respondesse, olhou rapidamente para sua mão e notou que era
casado, “merda!”.

– Se puder me indicar alguma que não faça a casa pegar fogo, eu agradeceria.

Os dois riram nervosamente, enquanto ele escolhia a melhor opção e lhe


entregava, roçando suas mãos nas dela, que desviou o olhar rapidamente,
notando outra parte do corpo dele que, salve ledo engano, parecia ter
manifestado alguma reação.

Sua boca se entreabriu, esboçando um sorriso de lado, os olhos se arregalaram,


num misto de surpresa e desejo. Ele sorriu, maliciosamente:

– Preciso ir. Quem sabe não nos encontramos de novo numa dessas lojas? O
Natal tem dessas coisas…

Enquanto ele se dirigia ao caixa, Natália suspirava, pensando em como adoraria


beijá-lo, despi-lo, e sentir seu corpo quente sobre o dela. Quando deu por si, ele
já havia deixado a loja e ela, desesperada, abandonou as luzinhas de Natal e
correu pelo shopping, pensando em algo idiota para dizer. “Ele deve estar no
estacionamento”.

Louca, percorreu os três subsolos, na esperança de encontrá-lo circulando em


busca de seu carro – ele poderia ser uma dessas pessoas que esquecem onde
estacionam, como ela – ou sentado no banco macio de couro, esperando que ela
aparecesse.

Delirava, pensando na possibilidade de sentir seu membro através da calça, as


mãos dele apertando seus seios com habilidade e depois afastando a calcinha
para o lado e tocando seu clitóris delicadamente. Ela arfava, em profundo desejo,
mas não o encontrou.

Foi para casa num misto de excitação e decepção: lembrava-se daquele perfume
inebriante e sabia que nunca mais o veria.

Naquela noite, colocou sua camisola de cetim e começou a acariciar o próprio


corpo, imaginando aquelas mãos fortes tocando seus seios com deleite,
apertando os bicos com força e depois descendo vagarosamente até a barriga,
chupando sua boceta como se fosse uma fruta madura, sorvendo seu gosto,
sentindo seu cheiro, deliciando-se. Natalia se contorcia na cama e se esfregou
com força, até gozar.

Nos dias seguintes, mal falou com o noivo, alegando estar cheia de trabalho e
concentrou-se em voltar à loja todos os dias, no mesmo horário, para ver se
reencontrava aquele homem.

Sentia-se uma idiota, indo por dias consecutivos ao mesmo lugar e comprando
qualquer quinquilharia, esperando o tempo passar ou percorrendo as lojas
próximas, atenta a qualquer ruído. Depois de três dias, desistiu, certa de que
nunca mais o encontraria.

A véspera do Natal chegou. A casa estava linda e Natália se preparava para


receber os familiares. A ceia estava encaminhada, tudo quase pronto, quando ela
se deu conta de que não havia comprado guardanapos: ela precisava de
guardanapos com motivos natalinos, afinal, de tanto frequentar a loja de
decoração, tudo na casa estava impecável e os guardanapos não podiam ficar de
fora dessa.

Decidiu dar uma passada na loja de decoração, toda descabelada, roupa de


ginástica, na correria da véspera, para comprar os benditos guardanapos. Maldita
mania de perfeição. Rapidamente, pegou dois pacotes de guardanapos e quando
se dirigiu ao caixa, quase não pode acreditar: era ele.

O mesmo cheiro. Ainda que ele estivesse de costas, era impossível que fosse
outra pessoa. Encolheu-se, torcendo para que ele não a visse toda desarrumada,
informal, mas, por outro lado, desejava ardentemente que ele a notasse.

Nesse instante, ele se virou e os olhos de ambos se encontraram. Ficaram


paralisados. Ele sorriu. Ela esboçou uma pergunta, mas não conseguiu articular
as palavras.

- Vem comigo. - Ele disse.

Deixando os guardanapos de lado, só o que ela conseguiu fazer foi segui-lo até o
carro. Seu corpo arfava e ela sentia sua boceta se contrair de desejo, mas não
conseguia dizer absolutamente nada, tamanha era sua ansiedade.

– Está surpresa? Que bom que consegui te ver de novo. Fiquei com sua
lembrança na memória desde aquele dia, mas não sabia como encontrá-la.

Natália respondia qualquer coisa. Parecia não controlar as palavras. Só


conseguia pensar na pulsação que sentia debaixo da roupa de academia. Parecia
pegar fogo. Em cinco minutos, chegaram a um prédio.

– Você mora aqui?


– Não…tenho esse apartamento e venho aqui às vezes quando quero relaxar.

Devia ser uma garçoniere, pensou ela. Mas não importava, tudo o que ela queria
era senti-lo inteiro. Mal ele trancou a porta, ela o puxou pela camisa e lhe deu um
beijo. Sentiu um líquido quente escorrer pela calcinha e um volume crescer nas
calças dele.

Enquanto ele apertava seus seios com força, ela apalpava seu pau; rapidamente,
desabotoou as calças dele e se ajoelhou. Precisava devorar aquele homem. Ele
ofegava, talvez surpreso com tanta voracidade. Até ela estava surpresa.

Sentia um ímpeto animal. Primeiro, ela parou para observar aquele pau grosso.
Sem dúvida, um belo pau: a cabeça rosada, muito bem delineada, as veias
saltadas, o pau muito duro, prestes a explodir.

Toda essa composição fez com que ela caísse de boca, sugando com delicadeza
aquela cabeça, lambendo-o em seguida de cima a baixo, sugando as bolas e
fazendo-o urrar de desejo.

– Assim, você me deixa maluco. Agora é a minha vez.

Dizendo isso, tirou rapidamente sua blusa e abaixou a calça e a calcinha até os
calcanhares.

– Você está muito molhada.

– Você não imagina como eu estava com vontade de você!

Dizendo isso, ela fez com que ele também se despisse completamente e mal
ficou nu, o pau explodindo, fez com que ela se deitasse ali, no sofá mesmo, e
lambeu sua boceta como se nada mais importasse.

Lambeu de cima até embaixo, vagarosamente, sugando tudo, delicadamente,


mas com pressão suficiente para que ela se contorcesse inteira, segurando-lhe
pelos cabelos e afundando-o ainda mais no meio do seu sexo, até que viesse um
orgasmo tão intenso que sentiu uma explosão dentro de si e um líquido quente
escorrer por suas pernas.

– Me fode agora!

Diante do olhar um pouco intimidado dele, Natália pensou rapidamente em como


seu tesão estava represado há muito. Não se lembrava da última vez que havia
transado assim.

Ele se dirigiu a uma cômoda e pegou uma camisinha. Era mesmo uma
garçoniere, pensou ela. Mal colocou a camisinha, ela fez com que ele se
sentasse, virou-se de costas e sentou naquele pau. Cavalgou com força, rebolou
intensamente, esfregava-se como se sua vida dependesse daquele orgasmo.

– Assim não vou aguentar. Você está me deixando maluco!

– Vai aguentar, sim, porque eu quero gozar de novo.

Dizendo isso, levantou e ficou de quatro, apoiada na cômoda, de frente para um


espelho onde podiam se ver. Apenas um olhar bastou para que ele se levantasse
e metesse seu pau furiosamente, segurando-a pela cintura com uma mão e
puxando seus cabelos com a outra. Ela urrou:

– Coloca tudo, forte. Me fode sem dó.

Ela ajudava, mexendo os quadris, fazendo com que o impacto fosse ainda maior.
Os gemidos foram ficando mais altos, a força e a velocidade também. Os dois
suavam, os pelos se eriçaram e ambos gritaram juntos, anunciando a chegada do
orgasmo.

Era como se o mundo inteiro sumisse sob seus pés e só existissem os dois, em
meio àquele mar de prazer profundo. Caíram exaustos no sofá e não puderam
dizer uma palavra por longos minutos, até que ela despertou do transe.

– Meu deus, o peru!

– Como?

– Desculpe! Foi ótimo. Nunca tive uma transa tão boa na vida, mas me lembrei
que deixei o peru assando! Minha casa deve estar em chamas! Me leva de volta,
por favor.

Vestiram-se rapidamente, rindo da situação, e ela foi direto para a casa, deixando
o carro no estacionamento do shopping.

– Obrigada pelo presente de Natal. Eu não poderia ter pedido nada melhor ao
Papai Noel.

– Espero não ter estragado sua ceia.

– Nunca fui tão bem servida na vida!

Os dois riram. Despediram-se com um beijo. Enquanto corria para salvar o peru,
ela pensava que era triste não terem trocado um contato, mas que talvez toda a
mágica consistisse em não saberem nada um do outro, ou quase nada.
Mais tarde, enquanto seus pais e seu noivo se perguntavam sobre o peru
delicioso que ela disse estar preparando, ela só conseguia pensar no melhor peru
de Natal de sua vida.
Super presente de Natal da Cunhada
Vou descrevê-la: Ela tem um corpo e altura é igual da minha esposa, ambas são
morenas, com 1,55m de altura, uns 60 kg, ambas bundudas e seios médios que
ficam deliciosos quando elas usam vestido.

Minha cunhada tem uma buceta suculenta e lábios gostosos da sua buceta e
minha esposa tem a buceta pequena e bem apertada.

Minha cunhada e eu trabalhamos a noite e saímos no mesmo horário às 7 da


manhã e moramos no mesmo quintal.

Quando eram seis da manhã, meu sogro me ligou para pegar a minha cunhada
no serviço, pois ele iria para São José dos Campos com minha esposa e minha
sogra as 7 da manhã
Eles iriam no Ceasa para comprar flores e frutas para o Natal.

Eu um bom genro e marido obedeci a meu sogro. Minha cunhada e eu sempre


trocamos mensagens escondidas no zap, depois que transamos pela primeira
vez.

Sai do trabalho e fui buscar minha cunhada que no qual quando eu cheguei em
seu serviço ela já estava toda safadinha me esperando com um belo sorriso…

Ela entrou no carro, me deu um beijo como se eu fosse seu noivo e fomos para
casa.

Dentro já carro fomos alisando um ao outro, e como meu carro tem vidro escuro,
tirei seus seios para fora e dirigindo comecei a passar a mão em seus seios e ela
no meu por cima da calça que no qual já estava uma tora de dura.

Chegamos em casa, ambos fomos para suas casas para tomar um banho e
chamei ela para tomar café comigo.

Ela vem de sua casa para minha com um shortinho bem curto atolado na bunda e
boceta, e uma blusinha branca sem sutiã e transparente.

Nessa hora eu só olhei com cara de safado para ela e ela para mim, já
começamos a nós agarrar na cozinha entre beijos e apertos um ao outro.

Peguei ela no colo e fomos para minha cama onde como minha esposa, joguei
ela na cama e começou a putaria.

Já fui beijando-a toda, chupando seus seios, atolando a minha mão em sua
buceta toda melada, já desci para buceta dela e já tirei seu short e comecei a
chupar aquela buceta suculenta e toda babada do jeito que eu adoro.
Nessa hora já pedi para ela vir no 69, ela já veio com aquela bunda e buceta na
minha cara e já meteu meu pau na boca e me chupava como uma boa puta, meu
pau 19 cm e grosso, ela tentava por tudo na boca e engasgava que sentia sua
baba escorrendo no meu saco.

Eu chupava aquela boceta, enfiava o dedo no seu cuzinho e ela gemia com meu
pau na boca.

Ela rebolava, esfregava a buceta na minha boca, não se contive e gozei na boca
dela.
Ela se deitou em cima de mim com a buceta na minha cara, e saindo bastante
mel da sua buceta que piscava de tesão meu dedo no seu cuzinho e puxo ela de
volta para me chupar novamente.

Nessa hora ela sentou sobre minha cara, abre bem a sua bunda e eu sugo seu cu
com vontade, estava uma delícia…Ela se levanta, pega no meu pau e já
posiciona para seu cuzinho e já vai sentado bem devagar até entrar tudo.

Nessa hora ela olha para mim e diz que só queria no cu hoje, pois seu cu está
com tesão e quer ser arregaçada toda.

Ela já começa a quicar com vontade se masturbando ao mesmo tempo, ela


rebolando sobre meu pau e com cara de puta goza em jatos.

Ela gozou como se o mundo não existisse, nessa hora ela solta um belo de um
gemido, seu cu começou piscar no meu pau de tesão, deitada no meu peito com
meu pau em seu cu e gemendo e tremendo de tesão.

Nessa hora ela me pediu para mim:

- Goza na minha boca e rosto. Eu quero dormir com aeu cheiro e gosto de porra
na boca.
Soquei mais um pouco em seu cuzinho e disse que iria gozar.

E ela saiu de cima e já abriu a sua boca e eu batendo uma até jorrar porra na
cara dela toda na boca. Ela gemia de tesão de tanta porra na sua cara e boca.

Ela pegou no meu pau, chupa até deixar limpinho com sua boca.

E ela me dizia:

- Cunhado safado, filha da puta, gosta de me tratar como uma puta.

- Se eu trato ela como puta, imagina que eu faço com sua irmã.
Ela deu mais uma chupada e se levanta…Ela com o rosto todo melado de porra,
fomos até a cozinha, tomamos um café ,me dava tesão de ver ela daquele jeito.

Terminou tomar seu café e foi para sua casa onde me disse que iria dormir
daquele jeito toda melada de porra.
Ela ainda pelada, empinou sua bunda para mim dar um beijo e me deu um beijo
na boca e foi andando no quintal toda peladinha.

Logo em seguida, tomei um banho e deitei para relaxar e algumas horas depois
eu acordo com minha esposa me chupando, ela também estava tarada e tive que
comer ela também.
Um presente para meu Sobrinho
O Fim de Ano chegou e eu estava com trabalho até o pescoço, mas não podia
deixar minha família de lado ainda mais numa data tão especial.

Tratei de agilizar ao máximo meu trabalho e dei folga para meus empregados
também curtirem suas famílias e descansarem, pois, depois das festas teríamos
muito serviços pela frente já agendados Graças a Deus.

Já estava certo como todo Ano nos reunirmos na casa de meus Pais e toda a
família confirmou presença, então a casa estaria cheia e seria uma bagunça boa
com certeza.
Perto da minha filha sair de férias escolares já tinha combinado com meus pais
que a levaria na casa deles para passar as férias com eles, até porque eles
adoravam ficar com a netinha, e ela também gostava deles e assim eu trabalharia
mais tranquila sabendo que ela seria bem cuidada.

Sempre que eu podia passava na casa de meus pais para vê-los e ficar um pouco
com minha filhota.

Quando chegou dia 23 de dezembro fechamos a Agência e saímos para umas


breves férias pois só voltaríamos a trabalhar dia 6 de janeiro.

Como eu tinha trabalhado o fim de semana todo dia 20, 21 e 22 minha casa
estava uma bagunça e na segunda 23 tratei de arrumar minha casa pois ficaria
uns dias longe dela e a tarde rumei para a casa dos meus pais.

Cheguei na casa dos meus pais a noitinha e já tinha gente à minha espera, quase
todos tinham chegado antes do fim de semana e minha filha corria para todo o
lado com seus primos e primas da mesma idade fazendo uma bagunça gostosa.

Minhas irmãs e cunhados e meus pais me receberam com muitas felicidades e


abraços que não acabavam nunca e quando percebi estava conversando com
todos e rindo com uma latinha de cerveja na mão.

Nossa reunião de família sempre era na casa dos meus pais até porque era uma
casa grande e nós adorávamos estarmos reunidos ali, somos em 7 irmãos, 4
mulheres e 3 homens, todos casados e com filhos, ainda sempre vinha algum
agregado, a casa tinha uma área grande na frente e uma garagem que cabiam
três carros facilmente e no fundo um grande quintal e dentro eram três quartos
grandes e igualmente a sala e a cozinha, dois banheiros, meus pais sempre
guardava colchões extras para esse tipo de ocasião e a sala virava um grande
quarto já que colocávamos vários colchões no chão para dormir.
Geralmente nos quartos ficavam os casais ou quem queria privacidade e a
grande maioria principalmente os jovens ficavam na sala até quase amanhecer,
mas era muito organizado e gostoso ao mesmo tempo.
Ficamos conversando até umas duas da manhã só então fui tomar um banho e
me deitar pois no dia seguinte tínhamos muita coisa para fazer, meus pais
sempre fizeram a Ceia de Natal e ainda tinha meu irmão e sua família que
chegaria naquele dia de manhã eu tinha que buscá-los na rodoviária.

Sabia também que meu ex-marido pai da minha filha viria, até porque ele
mantinha um bom relacionamento com minha Família principalmente com meus
pais e era recíproco e eu não ligava, mas deixava claro que não teria mais nada
com ele, mas o que eu não sabia era que seu sobrinho viria com ele e isso me
deixou com as pernas bambas.

Na verdade, não seria nenhuma novidade ele estar ali, porque ele sempre estava
presente nessas reuniões de família e todos também gostavam muito dele,
principalmente minha filha pois ele era muito atencioso e brincava muito com ela.

Quando acordei cedo minha mãe já tinha feito o café da manhã esperando todo
mundo acordar e eu me levantei tomei um bom café e fui na rodoviária buscar
meu irmão e ao sair vi o carro do meu ex-marido e de seu sobrinho chegando,
mas continuei meu caminho e não parei.

Cheguei na rodoviária e o ônibus tinha acabado de chegar e logo vi meu irmão


pegando as malas deles e encostei meu carro próximo e buzinei e eles ao me ver
vieram ao meu encontro, nos cumprimentamos e guardamos suas malas e fomos
para casa.

Chegando em casa estava eufórica por reencontrar o meu Sobrinho, até porque
depois da nossa transa em casa nunca mais o tinha visto, apenas trocado umas
mensagens pelo WhatsApp e tinha certeza de que seria uma nova experiência e
excitante.

O pessoal veio ajudar com as malas e cumprimentar os viajantes e ao longe


percebi meu Sobrinho sorrindo para mim e veio ao meu encontro de braços
abertos e me deu um beijo no rosto formalmente e depois fez o mesmo com os
outros que haviam chegado também.
Não poderíamos dar bandeira nenhuma pois eu e ele não queríamos problemas
em explicar o inexplicável, mas ele era esperto o suficiente e não demonstrou
nada que poderia nos comprometer e agiu naturalmente e eu também.

Como ele tinha uma loja de som automotivo e também era DJ, ele que tomou
frente com o aparelho de som e ainda trouxe um Caraoquê Profissional para
todos brincar de cantor, era a sensação pois todo mundo queria fazer parte da
brincadeira, principalmente meu pai que adorava cantar e seu aparelho tinha
milhares de arranjos de música para cantar o dia todo.

Todos se aglomeravam na sala para cantar e foi uma bagunça só e cantos de


todos os gêneros, mas ainda tínhamos que arrumar a Ceia de Natal e assim as
mulheres e alguns que não estavam cantando ajudava de um jeito para deixar
tudo pronto para a noite.

Meu ex-marido pouco se aproximava de mim até porque eu já havia conversado


com ele, mas agia naturalmente com todos e ficava com nossa filha sempre que
ela parava para descansar um pouco pois vivia correndo, mas meu Sobrinho
sempre querendo ser prestativo e nos ajudando na cozinha e quando menos
esperava ele estava encostando sua mão nas minhas me excitando muito e ele
sorria pelo canto da boca sem ninguém perceber.

Passamos o dia todo excitando um ao outro e quase já anoitecendo minha mãe


recebeu um telefonema de que o bolo que ela tinha encomendado estava pronto
e então era para eu ir buscar porque eu sabia onde era.

Quando fui pegar a chave do carro meu Sobrinho disse para que fossemos com o
carro dele pois estava na frente e mais fácil para sair e que precisava comprar
mais cerveja também e assim fomos nos dois para o carro rapidinho e nem meu
ex-marido desconfiou de nada.

Eu e ele estávamos muito excitados e ao virar a esquina ele meteu a mão nas
minhas pernas e foi subindo até minha bocetinha e eu fiz o mesmo nele
agarrando seu pau duro por cima da bermuda, olhamos um para o outro e rimos
muito e decidimos pegar o bolo e as cervejas e dar uma rapidinha em algum
lugar.

Assim pegamos a cerveja e o bolo e saímos procurando algum lugar propício e


achamos uma rua escura e deserta, sem pensar muito ele parou o carro e logo
retirou sua bermuda e eu meu short curtinho e cai de boca no seu pau, mas
pouco o chupei apenas limpei porque estava todo melado e ele me virou de
ladinho com a bunda virado para ele e sem demora estocou seu pau na minha
bocetinha já melada de tanto tesão pois estava excitadíssima.

Seu pau entrava fácil e estava uma delícia, ele passava a mão em todo meu
corpo e não sabia onde parar e alisava principalmente meus seios me excitando
ainda mais.

Como tínhamos pouco tempo teria que ser uma rapidinha mesmo, então acelerei
para gozar antes dele e comecei a seguir seus movimentos e jogava minha
bunda ao encontro do seu pau e assim que anunciei que iria gozar já gemendo
ele fez o mesmo e quando terminei de gozar gostoso ele estava enchendo minha
bocetinha de sua porra quente e abundante.

Foi rápido, mas muito gostoso, nos arrumamos e voltamos para casa e chegando
vieram até nos ajudar com o bolo e ninguém sequer percebeu nada, e eu corri
para o banheiro me limpar de toda porra que estava dentro da minha bocetinha.
Depois disso continuamos ajudando na cozinha até chegar a hora de nos arrumar
para a ceia próximo da Meia Noite, sempre próximos um do outro naturalmente.
Meu pai reúne todo mundo na sala, se veste de Papai Noel e entrega presente a
todos e só depois é que vamos cear e foi muito emocionante a entrega dos
presentes e a comida estava muito boa.

Próximo das três da manhã muita gente já tinha ido dormir, principalmente as
crianças e meu ex-marido já tinha se retirado com nossa filha dormindo junto dela
num canto da sala, na cozinha ficaram poucas pessoas e um deles era meu
sobrinho que mesmo de longe me dava muita atenção e era educado e
brincalhão com todos e quando já estava quase amanhecendo e muitas cervejas
na cabeça minha filha acordou e veio me chamar para dormir com ela, mas meu
sobrinho tinha muita intimidade com ela e começou a brincar com ela e a pegou
no colo e fez de conta que era para ela dormir no colo dele e depois de um
tempinho arrumei um colchão perto para que ele pudesse dormir próximos de
nós.

Por incrível que pareça nos deitamos os quatro próximos, meu ex-marido, minha
filha, eu e meu sobrinho no canto, mas a sala estava cheia de gente alguns até
roncando e também escura, tinha apenas uma lâmpada fraca no corredor acesa,
e meu ex-marido roncava num sono profundo e minha filha estava quase
dormindo quando senti uma mão na minha cintura e uma coisa dura na minha
bunda me espetando, era meu Sobrinho louco para me comer ali mesmo na sala
com gente para todo lado.

Fiquei excitadíssima com sua atitude, com a mão apalpei seu pau e percebi o
quanto duro estava, bem de leve ele se arrumou do meu lado e retirou minha
calcinha de lado e me penetrou fundo.

Eu queria gemer, mas não podia e então fazia alguns movimentos como se fosse
para minha filha dormir e ele enfiava seu pau cada vez mais fundo me excitando
cada vez mais e eu me contorcia de tesão.

Seus movimentos eram muito sensíveis, mas profundos e isso levou alguns
minutos e eu gozei umas duas vezes e ele não resistindo mais gozou
demoradamente num orgasmo gostoso ficando com seu pau dentro da minha
bocetinha molhada até amolecer e retirar bem devagarinho.

Eu me arrumei e quando percebi minha filha já tinha dormido e antes de


adormecer recebi um beijo de leve no rosto, era ele me dando boa noite e me
dizendo que no dia de Natal queria comer meu cuzinho de presente.

Dormi relaxada ao lado da minha filha como a muito tempo não dormia e ao
amanhecer já havia muita gente acordada principalmente meu Sobrinho e ele
bem safado disse que não conseguiu dormir porque eu roncava muito, fiz de
conta que nem era comigo e mostrei o dedo do meio para ele e foi só rizada na
cozinha.
O resto do dia corria normalmente, muita festa com churrasco e todos bebendo
cerveja, vinho e champanhe, eu sempre cruzava olhares com ele e safado que
era me piscava e sorria de volta até que chegou perto de mim me dizendo:

- Eu quero o presente que você me prometeu...

Eu brincava dizendo que não tinha prometido nada e sorria e piscava de volta,
assim ficamos nos seduzindo e excitando um ao outro sem ser percebido pelos
outros.

Perto de umas 14 horas o calor era alto a cerveja já fazia algumas vítimas, até
que vi meu irmão conversando com ele e foram saindo, de repente recebi uma
mensagem no WhatsApp, era ele dizendo que ia levar meu irmão na casa de um
amigo dele e me esperava na praça e que queria o presente dele.

Fiquei eufórica e excitada e precisava desculpa para sair dali e encontrar com ele,
como estava muito quente e minha filha gosta muito de sorvete resolvi usar isso
como desculpa e comentei somente com meu Pai que estava próximo e ele me
deu até dinheiro para ajudar a comprar e assim sai de boa, mas excitadíssima.

Logo que cheguei próximo à praça avistei seu carro parado e ele do lado de fora
com uma latinha de cerveja na mão, parei do lado e ele pediu para eu deixar meu
carro ali e saímos com o dele, me disse que voltaria para buscar meu irmão perto
das 17 horas e que tinha esse tempo todo para ficar comigo e saborear o
presente, ri muito e sai fechando meu carro.

Saímos e fomos para uma estrada de sítio próximo dali ele parou o carro embaixo
de umas arvores num local que daria para ver de longe se alguém aparecesse,
deu a volta abrindo a porta para mim me fazendo sair do carro.

Seu pau já estava para fora da bermuda e naquele momento pude chupar ele
com gosto, como eu sabia que ia transar com ele tinha ido com uma minissaia
curtíssima e uma calcinha imperceptível na qual já tinha retirado no carro.

Alguns minutos saboreando seu pau na minha boca ele me levantou beijando
minha boca, subiu minha minissaia até a cintura me colocando sentada de pernas
abertas em cima do capô do carro ficando totalmente exposta para ele.

Ele tomava conta da situação, eu deixava e adorava sua atitude, ele veio como
louco para dentro de mim, sua excitação era grande e até um pouco afoito, suas
estocadas eram com muita força e eu gemia e aproveitava cada momento até
gozar gostoso.

Ele sentiu minha boceta mais lisa e parou mexendo bem devagar e mais ao fundo
e me virou de costas pedindo para eu empinar a bunda e bem pertinho do meu
ouvido disse que ia cobrar o presente e comer meu cuzinho.
Tive um breve medo mas já sabia que isso ia acontecer e assim apoiei meus
braços em cima do capô e de costas para ele empinei minha bunda, mas ele
enfiou sem dó foi na minha bocetinha e meteu gostoso até quase gozar, mas
depois me pediu para entrar no carro fez ficar de quatro no banco com a bunda
virada para fora.

Então ele colocou suas mãos na minha cintura e passava seu pau na portinha do
meu cuzinho e pincelava na minha bocetinha me levando a loucura de tanto
tesão.

Então ele enfiou na minha boceta e pediu para que empinasse mais ainda a
bunda, eu já estava com os cotovelos apoiados no outro banco quando ele retirou
seu pau da boceta e rapidamente senti a pressão da cabeça do seu pau
querendo entrar no meu cuzinho.

Depois de umas duas tentativas a cabeça do seu pau entrou dando passagem
para todo o resto, senti cada centímetro entrando e alargando meu cuzinho, ele
segurava firme na minha cintura e estocava bem de leve quase parando, mas
sem tirar um centímetro sequer e cada vez mais querendo ir o máximo possível
para dentro de mim.

Bem no começo houve um leve desconforto, mas aos poucos me acostumei e


entrei no jogo dele e comecei a pedir para ele colocar tudo e que queria mais e
empinava minha bunda ao máximo e rebolava para ele o deixando louco de
tesão, eu gemia muito e com uma das mãos tocava meu clitóris rapidamente.

Acho que sem ele perceber, aos poucos o tesão aumentou e minhas pernas
bambearam e senti uma caloria na altura da minha cintura e com certeza seria
um orgasmo que viria e sem frescura e nem medo de gemer tive um orgasmo
anal maravilhoso dentro do carro dele, e ele já estava ali com seu pau dentro do
meu cuzinho a vários minutos e não sei como ele ainda conseguia resistir sem
gozar.

Ele estava se satisfazendo e aproveitando o máximo que podia, e me chamando


de Tia Safada e Gostosa, começou a gemer, sua respiração aumentou e enfim
encheu meu cuzinho de porra.

Ele resistiu o quanto pode e aproveitou o máximo possível de mim, seu pau ainda
duro ele segurou dentro ficando ali com seu pau atolado até amolecer, depois o
retirou me chamando de Tia Safada e Gostosa.

Sai da posição e fui para fora do carro, olhava para ele na qual estava todo suado
e seu rosto de pele branca estava vermelha, seus cabelos desarrumados, ri muito
para ele e o abracei beijando seu rosto carinhosamente.
Demos um tempinho ali, nos arrumamos e depois tiramos algumas fotos e
voltamos para praça para pegar meu carro e para nossa sorte meu irmão tinha
mandado uma mensagem para ele ir buscá-lo, e para nossa sorte tinha uma
sorveteria aberta e ele foi buscar meu irmão e eu comprar o sorvete.

Cheguei em casa com seis potes de sorvete no carro e pedi ajuda de quem
estava ali perto e a festa que corria solta ainda e com certeza não teria hora para
acabar.
Passou alguns minutos e eles chegaram tomando cerveja e ninguém sequer
desconfiou do que tinha acontecido nesse tempo, assim entramos no meio e sem
nada a demonstrar de diferente passamos o dia tranquilamente.

Tudo corria de boa e mesmo de longe a gente se insinuava um para o outro até a
hora de dormir na qual tive a audácia de ir dormir sem calcinha para facilitar e
demos uma rapidinha como no dia anterior, mas é claro acho que ninguém
percebeu.
Natal Sensual
Vou surpreender Theo com um presentinho de Natal incrível… Eu!

Sim, eu mesma! Segundo a mãe dele e os amigos: “A melhor coisa que já


aconteceu na sua vida”, então, por que não? Sei que não estamos oficialmente
juntos, mas ele é o mais perto do que estive de um namorado. Depois de 13
anos, usarei minha calcinha adquirida em 2008 numa viagem em família para o
exterior.

Discreta, ela é uma graça. Tem um furinho no cóccix com um sininho dourado em
cima e um “Hohoho” em baixo. É, não pude usar antes, mas sempre a guardei
para presentear um homem digno desse bufê! E Theo é o cara.

Me olho no espelho ajustando a calcinha, apreciando os laços do novo espartilho


vermelho. Sei que ele gosta do meu lado selvagem, o que me deixa energizada e
feliz em realizar fantasias sexuais com ele nos últimos meses.

A maquiagem e o cabelo, junto da luva de seda branca, fazem uma ótima


fantasia. Hora do show! Pego o embrulho de presente colocando meu chapéu.
Volto para a sala no salto alto onde ele me espera. Não sou modelo, mas
definitivamente pareço que estou indo no desfile da Victoria’s Secret.

– Peguei seu presente - digo de costas para ele. - Você tem alguma ideia do que
pode ser?

– Nenhuma. - Ele responde rindo. Mas estou bem curioso.

Ando até o meio da sala me posando de costas em sua frente, com a mão na
cintura e empinando a bunda para balançar o sininho.

- Feliz Natal – falo rindo e olhando para ele.

– Uau! - ele reage se ajeitando no sofá. - Mas o que é isso? - Theo se ajeita,
ficando perto e segurando minha bunda com uma palmada forte, mordendo os
lábios de tesão.
– Gostou? - Digo, toda safadinha. - Sou todinha sua.

Ele me vira de frente, deixando o umbigo na altura de seu rosto, enquanto seguro
o embrulho na mão. Deixo ele ainda mais curioso.

“Agora, sinto que o meu presente é uma droga”, fala passando as pontas dos
dedos nas costas das minhas coxas, provocando arrepios gostosos. “O que é
isso aí?”, ele pergunta.
Entrego para ele o embrulho sentando em seu colo e entrelaçando meus braços
em seu pescoço. Theo abre e começa a rir quando vê o but, o vibrador anal que
tanto falei para ele.

– Finalmente vou usar isso nesse teu cuzinho? - ele ri, apertando minha cintura.

– E tem controle-remoto. - Respondo, concordando.


Ele segura o but enquanto explora a textura sedosa e suas vibrações com o
controle remoto, sendo possível usar em qualquer lugar, até mesmo em sua
banheira.

– Obrigado – ele diz, beijando minha bochecha. - Você é, definitivamente, o


melhor presente de Natal.

– Obrigada por me dar o meu perfume favorito. - Digo envergonhada.

– Eu adoro esse cheiro em você - comenta ele, passando o braço por trás da
minha cintura e me deixando mais colada nele. - Eu adoro tudo em você, na
verdade.

– Também adoro tudo em você. - Respondo, grudando-me nele.

Theo coloca o presente de lado e me puxa para começar um amasso. Sentada


em seu colo, ele explora meu corpo, me deixando com vontade de me esfregar
inteira nele.

– Levanta! - Ele pede com a voz de tesão, já sabendo que finalmente iria rasgar
todo o embrulho.

Ele me posiciona de frente, beijando minha barriga exposta usando a língua e me


fazendo gemer. Ele continua sua pequena exploração pela área, lambe e me
come com uma fome atiçando a leoa que rugi dentro do meu peito! E, Deus,
como ele me faz rugir…

– “Uhmmm… que gostoso”, digo, sentindo sua língua descer pela púbis e molhar
o tecido da calcinha ralando na pele inchada, me fazendo tropeçar no salto e o
sininho tocar.

– “Yes, my lady”, ele fala em um sotaque inglês engraçado, me fazendo rir e me


virar de costas para ele.

– Você nem olhou a parte mais importante... - retruco, fazendo bico para a minha
bunda para ele olhar a calcinha.

Ele segura minha cintura e a puxa em sua direção fazendo o sininho mexer ao
mesmo tempo que sinto sua mão descer ali de novo.
– Veja o cofrinho no meio do buraquinho. - Digo, empinando a bunda. Theo
morde minha bunda.

– Você ficou linda nessa calcinha, nem precisamos tirar.

Theo puxa e enfia a língua no furinho começando a lamber e lubrificar meu cóccix
e anus enquanto massageia a parte da frente com os dedos. Ele pede para que
eu abra as pernas enquanto coloca a calcinha de lado e sinto sua língua chupar
toda a minha bunda.

– Vamos para o quarto assim posso desembrulhar meu presente inteiro e ainda
brincar com ele. - sugere.

Theo pega o pacote com o but e levanta me jogando em seu ombro, me fazendo
rir. Chegamos no quarto e ele me joga na cama subindo em cima de mim para
um beijo gostoso e grudado.

O calor do final do ano faz nossos corpos ficarem suados. Adoro como ele beija
minha orelha, meu pescoço, meus seios e me masturba ao longo de todo o
processo. Ele é feroz e eu também, por isso nos damos tão bem.

– Linda demais - diz, beijando a minha barriga e indo em direção a calcinha. -


Quero você gozando na minha cara”, conta.

Theo tira sua camisa e respira minha calcinha, me deixando ainda mais molhada.
Sinto ele morder meu púbis ao mesmo tempo que sinto seus dedos
massagearem os lábios, fazendo eles pulsarem sobre o tecido.

Ele afasta a calcinha para poder me lamber com gosto sentindo todos os nervos
me acordarem e me fazendo gemer cada vez mais alto. Minha perna está aberta
e seus braços me seguram pela cintura tornando o oral ainda melhor.
Ele pressiona o púbis quando começo a tremer e sua língua fica mais molhada.
Seus dedos encontram o ponto G me fazendo derreter molhando seu rosto e os
lençóis, gritando com o êxtase.

Agarro os lençóis até ele sair dali para me beijar inteira e depois se deitar ao meu
lado para que eu possa degustar depois do sexo, deixando meu corpo entregue
ao colchão e ele, satisfeito. Quando olho para ele com a respiração normalizada,
ele volta a me beijar.

– Deus! Eu já gozei e ainda estamos de roupa. Quero ficar pelada. Agora! - grito.
Ele abre a calça jeans e me levanto para tirar o espartilho, mas Theo não deixa.

– Meu presente. Eu desembrulho – ele diz , me fazendo concordar e me virar de


costas para ele começar a desfazer o trançado da parte de trás.
Ele me abraça, beija meu pescoço e me desembrulha enquanto passa suas mãos
por todo o meu corpo, mantendo no final a calcinha e o sutiã.

– Vamos usar esse negocinho aqui? - Solicita, pegando o pacote que estava
jogado na cama. - Empina essa bunda gostosa para mim. - Ele pede, batendo em
minha bunda, fazendo o sininho soar.

Eu me jogo na cama de quatro, levantando o bumbum bem empinado e


esfregando minhas pernas uma na outra para que o sininho soe novamente. Ele
segura minha bunda com as duas mãos e cheira minha calcinha, fazendo eu
entrar no clima de novo.

– Você é tão cheirosa… - Sinto seu dedo começar novamente os trabalhos, ao


mesmo tempo que afasta o tecido para começar a brincar com o but ainda
desligado.

Gemo de tesão ainda empinada em sua direção, quando sinto as vibrações


serem ativadas fazendo o meu corpo tremer. Olho para ele safada, mordendo os
lábios, então o vejo lubrificar o brinquedo para depois começar a colocá-lo na
minha bunda. Sinto o brinquedo entrar e vibrar meu corpo todo.

Theo bate na minha bunda depois que ajeita a calcinha e me vira de frente para
ele puxar meu sutiã para baixo, pronto para dar aquela mamada.

Ele mama ao mesmo tempo que sinto as vibrações e meu Deus! Como é bom!
Estou delirando com o prazer e só quero sentir seu pau me preenchendo
enquanto ele me chama de safada e me beija gostoso.

– Quero você dentro de mim. - Peço gemendo.

Ele sai dos meus seios e se esticando até a mesa de cabeceira pega a
camisinha. Ele tira a cueca e coloca para fora seu pau delicioso para enfiar
rapidamente a proteção.
Theo se enfia gostoso em mim, sentindo seu pau me preencher tornando essa
junção algo muito forte, me deixando desnorteada de prazer! O but e ele juntos
fazem algo incrível no meu corpo e eu começo a ofegar pedindo que ele vá
devagar, mas o lento acaba me fazendo gozar mais rápido e então entro no
looping dos orgasmos múltiplos.

Meu corpo parece entrar em um estado automático, deixando meus pensamentos


desconexos, me permitindo apenas sentir o prazer se arrebatar em gritos que
Theo abafa me beijando.

– Caralho, que gostosa…


Ele pega meus pulsos e prende em cima da minha cabeça, enquanto ele continua
com as estocadas e alterando as vibrações com o controle. Sinto-o gozando forte
dentro da camisinha enquanto seu suor banha meu corpo junto ao dele.

As vibrações ainda estão ativas, mas os dois estão jogados na cama,


recuperando o fôlego do melhor sexo que tivemos até agora. Ele me abraça
fazendo carinho nas minhas costas enquanto dou beijos em seu peitoral.

Theo me olha sorrindo e me dá um selinho antes de retirar o but e jogá-lo para o


lado desligado. Ele se deita de frente para mim me olhando em êxtase. O brilho
no seu olhar me deixa feliz e plena, dando uma sensação diferente de tudo o que
já senti com alguém.

– Eu te amo. - Ele fala.

– Eu também te amo. - Respondo.

– Eu não sabia o quanto esse presente era o que eu queria… - ele diz logo em
seguida, e me puxa para que eu fique em cima dele de novo, me fazendo rir.

– Namora comigo? - ele pede. Eu aceito beijando-o novamente, nos fazendo


voltar a nos enroscar um no outro.

No final, a calcinha realmente estava guardada para um potencial namorado.


Dei meu precioso no Natal
Sempre gostei do Natal....é sempre uma data agradável. A família sempre está
junta, os amigos e claro ele estaria comigo.

Já namorava o Eduardo a algum tempo e nossa, como estava apaixonada por


aquele homem...meu homem, minha fonte de prazer. Olhava para ele e me sentia
a mulher perfeita pois, sabia o quanto dava prazer para aquele homem.

No Natal queria presenteá-lo com algo que ele gostasse muito e que o deixasse
feliz. Fui ao shopping na véspera do Natal, procurei até me cansar e não
consegui encontrar nada do qual gostasse e que visse que seria especial para
meu homem.

Descendo a escada do shopping já indo embora vi uma loja de lingerie e nesse


momento tive uma idéia perfeita e muito safada, assim como eu e Eduardo. Não
perdi tempo, entrei na loja e comprei um lindo conjunto de cinta-liga vermelho.

Em nossas transas Eduardo sempre me fodia com muito prazer e desejo e dizia
que tinha muita vontade comer meu cuzinho, que o achava lindo, bem rosado,
apertadinho e adorava ver ele piscando sempre que seu pau estava atolado na
minha xaninha. Neste Natal realizaria o desejo do meu homem, seu presente
seria meu cú.

Fui para casa e a noite pensando em como seria dar o cú pela primeira vez me
excitava muito a ponto dos líquidos da minha racha sujarem minha calcinha,
como estava sozinha aquela noite me masturbei várias vezes gozando baixinho
em meu quarto.

No dia seguinte quase não aguento de tanta ansiedade, a noite chegou e eu só


pensava em como seria dar o cú para o meu macho gostoso.

Minha vontade era colocar aquela lingerie e sair na frente de todos e implorar
para aquele homem me comer ali mesmo. Combinei com Eduardo que dormiria
com ele aquela noite e o apressei para irmos embora, não aguentava mais de
tanto desejo.

Em casa fui direto para o banheiro, tomei um banho, vesti a lingerie, passei um
batom vermelho bem intenso, me olhei no espelho e me sentia uma puta, a mais
devassa que planejava dar o cú para um homem.

Coloquei um roupão por cima e fui para a sala onde ele estava. Eduardo mal
falava, me olhou e perguntou por que o batom:

- Se arrumar toda a essa hora é bobagem...


Tirei o roupão ficando apenas com a lingerie:

- E isso, é bobagem?
Eduardo me olhava com surpresa, fiz com que ele sentasse no sofá e fiquei a sua
frente, peguei suas mãos e comecei a acariciar meu corpo com elas...chupava
seus dedos, como se fosse seu pau, desci até meu peito e ele entendendo
rapidamente o apertou com força enchendo a mão, sentei-me em seu colo de
frente para ele e pude sentir aquele pau gostoso que ele tinha já dando sinal de
vida, nos beijamos e com o intuito de provoca-lo disse em seu ouvido:

- Hoje você vai ter meu cuzinho de presente só para você.

Senti as mãos dele me apertarem com força, sentia seu pau querer explodir
dentro da calça, aquilo me deixava louca, ver que ele me desejava e estava louco
para me comer me dava muito tesão...sentia minha calcinha ficar melada.

Eduardo me segurando pela cintura me fazia cavalgar em seu pau por cima das
roupas, me deixando cada vez mais melada, já não aguentava mais de tanto
tesão.

- Me come por favor...não aguento mais esperar vem me foder. Dizia


enlouquecida
- Calma safada, meu presente é esse cuzinho gostoso e eu vou comer ele do
meu jeito. Me provocava.

Fomos para o quarto nos beijando intensamente, Eduardo já ia tirando minha


lingerie, mordendo meu pescoço. Eu o arranhava as costas sentindo suas mãos
percorrerem meu corpo.

No quarto Eduardo me deitou na cama e tirou minha calcinha que era a única
peça que ainda me vestia, deitado por cima de mim e entre minhas pernas ele
chupava meu peito como se fosse duas frutas.

Mordiscava, lambia e foi descendo pela minha barriga até chegar ao meu umbigo
onde parou e começou a beijá-lo, lambendo e me fazendo arrepiar inteira, desceu
mais um pouco beijando minha virilha, abri as pernas para meu homem sem
vergonha alguma de mostrar-me daquela maneira para aquele homem.

- Que buceta linda...adoro quando você deixa ela assim sem nenhum pelinho.

- Não faz isso comigo...vem me foder

- Você queria me deixar doido com esse cú, mas eu que estou te enlouquecendo,
vou fazer você implorar por rola para não me esconder mais nada vagabunda

Me sentia totalmente entregue aos comandos daquele homem, meu homem,


esse era meu dever ao seu lado, lhe dar prazer, lhe fazer feliz.
Senti sua língua invadir minha buceta vorazmente, me chupava com tanta
vontade que me fazia gemer alto feito uma puta. eu era a puta daquele homem.

Eduardo coloca seu pau para fora da caça e me dá um comando, o dono da vadia
mandava

- Chupa meu cacete agora vadiazinha vai...chupa gostoso, engole ele todinho.

Coloquei aquela rola grossa na boca, engolia o máximo até engasgar, cuspia e
voltava a chupar aquele ferro duro que preenchia minha boca inteira.

- Para de chupar vagabunda, deita agora que vou arrombar essa buceta gostosa

Abri as pernas o máximo que pude e senti aquela vara preencher cada centímetro
da minha buceta. Eduardo socava tão forte que me fazia chorar.

- Chora levando pau vadia...chora na minha rola

E continuava metendo sem parar...Eduardo demorava a gozar então metia sem


parar um instante.

Enlouquecido de tesão, Eduardo me colocou de quatro e metia aquela pomba


grossa até o fim da minha buceta, sentia o pau chegar até o fundo

- Mete cachorro..fode tua putinha...me faz gozar na tua vara

Sentia ele bater na minha bunda com força, com raiva, adora dar daquele jeito.

Aquela rola socada na minha buceta me fez esquecer que era o cú que iria dar e
me assustei quando ele enfiou um dedo dentro do meu buraquinho

- O que está fazendo?

- Não queria me dar o cú vagabunda? Pois é agora que vou comer ele

Fiquei assustada, logo senti dois dedos dentro do meu cú enquanto a pica
continuava fodendo minha buceta. Eduardo deitou-se por cima de mim e falou
baixinho no meu ouvido
- Estou quase gozando e vou meter no teu cú, quero esporrar dentro dele

Comecei a brincadeira e tinha que aguentar, fechei os olhos e senti aquele


pauzão forçando a entrada do meu buraquinho apertado, senti a cabeça
passando e Eduardo meteu o resto de uma vez me fazendo gritar num misto de
prazer e dor

- Grita vagabunda...Ahhhh que cú gostoso


Sentia dor, mas logo fui me acostumando com aquela rola grossa arrombando
meu cú e fui sentindo muito prazer

- Fode esse cú cachorro vai...quero cacete...dá cacete para o meu cú.

- Nossa que cuzinho gostoso, apertado, vou encher ele de leitinho

E ele socava cada vez mais fundo. Eu sentia as estocadas fortes do Eduardo
enquanto masturbava minha buceta...enfiei 3 dedos nela e fui fazendo essa dupla
penetração até sentir que iria gozar, Eduardo aumentou a velocidade e gozei
gemendo alto

- Goza puta safada...está gostando de dar o cu? Só sendo muito vadia para gozar
gritando com a pica no cú, TOMA PUTA!

E socava cada vez mais forte....

- Aguenta vagabundinha...que vou gozar

Passei a rebolar na pica dele. E ele pedia:

- Isso rebola no meu cacete vai

- Goza no meu cú...quero ver o leitinho escorrendo dele

- Rebola gostoso que vou gozar...vou gozar agora

- Ahhhhhhh!! Ahhhhhhhhhh

Senti os jatos de porra enchendo meu cú...podia sentir ele quentinho

Aos poucos Eduardo foi parando e caímos na cama exaustos.

Ele ainda com a pica enfiada no meu cú me abraçou epodia sentir sua respiração
ofegante na minha nuca, ainda sentia seu pau latejando dentro do meu cú.
Aos poucos ele tirou o pau, sentia a porra escorrer entre minhas pernas, me virei
e fiquei de frente a ele que respirou fundo me olhando nos olhos

- Foi o melhor presente de natal...

Eu estava ali com dor no cú, exausta, suada e toda suja de gala, mas estava
feliz...

Cumpri meu papel: Meu homem estava satisfeito, realizado e eu mais ainda por
ter conseguido tudo isso.
Natal com um amigo do Marido
Pois bem, no Natal passado nos reunimos em minha casa, familiares e alguns
amigos íntimos, estávamos todos descontraídos bebendo, ceando, cantando,
dançando, enfim uma alegria só.

Eu já tinha bebido muito além da conta, misturado vinho, cerveja, e outros, já lá


pelas três horas da manhã, muita gente já havia ido embora e outros já haviam se
recostado em algum canto da casa para tirar um cochilo.

Meu marido também já estava para lá de Bagdá, e outros mais fortes ainda
cantava e dançavam, iam virar a noite.

Eu já não me aguentando mais, resolvi ir me deitar um pouco, meu marido ia ficar


ainda farreando com os amigos. Fui para o meu quarto, tirei minha roupa ficando
só de calcinha, e me atirei na cama, desmaiei, nem consegui me cobrir por causa
do calor e suor do meu corpo, o efeito alcoólico, também ajudou para isso.

Já tinha me apagado, aí o bicho começou a pegar, o Silvio, um dos amigos de


meu marido, um belo homem de uns 28 anos, completamente bêbado, acabou
entrando no meu quarto.

Acho que ele procurava um canto para se recostar um pouco, mas me vendo
postada na cama de bruços e só protegida por uma minúscula calcinha, nem se
deu conta das coisas e foi logo mandando ver.

Ele embriagado e eu desmaiada, sem poder reagir, senti ele levantar minha
barriga e colocar dois travesseiros em baixo, fazendo meu rabinho ficar
empinado.

Eu completamente grogue nem sabia direito que estava acontecendo e nem


quem estava ali no meu quarto, pois a escuridão não deixava ver nada.

Ele puxou minha calcinha para o lado lambeu e lambuzou meu cuzinho, deixando
ele bem lubrificado, e sem mais preparativo se posicionou atrás de mim apontou
seu cacete duro em meu cuzinho.

Ele segurou firme em minhas ancas e foi metendo, ele atolou seu cacete de mais
ou menos 20 cm até o talo, fodeu pouco tempo, pois estava sobre um efeito
alcoólico imenso, mais acabou me fazendo gozar e também gozou me enchendo
o cuzinho de porra.

Devido a seu gozo forte ele acabou se jogando sobre meu corpo e adormeceu, e
eu também adormeci.
E quando eu acordei, e senti aquele corpo sobre o meu, achei que era de meu
marido, mas quando olhei, minha cabeça rodou, pois vi o Silvio, desmaiado de
bêbado e sono sobre mim.

Eu me apavorei e dei um jeito de sair debaixo daquele homem e corri para o


banheiro, me limpei, e o acordei e fiz ele ir se recostar em um sofá, nisso vi que
todos estavam recostados em algum canto a cochilar, até meu marido, pois se
aconchegou em um sofá e não conseguiu ir para cama.

Voltei para o meu quarto preocupada com aquilo e acabei dormindo novamente.
Presente Especial
Era Natal, e eu havia preparado uma surpresa especial para minha esposa, um
presente que ela jamais iria esquecer, mas tudo teria de ser bem planejado.

Tudo começou um mês antes do Natal, eu não tinha a mínima ideia do presente
desse ano para minha esposa Claudia. Nós dois já éramos casados há 15 anos e
todos os presentes que pensei em algum momento eu já havia presenteado,
então para esse ano ele queria um presente totalmente diferente.

Foi quando em uma noite de novembro, acabei chegando quinze minutos mais
cedo do trabalho, era final de semana e nosso filho estava na casa da namorada.
A casa estava um silêncio e Claudia, minha esposa já tinha me dito que iriamos
transar loucamente naquela noite, mas achei estranho o silêncio todo.

Subi no nosso quarto a porta estava entreaberta e minha esposa de lingerie na


cama, mas algo estava diferente, ela se acariciava e gemia baixinho enquanto
mordia os lábios, eu conseguia ver a buceta dela molhando toda a calcinha
enquanto ela enfiava dois dedos dentro dela.

Eu estava gostando de ver essa cena e já estava de pau duro dentro da calça.
Mas quando olhei melhor a cena vi do lado dela o notebook que usávamos, nele
estava rolando um vídeo pornô desses sites que todo mundo acessa. No vídeo,
dois caras comendo com vontade uma mulher, ela dava com vontade enquanto
um comia ela de quatro, o outro recebia um boquete bem babado.

Tudo isso durou não mais do que dois minutos, minha esposa já cheia de tesão
começava a gemer mais alto e mais alto enquanto enviava os dedos na buceta
bem lá fundo. Como num susto acho que ela percebeu a hora e já estava quase
na hora de eu chegar em casa, então fechou o vídeo, desligou o notebook e foi
direto para o banho.

Desci até a cozinha para tomar um copo d’agua, aquilo tinha me dado um fogo
tremendo, não fiquei com ciúmes nem nada do tipo, fiquei com um tesão vendo a
minha esposa se dando prazer assim sem nenhuma vergonha, já que ela nunca
tinha feito isso perto de mim.

Respirei fundo e subi para o quarto novamente, ela ainda estava no banho, entrei
fazendo barulho no quarto para ela perceber, abri a porta do banheiro e fui
dizendo:

– Oi amorzão, cheguei. Tudo bem com você? – Com a voz meio cansada e
ofegante ela me respondeu.

– Oi vida, tudo e com você? Estava te esperando para nossa noite. Você me dá
uns 20 minutos para eu me arrumar?
– Claro amor, vou tirar essa roupa aqui no quarto e te espero lá em baixo.

O box estava esfumaçado pelo chuveiro quente, a calcinha dela estava jogada no
chão próxima a porta, antes de sair peguei aquela calcinha para cheirar, estava
encharcada, ela estava morrendo de tesão. Naquela noite, transamos como um
casal adolescente, a noite toda, comi ela de quatro, gozei na boca dela, ela me
deu até o cuzinho, coisa que não fazia a muito tempo. Da em diante tive a ideia
do presente de natal daquele ano.

Voltando para Dezembro, festa de natal em nossa casa. Toda família estava lá e
a festa foi um sucesso, presentes, comidas, bebidas, risadas, tudo que se deve
ter em um natal.

Chegando ao fim da festa, todos os parentes já tinham ido embora, nosso filho
tinha ido passar o natal na casa da namorada, estávamos aquela hora sozinhos
dando uma arrumada no que tinha restado da festa. Então chegou a hora do meu
presente:

– Esse ano você não achou estranho eu não te dar presente amor?

– Eu entendo, acho que você não teve muito tempo de comprar, eu também não
tive, trabalhei tanto nesse último mês, pelo menos suas cuecas novas foram
garantidas rs.

– Eu adorei as cuecas, mas eu tive sim bastante tempo para pensar no seu
presente sabia. Aliás, é um presente que você nunca mais vai esquecer.

– Hummm, sério? E cadê meu presente?

– Então, preciso te levar em um lugar, vamos?

– Claro, já estou gostando.

Tinha alugado um quarto de um Motel umas 4 quadras da nossa casa, não queria
fazer aquilo em casa para não correr o risco de ninguém aparecer e também para
sermos discretos. Minha esposa não fazia a mínima ideia da noite que iria ter, e
toda aquela surpresa e tensão só iria aumentar o prazer dela. Chegando ao
Motel, ela abriu um sorriso bem safado.

– Ai finalmente você me trouxe nesse Motel hein, do ladinho da nossa casa.

– Sim, mas calma, o seu presente ainda não é esse…

– Uau…
Entramos no quarto 17 daquele Motel, já ouvia a respiração dela acelerada,
coloquei uma música para gente relaxar, abri um vinho, tomamos um pouco, para
ela ficar bem solta. Sempre que ela tomava vinho acendia um fogo nela, e
naquela noite ela iria precisar.

– Para eu te dar seu presente, sua surpresa, vou ter que te vendar no começo.
Tudo bem?

– Nossa, como você está safado hoje hein. Pode me vendar…

Vendei ela, naquela hora ela estava usando uma lingerie branca, bem pequena, o
corpo dela tinha um cheiro doce. Tirei toda minha roupa e deitei do lado dela na
cama, comecei beijando a boca a boca dela, apertava firme suas coxas, mordia
seu queixo, puxei ela pelo cabelo e falei:

– Me chupa vai…

Ela ainda vendada, veio descendo a língua pelo meu corpo, começou mordendo
minha barriga, ela passava a língua pela cabecinha, dava uma volta com a língua
pela cabeça, segurava firme meu pau com a mão e chupava como um sorvete,
sentindo o gosto.

Todo aquele clima já tinha deixado ela toda acessa, toda com vontade de dar.
Levantei e disse para ela ficar de quatro para mim, tirei a calcinha dela bem
devagar. Enquanto isso a surpresa dela entrava no quarto…

– Hoje vou fazer um desejo seu…

– Nossa, ainda tem mais? Tudo isso está tão gostoso, achei que essa fosse a
surpresa, o presente…

– Não, seu presente está bem ai na sua frente…

– Mas eu estou vendada…

– Estica a mão, pode pegar que é seu!

Ela, meio com medo, estica seu braço, enquanto ela faz o movimento eu termino
de tirar sua calcinha. Quando sinto que a pele dela se arrepia toda, ela encontra o
Michel, um garoto de programa de contratei para nossa noite de Natal.

– Nossa, era essa minha surpresa? Mas como você sabia?

– Cala a boca e aproveita e chupa essa rola!

Ela começa acariciar a barriga dele, mas não demora muito para cair de boca
naquela rola, chupa com vontade, sentindo o gosto dele. Enquanto isso vou
metendo com força na buceta dela que esta pegando fogo. Nunca pensei que iria
sentir tanto tesão em dividir minha mulher. Ela gemia com o pau dele na boca.

– Isso amor, me fode vai, fode!

– Está gostando dessa rola sua vagabunda?

– Uhum…

– Engole mais vai!

Ela chupava com gosto… Mas não estava satisfeita e eu sabia disso.

– Agora quero ver você sentando na rola dele!

Ela se levantou com minha ajuda enquanto o garoto de programa deitou na cama,
ela subiu por cima dele. Então ela começou a cavalgar bem devagar, enquanto
cravava as unhas no peito dele. Enquanto ela sentava bem devagar, eu falei no
ouvido dela:
– Agora que ele esta comendo sua buceta, eu vou comer o seu cu, piranha!
Ela sentava bem gostoso, eu apertei o rabo dela, abri tudo. Comecei enfiando a
cabecinha. E ela já começou a gritar:

– Ahhhh, isso! Quero dois me comendo, duas picas dentro de mim!

Comecei comer o cuzinho dela, bem devagar no começo, mas depois comecei a
colocar com raiva, para foder ela enquanto ela gemia.

– Isso amor, vai que eu vou gozar desse jeito!!! Ahhhhh

O corpo dela começou a tremer, ela gemia mais e mais. Isso era ela gozando.
Então comecei meter bem devagar até parar. Ela se deitou no lado da cama.

– Posso tirar a venda agora?

– Só um minuto – Pedi para o garoto de programa sair, ele se vestiu, já havíamos


acertado o pagamento antes e foi embora.

Ela tirou a venda dos olhos, me olhou com uma cara de safada…

– Eu não sei como você adivinhou, mas eu queria muito isso um dia.

– Que bom, e para mim foi muito gostoso também.

– Mas espera ai, você nem gozou, deixa que eu sei como te fazer gozar…

Nessa noite de Natal, nunca gozei tanto.


Presente de Natal antecipado
Essa reunião com certeza seria a mais estressante do ano. Estava cansada de
tantas reclamações sendo que minha administração era impecável, nunca em
toda a história a empresa tinha crescido tanto.

Mas parecia que os acionistas nunca estavam satisfeitos. Se não fosse o fato de
meu pai ter sido e sócio fundador dela eu já teria abandonado tudo e usado
minha herança para aproveitar a vida, mas não podia.

Pelo menos o restaurante escolhido para o bendito jantar era aconchegante, nada
extravagante e luxuoso demais, odiava esse tipo de ostentação.

Não nego que fiquei feliz em saber que não precisaria procurar um local para
estacionar já que o mesmo contava com serviço de manobrista particular e não
me preocuparia com o meu carro, minha única aquisição de luxúria na história de
minha administração da empresa.

Nesta época eu ainda morava com a minha mãe, de quem aliás, herdei meu
bumbum e seios fartos. Claro, abandonar minha mãe era algo que eu não
cogitava, jamais. Talvez por isso abandonei um pouco os prazeres do corpo e da
carne.

Nem me lembrava mais a última vez que tive uma gostosa noite de prazer com
um homem, e só de lembrar isso me dava calafrios. Quando essas sensações
aconteciam tinha que dar meus jeitos e meus brinquedinhos sexuais eram minha
melhor companhia.

Não era natural que uma mulher com 27 anos precisasse usar desses artifícios
para se dar prazer, mas não tinha tempo para ir à caça de um homem para
satisfazer meus desejos e não era o tipo de mulher que abria as pernas para
qualquer um, prova disso era que só tive dois homens na minha cama durante
toda a minha vida e os dois eram namorados que eu tive.

– Alô! Atendi o telefone.

– Sra Fernandes já estou a caminho do restaurante, deseja que eu faça alguma


coisa pela senhora. Era Alicia, minha secretária mais que eficiente, era meu anjo
da guarda.

– Alicia querida esqueci minha pasta em cima… nem terminei de falar.

– Já estou com ela senhora e também com seu tablet que na correria a senhora
acabou esquecendo. Disse ela!
– Ôh querida o que seria da minha vida sem você. Obrigada chegarei ao
restaurante em cinco minutos, beijos.

Desliguei o telefone e aumentei o som do meu carro. Música, precisava relaxar


para o que me esperava. Rihanna tocava quase que em volume máximo e eu
cantei até chegar perto do restaurante, então procurei controlar o volume e
respirar fundo.

Foi então que eu vi vindo em minha direção um homem, não um menino, não sei
era um ser delicioso do sexo masculino todo de preto com um gorro de natal.

Na hora pensei que o Papai Noel teria mandado meu presente adiantado, afinal
o natal era apenas na semana seguinte.

Parei o carro em frente ao restaurante e então aquele belo par de olhos verdes e
aquela boca carnuda com dentes brancos e perfeitos me recepcionou, claro que
não sem antes apreciar meu carro, ele era motivo de parar o trânsito literalmente
um Audi R8 GT Spyder. Só existi dois no Brasil e eu o adorei justamente por isso,
exclusividade.

– Senhora, boa noite! Se me permite. Ele abriu a porta do carro para mim e
estendeu sua mão para que eu saísse com segurança.

Mesmo sabendo que esse atendimento era de praxe em estabelecimentos tão


bem frequentados, tocar sua mão e sua atitude despertou em mim um desejo
incontrolável, um tesão a muito tempo esquecido.

– Obrigada! Cuide bem do meu bebê, ok? - Respondi dando uma leve mordida na
boca para quem sabe assim controlar a sede que eu sentia naquele momento.

Devia estar louca, só podia ser o cansaço e o estresse me dominando, mas com
certeza relaxar nos braços deste macho seria maravilhoso. Ó Deus o que eu
estava pensando, ele tinha jeito de menino, talvez fosse até menor de idade, mas
não me importei e desejei ele mesmo assim.

– Sim senhora, cuidarei dele com certeza. Respondeu ele com um sorriso um
tanto quanto travesso que foi o que bastou para que eu criasse coragem de tocar
em seu braço e falar.

– Cuide dele então ou irei castigar você! Ele me guiou até a porta do restaurante
e depois se virou para a direção do meu carro e saiu dirigindo ele. Nossa, ver ele
atrás do meu volante era ainda mais excitante e fez sentir meu coração pulsar lá,
entre as minhas pernas.

– Não se preocupe senhora, o Jeff é um dos nossos melhores manobristas, tem


cara de menino mas tem carteira de habilitação e é bem hábil ao volante. Disse o
recepcionista ao perceber meu interesse no homem que dirigia meu carro.
– Hum bom saber, obrigada. Respondi ainda olhando na direção que o carro tinha
sumido de minha visão.

– Sra Fernandes, chegamos juntas, boa noite! Era Alicia vindo ao meu encontro e
me tirando do transe que eu me encontrava. Ela percebeu algo no ar, algo além
do carro em si.

– Olá Alicia, que bom que você chegou, odeio chegar nos lugares sozinha.
Vamos entrar. - Falei a puxando pela mão acompanhando o recepcionista que a
essa altura já sabia quem eu era e onde deveria me levar.

E lá estava eles, os acionistas, bando de carniceiros esperando qualquer deslize


meu para tomar posse da presidência da empresa, mas isso não ia acontecer,
pelo menos não hoje. Olhei para Alicia ao meu lado de um suspiro e sorri.

– Vamos a cova dos leões minha querida.

A reunião em si foi tranquila, como já sabia não tinha como me sentir ameaçada
por eles, por mais que quisessem encontrar uma maneira de me derrubar isso era
quase impossível, pois eu era uma excelente administradora graças a minha
formação em administração de empresas e a toda a bagagem de conhecimento
que pude conquistar nos dois anos em que trabalhei com meu pai antes de sua
morte.

Tive alguns aborrecimentos como comparações a minha administração com a do


meu pai, sendo a minha muito mais enérgica do que a dele que sempre teve o
pulso solto demais em decorrência a sua extrema bondade.

Eu era bondosa, mas na empresa era um tanto egoísta visando sempre os lucros
e não medindo esforços para consegui-los.

Percebi que já tinha se passado quase duas horas que eu estava ali escutando
aquele monte de besteiras, a Alicia já tinha se retirado para se encontrar com o
noivo, eles iriam ao cinema.

Ela merecia ser feliz e eu estava tentando a ajudar a conquistar seus objetivos,
assim éramos parceiras, pois ela me ajudava e eu a ajudava.

Fui ao banheiro antes de sair do restaurante e me olhando no espelho pensei em


como o tempo estava passando, eu era uma mulher bonita e não aproveitava de
minha beleza para me divertir um pouco. Foi ai que lembrei, o Jeff, ele era uma
bela opção de diversão, e fui ao seu encontro.

– Onde encontro a saída para o estacionamento? Perguntei ao garçom que me


indicou uma porta bem próxima onde tinha uma escada que me levaria ao meu
carro.
Ótimo até agora estava tudo indo bem. Sai do restaurante sem ser notada, não
me despedi de nenhum dos acionistas, mas também não tinha a intenção de
fazê-lo, estava cansada demais para mais formalidades.

Ao descer as escadas a luz era fraca, mas meu carro era facilmente notado
tamanha a sua beleza apesar de ter apenas mais três carros ali.

Olhei em volta para ver se tinha alguém por perto e então notei alguém sentado
em um sofá num canto mais escuro do estacionamento. Perfeito! Era ele lindo
com a camisa aberta até a metade desvendando um peitoral perfeito e definido,
mas pernas estavam abertas e ele parecia cochilando o que foi o suficiente para
me dar nova direção, a dele.
Quando parei na sua frente ele abriu os olhos, mas não se surpreendeu.

– Posso ajudá-la Sra. A chave do seu carro está lá em cima, mas posso pegá-la
agora mesmo. -Disse ele ainda sentado e com um sorriso muito maroto para
mim.

Segurei a chave que eu já tinha solicitado junto a recepção em uma das mãos e
ele olhou para mim com dúvida.

– Sim, você pode me ajudar querido, basta você querer. - Respondi a ele e como
fui correspondida com um sorriso e uma leve mudança em sua postura corporal
eu não pensei duas vezes.

Soltei minha bolsa e chaves no chão ao meu lado abri minhas penas com
facilidade pois estava usando um vestido justo no corpo mas levemente solto nas
pernas e me joguei sobre seu corpo, agora sim o assustando para valer.

Tomei sua boca como se estivesse ainda com muita fome, mas na verdade eu
estava com fome, um desejo incontrolável de ser devorada.

Agora restava saber se eu iria ser correspondida. Só que para minha surpresa foi
ainda melhor do que eu imaginava. Ele me pegou com volúpia com tanto desejo
quanto eu.

Seu beijo era urgente e quente e sua língua dominou minha boca facilmente, ele
sabia o que fazia. Suas mãos percorreram minhas costas em toda a sua extensão
me fazendo curvar várias vezes tamanha a força de sua pegada.

Meu vestido já estava acima da minha cintura e suas mãos com rapidez estavam
indo de encontro aos meus seios e assim que chegaram me fizeram gemer de
prazer.
Só nesse momento ele abandonou minha boca e foi direto a um dos meus seios
enquanto o outro era castigado pelo aperto de seus dedos no bico, um castigo
extremamente delicioso.

Enquanto ele se deliciava eu aproveitei para explorar seu corpo. Ele era mais
forte do que eu imaginava e quando cheguei ao seu pau dei uma leve risadinha,
era enorme.

Ele percebeu, e também sorriu e eu aproveitei a deixa para abrir o botão e zíper
das suas calças liberando assim aquele maravilhoso instrumento de prazer do
presídio que ele se encontrava. Agora nossos olhares se encontraram mesmo
pela primeira vez.

– Você não deveria ter feito isso. Vai ser minha aqui e agora! Disse ele me
beijando em seguida levantando nossos corpos juntos.

Me carregando com a força daqueles braços super definidos e me colocou no


lugar em que ele estava sentado, desta vez ficando de joelhos aos meus pés, eu
adorei aquela visão.

Abriu minhas pernas e rasgou minha calcinha de renda preta em apenas um


puxão. Eu dei um suspiro em reação ao que ele tinha acabado de fazer e ele se
divertiu.

– Ainda pode desistir se quiser, te dou essa chance. Disse ele, mas quem disse
que eu queria desistir, eu queria isso e muito mais.

– Não ouse em parar meu querido, ou quem vai te castigar sou eu.

Não precisei terminar de falar ele pegou minhas pernas abriu sem nenhuma
cerimônia ou cuidado, e suas mãos subiram grosseiramente a lateral de cada
uma das minhas coxas me arrepiando o corpo todo.

Quando ele chegou nela colocou desta vez delicadamente um dos seus dedos
dentro de mim e arregalou os olhos.

– Tão apertada, quente e molhada, tão perfeita!

Seus dedos começaram com um balanço em meu clitóris delicioso fazendo meu
corpo reagir fazendo meu corpo balançar ao mesmo ritmo de seu toque.

Era excitante demais, ele sabia muito bem o que estava fazendo e eu precisava
justamente disso alguém que soubesse o que fazer e não que eu precisasse
ensinar a fazer como queria.

Cheguei ao orgasmo logo fazendo meu corpo se contrair e soltando um gemido


de prazer que o fez entrar em combustão.
Ele tirou os dedos de dentro de mim mesmo antes de eu me recuperar me
fazendo sentir a falta deles e os passou em sua boca. Nossa isso foi excitante
demais.

Ele colocou o preservativo e logo senti algo perto dela tentando aos poucos abrir
caminho dentro de mim e quando conseguiu foi perfeito. Nossos corpos se
encaixaram com perfeição e isso o fez gemer.

– Meu Deus como você é apertada, isso é bom demais, você é gostosa demais.

E então começou as investidas com mais velocidade e intensidade me fazendo


gemer várias e várias vezes, ele era superdotado, mas nada que causasse mais
dor do que prazer, simplesmente perfeito para meu corpo.

Com o intenso movimento de nossos corpos e ajudada por sua boca que estava
devorando meus seios logo estava entrando mais uma vez em um orgasmo só
que desta vez ele não deixou.

– Calma querida, desta vez vamos fazer isso juntos.

Ele beijou minha boca e me pegou no colo mas sem separar nossos corpos me
apoiando na parede ao lado do sofá que nos encontrávamos.

Sustentando meu corpo apenas com as mãos, ele continuou metendo forte e
gostoso dentro de mim, agora sim nos preparando para um orgasmo juntos.

E foi maravilhoso quando ele chegou perto me beijou com força mordendo vez ou
outra meus lábios e apertando minha bunda com força, me fazendo delirar de
prazer e gozar junto com ele naquele momento.

Assim que terminamos senti que suas pernas fraquejaram e coloquei as minhas
no chão procurando sustentar meu corpo, o que também não foi fácil, mas ele
assim que me soltei da cintura dele pressionou meu corpo contra a parede mais
uma vez e me beijou doce e quente.

– Vou precisar agradecer ao Papai Noel pelo meu prazeroso presente de Natal
adiantado. Mas qual o nome do meu presente para que eu possa agradecer?

Rimos juntos com a piada e percebi que aquele também tinha sido meu tão
esperando presente de Natal.
Papai Noel Safado
Na minha cidade, nessa época do ao, existe a casinha do Papai Noel onde as
crianças levam as cartinhas a ele. Hoje, fui dar uma volta com uma amiga,
paramos em um barzinho, em frente à Casa do Papai Noel.

Fiquei observando as crianças, fazendo fila para sentar no colo do Noel. Fantasiei
naquele momento, e como de costume pensei que não poderia deixar passar.
Disse a minha amiga que também iria sentar no colo do papai Noel.

Fiquei na fila, sentindo os olhares dos pais das crianças, adorando a situação. Eu
usava uma blusinha branca, colada no corpo, shortinho jeans, curto, que
deixavam minhas pernas e o bumbum ainda mais em evidência. Chegou minha
vez, fui sentando no colo dele, me mexendo, praticamente rebolando para me
acomodar.

– Qual é o seu pedido, minha filha? – Ele perguntou passando os olhos pelas
pessoas que ainda estavam na fila.

Eu levei minha boca até sua orelha, observando que a barba, os cabelos brancos,
e a barriga fofinha eram reais.

– Eu fui uma menina muito má. Eu preciso ser castigada. Eu vou esperar toda
essa gente ir embora. Eu preciso de uma punição drástica.

Eu respondi sussurrando, e voltado meus olhos aos dele, sorrindo delicadamente


e deixando o lugar. Voltei para o barzinho, fiquei sentada em um ponto no qual
pude observá-lo todo tempo, e puder notar, diga-se de passagem, sua
inquietação olhando para os lados, aparentemente me procurando…

Todos foram embora, quando me levantei e fui até ele, que se levantava de seu
trono.

– Pensou que eu ia embora sem ser castigada?

Ele me olhou atônito, assustado.

– Papai Noel, não se nega nada a uma garota.

Ele parecia estar mudo, e vendo isso, fui entrando na casinha, pequena, bem
decorada, observando tudo, mas principalmente se ele estava atrás de mim. Dei
um giro pela casa, e parei na cozinha, de frente a um balcão, fui passando a mão
por fora da calça vermelha, fazenda caricias. Mordi os lábios, olhei fixamente para
ele.

– Sabe, eu me livrei da minha amiga, para poder te dar uma carona hoje.
Ele veio até mim, me fez abaixar. Fiquei olhando para ele e toquei seu pênis,
fazendo um movimento até poder observar que ele realmente estava excitado.

– Olha só, Noel… Safadinho!

Ele me puxou pelo braço, me levou até o quarto, bem pequeno, com a cama
pequena, decorado basicamente em branco, verde, vermelho e dourado. Ele me
jogou na cama.

– Olha só ele é apressado.

Fiquei estirada na cama, observando aquele homem, gordo, barbudo, de cabelos


brancos, toca e roupa vermelhas tirando o cinto e me olhando feito um lobo que
iria devorar sua presa. Quando ele finalmente fala:

– Eu sou um chupador de bocetas.

Eu abaixei meus shorts, fiquei de calcinha. Ele se sentou na beirada da cama e


ficou acariciando-me por cima da calcinha enquanto se masturbava, já sem as
calças, sem cueca. Somente com a parte de cima da fantasia.

– Papai Noel, não tira a toca. – Eu pedi enquanto segurava sua cabeça indo em
direção a minha calcinha, e ele passava a língua, fazendo um vai e vem, me
fazendo me retorcer.

Comecei a ofegar, gemer ao sentir que ele me empurrava à calcinha pro lado e
lambia enfim, meu clitóris. ele chupou, delicadamente e bruscamente ao mesmo
tempo. Sugou de um jeito que eu mal sei explicar.

Só sei que gemia, gemia. Eu me sentei na cama, ele frente a mim. Comecei a
masturbá-lo olhando naqueles olhos, azuis e pequenos.

Sugava e mamava a cabecinha quando ele tirou a rola de minha boca, deu um
tapinha com ela em meu rosto e me jogou novamente a cama. Veio por cima,
penetrando, fazendo certa força. A cabeça de seu pênis era deliciosamente
grossa.

Todo dentro, e ele cravou! Foi metendo em um ritmo gostoso, enquanto ofegava.
Colocou-me sentadinha, sentadinha no colo do bom velhinho. Com a diferença de
que seu pênis entrava dentro da minha buceta, me possuindo, me rasgando.

Tive um orgasmo, melando seu pênis todinho. Então sai de cima, me ajoelhei e
voltei a masturbá-lo. Masturbar e chupar, colocando seu pênis todo dentro da
boca, até quase engasgar.
Voltando para cabecinha e me deliciando, mamando desesperadamente
chupando, até que prendo a ponta da língua na cabecinha.

Dou um beijo e… Um jato de porra escorre meus lábios. Passo a língua para
aproveitar todo seu leite. Fiquei olhando para ele, recapitulando tudo que
aconteceu. Eu só sei de uma coisa: eu quero um presente desses em todos os
finais de ano!
Primo da minha Mãe
Meu nome é Julia tenho 23 anos, sou branca, tenho um corpão de violão, rosto
de mulherão e longos cabelos negros, meus olhos tem um castanho esverdeado
muito diferente, meus seios são grandes e redondos meu bumbum é grande e
empinado.

O que eu vou contar ocorreu há mais ou menos cinco anos atrás. Eu me casei
com 19 anos como casei muito nova sempre tive muita dificuldade em me manter
fiel, claro que não consegui, e olha que todos os dias eu fazia sexo com meu
marido, mas mesmo assim eu sentia muito prazer em traí-lo com quem fosse não
importava.

Tenho uma família muito grande moramos todos no mesmo bairro, por isso
sempre nos reunimos na casa da minha vó, da minha mãe ou de alguma das
minhas tias.

Num certo fim de semana estamos todos reunidos tinha tanta gente que parecia
uma festa os adultos bebiam e dançavam, davam risadas, as crianças brincavam
e se divertiam na piscina.

Em uma determinada hora na festa a minha vó pediu para eu chamar a minha tia
Evellin, mas eu não a encontrava em lugar nenhum.

Foi aí que imaginei que ela poderia ter ido na sua casa que ficava na mesma rua,
então fui até lá procurá-la.

Ela tinha aproximadamente 34 anos, loira com belas curvas. Quando cheguei na
sua casa, ouvi um certo barulho vindo do quarto dela e pensei em lhe dar um
susto.

Então entrei de pontinha de pé, e quem tomou um susto fui eu. Ela estava na
cama com o primo dela. Ele era meu primo de segundo grau, devia ter uns 35
anos. Moreno, corpo bonito bem torneado, com braços fortes e um tórax
maravilhoso.

Algumas vezes eu tinha olhado para ele com certa maldade...

Mas enfim, eu o ví fodendo minha tia. De onde eu estava conseguia ver o pau
dele entrar e sair de sua xana toda melada e ela gemia de prazer. Pensando
estarem sozinhos na casa, ela gritava sem pudor e de forma intensa.

Eu fiquei alí olhando não conseguia parar, pois aquilo me excitava muito.

E como ele era gostoso! Quando ele gozou, eu saí antes que me notassem e
voltei a festa. Disse a minha vó que não havia a encontrado.
Depois de uns quinze minutos ela voltou, demorou um pouco e ele também
chegou. Quando minha vó perguntou onde ela estava, ela disse que tinha ido
comprar cigarros.

Quem ela achava que estava enganando? Era possível sentir o cheiro de sexo
que emanava de seus poros e na sua cara sinais claros do muito prazer que ela
tinha acabado de desfrutar, que safada …

Eu tive vontade de contar mais não podia. Passaram-se alguns meses e o Natal
se aproximava de novo. Eu ainda estava casada, embora tivesse passando por
alguns problemas no meu casamento pois meu marido bebia muito e não me
dava muita atenção.

E isso já me dava mais vontade de traí-lo. No dia 24, véspera de natal, durante a
festa era fácil ver minha tia e meu primo de segundo grau trocando olhares de
muito desejo.

Meu marido estava lá na festa mais não me dava muita atenção já bebia muito, e
quanto mais bebia mais chato ele ficava.

Ceiamos meia noite como de costume na minha família e depois continuamos


nos divertindo.

Um amigo da família chegou desejou feliz natal a todos e quando veio falar
comigo todo amoroso, meu marido ficou bravo e queria brigar com esse amigo
da minha familia.

Tentei controlar ele, mas não conseguia. Ele me xingava de vagabunda e de puta
eu fiquei muito triste. Como nosso carro estava no conserto, ele pediu o carro ao
meu primo dizendo que iria dar uma volta para esfriar a cabeça.

Foi então que eu disse ao Maike (Meu primo) para não emprestar o carro que ele
estava muito bêbado.

Ele disse que seria melhor, pelo menos eu poderia me divertir em paz. Meu
marido pegou o carro e saíu cantando pneu.

Eu fiquei preocupada de ele sofrer algum acidente, mas a festa continuou e eu ví


quando o Maike saíu disfarçadamente e logo após minha tia saíu atras dele.

Me deu uma inveja. Eu fiquei triste e comecei a beber mais e mais aos poucos as
pessoas começaram a ir embora.

Já passava das quatro horas da manhã e meu marido não tinha voltado ainda.
Sentei no sofá e fiquei vendo um dvd clipe na tv. Passou-se meia hora eu já
estava chorando.
Minha vó, minha outra tia e meu tio tinham ído dormir no andar de cima. Minha
mãe foi para casa, e não tinha mais ninguém acordado na casa além de mim.

De repente ouvi um barulho no portão o meu primo Maike entrou. Aí eu lembrei


que ele ainda não tinha ido embora.

Ele perguntou do meu marido eu disse a ele que avisei para ele não emprestar o
carro. Ele disse que tinha sido melhor assim, que estava tudo bem e perguntou se
eu estava chorando.

Eu disse que não, mas ele insistiu e eu acabei falando para ele tudo que estava
se passando até das traições eu falei.

Ele riu e disse que era normal eu procurar fora o que não achava em casa e que
meu marido era um bobo, que não me merecia, que não se fazia isso com uma
mulher tão linda.

Ele segurou em meu queixo, levantou meu rosto me fazendo olhar para ele.

Eu olhei com os olhos cheios de lagrima e ele me beijou suavemente. Eu tentei


recuar, mas não consegui. Ele me beijava muito gostoso enquanto sua mão
começava a percorrer meu corpo furiosamente.

Ele enfiou a mão embaixo do vestido que eu usava e tocou minha xaninha por
cima da calcinha. Eu estremeci e me dei conta do que estava fazendo.

Me levantei do sofá e disse a ele para ir embora. Ele disse que não poderia ir pois
aquele horário não tinha ônibus e meu marido tinha levado seu carro.

Ele se aproximou de mim e me beijou novamente. Eu não tive mais forças para
resistir e me entreguei toda a ele. Ele desceu as alças do meu vestido deixando
meus seios a mostra e os beijou com paixão.

Ele lambia o mamilo enquanto segurava com a mão e eu ía ao delírio. Gemia


baixinho, enquanto procurava com minha mão o volume que crescia dentro de
sua calça.

Passei minha mão e apertei ele. Fui abrindo devagar seu ziper, ajoelhei na sua
frente e coloquei aquele pau gostoso todo na minha boca.

Enquanto eu o chupava, olhava para ele e via sua cara de prazer quando engolia
ele todo.

Que delícia! Quantas vezes eu tinha desejado aquele homem gostoso e ele nem
sabia. Ele ficou falando:
- Vai priminha gostosa, me chupa, chupa seu primo sua filha da puta, chupa bem
gostoso engole tudo.

E eu me excitava mais ainda, ele me segurava pelo cabelo e metia na minha


garganta, ele mandou eu deitar no sofá tirou minha calcinha, abriu bem minhas
pernas e disse:

- Fica quietinha que vou te fazer delirar de tesão.

Ele encostou de leve a língua na minha buceta que já estava muito molhada e
enfiou um dedo enquanto lambia meu grelinho. Estava uma delícia. Ele me
masturbava com o dedo enquanto me chupava, eu segurava ele pelo cabelo e o
puxava enfiando sua cara mais ainda na minha buceta molhada.

Gozei na sua boca gostosa entre gritos e gemidos abafados. Ele se sentou no
sofá e me pediu para cavalgar ele. Eu sentei e fui descendo minha buceta
naquele mastro e comecei a descer e subir de frente para ele rebolando.

Ele me segurava firme pela cintura me pressionando contra ele para aumentar
ainda mais a pressão, e perguntava:

- Está gostando vadia de dar para o primo da sua mãe?

Eu dizia:

- Está uma delícia, me fode primo!

Ele ficava louco e dizia:

- Eu falei que você ia se divertir mais se aquele corno saísse, deixa ele com meu
carro enquanto eu como a mulher dele bem gostoso. Fica de quatro priminha…

Eu fiquei de quatro, ele colocou uma mão na minha xana e ficou massageando
meu clitóris enquanto colocava seu pau dentro de mim e naquele maravilhoso vai
e vem eu gozei e pedi:

- Fode forte gostoso que eu vou gozar

Ele disse para eu gozar no pau dele e estocava com muita força, enquanto eu
gozava ele começou a passar o dedo no meu cuzinho e foi colocando o dedo
devagar.

Depois ele com muita dificuldade colocou o segundo dedo. Eu falei para ele nem
tentar que no cuzinho...

- Não disse que eu iria ser carinhoso? Estou estava louco para comer o seu
cuzinho
E deixei, ele foi me masturbando e colocando aos poucos doeu bastante não foi a
primeira vez que fiz anal, é que fazia um tempo que eu não fazia por isso ficou
difícil, mas ele soube fazer de um jeito que só doeu na hora de entrar e depois
ficou uma delícia.

Eu gosto muito de dar o cuzinho, Sinto um prazer enorme. Eu rebolava no pau


dele, gemia e mandava ele me foder com força alí na sala da minha vó.

Eu lembrava de quando vi ele comendo minha tia e ficava mais excitada ainda.
Então eu disse a ele:

- Me come igual você comeu a minha tia, seu safado.

Ele parou um pouco, eu olhei para trás, ele deu uma risada bem safada muito
surpreso com o que eu disse e falou:

- Não posso foder você igual eu fodí ela, voce é muito mais gostosa minha
priminha puta. Eu sempre que eu quiser te comer. Você vai dar para mim não é?

Eu disse:

- Sim, sempre que você quiser gostoso, eu deixo você me foder.

Ele começou a bombar com muita força e anunciou que ía gozar. Ele encheu meu
cú de porra e sentou no sofá.

Eu peguei minha roupa e fui para o banheiro, tomei um banho rápido e quando
voltei a sala ele tinha colocado a roupa e estava dormindo no sofá.

Fui para o quarto mais próximo e me deitei. Cochilei por meia hora e ouvi o
barulho do carro, era meu marido.

Ele entrou e continuava bêbado. Disse que estava na casa de um amigo e deitou
do meu lado e queria fazer sexo comigo.

Eu não queria, mas ele começou a ficar bravo e eu tinha medo que ele
percebesse algo diferente em mim, mas ele quase que me tomou a força.

Abriu minha perna me chupou um pouco e meteu o pau em mim e começou a


bombar.

Eu olhei e ví que na porta do quarto que a gente estava tinha alguém. Era meu
primo. Ele estava olhando meu marido me comer eu fiquei excitada e colaborei
mais com meu marido.
Abrí bem as pernas até que ele gozou e dormiu eu também dormi. Quando
acordei, meu primo já não estava mais na casa da minha vó. Ele tinha ido embora
de madrugada e nem se despediu.

Mas a gente ainda iria se ver muitas vezes...


Natal com meu Cunhado
Era noite de Natal, estava doida de tesão, querendo a qualquer custo a piroca do
meu cunhado. Meu marido estava na casa da mãe e eu sozinha na minha.

Depois da meia noite, meu marido chegou, estava passando mal. Entrou e foi
deitar para dormir. Estava no portão conversando com alguns vizinhos, com um
vestidinho bem curtinho e sem calcinha, quando olhei para o alto da rua e vi meu
cunhado descendo de carro. A buceta piscou na hora!

Foi quando ele parou, desceu do carro, me olhou e disse:

- Como você está gostosa!

Eu sentei no capô do carro, com a perna um pouco aberta, só para ele olhar
minha buceta, que nesse momento já estava toda molhada só de imaginar o pau
dele entrando em mim. Ele gostou do que viu, e disse que queria me comer.

Como meu marido estava em casa dormindo, entrei no carro e levei meu cunhado
para uma chácara abandonada. Sem pensar duas vezes já fui tirando a bermuda
dele e chupando aquela piroca gostosa, que mais parecia um pedaço de pau de
tão dura que estava.

Mamei aquele pau, como se o mundo fosse acabar. Ele empurrava a minha
cabeça contra a piroca dele, querendo me fazer engasgar, mas quanto mais ele
empurrava mais eu engolia, olhava para cara dele e ria …

Ele não aguentou, me levantou, me colocou contra a parede e me fodeu, me


fodeu, me fodeu… Socava com força aquela pica, e eu pedia mais… Batia na
minha bunda enquanto eu pedia para ele socar com força na minha buceta.

Não aguentei e gozei, lambuzei a pica dele toda. Que gozada gostosa! Mas não
parou aí. Não aguenteii, inclinei o corpo e pedi para ele botar no meu cu.

Ele estava doido de tesão, com a piroca mais dura que um ferro.

Puxava meu cabelo e socava no meu cu. E eu pedia para socar mais forte, e
mais forte, pedia para ele colocar na minha buceta e no meu cu, assim ele fez até
eu gozar de novo.

E eu querendo mais pau no cu, e ele metendo até que ele disse que iria gozar,
quando ele urrou eu tirei o pau do meu cu, abaixei e chupei.

Aquela piroca jorrando porra na minha boca e eu lambia, me lambuzada sem


deixar nenhuma gota.
Fechei o shorts dele e fomos para casa, nos despedimos e eu entrei.

Quando abri a porta de casa, meu marido estava acordado na sala, perguntou se
eu estava dando para o irmão dele, eu disse que não, que se ele quisesse
comprovar, era só chupar minha buceta.

Pois ele levantou meu vestido e caiu de boca minha buceta toda lambuzada de
tanto levar pirocada do irmão dele, e ele chupava, uma chupada gostosa, tão
gostosa que me deu vontade de sentar no pau dele também.

Pois eu sentei, quiquei, rebolei, e ele chupava meu peitinho e ficamos assim até
que gozei pela terceira vez.

E meu marido satisfeito gozou também, gozou no meu peitinho, aquela porra
quente escorria sobre meu corpo….

Depois de presentear os irmãos, fui dormir satisfeita, com a buceta ardendo, mas
querendo mais.
Minha Prima Amandinha
Eu tinha 18 anos quando fomos passar o Natal na casa dos meus tios, em
Barbacena. Fazia muito tempo que nós não os víamos, mas a família fez um
grande esforço para todos irmos lá, incluindo os meus avós.

Durante a viagem, eu só pensava em uma pessoa: Amandinha: Ela era a minha


prima. Quando a gente tinha uns 12 anos, nós éramos inseparáveis.

Meus tios ainda moravam no Rio de Janeiro, e nos víamos nas férias
praticamente todo dia. Tínhamos a mesma idade, e eu no fundo sempre fui meio
a fim dela, mas nunca contei para ninguém.

Fazia já 5 anos que eu não a via. Estava muito curioso para saber como ela havia
crescido. Quando chegamos na casa dos meus tios. Amandinha foi a primeira
pessoa que eu vi.

Entramos com o carro na garagem e lá estavam todos eles. Prontinhos para nos
receber. E Amandinha… Bom. Ela estava estonteante, poucas mulheres na
minha vida eu havia visto que eram tão lindas quanto ela.

Tinha os cabelos castanhos escuros, longos e encaracolados, olhos verdes e


lábios deliciosos. Media cerca de 1,75m um pouco mais alta que eu.

Ela bastante magra, com duas pernas lindas que estavam levemente queimadas
de sol. Ela vestia um shortinho bem curto, tinha uma bunda empinada e bem
durinha e seios médios bem suculentos.

Assim que chegamos, cumprimentamos nossos tios e fui falar com Amandinha.
Ela me abraçou, deu dois beijinhos na bochecha e disse:

– Nossa, como você cresceu, hein, primo. Quase não te reconheci.

– Pois é, você também, ficou mais alta que eu. Antigamente você era uma
tampinha.

– Ah, que isso. Isso é mal de família, você sabe.

Isso era verdade, o pai de Amandinha era um homem bem alto, e parecia que ela
também havia crescido bastante. Principalmente os seus seios, que eu fiz
questão de olhar bem de perto quando a gente se abraçou.

Nos ajeitamos na casa para passar o feriado. Eu fiquei no quarto dos hóspedes,
que ficava em frente ao quarto da Amandinha.
No dia 23, a gente jantou todo mundo na long mesa que havia na casa. Eu não
tirava os olhos de Amandinha durante a refeição, sua beleza era hipnotizadora.
Entre uma conversa e outra que eu não estava prestando atenção, minha mãe
começou a falar.

– E Amandinha e Juninho (eu) hein? Como cresceram. Eu lembro que eles não
viviam um sem um outro.

– Pois é, minha filha – disse minha tia, mãe de Amandinha – Mas também, do
jeito que Amandinha era gamada no Juninho…

Tanto eu quanto Amandinha ficamos chocados. Ela então tratou de repreender a


mãe, com um sorriso envergonhado.

– Mãe! Isso não é verdade!

– É sim, minha filha. Você era caidinha por ele. Ficava me perguntando “quando é
que o Juninho vai vir aqui?”, “O Juninho pode dormir aqui, mãe?” E essas coisas.

O rosto de Amandinha estava completamente vermelho de vergonha.

– Para mãe! Não é isso! Ele era meu amigo, só isso!

Amandinha tentou disfarçar, mas meus tios ainda continuavam brincando com
isso. Acabou que a conversa foi para outro lugar e esse assunto acabou
morrendo.

Mais tarde naquela noite, eu estava indo para o meu quarto, quando Amandinha
apareceu me chamando:

– Ei! Vem cá! Quero te mostrar um negócio!

Ela me chamava no corredor. Eu a acompanhei. Nós saímos pela porta dos


fundos que ficava na cozinha. Ninguém nos viu saindo.

Amandinha me levou pelo caminho de pedras que havia até a piscina. Lá ela
abriu o quartinho que tinha as coisas da piscina e saiu com um cooler pequeno.
Ela foi até mim, que estava sentado na borda da piscina, e abriu o cooler. Dentro
havia algumas garrafas de Ice no gelo.

– Minha mãe não gosta que eu beba nas festas de família, então eu escondi aqui
para beber depois. Você me acompanha?

Aceitei, peguei uma Ice e ela também e começamos a beber e conversar.


Comecei a conhecer mais sobre Amandinha nos últimos anos, e quanto mais eu
bebia e agente conversava, mais vontade eu tinha de beija-la, de fodê-la alí
mesmo.
Depois de um tempo, ela se virou para mim e perguntou:

– Ei, primo, você fuma?

– Fumo o que?

– Ah, você sabe. Erva e tals.

– Ah. Sim, eu fumo, por quê?

– Porque eu tenho um pouco aqui comigo, você quer?

– Claro, manda aí.

Ela puxou um saquinho com um pouco de erva do bolso e uma seda e começou a
enrolar um baseado. Naquele momento eu percebi que Amandinha já não era
mais a garota que eu brincava com doze anos, ela já tinha virado uma adulta.
Bebia, fumava… E provavelmente já transava muito.

Amandinha enrolou um baseado quase perfeito e acendeu. Ela puxou um pouco


e depois passou para mim. Nós ficamos fumando e conversando lá durante mais
algum tempo. Quando eu decidi perguntar a ela.

– Ei. Aquilo lá que a tua mãe falou. É verdade.

– O que?

– Você sabe. De você ser a fim de mim.

Ela deu novamente uma risadinha envergonhada.

– Ah, primo, deixa disso.

– Ah, qual foi. Está só entre a gente. Pode falar.

– Ah, bom. Eu gostava sim um pouco. você era tão bonitinho e me tratava tão
bem.

– Era, então quer dizer que eu não sou mais bonitinho? – perguntei, brincando.
Ela riu e respondeu.

– É, você está um pouquinho menos bonitinho agora.

– Nossa, que história engraçada.

– Por quê?
– Bom, eu meio que era a fim de você também.

Ela deu uma risada, e disse:

– Então você me achava bonitinha também?

– Sim, e muito divertida.

– E agora? você ainda me acha bonitinha ou eu fiquei mais feia?

– Nem um pouco. você está linda, Amandinha, minha nossa.

Ela ficou envergonhada de novo.

– Ah, brigada.

– Eu te beijaria agora mesmo.

– Que isso!

– Estou falando sério, quero muito te beijar agora. Aqui, a luz do luar.

– Deixa disso, garoto. Não estamos mais com 12 anos.

Eu me aproximei dela. Achei que ela iria para trás, mas sla não recuou.

– Por isso mesmo. Estou louco para te beijar, e também fazer outras coisas.

– Hmm, que outras coisas hein, Juninho?

– Ah, você vai descobrir.

Eu botei a mão em seu rosto e a beijei. Não sei se era o tesão que eu estava ou
se era a erva que a gente tinha fumado, mas eu me perdi completamente nos
lábios de Amandinha.

Ela pegou na minha mão e botou no peito dela. Era delicioso sentir aquele
peitinho macio em minhas mãos, já estava com o meu pau latejando enquanto eu
beijava ela.

Mas de repente, a gente ouviu uma voz. Era a mãe de Amanda.

– Amanda!? você ta aí, minha filha.

A gente parou de se beijar na hora. Estava completamente escuro aonde a gente


tava, a minha tia gritava na porta da cozinha.
– Estou sim mãe. Estou aqui com o Juninho, a gente estava conversando.

– Vem para dentro, minha filha. Aí está muito frio. você vai pegar um resfriado.

– Está bem, mãe!

Amandinha fez uma cara de decepção. Nós pegamos as Ices e guardamos


dentro do cooler de novo e escondemos dentro do armário e voltamos.

Lá na casa, a minha tia tratou de levar a agente até os nossos respectivos


quartos e deu boa noite para gente. Eu, então decidi deitar para dormir, pois o
quarto dos meus tios ficava entre os nossos.

De noite, por volta de duas da manhã, eu acordo com uma voz me chamando:

– Ei, Juninho, acorda aí.

– Amandinha? O que você está fazendo aqui? Seus pais vão acordar.

– Ah, não vão nada. Eles tomam remédio para dormir.

Foi quando eu percebi, Amandinha estava sobre mim na cama, sentada em cima
de mim.

– Sabe o que é, primo? Você falou que queria me beijar e fazer outras coisas né?
Aí eu vim aqui saber o que são essas coisas que você quer fazer comigo.

Eu me levantei em um pulo, Amandinha sentou em meu colo. Ela estava só com


uma camisola, sem sutiã. Eu comecei a beijá-la novamente e logo peguei no peito
dela de novo.

Dessa vez coloquei ele para fora e chupei aquele peito, lambendo a auréola e o
dando umas mordidinhas no bico. Ela começou a gemer baixinho. Ela tirou a
camisola e eu também tirei a camisa. Então ela se levantou e falou.

– Vem para chão, essa cama range demais.

– Como você sabe? Já fodeu nela né, safadinha?

– Seu bobo, é claro que já. Eu já disse que não tenho mais 12 anos.

Me deitei no chão e ela se ajoelhou. Ela abriu a minha calça e botou o meu pau
para fora, que já estava latejando de tanto tesão.
Ela começou a me chupar, os lábios dela deslizavam sobre o meu pênis
deliciosamente. Depois disso, ela já foi sentando em mim e começou a rebolar
em cima do meu pau.

Eu já teve explodindo de tesão, e ela sabia sentar em uma pica muito bem,
aquela safada. Eu pegava na bunda dela com força enquanto ela mordia os
lábios para não gemer alto. Seus peitos balançavam perto do meu rosto e eu os
beijava, e também beijava os lábios dela.

Depois disso eu a virei e fodemos no papai e mamãe no chão. Eu metia


devagarinho para não fazer muito barulho. Botei a mão na boca dela e ela
começou a chupar o meu polegar deliciosamente. Era lindo ver aquilo.

– Ai, Amandinha, não aguento mais não, eu vou gozar.

– Vai, goza na minha barriga vai. Quero sentir o seu leitinho quente.

Fiz o que ela mandou. Gozei na barriga dela, foi uma explosão de sensações
maravilhosas. Ela se limpou e começou a chupar o meu pau de novo. Minhas
pernas, que já estavam bambas, perderam completamente a estrutura e eu a
deitei no chão.

Ela começou a me chupar também deitada, enquanto comecei a chupá-la


também. Era gostoso demais lamber aquela buceta molhadinha enquanto ela me
chupava.

Em pouco tempo eu já estava com o meu pau latejando dentro da boca dela de
novo. Ela gemia entre uma chupada e outra. Suas pernas começaram a se
contorcer, então ela disse:

– Aí, isso, continua, eu vou gozar! Ai! Ai!

Ela gozou, me lambuzando todo. Eu também gozei, dessa vez na carinha dela.
Deixando-a toda lambuzada. Ela limpou a minha porra da cara e lambeu tudinho.
Depois disso ela se vestiu e voltou para o quarto dela.

No dia seguinte, nós acordamos e tudo voltou ao normal, ninguém sabia do que
nós tínhamos feitos na noite passada. Eu matei a saudade da minha prima da
melhor maneira possível.
Eu odiava a Natal
A pior época do ano para mim sempre foi o Natal. Nunca entendi como as
pessoas conseguiam ficar tão felizes. Até conhecer Adriana, que me mostrou o
outro lado desta festa.

Minha família era como eu. Cada uma arrumava um compromisso ou viagem
para escapar das festas natalinas. Ou mesmo quando estávamos juntos, nos
limitávamos a um breve cumprimento e cada um ia cuidar da sua vida.

Meu irmão ia jogar videogame, minha irmã saia com o namorado e normalmente
eu ficava em casa, quando não estava viajando.

Conheci Adriana em um evento da empresa. Ela era do marketing e como eu era


da área técnica ela me procurou para ajudar a elaborar algumas propagandas e
inserções de conteúdo nas redes sociais.

A proximidade e o tempo que passamos juntos nos aproximou. O que começou


como uma simples atividade de trabalho acabou gerando uma atração mútua e
quando percebemos já estávamos falando de fantasias sexuais e outros temas
picantes.

Ambos éramos solteiros e tínhamos toda a liberdade e tempo para nos


dedicarmos ao que prometia ser uma paixão fulminante.

Estava chegando o Natal e ela toda animada já fazendo planos. Quando ela me
perguntou como seria o meu Natal, respondi que não me importava e contei o
como para mim não fazia sentido esta comemoração.

Ela ficou injuriada com o meu descaso com o Natal e disse que provaria a mim
que era uma época mágica do ano e que merecia sim toda a atenção.

Alguns dias depois ela me convidou a participar de uma festa de Natal. Achei que
era uma espécie de armadilha para um compromisso mais formal

- Com a sua família? - perguntei

- Não. Este ano quero participar de um Natal diferente. A bordo de um Cruzeiro.

- Natal em um navio?

- Sim. Já foi em algum cruzeiro.

- Não. Nunca.

- Pois se não tem outro compromisso, que tal ir comigo?


- Nos dois, juntos, na mesma cabine?

- A menos que você queira pagar por uma cabine separada, podemos
compartilhar.

Eu não me contive e sorri, enquanto olhava para ela com ar malicioso.


- Por mim tudo bem.

Confesso que a partir daquele dia fiquei imaginando mil situações de como seria
estar em um cruzeiro com a Adriana. Imaginava ela de biquini na piscina do navio
e depois no quarto, onde passaria loção hidratante em seu corpo e isso seria o
estopim para uma noite de sexo memorável.

Era um sábado pela manhã quando a busquei em seu apartamento para irmos
para Santos, onde pegaríamos o cruzeiro.

Ela apareceu deslumbrante, com um short bem curto e um top que só me deixou
ainda mais excitado. Estava difícil de me conter e durante a viagem até Santos
meu pau não parava de dar sinal de vida.

Embarcamos no navio e fomos conhecer nossa cabine. Adriana havia escolhido


uma cabine com varanda. Eu estava ansioso por pular na cama com ela, mas
para meu desespero ela queria conhecer o resto do navio.

Nem chegamos a desfazer as malas e ela me puxou para fora da cabine e fomos
acompanhar o grupo que recebia as orientações obrigatórias de segurança.

Era tudo muito lindo, os restaurantes, os bares, as lojas e as piscinas dentro do


navio. Mas eu estava desesperado era para ver no que iria acontecer quando
estivéssemos a sós na cabine.

O navio partiu do porto e a tarde começou a cair. Adriana e eu estávamos


conversando em um dos bares do navio, quando ela disse:

- Vamos para a cabine? Quero tomar um banho e trocar de roupa para o jantar.

Chegamos na cabine e ela foi direto desfazer as malas. Fiz o mesmo.

Ela resolveu que iria tomar um banho e trocar de roupa.

Quando ela saiu, eu disse:

- Você poderia ter deixado eu admirar sua beleza enquanto tomava banho.

Ela deu uma risadinha e disse:


- Mas você não pediu nada, achei que não quisesse. Está querendo olhar meu
corpo é?
Só olhar? Porque se for só para olhar posso fazer um strip-tease para você,
desde que prometa se comportar.

Sem trocar mais uma palavra ela me empurrou para sentar no sofá da cabine.

Então ela colocou uma música e começou a dançar para mim. Ela soltou o
cabelo, virou de costas e ficou rebolando. Meu pau ficou duro na hora.

Ela veio bem perto de mim, rebolou um pouco mais e sentou no meu colo. Em
seguida se esfregou em meu pau que queria sair da bermuda.
Virou de frente para mim, olhou de forma bem safada em meus olhos.

Ela tirou lentamente minha blusa, e disse:

- Vou dar agora o seu presente de Natal.

Ela passou a mão em minhas pernas, do tornozelo até a virilha e se virou


novamente de costas. Em seguida, foi descendo devagar seu shorts revelando a
calcinha fio dental que ela estava vestindo. Eu tirei minha bermuda e fiquei só de
cueca.

Ela veio se aproximando só de calcinha e montou em cima de mim, e começou a


esfregar sua bucetinha em meu pau só para ter certeza que estava duro, ela
segurou a mão dele para cima,

Ela veio com a boca bem perto de meu ouvido e perguntou:

- Está gostando? Era isso que você queria ver?

Eu apenas balanço a minha cabeça afirmando que sim.

Para meu espanto ela se afastou e disse, dando uma risadinha:

- Bom, agora que já viu tudo, vamos dar mais uma volta no navio?

Ao invés de dar qualquer resposta, eu me levantei do sofá, a segurei pelos braços


e encostei seu corpo no meu pela cintura e disse:

-Você não sai dessa cabine sem antes eu beijar todo esse teu corpo, essa boca,
essa bucetinha. Eu quero te foder gostoso, ou você acha que vai me provocar e
vai ficar assim mesmo?

Ela deu uma risada e disse:


- Estou esperando, pode fazer o que você quiser. Me usa, me abusa e me
lambuza tarado.

Era o que eu precisava para pegá-la com mais voracidade, passar a mão na nuca
dela e puxar seu cabelo, trazendo sua boca para perto da minha.

Contornei seus lábios com meus dedos e dei um beijo intenso e cheio de desejo,
de ardor, nossas línguas se entrelaçando.

Em resposta, ela roçou seu corpo no meu querendo que fossemos um só.

Após um longo beijo, eu comecei a descer pelo pescoço dela, beijando,


mordiscando, causando arrepios nela.

Passei a pontinha da língua em sua orelha, contornando-a, mordiscando o lóbulo


e ocasionando suspiros.

Ela tentou beijar seus lábios, mas eu não permiti e disse:

- Agora você vai ficar quietinha...

E continuei a sessão prazerosa de beijos, mordidas e lambidas em cada


pedacinho do corpo dela

Ela já estava ofegante e morrendo de tesão, mal sabia ela que eu ainda ia
maltratar muito, fazendo inclusive ela implorar para me chupar.

Eu a conduzi e a deitei na cama. Olhei para o corpo dela, dei um sorriso pelo
presente de Natal que estava recebendo e fui por cima dela, beijando seus lábios,
seu pescoço, seu colo, e tirei o que ainda havia de roupa nela, deixando-a
completamente nua.

E eu recomecei a sessão de beijo, dessa vez em seus seios, que pela reação era
uma das partes mais sensíveis do corpo dela.

Pelo jeito, eu estava descobrindo todos os seus pontos fracos e não ia poupá-la
nas provocações.

Eu chupava, sugava, mordia, lambia arrancando suspiros, então fui descendo


pela barriga e quando eu achava que finalmente ela estava pronta, eu a virei de
de costas

Em seguida, deitei sobre seu corpo e comecei beijar a nuca, suas costas, seu
bumbum, apertando com as mãos, descendo e passando a língua entre a polpa
da bunda e a coxa.
Ela estremeceu nessa hora, e eu fui descendo mais ainda, abrindo um pouquinho
das pernas.

Foi ai que ela me pediu para eu a chupar com a voz mais doce, mais delicada e
eu respondi:

- Ainda não está na hora - e fiquei beijando a parte interna da coxa dela.

Ela ficou rebolando e tentando fazer com que meus lábios encostassem nos
lábios da bucetinha. Mas o máximo que ela conseguiu foi sentir o meu nariz
roçando nela e ele respirando sentindo o cheiro de tesão.

Fui descendo, beijando até seus pés e subindo pela outra perna, chegando no
bumbum, abrindo e dando uma leve lambidinha em seu cuzinho.

Ela já não aguentado de tanto tesão começou esfregar seu grilinho. Dei uma
atenção especial ao cuzinho daquela deusa.

Ela começou a enfiar dois dedinhos na bucetinha encharcada para aumentar o


prazer.
Então, ela virou a cabeça para trás, colocou um dos dedos na boca e perguntou:

- Quer sentir meu sabor?

Eu sem nada responder comecei a chupar o dedo dela e disse:

- Me leva até seu grilinho.

Então ele massageia que minha língua vai acompanhar.

E finalmente eu a viro de barriga para cima e começo a chupar freneticamente.

Adriana começou a gemer alto e a falar:

- Vai safado fode essa bucetinha com tua língua. Chupa e sente o sabor da tua
safada...

Essas frases me deixaram mais louco de tesão

Eu disse:

- Vamos gozar juntos sua putinha.

E então fizemos um 69 e não demorou muito para um gozar na boca do outro….

Depois nos beijamos. Coloquei ela de quatro dizendo:


- Quero sentir sua bucetinha com o meu pau.

Fodi ela com força, batendo na bunda dela, puxando seu cabelo e dizendo:

- Fode safada, fode na pica do teu macho...

Dei mais quatro bombadas e ela gozou gostoso, melando todo meu pau dele, e
eu enchendo aquela bucetinha de porra….

Depois deste dia, durante toda a viagem fizemos sexo e nunca mais o Natal foi o
mesmo para mim, graças ao meu presente especial dado pela Adriana.

FIM
Gostou do que leu? Tem sugestões ou dúvidas?
Quer contar a sua história para também ser publicada?

Escreva para [email protected]

Você também pode gostar