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CA GÁSTRICO - Mapa Mental

O câncer gástrico é a segunda maior causa de morte por câncer no mundo, com 900 mil novos casos anuais, sendo mais comum em homens e associado a fatores de risco como infecção por Helicobacter pylori, dieta rica em sal e gordura, e tabagismo. O diagnóstico precoce é crucial, com endoscopia recomendada para pacientes com histórico familiar, e o tratamento varia desde ressecção cirúrgica até abordagens endoscópicas, dependendo do tamanho e características da lesão. O prognóstico é melhor em estágios iniciais, mas a maioria dos casos é diagnosticada em estágios avançados, complicando o tratamento e a cura.

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CA GÁSTRICO - Mapa Mental

O câncer gástrico é a segunda maior causa de morte por câncer no mundo, com 900 mil novos casos anuais, sendo mais comum em homens e associado a fatores de risco como infecção por Helicobacter pylori, dieta rica em sal e gordura, e tabagismo. O diagnóstico precoce é crucial, com endoscopia recomendada para pacientes com histórico familiar, e o tratamento varia desde ressecção cirúrgica até abordagens endoscópicas, dependendo do tamanho e características da lesão. O prognóstico é melhor em estágios iniciais, mas a maioria dos casos é diagnosticada em estágios avançados, complicando o tratamento e a cura.

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95% dos tumores malignos;

Segunda maior causa de óbito por cancer no mundo;

900mil novos casos/ano mundo;

Epidemiologia Carcinógeno tipo 1


Mais exames = Mais diagnostico 2 a 3x mais em países desenvolvidos;

Mais comum no sexo Masculino; Eleva em 6x o risco de Adenocarc.

Diminuição de Lesões distais Apoptose


Achados Desequilibrio
Aumento de CA de unção esofagogástrica e cárdia
Helicobacter Pylori
Proliferação

H. Pylori Liberação de Citocinas pro-inflamatória

Rica em Sal Subversão da Imunidade e estimulo


Dieta a angiogenese
Fisiopatologia
Rica em Gordura Seu principal diagnóstico
Algumas cepas diferencial são os leiomiomas
Proteina CagA possuem fator gástricos
Fumo Tumor estromal gastrointestinal (1% dos
oncogenico
tumores primários gastrointestinais);
Gastrite crônica Atrófica Refluxo Biliar Muscular propria
VacAs1
Genótipos Associados
Gastrite Atrófica GIST são mais comuns no estômago (40- No estômago a maioria é
VacAm1 60%), jejuno-íleo (25-30%), cólon e reto (5- assintomática encontrada
Autoimune
15%), esôfago ( menos de 1%) acidentalmente durante a EDA.

Fator de risco para deficiência de vit. Gastrite autoimune


B12 também Nao Ultrapassa a mucosa gastrica Mais comum na sexta década de vida (idosos)

Anemia perniciosa = risco de CG ate 3x Independe do comprometimento linfonodal Positividade para C-kit (antígeno CD 117)-
95% dos casos
Imuno-Histoquímica
Fatores de Risco
Classificação Precoce Possibilidade de cura de 95% GIST
10% dos casos (Suspeita de GIST)
(alta chance) Descobertos sem querer na maioria das vezes

Todo paciente com histórico de CA


gástrico deve fazer endoscopia de Importância da ecoendoscopia Lesões com tamanho superior a 3 cm, com bordas
rastreio (EDA) (Em caso de lesões aderidas) irregulares, que apresentam crescimento acelerado nos
exames de seguimento, e as ulceradas estão associadas a
Parentes de 1º Grau EDA um maior risco de malignidade.
Se veio normal, não precisa ser Hereditariedade
(Pai, mãe, irmão, filho) (Rastreio) realizada todo ano
Se nao conseguir, o ideal é a cirurgia
Ressecção cirúrgica com margens
Atenção maior aos pacientes livres
sintomáticos > 3cm = gastrectomia (cirurgia)
tratamento padrão ouro
Polipose adenomatosos familiar O tratamento endoscópico é limitado nessses casos já
que na maior parte das vezes acometem a camada
< 2cm
muscular própria e o risco de uma perfuração
Uso excessivo de IBPs?? Hipocloridia
inadvertida nessa situação é enorme

Gastrite atrófica e metaplasia intestinal


lesões que normalmente seriam tratadas
por ressecção cirúrgica, no entanto, devido
Miscelânea a circunstâncias clínicas do paciente (idade
Está indicada nos tumores adenocarcinoma avançada, alto risco cirúrgico, por exemplo),
bem diferenciados, restritos a mucosa (T1a), a cirurgia não pode ser recomendada.
Nao existe consenso estabelecido
menores que 2 cm no seu maior eixo e não Nesses casos a ressecção endoscópica
ulcerados. pode ter potencial de cura. O paciente deve
Provável capacidade de reduzir ser informado do risco de ressecção não
Frutas e Vegetais curativa e de lesão residual. (Lesões ulcera
Fator Protetor
Adenocarcinoma das, maiores que 2cm, indiferenciadas)

Protetor? Consumo de Vit Elevação da lesão com injeção submucosa (Insoçao de


Maior parte são adrenalina ou solução salina) e na remoção do espécime
Esporádicos com o uso de uma alça de polipectomia e corrente elétrica
Fator de risco estabelecido Eitaveis Resseccao Endoscópica para quando necessário.
Mucosectomia
Tabaco
câncer gástrico precoce
Aumenta o Risco Dietas e Hábitos de Vida
Retira lesões ate 2 cm

Provável agressão
Elevação da lesão e da mucosa adjacente, seguida da
Sal e Nitratos secção da lesão (circunferencial ou não) com o auxílio de
Sem consenso (mas deve ser acessórios endoscópicos dedicados, as chamadas facas. À
recomendado) seguir, a camada submucosa é dissecada sob visão direta,
junto à camada muscular própria.

Sem consenso Alcool


Dissecação submucosa Podem ser retiradas lesões
maiores que 2 cm.
Fator de Risco estabelecido
Obesidade
Nao sao
IMC
Como se fosse uma pequena cirurgia local todos que
fazem
Perda de Peso Tratamento
Anorexia
Adenocarcinoma Clínico geral, gastroenterologista,
nutricionista, cirurgião oncológico,
oncologista clínico, enfermagem,
Desconforto Abdominal entre outros.

Equipe multidisciplinar
Plenitude Gástrica Nos pacientes portadores de desnutrição
moderada e grave é necessário aporte
Albumina a deve
nutricional antes de qualquer tipo de tratamento, Evita deiscência
Nauseas Manifestações Clínicas estar adequada
por 7-14 dias, com o objetivo de diminuir a
morbimortalidade.
Disfagia
Sintomas na
indicação de gastrectomia total
fase avançada Câncer gástrico precoce difuso hereditário
Dor tipo Ulcera ( “gastrectomia total profilática”)
e com
metástase
Melena ausência de metástases
à distância.
Tratamento Cirúrgico Finalidade curativa
Edema de MMII
Margens de Segurança

Inespecíficos ou normais
Lesões que ultrapassam a muscular
própria = índice de cura menor
Caquexia

Gastrite
Palidez
Pólipos Hiperplasicos
H. Pylori
Icterícia Câncer Gástrico
Pólipos de Glândulas Fundicas Uso Prolongado de IBP
Hepatomegalia

Neoplasias Benignas Epiteliais


Hamartomas
Massa Palpável

Exame Físico Pólipo Fibrode


Gânglio Virchow-Trosier
Linfonodo Supraclavicular a Esquerda
Pensar em Metástase Adenoma Lesão Pré-maligna

Sinal de Blummer Benigno

GIST
Aparece no estadiamento Implante em fundo de saco > 3cm
Pensar em Malignididade

Pensar em metástase Ulcerações

Tumor de Krukenberg Lipomas

Metástase Ovariana
Neoplasias Benignas Leiomioma Diagnostico por Ecoendoscopia
Tumor muito agressivo
Classificação Nao Epiteliais
(Subepiteliais)
Endoscopia digestiva alta com biópsia da lesão Hemangiomas

Schannomas
Método de Escolha

Tumores de Células Granulares


7 ou mai biópsias aumenta a sensibilidade: mais de 98%

Pâncreas Ectopico
Extensão de tumor primario
TC com contraste (iodo)
95% dos Casos
Antes de ir para a Metástase regionais ou a distância
Adenocarcinoma
cirurgia-> descartar
Mais Comum
metástase Semelhante a TC
Ressonância Magnética
GIST Mais comum no estomago
Em casos de alergia ao contraste iodado

Neoplasias Malignas
H. Pylori
Nao é muito disponível
Linfomas MALT
Sempre que o serviço dispor
Tratando o H. Pylori = tratar o lipoma
É caro e o SUS não possui

Carcinóide
Verificar em qual profundidade
se encontra o tumor e se foi
para órgãos adjacentes Prognóstico Bom

Acurácia (T1 a T4) - 77% a 93% Melhor estadiamento locorregional Comum em Idosos

Sensibilidade para linfonodos Ultrassom endoscópico Estadiamento Bem ou moderadamente diferenciado


metastaticos 83% (ecoendoscopia)

Antro
CA gástrico precoce indispensável na Comum
programação de tratamento não cirúrgico
Pequena Curvatura

Nao colaboram com o diagnostico de tumores precoces


Padrão Glandular de Células neoplasias coesas

CA de Pâncreas
1º Metaplasia Intestinal
CA 19,9 Tipo Intestinal
Colorretal (cancer
Marcadores tumorais 0-23% displasia de baixo grau para CA invasivo
digestivo)
2º Displasia
Gástrico
60-85% displasia de alto grau para CA invasivo
Evolução
CA 72,4
3º Cancer Precoce
50% Cancer gástrico estádios III e IV (cancer
avançado)
4º Câncer Avançado

USG
Classificação Histológica de Lauren 5º Metástase

Pet-Scan
Relacionado a Gastrite Cronica

Laparoscopia Diagnóstica com citologia peritoneal é


recomendado quando a TC não consegue afastar a Classificação Não associado a tipos Sanguíneos
Outros Exames
possibilidade de carcinomatose peritoneal ou doenças
metastatic as radio logicamente oculta
(Adenocarcinoma)
Pólipos ou Vegetante Prognostico Pior Indifenciado

Omento maior e menor Tumor (T)


Bem delimitada Mais Jovens
Gist Ulcerado maligno I - Protuso
Fígado Linfonodo (N) TNM (subepitelial = lisiinha) Inicia-se em epitélio normal Sem metaplasia;

Pancreas Extensão Direta Locais mais Comum: Metástase (M) Infiltração difusa de celulas cancerosas na parede
Lesão Ulcerada
Baço
Células
Bordas bem delimitadas
Separadas ou
Colon Transverso agrupa das
Bordas elevadas II - Ulcerado produtoras de
Adenocarcinoma mucinas
Classificação de Bormann Tipo Difuso Tumor produtor de mucina
Lesão Ulcerada (Cancer Gástrico Avançado) Mucinas abundante
empurram o nucleo =
Em partes celulas em anel / em
sinete;
Infltrativa
Em toda a sua borda
Gastrite por refluxo (Ácidos
III - Localização Fundo Gastrico
biliares vão para o estomago)
Limites mal definidos Ulceroinfiltrativo
Antrectomia = piloro aberto Predominância Sexo Masculino
Risco para
Adenocarcinoma (Evolução Pode gerar gastrite atrófica
do quadro) Associação Grupo sanguíneo A

Topografia Gástrica Frequente em população com baixo rico de CA gástrico


Lesão difusamente infiltrativa

IV - Infiltrativo
difuso

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