Entendendo o Multímetro
Entendendo o Multímetro
MULTRÍMETRO
INSTITUTO MOTORS
MULTÍMETRO
Coloque a chave na escala DCV mais próxima acima da tensão a ser medida.
Ponha a ponta preta no terra ou qualquer outro ponto com potencial mais baixo
e a vermelha no ponto de tensão mais alta. A leitura será próxima ao valor
indicado. Isto dependerá da precisão do multímetro.
2
Veja abaixo:
Coloque a chave na escala ACV mais próxima acima da tensão a ser medida.
A maioria dos multímetros digitais só têm duas escalas ACV: até 200 V e até
750 V. Meça a tensão não se importando com a polaridade das pontas. A
tensão alternada nos circuitos eletrônicos costuma ser medida na entrada da
rede ou nos secundários do transformador de alimentação do mesmo. Abaixo
vemos como é feito este tipo de teste:
3
Diodos - Coloque a chave seletora na posição com o símbolo do diodo e meça
o componente nos dois sentidos. Num sentido o visor deve indicar um valor de
resistência e no outro ficar apenas no número "1". Veja abaixo:
4
1. Introdução e Noções Básicas pag.3
2. Medidas de Tensão pag.4
3. Medidas de Corrente pag.4
4. Medidas de Resistência pag.5
5. Cuidados no Manuseio de um Multímetropag.5
7. Comentários Finais pag.9
8. Referencias Bibliográficas pag.10
Apêndice A: Unidades Básicaspag.10
Apêndice C: Fórmulas úteispag.10
Índice 6. Entendendo Múltiplos e Sub-Multiplos das Grandezas pag.7 Apêndice
B: Prefixos para indicar frações ou múltiplos de unidades pag.10 Apêndice D:
Tensão Alternada - Valores de Pico e Eficazes pag.1 Apêndice E: Resistores –
Informações Gerais pag.1
Além destas ele pode ter escalas para outras medidas específicas como:
temperatura, freqüência, semicondutores (escala indicada pelo símbolo de um
diodo), capacitância, ganho de transistores, continuidade (através de um sinal
sonoro), etc.
5
Em multímetros digitais o valor da escala já indica o máximo valor a ser medido
por ela, independente da grandeza. Temos abaixo uma indicação de valores
típicos encontrados na prática para estas escalas:
• Escalas de tensão contínua: 200mV, 2V, 20V, 1000V ou 200mV, 2V, 20V,
1000V ou 1kV. • Escalas de tensão alternada: 200V, 750V ou 200V, 750V.
A seleção entre as escalas pode ser feita através de uma chave rotativa,
chaves de pressão, chaves tipo H-H ou o multímetro pode mesmo não ter
chave alguma, neste caso falamos que o multímetro digital é um equipamento
de auto-range (auto-escala), ou seja, ele seleciona a grandeza e a escala que
esta sendo medida automaticamente. Em alguns casos podemos encontrar
multímetros que tem apenas uma escala para tensão, uma para corrente e uma
para resistência, este tipo de multímetro também é auto-range, nele não é
preciso se procurar uma escala específica para se medir um determinado valor
de tensão.
• Resistência = Ohms, Ω
2. Medidas de Tensão
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Figura 1: Medindo tensão eletrica ou voltagem.
3. Medidas de Corrente
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Para medirmos correntes elevadas devemos tipicamente deslocar o borne da
ponteira positiva (ponteira vermelha) para um conector especialmente dedicado
as medidas de altas correntes. Para isto devemos consultar cuidadosamente o
manual do multímetro digital que estamos usando.
4. Medidas de Resistência
Todas estas medidas devem ser feitas com bastante critério e nunca devemos
encostar as mãos em nenhuma ponta de prova durante uma medida, caso isto
aconteça corremos o risco de levarmos um choque elétrico e/ou termos uma
leitura errada. Treine bastante como manipular as ponteiras e leia o manual do
multímetro antes de começar a medir.
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Figura 4: Foto de um multímetro VOLTCRAFT com auto-range.
• Conector ou Borne indicado por 10A MAX – a ponta de prova vermelha deve
ser ligada nele para a medição de corrente continua ou alternada superiores a
400mA. Observação: vários multímetros digitais não medem corrente
alternada, verifique se existe uma escala em seu instrumento para isto antes de
fazer a medição.
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EXEMPLO Suponha que você vai medir uma tensão de 1250V na escala de
1500V, a leitura que aparecerá no display será de 1250, ou seja:
Vimos que temos escalas indicadas por diversos valores: 200mA, 2000mV,
20K, mas o que é isto. Para explicar vamos estudar uma grandeza por vez:
10
Quando colocamos a letra k depois de um valor de tensão estamos
multiplicando este valor por 1.0 (mil), é por isto que 1.0 volts é igual a 1kV. Se
você estiver usando um multímetro digital na escala de 1000V e medir 10V
aparecerá no display o seguinte: 10. Se for na escala de 200V aparecerá o
seguinte: 10,0. Perceba que o ponto mudará de posição dependendo da escala
mas a leitura será sempre a mesma. Este mesmo critério, do ponto mudar de
casa, é usado na medida de qualquer grandeza.
Analise estes exemplos e faça outras leituras para praticar. Coloque o seu
multímetro em uma escala superior a 200VCA (volts de tensão alternada, que é
a tensão que temos na rede elétrica, tomadas, etc). Escolha, por exemplo, a
escala de 750 VCA e faça a medição, o que aparecerá? Algo próximo a isto:
127 que você já sabe que é igual a 127 volts alternados. Veja se o seu
multímetro tem uma escala mais baixa do que 750, porém, superior a 127 VCA.
Vamos supor uma escala de 200 VCA, qual será a leitura agora? Algo próximo
a: 127,1 que você já sabe que é igual a 127,1 volts alternados.
Não, muito pelo contrário. Se você fizer isto você corre o risco de danificar o
seu multímetro. Sempre se começa a medição pela escala mais alta e, se for
possível, se abaixa a escala para se ter uma leitura com mais precisão.
Não, isto pode danificar o seu aparelho. Primeiro se separa as pontas de prova
do lugar medido, depois se muda a escala e somente agora é que se volta a
fazer a medição, encostando as pontas de prova, novamente.
Representa que você ligou a ponta de prova (+) vermelha no negativo ou vice-
versa. Inverta as pontas e este sinal sumirá.
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diretamente, ou seja, se fizermos um medição na escala de 200mA e aparecer
45, estaremos medindo 45mA. Também é comum em multímetros digitais
termos uma escala separada para a medição de corrente na ordem de
amperes. Se numa escala de 10A obtivermos a leitura de 2,0 é que estamos
medindo 2A. Se nesta mesma escala medirmos 0,950 é que estamos medindo
0,95A ou 950mA. Veja as comparações abaixo:
Não, muito pelo contrário. Se você fizer isto você corre o risco de danificar o
seu multímetro. Sempre se começa a medição pela escala mais alta e, se for
possível, se abaixa a escala para se ter uma leitura com mais precisão.
Não, isto pode danificar o seu aparelho. Primeiro se separa as pontas de prova
do lugar medido, depois de muda a escala e somente agora é que se volta a
fazer a medição, encostando as pontas de prova, novamente.
• 1.0.0 ohms = 1 MΩ
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letra M depois de um número estamos multiplicando este número por 1 milhão,
portanto 10MΩ é igual a 10.0.0 ohms.
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alicate só mede, desta forma, corrente alternada. Isto acontece via a medição
do campo eletromagnético através da “garra”. Tais testes são recomendados
para medidas de correntes alternadas elevadas como as encontradas em
maquinas e motores.
8. Referencias Bibliográficas
Eis aqui algumas fórmulas que serão de grande utilidade quando for necessário
o cálculo de tensão (E), resistência (R), corrente (I) e potência (P):
14
• Tensão de pico (Vp): É o valor máximo (positivo) que a tensão pode assumir.
• Tensão pico à pico (Vpp): É dada pela diferença entre a tensão máxima
(positiva) e mínima
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Alem de resitores identificados por faixas coloridas (resitores de filme ou
carbono) existe resitores de fio e resitores variaveis que em geral possuem seu
valor e sua tolerância escrito no corpo do componente. Na figura abaixo temos
alguns exemplos das diversas construções possíveis dos resistores.
1.0 10 100 1.0K 10K 100K 1.0M 10M 1.1 1 10 1.1K 1K 10K 1.1M 1M 1.2 12 120
1.2K 12K 120K 1.2M 12M 1.3 13 130 1.3K 13K 130K 1.3M 13M 1.5 15 150
1.5K 15K 150K 1.5M 15M 1.6 16 160 1.6K 16K 160K 1.6M 16M 1.8 18 180
1.8K 18K 180K 1.8M 18M 2.0 20 200 2.0K 20K 200K 2.0M 20M 2.2 2 20 2.2K
2K 20K 2.2M 2M
2.4 24 240 2.4K 24K 240K 2.4M 2.7 27 270 2.7K 27K 270K 2.7M 3.0 30 300
3.0K 30K 300K 3.0M 3.3 3 30 3.3K 3K 30K 3.3M 3.6 36 360 3.6K 36K 360K
3.6M 3.9 39 390 3.9K 39K 390K 3.9M 4.3 43 430 4.3K 43K 430K 4.3M 4.7 47
470 4.7K 47K 470K 4.7M 5.1 51 510 5.1K 51K 510K 5.1M 5.6 56 560 5.6K 56K
560K 5.6M 6.2 62 620 6.2K 62K 620K 6.2M 6.8 68 680 6.8K 68K 680K 6.8M
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7.5 75 750 7.5K 75K 750K 7.5M 8.2 82 820 8.2K 82K 820K 8.2M 9.1 91 910
9.1K 91K 910K 9.1M
Cabe ainda observar a potência máxima que um resistor pode dissipar. Isto
esta relacionado com o aquecimento, e portanto, com a temperatura máxima
que o componente pode operar sem degradar suas características.
Tipicamente encontramos resistores com capacidade de dissipar 1/8, 1/4, 1/2,
1, 2, 5, 10 e 50 W (ou mais).
Cálculos elétricos
Associação de Resistores
Associação em Série
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Esta relação também pode ser obtida pela análise do circuito:
RT = Resistencia total
Associação em Paralelo:
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E por esta expressão, já que a intensidade da corrente e a tensão são
mantidas, podemos concluir que a resistência total em um circuito em paralelo
é dada por:
Associação Mista:
Sendo:
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Jorge R.A. Kaschny
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Tensão Alternada - Valores de Pico e Eficazes pag.1 Apêndice E: Resistores –
Informações Gerais pag.1
Além destas ele pode ter escalas para outras medidas específicas como:
temperatura, freqüência, semicondutores (escala indicada pelo símbolo de um
diodo), capacitância, ganho de transistores, continuidade (através de um sinal
sonoro), etc.
• Escalas de tensão contínua: 200mV, 2V, 20V, 1000V ou 200mV, 2V, 20V,
1000V ou 1kV. • Escalas de tensão alternada: 200V, 750V ou 200V, 750V.
A seleção entre as escalas pode ser feita através de uma chave rotativa,
chaves de pressão, chaves tipo H-H ou o multímetro pode mesmo não ter
chave alguma, neste caso falamos que o multímetro digital é um equipamento
de auto-range (auto-escala), ou seja, ele seleciona a grandeza e a escala que
esta sendo medida automaticamente. Em alguns casos podemos encontrar
multímetros que tem apenas uma escala para tensão, uma para corrente e uma
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para resistência, este tipo de multímetro também é auto-range, nele não é
preciso se procurar uma escala específica para se medir um determinado valor
de tensão.
• Resistência = Ohms, Ω
2. Medidas de Tensão
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Para a medida de tensões elevadas, tento alternada como continua, superiores
a 250 Volts, será necessário o uso de ponteiras especiais e muitas vezes
deslocar o borne da ponteira positiva (ponteira vermelha) para um conector
especialmente dedicado as medidas de altas tensões. Para isto devemos
consultar cuidadosamente o manual do multímetro digital que estamos
utilizando.
3. Medidas de Corrente
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moderados de corrente (alguns mA’s) é em geral bastante similar ao caso de
correntes continuas (DCA), sendo a polaridade das ponteiras completamente
sem importância. Contudo, devido a enorme variedade de modelos e marcas
disponíveis no mercado, é imprescindível uma cuidadosa leitura do manual do
multímetro digital que estamos usando antes de efetuarmos tal medida.
4. Medidas de Resistência
Todas estas medidas devem ser feitas com bastante critério e nunca devemos
encostar as mãos em nenhuma ponta de prova durante uma medida, caso isto
aconteça corremos o risco de levarmos um choque elétrico e/ou termos uma
leitura errada. Treine bastante como manipular as ponteiras e leia o manual do
multímetro antes de começar a medir.
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Figura 4: Foto de um multímetro VOLTCRAFT com auto-range.
• Conector ou Borne indicado por 10A MAX – a ponta de prova vermelha deve
ser ligada nele para a medição de corrente continua ou alternada superiores a
400mA. Observação: vários multímetros digitais não medem corrente
alternada, verifique se existe uma escala em seu instrumento para isto antes de
fazer a medição.
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A chave de liga-desliga de um multímetro digital pode ser uma das posições da
chave rotativa como pode ser uma chave ao lado do instrumento. Deixe
sempre desligado o multímetro caso não o esteja utilizando.
Suponha que você vai medir uma tensão de 1250V na escala de 1500V, a
leitura que aparecerá no display será de 1250, ou seja:
Vimos que temos escalas indicadas por diversos valores: 200mA, 2000mV,
20K, mas o que é isto. Para explicar vamos estudar uma grandeza por vez:
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valor de tensão de 0,9V, portanto a indicação no display, dependendo da
escala utilizada pode ser 0,9 ou 900. Se estivermos em uma escala indicada
por mV o valor apresentado será 900 e corresponderá a 900mV, se estivermos
numa escala indicada por volts o valor será 0,9 e corresponderá a 0,9V. Veja
as comparações abaixo:
Analise estes exemplos e faça outras leituras para praticar. Coloque o seu
multímetro em uma escala superior a 200VCA (volts de tensão alternada, que é
a tensão que temos na rede elétrica, tomadas, etc). Escolha, por exemplo, a
escala de 750 VCA e faça a medição, o que aparecerá? Algo próximo a isto:
127 que você já sabe que é igual a 127 volts alternados. Veja se o seu
multímetro tem uma escala mais baixa do que 750, porém, superior a 127 VCA.
Vamos supor uma escala de 200 VCA, qual será a leitura agora? Algo próximo
a: 127,1 que você já sabe que é igual a 127,1 volts alternados.
Não, muito pelo contrário. Se você fizer isto você corre o risco de danificar o
seu multímetro. Sempre se começa a medição pela escala mais alta e, se for
possível, se abaixa a escala para se ter uma leitura com mais precisão.
Não, isto pode danificar o seu aparelho. Primeiro se separa as pontas de prova
do lugar medido, depois se muda a escala e somente agora é que se volta a
fazer a medição, encostando as pontas de prova, novamente.
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Representa que você ligou a ponta de prova (+) vermelha no negativo ou vice-
versa. Inverta as pontas e este sinal sumirá.
Não, muito pelo contrário. Se você fizer isto você corre o risco de danificar o
seu multímetro. Sempre se começa a medição pela escala mais alta e, se for
possível, se abaixa a escala para se ter uma leitura com mais precisão.
Não, isto pode danificar o seu aparelho. Primeiro se separa as pontas de prova
do lugar medido, depois de muda a escala e somente agora é que se volta a
fazer a medição, encostando as pontas de prova, novamente.
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• 1 Ohm = 1.0 mΩ • 1.0 Ohms = 1 kΩ
• 1.0.0 ohms = 1 MΩ
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Para a medição de corrente alternada é mais fácil e prático o uso de alicates
amperiométricos (normalmente chamados de teste alicate) que podem fazer
esta leitura sem estar em série com o circuito (sem interrompe-lo). Uma alicate
amperiométrico digital também terá as mesmas escalas (pelo menos as 4
básicas: tensão alternada, tensão continua, corrente continua e resistência) de
um multímetro digital, porém ele possui uma “garra” capaz de envolver o fio e
medir a corrente que circula por ele. Mas é bom lembrar que este tipo de
alicate só mede, desta forma, corrente alternada. Isto acontece via a medição
do campo eletromagnético através da “garra”. Tais testes são recomendados
para medidas de correntes alternadas elevadas como as encontradas em
maquinas e motores.
8. Referencias Bibliográficas
Eis aqui algumas fórmulas que serão de grande utilidade quando for necessário
o cálculo de tensão (E), resistência (R), corrente (I) e potência (P):
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Apêndice D: Tensão Alternada - Valores de Pico e Eficazes
• Tensão de pico (Vp): É o valor máximo (positivo) que a tensão pode assumir.
• Tensão pico à pico (Vpp): É dada pela diferença entre a tensão máxima
(positiva) e mínima
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Cor Faixa 1 Faixa 2Faixa 3 Faixa 4 Prata - - 0,01 ±10%
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Associação Serie de Resitores Associação Paralelas de Resitores
1.0 10 100 1.0K 10K 100K 1.0M 10M 1.1 1 10 1.1K 1K 10K 1.1M 1M 1.2 12 120
1.2K 12K 120K 1.2M 12M 1.3 13 130 1.3K 13K 130K 1.3M 13M 1.5 15 150
1.5K 15K 150K 1.5M 15M 1.6 16 160 1.6K 16K 160K 1.6M 16M 1.8 18 180
1.8K 18K 180K 1.8M 18M 2.0 20 200 2.0K 20K 200K 2.0M 20M 2.2 2 20 2.2K
2K 20K 2.2M 2M
2.4 24 240 2.4K 24K 240K 2.4M 2.7 27 270 2.7K 27K 270K 2.7M 3.0 30 300
3.0K 30K 300K 3.0M 3.3 3 30 3.3K 3K 30K 3.3M 3.6 36 360 3.6K 36K 360K
3.6M 3.9 39 390 3.9K 39K 390K 3.9M 4.3 43 430 4.3K 43K 430K 4.3M 4.7 47
470 4.7K 47K 470K 4.7M 5.1 51 510 5.1K 51K 510K 5.1M 5.6 56 560 5.6K 56K
560K 5.6M 6.2 62 620 6.2K 62K 620K 6.2M 6.8 68 680 6.8K 68K 680K 6.8M
7.5 75 750 7.5K 75K 750K 7.5M 8.2 82 820 8.2K 82K 820K 8.2M 9.1 91 910
9.1K 91K 910K 9.1M
Cabe ainda observar a potência máxima que um resistor pode dissipar. Isto
esta relacionado com o aquecimento, e portanto, com a temperatura máxima
que o componente pode operar sem degradar suas características.
Tipicamente encontramos resistores com capacidade de dissipar 1/8, 1/4, 1/2,
1, 2, 5, 10 e 50 W (ou mais).
33
um veículo é utilizado o multímetro. Pode-se dividi-los em dois tipos básicos, o
analógico e o digital. O tipo analógico é facilmente, possui um mostrador com
varias escalas graduadas, onde o deslocamento de um ponteiro permite a
interpretação do valor da grandeza que é medida (tensão, resistência e
corrente).
34
devendo a escolha recair no aparelho que tenha escala ampla e fácil de ser
lida, desde que, evidentemente, possua as características elétricas requeridas.
Alcance: Por alcance deve-se entender a maior medida que se pode efetuar
com o aparelho. Como ficou mostrado linhas atrás, o alcance ou campo de
medida do instrumento é pequeno; por isso, utilizam-se resistores em série, ou
paralelo, para aumentar seu campo de medida. Nos multímetros o alcance é
escolhido de acordo com a medida que se quer efetuar. Para isso, os
aparelhos possuem chave comutadora de alcance.
35
vai ser usado. De fato, se o aparelho de medida se destinar, por exemplo, à
medida de tensões em aparelhos transistorizados, não haverá necessidade de
que ele tenha alcance de várias centenas de Volts. Quanto maior a
sensibilidade de um multímetro e quanto mais sofisticado ele for, maior será,
evidentemente, seu preço. Para os trabalhos normais de reparação em rádio,
televisão e microcomputadores, um multímetro de sensibilidade de 20000 Ω/V,
que possibilite medidas de tensão CA e C de até 1000 V, de corrente de até 10
A e resistência desde alguns Ohms até cerca de 10 MΩ, satisfaz plenamente, e
com ele se podem efetuar quase todas as medidas de interesse. Como regra
geral para a aquisição de um multímetro, o aluno deve analisar os seguintes
itens:
Outras medidas
Utilização do Multímetro
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RESISTÊ CIA: Apenas colocar o botão seletor na faixa da escala OHMS,
inicialmente no ponto R x l e, para facilitar a leitura, muda-se para outro R x.
VOLTS: Ser for CA, colocar o botão seletor em CA, se for C, o botão seletor
deve ser posicionado em C. Lembre-se: no instrumento está em inglês, CA
vem ACV e C vem DCV. O valor do ponto deve ser pouco maior do que a
voltagem do circuito. Exemplo: pilha de 1,5V, colocar o botão seletor em 3. Se
a bateria for 6 volts, usar o ponto 12V, etc.
Leitura do Painel
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Obs: Ao fazer a medida de uma tensão ou corrente, se não soubermos a sua
ordem de grandeza, é conveniente usar a maior escala. Caso o ponteiro não se
desloque ou se desloque muito pouco, vá diminuindo de escala até que a
leitura se dê mais ou menos no meio da escala. No caso de medida de
resistência, deve ser feito o ajuste de zero para qualquer escala. Na medida de
tensão e corrente contínua, é importante observar a polaridade. O multímetro é
o principal instrumento da bancada devido a sua simplicidade de operação,
transporte e a capacidade de possibilitar medidas de diversos valores elétricos.
A figura ao lado mostra o painel de um multímetro ressaltando as partes
utilizadas para a medição de tensão contínua. Cabe também informar que a
escala de um multímetro é usada para a leitura do valor medido pelo
instrumento. Como o multímetro se destina a um grande número de medidas a
sua escala é múltipla.
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correto deve ser observado atentamente e os conceitos obtidos nesta apostila
deve ser seguidos à risca. Neste tópico iremos descrever de forma mais
abrangente o uso do mesmo para medidas de tensão de corrente contínua e
alternada. Todos os multímetros permitem a medida da tensão alternada. Para
que isso seja possível, a tensão alternada é retificada, ou seja, transformada
em contínua ou pulsante, através de diodos retificadores. A escala do
multímetro é graduada em função do valor eficaz. A sensibilidade do multímetro
para as medidas de tensão alternada é menor do que na medida da tensão
contínua e, praticamente, a metade, nos instrumentos de maior categoria. Isto
é fácil de entender considerando-se que a tensão média da CA corresponde,
aproximadamente, a 0,45 do valor da tensão eficaz. Isto significa que se
aplicarmos 100 V de C, o ponteiro irá até o fim da escala. Aplicando os
mesmos 100 V eficazes de CA, o ponteiro estacionará na marca de 45 V. Ora,
para que o ponteiro tenha deflexão total, devemos aumentar a corrente, ou
seja, diminuir a sensibilidade. A medida de CA é feita da mesma maneira que
indicamos para C, mas com a chave de funções na posição de CA e o alcance
no valor conveniente. Devemos ressaltar que, quando a ordem de grandeza da
tensão é desconhecida, é necessário iniciar a medida sempre pelo maior
alcance e diminuí-lo, progressivamente, até que o ponteiro pare mais ou menos
na metade da escala. Na medida de CA não há necessidade de observar a
polaridade das pontas. Este fato serve para distinguir se uma tensão
desconhecida é alternada ou contínua. Para isso, basta colocar o multímetro na
função de voltímetro de C e inverter as pontas. Se a rotação do ponteiro não se
inverter, a tensão será alternada. Isto parece sem importância, mas não é,
porque, se for medida tensão contínua com o aparelho na função de voltímetro
de CA, o valor acusado pelo galvanômetro será bem maior do que o real.
Finalmente, devemos acrescentar que a medida de tensão alternada só será
válida quando esta for senoidal. Assim, se for medida tensão de onda
quadrada, ou dente-de-serra, no voltímetro para CA, o valor indicado na escala
não terá significado a menos que se conheça o fator de conversão.
39
coloca-se a chave seletora na posição de10
Para efetuar-se medições de tensões alternadas de valores compreendidos
entre 0 (zero) e 10 V, ACV e efetua-se a leitura com auxílio da escala AC10V
conforme indicado. Havendo necessidade de efetuar-se leitura de até 50 V, em
tensões alternadas, ajustar a chave seletora para a posição 50 ACV, quando
então emprega-se a escala AC10V e multiplicar por 5 o valor mostrado pelo
ponteiro para obter-se a leitura do valor real medido. Se o valor da tensão a ser
medido não ultrapassar 250 V alternados, colocar a chave na posição 250 ACV
e efetuar a leitura através da escala 250 ACV. Se a tensão alternada for
superior a 250 ACV, mantendo-se inferior ao limite de 1.0 ACV posicionar a
chave para posição 1.0 ACV e efetuar a leitura com auxílio da escala 10 ACV,
quando então a leitura obtida deverá ser multiplicada por 100, como no caso
anterior, para obtenção do valor real medido.
ATE ÇÃO - Toda vez que você for alterar a posição da chave seletora, ao
efetuar medições, é aconselhável antes retirar as pontas de prova do circuito
em teste, evitando assim danificar o instrumento de medição apenas
reiniciando a leitura após certificar-se que a chave está corretamente
posicionada em uma posição que apresente valor máximo superior ao da
tensão a ser medida.
40
Toda vez que você for efetuar medições de tensões contínuas; deve ficar muito
atento quanto às polaridades da fonte (ou pilhas) e do aparelho de teste.
Conjuntos de pilhas, baterias e até mesmo fontes podem ser analisadas quanto
ao seu estado de funcionamento. A maneira mais eficaz de efetuar-se tal teste
é comparando o valor nominal da fonte com a indicação obtida. Processo
semelhante deve ser empregado para a constatação da existência ou não de
curto-circuitos em aparelhos, fato que é comprovado pela redução da tensão
fornecida pela fonte ao ligar-se o circuito em teste.
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A chave seletora estando posicionada na indicação "500 DCmA", possibilita a
medição de correntes de até 500 mA. A leitura deverá ser feita na escala de
250 mA, multiplicando-se a indicação obtida por 2.
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Deste modo evita-se que o circuito envolvente retire ou injete no elemento
corrente distinta daquela aplicada pelo ohmímetro. O isolamento elétrico pode
ser obtido de duas maneiras distintas: desligando o componente em questão
do resto do circuito, ou devemos ter pelo menos um de seus terminais
desconectado do circuito, o qual deverá estar desenergizado.
Para medir resistências, ler na faixa da escala superior, entre a palavra OHMS.
O ponteiro repousa no lado esquerdo de quem olha o aparelho, entretanto, lê-
se, da direita para a esquerda, de quem o olha, os seguintes valores: 0, 1, 2, 3,
5, 6, 8, 10, 20, 40, 100, 2001k e infinito.
43
ser medida é de valor elevado, é necessário aumentar o valor da tensão
aplicada para que a corrente no instrumento, tenha a intensidade suficiente
para deslocar completamente o ponteiro. Por esse motivo, os multímetros mais
bem elaborados costumam empregar duas fontes de C, uma constituída por
uma ou duas pilhas de 1,5 V, que fornecem a corrente para a medida de
resistências baixas e médias, e outra comportando uma bateria de,
normalmente, 9 V, para medida de resistências elevadas. É de se observar
que, quanto maior a resistência a ser medida, menor é a corrente que passará
pelo instrumento, e que variações grandes de resistência provocam pequenas
variações na corrente; conseqüentemente, a escala do medidor de resistência
não é linear, ou seja, não há proporcionalidade constante entre o número de
divisão e o valor da resistência. O aluno observará, em qualquer multímetro,
que a escala de Ohms é expandida no início e comprimida no fim. Em
consequência desse fato, sempre que se medir resistências, deve-se escolher
o alcance onde o ponteiro pare mais ou menos no meio da escala, porque aí a
leitura é mais acurada.
Cuidados: Zerar o aparelho toda vez que mudar de escala e ao efetuar uma
medida, não colocar as mãos nas pontas de prova, pois isto coloca em paralelo
com a resistência a ser medida, a resistência do corpo. E necessário ainda
conhecermos a função do botão 0 Ω ADJ, o qual efetua o ajuste de 0 ohm. Ele
efetua um ajuste fino, de forma que, ao mudar-se a posição da chave nas
posições de resistência, se faça uma leitura correta da resistência medida.
44
Valores
Atenção nas escalas, pois a leitura de valores requer muito cuidado. Além das
diversas escalas para várias medidas, existem também os fatores de
multiplicação que são indicados pela chave seletora ou pela posição dos pinos
de encaixe das pontas de prova. As escalas estão subdivididas em divisões
intermediárias, por exemplo:
(Parte 2 de 3)
45
O multímetro é um instrumento utilizado no dia a dia. A utilização de alguns
procedimentos relativa à segurança, conservação e manejo contribui para a
manutenção do equipamento em condições de uso durante muito tempo. A
seguir, estão listados estes procedimentos de segurança:
Manuseio
- a tensão a ser medida não deve exceder o valor determinado pela chave
seletora do instrumento, tanto analógico como digital fora da posição
automático.
E importante que, ao adquirir o seu multímetro, você leia com muita atenção o
manual de instruções do mesmo.
46
Além destas, ele pode ter escalas para outras medidas específicas como:
temperatura, freqüência, semicondutores (escala indicada pelo símbolo de um
diodo), capacitância, ganho de transistores, continuidade (através de um apito),
etc. Em multímetros digitais o valor da escala já indica o máximo valor a ser
medido por ela, independente da grandeza. Temos abaixo uma indicação de
valores encontrados na prática para estas escalas:
A seleção entre as escalas pode ser feita através de uma chave rotativa,
chaves de pressão, chaves tipo HH ou o multímetro pode mesmo não ter chave
alguma, neste caso falamos que o multímetro digital é um equipamento de
auto-range, ou seja, ele seleciona a grandeza e a escala que esta sendo
medida automaticamente. Em alguns casos podemos encontrar multímetros
que tem apenas uma escala para tensão, uma para corrente e uma para
resistência, este tipo de multímetro também é auto-range, nele não é preciso se
procurar uma escala específica para se medir um determinado valor de tensão.
Uma coisa muito importante ao se usar um multímetro digital é saber selecionar
a escala correta para a medição a ser feita. Sendo assim podemos exemplificar
algumas grandezas com seus respectivos nomes nas escalas:
continua)
- Tensão contínua = VCC, DCV, VDC (ou um V com duas linhas sobre ele, uma
tracejada e a outra - Tensão alternada = VCA, ACV, VAC (ou um V com um ~
sobre ele).
- Corrente contínua = DCA, ADC (ou um A com duas linhas sobre ele, uma
tracejada e uma continua).
47
devemos desligar todos os pontos da peça a ser medida (uma lâmpada
incandescente, por exemplo, deve estar fora do seu soquete) e encostarmos
uma ponta de prova em cada lado da peça. No caso de uma lâmpada
incandescente encostamos uma ponta de prova na rosca e outra na parte
inferior e metálica do conector da lâmpada. Todas estas medidas devem ser
feitas com critério e nunca devemos encostar as mãos em nenhuma ponta de
prova durante uma medida, caso isto aconteça corremos o risco de levarmos
um choque elétrico e/ou termos uma leitura errada. Uma coisa importante de se
perceber é que a grande maioria dos multímetros digitais tem 3 ou 4 bornes
para a ligação das pontas de prova. Normalmente um é comum e os outros
servem para medição de tensão, resistência e corrente. A indicação dos bornes
sempre mostra para quais escalas eles podem ser usados. Preste atenção no
exemplo abaixo de como eles estão dispostos:
Borne comum, normalmente indicado por COM – é onde deve estar sempre
ligada a ponta de prova preta. Borne indicado por V/Ohms/mA – nele deve
estar conectada a ponta de prova vermelha para a medição de tensão
(contínua ou alternada), resistência e corrente na ordem de miliamperes. Borne
indicado por A – a ponta de prova vermelha deve ser ligada nele para a
medição de corrente continua ou alternada (observação: a grande maioria dos
multímetros digitais não mede corrente alternada, verifique se existe uma
escala em seu instrumento para isto antes de fazer a medição). O quarto borne
em um multímetro pode ser utilizado para a medição de correntes continuas
mais elevadas, como exemplo, até 10A. Neste caso a indicação no borne seria
10A ou 10 ADC.
48
grandezas de até 3 números completos mais meio número. Vamos exemplificar
para ficar mais fácil:
Suponha que você vai medir uma tensão de 1250V na escala de 1500V, a
leitura que aparecerá no display será de 1250, ou seja:
Vimos que temos escalas indicadas por diversos valores: 200mA, 2000mV,
20K, mas o que é isto. Para explicar vamos estudar uma grandeza por vez:
49
outras leituras para praticar. Coloque o seu multímetro em uma escala superior
a 200VCA (volts de tensão alternada, que é a tensão que temos na rede
elétrica, tomadas, etc). Escolha, por exemplo, a escala de 750 VCA e faça a
medição, o que aparecerá? Algo próximo a isto: 127 que você já sabe que é
igual a 127 volts alternados.
Veja se o seu multímetro tem uma escala mais baixa do que 750, porém,
superior a 127 VCA. Vamos supor uma escala de 200 VCA, qual será a leitura
agora? Algo próximo a: 127,1 que você já sabe que é igual a 127,1 volts
alternados. Qual a diferença de uma escala para a outra? A diferença está na
precisão da leitura. Quanto mais próximo estiver a escala do valor medido
maior a precisão. Você pode perceber isto no exemplo acima. Na escala de
750 medimos 127 e na escala de 200 medimos 127,1. Então é correto se
começar a medir pelas escalas mais baixas? Não, muito pelo contrário. Se
você fizer isto você corre o risco de danificar o seu multímetro. Sempre se
começa a medição pela escala mais alta e, se for possível, se abaixa a escala
para se ter uma leitura com mais precisão.
50
de 200 mA. Então é correto se começar a medir pelas escalas mais baixas?
Não, muito pelo contrário. Se você fizer isto você corre o risco de danificar o
seu multímetro. Sempre se começa a medição pela escala mais alta e, se for
possível, se abaixa a escala para se ter uma leitura com mais precisão.
Seus múltiplos são kiloohms (KΩ) e megaohms (MΩ). Seu submúltiplo mais
usado é miliohms (mΩ).
51
conhecidos, mude de escalas e perceba as diferenças. Preste sempre muita
atenção no ponto e na escala para fazer a leitura correta. Lembre-se que:
52
Resumo para Estudo
Resistores Identificação de componentes
Fixos:
de fio- resistência em ohms, tolerancia % e tensão em volts no corpo.
a a a
Carbono- código de a cores em faixas no corpo ( 1 – algarismo, 2 algarismo, 3 no de
a
zeros , 4 tolerância )
Tolerâncias-(Marron ±1%;Vermelho ±2%;Ouro ±5%; Prata±10%)
o
Filme metálico-código de 5 cores em faixas no corpo ( 1-mais próximo da extremidade,
o o o
algarismo, 2 algarismo, 3oalgarismo 4 no de zeros 5 tolerância)
Tolerâncias- (Marron±1%; vermelho±2%; verde ±0,5%)
Variável- especificação no corpo RΩ máxima.
Ajustável: Idem
o
DIP/SIP- no corpo os XXX. XX= dois primeiros algarismos o X=3 no de zeros. Indica o
valor de cada resistor da Rede.
Capacitores:
Fixos [(cerâmicos –( Disco (ver a parte)Plate(tem tabela de especificações), tubulares,
passagem nocorpo); (Styroflex-no corpo)Polyester(não metalizados- capacitancia,
tolerância e tensão no corpo)(Metalizados( schico - capacitância e tensão no corpo)(Laranja
–capacitância, tolerância e tensão no corpo)( Zebrinha(ver a parte)
Eletrolíticos(característicascapacitancia em μF e polaridade no corpo Radiais- terminal
maior é o positivo;Axiais estreitamento do gargalo no positivo faixa preta no negativo..)
(Tântalo –no corpo terminal maior =+)
Casos específicos:
Fixo MetalizadoZebrinha- Capacitância em picofarad -utiliza código de 5 cores – de cima
a a a a
para baixo 1 faixa-algarismos 2 faixa algarimos, 3 faixa – no de zeros 4 faixa tolerância ;
a
5 faixa tensão de trabalho
Tolerâncias :Preto= ±20%; Verde=±5%; Branco=.±10%.
Tensão de trabalho- Marron=100V;Vermelho=250V; Amarelo=400V; Azul=630V
Fixo ceramicoDisco- em pf
53
Voltagem-Tensão de trabalho(V;KV)
LNL-LN=coeficiente de temperatura=(X5=--55℃ - +85℃);(X7=--55℃ +125 ℃): (y5=--
30℃ +85℃); (Z5=+10℃ +85℃)
L=Variação máxima da capacidade-letra de D a W=Valores diversos em%.
o
Obs: Nem sempre vem todos os dados ; as vezes o 3 algarismos é uma letra geralmente p;
neste caso se lê: ex 18P= 18pF. Há casos que só vem
.0X, neste caso a capacitância será
em micro [Link] .03 = 0,03 uF.
Diodos:
Uso geral Vem com uma faixa do lado do catodo .
-
Outras caracteristcas no corpo- 1N-codigo americano(indica uma junção)+XXXXno
qualquer de referencia: ex:1N4148.
1S (código japonês) 1 junção =igual ao americano
AO79- Código europeu para diodos de germanio
Diodo Retificador-Serie 1N400C onde C varia de 1– 7 para as tensões- 50-
100,200,400,600,800,1000(tensão máxima quando o diodo está polarizado inversamente)
respectivamente
Diodo Zenner – SérieBZX79C , onde C = tensão do [Link] BZX792V1=BZX79 tensão
de 2,1volts.
Transistores:
Quanto a potencia de dissipação temos as séries: Baixa potencia BC548;
Média potencia- BD 135,137,139; Alta potencia –Tip120,121,122, Darlington
54
3
Tiristores
SCR –TIC XXXL, onde: XXX=100-199 e L = letra
Outros componentes:
Acoplador Ótico(fotoacoplador)
CI Regulador:
55
Teste para se identificar a base do transistor, bem como, se
o mesmo é do tipo NPN ou PNP.
Identificada a base e o tipo, identificar o coletor e o
emissor.
Multímetro Digital.
Escala>> Continuidade-
Diodo Identificação da Base:
▲ = PV(+) A base é identificada quando com a
▲ =PP (-) ponteira(pv ou pp), fixa em um
determinado terminal as medidas
encontradas nos outros dois terminais
apresenta valores quaisquer diferentes
de zero e 1
PolarizaçãoDireta
1-PV – fixa (xy)
2-PV – fixa (xz) ▲▲ Identificação do tipo NPN ou PNP:
▲▲ Quando se acha a base, a cor da ponteira que
3-PV – fixa (yx)
▲▲ está fixa indicará o tipo ; da seguinte forma:
4-PV – fixa (yz)
▲▲ Ponteira Vermelha- PV= Tipo NPN.
5-PV – fixa (zx)
▲▲ Ponteira Preta- PP = Tipo PNP.
6-PV – fixa (zy)
Polarização ▲▲
Inversa
Identificação do Emissor e do Coletor:
1-PP – fixa (xy)
2-PP – fixa (xz) ▲▲ Com a ponteira que se achou a base
56
Teste para se identificar a base do transistor, bem como, se
o mesmo é do tipo NPN ou PNP.
Identificada a base e o tipo, identificar o coletor e o
emissor.
Multímetro Analógico.
57
Tiristores
Introdução.
58
Obs: a) O SCR só conduz de A (anodo) para K(Catodo) quando submetemos a porta (P)
e o catodo(K) a uma tensão ( baixa) ou um Pulso.
b) Nesses componentes o anodo é sempre o terminal do meio.
1.1.2-Os terminais A e P anodo e porta apresentam nos dois sentidos resistência ôhmica
alta (∞).
59
Os SCRs que apresentam esses resultados na verificação, podem ser considerados em
bom estado.
1.2- Identificação dos terminais de um RCS.
O anodo geralmente é o terminal do centro, que está ligado a aleta de montagem. E a
resistência medida entre o terminal e a aleta é zero..
No multímetro analógico utilizamos a escala X1a X100 e fazemos as medidas nos dois
terminais das extremidades( o do meio é o Anodo) em um sentido e no outro sentido: Na
medição onde encontramos a resistência mais baixa, verifica-se onde está a ponteira
preta.e a vermelha e temos:
Ponteira Preta-PP = Porta (P);
Ponteira Vermelha-PV = Catodo (K)
60
Identificado os terminais , conecta-se as ponteiras de qualquer maneira aos terminais A
(anodo) e K(catodo) se encontrarmos uma resistência muito baixa (próxima de zero ou
zero) , conclui-se que existe fuga ou até um curto circuito.
Também
(RΩ= da mesma forma estará defeituoso, se apresentar uma resistência muito alta
∞) quando medimos a resistência entre a porta(P) e o Catodo(K) em ambas as
medições
(direta e inversa)
1.4- Teste de Disparo em um SCR
Este é para verificar se o componente está conduzindo do anodo (A) para o Catodo(K)
quando o se faz uma polarização direta da porta(P) para o catodo(K)
Este teste é feito em três etapas:
61
2 TRIAC (Triode Alternative Current).
Trata-se de um outro tipo de componente semicondutor, pertencente à família dos
tiristores,
que é utilizado em circuitos para controle de potência.
O funcionamento dos triacs é bastante parecido com o dos RCS.
Como já foi dito, um RCS permite a passagem da corrente elétrica num único sentido(
situação em que o anodo é positivo em relação ao catodo). Já no TRIAC, a condução da
corrente pode ser realizada em ambos os sentidos.
Além disso, enquanto o RCS, para conduzir, necessita de um pulso positivo entre a porta e
o catodo, o TRIAC pode ser disparado tanto com pulsos positivos como com pulsos
negativos.
Observações: a) Estes componentes controla bem a corrente alternada quando em série
com
a carga
b) Atua com muito bom desempenho quando usado para controle de potencia..
62
2.2- Identificação dos terminais de um TRIAC.
Nos Triac, o terminal principal no2 ( TP2) normalmente vem conectado à parte metálica
que fica em contato com o dissipador de calor (aleta de montagem).
Assim o terminal TP2 deverá apresentar RΩ = 0(zero) em relação a aleta de
montagem ) teste de continuidade). Esta característica o identifica.
Resta agora identificar TP1 e a porta (P)
No multímetro analógico utilizamos a escala X1a X100 e fazemos as medidas nos dois
terminais P e TP1 das extremidades em um sentido e no outro sentido: Na medição onde
encontramos a resistência mais baixa, verifica-se onde está a ponteira preta.e a vermelha e
temos:
Ponteira Preta-PP = Porta (P);
Ponteira Vermelha-PV = (TP1)
2.2- Testando defeitos nos TRIAC.
Multímetro analógico, escala X100, X10 pela ordem vamos testar rapidamente um TRIAC,
concluindo se ele está em boas condições para ser usado.
Identificado os terminais , conecta-se as ponteiras de qualquer maneira aos terminais TP1
e TP2 se encontrarmos uma resistência muito baixa (próxima de zero ou zero) , conclui-se
que existe fuga ou até um curto circuito.
Também da mesma forma estará defeituoso, se apresentar uma resistência muito alta (RΩ=
∞) quando medimos a resistência entre a porta(P) e TP1.
2.3- Teste de Disparo de um TRIAC.
63
Com o auxilio de um multíteste analógico é possível verificar as características de disparo
dos TRIAC.
Primeiramente verificamos o disparo com pulsos negativos (figura acima). Istoé feito em
três etapas conforme descreveremos a seguir:
a) Conectamos a ponta positiva(+) PP em TP1 e a negativa(-) PV em TP2 (veja a
figura). O instrumento deverá acusar uma resistência bastante alta( R =∞).
b) Encostamos momentaneamente a ponta negativa PV no terminal da porta ( P), mas
sem desconecta-la de TP2.O instrumento acusará uma queda acentuada no valor da
resistência medida anteriormente ( R ~60Ω ), na escala X1 ou X10.
c) Desencostamos a ponta negativa PV apenas do terminal da porta ( P). O multímetro
continuará indicando (R ~60Ω).
Agora se desconectamos, momentaneamente, qualquer das pontas de prova ( ou TP1 ou
TP2), o TRIAC voltará para a condição de bloqueio, tal como indicado em a).
Em seguida devemos verificar o disparo co pulsos positivos. Para tanto, invertemos a
posição do componente, isso facilitará as medições. Exceto as mudanças de polaridades,
o processo é idêntico ao que acabamos de analisar
o
3-Acoplador Ótico ( Fotoacoplador).
Têm a função de interligar circuitos e reduzir as interferências entre os mesmos..
São formados internamente por um LED e um foto transistor NPN de silício.
Aplicações:
a) Isolação elétrica entre entrada e saída do circuito.
64
b) Normalmente substituir os antigos relés eletromecânicos.
Abaixo símbolo e aspectos do acoplador ótico:
Obs: Estes componentes apresentam, para indicar o pino 1 uma pequena marca no
corpo do componente, para permitir a identificação dos seus terminais. No exemplo
acima próximo ao pino 1 existe um ponto. Olhando-se o envólucro por cima, a
contagem é feita no sentido anti-horário em relação ao pino 1.
3.1-Teste no acoplador Ótico ( verificar se está conduzindo).
Utilizam-se 2 multímetros analógico escala X1 . O teste é feito em duas etapas ao
mesmo tempo . Em primeiro lugar identifica-se os terminais do diodo (Anodo e
Catodo) e depois os terminais do transistor (NPN), coletor, emissor e base (processo
normal).
Etapa 1- Polariza-se o diretamente o diodo.
Etapa 2- mede-se os teminais Coletor/Emissor do [Link] figura abaixo:
65
Nos testes observados acima obtendo-se os resultados compatíveis com o mesmo ,
podemos assegurar que o componente está conduzindo e está bom.
o
4-CI Regulador de tensão-exemplo de utilização.
66
Geralmente eles vêm com a indicação 78XX ou 79XX , o 78 indica que é positivo e o
79 indica que é negativo. Os outros dois dígitos XX indicam a tesão de saída a ser
controlada.
Exemplos:
a) 7805 = +5 V;
b) 7905 = -5V;
c) 7912 = -12V;
d) 7812 = +12V.
4.2- Teste no CI Regulador
67
Resolução:
Rb=Rcx100 = 950x100= 9500Ω =95KΩ donde Rb=95kΩ
Re =Rc/10 = 950/10 =95Ω donde Re=95Ω
68
7.4 Teste no Mosfet (Armar)
69
Transformadores
Introdução.
o
3-Testes e defeitos em transformadores.
3.1-Teste de Continuidade .
Verificação com multímetro (analógico ou digital) se está bom, aberto e em curto.
70
Os testes são feitos nos dois pólos do primário , bem como, no secundário e os resultados
devem ser interpretados da seguinte forma:
a) RΩ = Baixas (50 a 1000Ω) – Transformador bom.
b) RΩ = >1000 a ∞- Aberto.
c) RΩ = Próximo de zero ou zero = Curto.
Obs: Com o multímetro digital, usa-se a escala de continuidade (diodo)
O teste é feito tocando com uma das ponteiras(qualquer uma) em um dos fios que
existem no primário e no secundário, e com a outra na carcaça do transformador ,
conforme visto acima.
Interpretação:
RΩ = ∞ transformador Bom.
Valores diferentes de infinito indicam que está havendo vazamento de corrente.
3.3- Identificação dos enrolamentos.
71
3.3.1 Teste no primário.
Com o neutro(zero) identificado multímetro na escala X1, toca-se com uma das
ponteiras nele (qualquer uma) a outra ponteira toca-se nos outros fios, um de cada vez
aquele que apresentar o maior valor é o terminal de 220 V o menor é o terminal de
110Volts.
72
Resumo- Esquemas e Símbolos
o
1 Resistores:
o
2 Capacitores:
O
3 Diodos:
73
o
4Transistores:
o
5 Circuitos Integrados:
o
6 Diversos
74
Eletrônica
Diodos.
75
Figura 1
Nesta forma cristalina de grande pureza o silício e o germânio não servem para
elaboração de dispositivos eletrônicos, mas a situação muda quando adicionamos certas
“impurezas”ao material.
Estas impurezas consistem em átomos de algum elemento químico que tenha na sua
última camada um numero diferente de 4 elétrons, e que sejam agregados a estrutura do
Germânio ou/e do silício em proporções extremamente pequenas da ordem de partes por
milhão (ppm).
No nosso exemplo utilizaremos o silício com as duas possibilidades de adição.
a)Elementos com átomos de 5 elétrons na última camada;
b)Elementos com átomos dotados de 3 elétrons na última camada.
No primeiro caso, mostrado na figura 2, a adição e utilizando o elemento arsênio (As).
Como os átomos vizinhos só podem compartilhar 8 elétrons na formação da estrutura
cristalina, sobrará um que não tendo a que se ligar, adquire mobilidade no material, e
por isso pode servir como portador de carga.
Figura 2
76
pela adição deste tipo de impureza, recebe o nome de Semicondutor do tipo N (N-
negativo).
Na segunda possibilidade, agregamos ao cristal de silício uma impureza, que contém 3
elétrons na sua última camada, no caso o Índio (In) obtendo-se então uma estrutura
conforme mostrada na Figura 3.
10
Figura 3.
Observa-se que, no local em que se encontra o átomo de Índio não existem 8 elétrons
para serem compartilhados de modo que sobra uma vaga, que chamamos de “lacuna”.
Esta lacuna também funciona com portador de carga, pois os elétrons que queiram se
movimentar através do material podem “saltar”de lacuna para lacuna encontrando assim
um percurso com pouca resistência.
Como os portadores de carga neste caso são lacunas, e a falta de elétrons corresponde ao
predomínio de uma carga positiva, dizemos que o material semicondutor assim obtido é
do tipo P (P de positivo).
Podemos formar materiais semicondutores do tipo P e N tanto com os elementos como
o silício e o germânio, como com alguns outros encontrados em diversas aplicações na
eletrô nica.
o
2 Junções PN.
Um importante dispositivo eletrônico é obtido quando juntamos dois materiais
semicondutores de tipos diferentes formando entre eles uma junção semicondutora.
A junção semicondutora é parte importante de diversos dispositivos como os diodos,
transistores, SCRs, circuitos intergrados, etc. Por este motivo, entender o seu
comportamento é muito importante.
Supondo que tenhamos dois pedaços de materiais semicondutores, um do tipo P e o
outro do tipo N, se unimos os dois de modo a estarem num contato muito próximo,
formam uma junção, conforme se mostra na Figura 4, na sequência.
77
Figura 4.
78
Figura 5.
Símbolo:
Diodos Diversos:
79
3.1-Especificacões dos Diodos
As especificações dos Diodos comuns são feitas em função da corrente máxima que
podem conduzir no sentido direto, abreviado por If( o f de forward=direto), e pela
tensão máxima que podem suportar no sentido inverso, abreviada por Vr
(reverse=Inverso) e ainda segundo códigos, da seguinte forma:
1N – Código americano (uma Junção);
1S – Código Japonês;
AO = BA – Código europeu.
Figura 6
80
[Link] então um afastamento dos portadores de N e de P da junção. O resultado
é que em lugar de termos uma aproximação das cargas na região da junção temos um o
seu afastamento, com um aumento da barreira de potencial que impede a circulação de
qualquer
a corrente.O material polarizado desta forma, ou seja, inversa, não deixa passar
corrente. Veja na figura 7, como ocorre esta situação:
Figura 7
o
4 Tipos de Diodos.
4.1-Diodos de silício uso geral:- são aqueles usados em circuitos lógicos, circuitos de
proteção de transistores, polarização etc. São fabricados para o trabalho com correntes
de pequena intensidade de no máximo 200mA e tensões que não ultrapassam 100V.
Simbologia:
81
4.2- Diodos Retificadores.- sua função é de retificar corrente de AC para DC
pulsante.São destinada a condução de correntes intensas e também operam com
tensões
inversas elevadas que podem chegar 1000v ou 1200 no sentido inverso Conduzem
correntes diretas de até 1 A.
Simbologia:
82
Aplicações: Controles remotos, Monitores, Indicativo de funcionamento dos
dispositivos em um Pc etc.
Tensão de funcionamento: Leds vermelhos –1,6V demais de 1,8 a 2,1V
Indicações de identificação- os Leds mais comuns são indicados por tipos de fabrica,
tais como as siglas TIL(TIL221 etc) da Texas Instruments, CQV (da Phillips) ou
LD(Icotron).
4.4-Fotodiodos.-são aqueles que estando polarizado inversamente a sua resistência
ôhmica é função da incidência da luz na sua junção. O resultado é que se obtém a
circulação de corrente dependente da intensidade de luz incidente
83
10
5.1.1-Polarização direta.- é aquela em que o anodo (A) está mais positivo que o
catodo(K).
Nessa condição dizemos que o diodo conduz e que está diretamente polarizado ou
ainda, ON.
84
A tensão entre A e K idealmente está zero, porém isto não acontece na prática, sendo
que para diodos de silício esta tensão valerá 0,7V e para diodos de germânio valerá
0,[Link] tensão denominada de tensão de limiar ou tensão de condução é
representada
por VL. O diodo então será representado no esquema por uma fonte de tensão de valor
VL
5.1.2- Polarização Inversa.-nessa condição o anodo (A) estará menos positivo que o
catodo(K) e o componente não permitirá a passagem da corrente. Na realidade passa
pelo componente uma pequena corrente, da ordem de nA (nanoampére) que é
desprezível.
85
Chega-se a conclusão que a tensão alternada do enrolamento secundário do
transformador
Tem a mesma freqüência que a aplicada no enrolamento primário. Observe figura acima
que tanto no primário como no secundário os sinais (+) e (-) estão nos mesmos pólos.
Importante: Quando a sinalização do secundário for igual ao correspondente do
primário dizemos que o secundário está em fase com o primário quando a sinalização
dos pólos estiverem diferentes nos pólos correspondentes, dizemos que o secundário
está com fase invertida
Esta inversão de fase pode ser conseguida com um transformador que tenha
enrolamento duplo ou dotado de uma tomada central (CT=center tape)
5.3 Retificadores.
Em primeiro lugar vamos visualizar de uma forma geral como entra e como sai a
corrente
Nesse tipo de retificador.
[Link]-Semi-ciclo positivo-SCP
86
Observe nesse caso, que o ponto mais positivo do circuito está ligado ao anodo (A) do
diodo e este conduz.
[Link]-Semiciclo negativo-SCN.
Nesse semiciclo temos a inversão da polaridade da tensão de entrada ocasionando um
potencial negativo no anodo(A) do diodo em relação ao seu catodo(K), o que ocasiona
sua não condução, ou seja, não há passagem de corrente, representado por um circuito
aberto.
Veja a figura a seguir:
87
Observe que confere com a figura inicial do item 5.3.1.
Obs: a)Como vimos este tipo de retificador só permite aproveitar apenas a metade dos
semiciclos da corrente alternada sendo por isso um processo de pouco rendimento;
aproximadamente 30% da corrente alternada que entra é aproveitada.
b) Ë bom ainda observar que a corrente que sai geradas nos semiciclos positivos, se bem
que circule em um sentido único, não é uma corrente contínua pura. Ela é formada por
[Link] tipo de corrente é chamada de “Corrente contínua pulsante” com a
freqüência de 60 ciclos /seg.
Na figura a seguir visualizamos como entra e sai a correntes neste tipo de retificador.
Vamos as explicações:
Este circuito apresenta dois diodos (D1 e D2) e uma tomada central (CT) de inversão de
fase.
Circuito:
[Link]-Semi-ciclo positivo-SCP:
Nesse semiciclo observe que o anodo(A) do diodo D1 está ligado ao pólo positivo do
secundário do transformador e, portanto conduz. O diodo D2, no mesmo circuito neste
semiciclo está ligado a um pólo negativo e neste caso abre, não conduz.
88
[Link]- Semi-ciclo negativo-SCN.
Neste semiciclo a tomada central inverte a fase do transformador para que o diodo D2
seja ligado a um terminal positivo e possa conduzir(observe a figura)Com esta inversão
os semiciclos negativos inverte e se tornam positivos.A inversão da fase é simultânea
com a troca do semiciclo e faz com que sejam aproveitadas as ondas negativas do
semiciclo. Ao serem aproveitadas e tendo agora um só sentido não tem lógica falar em
positivo ou negativo. Estas ondas são incorporadas àquelas aproveitadas no SCP
melhorando o rendimento do retificador e melhorando a qualidade da corrente
retificada.
Resumindo, neste semi-ciclo D2 estando com o seu anodo (A) ligado a um pólo positivo
–conduz; D1 tendo o seu anodo ligado a um pólo negativo –Abre.
5.3.2.3Análise da corrente de entrada e saída em relação aos semi-ciclos.
.
Observe as ondas geradas no Semi-ciclo positivo-SCP e as ondas geradas no semi-ciclo
negativo-SCN estas ultima aproveitando as ondas negativas e [Link]
ainda que os espaços entre as ondas geradas no SCP devido ao corte das ondas
negativas, como visto no RMO, agora podem ser preenchidos por aquelas obtidas no
SCN quando estas ondas são recompostas. Só que agora em um só [Link] acima o
tipo de onda final que se obtém utilizando-se este tipo de retificador.
89
Observe ainda, que neste caso a distância entre as ondas são menores (tem uma
freqüência maior, ou seja, 120 ciclos/seg.)do que no caso anterior RMO. Neste processo
melhora-se a qualidade da onda, bem como o rendimento, (69% no caso) com o
aproveitamento das ondas [Link] assim ainda não temos uma corrente
retificada 100% [Link] obtendo o que se chama uma corrente retificada
pulsante.
5.3.2-Retificador de Onda Completa em Ponte.-ROCP.
Na figura abaixo se visualiza, como nos outros tipos, como entra e como sai neste tipo
de retificador.
Explicações:
Neste tipo, temos um retificador comum que utiliza para retificação uma ponte
retificadora, que é um componente eletrônico com quatro diodos internos dispostos de
tal maneira a colocar dois diodos por ciclo ligados via seus anodos(A) ao pólo positivo
do secundário do transformador .Desta forma nos semiciclos positivo SCN- temos dois
diodos conduzindo e no semiciclo negativo os outros dois também conduzem. Neste
processo por termos 4 diodos obtemos um rendimento melhor que o ROCT ( cerca de
80%). Antes de prosseguirmos com as explicações de funcionamento deste sistema,
mostramos nas figuras abaixo o aspecto, simbologia e esquema de uma ponte
retificadora.
Simbologia:
Circuito:
90
[Link]- Semiciclo Positivo-SCP
No esquema abaixo observamos que neste semiciclo positivo os diodos D1e D2
polarizam diretamente e neste caso conduzem corrente os outros dois D3 e D4
polarizados inversamente, abrem.
O esquema de entrada e saída das ondas é análogo ao visto para o Retificador de Onda
Completa com Tomada. Neste processo também são aproveitadas as ondas de natureza
negativa obtendo-se um rendimento maior devido ao numero maior de [Link]
salientar que ainda neste processo a corrente obtida ainda não é 100% pura.A corrente é
retificada pulsante com freqüência de 120ciclos /seg.
Observamos que para se obter uma corrente realmente retificada a mesma tem ainda de
passar por outros processos.
91
o
6 Medição e testes em Diodos.
Leitura
Condição
92
Sentido direto – Baixa Bom
Sentido Inverso Alta
93
Nos testes feitos diodo por diodo (D1 e D2 Direta ou inversamente), pode-se seguir a
tabela de defeitos acima. Se um dos diodos apresentar os defeitos acima o varicap está
estragado
94
Nos testes feitos, diodo por diodo (D1, D2, D3 e D4 Direta ou inversamente), pode-se
seguir
da a tabela de defeitos, acima. Se um dos diodos apresentar os defeitos constantes
tabela acima, a ponte retificadora está estragada.
95
Exercícios Diversos- Eletrônica
o
1 – Dê os símbolos de 5 diodos:
o
2 – Como identificamos uma ponte em curto?
Quando testamos a mesma(os 4 diodos) com um multímetro na escala X10K , nas
medições, tanto direta como inversa encontramos valores baixos ou zero.
o
3-Qual a principal característica de um diodo?
É retificar a corrente de AC para DC Pulsante.
o
4 A ponte retificadora é um diodo de:
a) Meia ponte;
b) Assimétrico;
c) Onda completa;
A resposta correta é a ©.
o
5-Explique:
a) Como é formado o diodo?
96
o
6-O que representam os códigos abaixo:
a) 1N
b) 1S;
c) OA79;
d) BZx79C;
e)BZX79C5V2.
Respostas:
a) 1N = código americano. Diodo retificador de silício de 1 junção.
b) 1S = código japonês. 1 junção.
c) AO 79 = código europeu (diodos de germânio usados com correntes muito fracas,
mas podem operar em velocidades altas principalmente na detecção de sinais de alta
freqüências-rádio).
d) BZX79C = É uma série para o tipo diodo zenner da Phillips Components, formada
por diodos de 400mW, onde a tensão é dada pelo próprio tipo. Estes diodos são
empregados em projetos e aparelhos comerciais.
e) BZX79C5V2= diodo zenner de 5,2 V, da Phillips Components.
o
7 – O que é um diodo Zenner?
É um tipo de diodo que polarizado inversamente mantém a tensão do circuito constante,
mesmo que a corrente varie, ou seja, ele funciona como um regulador de tensão em um
circuito.
Polarizado diretamente ele funciona como um diodo normal.
o
8-Em funcionamento normal , como devemos polarizar os diodos Led?
Ele deve ser polarizado diretamente.
o
9- O que é uma junção num diodo?
A junção em um diodo é a zona de contato entre dois materiais semicondutores de
natureza elétrica e tipos diferentes, ou seja, materiais do tipo N (negativo), com o do
tipo P (positivo) Esta junção apresenta propriedades muito importantes, encontradas nos
diodos .
o
10-No diodo de silício qual a tensão mínima para se romper à barreira de
potencia?
A tensão para romper a barreira de potencia em um diodo de silício é de 0,7 Volts.
o
11-Em que diodos e para que usamos placas dissipadoras?
Diodos de potencia (Varicap).Para dissipar(irradiar) o calor desenvolvido pelo
componente, evitando assim que o componente se estrague devido as altas temperaturas
alcançadas pelo mesmo.
o
12-O diodo é formado por quantos elementos?
Os diodos são formados por dois materiais semicondutores de características elétricas
opostas,. Materiais do tipo N (negativo) e do tipo P (positivo).
o
13-Qual a finalidade do circuito retificador?
Transformar tensões e correntes alternadas em tensões e correntes continuas. .
97
o
14-Como identificamos um diodo em curto?
Identificamos com o multímetro analógico escala x1 ou x10, com a PP no anodo e a
PV no catodo (Polarização direta) e encontramos a resistência ôhmica próxima de zero
ou zero.
Agora na escala x10K, PV no anodo e PP no catodo( Polarização inversa) e
encontramos também valores da resistência ôhmica próximos de zero ou zero.
o
15-Defina diodo retificador?
O diodo retificador é aquele que tem a função de retificar a corrente de AC para DC
pulsante.
tensões São destinada a condução de correntes intensas e também operam com
inversas elevadas que podem chegar a 1000V ou 1200V, no sentido [Link]
correntes diretas de até 1 A
o
16 –Entre uma fonte retificadora de dois diodos e uma que utiliza uma ponte
retificadora, qual a fonte que apresenta melhor rendimento.?
É aquela que usa a ponte retificadora , pois esta possui 4 diodos dispostos de tal forma
que a corrente passa por 2 diodos por vez.
o
17-Qual o nome do diodo da série 1N4000?
Diodo retificador de silício de uma junção.
o
18- Como identificar uma ponte retificadora em seu funcionamento normal?
Veja o esquema abaixo para multímetros analógico e digital:
98
Sentido Inverso- Altas.
o
19-O diodo é formado por quantas junções?
O diodo é formado por uma (1) junção.
o
20-Dê o símbolo de 04 diodos e diga as suas funções?
99
o
23-No circuito abaixo, responda:
100
o
24- De acordo com a função, identifique os componentes abaixo:
101
o
24- No circuito a seguir responda as seguintes perguntas:
102
103
a) Onde está localizada a ponte retificadora?
b) Como estão polarizados os diodos D19 e D20?
c) Como estão polarizados os diodos D21 e D22?
d) O que são L1, L2, L3 e L4 no circuito secundário?
e) Qual o sinal dos capacitores C22, C23, C24 e C25; se C22 entrar em curto o
que acontece?
f) O que são L5 , L6 e L7 ?
g) A fonte correspondente a esse circuito é linear ou chaveada?
h) Qual a função do diodo D5 no circuito?
i) Qual a função do diodo D14 no circuito?
j) Qual a função do resistor R24?
k) Quantas retificações tem no secundário?
m) Se o resistor R41 abrir , o que acontece?
Respostas:
a) A ponte retificadora está localizada na parte da retificação primaria, (detalhe
a)
b)Os diodos D19 e D20 estão polarizados diretamente ( detalhe b);
104
o
25- No circuito abaixo responda as seguintes perguntas?
o
1) Identifique os resistores fixos e informe os valores das resistências e potencias
dos mesmos?
o
2) Identifique os resistores variáveis e diga quais?
o
3) Identifique os resistores ajustáveis?
o
4) Caso fosse necessário substituir os resistores R115 e R435 qual seria o valor do
resistor equivalente?
o
5) O resistor R436 abrindo, qual seria a conseqüência no transistor Darlington?
o
6) Identifique os capacitores eletrolíticos e informe qual a função dos mesmos?
o
7) Identifique os capacitores comuns e indique as suas funções?
o
8) Qual a função do resistor VR 404 ?
o
9) Dê o nome do componente L402 e indique sua unidade?
o
10) O capacitor C436 em curto qual a conseqüência no transistor próximo?
Respostas:
o
1) R412-R=56KΩ, P=1/4w.
R418 – R=100KΩ, P=1/4w.
R414 – R=1,8KΩ, P=1/4w.
R115 – R=100KΩ, P=1/6w.
R435 - R=33KΩ, P=1/6w.
R436 - R= 1KΩ, P=1/6w.
o
2)VR404 P=100KΩ (Potenciômetro)
105
o
3) No circuito apresentado não existem resistores ajustáveis.
o)
4R115 - R= 100KΩ
R435 – R= 33KΩ
O resistor equivalente será : Req = R115 + R435 = 100 + 33 = 133KΩ
O Req = 133KΩ.
o
5) O resistor R436 está ligado a terra e protejendo o transistor Q406 – Darlington
se o mesmo abrir o Darlington , perde a proteção e poderá a qualquer momento ficar
danificado.
o
6)Os capacitores são:
C436- onde C = 1uF , e tensão de 50V e está no circuito atuando como
desacoplador de baixa freqüência.
C410- onde C = 3,3 uF , e tensão de 25V e está atuando como desacoplador de
baixa freqüência.
o
7) O C421 – C=2,2nF, P=100V e está atuando como acoplador de alta freqüência.
o
8) VR404 e tem a função de controlar a potencia do circuito.
o
9) O L402 é uma bobina e sua unidade é a unidade de freqüência , o Hertz. No
circuito ele es’ta em uH.
o
10) O C436 estando em curto, não irá armazenar a carga para enviar ao transistor
próximo. A corrente vai passar toda por ele e não vai alimentar a base do transistor
inclusive não haverá tensão no circuito.
106
Resumo para estudo
Terminais, testes e defeitos
Introdução:
Premissas:
1- Todos os testes serão efetivados com multímetro analógico.
2-Ponteira Vermelha = PV
3-Ponteira Preta = PP
4-Testes para resistores, capacitores e transformadores: PV=positiva ; PP=Negativa.
5- Teste para os demais componentes (semicondutores): PP=positiva ;PV=negativa.
Resistores:
Escalas – de resistência Ω (x1,x10 x100, x1k x10k) a mais adequada ao valor da
resistência que vai se medir : Ponteiras – aleatoriamente:
Capacitores:
Escala mais indicada =X10K, Ponteiras- no eletrolítico observar polaridade nos demais
ponteiras aleatoriamente:
Ponteiro desloca e volta ao ∞ Capacitor bom
Ponteira desloca e não volta Fuga-curto parcial (dielétrico estragado)
Ponteira desloca para zero Curto total (dielétrico Furado)
Ponteiro não desloca =∞ Aberto( desligamento dos terminais)
*Deficiente (medida no capacimetro) Valor diferente (tolerância) do de fábrica
Transformadores:
Escalas indicadas x1 ou x10 Ponteiras aleatoriamente:
Teste de performance Primário e secundário RΩ=baixas(50 –1000)=Bom
RΩ>1000 -∞ =Aberto ponteiras nos dois pólos das
extremidades
RΩ =proximode zero ou
zero=Curto
Teste de isolamento Primário e secundário RΩ= ∞ transformador bom
ponteira em um dos fios de
um dos pólos a outra na
carcaça
Identificação dos Primário-uma das ponteiras Resistência Ôhmica =Maior
enrolamentos no neutro e a outra toca em = terminal de 220V.
um e outro pólo a que Resistência Ôhmica
apresentar a resistência maior menor=terminal de 110V
é o termina de 220V o outro
é o de 110V
107
Diodos:
Os testes a partir de agora (Semicondutores ) a PP= positiva e a PV = negativa .
Serão observadas ainda s as polaridades.
Teste em diodos em geral
Escala e observações Leitura Interpretação
Sentido direto=Baixa e
inverso =∞ Bom
–
Polarização direta X1ou X10
e X10Kpara inversa
Direto e inverso baixo ou Curto
zero
Direto e inverso próximo =∞ Aberto
Sentido inverso<10Ω Fuga
Teste diodo Varicap/Ponte retificadora
Escala e observações Leitura Interpretação
Sentido direto=Baixa e
inverso =∞ Bom
108
Transistores:
109
Tiristores:
SCR
Identificação dos terminais de um SCR- Escala X1
Terminal anodo A é sempre o do meio e está em curto com a aleta. Mede-se então os
terminais das extremidades K e P, em um e no outro [Link] 2 resultados de
resistência; um maior e o [Link] resultado menor , observamos onde estão as ponteiras:
Assim temos: Terminal onde está a PP=Porta Terminal onde está a PV é o catodo.
110
TRIAC
Identificacão dos terminais de um TRIAC-Escala X1
Terminal T2 é sempre o do meio e está em curto com a aleta. Mede-se então os terminais
das extremidades P e T1 em um e no outro [Link] 2 resultados de resistência;
um maior e o [Link] resultado menor , observamos onde estão as ponteiras: Assim
temos: Terminal onde está a PP=Porta Terminal onde está a PV é o T1.
Procedimento
T2 e T1 nos dois sentidos
Leitura Interpretação
Nos dois sentidos =Alta(∞) Bom
Nos dois sentidos =Baixa ou
zero Fuga ou em curto
P e T1 nos dois sentidos Nos dois sentidos =
apresenta uma resistência≠ ∞
e de ≠ zero Bom
Nos dois sentidos apresenta
uma resistência=∞ Aberto
111
Acoplador Ótico:
Teste de performance no Acoplador Ótico
Utilizam-se 2 multímetros – Escalas X1 para ambos
Identificação dos pinos – O Pino 1 é mostrado via uma marca no componente no sentido
anti-horário se identifica os outros , ou seja, 1,2,3,4,5,6.
São necessários 2 multímetros para o teste:
Procedimento Leitura Interpretação
Multímetro 1- Polarização RΩ<100Ω OK
direta no Diodo( PP no pino
1 –Anodo do diodo e PV no
pino 2 catodo do diodo)
Multímetro 2-(ao mesmo RΩ= Baixa Atendendo os dois
tempo em que ocorre o resultados, Multímetros 1 e
procedimento acima no 2. o acoplador está Bom
multimetro1) PV no pino 4
emissor do transistor e PP no
Pino 5 coletor do transistor
CI regulador de Tensões:
Para este teste exemplo em um CI regulador de 5V, se utiliza uma fonte de alimentação de
15Volts e um multímetro na escala DCV 10V.
Conecta-se a fonte ao CI. PV da fonte na entrada e PP na [Link] conecta-se
a PV do multímetro a saída e a PP a terra .Observa-se a voltagem no multímetro , a qual
deverá se de 5V. Testa-se ainda, se o componente está mantendo-se a tensão constante:
Aumenta –se na fonte a a tensão e observa-se no multímetro se a tensão varia . A tensão no
multímetro não deverá variar.
112
Mosfet- Transistor de Efeito de Campo-Escala X1
113
Eletrônica
Capacitores
o
1 Função: armazenar cargas elétricas carregando-o e descarregando-o no tempo da freqüência
aplicada.(de acordo com o tempo que recebe a carga)
o
2 Características e propriedades:
O capacitor é um componente basicamente formado por duas placas metálicas, separadas por um
isolante chamado de dielétrico. O material de que é feito o dielétrico é quem define o nome do
capacitor.
Ex.: Dielétrico de mica= capacitor de mica;
Dielétrico de plástico = capacitor de poliéster.
elétricas.
A unidade de capacitância é o FARAD, representado por F e se define como a capacitância de
reter uma carga de 1 coulomb (1C), quando é aplicada a tensão de 1 volt(1V).
Para as medidas usuais dos capacitores os valores em Farad, são muito elevados, por isso se
utiliza geralmente os seus submúltiplos.
Os Submúltiplos são
114
Regra prática para conversões de unidades:
115
3 Classificação e tipos:
Fixos Cerâmicos
Disco
Quando o valor da sua
capacitância
não pode ser mudada.
São designados ou Aspecto:
classificados Plate
de acordo com o
dielétrico, a
forma física ou detalhes
construtivos Aspecto:
Tubulares
:comum Pouco usado.
Passagem
Eletrolítico
Rádiotelecomunicações
Stiroflex 113
Polyéster Não-metalizados -
(até 2,2µF) Vem com a capcitância
,tolerância e tensão de
trabalho em seu corpo.
Metalizados Schico
Características: Capacitância e
Tensão
mostrados no
corpo:
Aspecto:
Metalizado laranja
Características: Capacitância,
Tolerancia e tensão no corpo.
Aspecto::
Zebrinha
Características: Capacitância,
Tolerância e tensã[Link]
Código de cores.
Aspecto:
116
Eletrolítico Alumínio Radiais
(2,2 a 4700µF) É um capacitor de Aspecto:
Simbologia capacitância
alta e tem polaridade.
Utiliza como dielétrico
uma camada de Óxido,
formada por
eletrodeposição
de um produto químico. Axiais
Aspecto
Tântalo
É um capacitor eletrolítico
de alta capacitância e são
usados em CI onde o
espaço
é pequeno.
Aspecto:
Semivariável
(ajustável)
São capacitores de ajuste
com valores pequenos
.São especificados pela
faixa
de valores que podem
adquirir:
no ajuste. ex Trimmer
Simbologia e aspecto:
Variáveis Ar
São usados em sintonia Polyéster
de rádio e podem ser
especificados pela
capacitância
máxima, ou seja, quando
estão com o eixo todo
fechado.
Simbologia:aspecto
:
117
4-Identificação do valor e características dos capacitores fixos
Como vimos anteriormente, as características elétricas dos capacitores são sua capacitância,
tensão de isolação, tolerância e o coeficiente de temperatura e ainda a faixa de temperaturas em
que o capacitor pode ser usado.
Usualmente, referente às unidades da capacitância (Farad), seguem-se os seguintes critérios:
Faixa de Valores Unidade utilizada
1 a 4700pF Picofarads(pF)
Acima de 4700pF-1µF(1.000.000pF) MicroFarad(µF) e PicoFarad(pF)
Iguais e acima de 1000pF Ou a expressão kpF(quilo-Farad=1000pF)
118
4.3-Capacitores de poliéster metalizado-Schico- apresenta a indicação da tensão de trabalho em
(VDC) e o valor da capacitância em nanofarads, indicado apenas pela letra n.
As indicações acima neste capacitor pode se apresentar das seguintes formas:
a) 250 e 22n ; b) 250 2.3 nF; 250 2n3;
4.4-Capacitores “nugget” poliéster ,poliéster metalizado laranja:- as indicações das
característica são iguais ao Schico , acrescentando-se o logotipo do fabricante.
4.5 Capacitores cerâmicos Plate:estes capacitores podem ser de três tipos. Na tabela abaixo
pode-se ver como identifica-lo
Tipo Significado Aspecto/Cor Coeficiente Tolerância Tensão Unidades Capacitância
de de notação
Temperatura Isolação
Volts
TC Coeficiente Cinza com NP0 ±2% 100V pF ou nF 10pF-10p
de uma faixa como p e 2200pf-2n2
temperatura preta no topo n
compensado
TC Coeficiente Cinza faixa N750 ±2% 100V idem idem
de violeta
temperatura
compensado
GP Aplicações Ocre com e ±10% 100V idem idem
gerais faixa
amarela
: GMV Garantido Ocre com -20 +80% 63V idem idem
Mínimo faixa verde
valor
119
4.6-Capacitores cerâmicos –Disco- Tem seu valor indicado em pF e/ou nF, de acordo com o
fabricante.
Recentemente foi introduzida uma nova codificação. Na seqüência vamos explicar este assunto
co alguns exemplos: Na nova codificação ao capacitância é dada apenas em picofarads
o
1 exemplo:
o
Na figura considera-se os dois(2) primeiros algarismos (10) significativos o 3 algarismo o
o
numero de zeros para ser acrescentado aos 2 primeiros. Sendo o 3 algarismo 0 (zero) nenhum
zero deve ser acrescentado. E a leitura da capacitância para este capacitor é : C = 10pF.
o
2 Exemplo:
Vemos neste capacitor a indicação 104. Os dois primeiros algarismos significativos são 1 e 0.
a
O numero 4 , na 3 casa, significa que devemos acrescentar quatro zeros aos dois promeiros
algarismos formando assim 100.000. A indicação da capacitância é de 100000pF (ou 100nF).
Além da capacitância , indicada na forma acima a nova codificação indica a tolerância, a faixa
de temperatura de operação, o máximo desvio da capacitância em função da variação de
temperatura e o coeficiente de temperatura.
A tensão de isolação não é indicada em alguns casos, subtendendo-se como sendo a “normal”de
uma uma categoria de capacitor..
A tolerância é indicada por uma letra logo após o valor da capacitância. Na tabela I abaixo
temos as letras e os respectivos significados em três colunas.
120
119
Analise:
o
120: Os dois primeiros algarismos 12; o 3 algarismo =0, nenhum zero a acrescentar.
A letra K indica na tabela 1 (acima a tolerância de ±10).
A tensão de isolação vem diretamente impressa e mostra 2Kv=2000V.
Então a indicação deste capacitor , para capcitancia, tolerância e Tensão é: 12pF ±10% -
2000Volts.
Agora vamos tratar da indicação dos coeficientes de temperaturas : eles são indicados como
posivo(P), negativo (N) e/ou nulo (NP0) expressos através de letras seguida pelo número de
partes por milhão por graus centígrados. Se o coeficiente for negativo de 750ppm/℃,aparecerá a
indicação N750. Na prática, encotramos capacitores P100(positivo,100ppm/℃), NP0, N075,
N150, N220, N330, N470, N750 e N1500.
Na tabela II abaixo podemos ter os valores ligados ao coeficiente de temperatura.
121
Os coeficientes de temperatura podem também serem substituídos por letras , da seguinte forma:
Letra Coeficiente de temperatura
A P100
C NP0
L N075
P N150
R N220
S N330
T N470
U N750
V N1500
.
Vamos agora executar alguns exemplos , para encerrar o assunto:
Exemplo 4:
100 nos diz que C=10pF
K = 10%
N750= coeficiente de temperatura negativo de 750ppm/℃
122
Exemplo 5:
Exemplo 6:
Na associação dos capacitores os terminais destes devem estar submetidos a uma mesma
123
A fórmula abaixo de forma inversa aos resistores nos dá o valor do capacitor equivalente – Ceq
Em uma associação de capacitores em paralelo.
Ceq = C1 + C2 + C3 + ... Cn.
Ceq = C/n
Onde C = valor comum dos capacitores envolvidos;
N = numero de capacitores do esquema.
Ceq = C1 x C2/C1+ C2
124
Neste caso resolve-se em primeiro lugar à parte da associação em paralelo o Ceq da parte de
paralelos passa a compor um novo circuito em série.
No circuito acima ficaria assim.
Ex.: Parte paralela Ceq1 =10 +20 = 30pF.
O novo circuito ficará assim: Ceqt = 1/C1 + 1/Ceq1 + 1/C4 = 1/20 + 1/30 + 1/6
1/Ceqt= 0,05 + 0,033 + 0,16 = 0,99
Ceqt= 1/0,99= 1,01 pF
o
6- Defeitos dos Capacitores.
Obs: Nos testes efetuados com multímetro, deve-se usar as seguintes escalas: Capacitor comum a
escala mais indicada é a [Link] o capacitor está bom, o ponteiro desloca e volta a origem
Para capacitores eletrolíticos a escala deve ser a X10K o ponteiro desloca e volta a origem se
demorar muito a voltar, utilizar as escalas X10 ou até X1.
125
13
o
7-Observações sobre as utilizações dos capacitores.
126
Eletrônica
Resistores
o
1)Função: Reduzir de maneira controlada, a intensidade da corrente oferecendo-lhe uma
oposição ou resistência ou ainda, para fazer cair à tensão em um circuito a um valor mais
conveniente a uma determinada aplicação.O resistor ainda tem a função de atuar em certos
casos, com resistência para aquecimento.
o
2)Caractériscas de Identificação:
Resistência nominal- o valor que vem de fábrica no corpo do resistor, em Ohms -
Usam-se ainda os múltiplos do ohm, a saber:
O KΩ-Quiloohm=1000Ω ex:4700Ω = 4,7KΩ =4k7 (onde o k substitui a virgula.).
OMΩ-Megaohm =1000000Ω=1000kΩ ex: 2.700.000Ω =2,7MΩ ou então 2M7.
Potência de dissipação- Pd=E x I, em Watts – W.
o
4)Aspectos;
127
o
5)Tipos e Classificações:
Os resistores podem ser classificados de acordo com a sua maneira de atuar em :
5.1Resistores Lineares Fixos: são aqueles que não se pode mudar o valor de sua
resistência, especificada no seu corpo e que vem de fábrica.
Simbologia:
5.1.1Filme de carbono- este tipo vem com o valor da resistência indicada por quatro(4)
faixas coloridas em seu corpo.São usados geralmente nos circuitos onde se exige do resistor
uma potencia de dissipação de calor inferior a 5W, e uma tolerância Ôhmica variável entre 5
e 20% no seu valor ôhmico.
Aspecto
128
Para resistores com 4 faixas de cores.
a a
A 1 e a 2 faixas correspondem a algarismos significativos de 0-9.
a
A 3faixa corresponde à quantidade de zeros que vem após os algarismos significativos.
a
A 4 faixa nos indica a tolerância em %.
Na sequencia a tabela de cores para leitura dos capacitores.
a
Observações: Se não houver no resistor a 4 faixa(tolerância) considerar a mesma como
±20%.
[Link] metálico são resistores de precisão com pouca tolerância (faixa de tolerância
estreita).São utilizados onde existe pouco espaço na placa de CI e necessita-se de alta precisão,
ou seja, pequenos aparelhos eletrônicos: Telefone celular, videocassete etc. São fabricados com
ligas especial para supriras seguintes necessidades: a)ruídos elétricos provocados pelo resistor
de carbono; e resistência ôhmica muito estreita. A limitação destes resistores está na
impossibilidade de se obter valores maiores que 1MΩ.
129
Estes resistores, quanto ao seu aspecto físico são semelhantes aos de filme carbono, porém
apresenta cinco faixas de cores.
A leitura é feita da seguinte forma; a primeira faixa de cor será aquela que ficar mais próxima da
a a
extremidade do resistor, a partir da 1 faixa conta-se 1,2,3 e 4 faixas sendo a 5 e última aquela
que mantém um espaçamento maior do que o espaçamento entre as outras.
130
[Link] de Fio: não apresentam faixas de cores, já vêm com os valores de resistência,
potência de dissipação e tolerância exibidos no seu [Link] resistores suportam altas
potencias de calor e são usados nos circuitos eletrônicos onde se exige do resistor uma potencia
de dissipaçãode calor alta, até 400W.
5.2Resistores Lineares Variáveis: são aqueles que sua resistência pode ser mudada de
acordo com a necessidade do circuito.
Podem ser:
[Link]ômetro-são usados para diversas funções, como por exemplo; para controle de
volume, tonalidade, sensibilidade em rádios, amplificadores etc permitindo um ajuste a qualquer
momento das características desejadas.
Simbologia /Aspecto ·
[Link]ável(Trimpot)- são usados quando se deseja um ajuste único, ou seja, somente em um
determinado momento, levando o aparelho a um comportamento que deve ser [Link]
ajuste pode ser refeito sempre que necessário, mas o trimpot fica normalmente dentro do
[Link] de uso: controle do leitor Ótico do CD Rom.
Simbologia/Aspecto
o
6)Testes e estados dos resitores Lineares( fixos e variáveis);
131
6.1Resitores Fixos:
Procedimentos: para fazer medições em resitores em geral devemos fazer o seguinte:
A escala usada é a escala de resistência em Ohms (linha superior do multiteste).
No multiteste analógico encontramos na escala seletora indicada por Ω, os valores
X1, X10, X100, X1K e X10K. A seleção da escala vai depender da resistência do resistor a ser
medido. O valor Ôhmico será obtido lendo o numero indicado na linha superior do visor do
multiteste multiplicado pelo numero da escala seletora; assim vejamos:
O resistor não tem polaridade, portanto o uso das ponteiras pode ser em qualquer extremo dos
resistores.
No Escala seletora Multiplicar por:
X1 1
X10 10
X100 100
X1k 1000
X10K 10.000
132
6.1.2 Resistor Alterado-quando na medição do resistor com o multiteste, o valor encontrado
apresenta resultados diferente (geralmente acima) daquele constante na especificação do
resisistor.
Exemplo:
133
6.2 Resistores Variáveis:
As regras para a medição com o multiteste, tanto para o potenciômetro quanto para o trimpot
são as mesmas.
Com os ponteiros colocados em 1 – 3 se obtem o valor total da resistência (constante no
corpo do resistor).
Com os ponteiros do multiteste em 2-3 se obtem o valor variável do centro para
direita(aumenta ou diminui dependendo do resistor)
Com os ponteiros do multiteste em 1-2se obtem o valor variável do centro para esquerda.
No caso do potenciômetro- com as ponteiras do multiteste conectadas se gira o eixo e vai se
observando o aumento ou a diminuição da resistência . Se o ponteiro for variando aos “saltos
o
resistor
são está com problemas de oxidação entre outros, na trilha. A observância dos defeitos
semelhantes àquelas vistas nos resistores acima.
No Trimpot- se ajusta a resistência utilizando-se uma chave de fenda, no rasgo + existente no
mesmo.
7 Resistores Não-lineares: são resistores cujo o valor ôhmico não é linear, e sua
resistências variam dependendo de determinados fatores:
a)Tensão;
b) Luz;
c) Temperatura.
7.1-LDR-são resistores que apresentam resistência máxima na ausência de luz (no escuro),
apresentando
atingir resistências baixas com a presença da [Link].: na ausência da luz chega a
1MΩ.
134
Aspecto
Simbologia
Aplicações do LDR:
Estes resistores são utilizados em:
a) Controle automático de brilho e contraste de tv;
b) Detector de chama;
c) Abertura automática de portas etc.
Aspecto:
135
Simbologia:
Aplicações do PTC:
a) Desmagnetização automática de cinescópio dos tvs à cores;
b) Proteção contra superaquecimento de motores elétricos;
c) Sensor para controle de nível de líquidos etc.
Defeito: quando submetido ao teste com o multímetro não apresenta a variação de resistência
com a variação da temperatura.
7.3 NTC- com um aumento da temperatura provoca uma diminuição na sua resistência.
Aspecto:
Simbologia:
Aplicações do NTC:
a)Medida de temperatura em radiadores de automóveis;
b)Controle automático de potência em transmissores de áudio;
Compensação de temperatura em circuitos transistorizados etc.
Teste com o multiteste:
136
a) Conectam-se as ponteiras do multiteste ao NTC e procede-se da seguinte forma:
b) Com o contato com os o dedos nos terminais já se pode observar a diminuição da
resistência, no multiteste;
c) Aproximando-se um ferro de solda do NTC, observamos de uma melhor maneira a
diminuição da resistência no visor do multímetro.
d) Defeito se com os testes acima não se observar nenhuma variação o NTC está com defeito.
7.4 VDR-(resistor dependente da tensão)-Quando a tensão aumenta a resistência deste resistor
diminui.
Aspecto:
Simbologia:
8 Resistores Especiais:
Esses resistores (utilizados na placa mãe dos Pcs), atualmente são usados para substituir
seqüências de resistores de carbono em placas.
Os tipos São a) DIP (Dual-In-Line Package)
b) SIP.(Single- In –Package)
Os resistores SIP e DIP pertencem a uma geração mais nova de resistores e contém um grupo ou
rede de resistores, em lugar de um, sendo designados por formatos, como RMxx, RNxx ou
RPxx.
137
12
8.1-Resistores DIP:
O valor constante do corpo do resistor refere-se ao valor individual de cado resistor e os testes
são efetuados individualmente.
Leitura: Os valores da resistência estão escritos no corpo do resistor nos dois primeiros números
(xx) e o terceiro digito representa:
Se for numero indica a quantidade de zeros a serem acrescidos ao dois primeiro números;
Se for K = KΩ = numerox1000;
Se for M=MΩ= numero x 1.000.000Ω.
Ex: no caso acima o DIP é 20K isto quer dizer que cada resistor da rede tem 20KΩ =20000Ω
138
13
O resistor DIP deve ser medido de forma paralela, conforme vemos na ilustração acima.
O pino de uma coluna deve coincidir com o mesmo pino da outra [Link] o resistor DIP
possui 10 pinos, por exemplo, o pino 1 está ligado ao pino 10, o pino 2 ao 9, e o 3 ao 8 e assim
sucessivamente. O valor ôhmico deverá ser o mesmo em todos os pinos (1 e 10), (2 e 9), (3 e 8),
(4 e 7), (5 e 6) e deverá ser de 20KΩ para este DIP.
8.2-Resistores SIP:
139
Teste com o multiteste no SIP:
No resistor SIP, como pode-se observa há um ponto comum para a rede de resistores, contidos
nele. A ponta de teste de cor preta deve ser colocada neste ponto, e com ponteira vermelha ir
tocando os outros pontos.
o
9 Associação de Resistores:
Cálculos com resistores: O resistor que substitui outros associados é chamado de resistor
equivalente- Req.
9.1- Associação em série- a corrente percorre um só caminho.
140
9.2Associação em paralelo - a corrente tem vários caminhos a percorrer.
Neste caso resolve-se primeiro o esquema paralelo, e depois procede-se os cálculos como se o
esquema fosse em série.
141
Eletrônica
Transistores.
Transistor (transference resistor) é um componente constituído de uma pastilha
monocristalina de material semicondutor (Germânio ou Silício) com regiões dopadas com
impurezas do tipo N e do Tipo P. Os transistores dependendo do fim a que se destina, pode
funcionar como:
a) Amplificador de corrente;
b) Amplificador de sinal;
c) Chave eletrônica..
Tradicionalmente os transistores se dividem em dois(2) grupos: a saber:
[Link];
[Link] ou de efeito de campo.
o
1-Bipolares – são aqueles formados por três (3) regiões semicondutoras de polaridades
alternadas existindo entre elas duas junçõ[Link] regiões recebem os nomes de emissor (E),
Base (B), e coletor (C). Baseiam o seu funcionamento com alimentação de corrente na
base.
Símbolo: Aspecto:
Podemos obter a estrutura indicada de duas formas diferentes, o que leva a dividir os
transistores bipolares, quanto a sua estrutura em dois tipos: Tipo NPN e o tipo PNP.
Veja as figuras na seqüência:
142
Esquema interno dos tipos NPN e PNP.
1.2.1Considerações gerais.
Para efeito de um estudo inicial vamos tomar como exemplo uma estrutura NPN, ou seja,
um transistor NPN..
Cada uma das junções do transistor se comporta como um diodo, mas quando aplicamos
tensões no dispositivo de determinada maneira e as duas junções podem entrar em ação ao
mesmo tempo, o comportamento da estrutura passa a ser mais complexo do que
simplesmente dois diodos ligados [Link] que tenhamos a ação diferenciada destas
junções, vamos partir da situação em que o transistor seja alimentado com fontes externas
de determinadas polaridades e características. Em suma, para que o transistor funcione,
precisamos polariza-lo convenientemente.
1.2.2Polarização de transistores.
Inicialmente vamos fazer uma polarização que nos permite apenas estudar o seu
funcionamento. Na prática existem outras maneiras de polarizar os transistores.
Tomando o nosso transistor NPN como exemplo, para polariza-lo ligamos uma bateria de
tensão maior ( B2) entre o coletor e o emissor e uma bateria de tensão menor( B1) através
de um potenciômetro na base do transistor. Veja a figura, na seqüência:
143
Vejamos o que acontece: partimos inicialmente da condição em que o cursor do
potenciômetro está todo para o lado negativo da bateria B1, ou seja, a tensão aplicada à
base do transistor é Zero (0).Nestas condições, a junção que existe entre a base e o emissor,
que seria o percurso para uma corrente da bateria B1, não tem polarização alguma e
nenhuma corrente pode fluir.A corrente de base ( Ib) do transistor é zero(0).
Da mesma forma , nestas condições a corrente entre o coletor e o emissor do transistor,
percurso natural para a corrente da bateria B2 é nula. Veja a figura a seguir:
144
Se uma corrente de base de 0,1mA provoca uma corrente no coletor de 10mA, dizemos
que o ganho de corrente ou Fator de amplificação do transistor é 100vezes, ou seja a
corrente de coletor é 100 vezes maior que a corrente de base
Observe então que existe um trecho linear deste gráfico que é denominado de “Curva
característica do transistor”.
Na figura a seguir temos o funcionamento de um transistor PNP. Observa-se que a única
diferença se o mesmo fosse utilizado no exemplo dado acima, está no sentido de circulação
das correntes e portanto na polaridade das baterias usadas.
Observe nas figuras a seguir essas orientações das correntes em um transistor NPN e PNP.
No NPN:
Corrente de base-= Ib>> sentido horário.
Corrente de coletor=Ic>Sentido anti-horário.
No PNP:
Corrente de base=Ib>>sentido anti-horário.
Corrente de coletor.=[Link] horário.
145
Para finalizarmos o assunto, observamos o seguinte:
a) Quando Ib = 0 Ic = 0 . O transistor não funciona, e neste caso se diz que ele
funciona como uma chave aberta ou representa-se por:
b) Ib =Cresce Ic= cresce na mesma proporção.
d)Ib = atinge um determinado valor, (ponto de saturação) e a partir dai mesmo que
aumentemos Ib Ic= se mantém constante
o
2 Transistores na Prática.
Os primeiros transistores eram dispositivos simples destinados a operar apenas corrente de
baixa intensidade, sendo por isso quase todos iguais nas principais características.
No entanto, com o passar do tempo ocorreram muitos avanços nos processos de
fabricação,
que levaram os fabricantes a produzirem uma enorme quantidade de tipos ,capazes de
operar com pequenas intensidades de corrente mas também com correntes altas; o mesmo
ocorreu com as tensões e até mesmo com a velocidade.
Existem hoje, em termos de tipos de transistores mais de um milhão, o que requer manuais
de consultas volumosos quando se quer escolher um determinado tipo.
Assim para facilitar o estudo de transistor na prática é necessário que se divida estes
dispositivos em “famílias” em que as características principais se mantém.
Para outras características, as diferenças são normalmente fornecidas pelos fabricantes em
forma de folhas de dados chamadas de datasheets. Abaixo um desses tipos de datasheets
da Motorola.
146
De uma forma geral, na prática apenas algumas centenas podem ser considerados
„principais‟e possuído-se um bom manual e um bom conhecimento se consegue encontrar
sempre um capaz de substituir tipos considerados difíceis.
2.1- Transistores de uso geral.-são transistores destinados a gerar ou amplificar sinais de
pequena intensidade e de freqüência relativamente baixa.
147
Os tipos mais comuns desses transistores são:BC548, BC558, BC107, 2SB75, OC74,
2N2222, 2N107 etc.
2.2-Transistores de Potência- são transistores destinados a operar com correntes
intensas mais ainda com sinais de baixas freqüências.
148
VCEO- tensão VCEOmáx Varia entre: entre o
coletor e tensões 20V e 100V. o emissor com a
máximas de
base desligada. operação
fT –freqüência fTmáx- Varia
máxima ou freqüência entre100khz
freqüência de máxima que o 40Mhz
transição transistor pode
operar.
Aplicação Amplificadores de
Áudio
Os tipos mais comuns desses transistores são:TIP31, TIP32, 2N3055. BD135, BD136,
AD142, BU205 etc.
2.3 Transistores de RF (Radiofreqüência)-são transistores destinados a amplificar ou
gerar sinais de freqüências elevadas, mais com pequenas intensidades de correntes.
149
Especificações Definições Descrição Observações
Material Pastilhas de Silício Em sua maioria.
pequenos Germânio Pouco usados.
tamanhos *Arseneto de *Os GaAs já
Gálio(GaAS) estão sendo
usados para
fabricação de
transistores e
são capazes de
gerar
(amplificar)
sinais em
milhares de
Mhz.
Aspecto externo Envólucros Plásticos
Metais
Tipo do Conteúdo NPN e PNP
semicondutor
Tipos de
Geralmente 3 Base(B) Identificação
terminais [Link] Coletor(C) deve ser feita
apresentam 4 Emissor(E) pelo tipo e varia
terminais. O 4o *Blindagem bastante
terminal é ligado
à própria
carcaça
do transistor, de
metal, e que
serve de
blindagem*( ver
figura acima)
Ic- corrente de Icmax=corrente Máxima =
coletor . de coletor 200mA
máxima.
VCEO- tensão VCEOmáx Varia entre:
entre o coletor e tensões máximas 10V e 30V.
o emissor com a de operação
base desligada.
150
fT –freqüência fTmáx- Chegam até a
máxima ou freqüência 1500Mhz
freqüência de máxima que o
transição transistor pode
operar.
Aplicação
Seletores de TV
de UHF e outras
aplicações
semelhantes.
.
Os tipos mais comuns desses transistores são: os BD494, BF254, 2N2218etc
o
3 Códigos, Tipos e Identificações de terminais.
Para usar um transistor é fundamental que saibamos para que serve um determinado tipo e
também como identificar os seus terminais.
3.1-Procedência Americana- usam na sua codificação a sigla 2N para diferenciar dos
diodos que usam 1N..Esta sigla 2N vem seguida de um numero que corresponde ao
modelo, porém não serve para informar que tipo de transistor temos; se é de uso geral
ou áudio, de potencia ou RF, se é NPN ou PNP, se é de silício ou germâ[Link] os
transistores, com indicação 2N é necessário consultar um manual, disquetes CD Rom
fornecidos pelos fabricantes; ou ainda tentar encontrar essas informações na [Link]
figura abaixo temos alguns exemplos com indicações dos terminais:
151
3.2Procedência Européia -para esses transistores, o próprio tipo do transistor já fornece
muitas informações sobre o que ele é.
Assim, para a primeira letra já temos informações do material usado em sua
fabricação:
A = Germânio;
B = Silício.
Para a segunda letra temos informações se o transistor é de uso geral
(áudio),Potencia ou RF:
C = Uso geral ou áudio;
D = Potência;
F = RF.
Veja que esta maneira de indicar os tipos ainda não diz se ele é NPN ou PNP. O manual
ainda é necessário para identificar os terminais.
152
o
4 Exemplos de siglas de alguns fabricantes .
a) Siemmes-BC, BCX,BCU, BD, BF, BFN, BFR, BS, BU, BUW, BCY.
e) Hitachi-2SA, 2SD.
o
5 Invólucros dos transistores bipolares características identificadoras.
Certos transistores de germânio, utilizados em circuitos de radio freqüência- R.F.,
possuem um quarto terminal, identificado pela letra S de “shield” (blindagem).Esse
terminal encontra-se conectado internamente ao invólucro metálico(TO-7) e, quando
ligado à massa, atua como proteção contra campos eletro magnéticos. Exemplos deste
tipo são: TO-71, TO 72, AF116, [Link] a figura a seguir:
153
BD 135
Já no SOT-93, TIP 30, tip31 etc., existe uma alça metálica a qual também está
conectado o [Link] acima.
Em ambos os casos, a identificação do coletor é feita verificando-se qual dos terminais
apresenta uma resistência nula( R=0Ω) em relação a lâmina ou à alça metálica, via teste
de continuidade.
o
6 Configuração de transistores em circuitos.
6.1- Emissor comum.
154
Nesse caso o sinal entra, entre a base e o emissor e sai entre, o emissor e o coletor.
Como o emissor é o elemento comum na entrada e na saída este tipo de configuração é
chamada de Emissor comum.
155
inferior à unidade..No geral obtemos então um ganho de potência menor que o da
configuração de emissor comum, porém maior do que o da configuração de coletor
comum.
o
7-Transistores Darlington.
É um tipo de estrutura de transistor, constituído por dois transistores (T1 e T2), dois
resistores (R1 e R2) e um diodo (D1), contidos em uma única pastilha de silício e
interligados de modo a formar um transistor de potência com elevado ganho de
corrente contínua C.C.
Os invólucros dos transistores Darlington podem ser do tipo metálico (TO-3 por
exemplo) ou do tipo plástico (TO126). Como ocorre com os transistores bipolares.
7.1-Estrutura interna, símbolo e aspecto de um Darlington NPN.
Estrutura Interna.
Símbolo e Aspecto.
Neste tipo de Darlington NPN (ver figura acima) T1 e T2 são NPN e o anodo de D1
está conectado ao emissor de T2.
156
7.2-Estrutura interna, símbolo e aspecto de um Darlington PNP.
Estrutura Interna.
Símbolo e Aspecto.
Neste tipo de Darlington PNP (ver figura), T1 eT2 são PNP e o anodo de D1
está ligado ao coletor de T2.
Para as duas estruturas NPN e PNP o valor de R2 é praticamente insensível às variações
de temperatura e das tensões aplicadas ao componente. Dependendo do fabricante, o
seu valor está compreendido entre 50-200Ω.
Por outro lado, o valor de R1 varia tanto com a temperatura como com as tensões
aplicadas no transistor. Os valores especificados pelos fabricantes vão desde alguns
quiloohms até dezenas de quiloohms.
157
7.3-Aplicações dos transistores Darlington.
Ib – Sentido horário;
Ic = sentido anti-horário;
Ie = Sentido anti-horário
158
152
Ib = Corrente de base;
Ic = Corrente de coletor;
Ie = Corrente de emissor;
Rb = Resistor de base;
Rc = Resistor de coletor;
Re = Resistor de emissor;
Vbe = tensão base/emissor.
Vce = Tensão coletor/emissor;
Vcb = Tensão coletor/base.
159
Resumo para estudo
Componentes-Função, Símbolo e Aplicações.
Resistores:
Resistores em geral redução controlada de corrente e tensão.
Classificação:
Lineares-resistencia é função da tensão e da corrente: Fixo-
[Carbono(código 4 cores), filme metalico (código 5 cores) e fio metálico( resistência,
tolerância e tensão no corpo)][Variável-potenciometro], [Ajustável-
trimpot]
Não lineares:resistência varia com luz,temperatura e tensão:
LDR-mais luz menos resistência-uso:
Controle de brilho e contraste de tv;
Detetor de chamas;
Abertura de portas.
PTC- aumenta resistência , aumenta a temperatura. Uso:
Desmagtizacão de cinescópio de tv;
Proteção contra superaquecimento em motores elétricos;
Sensor controle de nível de líquidos.-
NTC- diminui resistência , aumento de temperatura Uso:
Medida da temperatura em radiadores de carro;
Controlede potencia transmissores de áudio;
Controle de temperatura em circuitos de transistores
VDR-tensão aumenta , resistência diminui.
Especiais- DIP e SIP.
Capacitores:
Capacitores em geral –armazenar cargas careegando e descarregando no tempo de
freqüência:[propriedades- Capacitancia-armazenamento de cargas; tolerância, tensão de
trabalho, coeficiente de temperatura]
Fixos- capacitancia não pode ser mudada[cerâmicos(disco, plate, tubulares e
passagem)styroflex, Polyéster(não-metalizados, metalizados(schico, laranja zebrinha))
Eletrolíticos- capacitancia alta, polarizado(aluminio(radiais e axiais) tântalo.
Ajustavél -Trimmer
Variável-
160
Diodos:
Diodo uso geral-correntes baixas-(circuitos lógicos, proteção de transistores,
polarização:)
Diodo retificador-corentes altas retificar-ac para dc-(fontes de alimentação)
Transformadores:
161
Coletor comum-[(entra base/coletor sai emissor/ coletor/ganhos corrente e tensão não tão
altos
Base comum-[entra emissor/base sai base/coletor-ganho- bom de tensão coreente
menor que a unidade)]
Tiristores:
Geral- tem função de um diodo –faz chaveamento eletrônico controle de potencia tanto
alternada com [Link]: SCR, DIAC, TRIAC SUS
SCR-[ ( 2 silicio n e 2 silicio P e 3 junções) 3 terminais anodo catodo e porta .
Conduz – único sentido do anodo para o catodo quando submetido a uma tensão
162
Outros componetes importantes:
Acoplador Ótico(fotoacoplador)-[(interligar circuitos reduzir interferência entre os
mesmos)Usos:
Isolacão elétrica entre entrada e saida do circuito ;
Substituir antigos relés eletromecânicos;
163
Teste de Avaliação No 1
Símbolo:
Símbolo:
Símbolo:
164
Símbolo:
o
1 circuito
o
2 Circuito
Resposta :
o
1 Circuito:
Circuito em série:
R1=200Ω = 200Ω
R2=1K5 = 1500Ω
R3=0,05Ω= 50Ω
R4=0,00004MΩ= 40Ω
E = 3580 V
Cálculo de Req.
Req = R1 + R2 + R3 + R4 = 200 + 1500 +50 + 40 = 1790 donde Req = 1790Ω
Cálculo de It (corrente total)
E = R x It donde It = E/R = 3580/1790 = 2 donde It = 2A
o
2 Circuito
Circuito em paralelo e em série.
R1= 100Ω
R2= 4Ω
R3= 6Ω
R4=182Ω
o
Resolvendo 1 o circuito em paralelo.
Req1= R2 x R3/R2 + R3 = 4x6/4+6 = 24/10 = 2,4 donde Req1 = 2,4Ω
Calculando o resistor equivalente total-Reqt.
Reqt= R1 + Req1 + R4 = 100 + 2,4 + 182 = 284,4 donde Reqt = 284,4Ω
165
Cáculo da corrente It.
E = Reqt x It donde It = E/Reqt = 144/284,4 = 0,506 donde It= 0,506 A
4) Dê os valores dos resistores abaixo:
a) vermelho, verde, marrom;
b) verde, laranja, azul, prata;
c) vermelho, violeta, prata, prata;
d) vermelho, preto, prata, prata;
e) laranja, verde, ouro, ouro.
Respostas:
a) 250Ω ± 20%
b)53000000Ω ±10%
c) 0,27Ω ±10%
d) 0,2 Ω ±10%
e) 3,5Ω ± 5%
5) Responda:
a) Os trimpots, são que tipos de resistores?
b) Posso substituir um resistor de 1w por um de 1/4w?
c) Qual o resistor que vem com a resistência ôhmica, tolerância e a potencia
escrita no seu corpo.
Respostas:
a) Os trimpots são resistores do tipo ajustável.
b) Sim pode, é sempre recomendado na substituição, se colocar um resistor de igual
ou maior capacidade. do que aquele que está com defeito.
c) É o resistor de fio.
6) Indique as cores dos resistores abaixo:
a)1,7Ω ± 10%;
b)0,33Ω ± 5%;
c)10Ω ± 5%
d)10MΩ ±10%.
Respostas:
a) Marrom, violeta, ouro, prata;
b) Laranja, laranja, prata, ouro;
c) Marron, preto, preto, ouro;
d) Marrom, preto, azul, prata.
7) Responda:
a) Qual a diferença entre o resistor de carbono e um de fio?
b) Quanto a resistência ôhmica quais os tipos de resistores lineares?
c) Um resistor tem polaridade?
Respostas:
a) O resistor de carbono apresenta em seu corpo faixas coloridas, que através de uma
tabela podemos identificar sua resistência, tolerância, ou seja, utiliza código de
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cores para identificação da sua resistência e sua tolerância. O resistor de fio, já vem
com os valores de resistência, tensão e tolerância impressos no próprio corpo.
b) São fixos, variáveis e ajustáveis.
c) Não existe resistores com polaridade.
8) Defina:
a)Capacitância;
b}Qual a unidade da capacitância?
Respostas:
a)Capacitância é a propriedade de um capacitor carregar e descarregar cargas elétricas
durante o tempo de freqüência, ou seja, durante o tempo que recebe cargas elétricas.
c) A unidade de capacitância é o farad. Por apresentar valores muito altos se utiliza os
seus submúltiplos, que são: milefarad (mF); microfarad (μF), nanofarad (nF) e
picofarad (pF).
9) Converta:
a)0,00125pF para nF;
b)0,003422mF para pF;
c)0,01mF para pF
d)1KpF para nF.
Respostas:
a) 0,00125/1000= 1,25 x 10ˉ⁶nF
b) 0,003422x1000x1000x1000 =3.422.000pF
c) 0,01x1000x1000x1000=10.000.000pF
d) 1x1000/1000 = 1nF.
10) Dê as características dos capacitores metalizados abaixo:
a) marrom, marrom, marrom,verde,amarelo;
b) laranja, amarelo, verde, branco, azul;
c) amarelo,amarelo,amarelo,verde,amarelo;
d) branco,branco,amarelo,branco,vermelho.
Respostas:
a)C=110pF-±5% -tensão de isolação=400V;
b)C=3400000pF-±10%-tensão de isolação=630V;
c)C=440000pF-± 5% - tensão de isolação=400V;
d)C=990000pF-±10% - tensão de isolação=250V.
11)Dê as características dos capacitores abaixo:
Respostas:
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a) C=39pF – tol.= ±5% - Tensão de Isolação= 100V –coeficiente de temperatura
=nulo.
b) C=87pF – tol.=+100% -0%- Tensão de isolação=2000V- coeficiente de
temperatura= -55ºC +85ºC, variação máxima=7,5%.
c) C=4700pfF , tensão de isolação = 100V;
d) C=0,03μF , tensão de isolação=50V.
12)Indique as cores dos capacitores abaixo:
a) 2200pF ±10% 250V;
b) 33000pF ±5% 630V;
c) 440000pF ±10% 400V;
d) 11KpF ± 10% 100V.
Respostas:
a) vermelho,vermelho, vermelho, branco,vermelho;
b) laranja,laranja,laranja,verde,azul.
c)amarelo, amarelo, amarelo,branco,amarelo;
d)marrom, marrom, laranja, branco, marrom.
13) Qual o nome de quatro capacitores fixos?
Respostas:
Cerâmicos – disco, plate, passagem, tubulare, passagem.
Polyester - não metalizados;
Metalizados- zebrinha , Schico
Eletrolíticos- Alumínio, tântalo.
14) A inscrição NPO significa o que?
Resposta:
NPO significa que o coeficiente de temperatura do capacitor é nulo.
Resposta:
No circuito temos os resistores C1 e C2 em série, então vamos calcular o Ceq12.
Ceq12= 20/2= 10nFx1000=10000pF donde Ceq12=10000pF
Agora temos Ceq12 em paralelo com C3 então:
Ceqt= Ceq12 +C3 = 10000 + 5000 = 15000pF donde Ceqt = 15000pF.
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17) Quanto ao formato, quais os capacitores de baixa e alta freqüência?
Resposta:
Capacitores tubulares – Baixa Freqüência;
Capacitores planos - Alta freqüência.
18) Capacitores associados em paralelo, aumentam ou diminuem a capacitância?
Resposta:
Aumentam a capacitância: (Ceq = C1 +C2 +C3 + ... +Cn).
Resposta:
C1 = capacitor comum acoplador de alta freqüência;
C2 = Capacitor comum dasacoplador de alta freqüência;
C3 = Capacitor eletrolítico acoplador de baixa freqüência;
R1 = Resistor ajustável- Trimpot.
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