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O documento analisa o papel do associativismo agrícola no desenvolvimento local do Município da Maxixe entre 1998 e 2020, destacando sua evolução histórica e impacto na produtividade agrícola. A pesquisa busca entender como o associativismo contribui para melhorar as condições de vida dos agricultores e dinamizar a atividade comercial na região. Além disso, o estudo identifica desafios enfrentados por associações, como individualismo e falta de liderança, que podem comprometer seu funcionamento eficaz.

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O documento analisa o papel do associativismo agrícola no desenvolvimento local do Município da Maxixe entre 1998 e 2020, destacando sua evolução histórica e impacto na produtividade agrícola. A pesquisa busca entender como o associativismo contribui para melhorar as condições de vida dos agricultores e dinamizar a atividade comercial na região. Além disso, o estudo identifica desafios enfrentados por associações, como individualismo e falta de liderança, que podem comprometer seu funcionamento eficaz.

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O Papel do Asssociativismo agrícola no Desenvolvimento Local: um olhar sobre as


baixas agrícolas do Município da Maxixe (1998-2020)

Objectivos

Geral

 Analisar o papel do associativismo no desenvolvimento local do Município da


Maxixe, tendo como caso de estudo as baixas agrícolas nele existentes.

Específicos

 Descrever a evolução histórica do associtivismo agrícola em Moçambique;


 Explicar o contexto do surgimento do associativismo nas baixas agrícolas do
Município da Maxixe;
 Arrolar as causas do assocaitivismo em Maxixe;
 Avaliar o contributo do associativismo no desenvolvimento local do Município
da Maxixe.

Justificativa

A escolha do tema o papel do associativismo no desenvolvimento local do Município da


Maxixe, deve-se ao facto de a autora do trabalho ser filha duma camponesa que faz parte
duma associação agrícola que, nos tempos livres, a mesma tem falado sobre os
benefícios do assocaitivismo no aumento da sua produção. Igualmente, justifica-se pelo
facto de a pesquisadora ter participado em vários eventos de calibre científico, nos quais
versava-se sobre o associativismo.

Para a comunidade académica, espera-se que a presente pesquisa traga resultados que
possa despertar interesse de futuras pesquisas no Município de Maxixe, em diveras
áreas de saber. Outrossim, espera-se que a mesma (pesquisa), incentive os estudantes e
docentes, a reflectirem e pesquisarem sobre o associativismo nos distritos de sua
origem.

À sociedade, no geral, espera-se que os produtores dispersos, tenham nesse trabalho,


uma fonte através do qual possam ter conhecimento sobre o associativismo e as
vantagens dele advindos. Na mesma senda, espera-se que os residentes da Maxixe
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opostem mais no associativismo como fonte para o aumento da produtividade e


produção agrícola nas suas machambas.

A opção pelo ano de 1998 como marco inicial da pesquisa, deve-se ao facto de ter sido
no mesmo em que o Distrito da Maxixe se tornou município. O ano de 2021 como fecho
da pesquisa, foi escolhido por questões metodológicas, ou seja, sendo o corrente ano
muito chuvoso, é possível que se tenha nele, vários dados sobre o associativismo em
Maxixe.

Problematização

O associtivismo agrícola é um conjunto de produtores que se unem por objectivos


comuns. Geralemente, por um lado as associações surgem para como resposta a baixa
produtividade agrícola dos camponeses, por outro, para se dar resposta aos problemas
de ordem natural que afectam a baixa onde esses produtores cultivam. Há evidências de
os agricultores se unirem também, para compartilharem os meios técnicos.

No mundo, o associativismo é bastante antigo. Em Moçamabique, em particular, essa


realidade surge na era colonial, com a criação da Sociedade Algodoeira Africana
Voluntária de Moçambique (SAAVM). Essa associação, conforme reza o nome, era
destinado a produção agrícola. Na primeira República, há evidências de terem existido
associacões, mas essas não eram privadas.

No município da Maxixe, o movimento assocaitivo tem ganhado mais destaque nos


últimos anos. Segundo as fontes consultadas, essas associações tem aumentado a
produção e produtividade nos seus campos agrícolas, erradicando deste modo, a fome e
contribuindo para o desenvolvimento do comércio. Interessa saber deste modo:

 Até que ponto o associativismo tem contribuído no desenvolvimento local do


Município da Maxixe?

Hipótese

 O associativismo agrícola, contribui no desenvolvimento local do Município da


Maxixe, através do melhoramento das condições de vida dos seus membros,
aumento da produtividade e auto-emprego e dinamização da actividade
comercial.
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Definição de Conceitos

Cooperativismo

De acordo com TANIASSO (S/D: 3), cooperativismo é um termo que encerra


especificidades que prescindem de esclarecimento, tal a variedade de características e
usos que são encontradas nas mais diferentes sociedades.

Cooperativismo vem de cooperativa, que por sua vez originou-se do termo cooperação
que, como informa CAVALCANTI (2006) citado por TONIASSO (S/D: 3),
etimologicamente, vem do verbo latino cooperari, de cum e operari, produzir junto,
produzir em conjunto.

RIOS (1998) citado por CAVALCANTI (2006:12), informa que o cooperativismo é


uma doutrina econômica estruturada para a geração de riquezas por meio do livre
associativismo entre pessoas que, espontaneamente, concordam em criar uma
cooperativa, unidas pelos mesmos ideais e tendo os mesmos objetivos. O
Cooperativismo, então, seria uma alternativa de exploração de atividade econômica que
objetiva a satisfação das necessidades comuns de seus associados ou cooperados de
forma conjunta e não com exclusividade para este ou aquele membro.

Associativismo

SOUFEN (2008) citado por SOLOMÃO (2012: 46), define o associativismo como a
união de pessoas diferentes em busca de um objectivo comum, baseada na cooperação
entre os envolvidos, sem esquecer, contudo, que o associativismo se forma por
diferentes pessoas dotadas de erros e acertos. Daí que é precisa a mudança da cultura, de
valores e a aceitação do processo de mudança. No fundo, é preciso ter perfil adequado
para fazer parte de um determinado grupo.

VIEGAS (2004), considera que são associações todo o grupo de indivíduos que
decidem, voluntariamente, pôr em comum os seus conhecimentos ou actividades de
forma continuada, segundo regras por eles definidas, tendo em vista compartilhar os
benefícios da cooperação ou defender causas ou interesses. As associações são
caracterizadas por uma lógica de cooperação.
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Desenvolvimento Local

Para ANIMAR (S/D: 26), o desenvolvimento local trata-se de um processo de


territorialização do desenvolvimento, de geometria variável, implicando a participação
da sociedade civil organizada e do Estado, na promoção da qualidade e diversidade
ambiental, cultural, económica, para a estruturação sustentável de comunidades e
territórios.

Para levar avante o desenvolvimento local, enquanto processo, é necessário que haja a
participação e o engajamento de todos os indivíduos, no sentido de unir esforços para
alcançar a satisfação das necessidades e ver seus objectivos concretizados, isso
mediante um comportamento novo (apostando na mudança), vindo de suas partes
(SALOMÃO, 2013: 36).

Revisão de Literatura

O associativismo e o desenvolvimento Local

De acordo com OLIVEIRA (2012), no seu artigo intitulado “associativismo e


desenvolvimento rural em goiás: uma análise das estratégias de organização do
agronegócio e da produção familiar”, o associativismo rural se constitui numa
importante estratégia de inserção econômica dos produtores rurais e numa possibilidade
de reprodução social, tendo em vista que a organização associativa, dentre outros
benefícios, potencializa a superação das barreiras impostas pelos capitais comercial,
industrial e financeiro tanto para a compra de insumos quanto para comercialização de
produtos agropecuários.

Para ROSONI (2013), no seu livro intitulado “o associativismo como estratégia de


fortalecimento e desenvolvimento da agricultura familiar no município de catanduvas –
sc, o associativismo rural tem sido uma alternativa adotada pelos produtores em busca
de sustentabilidade, principalmente aos das pequenas propriedades onde, para
Schermerhorn Jr. (1975), a cooperação entre as organizações é um fenômeno que pode
ser descrito como a presença de atividades comuns onde dois ou mais negócios, de
alguma maneira independente, trabalham para um objetivo comum e na expectativa de
benefícios mútuos.
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Para LEONELLO & COSAC (2006) citados por ROSONI (2013), a formação de
grupos vem se perpetuando ao longo de muitas décadas, mas foi a partir dos anos 1990
que a discussão tornou-se mais incisiva, fomentando-se nessa fase, conceitos como o
desenvolvimento local/territorial e social, dentro de uma ótica realista, capaz de
introduzir novas concepções do modelo de sustentabilidade, ou mesmo de
desenvolvimento, sobretudo, contrapondo-se às discussões desenvolvimentistas
elaboradas no rol dos anos de 1960, de caráter eminentemente economicista. Ainda,
para o mesmo autor, o associativismo tem se constituído em exigência histórica para
melhorar a qualidade da existência humana, ou seja, para melhorar as condições de vida
dos indivíduos de um determinado local, pois faz com que a troca de experiências e a
convivência entre as pessoas se transformem em oportunidade de crescimento e
desenvolvimento.

De acordo com a INCUBADORA SOCIAL (2015: 6), no livro intitulado “


Associativismo”, o Associativismo é um instrumento vital para que uma comunidade
saia do anonimato e passe a ter maior expressão social, política, ambiental e econômica.
A participação, a solidariedade, a cooperação em torno de objetivos comuns, têm sido
fundamentais para assegurar melhores condições de vida das comunidades. Essa prática,
mais do que uma forma de organização, é uma construção e uma conquista social.

ROSONI (2013), ressalta que as associações de pequenos agricultores são entidades que
agrupam certo número de produtores com interesses comuns, tendo como finalidade
resolver os problemas de forma coletiva e com o uso de práticas solidárias. Quando as
organizações de agricultores se tornam independentes, ou são criadas pelos próprios
agricultores, se transformam em instrumento a ser utilizado pela sociedade local para
atuar sobre seu meio externo e para aumentar sua capacidade de negociação com os
atores externos, isto é, com indivíduos e grupos com os quais se relacionam.

Se a organização dos agricultores obtiver resultados significativos e reconhecidos pelos


associados, seu peso na sociedade aumentará, bem como sua capacidade para influir nas
relações sociais preexistentes. Ainda, segundo os mesmos autores, as organizações de
agricultores devem adquirir credibilidade com os múltiplos atores envolvidos que, em
geral, se encontram em posição dominante (Idem).

Atenção especial tem sido dispensada às associações em virtude de sua capacidade de


captar e veicular demandas sociais de diferentes segmentos, em diversas situações,
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admitindo-se que, de acordo com o engajamento desses mediadores sociais, os


“associados” podem encaminhar suas reivindicações e fortalecer sua ação política
(COSTA & RIBEIRO apud ROSONI, 2013).

GANANÇA (2006) citado por ROSONI (2013), ressalta que o associativismo rural
produtivo geralmente tem tido forte apoio do Estado, onde o Programa Nacional de
Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) e outros de empréstimos e
incentivos para agricultores, geridos por bancos públicos e de fomento, optam por
canalizar seus recursos para associações de produtores e agricultores.

Para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) associações de


produtores rurais são sociedades formais, criadas com o objetivo de integrar esforços e
ações dos agricultores e seus familiares em benefício da melhoria do processo produtivo
e da própria comunidade à qual pertencem (BRASIL, 2008).

O modelo associativo apoiado pelas entidades públicas resulta em organizações com


duplo objetivo: prestação de serviços de promoção humana e social aos moradores da
localidade e repasse de recursos oficiais. Desta forma, as ações se orientam para os
serviços de educação, saúde e modernização da base produtiva (COSTA & RIBEIRO
apud ROSONI, 2013).

A estratégia de desenvolvimento local representa uma alternativa diante do modelo


tradicional de desenvolvimento rural direcionado pelo paradigma produtivista. Neste
sentido, surgem como alternativas “programas de desenvolvimento local centrados na
exploração diversificada dos recursos locais, objetivando não mais a produtividade
crescente, mas a sustentabilidade da população local (ROSONI, 2013).

A união dos pequenos produtores em associações torna possível a aquisição de insumos,


máquinas e equipamentos com menores preços e melhores prazos de pagamento, bem
como reúne esforços em torno de benefícios comuns como o compartilhamento do custo
da assistência técnica, tecnologias e capacitação profissional. Desta forma, a atuação por
meio das associações permite aos produtores participantes minimizar dificuldades no
meio rural, que são iguais ou semelhantes a todos e propiciar melhor desempenho para
competir no mercado (BRASIL, 2008).

Para ABRANTES (2004) citado por ROSONI (2013), a união de pequenos


empreendedores, especialmente na área agrícola apresenta uma série de vantagens,
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como aumento da produtividade, redução dos custos, obtenção de descontos, produção


em escala, facilidades na comercialização, melhores preços na compra e venda conjunta,
troca de informações e técnicas pelos associados, eliminação do intermediário, redução
do risco, aumento do convívio social, fortalecimento da cidadania, resolução de
problemas comuns e fortalecimento diante de dificuldades técnicas, econômicas e
sociais.

Aspectos que dificultam o associativismo

Individualismo: Existência no grupo de indivíduos que trabalham em benefício próprio


ou em prol de propósitos contraditórios. São muito comuns numa entidade associativa.
À medida que o grupo vai crescendo, aumenta a conscientização, melhora o
relacionamento e grau de confiança, reduzindo assim a importância de pessoas
individualistas. O individualismo dá lugar à cooperação (SOUFEN apud SALOMÃO,
2013).

Falta de Metas e Objetivos: Para que um grupo exista, terá que ter, primeiramente, um
objetivo definido. Em muitas entidades associativas, o objetivo da equipe não está
claramente definido. Grupo sem meta e objetivo perde a motivação. As metas levam ao
foco, ao crescimento, melhorando o desempenho e o resultado, gerando assim melhor
motivação na equipe (Idem).

Falta de Conhecimento das Funções: Muitos conselheiros e associados desconhecem


seus direitos, deveres, normas estabelecidas no Estatuto Social e Regimento Interno. É
muito comum encontrar integrantes do Conselho Fiscal que não desempenham suas
funções. O conhecimento das normas e prática delas reduz conflitos e faz com que o
grupo consiga chegar com mais facilidade aos objetivos (SOUFEN apud SALOMÃO,
2013).

Conflitos: Alguns fatores facilitam a redução do conflito, como: boa comunicação,


transparência, quebra de individualismo, sentimento de empatia, diálogo, confiança,
normas regimentais estabelecidas e conhecidas, readequando-as, e, sempre que
necessária, a visão empreendedora. A superação do conflito gerará crescimento, caso
contrário, o fracasso será evidente. O importante é crescer com a situação de conflito e
não deixá-lo agudizar, imperar (Idem).
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Falta de Liderança: A liderança é essencial para que o grupo possa crescer e chegar aos
seus objetivos. Todos podem e devem exercer a sua liderança natural. Para que a
entidade exista, os cargos devem ser ocupados e as diversas funções assumidas. O
desempenho eficaz, e eficiente, de funções pode despertar e revelar lideranças natas que
até então se encontravam latentes (Idem).

Falta de Vontade de Mudar: O associativismo implica uma mudança constante. É


aceitar as diferenças, ouvir, aprender com os outros e com o que a entidade proporciona.
Aquele que se coloca como “dono da verdade” dificulta, em muito, o processo
associativo. É necessário aceitar a mudança como um processo contínuo (Idem).

Participação: Não tem sentido estar inserido num grupo e não participar. Aliás, a
legislação considera que todos estão a participar, sabendo o que está a acontecer,
conhecendo as normas estabelecidas. Quando se trabalha em grupo a responsabilidade é
sempre coletiva. A entidade deverá estimular a participação, podendo até penalizar a
falta dela, através de normas regimentais. É importante delegar, criar um ambiente
participativo, mesmo quando os sócios não correspondem ao processo. Aumentar a
participação é um processo lento de que os líderes não podem desistir (SOUFEN apud
SALOMÃO, 2013).

Competição: Estar inserido num grupo faz com que as pessoas se tornem mais
competitivas no mercado, o que não significa competir com os parceiros. Assim, se
existir competição entre os integrantes, será muito prejudicial ao desempenho e
harmonia do grupo (SOUFEN apud SALOMÃO, 2013).

Falta de Visão Empresarial e de Foco no Resultado: Quando falta a visão empresarial,


o foco deixa de ser o resultado e os problemas existentes passam a predominar. A
entidade associativa é uma extensão da empresa e estar nela é importante para o
resultado competitivo da empresa. Participar das ações do grupo não deve ser encarado
como ato de favor, nem mesmo se deve condicionar a participação à disponibilidade de
tempo: só participar se sobrar tempo (Idem).
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Metodologia

Quanto ao método de abordagem, a pesquisa será indutiva, pois partirá da análise do


papel do associativismo no Município da Maxixe, e das conclusões que serão obtidas,
far-se-á uma inferência sobre o papel do associativismo noutros municípios existentes
em Moçambique. Este método é vantagioso, pois permite alastar o domínio de
conhecimento. Contudo, é também desvantagioso, usando este método, se afirma
conhecer-se realidades que na verdade não se conhecem. Quanto aos métodos de
procedimento, a pesquisa se vai socorrer pelo método observacional e método de
abordagem. O método observacional consistirá na observação sistemática do fenómeno
associativo nas diversas baixas existentes em Maxixe. O Método histórico, por sua vez,
consistirá na reconstituição da história do associativismo em Maxixe. As técnicas de
recolha de dados que serão aplicados são: a entrevista e o questionário. Esses
instrumentos permitirão a recolha de dados qualitativos, assim como quantitativos. O
universo da pesquisa será de 200 produtores, sendo a sua amostra, de 30. O tipo de
amostragem a ser aplicado será não pronabilística por conveniência, pois a pesquisadora
escolherá por seu julgamento, os membros da amostra.
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Referências Bibliográficas

ANIMAR. Guia das Organizações de Iniciativas de Desenvolvimento Local. Ed:


Instituto de desenvolvimento rural e hidráulica (DRH) e Instituto do emprego e
formação profissional (IEFP).

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e abastecimento. Associativismo. Brasília:


Mapa/SDC/Denacop, 2008.

CAVALCANTI, Marly e outros. Gestão Social, estratégias e parcerias: redescobrindo


a essência da administração brasileira de comunidades para o terceiro setor. São
Paulo: Saraiva, 2006

INCUBADORA SOCIAL. Associativismo. 2015.

OLIVEIRA, Adriano R. Associativismo e desenvolvimento rural em goiás: uma análise


das estratégias de organização do agronegócio e da produção familiar. 2012.

ROSONI, Elaine. O associativismo como estratégia de fortalecimento e


desenvolvimento da agricultura familiar no município de catanduvas – SC. Coimbra,
2013.

SALOMÃO, Madeleine Valérie Fonseca. Associativismo e Desenvolvimento Local: O


papel das Associações Comunitárias da Ilha de São Nicolau (Cabo Verde). Dissertação
de Mestrado em Sociologia. Cabo Verde. 2013.

TONIASSO, Hélia Rosani et al. Agricultura familiar e associativismo rural – o caso


associação harmonia de agricultura familiar de mato grosso do sul e a sua
sustentabilidade.

VIEGAS, José Manuel. Implicações democráticas das associações voluntárias. O caso


português numa perspectiva comparativa europeia”. Sociologia, problemas e práticas,
2004.

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