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Diagnóstico de Gravidez e Vacinação

O documento aborda o diagnóstico de gravidez, dividindo-o em presunção, probabilidade e certeza, detalhando sinais e sintomas associados a cada categoria. Além disso, discute o calendário vacinal para gestantes, incluindo vacinas recomendadas e não recomendadas durante a gestação, bem como orientações específicas para a vacinação contra hepatite e influenza. Por fim, menciona a importância da vacinação contra COVID-19 para gestantes.

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Diagnóstico de Gravidez e Vacinação

O documento aborda o diagnóstico de gravidez, dividindo-o em presunção, probabilidade e certeza, detalhando sinais e sintomas associados a cada categoria. Além disso, discute o calendário vacinal para gestantes, incluindo vacinas recomendadas e não recomendadas durante a gestação, bem como orientações específicas para a vacinação contra hepatite e influenza. Por fim, menciona a importância da vacinação contra COVID-19 para gestantes.

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Diagnóstico de gravidez

1. Divisão do diagnóstico clínico da gravidez


➔ Presunção
➔ Probabilidade
➔ Certeza
2. Sinais e sintomas de presunção
➔ Esses são sinais e sintomas sistêmicos ou sentidos pela mãe
➔ São manifestações neurovegetativas, sendo essas:
o Náuseas
o Vômitos
o Sialorréia – salivação profusa
o Vertigens
o Polaciúria
o Nictúria
o Sonolência e fadiga
o Aumento do volume abdominal
o Percepção dos movimentos fetais PELA MÃE
o Alterações cutâneas
▪ Estrias gravídicas

▪ Cloasma gravídico – hiperpigmentação da face

▪ Linha nigrans – decorrente do aumento da concentração de melanina na


linha alba
o Alterações mamarias – mais comum em primagestas e começam em torno da 5°
semana de gestação;
▪ Tubérculos de Montgomery – por volta da 12 a 15 semanas as glândulas
mamarias acessórias e glândulas sebáceas ficam hipertrofiadas

▪ Rede haller – por volta da 16° semana é possível extrair o colostro e se


verificar um aumento da vascularização venosa designada de rede de haller

▪ Sinal Hunter – acontece por volta da 20° semana de gestação. Consiste no


aumento da pigmentação das papilas, que torna os seus limites imprecisos;

3. Sinais de probabilidade
➔ São sinais relacionados às modificações uterinas, vaginais e vulvares
➔ Seriam esses:
o Amenorreia – esse atraso que passa de 14 dias já é considerado como um sinal de
probabilidade
o Aumento do volume uterino e modificações na sua forma
Sinais Imagens Descrição
Sinal de nobile-budin Durante a gravidez o útero
adquire um formato mais
globoso e suas paredes
ocupam o fundo de saco
vaginal que se tornam mais
rasos – o útero perde seu
formato mais piriforme
Sinal Hegar Amolecimento do istmo.
Esse sinal consiste em tentar
dobrar o corpo uterino
através do toque vaginal
combinado com a palpação
abdominal sobre o colo

Sinal de Piskacek Assimetria observada do


corpo uterino. A região onde
ouve a implantação do ovulo
fica mais abaulada.

Sinal de holzapfel Não tem É a presibilidade uterina que


não se consegue no útero
fora da gravidez.
Devido a congestão o útero
torna-se mais cístico e
elástico pastoso (o útero
aumenta de tamanho, de
peso, amolece e fica mais
móvel, o que torna mais fácil
de pressioná-lo
Sinal de goodel É o amolecimento do colo
uterino perceptível ao toque
vaginal

Sinal de Hartman Sangramento vaginal


discreto após a nidação
(após a implantação do
ovulo na cavidade uterina
após a concepção)

Sinal de jaquemier ou Coloração arroxeada do


chedwick vestíbulo
Sinal de kluge Alteração da coloração da
vagina

Sinal de osiander Percepção de pulso vaginal


ao toque

4. Sinais de certeza
➔ Beta Hcg – hormônio gonadotrófico humano
o Glicoproteina produzida pelos sinciciotrofoblasto
o Usa-se a unidade beta pois essa é a mais específica
o É detectável de 8 a 10 dias após a concepção – detectável 1 dia após a implantação
do ovulo
o Sua principal atividade é a manutenção do corpo lúteo
➔ Usg transvaginal ou abdominal
o Sendo a transvaginal usada mais no 1° trimestre
➔ Ausculta do BCF por sonar ou pinard
➔ Percepção dos movimentos e partes fetais PELO MÉDICO
➔ Sinal de puzos – rechaço fetal

Vacinação na gravidez
1. Calendário vacinal da gestante
➔ Esquema de vacinação para gravidas e puérperas
o dT (dupla adulto – difteria e tétano) – pode ser tomada em qualquer fase da
gestação
▪ deve ser indicada já na primeira consulta – deve ser feita em 3 doses a cada
10 anos e em caso de cortes a cada 5 anos;
o Hepatite B – pode ser feita em qualquer fase da gestação- conduta de acordo com
o histórico vacinal da paciente
▪ Se a paciente já tem as 3 doses – ok não faz
▪ Se tem 2 doses completa
▪ Se não tem histórico faz as 3 doses com o seguinte esquema – 0 (dia em que
a paciente tomou a 1° dose), 1 (um mês após a 1° dose deve ser tomada a 2°
dose) e 6 (seis meses após a primeira dose a paciente deve tomar a 3° dose);
o dTpa – só deve ser tomada a partir da 20° semana de gestação
▪ essa vacina previne contra a difteria, tétano e coqueluche
▪ deve ser tomada em cada gestação
▪ de acordo com o seguinte esquema:
• se paciente não tiver história de nenhuma dose de dT, deve-se fazer 2
doses de dT e a 3° dose deve ser de dTpa (a partir da 20° semana)
• se paciente tem 1 dose de dT, deve-se fazer 1 dose de dT e uma dose
de dTpa (a partir da 20° semana)
• se paciente tem 2 doses de dT, deve-se fazer somente mais uma dose
de dTpa (a partir da 20° semana)
• se paciente tem 3 doses de dT, deve-se fazer somente mais uma dose
de dTpa (a partir da 20° semana;
▪ se a dTpa não for feita durante a gestação ela pode também ser feita durante
o puerpério até 45 dia após o parto;
o Influenza – as gravidas estão dentro do grupo prioritário para essa vacina
▪ Essa vacina pode ser feita em qualquer fase da gestação e também pode ser
feita durante o puerpério
o As vacinas de sarampo, caxumba e rubéola – devem ser feitas durante o
puerpério ou durante a amamentação, não são recomendas para serem
aplicadas durante a gestação;
➔ Vacinas recomendadas na gravidez em situações especiais
o Hepatite A – aplicada em 2 doses segundo o esquema de 0 -6 (a segunda dose deve
ser feita 6 meses depois da 1°). Essa vacina é feita apenas em clínicas particulares;
o Hepatite A e B – em pacientes com menos de 16 anos deve-se fazer o esquema de
0-6 e em com mais de 16 anos o esquema utilizado é 0-1-6 – vacina também
disponível apenas na rede privada
o Meningococos – não é de uso rotineiro no esquema vacinal da gravida, pois não há
dados suficientes para comprovar sua segurança; é indicada para bloqueio de
surtos em UMA dose
o Meningococos B (recombinante) – DUAS doses com intervalo de 2 meses entre uma
e outra – inativos
o Pneumococo – não rotineira, podendo ser usada em mulheres com risco de doença
pneumocócica inativa (DPI) – rede privada e sus para idosos
o Febre amarela – não rotineira – mas deve ser indicada para gestantes em situação
de risco – tem no SUS
➔ VACINAS NÃO RECOMENDADAS NA GESTAÇÃO
o HPV – não é recomendada – se o esquema vacinal tiver sido iniciado deve-se
protelar sua continuação para o pós-parto;
o Sarampo, caxumba e rubéola – NÃO são recomendadas na gestação – podendo
ser aplicadas durante o puerpério ou amamentação;
o Dengue – NÃO RECOMENDADA;
o Varicela-zóster – contraindicada – pode ser aplicada no puerpério ou durante
amamentação;
➔ Vacinas covid-19
Imagens BIZU
VACINAS

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