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Investimento S

O documento é um guia sobre investimentos, destacando a diferença entre poupar e investir, a importância de uma reserva de emergência e o conceito de juros compostos. Ele também aborda diferentes tipos de investimentos, como renda fixa e variável, e a escolha entre bancos, corretoras e cooperativas financeiras. Além disso, fornece orientações para descobrir o perfil de investidor e apresenta opções de aplicações financeiras disponíveis no mercado.
Direitos autorais
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Investimento S

O documento é um guia sobre investimentos, destacando a diferença entre poupar e investir, a importância de uma reserva de emergência e o conceito de juros compostos. Ele também aborda diferentes tipos de investimentos, como renda fixa e variável, e a escolha entre bancos, corretoras e cooperativas financeiras. Além disso, fornece orientações para descobrir o perfil de investidor e apresenta opções de aplicações financeiras disponíveis no mercado.
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INVESTIMENTOS

Comece a investir seu dinheiro e faça-o render mais


SUMÁRIO
1 Antes de tudo

Poupar ≠ Investir 3

Comece poupando para ter uma reserva de emergência 4

Um incentivo: conheça os juros compostos 5

Outros conceitos básicos 6

Descubra seu perfil de investidor 7

2 Comece a investir

Banco, corretora ou cooperativa? 8

Renda fixa x Renda variável 9

Renda fixa: Letras de crédito 10

Renda fixa: Comprovantes e recibos de depósitos 11

Renda fixa: Títulos públicos 13

Renda variável: ações 14

Outros: Fundos de investimento 15

Outros: Previdência privada 16

Outros: Imóveis 18

Outros: Empreendedorismo 18
1 Antes de tudo

Poupar Se você quer começar a investir


≠ o seu dinheiro e ter rendimentos
Investir extras, este e-book é pra você.

Mas antes de entender como fazer isso, é preciso perceber a diferença que existe entre
economizar, poupar e investir. Basicamente:

Economizar é esforçar-se para fazer algum dinheiro sobrar.


Poupar é guardar esse dinheiro.
E investir é aplicar financeiramente a quantia poupada com objetivo de fazê-la render
mais.

Para ter uma vida financeira tranquila e conseguir realizar seus objetivos, é importante
entender a diferença desses conceitos e a importância de todos eles.

3
Comece poupando para
ter uma reserva de emergência
Problemas no carro, despesas médicas inesperadas e perda de emprego são alguns
exemplos de imprevistos que justificam a importância de uma reserva de emergência
– um montante que você deve ter guardado para usar em casos assim, sem ter que
comprometer o seu orçamento.

Além disso, essa já é uma forma de você ir se educando para poupar


continuamente (e aprendendo a juntar recursos para investir).

Autônomos, funcionários sem estabilidade e profissionais que tenham renda variável


deveriam, especialmente, considerar a criação de um fundo de emergência. E mesmo
para quem não se enquadra nessas condições, manter uma reserva como essas é uma
decisão bastante prudente.

DICA
• O ideal é manter um montante de emergência que represente
de 2 a 6 vezes os seus ganhos mensais.
• A Poupança costuma ser uma das aplicações mais indicadas
para acumular sua reserva, já que a intenção não é obter
rendimentos, mas sim guardar seus recursos de forma segura
(sem riscos de perda) e com fácil acesso quando precise (boa
liquidez).
• Evite a tentação de usar a reserva para realizar seus objetivos
(poupe e invista especificamente para isso).

4
Um incentivo: conheça
os juros compostos
Ao aplicar seu dinheiro, é possível ter uma rentabilidade atrelada a juros simples ou a
juros compostos.

Segundo Einstein, os juros compostos são “a maior


descoberta matemática de todos os tempos”

E você pode se aproveitar disso. Entenda como funciona:


Falar em juros compostos é o mesmo que falar em juros sobre juros. Ou seja, o
rendimento é calculado sobre a quantia inicial investida e sobre os juros gerados por
ela, reinvestidos. Portanto, é preciso aliar tempo e reinvestimento da rentabilidade
para que o seu saldo cresça em progressão geométrica e você possa se beneficiar dos
juros compostos.

ROBERTO MARCELA

IDADE 40 anos 40 anos

INVESTIMENTO MENSAL R$ 1.000 R$ 1.000

COMO APLICA OS gastos pessoais reinveste 100% dos lucros


RENDIMENTOS

TAXA CONSIDERADA 5% ao ano (0,4% ao mês)

RETIRADA AOS 65 ANOS (25


ANOS DE INVESTIMENTO)
cerca de R$ 300 mil quase R$ 600 mil

*personagens fictícios apenas para facilitar o exemplo.

DICA
Aplicações como Previdência Privada e Poupança oferecem a possibilidade de
ganhos com juros compostos, bem como alguns tipos de CDB’s, LCA’s e LCI’s.
Enquanto isso, alguns títulos públicos e debêntures costumam contar apenas
com juros simples. A escolha entre uma forma e outra de investir vai depender
das suas necessidades e dos seus objetivos.

5
Outros conceitos básicos
• Ativos e passivos: os bens ativos são aqueles que geram rendimentos (ex.: aplicação
financeira ou imóvel para alugar) e os bens passivos são os que geram despesas
(ex.: imóvel em que se reside).
• Carteira: conjunto de investimentos realizados por uma pessoa ou empresa.
Especialistas recomendam compor uma carteira diversificada, incluindo aplicações
voltadas a diferentes objetivos (ex.: aplicações de curto, médio e longo prazo).
• Custódia: significa tutela, segurança, vigilância e refere-se, em geral, à instituição
financeira que cuida (ou custodia) seu investimento. Também pode-se falar em
taxa de custódia, em relação ao valor cobrado por essa instituição para cuidar de
suas aplicações.
• FGC e FGCoop: o Fundo Garantidor de Crédito e o Fundo Garantidor do
Cooperativismo de Crédito são associações que asseguram os depositantes de
bancos e de cooperativas de crédito, respectivamente, em até R$ 250 mil por CPF.
• Indexadores: índices de mercado (como o CDI, o IPCA e a taxa Selic) que funcionam
como base para o rendimento de investimentos pós-fixados. Você pode encontrar,
por exemplo, aplicações que rendem 90% do CDI ou 100% do IPCA + a inflação
acumulada no período.
• Liquidez: período que é preciso aguardar para retirar uma parte ou o total das
aplicações. Quanto maior a liquidez, menos tempo é preciso esperar. Ex.: d+1 = 1
dia (alta liquidez), d+30 = 30 dias (média liquidez).
• Selic: taxa básica de juros da economia. Representa como os juros são cobrados no
país e influi na rentabilidade da maioria dos investimentos de renda fixa.

6
Descubra seu
500

perfil de investidor

Analisar seus objetivos financeiros e descobrir seu perfil de investidor é um passo


importante antes de começar a aplicar seu dinheiro. Para isso, responda a si mesmo
perguntas como as seguintes:
• De forma geral, você gosta de assumir riscos? Ou tem um perfil mais tranquilo?
• Você tem um bom controle financeiro? Acompanha seu orçamento com
frequência?
• Você está disposto a arriscar mais para ganhar mais? Compreende a possibilidade
de vir a perder dinheiro? Ou prefere ter segurança de que irá ter lucros?
• Você prefere ter uma aplicação com geração de renda constante e poucas
variações de ganhos e perdas (fluxo de caixa) ou investir com maiores
possibilidades de ganhos e também maiores riscos, dependendo das oscilações
do mercado (ganho de capital)?
• Você gosta de buscar e analisar informações sobre investimentos e finanças
(notícias, demonstrações financeiras, etc.)? Já analisou o desempenho de alguma
empresa com capital aberto? Ou isso lhe entedia?
• Você precisa de rendimentos em curto, médio ou longo prazo? Quais são seus
objetivos financeiros (comprar uma casa, investir nos estudos, fazer uma viagem,
acumular para a aposentadoria…)?
• Por quanto tempo você pretende investir?
• Você tem perfil empreendedor? Sonha em investir em um negócio próprio? Já
analisou os riscos e vantagens do empreendimento?
• Quanto você pode e está disposto a poupar e investir por mês?
• Respondendo a perguntas como essas e conhecendo os tipos e possibilidades de
investimentos, fica mais fácil descobrir qual(is) a(s) opção(ões) mais vantajosa(s)
para você. Então, acompanhe.

7
2 Comece a investir
Banco, corretora ou cooperativa?
Para começar a aplicar seus recursos e fazê-los render mais, você vai precisar escolher
uma instituição intermediária, seja um banco comum, uma corretora de investimentos
(ou corretora de valores) ou uma cooperativa financeira (ou cooperativa de crédito).
Bancos: pelo relacionamento e confiabilidade, esta costuma ser a primeira opção
imaginada por muita gente, mas nem sempre é a mais vantajosa, já que, além do
leque limitado de opções de investimento que oferecem, costumam cobrar mais taxas
e/ou taxas maiores do que os demais intermediários. Por outro lado, contam com a
garantia do FGC.
Corretoras de valores: são instituições focadas em aplicações financeiras, por isso,
oferecem um leque de opções variadas. Por serem, normalmente, independentes dos
sistemas tradicionais, costumam cobrar taxas menores. Mas é preciso ficar atento
à confiabilidade e saber que recursos parados na sua conta da corretora não são
cobertos pelo FGC nem pelo FGCoop.
Cooperativas financeiras: são instituições financeiras que fazem parte do SFN
e oferecem os mesmos produtos e serviços de um banco tradicional, incluindo
investimentos. Mas como não visam ao lucro, costumam cobrar taxas bem menores.
Oferecem opções exclusivas de investimentos (falaremos sobre isso mais adiante) e
contam com a garantia do FGCoop.

BANCOS CORRETORA COOPERATIVAS

TAXAS Maiores Menores Menores

Dinheiro na conta -
FGC - até sem proteção; Dinheiro FGCoop - até
SEGURANÇA
R$ 250 investido - pode contar R$ 250 mil por CPF
ou não com FGC

Opções variadas e
OPÇÕES DE Leque algumas exclusivas,
Leque variado
INVESTIMENTO limitado como o RDC e as
cotas-parte

8
Renda Fixa X
Renda Variável
As aplicações de renda fixa são aquelas de resultados previsíveis, com intervalos,
condições e porcentagens pré-estabelecidos. Costumam ser menos arriscadas
(indicados para perfis mais conservadores) e podem ter rentabilidades menores se
comparados aos de renda variável, em alguns casos.
Ex.: letras de crédito, comprovantes e recibos de depósitos, títulos públicos, etc.
Enquanto isso, as aplicações de renda variável já são mais sujeitas a riscos e oscilações
de mercado, mas podem render melhores lucros se bem administradas.
Ex.: ações, debêntures, derivativos de câmbio, etc.

RENDA FIXA RENDA VARIÁVEL

ATITUDE DE Atenção e ações constantes


Planejar-se e “esquecer” manter
(verificar necessidades de
INVESTIDOR aplicações até vencimento)
mudanças)

Maioria das aplicações cobertas


SEGURANÇA por FGC ou FGCoop
Sem garantias financeiras

POSSÍVEIS De administração, de De administração, de


corretagem e de performance
TAXAS carregamento e de custódia

Há aplicações isentas, aplicações


IMPOSTO com cobrança regressiva ou De administração, de
DE RENDA progressiva conforme o tempo corretagem e de performance
de investimento

RENDI- Imprevisíveis, mas podem


Previsíveis
MENTO ser maiores

9
Além disso, é bom saber que os títulos de renda fixa podem ser prefixados, com
rendimento atrelado a um valor previamente conhecido; pós-fixados, que, em essência,
têm renda variável, mas estão associados a indicadores do mercado que sofrem
menores oscilações; ou prefixados + inflação, que misturam uma parte prefixada mais
a inflação do período, garantindo rentabilidade maior que a inflação.

Investir em um desses tipos de aplicações ou distribuir seus investimentos entre eles


(e em que porcentagem distribuí-los) são decisões que vão depender do seu perfil, dos
seus objetivos e necessidades.

Conheça melhor alguns dos tipos de aplicações


de renda fixa e de renda variável mais comuns do mercado:

Renda Fixa: Letras de Crédito


As LCI’s - Letras de Crédito Imobiliário - e LCA’s - Letras de Crédito do Agronegócio -
são investimentos de renda fixa que visam captar recursos para financiar cada um dos
mencionados setores (imobiliário ou agronegócio). É como se você emprestasse seu
dinheiro para um desses setores em troca do recebimento de juros.
Essas aplicações costumam exigir um aporte inicial mínimo. Já existem LCA’s em que
é possível começar a investir a partir de R$ 500, mas a aplicação média inicial exigida
costuma ser de R$ 5 mil e no caso da LCI pode chegar a R$ 30 mil.

LCI’S E LCA’S - LETRAS DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO E DO AGRONEGÓCIO

APORTE INICIAL De R$ 500 a R$ 30 mil


MÍNIMO
Baixa (em geral, o resgate só pode ser feito no
LIQUIDEZ vencimento

SEGURANÇA Cobertas pelo FGC ou FGCoop

FORMAS DE
Prefixado ou pós-fixado
RENDIMENTO

IMPOSTOS Isentas de IR e de IOF

10
Renda Fixa: Comprovantes
e Recibos de Depósitos
Os comprovantes e recibos de depósitos bancários - CDB’s e RDB’s - são aplicações de
renda fixa que captam recursos para a própria instituição financeira. Ou seja, funcionam
como uma espécie de empréstimo que você faz ao próprio banco, recebendo em troca
o pagamento de juros.

A diferença entre CDB’s e RDB’s é que esses últimos não admitem negociações
antes do seu vencimento (excepcionalmente, poderá ser rescindido contrato com
concordância da instituição).

CDB’S e RDB’S - COMPROVANTE E RECIBOS DE DEPÓSITO BANCÁRIO

APORTE INICIAL
De R$ 50 a R$ 1.000,00 em média
MÍNIMO

Diária, em geral (mas quanto maior o prazo de


LIQUIDEZ aplicação, menores perdas com impostos)

SEGURANÇA Cobertas pelo FGC

FORMAS DE
Prefixado ou pós-fixado ou pré+inflação
RENDIMENTO

IMPOSTOS IR e de IOF

11
DICA
Uma opção ainda mais interessante com essas mesmas características
são os RDC’s - Recibos de Depósitos Cooperativos.

Esse tipo de investimento é exclusivo para associados de cooperativas


financeiras e diferencia-se, em primeira instância, por funcionar como
incentivador do próprio movimento cooperativista.

Além disso, no caso do RDC, o investidor conta com uma vantagem que só uma
cooperativa de crédito pode proporcionar: a aplicação pode servir de base para a
distribuição de sobras. Ou seja, quanto mais você aplica no RDC, maior pode ser a
sua participação nos resultados da cooperativa, já que, em uma instituição como
essa, você também é um dos donos.

RDC - RECIBO DE DEPÓSITO COOPERATIVO

APORTE INICIAL
A partir de R$ 1,00
MÍNIMO

Diária, em geral (mas quanto maior o prazo de


LIQUIDEZ aplicação, menos perdas com impostos)

SEGURANÇA Cobertas pelo FGCoop

FORMAS DE
Prefixado, pós-fixado ou pré+inflação
RENDIMENTO

IMPOSTOS IR e IOF

Saiba mais sobre RDC aqui.

12
Renda Fixa: Títulos públicos
São títulos do Tesouro Nacional negociados pelo Governo Federal. Existem
basicamente 3 tipos:

• Tesouro prefixado ou LTN


• Tesouro Selic ou LFT - pós fixado
• Tesouro IPCA+ ou NTN-B - pré + inflação

DICA
Olhando tantas letras, pode parecer um investimento complicado à primeira
vista. Mas o programa online Tesouro Direto tem a proposta de simplificar o
assunto e facilitar o acesso de pessoas físicas aos títulos do Governo. Desde
2009, existe até um simulador para auxiliar o usuário na escolha da melhor
aplicação de acordo com seus objetivos.

TÍTULOS PÚBLICOS

APORTE MÍNIMO A partir de R$ 1,00

Depende do título (Selic - diária; IPCA -


LIQUIDEZ no vencimento)

Tesouro Nacional (não coberto pelo FGC nem


SEGURANÇA FGCoop)

FORMAS DE
Prefixado, pós-fixado ou pré+inflação
RENDIMENTO

IMPOSTOS IR

OUTRAS TAXAS 11
Custódia e administração
POSSÍVEIS

13
Renda Variável: Ações
De forma simplificada, podemos dizer que as ações são cotas do patrimônio de uma
empresa, negociadas na Bolsa de Valores. Assim, ao comprar ações de determinada
corporação, você se torna parte do grupo societário dessa empresa, e pode obter
rendimentos de duas formas basicamente:

• Com dividendos - ganhando parte dos lucros da empresa;


• Como trader - revendendo essas ações por um valor maior.

RDC - RECIBO DE DEPÓSITO COOPERATIVO

APORTE INICIAL
Depende do ativo.
MÍNIMO

Em geral, alta, mas depende do ativo.


LIQUIDEZ

SEGURANÇA Sem garantias.

FORMAS DE
Imprevisíveis.
RENDIMENTO

IMPOSTOS IR (só em vendas acima de R$ 20 mil ou day-


trade).

OUTRAS TAXAS Corretagem e custódia.

Investidores arrojados e com experiência


INDICADO PARA prévia em aplicações financeiras

Além disso, é importante saber que, para investir em ações, é preciso procurar uma
corretora de valores, pois só esse tipo de instituição está autorizada a fazer negociações
na Bolsa.
14
Outros: Fundos
de investimento

Trata-se de um tipo de aplicação feita por um grupo de investidores em um conjunto de


ativos, que podem ser desde títulos públicos e letras de crédito até ações e debêntures,
ou uma mescla de alternativas como essas.
De acordo com a forma que os recursos do grupo são aplicados, eles podem ser
classificados como:

• Fundos de renda fixa

• Fundos de ações

• Fundos cambiais

• Fundos multimercados
Além disso, esses grupos podem ser:
• Abertos – permitindo a entrada e saída de cotistas ou o aumento da participação;
• Fechados – não permitindo entradas ou saídas após a definição do grupo nem a
realização de resgates antes do encerramento do fundo.
Em todo caso, o objetivo é maximizar os ganhos de todos e reduzir os riscos, por meio
da diversificação de carteira, planejada por um gestor ou administrador do fundo. Por
isso, é comum a cobrança de taxas de administração, custódia, performance, etc.

DICA
Liquidez, formas de rendimento, segurança e impostos são fatores que
dependem do tipo de fundo de investimento e da política adotada por cada
um. Antes de considerar sua entrada em um grupo assim, leia o prospecto e o
regulamento do fundo escolhido.

15
Outros:
Previdência Privada
É um tipo de investimento especialmente voltado a objetivos de longo prazo – como
acumular recursos para a aposentadoria. Aliás, quanto maior o prazo de aplicação,
mais interessante se torna esse tipo de investimento. E além de poder contar com juros
compostos (em caso de reinvestimento), a aplicação ainda facilita o planejamento
sucessório.
As categorias de planos mais comuns são:
• PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre – durante o período de acúmulo, é possível
fazer a dedução de impostos dos aportes, em até 12% sobre a base tributável do IR.
No resgate, o IR incide sobre o total retirado. Indicado para quem faz a declaração
completa.
• VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre – não permite dedução de impostos sobre
os aportes. Mas na retirada, o IR incide apenas sobre a rentabilidade. Ideal para
quem faz a declaração simplificada.
• Planos fechados ou Fundos de pensão – assim como em um fundo de investimento,
reúne um grupo de investidores que contam com um gestor para administrar uma
carteira de ativos variada. Mas neste caso, os benefícios tributários são similares
aos de um plano PGBL. São exclusivos de algumas classes e associações (ex.:
trabalhadores de determinadas empresas ou associados de uma cooperativa
financeira).
Alguns planos de Previdência Privada também contam com coberturas por morte
ou invalidez. Assim, além de garantir sua renda futura, você e sua família ficam mais
tranquilos para aproveitar a vida.

16
PREVIDÊNCIA PRIVADA

APORTE INICIAL Em média, R$ 100 (e podem ser exigidos aportes


MÍNIMO periódicos)

Diária, em geral (mas quanto maior o prazo de


LIQUIDEZ aplicação, menores perdas com impostos e taxas)

SEGURANÇA Sem cobertura de FGC nem FGCoop

FORMAS DE
Renda fixa ou variável
RENDIMENTO

IMPOSTOS IR

OUTRAS Administração, custódia e carregamento


POSSÍVEIS TAXAS

DICA
Como as cooperativas não têm fins lucrativos, em instituições
cooperativistas financeiras é possível encontrar planos de previdência
fechados com taxas bem menores. SAIBA MAIS AQUI.

17
Outros: Imóveis
Se você está pensando em investir em imóveis para fazer seu dinheiro render, é bom
lembrar que se trata de um investimento de longo prazo, com baixíssima liquidez
(difícil possibilidade de resgate imediato da quantia investida) e rendimentos variáveis,
a depender das oscilações do mercado.

Há quem considere a baixa liquidez do investimento em imóveis como uma


segurança de que a aplicação será mantida (o dinheiro não será mexido). Mas com
alguma disciplina e conhecimento, é possível obter rendimentos superiores com
aplicações financeiras. Tudo vai depender do seu perfil e dos seus objetivos.

ESTAMOS
ABERTOS
Outros:
Empreendedorismo
Muita gente sonha em investir em um negócio próprio, ser seu próprio patrão e ter
autonomia na tomada de decisões. Mas empreender está longe de ser a alternativa
mais segura ou mais rápida de obter bons rendimentos.
É preciso lembrar que administrar um negócio demanda muito mais tempo e dedicação
do que administrar investimentos financeiros. Geralmente, donos de novos negócios
trabalham de 10 a 14 horas diárias, tendo muitas vezes que abrir mão de finais de
semana, feriados ou férias.
Claro que, se o negócio der certo, pode vir a render mais que diversas aplicações
financeiras. Mas isso vai depender mais do seu perfil (você é empreendedor?), dos seus
objetivos e valores pessoais e da sua dedicação.

Sobre empreendedorismo, leia também, em nosso blog:

10 ideias de negócios até R$ 5 mil


Ideias inovadoras para negócios do futuro
Micro e pequenos negócios: como economizar
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18
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