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Ética FIV

O documento aborda a fertilização in vitro (FIV) sob a perspectiva da bioética, destacando sua importância para casais inférteis e indivíduos que desejam ter filhos. Discute as etapas da FIV, elegibilidade, objeções éticas e razões para seu apoio, enfatizando a necessidade de regulamentação em Moçambique. Além disso, aborda as implicações sociais e os desafios legais associados à prática da FIV.
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Ética FIV

O documento aborda a fertilização in vitro (FIV) sob a perspectiva da bioética, destacando sua importância para casais inférteis e indivíduos que desejam ter filhos. Discute as etapas da FIV, elegibilidade, objeções éticas e razões para seu apoio, enfatizando a necessidade de regulamentação em Moçambique. Além disso, aborda as implicações sociais e os desafios legais associados à prática da FIV.
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INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DE SAÚDE

Curso: Anatomia Patológica

Cadeira: Ética e Deontologia Profissional

Tema: Fertilização in vitro

Discentes: Docentes:

Delf Amade. Elias Macuácua

Inocência de Sousa Ernesto Nhabesse

Mariamo Taíbo

Maputo, Abril de 2025


Índice

OBJECTIVOS………………………………………………………………………………………………….…………………3

INTRODUÇÃO …………………………………………………………………………………………………………………4

CONCEPTUALIZAÇÃO DA FERTILIZAÇÃO IN VITRO…………………………………………….……………..5

Etapas da fertilização in vitro ………………….………………………………………………………………………5-6

HISTORIAL DA FERTILIZAÇÃO IN VITRO ………………………………………………….…..……………………7

ELEGIBILIDADE PARA REALIZAÇÃO DA FERTILIZAÇÃO IN VITRO ………………….……….……….8

OBJEÇÕES ÉTICAS ………………………………………………………………………….…………..………………8-9

RAZÕES PARA O APOIO DA FERTILIZAÇÃO IN VITRO……………………………………..……………… 9

IMPLICAÇÕES SOCIAIS DA REALIZAÇÃO DA FERTILIZAÇÃO IN VITRO……………….….………10

CONCLUSÃO ………………………………………………………………………………………………….……………11

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS………………………………………………………………….………………12
Objectivo Geral
 Abordar a fertilização in vitro no campo da Bioética

Objectivo específico
 Conceptualização da Fertilização in vitro
 Historial da Fertilização in vitro
 Elegibilidade para realização da Fertilização in vitro
 Objeções éticas
 Implicações sociais


INTRODUÇÃO

Num mundo em constante evolução científica e tecnológica, os avanços no campo da


medicina reprodutiva têm representado um verdadeiro marco na realização do direito à
constituição da família. A fertilização in vitro (FIV), uma das técnicas mais emblemáticas
da procriação medicamente assistida, surgiu como resposta concreta às limitações da
fertilidade natural, oferecendo novas perspetivas a casais inférteis, indivíduos solteiros e
casais homoafetivos que desejam ter filhos biológicos. No entanto, a introdução e a prática
desta técnica levantam não apenas questões médicas e éticas, mas também desafios legais,
sobretudo em países onde o enquadramento jurídico ainda se encontra por definir, como é o
caso de Moç[Link] de já existirem centros privados no país que realizam este
procedimento, a ausência de uma legislação específica que regule a fertilização in vitro
deixa lacunas importantes em relação à proteção dos direitos dos envolvidos, à segurança
dos processos e ao reconhecimento legal dos laços de filiação. Questões como a doação de
gametas, a criopreservação de embriões e os direitos parentais carecem de um
posicionamento claro por parte do Estado, o que torna urgente um debate profundo sobre a
regulamentação da FIV em solo moçambicano. Deste modo, torna-se fundamental analisar
o contexto atual, os benefícios e riscos da técnica, bem como a necessidade de políticas
públicas que assegurem práticas éticas, seguras e acessíveis a todos os cidadãos.
Conceptualização
A fertilização in vitro (FIV) é uma técnica de reprodução assistida em que a fecundação
ocorre fora do corpo humano, em ambiente laboratorial. Nela, óvulos e espermatozoides
são coletados e unidos em uma placa de Petri, e os embriões formados são transferidos para
o útero da mulher com o objetivo de estabelecer uma gravidez (Jones & Lopez, 2013).

Etapas da Fertilização In Vitro (FIV)

Estimulação Ovariana Controlada

A primeira etapa da FIV consiste na estimulação ovariana controlada, que tem por objetivo
promover o crescimento de múltiplos folículos ovarianos, a fim de aumentar as chances de
obtenção de óvulos maduros. Essa estimulação é feita por meio da administração de
gonadotrofinas exógenas (FSH e LH) durante um período de 8 a 14 dias, com
monitoramento por ultrassonografia transvaginal e dosagens hormonais seriadas (Fritz &
Speroff, 2015).

Segundo Rizk et al. (2017), “a obtenção de um número adequado de óvulos maduros é um


dos fatores críticos para o sucesso da FIV”, sendo necessário individualizar a dosagem
hormonal com base na idade da paciente e sua reserva ovariana.

Punção Folicular

Após a estimulação, quando os folículos atingem o tamanho ideal (cerca de 18 a 20 mm), é


administrada uma dose de hCG ou agonista de GnRH para induzir a maturação final dos
óvulos. Cerca de 34 a 36 horas após essa indução, realiza-se a punção folicular, que é a
retirada dos óvulos dos ovários por via transvaginal, com o auxílio da ultrassonografia. O
procedimento é feito sob sedação leve, sendo considerado minimamente invasivo (Sher et
al., 2013).

Coleta e Preparação do Sêmen

Paralelamente à punção, realiza-se a coleta do sêmen, geralmente obtido por masturbação.


A amostra é então processada em laboratório com técnicas que visam selecionar os
espermatozoides mais móveis e morfologicamente normais. Em casos de azoospermia ou
infertilidade grave, pode ser necessária a obtenção dos gametas masculinos por técnicas
cirúrgicas, como a punção testicular (Rizk et al., 2017).
Fertilização e Cultivo dos Embriões

Os óvulos maduros são fertilizados com os espermatozoides no laboratório. Isso pode ser
feito por meio da FIV convencional, em que ambos os gametas são colocados juntos em
meio de cultura, ou pela técnica de ICSI (injeção intracitoplasmática de espermatozoide),
na qual um único espermatozoide é injetado diretamente no interior do óvulo. Esta última
técnica é especialmente indicada em casos de fator masculino severo (Fritz & Speroff,
2015).

Os embriões resultantes são cultivados em incubadoras por até cinco ou seis dias, até que
atinjam o estágio de blastocisto. Durante esse período, são avaliados quanto à sua
morfologia, taxa de divisão celular e viabilidade (Sher et al., 2013).

Transferência Embrionária

Após o cultivo, realiza-se a transferência embrionária, que consiste na introdução de um ou


mais embriões no interior da cavidade uterina da mulher. O procedimento é guiado por
ultrassonografia e é indolor, não requerendo sedação. A escolha do número de embriões a
ser transferido leva em consideração fatores como idade materna, qualidade embrionária e
histórico reprodutivo da paciente (Rizk et al., 2017).

Suporte de Fase Lútea e Teste de Gravidez

Após a transferência, inicia-se a fase de suporte luteal, geralmente com administração de


progesterona, com o objetivo de manter o endométrio receptivo para a implantação do
embrião. Cerca de 12 a 15 dias após a transferência, realiza-se o teste de gravidez por meio
da dosagem do hormônio beta-hCG (Fritz & Speroff, 2015).
Historial

O primeiro nascimento bem-sucedido por meio de FIV ocorreu em 1978, na Inglaterra, com
Louise Brown, considerada o primeiro "bebê de proveta" (Dickenson, 2001).

O feito foi resultado dos estudos dos cientistas Robert Edwards e Patrick Steptoe, que
receberam reconhecimento internacional e impulsionaram a medicina reprodutiva. Desde
então, a técnica evoluiu com inúmeras variantes e avanços tecnológicos, como a injeção
intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI), o congelamento de óvulos e embriões, e os
testes genéticos pré-implantacionais (PGT).

Origem e razão médica

A FIV surgiu como uma solução para a infertilidade conjugal, que afeta entre 10% e 15%
dos casais em idade reprodutiva no mundo. Originalmente indicada para mulheres com
obstrução tubária, expandiu-se para tratar condições como baixa qualidade seminal,
endometriose, idade materna avançada, falhas em inseminações intrauterinas e causas
inexplicadas de infertilidade (Sher, Davis & Stoess, 2005).

Com o tempo, a FIV passou a atender demandas além da infertilidade, como a preservação
da fertilidade em pacientes com câncer, o planejamento familiar tardio, a formação de
famílias homoafetivas e monoparentais, e a prevenção de doenças genéticas por meio do
rastreio embrionário (Matthews, 2014).

Elegibilidade para realização da Fertilização in vitro

Atualmente, Moçambique não possui uma legislação específica que regule a Fertilização in
vitro,o que faz com que esta opere sob normas Gerais da bioética o que pode gerar
incertezas jurídicas para os pacientes e profissionais de saúde.

A FIV pode ser realizada por qualquer pessoa que deseje ter filhos e enfrente limitações
naturais ou sociais para a concepção. Em geral, é indicada após um ano de tentativas
espontâneas sem sucesso em mulheres com menos de 35 anos, ou após seis meses em
mulheres com 35 anos ou mais (Sher et al., 2005).

Pessoas solteiras, casais homoafetivos e casais com infertilidade masculina ou feminina


podem recorrer à FIV com ou sem doação de gametas.
A decisão pela FIV também pode considerar fatores emocionais, financeiros, religiosos e
culturais, além de aspectos legais que variam entre países.

Objeções éticas

 A Igreja Católica, por meio de documentos como a Donum Vitae (1987) e a


Dignitas Personae (2008), rejeita a FIV por considerá-la uma dissociação entre a
sexualidade e a procriação. Tais documentos condenam a destruição de embriões
excedentes, a seleção ó0embrionária e o uso de gametas de terceiros (Congregação
para a Doutrina da Fé, 2008).

 Do ponto de vista laico, autores como Dickenson (2001) questionam os limites da


intervenção tecnológica na geração da vida, o risco de criação de "bebês sob
medida" por meio de edição genética e a desigualdade no acesso às técnicas de FIV.
Há ainda preocupações com os contratos de barriga de aluguel e a exploração de
mulheres em situação vulnerável (Garrafa & Oliveira, 2003).
 Debora Spar, em sua obra The Baby Business: How Money, Science, and Politics
Drive the Commerce of Conception, argumenta que a fertilização in vitro integra
um sistema de reprodução no qual “os meios de fazer bebês passaram a ser
comprados e vendidos como produtos” (Spar, 2006, p. 11). Ela alerta para o risco de
mercantilização da vida humana, já que o setor de reprodução assistida movimenta
bilhões de dólares por ano, sem uma regulamentação ética rigorosa.
 Outro ponto levantado pela autora diz respeito ao acesso desigual aos tratamentos.
Spar destaca que, nos Estados Unidos e em vários outros países, apenas pessoas
com recursos financeiros podem arcar com os custos elevados da FIV, o que gera
um sistema excludente e elitizado (Spar, 2006, p. 102).
 Além disso, ela menciona os efeitos físicos e emocionais sobre o corpo da mulher,
considerando que muitas vezes os protocolos hormonais são intensos e as
expectativas sociais colocam pressão sobre as mulheres para que suportem esse
processo (Spar, 2006, p. 118).
 Judith Daar, em seu livro Reproductive Technologies and the Law, foca nas
implicações jurídico-bioéticas da FIV. Uma das questões mais sensíveis abordadas
por Daar é o destino dos embriões excedentes, que permanecem congelados
indefinidamente ou são descartados, muitas vezes sem consenso entre os
envolvidos. Ela observa que “a disposição de embriões permanece uma das questões
mais espinhosas da reprodução assistida, implicando debates sobre personalidade
jurídica, propriedade e direitos parentais” (Daar, 2017, p. 143).
 Outra preocupação da autora envolve o equilíbrio entre autonomia reprodutiva e
regulação ética. Embora defenda que os indivíduos devem ter liberdade para decidir
sobre sua fertilidade, Daar afirma que a ausência de normas claras pode abrir
caminho para práticas abusivas, como a seleção de embriões com base em
características não médicas (Daar, 2017, p. 212).

 Além disso, ela chama atenção para o avanço da seleção genética embrionária, que,
quando mal regulada, pode dar margem à formação de um sistema de “eugenia
moderna”, onde embriões com determinadas características são preferidos,
levantando sérios dilemas éticos (Daar, 2017, p. 179).

Razões Éticas, Médicas e Sociais para o Apoio à Fertilização In Vitro

A fertilização in vitro (FIV) é uma das principais conquistas da medicina reprodutiva


moderna, tendo transformado o panorama do tratamento da infertilidade em todo o mundo.
Apesar das objeções éticas e sociais que suscita, muitos estudiosos, bioeticistas e
profissionais de saúde defendem a FIV como uma prática legítima, necessária e eticamente
justificada. Esse apoio se baseia em argumentos de ordem médica, bioética, jurídica e
social, que visam garantir o direito à reprodução e combater os efeitos devastadores da
infertilidade.

Avanço médico e eficácia no tratamento da infertilidade

Do ponto de vista clínico, a FIV é considerada uma das alternativas mais eficazes para
casais inférteis. Fritz e Speroff (2015) destacam que “as tecnologias de reprodução assistida
revolucionaram o tratamento da infertilidade e ofereceram esperança a milhões de casais”
(p. 1345). A técnica é especialmente recomendada em casos de obstrução tubária,
infertilidade masculina severa, endometriose e falhas repetidas em outros métodos menos
invasivos.

Além disso, a FIV permite o congelamento de embriões e óvulos, beneficiando pacientes


que serão submetidas a tratamentos como quimioterapia, o que amplia suas possibilidades
futuras de reprodução.

Direito à autonomia e à liberdade reprodutiva

Sob uma perspectiva bioética, defensores da FIV consideram que a capacidade de decidir
sobre quando e como ter filhos é parte do direito à autonomia pessoal. Segundo Campo-
Engelstein e Burcher (2017), “as tecnologias reprodutivas, incluindo a FIV, capacitam os
indivíduos a tomar decisões que estejam em conformidade com seus valores e identidades
mais profundos” (p. 87). Essa liberdade é vista como parte integrante dos direitos
reprodutivos humanos.

A FIV, nesse contexto, torna-se um instrumento de emancipação e inclusão, permitindo que


pessoas solteiras, casais homoafetivos e indivíduos com problemas reprodutivos realizem
projetos parentais legítimos.

Justiça reprodutiva e redução do sofrimento psicológico

Outro argumento comum entre os apoiadores da FIV é o de que o sofrimento causado pela
infertilidade pode ser intenso e prolongado, afetando a saúde mental e emocional dos
envolvidos. Mary Warnock (2002), filósofa e referência em bioética, afirma que “se
podemos ajudar pessoas a terem filhos de forma segura, ética e responsável, então isso não
é apenas justificável, mas louvável” (p. 41). Para ela, oferecer o acesso a essas tecnologias
também é uma questão de justiça social, desde que feito com responsabilidade.

Prevenção de doenças genéticas

A possibilidade de realizar o diagnóstico genético pré-implantacional (PGT) é outro motivo


pelo qual a FIV é amplamente apoiada. Essa técnica permite identificar e evitar a
transmissão de doenças genéticas hereditárias, o que é considerado um avanço ético e
médico relevante. Rizk et al. (2017) reforçam que “a reprodução assistida representa não
apenas uma conquista científica, mas um compromisso social com o enfrentamento de um
dos desafios pessoais mais profundos que um casal pode enfrentar” (p. 322).

Implicações sociais da fertilização in vitro

A fertilização in vitro (FIV) tem provocado mudanças significativas na sociedade ao


transformar a forma como a reprodução e a parentalidade são compreendidas. Um dos
principais impactos diz respeito à mercantilização do processo reprodutivo. Como afirma
Spar (2006), “normas sociais e poder econômico definem quem pode se tornar pai ou mãe”
destacando a desigualdade no acesso às tecnologias reprodutivas.

Bridges (2011) acrescenta que a FIV tende a reforçar hierarquias raciais e de classe, sendo
mais acessível a grupos privilegiados. A técnica também contribui para a diversidade de
arranjos familiares, como casais homoafetivos e mães solo por escolha, o que, segundo
Klotz e Gerrits (2018), exige uma revisão das noções tradicionais de parentesco.

Além disso, Green (2007) adverte que a seleção genética de embriões pode alterar a
percepção social do que é considerado “normal”, influenciando padrões éticos e culturais.
Assim, a FIV não apenas oferece soluções médicas, mas também levanta importantes
debates sociais e bioéticos.

Conclusão

A fertilização in vitro (FIV) representa um dos maiores avanços da medicina reprodutiva


moderna, oferecendo alternativas concretas para casais inférteis, pessoas solteiras e casais
homoafetivos realizarem o desejo de constituir uma família. Do ponto de vista médico,
trata-se de uma técnica eficaz e segura, capaz de superar diversas causas de infertilidade.
No campo bioético, embora existam objeções importantes — como questões envolvendo a
manipulação de embriões, a seleção genética e o descarte de vidas potenciais —, muitos
especialistas defendem a FIV como uma expressão legítima do direito à autonomia e à
liberdade reprodutiva.

Além dos aspectos médicos e éticos, as implicações sociais da FIV revelam desigualdades
de acesso, transformações nas configurações familiares e tensões em torno de questões de
gênero, classe e raça. A mercantilização da reprodução, assim como a crescente
normalização de práticas como a seleção genética, desafiam os limites entre o avanço
científico e os valores sociais.

Portanto, a fertilização in vitro deve ser compreendida como um fenômeno


multidimensional, que exige não apenas avanços técnicos e legais, mas também reflexão
ética e sensibilidade social. Promover o acesso equitativo, garantir a transparência nas
práticas clínicas e respeitar a dignidade humana em todas as etapas do processo são
desafios fundamentais para o uso responsável dessa tecnologia no século XXI.
Referências Bibliográficas

 Congregação para a doutrina da fé,(2008). Dignitas personae: Sobre algumas


questões da bioética. Vaticano.
 Dickenson, (2001). Theo ética of in vitro fertilization. Routledge.
 Garrafa,V & Oliveira,R.A. (2003). Bioética: uma abordagem para o cotidiano.
 Sher, G.; Davis,V.M. & Stoess,J. (2005). In vitro fertilization: The art of maning
babies.
 DAAR, Judith. Reproductive Technologies and Theo law.
 FRITZ, Marc A.; SPEROFF, Leon. Clinical Gynecologic Endocrinology and
Infertility. 9th ed. Philadelphia: Wolters Kluwer, 2015.
 Warnock, Mary. Maning Babies: Is There a right to have children?

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