OEA II - Turno 99
OEA II - Turno 99
NORMAS DE COMANDO
Normas de Comando são as atividades de planejamento e preparação do Pel Fuz antes da missão,
permitindo ao Cmt organizar seu trabalho e evitar perdas de tempo e esquecimentos (POREOF).
Parágrafo 2º - MISSÃO
a. Apresentação clara e concisa do enunciado da missão a ser cumprida pelo Pel.
b. Devem constar todas as AÇÕES TÁTICAS IMPOSTAS E DEDUZIDAS a serem realizadas
pelo Pel.
c. Deve ser feita referência a todos os objetivos impostos pelo Esc Sp (na 1ªvez que o Acdt aparece
na O Op deve conter as coordenadas).
d. OS VERBOS SÃO NO INFINITIVO.
e. Não devem constar Ord Elm Subd.
f. A finalidade corresponde à missão do Esc Sp.
g. O item “b” intenção do Cmte facultativa no Esc Bda e inferiores.
EXEMPLO:
3. EXECUÇÃO
a. Conceito da Operação
1.Manobra
a) Descrever a manobra abordando: a identificação da fração e os reforços recebidos
(QUEM); as ações táticas a realizar (O QUÊ); as condições de espaço (ONDE), citando a direção
geral, os objetivos impostos ou a frente de atuação, conforme o caso; O emprego das peças de
manobra (COMO), definindo qual delas realizará a ação principal e a forma de manobra utilizada.
b) Devo enunciar todas as ações táticas atribuídas ao meu Pelotão (usando verbos no futuro),
já determinando quem vai cumprir cada missão.
b. Ordem aos Elementos subordinados
Providências Iniciais
Observação e planejamento do reconhecimento
2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
Reconhecimento
Estudo de situação – Fatores de decisão, Linha de ação, decisão, situação de conduta
Ordem de operações
Fiscalização - junto ao Adj Pel, a execução das ordens e auxiliar os elementos subordinados.
- Nessa fase é realizado o ensaio.
- Antes de partir p/ missão, o Cmt Pel junto ao Adj, deve fazer uma inspeção final dos homens e
material.
Linhas de ação
O que: ações táticas a realizar
Quando: hora de início ou prazo imposto.
Onde: a frente atribuída ao Pel e Objetivo imposto.
Para que: a forma de manobra, formação tática.
* Velocidade para transpor VAL (Via de acesso limitado) [DAMEPLAN] - Dados médios de
planejamento. Até 1.5km/h, acima disso vira restritivo, conforme abaixo;
* Restrição de movimentos
Impeditivos: é uma área cuja transposição exige suporte de engenharia ou equipamento
especializado.
Restritivos: invariavelmente retardam a progressão da tropa.
Adequado: é adequado para transposição
* O pel reserva da Cia Fuz não fica na área de reserva, fica na ADA. Quem fica na área de reserva é
o Batalhão reserva.
Suas características:
AÇÃO DE CONJUNTO:
- É a forma na qual uma fração atua, como um todo, em proveito de outra fração.
- Frações de apoio estão subordinadas, tática e logisticamente, ao comandante do Elm apoiador
(origem).
- Características:
-Máximo de apoio, pois proporciona maior flexibilidade,
-Facilidade de coordenação,
-Controle,
-Comunicações e
-Suprimento.
- O Cmt pode atribuir a prioridade de fogos a determinado Elm subordinado. As frações em ação de
conjunto poderão apoiar outras frações quando não estiverem executando seus fogos de prioridade.
- É utilizada quando, de uma mesma posição, o tiro e a observação permitirem o cumprimento da
missão e o Cmt da fração apoiadora possa exercer o C2 de suas frações.
APOIO DIRETO:
- É a forma de emprego na qual uma fração atua em proveito de outra, executando missões mediante
pedido direto.
- Caracteriza-se pelo fato de o Elm em apoio estar administrativamente subordinado ao
comandante da fração de origem e receber missões do Elm apoiado.
- Somente por ordem do comandante da SU de origem um Elm em Ap Dto deixará de apoiar uma
fração designada.
- Quando uma fração está em Ap Dto, esta deve se posicionar de forma a apoiar, em qualquer parte
da frente, a fração apoiada.
- É empregada quando não for possível manter o controle da missão de determinada seção ou peça,
sendo mantidos, pelo Elm apoiador (fração de origem), o controle administrativo e um baixo grau
de Ctl Op.
- Esta forma de emprego apresenta, como vantagem sobre a ação de conjunto, a rapidez no
atendimento aos pedidos de apoio, feitos diretamente do comandante da fração apoiada ao Cmt da
fração apoiadora.
REFORÇO:
- A fração fica diretamente subordinada ao Cmt do Elm apoiado, que se torna responsável pelo seu
emprego tático, controle e suprimento, passando a fazer parte da fração reforçada.
- É utilizada quando é impraticável ou inconveniente seu emprego em ação de conjunto ou apoio
direto, em virtude de limitações no comando e controle.
1ª SEÇÃO EM CAMPANHA
Controle de efetivo
Relatórios: EB70-MC-10.238/Pag 3-25
Sepultamento – Finalidade
Condições sanitárias
Moral da tropa
O Adj Pel deve providenciar o registro do cadáver (nome, identidade, posto/graduação, pelotão/SU,
local/hora/motivo da morte), com base na identificação do seu comandante de grupo, e coordenar a
evacuação dos mortos com auxílio de outros elementos.
OBS: será importante saber locar na carta pontos e dizer o tipo de fogos correspondentes a
estes.
Composição da ATSU:
- Área de Manutenção de Viaturas e Armamentos
- Posto de remuniciamento
- Refúgio de Feridos
- Área de Cozinha
- Posto de Distribuição de Suprimento (P Distr Sup)
OBS: a ponta de baixo indica o local onde ela está locada na carta.
ATU: fica na Área de Reserva, vai ficar localizado de acordo alcance do armamento do inimigo.
Área de Influência:
É aquela na qual o Cmt é capaz de influenciar diretamente no curso do combate, mediante o
emprego de seus próprios meios. Corresponde a um espaço físico que se expande, reduz-se e
transfere-se em função da capacidade da Força para detectar e atuar sobre o oponente. É
determinada pelo alcance dos sistemas orgânicos e dos outros meios sob o controle do Cmt em
um dado momento.
Área de Interesse:
Local que atropa não possui influência, mas o que ocorre lá, influencia suas decisões.
PELOTÃO DE APOIO
Pel Ap é a fração orgânica da Cia Fuz (Mec, Bld, Mtz)
Composição: 1 Seç AC (3 Pç) e 1 Seç Mrt Me (2 Pç)
OU
Apoio Mútuo:
Estabelecido lateralmente e escalonado em profundidade, impedindo a infiltração inimiga entre os
núcleos, pois o espaço entre os mesmos fica permanentemente sob observação e batido por fogos. A
queda de um núcleo não deve provocar o rompimento da posição. Deve abranger os núcleos de 1º
Escalão, de ruptura e de aprofundamento.
Nu Aprf
Nu Rpt
Nu 1º Escl
Forma de manobra:
Defesa de Área:
4 Características: (MDRD)
Mnt ou controle de área por um determinado período de tempo.
Detém o inimigo, pelo fogo, à frente da posição;
Repele seu assalto por meio do combate aproximado; e o
Destrói ou expulsa pelo contra-ataque, caso ele venha a penetrar na posição.
- A defesa de área é, de modo geral, adequada a todas as naturezas da infantaria. Todavia, a infantaria
blindada, em uma operação de defesa de área, deixa de aproveitar as suas principais características,
quanto à mobilidade e ação de choque.
LAADA real: linha balizada pela orla anterior dos núcleos de defesa de 1º Esc. Dá orientação e
referência aos comandantes de todos os escalões para o planejamento e a execução da defesa.
ESCALONAMENTO DA DEFESA
MISSÃO: Deter o inimigo pelo fogo à frente da posição, procurando impedir, por meio de fogos e
do combate aproximado, a sua entrada na referida área. Para cumprir esta missão, os elementos
da ADA bloqueiam as vias de acesso disponíveis para o inimigo, não somente junto ao LAADA, mas
também em profundidade a fim de limitar possíveis penetrações.
- O terreno, raramente permite que o pelotão reserva atire à frente desses pelotões. Por isso, o apoio
de fogo consiste em bater os intervalos entre os pelotões do LAADA, o interior dos seus núcleos de
defesa no caso de uma penetração do ini, os flancos e a parte posterior da área de defesa.
- As armas localizadas na área do pelotão reservam têm por missão limitar possíveis penetrações do
CC inimigos, bater as posições dos pelotões do LAADA que forem submergidos e proteger os flancos
Missões:
- Prepara posições de aprofundamento;
- Limitar penetrações inimigas nos núcleos do LAADA;
- Excepcionalmente, realizar contra-ataque de restabelecimento do LAADA;
- Reforçar os Pel de 1º Escalão, Mdt O;
- Estabelecer P Avç C, quando determinado;
2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
- Lançar Pa Lig, no âmbito da SU;
- Apoiar pelo fogo os Pel de 1º Escalão; e
- Cobrir os flancos e intervalos do Pel em 1º Escalão.
* As metralhadoras do grupo de apoio devem, em princípio, ser posicionadas nos intervalos dos
grupos de combate.
* A peça de morteiro leve ocupa uma posição de tiro no interior do núcleo de defesa do pelotão. A
posição deve proporcionar segurança para a peça e, se possível, um itinerário desenfiado para o
remuniciamento. Deve permitir a observação e o controle do tiro pelo chefe de peça.
No pelotão de fuzileiros motorizado, o apoio de fogo é proporcionado pelo grupo de apoio, composto
de um morteiro leve e duas metralhadoras leves (Mec, Bld, L e Sl são diferentes), por elementos
em reforço e pelas armas coletivas dos grupos de combate (lança-rojões anticarro, fuzis
metralhadores e lança-granadas).
GABARITO DO CROQUIS:
2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
- Simbologia correta (conforme normógrafo)
- Localização correta dos núcleos, armamentos e postos
- Identificar os núcleos dos GC principais e suplementares
- Setores de tiro devem ter coerência com a tabela
- Setor de tiro dos GC devem cruzar fogos
- Identificar o PC/PO
- Metralhadoras L (SFC)
- Morteiro L (SFC)
- Direções principais de tiro das Mtr L devem cruzar fogos
- Direções principais de tiro das Mtr L devem bater as extremidades das referências
- Mtr L devem estar nos intervalos dos GC
- CSR deve estar dentro do núcleo do GC
- CSR não tem setor de tiro, tem DGT! (Escrever DGT + Ref na tabela)
- DGT bate via de acesso!
- Norte deve estar orientado corretamente
Simbologia importante:
Quando o pelotão está configurado com Mrt L e não tem nenhum elemento em
reforço:
1. COMPOSIÇÃO
1. COMPOSIÇÃO
ATENÇÃO!!!!!!!!!!!
2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
PARA A PROVA, CASO UM NÚCLEO VENHA A SUBMERGIR: O GC MAIS AO LADO DA
SUBMERÇÃO OCUPA INTEGRALMENTE SUA POSIÇÃO SUPLEMENTAR, E O GC
IMEDIATAMENTE AO LADO DE SUA POSIÇÃO ANTERIOR SE DESMEBRA EM DUAS
ESQUADRA OCUPANDO A POSIÇÃO QUE FICOU VAGA COM UMA DAS ESQUADRAS.
Fogos Defensivos Aproximados: (para PFE = da frente da LAADA até 800 metros)
- Planejados para destruir a coesão das forças atacantes, antes que possam lançar o assalto,
infringindo-lhes o maior número possível de baixas, rompendo-lhe o comando, o controle e as
comunicações, cegando-lhe a observação e neutralizando suas armas de apoio;
- Constituídos pelos fogos de todas as armas individuais e de apoio que possam bater o inimigo
desencadeados a partir de linhas de acionamento (alcance de utilização).
OBS: na prova não será considerada a LPF, o padrão será como a imagem acima.
OFENSIVA
2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
TRÊS FORMAS DE MONTAR UMA FT
1. FT forte em Fuz Bld
2. FT forte em CC
3. FT equilibrada.
O Estudo de Situação indicará o emprego das FT, com predominância de CC, Fuz Bld ou
equilibrada.
OBS: Se for nível subunidade não tem como ser equilibrado pois não tem como ter dois capitães
cmt cia.
Tipos de Op Ofensiva:
Tipos Formas de Manobra
Marcha para o combate -
Reconhecimento em força -
Envolvimento
Desbordamento
*Ataque Penetração
Infiltração
Ataque frontal
Aproveitamento do êxito -
Perseguição -
*Tipos de Ataque - é o ato de tomar uma ação de destruição ou neutralização e pode ser coordenado
ou de Oportunidade. A diferença é o tempo disponível.
ATAQUE
- É o ato ou efeito de conduzir uma ação ofensiva contra o inimigo, tendo por finalidade a
sua destruição ou neutralização.
- Pode ser de oportunidade ou coordenado. A diferença entre eles reside no tempo disponível ao
comandante e seu estado-maior para realizar um planejamento detalhado.
ATAQUE FRONTAL:
A tropa ataca com a mesma intensidade em toda a frente, com a finalidade de destruir ou capturar
uma força inimiga muito mais fraca.
O ataque frontal, a menos que haja uma grande superioridade do poder de combate da força atacante,
raramente conduz a resultados decisivos.
DESBORDAMENTO:
Ataque principal evita a posição defensiva principal do inimigo, procurando contorná-lo e conquistar
objetivos em sua retaguarda imediata.
PENETRAÇÃO:
Esta manobra ofensiva rompe a posição defensiva inimiga, atravessa e desorganiza seu sistema
defensivo para atingir objetivos em profundidade, dividindo e derrotando o inimigo por partes.
Exige concentrar forças superiores no ponto escolhido para romper a defesa. O ataque
principal penetra pela principal posição defensiva, alcançando a zona de profundidade. Após a
penetração, segue o aproveitamento do êxito para conquistar objetivos vitais na retaguarda do
inimigo (SFC).
FASES DO ATAQUE
As fases de um ataque são as seguintes:
1. Preparação:
a. Ações na Z Reu;
b. Ações de Reconhecimento e Vigilância;
c. Deslocamento para as posições de ataque (P Atq);
2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
d. Ultrapassagem ou substituição da tropa em contato, SFC;e
e. Deslocamento das posições de ataque para a linha de partida (LP).
3. Consolidação e Reorganização
a. Consolidação (Tatico) – Cmt Pel
b. Reorganização (Logístico-Administrativo) – Adjunto
APOIO DE FOGO
Existem tipos de fogos que somente serão realizados nas Op Of. Sao eles:
Fogos de Apoio: São realizados do momento em que os fuzileiros transpõem a LP até atingirem
a P Ass, com a finalidade de apoiar a progressão e contra alvos que se oponham ao deslocamento
da tropa. Podem ser de apoio imediato ou de apoio à pedido.
Fogos de Proteção: Quando a tropa atinge a sua posição de assalto, é necessário que os fogos
sejam alongados e busquem alvos mais profundos, sendo classificados como fogos de proteção,
com a finalidade de repelir contra-ataques inimigos.
Classificação:
1 - Quanto a segurança;
Coberta - entre o inimigo e a tropa que a realiza existe uma força amiga com a finalidade de lhe
proporcionar a necessária segurança e com objetivo de retardar a força inimiga.
Descoberta - entre o inimigo e a tropa que realiza a M Cmb não há tropa amiga interposta ou
quanto a segurança por ela proporcionada não for suficiente.
2 - Quanto ao dispositivo;
Coluna - facilita o controle, proporciona flexibilidade, impulsão e segurança ao deslocamento.
Admite, como variante, o dispositivo em escalão (favorece desenvolvimento para o flanco).
Emprego
• A formação em coluna é a mais usada.
• É utilizada em marchas (estradas), durante visibilidade restrita ou quando passar por regiões
fechadas ou matosas.
• Distância de 50 a 100m entre as VBTP.
Vantagens
• Esta formação amplifica o controle.
• Proporciona boa segurança.
• Permite máximo poder de fogo nos flancos.
• Desta formação, o Pel poderá rapidamente mudar para outras formações.
Desvantagens
• Proporciona pouco poder de fogo à frente.
• Proporciona pouca dispersão.
Emprego
• É usada para assaltar objetivos, atravessar áreas, deixando linha de árvores, transpor cristas,
cursos d'água ou saindo de uma cortina de fumaça.
• Distância de 50 à 100m entre as VBTP.
Vantagens
• Esta formação permite máximo poder de fogo à frente.
• Permite maior velocidade.
• Permite utilizar maior número de itinerários.
Desvantagens
• É de difícil controle e restringe a capacidade de manobra.
• Necessita de maior número de itinerários para a VBTP.
3 - Quanto ao contato:
Remoto – Não há possibilidade de sofrer ação terrestre do inimigo.
Iminente – Pode sofrer ação do inimigo a qualquer momento, a partir da Linha de Provável Encontro
(LPE).
4 - Quanto às formações:
Coluna de Marcha
• O contato é remoto;
• As medidas administrativas prevalecem sobre as medidas táticas;
• As unidades não necessitam ser grupadas taticamente;
• As unidades podem deslocar-se por vários meios e por diferentes itinerários;
• Essa fase termina quando o comando da unidade reorganiza taticamente sua unidade.
Coluna Tática
• O contato é pouco provável;
• Equivalem-se as medidas táticas e as administrativas;
• O movimento é feito em coluna tática;
• A tropa é grupada taticamente, sem desdobrá-la;
• Essa fase termina quando o batalhão inicia a Marcha de Aproximação, ou quando ocupa
uma Zona de Reunião ou é realizado um ataque.
Marcha de Aproximação
• O contato é iminente;
• Prevalecem as medidas táticas;
• O movimento é feito em marcha de aproximação;
• Os elementos são grupados taticamente e desdobrados;
• Essa fase termina quando o contato com o inimigo terrestre for estabelecido ou for realizado
um ataque.
O Esc Sp deve ser informado quando as atingirem, sem pararem, exceto se receberem ordem para tal
(ver a O Op)
3.Fogos Indiretos:
* Verificar a extensão da zona batida;
* Deslocar imediatamente as Vtr para fora da zona batida por fogos
* Se não for possível desbordar, passar a zona de fogos por lanços
* Escotilhar
* Informar ao Esc Sup
ATAQUE A LOCALIDADE
CARACTERÍSTICAS DO ATAQUE A LOCALIDADE
• Observação Limitada (Mesmo com optrônicos)
• Campos de tiro reduzidos.
• Dificuldades de coordenação e controle.
• Descentralização máxima.
• Dificuldade de localizar o inimigo.
• Dificuldade no emprego das Comunicações.
• Presença de Civís/ Não Combatentes
• Dificuldade de apoio cerrado de artilharia e aéreo.
• Emprego frequente do combate aproximado.
• Reduzida eficiência de tiro indireto.
• Necessidade de realizar Seg em todas as direções.
• Descentralização das Frações
MÉTODO SELETIVO
Pode ser conduzido por intermédio de uma rápida penetração para conquistar regiões-chave da
posição defensiva inimiga e, em seguida, executar a limpeza dos pontos fortes.
MÉTODO SISTEMÁTICO:
Avanço casa por casa, prédio por prédio, quarteirão por quarteirão. Vasculhar todos os prédios para
evitar focos de resistência na retaguarda.
Método de investimento: Depende da análise dos fatores da decisão (MITMTCon).
ATAQUE COORDENADO
Normalmente, em operações de combate em área edificada, em razão da sua complexidade, torna-se
importante o estabelecimento de medidas de coordenação e controle claras e precisas, a fim de evitar
o fratricídio e danos colaterais à população local não evacuada.
RESUMO:
Método de abordagem na localidade SISTEMATICO X SELETIVO
*Obs: o investimento SELETIVO pode ser empregado p/ aproveitar uma oportunidade de enfraquecer
o ini
DEFINIÇÃO: É uma linha aproximadamente perpendicular à direção de marcha, deve ser localizada
sobre acidentes do terreno facilmente identificável, e que facilite o controle de duas ou mais colunas.
FINALIDADE: Deixar o Esc Sup ciente das posições das peças de manobra.
OBS1: O Esc Sp deve ser informado quando as atingirem, sem pararem, EXCETO se receberem
ordem para tal (ver a O Op). (combate a localidade aguarde na posição). As linhas de Controle
geralmente restritivas.
APROVEITAMENTO DO ÊXITO
O Apvt Exi é uma operação que se segue a um ataque bem sucedido e que, normalmente, se inicia
quando a força inimiga está, reconhecidamente, em dificuldades para manter suas posições
A rapidez nas ações implica na adoção de NGA, NÃO havendo tempo para novos planejamentos
demorados e detalhados, durante a evolução da operação.
A oportunidade para o início de uma operação de Apvt Exi deve ser judiciosamente considerada.
Constituem indícios para iniciá-la: