0% acharam este documento útil (0 voto)
40 visualizações29 páginas

OEA II - Turno 99

O documento aborda as Normas de Comando para o planejamento e preparação do Pelotão Fuzileiro antes da missão, detalhando a estrutura da Ordem de Operações e os fatores de decisão a serem considerados. Inclui diretrizes sobre a execução da missão, aspectos logísticos, e a importância da inteligência e do terreno. Também discute operações defensivas, enfatizando a necessidade de coordenação e flexibilidade nas ações táticas.

Enviado por

danielsgt2014
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
40 visualizações29 páginas

OEA II - Turno 99

O documento aborda as Normas de Comando para o planejamento e preparação do Pelotão Fuzileiro antes da missão, detalhando a estrutura da Ordem de Operações e os fatores de decisão a serem considerados. Inclui diretrizes sobre a execução da missão, aspectos logísticos, e a importância da inteligência e do terreno. Também discute operações defensivas, enfatizando a necessidade de coordenação e flexibilidade nas ações táticas.

Enviado por

danielsgt2014
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

RESUMO OEA

NORMAS DE COMANDO

Normas de Comando são as atividades de planejamento e preparação do Pel Fuz antes da missão,
permitindo ao Cmt organizar seu trabalho e evitar perdas de tempo e esquecimentos (POREOF).

* Retirar a O Op do 2º e 3º parágrafo. (2. MISSÃO / 3. EXECUÇÃO)

Parágrafo 2º - MISSÃO
a. Apresentação clara e concisa do enunciado da missão a ser cumprida pelo Pel.
b. Devem constar todas as AÇÕES TÁTICAS IMPOSTAS E DEDUZIDAS a serem realizadas
pelo Pel.
c. Deve ser feita referência a todos os objetivos impostos pelo Esc Sp (na 1ªvez que o Acdt aparece
na O Op deve conter as coordenadas).
d. OS VERBOS SÃO NO INFINITIVO.
e. Não devem constar Ord Elm Subd.
f. A finalidade corresponde à missão do Esc Sp.
g. O item “b” intenção do Cmte facultativa no Esc Bda e inferiores.

EXEMPLO:

3. EXECUÇÃO
a. Conceito da Operação
1.Manobra
a) Descrever a manobra abordando: a identificação da fração e os reforços recebidos
(QUEM); as ações táticas a realizar (O QUÊ); as condições de espaço (ONDE), citando a direção
geral, os objetivos impostos ou a frente de atuação, conforme o caso; O emprego das peças de
manobra (COMO), definindo qual delas realizará a ação principal e a forma de manobra utilizada.
b) Devo enunciar todas as ações táticas atribuídas ao meu Pelotão (usando verbos no futuro),
já determinando quem vai cumprir cada missão.
b. Ordem aos Elementos subordinados

Ordem de Operações do Pelotão – POREOF

Sequência do Cmt Pel ao receber a missão:

Providências Iniciais
Observação e planejamento do reconhecimento
2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
Reconhecimento
Estudo de situação – Fatores de decisão, Linha de ação, decisão, situação de conduta
Ordem de operações
Fiscalização - junto ao Adj Pel, a execução das ordens e auxiliar os elementos subordinados.
- Nessa fase é realizado o ensaio.
- Antes de partir p/ missão, o Cmt Pel junto ao Adj, deve fazer uma inspeção final dos homens e
material.

Linhas de ação
O que: ações táticas a realizar
Quando: hora de início ou prazo imposto.
Onde: a frente atribuída ao Pel e Objetivo imposto.
Para que: a forma de manobra, formação tática.

*Após o estudo de situação o Cmt Pel tomará a decisão.

Fatores de decisão: (MITMTCon)


Missão
Inimigo
Terreno e condições meteorológicas
Meios
Tempo
Considerações civis

*Importante atentar para os cursos d’água na ordem.

* Importante atentar para o fator terreno.

* Atentar para as vias de acesso, são importantes para a logística.

* Velocidade para transpor VAL (Via de acesso limitado) [DAMEPLAN] - Dados médios de
planejamento. Até 1.5km/h, acima disso vira restritivo, conforme abaixo;

* Restrição de movimentos
Impeditivos: é uma área cuja transposição exige suporte de engenharia ou equipamento
especializado.
Restritivos: invariavelmente retardam a progressão da tropa.
Adequado: é adequado para transposição

* Saber as classes de suprimento:


I - Material de Subsistência
III - Combustíveis e Lubrificantes
V - Armamento e Munição

* O pel reserva da Cia Fuz não fica na área de reserva, fica na ADA. Quem fica na área de reserva é
o Batalhão reserva.

ASPECTOS MILITARES DO TERRENO - OCOAV


OBSERVAÇÃO E CAMPOS DE TIRO
COBERTOS E ABRIGOS
OBSTACULOS
ACIDENTES CAPITAIS
VIAS DE ACESSO

2° SGT ELIZARDO 125 T6


(CAS 01/2025)
ELEMENTOS DE INTELIGENCIA - IVRA
INTELIGENCIA
VIGILANCIA
RECONHECIMENTO
AQUISIÇÃO DE ALVOS

FORMAS DE EMPREGO DE APOIO DE FOGO


- Ação de Conjunto
- Apoio Direto
- Reforço

Suas características:

AÇÃO DE CONJUNTO:
- É a forma na qual uma fração atua, como um todo, em proveito de outra fração.
- Frações de apoio estão subordinadas, tática e logisticamente, ao comandante do Elm apoiador
(origem).
- Características:
-Máximo de apoio, pois proporciona maior flexibilidade,
-Facilidade de coordenação,
-Controle,
-Comunicações e
-Suprimento.
- O Cmt pode atribuir a prioridade de fogos a determinado Elm subordinado. As frações em ação de
conjunto poderão apoiar outras frações quando não estiverem executando seus fogos de prioridade.
- É utilizada quando, de uma mesma posição, o tiro e a observação permitirem o cumprimento da
missão e o Cmt da fração apoiadora possa exercer o C2 de suas frações.

APOIO DIRETO:
- É a forma de emprego na qual uma fração atua em proveito de outra, executando missões mediante
pedido direto.
- Caracteriza-se pelo fato de o Elm em apoio estar administrativamente subordinado ao
comandante da fração de origem e receber missões do Elm apoiado.
- Somente por ordem do comandante da SU de origem um Elm em Ap Dto deixará de apoiar uma
fração designada.
- Quando uma fração está em Ap Dto, esta deve se posicionar de forma a apoiar, em qualquer parte
da frente, a fração apoiada.
- É empregada quando não for possível manter o controle da missão de determinada seção ou peça,
sendo mantidos, pelo Elm apoiador (fração de origem), o controle administrativo e um baixo grau
de Ctl Op.
- Esta forma de emprego apresenta, como vantagem sobre a ação de conjunto, a rapidez no
atendimento aos pedidos de apoio, feitos diretamente do comandante da fração apoiada ao Cmt da
fração apoiadora.

REFORÇO:
- A fração fica diretamente subordinada ao Cmt do Elm apoiado, que se torna responsável pelo seu
emprego tático, controle e suprimento, passando a fazer parte da fração reforçada.
- É utilizada quando é impraticável ou inconveniente seu emprego em ação de conjunto ou apoio
direto, em virtude de limitações no comando e controle.

2° SGT ELIZARDO 125 T6


(CAS 01/2025)
ESTADO-MAIOR EM CAMPANHA
- Uma GU é uma Bda
- Grande Comando Operativo é de Divisão pra cima
- Unidade e Subunidade - OM valor batalhão e Companhia
- Os 4 níveis de planejamento são: Táticos, Estratégico, Operacional e Político
- Os 2 ramos da inteligência são: Inteligência e Contrainteligência

* A Ordem de Operação se divide em 6 parágrafos:


1.Situação
2.Missão,
3.Execução,
4.Logística,
5.Comando e Controle
6.Pessoal/Com Soc/Cons. Civil

- ATU: Áreas de Trens da Unidade


- ATC: Área de Trens de Combate
- ATE: Área de Trens e Estacionamento

1ª SEÇÃO EM CAMPANHA
Controle de efetivo
Relatórios: EB70-MC-10.238/Pag 3-25

Sepultamento – Finalidade
Condições sanitárias
Moral da tropa
O Adj Pel deve providenciar o registro do cadáver (nome, identidade, posto/graduação, pelotão/SU,
local/hora/motivo da morte), com base na identificação do seu comandante de grupo, e coordenar a
evacuação dos mortos com auxílio de outros elementos.

Identificação sumária dos mortos: Nome / Função (fração) / Identidade (3 scores)

Atividade de sepultamento, nível subunidade compreende as seguintes atividades: (3 scores)


-
-
-

1ª Seção em Campanha - Sepultamento


Sgt Aux - Responsável pela instalação e operação do posto de coleta de mortos (P Col Mor)
Sgte - Planeja, coordena e supervisiona todas as atividades relacionadas aos mortos, no nível cia.
Furriel - É o responsável por levar os mortos ao P Col Mor, quando for buscar munição.

Relatórios feitos pela 1ª seção


1. SUDIPE (Sumário Diário de Pessoal) nível BTL
2. MDE (Mensagem Diária de Efetivos) nível SU

4ª SEÇÃO e SEÇÃO DE CMDO DA SU EM CAMPANHA.

É atribuição do S/4 propor a localização das áreas de trens do batalhão.

OBS: será importante saber locar na carta pontos e dizer o tipo de fogos correspondentes a
estes.

2° SGT ELIZARDO 125 T6


(CAS 01/2025)
ATSU: fica a 1KM da LAADA (Área de trens da SU).
Por motivo de segurança a ATSU deve se localizar a uma distância de 500M da LP, na ofensiva e
1000m do LAADA, na defensiva.

Composição da ATSU:
- Área de Manutenção de Viaturas e Armamentos
- Posto de remuniciamento
- Refúgio de Feridos
- Área de Cozinha
- Posto de Distribuição de Suprimento (P Distr Sup)

Modelo de ATSU na carta:

OBS: a ponta de baixo indica o local onde ela está locada na carta.

ATU: fica na Área de Reserva, vai ficar localizado de acordo alcance do armamento do inimigo.

Instalações que deverão estar em tais locais:


ATU = ATC (Área de trens de combate) + ATE (Área de trens de estacionamento) e ATSU.

FATORES PARA LOCAÇÃO DE AT


MANOBRA
TERRENO
SEGURANÇA
SIT LOGÍSTICA

2° SGT ELIZARDO 125 T6


(CAS 01/2025)
2ª SEÇÃO EM CAMPANHA

- PITCIC: Processo de Integração, Terreno, Cond. Meteorológicas, Inimigo e Considerações Civis


OBS: responsabilidade do Of Intlg

- EEI: Elementos essenciais de inteligência. Saber o que vai buscar

Área de Influência:
É aquela na qual o Cmt é capaz de influenciar diretamente no curso do combate, mediante o
emprego de seus próprios meios. Corresponde a um espaço físico que se expande, reduz-se e
transfere-se em função da capacidade da Força para detectar e atuar sobre o oponente. É
determinada pelo alcance dos sistemas orgânicos e dos outros meios sob o controle do Cmt em
um dado momento.

Área de Interesse:
Local que atropa não possui influência, mas o que ocorre lá, influencia suas decisões.

RESISTÊNCIA IMPOSTA PELA HIDROGRAFIA

2° SGT ELIZARDO 125 T6


(CAS 01/2025)
2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
RESISTÊNCIA IMPOSTA PELO RELEVO E SUA DECLIVIDADE

RESISTÊNCIA IMPOSTA PELA VEGETAÇÃO

PRESSÃI DA VIATURA SOBRE O SOLO

2° SGT ELIZARDO 125 T6


(CAS 01/2025)
2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
DEFENSIVA

Pel Fuz Mtz ou Pel Fuz Mec

PELOTÃO DE APOIO
Pel Ap é a fração orgânica da Cia Fuz (Mec, Bld, Mtz)
Composição: 1 Seç AC (3 Pç) e 1 Seç Mrt Me (2 Pç)

OU

2° SGT ELIZARDO 125 T6


(CAS 01/2025)
OPERAÇÕES DEFENSIVAS: A Defensiva é uma situação temporária, adotada por uma força
até que se possa tomar ou retomar a iniciativa, pois somente a ofensiva conduz a resultados decisivos.

O defensor deve-se aproveitar de toda oportunidade para obter/manter a iniciativa.


Formas de se obter a iniciativa INICIATIVA - ECFS - Verbo no gerúndio
- Explorando as vulnerabilidades e os erros do inimigo por meio de operações ofensivas.
- Contra-atacando as forças inimigas que tenham obtido sucesso.
- Forçando o inimigo a reagir de acordo com o plano defensivo;
- Selecionando a área de combate;

FINALIDADES DA DEFENSIVA - REIDGP - Verbo no infinitivo


Reduzir a capacidade do inimigo, infligindo perdas.
Economizar forças em uma área para aplicar decisivamente em outra.
Impedir o acesso do inimigo a uma região, detendo-o.
Destruir forças inimigas, canalizando-as com defesa e retardamento.
Ganhar tempo para criar condições favoráveis à ofensiva.
Proteger a manobra de forças amigas.

FUNDAMENTOS DA DEFENSIVA – UMA 3D SIFA (FACTUAL e CONCEITUAL)


- Utilização Judiciosa do Tempo Disponível; e
- Máximo Emprego de Ações Ofensivas;
- Apoio Mútuo;
- Defesa em Todas as Direções;
- Defesa em Profundidade;
- Dispersão;
- Segurança;
- Integração e Coordenação das Medidas de Defesa.
- Flexibilidade;
- Apropriada Utilização do Terreno;

Apoio Mútuo:
Estabelecido lateralmente e escalonado em profundidade, impedindo a infiltração inimiga entre os
núcleos, pois o espaço entre os mesmos fica permanentemente sob observação e batido por fogos. A
queda de um núcleo não deve provocar o rompimento da posição. Deve abranger os núcleos de 1º
Escalão, de ruptura e de aprofundamento.

Integração e Coordenação das Medidas de Defesa:


- O plano global de defesa deve envolver a integração e a coordenação cuidadosa de todas as medidas
defensivas, particularmente aqueles referentes ao apoio de fogo, às barreiras e à defesa contra
blindados.
- Coordenar e integrar o dispositivo defensivo com todos os demais planejamentos (PAF, Plano de
Barreiras, Plano de Ocupação do P Avç C, coordenação de fogos com Unidades vizinhas, GE, entre
outros).

Nu Aprf

Nu Rpt

Nu 1º Escl

2° SGT ELIZARDO 125 T6


(CAS 01/2025)
Tipos de Op. Defensiva:
Tipos Formas de Manobra
Defesa em posição Defesa de Área (Qualquer nível)
Defesa Móvel (nível DE)
Ação Retardadora
Mov. Retrógrado Retraimento
Retirada

Forma de manobra:

Defesa de Área:
4 Características: (MDRD)
Mnt ou controle de área por um determinado período de tempo.
Detém o inimigo, pelo fogo, à frente da posição;
Repele seu assalto por meio do combate aproximado; e o
Destrói ou expulsa pelo contra-ataque, caso ele venha a penetrar na posição.

- A defesa de área é, de modo geral, adequada a todas as naturezas da infantaria. Todavia, a infantaria
blindada, em uma operação de defesa de área, deixa de aproveitar as suas principais características,
quanto à mobilidade e ação de choque.

ÁREA DE SEGURANÇA - Quem estará e qual a sua missão?


(Estará na ordem do btl no item 3)

ELEMENTOS DO ESCALÃO DE SEGURANÇA:

Força de Cobertura: F Cob


- Proporcionar segurança à frente dos PAG e proporcionar tempo para preparação da posição
defensiva, por meio de uma ação retardadora.
- Cerca de 80 a 120 km à frente do LAADA.
- Por necessitar de grande mobilidade, em geral esta missão é atribuída às tropas de Cav Mec e Inf
Bld

Postos Avançados Geral: PAG


- Normalmente guarnecidos por um grupo de armas combinadas, integrando uma brigada, embora
um batalhão reforçado possa ser designado para guarnecer os PAG.
- Estabelecidos aproximadamente de 8 a 12 km à frente do LAADA, por ordem do comandante da
divisão.
- Proporciona maior segurança à frente da posição defensiva, alertam sobre a aproximação do Ini,
retardam e desorganizam sua progressão, procurando iludi-lo quanto à real localização do LAADA

Postos Avançados de combate: PAC


- Situados, via de regra, entre 800 e 2.000 metros à frente do LAADA, nos acidentes do terreno de
onde possam melhor cumprir sua missão;
- Ocupação pode ser atribuída à uma Cia Fuz dos batalhões de primeiro escalão (geralmente a reserva),
ou ser dividida entre as Cia Fuz 1º Esc, ou ainda ser mobiliado por elementos do batalhão reserva
(reserva da brigada).
- Efetivo variável: para cada Z Aç Btl, desde uma Cia Fuz até um Pel Fuz Rfr.
Missões do PAC:
- Proporcionar o alerta oportuno quando da aproximação do Ini e
- Impedi-lo de realizar a observação terrestre aproximada e os fogos diretos sobre o interior da área
de defesa.
LAADA GERAL x LAADA REAL
2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
LAADA geral: determinado pelo escalão superior. Destina-se a coordenar o dispositivo e os fogos
de todas as armas e unidades de apoio.

LAADA real: linha balizada pela orla anterior dos núcleos de defesa de 1º Esc. Dá orientação e
referência aos comandantes de todos os escalões para o planejamento e a execução da defesa.

QUAIS ELEMENTOS ESTÃO NA ÁREA DE RESERVA / RETAGUARDA??


(IDENTIFICAR NO CALCO OU NA ORDEM)

ESCALONAMENTO DA DEFESA

ÁREA DE DEFESA AVANÇADA (ADA)

MISSÃO: Deter o inimigo pelo fogo à frente da posição, procurando impedir, por meio de fogos e
do combate aproximado, a sua entrada na referida área. Para cumprir esta missão, os elementos
da ADA bloqueiam as vias de acesso disponíveis para o inimigo, não somente junto ao LAADA, mas
também em profundidade a fim de limitar possíveis penetrações.

GRAUS DE RESISTÊNCIA: os graus de resistência que podem ser empregados na ADA,


conforme o nível de engajamento admitido como o inimigo são, do maior para o menor:
Defender, Retardar, Vigiar
(do maior para o menor grau de resistência)

PREPARAÇÃO DA POSIÇÃO DEFENSIVA:

PELOTÃO RESERVA (Reserva da Cia) (PLERRELAC)


- A missão principal do pelotão reserva é apoiar pelo fogo os pelotões do LAADA, limitando possíveis
penetrações no dispositivo defensivo da companhia.

- O terreno, raramente permite que o pelotão reserva atire à frente desses pelotões. Por isso, o apoio
de fogo consiste em bater os intervalos entre os pelotões do LAADA, o interior dos seus núcleos de
defesa no caso de uma penetração do ini, os flancos e a parte posterior da área de defesa.

- As armas localizadas na área do pelotão reservam têm por missão limitar possíveis penetrações do
CC inimigos, bater as posições dos pelotões do LAADA que forem submergidos e proteger os flancos

Missões:
- Prepara posições de aprofundamento;
- Limitar penetrações inimigas nos núcleos do LAADA;
- Excepcionalmente, realizar contra-ataque de restabelecimento do LAADA;
- Reforçar os Pel de 1º Escalão, Mdt O;
- Estabelecer P Avç C, quando determinado;
2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
- Lançar Pa Lig, no âmbito da SU;
- Apoiar pelo fogo os Pel de 1º Escalão; e
- Cobrir os flancos e intervalos do Pel em 1º Escalão.

Função de Combate “FOGOS”

Planejamento do Apoio de Fogos do Pel (Importante para preencher na carta)

* O Pel Fz, ao preparar um núcleo de defesa, adota a formação tática em linha.

* As metralhadoras do grupo de apoio devem, em princípio, ser posicionadas nos intervalos dos
grupos de combate.

* A peça de morteiro leve ocupa uma posição de tiro no interior do núcleo de defesa do pelotão. A
posição deve proporcionar segurança para a peça e, se possível, um itinerário desenfiado para o
remuniciamento. Deve permitir a observação e o controle do tiro pelo chefe de peça.

No pelotão de fuzileiros motorizado, o apoio de fogo é proporcionado pelo grupo de apoio, composto
de um morteiro leve e duas metralhadoras leves (Mec, Bld, L e Sl são diferentes), por elementos
em reforço e pelas armas coletivas dos grupos de combate (lança-rojões anticarro, fuzis
metralhadores e lança-granadas).

CSR no Roteiro do Pelotão:


Se ele tiver em Apoio direto, ele NÃO entra na composição, mas entra no CROQUIS.
Se ele tiver em Reforço, ele ENTRA na composição e entra no CROQUIS.
No CROQUIS, ele deverá está encostando (tangenciando) no GC.
Indicar DGT (Direção Geral de Tiro) no Setor de Tiro. Ex: “GTR ESTRADA”

Mrt L no Roteiro do Pelotão:


Será disposto conforme a Ordem de operação, deverá haver a marcação dos fogos com a cruz nas
duas extremidades. Ex: Árvore Seca e Árvore Frondosa.

PC/PO: (Posto de Comando e Posto de Observação)


Deverá está no CROQUIS, com formato de TRIÂNGULO, ficando na centro esquerda.

GABARITO DO CROQUIS:
2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
- Simbologia correta (conforme normógrafo)
- Localização correta dos núcleos, armamentos e postos
- Identificar os núcleos dos GC principais e suplementares
- Setores de tiro devem ter coerência com a tabela
- Setor de tiro dos GC devem cruzar fogos
- Identificar o PC/PO
- Metralhadoras L (SFC)
- Morteiro L (SFC)
- Direções principais de tiro das Mtr L devem cruzar fogos
- Direções principais de tiro das Mtr L devem bater as extremidades das referências
- Mtr L devem estar nos intervalos dos GC
- CSR deve estar dentro do núcleo do GC
- CSR não tem setor de tiro, tem DGT! (Escrever DGT + Ref na tabela)
- DGT bate via de acesso!
- Norte deve estar orientado corretamente

Simbologia importante:

FORMAS DE EMPREGO DO APOIO DE FOGO


-AÇÃO CONJUNTO
- APOIO DIRETO
- REFORÇO

RECEBER ELM EM REFORÇO ALTERA A COMPOSIÇÃO DOS MEIOS!!!!

OBS: Assunto abordado em normas de comando

Quando o pelotão está configurado com Mrt L e não tem nenhum elemento em
reforço:

1. COMPOSIÇÃO

1ºGC 2ºGC 3ºGC Grupo de Apoio


- 1º PÇ Mrt L
-2º PÇ Mrt L

Quando o pelotão está configurado com Mrt L e tem em reforço a 1º e a 2º peça da


SÇ CSR do Pel Ap:

1. COMPOSIÇÃO

1ºGC 2ºGC 3ºGC Grupo de Apoio 3º PÇ/Sç CSR/ Pel Ap


- 1º PÇ Mrt L
-2º PÇ Mrt L

ATENÇÃO!!!!!!!!!!!
2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
PARA A PROVA, CASO UM NÚCLEO VENHA A SUBMERGIR: O GC MAIS AO LADO DA
SUBMERÇÃO OCUPA INTEGRALMENTE SUA POSIÇÃO SUPLEMENTAR, E O GC
IMEDIATAMENTE AO LADO DE SUA POSIÇÃO ANTERIOR SE DESMEBRA EM DUAS
ESQUADRA OCUPANDO A POSIÇÃO QUE FICOU VAGA COM UMA DAS ESQUADRAS.

Apoio de Fogo - Tipos de Fogos


➢ Fogos Longínquos;
➢ Fogos Defensivos Aproximados;
➢ Fogos de Proteção Final;
➢ Fogos no Interior da Posição.

Fogos Longínquos: (para PFE = 800 metros a frente do LAADA)


- Planejados para bater o inimigo o mais cedo possível com a finalidade de causar-lhes baixas, retardar
a sua progressão e desorganizá-lo
- Realizados à frente do P Avç C.
- São constituídos, normalmente, pelos fogos dos postos avançados de combate, dos morteiros que
possuírem alcance e da artilharia.

Fogos Defensivos Aproximados: (para PFE = da frente da LAADA até 800 metros)
- Planejados para destruir a coesão das forças atacantes, antes que possam lançar o assalto,
infringindo-lhes o maior número possível de baixas, rompendo-lhe o comando, o controle e as
comunicações, cegando-lhe a observação e neutralizando suas armas de apoio;
- Constituídos pelos fogos de todas as armas individuais e de apoio que possam bater o inimigo
desencadeados a partir de linhas de acionamento (alcance de utilização).

Fogos de Proteção Final: (para PFE do LAADA real ao LAADA geral)


- Visam deter o ataque inimigo impedindo o seu assalto e repelindo o escalão de ataque;
- São realizados imediatamente à frente dos núcleos de 1º escalão;
- Os elementos do pelotão de fuzileiros desencadeiam seus fogos de proteção final a partir da LPF
(100 a 200 metros da LINHA DE TOCAS, LPF NÃO É LAADA), realizando o tiro individual, dentro
do setor de tiro de cada homem, e utilizando o setor oblíquo do abrigo sob a proteção do parapeito.

Fogos no Interior da Posição:


2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
- Visam limitar e isolar as penetrações, impedir a consolidação e apoiar os contra-ataques.
- Constituídos pelos fogos das armas individuais e de apoio que possam atirar sobre a área em que
se deu a penetração.

OBS: na prova não será considerada a LPF, o padrão será como a imagem acima.

OFENSIVA
2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
TRÊS FORMAS DE MONTAR UMA FT
1. FT forte em Fuz Bld
2. FT forte em CC
3. FT equilibrada.

O Estudo de Situação indicará o emprego das FT, com predominância de CC, Fuz Bld ou
equilibrada.

OBS: Se for nível subunidade não tem como ser equilibrado pois não tem como ter dois capitães
cmt cia.

Tipos de Op Ofensiva:
Tipos Formas de Manobra
Marcha para o combate -
Reconhecimento em força -
Envolvimento
Desbordamento
*Ataque Penetração
Infiltração
Ataque frontal
Aproveitamento do êxito -
Perseguição -

*Tipos de Ataque - é o ato de tomar uma ação de destruição ou neutralização e pode ser coordenado
ou de Oportunidade. A diferença é o tempo disponível.

2° SGT ELIZARDO 125 T6


(CAS 01/2025)
COORDENADO x OPORTUNIDADE
TIPOS DE ATAQUE TEMPO OBS
Tempo p/ planejar Ini estabelecido no terreno,
COORDENADO
minuciosamente. expedição de O Op.
½ ou 1/3 do tempo p/ planejar o Expedição de Ordem
DE OPORTUNIDADE
Ataque Coordenado. Fragmentária (O Frag).
OBS: basicamente a diferença é o tempo de planejamento, reconhecimento e emissão de ordens.

ATAQUE
- É o ato ou efeito de conduzir uma ação ofensiva contra o inimigo, tendo por finalidade a
sua destruição ou neutralização.
- Pode ser de oportunidade ou coordenado. A diferença entre eles reside no tempo disponível ao
comandante e seu estado-maior para realizar um planejamento detalhado.

TIPOS DE OFENSIVA – MRAPA


Marcha para o combate
Reconhecimento em força
Ataque
Perseguição
Aproveitamento do êxito

FORMAS DE MANOBRA NO ATAQUE – EDPIA


Envolvimento
Desbordamento
Penetração
Infiltração
Ataque frontal

ATAQUE FRONTAL:
A tropa ataca com a mesma intensidade em toda a frente, com a finalidade de destruir ou capturar
uma força inimiga muito mais fraca.

O ataque frontal, a menos que haja uma grande superioridade do poder de combate da força atacante,
raramente conduz a resultados decisivos.

DESBORDAMENTO:
Ataque principal evita a posição defensiva principal do inimigo, procurando contorná-lo e conquistar
objetivos em sua retaguarda imediata.

PENETRAÇÃO:
Esta manobra ofensiva rompe a posição defensiva inimiga, atravessa e desorganiza seu sistema
defensivo para atingir objetivos em profundidade, dividindo e derrotando o inimigo por partes.
Exige concentrar forças superiores no ponto escolhido para romper a defesa. O ataque
principal penetra pela principal posição defensiva, alcançando a zona de profundidade. Após a
penetração, segue o aproveitamento do êxito para conquistar objetivos vitais na retaguarda do
inimigo (SFC).

FASES DO ATAQUE
As fases de um ataque são as seguintes:
1. Preparação:
a. Ações na Z Reu;
b. Ações de Reconhecimento e Vigilância;
c. Deslocamento para as posições de ataque (P Atq);
2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
d. Ultrapassagem ou substituição da tropa em contato, SFC;e
e. Deslocamento das posições de ataque para a linha de partida (LP).

2. Execução propriamente dita:


a. Progressão até a P Ass;
b. Assalto as posições inimigas

3. Consolidação e Reorganização
a. Consolidação (Tatico) – Cmt Pel
b. Reorganização (Logístico-Administrativo) – Adjunto

CONSILIDAÇÃO (ações táticas): Medidas adotadas pelo Cmt de Pel


➢ Limpeza De Remanescentes Inimigos.
➢ Posicionar Armas De Apoio Para Bater As Vias De Acesso.
➢ Estabelecer A Segurança.
➢ Adotar Medidas Defensivas.
➢ Lançar Pv E Pe
➢ Lançar Patrulha De Reconhecimento E Ligação, Para Obter Informação Sobre o Inimigo

REORGANIZAÇÃO (ações Log): Medidas adotadas pelo ADJ


➢ Medidas Logística De Material E Pessoal.
➢ Substituir Homens Feridos Com Função Chave.
➢ Evacuar Os Mortos, Baixados E Pg.
➢ Controle Do Efetivo.
➢ Restabelecer As Comunicações.
➢ Recompletar E Redistribuir A Munição.

APOIO DE FOGO
Existem tipos de fogos que somente serão realizados nas Op Of. Sao eles:

Fogos de Preparação: São fogos realizados enquanto as frações de 1º Escalão encontram-se


antes da transposição da Linha de Partida (LP). São realizados para facilitar o desembocar do
ataque, desgastar o inimigo prematuramente, destruir ou neutralizar posições inimigas que
poderão dificultar a progressão.

Fogos de Apoio: São realizados do momento em que os fuzileiros transpõem a LP até atingirem
a P Ass, com a finalidade de apoiar a progressão e contra alvos que se oponham ao deslocamento
da tropa. Podem ser de apoio imediato ou de apoio à pedido.

Fogos de Proteção: Quando a tropa atinge a sua posição de assalto, é necessário que os fogos
sejam alongados e busquem alvos mais profundos, sendo classificados como fogos de proteção,
com a finalidade de repelir contra-ataques inimigos.

DESENCADEAMENTO TIPO DE FOGOS CARÁCTERÍSTICAS


- Facilitar o desembocar do
Ataque;
Antes da LP Fogos de Preparação - Desgastar o Inimigo;
- Quebrar as Comunicações do
Inimigo
- Apoiar a manobra das frações
Transpuseram a LP, mas não
Fogos de Apoio em 1º Escalão até que atinjam
atingiram a P Ass
a P Ass.
2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
- Apoiar a consolidação;
-Repelir contra-ataque
Atingiram a P Ass Fogos de Proteção Inimigo;
- Evitar reorganização do
Inimigo.

MARCHA PARA O COMBATE

Classificação:

1 - Quanto a segurança;
Coberta - entre o inimigo e a tropa que a realiza existe uma força amiga com a finalidade de lhe
proporcionar a necessária segurança e com objetivo de retardar a força inimiga.

Descoberta - entre o inimigo e a tropa que realiza a M Cmb não há tropa amiga interposta ou
quanto a segurança por ela proporcionada não for suficiente.

2 - Quanto ao dispositivo;
Coluna - facilita o controle, proporciona flexibilidade, impulsão e segurança ao deslocamento.
Admite, como variante, o dispositivo em escalão (favorece desenvolvimento para o flanco).

Emprego
• A formação em coluna é a mais usada.
• É utilizada em marchas (estradas), durante visibilidade restrita ou quando passar por regiões
fechadas ou matosas.
• Distância de 50 a 100m entre as VBTP.
Vantagens
• Esta formação amplifica o controle.
• Proporciona boa segurança.
• Permite máximo poder de fogo nos flancos.
• Desta formação, o Pel poderá rapidamente mudar para outras formações.
Desvantagens
• Proporciona pouco poder de fogo à frente.
• Proporciona pouca dispersão.

Linha - Dificulta mudanças de direção e restringe a capacidade de manobra, porém aumenta a


rapidez de desdobramento e permite um maior poderio de fogo a frente.

Emprego
• É usada para assaltar objetivos, atravessar áreas, deixando linha de árvores, transpor cristas,
cursos d'água ou saindo de uma cortina de fumaça.
• Distância de 50 à 100m entre as VBTP.
Vantagens
• Esta formação permite máximo poder de fogo à frente.
• Permite maior velocidade.
• Permite utilizar maior número de itinerários.
Desvantagens
• É de difícil controle e restringe a capacidade de manobra.
• Necessita de maior número de itinerários para a VBTP.

3 - Quanto ao contato:
Remoto – Não há possibilidade de sofrer ação terrestre do inimigo.

2° SGT ELIZARDO 125 T6


(CAS 01/2025)
Pouco provável – Inicia na transição entre o contato remoto e o iminente. Entre a Linha da Pior
Hipótese (LPH) e Linha de Provável Encontro (LPE).

Iminente – Pode sofrer ação do inimigo a qualquer momento, a partir da Linha de Provável Encontro
(LPE).

4 - Quanto às formações:

Coluna de Marcha
• O contato é remoto;
• As medidas administrativas prevalecem sobre as medidas táticas;
• As unidades não necessitam ser grupadas taticamente;
• As unidades podem deslocar-se por vários meios e por diferentes itinerários;
• Essa fase termina quando o comando da unidade reorganiza taticamente sua unidade.

Coluna Tática
• O contato é pouco provável;
• Equivalem-se as medidas táticas e as administrativas;
• O movimento é feito em coluna tática;
• A tropa é grupada taticamente, sem desdobrá-la;
• Essa fase termina quando o batalhão inicia a Marcha de Aproximação, ou quando ocupa
uma Zona de Reunião ou é realizado um ataque.

Marcha de Aproximação
• O contato é iminente;
• Prevalecem as medidas táticas;
• O movimento é feito em marcha de aproximação;
• Os elementos são grupados taticamente e desdobrados;
• Essa fase termina quando o contato com o inimigo terrestre for estabelecido ou for realizado
um ataque.

TIPOS DE TEC DE PROGRESSAO


2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
ESCALONAMENTO DAS FORÇAS DE SEGURANÇA
Força de Cobertura
- Tem como uma das tarefas proporcionar segurança a tropa, esclarecer a situação do Ini e
impedir as resistências inimigas possam interferir no movimento da tropa;

- Atrasa a resistência inimiga que não possa eliminar;

- Constituída normalmente, por elementos de reconhecimento (R C Mec);

- Opera a uma distância considerável do grosso (80 a 120 km).

MEDIDAS DE COORDENAÇÃO E CONTROLE (M C²)


Linha de controle
É uma linha aproximadamente perpendicular à direção de marcha, deve ser localizada sobre acidentes
do terreno facilmente identificável, e que facilite o controle de duas ou mais colunas.
Possui a finalidade de deixar o Esc Sup ciente das posições das peças de manobra.

O Esc Sp deve ser informado quando as atingirem, sem pararem, exceto se receberem ordem para tal
(ver a O Op)

2° SGT ELIZARDO 125 T6


(CAS 01/2025)
2° SGT ELIZARDO 125 T6
(CAS 01/2025)
CONDUTAS E ATUAÇÃO DO PEL FUZ COMO ESC REC

1.Campo minado ou obstáculos:


* Informar ao Esc Sup;
* Reconhecer e Identificar limites:
* Largo e curto: desbordar;
* Grandes dimensões: solicitar apoio de Eng (que irá reconhecer, abrir brechas e
balizar o caminho) e providenciar a segurança destes elementos.

3.Fogos Indiretos:
* Verificar a extensão da zona batida;
* Deslocar imediatamente as Vtr para fora da zona batida por fogos
* Se não for possível desbordar, passar a zona de fogos por lanços
* Escotilhar
* Informar ao Esc Sup

FORMAÇÃO DA FT NA OFENSIVA, sempre estará em Linha ou Coluna. O pelotão poderá


estar dentro de outra formação no seu nível.

ATAQUE A LOCALIDADE
CARACTERÍSTICAS DO ATAQUE A LOCALIDADE
• Observação Limitada (Mesmo com optrônicos)
• Campos de tiro reduzidos.
• Dificuldades de coordenação e controle.
• Descentralização máxima.
• Dificuldade de localizar o inimigo.
• Dificuldade no emprego das Comunicações.
• Presença de Civís/ Não Combatentes
• Dificuldade de apoio cerrado de artilharia e aéreo.
• Emprego frequente do combate aproximado.
• Reduzida eficiência de tiro indireto.
• Necessidade de realizar Seg em todas as direções.
• Descentralização das Frações

2° SGT ELIZARDO 125 T6


(CAS 01/2025)
FASES DO ATAQUE EM ÁREA EDIFICADA:
1ª FASE - Isolamento da localidade
É a conquista de regiões/edificações que dominem vias de acesso.
Finalidade: Impedir reforços ou suprimentos inimigos. Possibilitar apoio (ex.: fogo) ao
investimento e progressão no interior da localidade.

2ª FASE - Conquista de uma área de apoio em sua periferia


É captura de prédios em sua orla anterior ou acidentes capitais da localidade.
Objetivos: Eliminar/reduzir observação e tiro direto do defensor. Permitir deslocamento seguro das
armas de apoio e reservas do atacante.

3ª FASE - Progressão no interior da localidade


A progressão no interior da área edificada pode adotar três métodos de execução – o seletivo, o
sistemático ou o misto.

MÉTODO DE PROGRESSÃO NO INTERIOR DA ÁREA EDIFICADA

MÉTODO SELETIVO
Pode ser conduzido por intermédio de uma rápida penetração para conquistar regiões-chave da
posição defensiva inimiga e, em seguida, executar a limpeza dos pontos fortes.

Inimigo fraco e ação rápida. – Fatores de Decisão (MITMTCon)

OBS: A seleção do tipo de investimento depende da análise dos fatores da decisão.

MÉTODO SISTEMÁTICO:
Avanço casa por casa, prédio por prédio, quarteirão por quarteirão. Vasculhar todos os prédios para
evitar focos de resistência na retaguarda.
Método de investimento: Depende da análise dos fatores da decisão (MITMTCon).

ATAQUE COORDENADO
Normalmente, em operações de combate em área edificada, em razão da sua complexidade, torna-se
importante o estabelecimento de medidas de coordenação e controle claras e precisas, a fim de evitar
o fratricídio e danos colaterais à população local não evacuada.

Assim sendo, o ataque coordenado prevalece em relação ao ataque de oportunidade e é realizado na


medida em que a importância do objetivo a ser conquistado e o vulto da tropa inimiga justifiquem o
emprego centralizado dos meios.

RESUMO:
Método de abordagem na localidade SISTEMATICO X SELETIVO

SISTEMÁTICO x SELETIVO (vai estar na O Op a intenção do cmt e caracteristicas do ini)


- Demorado - Rápido
- Mais segurança - Menos segurança
- Ini forte - Ini mais fraco

*Obs: o investimento SELETIVO pode ser empregado p/ aproveitar uma oportunidade de enfraquecer
o ini

Não atacar obras de arte (Instalações, hospitais etc)

2° SGT ELIZARDO 125 T6


(CAS 01/2025)
LINHA DE CONTROLE (L Ct) NO COMBATE A LOCALIDADE

DEFINIÇÃO: É uma linha aproximadamente perpendicular à direção de marcha, deve ser localizada
sobre acidentes do terreno facilmente identificável, e que facilite o controle de duas ou mais colunas.

FINALIDADE: Deixar o Esc Sup ciente das posições das peças de manobra.

OBS1: O Esc Sp deve ser informado quando as atingirem, sem pararem, EXCETO se receberem
ordem para tal (ver a O Op). (combate a localidade aguarde na posição). As linhas de Controle
geralmente restritivas.

NO ATAQUE A LOCALIDADE, por regra na O Op será restritivas, portanto informa ao Esc


Sp e aguarda a ordem.

APROVEITAMENTO DO ÊXITO

O Apvt Exi é uma operação que se segue a um ataque bem sucedido e que, normalmente, se inicia
quando a força inimiga está, reconhecidamente, em dificuldades para manter suas posições

A execução descentralizada e a adoção de um mínimo de medidas de controle exigem iniciativa por


parte dos comandantes envolvidos nesse tipo de operação, atribuindo-lhes acentuada liberdade de
ação.

A rapidez nas ações implica na adoção de NGA, NÃO havendo tempo para novos planejamentos
demorados e detalhados, durante a evolução da operação.

Geralmente, as missões são atribuídas por suas finalidades.

Indícios para iniciar Apvt Exi

A oportunidade para o início de uma operação de Apvt Exi deve ser judiciosamente considerada.
Constituem indícios para iniciá-la:

a. Visível diminuição da resistência inimiga em pontos importantes da sua defesa;


b. Aumento do número de PG e de material abandonado pelo inimigo; e
c. Ultrapassagem/ destruição de posições de Art e de instalações de Cmdo e suprimento.

2° SGT ELIZARDO 125 T6


(CAS 01/2025)
1. Missões da F Apvt Exi:
- Conquistar Obj profundos na retaguarda inimiga;
- Cortar linhas de transporte e de suprimentos inimigos;
- Barrar ou cortar eixos de retraimento da força cercada;
- Desorganizar a capacidade de comando e de controle do inimigo.
- Caso haja seja possível desbordar o inimigo, a F Acomp Ap deverá destruí-lo

2. Missões da F Acomp Ap:


- Manter aberta a brecha da penetração realizada pela F Apvt Exi;
- Assegurar a posse de acidentes capitais de interesse para a ooperação;
- Limpar o terreno;
- Substituir elementos da F Apvt Exi que tenham sido deixados à retaguarda;
- Auxiliar em atividades de assuntos civis e de PG;
- Proteger áreas e instalações à retaguarda da F Apvt Exi;
- Assegurar a liberação das vias de transporte; e
- Bloquear o movimento de reservas Ini pra o interior da área.

2° SGT ELIZARDO 125 T6


(CAS 01/2025)

Você também pode gostar