Paciente exacerbador refratário à terapia tripla Iniciar ATB quando:
Grupo A Grupo B Grupo E
otimizada e tratamento não farmacológico: • Três sintomas cardinais (piora do
volume do escarro, mais purulento e
• Roflumilaste → VEF <50 E bronquite crônica; Indicações: piora da dispneia);
Cessar tabagismo + Vacina (Influenza, pneumococo,
CLÍNICA MÉDICA MAPA MENTAL pertussis e COVID) Broncodilatador • Azitromicina → todo paciente que continua no
grupo E, mesmo com terapia tripla mas
•Pa02 ≤ 55mmHg ou SO2 ≤ 88% em repouso; • Dois sintomas, sendo um o escarro
•PaO2 > 55mmHg e <60mmHg ou SO2 ≤ 88% purulento;
LABA + LAMA + reabilitação pulmonar principalmente para pacientes tabagistas ou ex- + Policitemia (Ht > 55%) ou cor pulmonale. • Necessidade de suporte ventilatório
tabagistas. (VNI ou IOT).
LAMA + LABA
2ª opção : TRIPLA
≥ 2 ou 1 com Reavaliação do tratamento de manutenção: Suspeitar quando:
E internação • Resposta adequada → manutenção do tratamento; • Piora da dispneia;
Estadiamento • Dispneia persistente → checagem de técnica; avaliar 15h/dia em baixo fluxo
com alvo de SpO2 ≥ • Aumento do volume do escarro;
0 – 1 (sem BD duplo se não tiver fazendo; tentar trocar • Piora na purulência do escarro.
A B 90%. •ATB: Cefalosporinas/Betalactâmico +
internação) dispositivo;
• Exacerbadores: inibidor de betalactamase
Pouco Muito - Eosinófilos > 100: adicionar corticóide inalatório •Broncodilatador: B2-agonista de curta
sintomático sintomático - Se usar apenas LABA: adicionar LAMA (mais efetivo duração (+/- anticolinérgico); manter
De manutenção Oxigenoterapia
Sintomas
em exacerbações) Exacerbações tratamento de manutenção ou reiniciar
domiciliar
(mMRC: 0 – 1 (mMRC ≥ 2 ou - Falência: roflumilast/macrolídeo/N acetil cisteína o mais rápido possível.
ou CAT < 10) CAT ≥ 10) •Corticóide: VO e ou IV tem efetividade
semelhante
Não-medicamentoso •Oxigênio: VNI ou IOT. Alvo Sat 88-92%
Doença respiratória • Sintomas respiratórios
• Cessação do tabagismo/exposições → reduz a progressão da comum, prevenível persistentes;
Combinado doença e a altera a mortalidade; e tratável. • Limitação ao fluxo aéreo.
• Reabilitação pulmonar;
• Educação em saúde;
• Vacinação → influenza, covid, pneumocócica (>65 anos ou <65 Biopatologia:
anos com DPOC mais grave), dTpa e herpes-zóster. Etiologia:
•Alterações do desenvolvimento
• Tabagismo e poluentes;
pulmonar;
• Fatores próprios do hospedeiro
• Queda acentuada da função pulmonar;
que o tornam suscetível à doença.
•Inflamação pulmonar e sistêmica.
Espirometria Patologia
• Dispneia persistente progressiva, aos Leva à obstrução • Anormalidades de pequenas vias
esforços; persistente ao fluxo de aéreas;
• Tosse crônica acompanhada ou não ar •Enfisema (destruição do parênquima
Classificação Gravidade VEF1 com expectoração; pulmonar).
• Infecção respiratória de repetição;
GOLD 1 Leve ≥ 80
• Fatores de risco;
GOLD 2 Moderada 50 – 79% Exames complementares: Acúmulo de secreção mucóide
Inflamação dentro do
• Rx de Tórax/TC de Tórax: hiperinsuflação Critério diagnóstico para na via aérea inflamada,
GOLD 3 Grave 30 – 49% pulmonar e enfisema pulmonar (melhor brônquio é neutrofílica.
DPOC: padrão obstrutivo levando a seu estreitamento.
GOLD 4 Muito grave < 30% Exame físico avaliado pela TC);
• Gasometria arterial: avaliar hipoxemia após prova broncodilatadora •Tabagismo (principal fator de risco)
• Sibilância; (broncodilatador de curta • Exposição ambiental, fatores genéticos e
crônica e indicação de suporte de O2
• Edema de MMII; domiciliar, retenção de CO2 (indicação de VNI); ação como o salbutamol) → idade Aprisionamento de ar e
• Pletora facial; • Teste de caminhada de 6 minutos: é uma VEF1/CVF < 0,7. • Alterações do desenvolvimento pulmonar; obstrução ao fluxo aéreo.
• Cianose; forma de avaliar o paciente longitudinalmente
Destruição do interstício que
• Cigarro eletrônico gera a perda da tração radial
• Aumento do diâmetro AP do tórax; • e fazer uma comparação antes e depois do
Perda de peso tratamento; (força elástica).
VEF1: CVF: VEF1/CVF:
↓ (Tiffeneau < 0,7 ou 70%
Eu Médico Residente Ensino Ltda © Obstrutivo: ↓↓ ↓
sugerem doença obstrutiva). Deficiência de Alfa-1-Antitripsina: quando suspeitar?
Todos os direitos reservados. CNPJ: 34.730.954/0001-71
OBS.: A VEF1 cai mais que a
CVF! Diagnóstico da deficiência de Alfa-1-Antitripsina::
Jovens < 45 anos e sem fatores de risco; enfisema
Normal (pois VEF1 e CVF caem dosagem da enzima <20%, associada à homozigose
É terminantemente proibida a reprodução total ou parcial desta obra, por qualquer meio ou processo, sem a
Restritivo: ↓ ↓ proporcionalmente ou há maior panacinar e mais comum em bases (DPOC clássico é
queda de CVF). e repercussão clínica. OMS orienta pesquisar em
expressa autorização do autor e das edições criadas pelo Eu Médico Residente ©. A violação dos direitos mais comum em lobos superiores); hepatopatia
Misto / todos os pacientes com DPOC.
autorais dessa obra caracteriza crime descrito na legislação em vigor, sem prejuízo das sanções civis cabíveis. Combinado:
VEF1/CVF < 70% com CVF muito reduzida. inexplicada; vasculite C-ANCA +; história familiar.