PPR e PT
PPR e PT
ppr / pt
@resumosemdupla
Prótese parcial removível (PPR)
É um parelho protético dentosuportada e/ou dentomucosuportada Ou seja, um grampo vai reter a prótese quando receber estimulo
destinada a substituir um ou mais dentes ausentes, podendo ser cervico-oclusal, o outro dá suporte para o grampo de retenção
removida da boca – todescan que definiu. fazer sua função.
É uma peça protética destinada a reabilitar arcos parcialmente
desdentados, devolvendo as funções de estética, fonética e
conforto.
Dentossuportada: apoiada sobre os dentes - o dente artificial
recebe a força mastigatória, essa força mastigatória é passada
para infraestrutura através dos apoios, os apoios passam isso
para os dentes e o ligamento periodontal amortece e distribui para
o osso alveolar.
Dentomucossuportada: apoiada no dente e mucosa – em casos
de espaços maiores entre os dentes, tem a mucosa que recebe
essa carga, e essa carga é transmitida para o osso alveolar. Apoios (A), grampos de retenção (B), grampos de oposição (C),
conector maior (D), sela e dentes artificiais (E) e conectores
Uma das desvantagens é que quando mal confeccionada menores (F).
pode aumentar o estímulo de reabsorção óssea, pois o
impacto dentomucossuportada vai ser mais forte, e a Indicações
mucosa recebe essa força de forma incorreta e estimula a
Extremidade livres uni ou bilaterais;
reabsorção óssea nessa região.
Grandes espaços protéticos;
Parte constituinte de uma PPR Como meio de ferulização ou contenção de dentes com
mobilidade (durante e após o tratamento periodontal);
1. Conector maior; Região anterior com reabsorção óssea extensa;
2. Conector menor; Como prótese temporária/reabilitação complexas;
3. Sela metálica; Espaço protético múltiplos;
4. Apoio; Espaço protético grande – inviabiliza o uso de prótese fixa;
5. Grampo de retenção e oposição; Ausência dentaria de um lado;
6. Base acrílica e os dentes de resina.
Obs.: ferulização é quando une os dentes para eles não se
Conector maior: conecta todas as estruturas da PPR, com movimentarem.
exceção do grampo e apoio. E também é responsável por distribuir
toda a força recebida pela infraestrutura para arcada – ou seja, Podem haver dúvidas quando se tratar de um aparelho de suporte
ele recebe todas as forças e dissipa. unicamente via dental, porém a falta de pilar posterior decidirá o
impasse.
Conector menor: conectar o grampo de retenção e oposição, e
apoio ao conector maior. Poligono de roy
Sela metálica: aloja os dentes artificiais e a resina acrílica, e vai Indica a utilização de pilares situados nos planos do arco dental para
restabelecer o periodonto. – mimetizar. compor a prótese em questão e reduzir o efeito da mobilidade
indesejada através da estabilização da prótese proporcionada por
Apoio: vai fazer com que a prótese fica apoiada sobre os dentes, esta união.
função de receber a força oclusal e distribuir para os dentes
pilares. Ou seja, quando for confeccionar uma PPR, deve pensar em uma
forma de estabilizar o que chamamos de linha de fulcro – que nada
Grampo de retenção: evita o movimento cervico-oclusal. mais é do que forças rotacionais. Então o poligno de roy ele vai
impedir essas foças rotacionais, onde estabiliza a prótese pegando
Grampo de oposição: dá suporte e estabilidade ao grampo de
os dentes posteriores dos dois lados e anterior, formando assim
retenção. uma área onde evita qualquer tipo de rotação da prótese.
Arco dental encurtado Princípios fundamentais das PPR´s
Presença de dez dentes sendo 6 anteriores e 4 pré-molares em 95% dos CD e técnicos negligenciam os princípios básicos e
cada arco são capazes de manter a estética e função mastigatória. fundamentais das PPR’s
3 a 5 pares de dentes antagonistas posteriores. Suporte;
Retenção;
Quando se tem ausência de molares não necessariamente precisa
repor os molares, dá para trabalhar em arco reduzido – termo Estabilidade;
que se dá quando se tem do segundo pré-molar para frente, Reciprocidade;
conseguindo manter uma estabilidade oclusal tanto de dimensão Passividade;
quanto de função. Conforto;
Indica tudo o que se refere à memorização dos sintomas da Tratamento: cirurgia; remoção do agente etiológico;
doença, desde suas manifestações prodrômicas até o momento do medicamento.
exame. Língua
Na fixa clínica temos:
Verificar se tem alguma alteração/lesão, como por exemplo
História medica; macroglossia, língua presa.
História odontológica; Exame clínico intra-oral (tecidos duros)
Tem dor na face ou na cabeça;
Porque procurou o tratamento. Dente
Identificação. A inclinação dos dentes pode alterar todo o planejamento. O
Motivo da consulta. formato do dente também pode influenciar.
Histórico geral.
Exame clinico. Tratamento: ortodontia, ameloplastia, restauração com resina
Exame radiográfico. composta, coroas protéticas.
Plano de tratamento.
Espessura de esmalte
Tipos de pacientes: receptivo, histérico, cético, indiferente. Cervical 0,3 mm
Terço médio 0,5mm a 0,8mm
Terço incisal 1,2mm a 1,5mm
Exame clínico
Alterações na face;
Palpação muscular;
Linha de sorriso;
Forma da face.
Eminência articular grande – raízes grandes
Eminência articula pequena – raízes pequenas
Volume
Analisar se o volume é normal, volumoso ou reabsorvido.
Linear unilateral Superfície
Forma
Obs.: sempre avaliar a integridades dos dentes. Se a forma é afilado, vertentes paralelas, retentivo – o paralelo
é melhor.
Sondagem
Exame clínico intra-oral (fluxo salivar)
Analisar a profundidade de sulco máximo = 3mm; analisar se tem
mobilidade dental e qual o grau de mobilidade; observar se tem bolsa Qualidade e quantidade
periodontal, hiperplasia gengival. Xerostomia;
Exame clínico intra-oral (oclusal) Viscosidade;
Maior atividade cariogênica.
Determinar a MH e RC, é importante saber dessas medidas que
através delas é possível reestabelecer melhor a funcionalidade do Exame radiográfico
paciente.
Deve-se realizado para confirmar suspeitas clínicas. É um exame
Presença de dor e disfunção; complementar – nunca deve substituir o exame clinico.
Perda de DVO;
Áreas de infecção ou lesões;
Ausência de contenção posterior;
Desgastes de dentes; Dentes inclusos, lesões intra-ósseas;
Restaurações inadequadas; Suporte ósseo: relação coroa/raiz 1:1.
Oclusão instável. Objetivos:
Nós temos em oclusão uma funcionalidade muito importante que é Localizar áreas de infecção ou lesões;
chamado de oclusão mutuamente protegida, onde que os próprios Detectar presença de: raízes residuais, corpos estranhos e
dentes se protegem das forças que eles recebem. Os dentes formações irregulares do rebordo;
anteriores são responsáveis por receber os impactos/forças no Presença de cárie.
sentido horizontal (incisão, rasgar), já nos dentes posteriores eles
tem a função de receber os impactos verticais. Por isso quando Depois de todos esses exames, realiza a moldagem do paciente
tem perda da contenção posterior (perdeu todos os dentes com alginato, faz os modelos de estudos com os modelos
posteriores) começa a mastigar com os dentes anteriores, e confecciona o planejamento através do delineamento.
acontece a síndrome do roedor – os dentes inferiores começam
a subir.
Outra coisa que pode acontecer também com perda de contenção
posterior/perda de DVO é a abertura em leque - vai perdendo a
contenção posterior, os dentes anteriores vão recebendo o
impacto mastigatório e começam a abrir como se fosse um leque.
.
Delineador
Aparelho essencial para diagnóstico, planejamento e execução das Direção em que a prótese se desloca desde sua posição final de
modificações que devem ser efetuadas nas superfícies axiais dos repouso até o momento que deixa de tocar os dentes suportes -
dentes pilares, para que a prótese parcial removível integre-se a deslocamento da prótese desde seu total assentamento até toda
esses elementos. sua falta de contato com os constituintes da PPR.
Importância: permite o estudo e O eixo de inserção e remoção são idênticos, porém,
o planejamento (desenho) da em sentidos opostos.
prótese, promovendo retenção,
estabilidade, suporte e estética. O eixo de inserção e remoção é uma trajetória única de inserção
e remoção determinada pelos planos guias.
Ou seja, permite através do modelo
de estudo, analisar a cavidade bucal Eixo de inserção é a direção com que a prótese se encaixa e o eixo
do paciente e com isso determinar o eixo de inserção, equador de remoção é o mesmo eixo só que oposto. Para que isso aconteça
protético, posição de cada grampo, do apoio. é preciso que as paredes axiais (geralmente proximais) dos dentes
pilares que estejam voltadas para os espaços protéticos sejam
Objetivos paralelas, e tenham um único eixo de inserção e de remoção.
Imagina isso em uma classe III de kennedy – dente e perda, dente
Determinar adequado eixo de inserção e remoção (através e perda.. e todas as fases proximais dos dentes pilares que estão
dos planos guias); voltadas tem que ficar paralelas e para isso acontecer é preciso
Traçar a linha do equador protético para verificar o desgastar (primeiro no modelo), porque se não desgastar irá
posicionamento dos constituintes da PPR - é a área mais trazer prejuízo ao periodonto. E o nome disso se chama plano guia
convexa desse dente depois que ele está delineado; Todas as faces proximais dos dentes pilares (que estão voltadas
Analisar o contorno dos tecidos moles para prevenir a ao espaço protético), precisam ser paralelas.
ocorrência de lesões;
Determinar áreas retentivas dos dentes pilares – o grampo Planos guia
de ação atua em uma área retentiva.
Duas ou mais áreas planas – preparadas diretamente nas
Plano guia: são desgastes executados em superfícies axiais superfícies axiais dos dentes pilares – paralelas entre si e com
(proximais) dos dentes pilares. Desde que essa superfície esteja direcionamento ocluso – gengival
voltada para o espaço protético. idêntico ao selecionado para a
direção de inserção da PPR. São
A PPR requer um eixo único de inserção e remoção por isso as
responsáveis pelo eixo de inserção e
paredes devem ser paralelas.
remoção.
Os dentes pilares são todos aqueles dentes voltados para o espaço
Plano guia nada mais é que uma ou
protético. Neles que nós iremos colocar os grampos, todos os
mais áreas planas que vai
dentes voltados para o espaço protético recebem apoio e/ou
determinar a inserção de PPR. Onde que, nós utilizamos como plano
grampo.
guia as faces proximais dos dentes pilares.
Eixo de inserção
1° passo na confecção de uma PPR
Direção em que a prótese se desloca, desde o primeiro contato de
Modelo de estudo: primeiro temos que ter um modelo de estudo
suas partes com os dentes pilares até a posição final de repouso,
bem moldado e bem vazado, além disso precisa ter uma base pois
com os apoios assentados e a base da prótese em contato com
esse modelo vai encaixar sobre a base platina do delineador. Em
os tecidos - ou seja, é o direcionamento de inserção da prótese,
seguida iremos utilizar o modelo de estudo no delineador.
que vai ser do ponto em que as partes constituintes da PPR tocam
os dentes pilares até a sua total adaptação. Partes constituintes
Eixo de remoção 1. Delineador propriamente dito;
2. Platina ou mesa reclinável;
3. Acessórios;
Delineador propriamente dito 3. Identificação de interferências ósseas, mucosas ou dentarias
– mapeamento preciso dos preparos a serem executados
Base circular ou plataforma (1); 3
nos dentes;
Haste vertical fixa (2); 4. Planejamento de acordo com a estética.
Haste horizontal móvel (3) 4
Haste vertical móvel (4); 2 Para a determinação do eixo de inserção e remoção da PPR temos
Mandril (5). 5 que fazer o delineamento e mapeamento desses dentes que vão
servir de pilares para poder fazer o seu preparo, confeccionamos
esse preparo no modelo de estudo e depois transformamos esse
preparo em boca através de casquete de transferência.
1 Obs.: dentes pilares são dentes vizinhos aos espaços protéticos.
Platina ou mesa reclinável Determinação dos planos guias – inicialmente, coloca a
superfície oclusal toda paralela ao solo, ou seja, imagina o plano
Base da platina;
oclusal do modelo e coloca ele paralelo ao solo. É utilizado a ponta
Mesa porta-modelo;
faca adaptada nas interproximais dos dentes pilares e através de
Garras fixadoras;
uma movimentação antero-posterior irá buscar o máximo de
Parafusos das garras;
paralelismo entre os espaços protéticos.
Junta universal;
Trava da junta universal. Se tiver paralelismo já pula para próxima etapa, se não tiver
continua movimentando no sentindo antero-posterior para
Acessórios conseguir um paralelismo melhor.
Ponta analisadora; Com isso iremos determinar o eixo de inserção que é dado segundo
Faca de corte na extremidade; o paralelismo das faces interproximas desses dentes
Faca de corta lateral; (direcionamento onde a prótese vai entrar).
Discos calibradores;
Discos calibradores modificados;
Calha – grafite (riscar o equador
protético);
Braçadeira-utilizada para fazer
os planos guia. Neste eixo de inserção o Pequeno desgaste no
desgaste na mesial do esmalte dos pilares é
Obs.: a lâmina faca é utilizada para ver o paralelismo. molar será muito grande. preferível.
A braçadeira é adaptada a haste vertical móvel junto com a ponta O delineamento permite distribuir os desgastes em ambos os
reta, com isso tem um paralelismo que é possível fazer o desgaste pilares sem sobrecarregar somente um elemento.
do dente.
Métodos para determinar a trajetória de inserção
Eixo de inserção - posicionamento
Existe 3 métodos: ideal, quando lâmina faca ela toca
o terço médio e incisal todo.
Método de Roach;
Método das bissetrizes;
Método seletivo de Applegate ou das tentavas. Determinar áreas de retenção: temos dois tipos equador, o
Método seletivo equador anatômico e o equador protético.
Através desse método determinamos o plano guia para inserir a Equador anatômico
PPR. Determinação do eixo de inserção e remoção da PPR.
É uma linha equatorial traçada na área axial de maior convexidade
1. Determinação dos planos guias; de um dente isolado e em posição vertical. Ele determina as áreas
2. Determinação de áreas equivalentes; retentivas e expulsivas um dente solto, sendo que essas áreas são
dadas pelas bossas.
Ou seja, traçar uma linha ao redor de um dente solto, a área de a área de retenção. Durante movimentos mastigatórios a prótese
maior elevação é que vai determinar uma linha equatorial, abaixo sofre ação no sentido cervico-oclusal, só que ela não sai devido aos
dessa linha é área de retenção e acima é área expulsiva. grampos de retenção que vão reter ela, ela só vai sair quando fizer
movimento ou força maior que sua força de retenção.
Áreas retentivas: são áreas presentes nos dentes pilares, nas
quais a ponta do grampo de retenção vai estar localizada,
proporcionando resistência ao descolamento da prótese no sentido
Área cérvico-equatorial cérvico-oclusal
Convergência apical
Retentiva Discos calibradores: 0,25mm – 0,5mm – 0,75mm, onde
Área ocluso-equatorial 0,25mm é utilizado para ligas de cobalto cromo, 0,5mm ligas de
Convergência oclusal ouro e 0,75mm para prótese que utiliza fio de orto. Trabalhamos
Expulsiva
com o disco calibrador de 0,25 que fornece a retenção suficiente
para o funcionamento biomecânico da PPR.
Para determinar a área retentiva, posiciona-se a haste vertical do
disco tocando a superfície de maior convexidade, e a extremidade
do disco tocando a área cervical do dente formando um triângulo
Área expulsiva que representa a área retentiva. Caso a haste toque e o disco não,
é preciso movimentar isso no sentido vertical até ter o toque dos
Área retentiva dois simultâneos, caso isso não aconteça é preciso criar retenção,
seja através de resina composta ou uma movimentação latero-
lateral da plataforma.
Haste vertical do disco
Equador protético tocando a superfície
de maior convexidade
É uma linha equatorial que delimita áreas expulsivas e retentivas
para todos os dentes pilares após a determinação de inserção e
Triângulo que representa
remoção.
a área retentiva
Depende do posicionamento do dente na arcada. Ele vai mudar,
pois os dentes não estão retos na arcada, apresentam algumas Extremidade do disco tocando
inclinações, e essas inclinação vão determinar o plano de equador área cervical do dente
protético.
Após determinar o plano guia (eixo de inserção) através de
movimentos antero-posterior, usari o disco calibrador para poder
ver a área de retenção movimentando no sentido latero-lateral,
deve travar a mesa, e ir com a calha-grafite para poder
mostrar/marcar onde estar delimitada a área de retenção e
expulsividade.
Coloca bolinha sobre o modelo, molda por cima do dente que será
realizado o desgaste.
Com uma PPR em mãos conseguimos identificar os grampos de É uma outra variação do circunferencial.
retenção e oposição pela sela ou pela espessura do grampo - São dois grampos circunferenciais que não
retenção mais fino e oposição é mais grosso. são unidos - um apoio e um grampo
circunferencial por vestibular e outro por
O braço do grampo é dividido em três partes: início (corpo), meio, palatino.
e a ponta ativa onde que a única parte do grampo que estará
abaixo do equador protético, é a ponta ativa do grampo - parte : em casos de pré-molares intercalados – pré vizinho a
em que o grampo faz a função de retenção (parte flexível). Parte dois espaços protéticos (antes e depois dele), como por exemplo:
inicial é rígida (mais próxima do apoio), parte do meio é semirrígida tenho um molar, espaço, um pré, espaço, canino.
e a final é flexível.
Grampo MDL modificado
Grampo circunferencial Aliviado (tecidos moles) - tem íntimo contato com tecidos
moles, logo, tem um alívio para passar, e fica meio suspenso
É um grampo que abraça o dente. fora do rebordo;
Menor ângulo com o dente; Grampo de ação de ponta;
Atua de oclusal para cervical; Maior ângulo com o dente;
Menos retentivo; Atua de cervical para oclusal;
Estética não favorável Maior ação retentiva – muito retentivo;
Estética não favorável.
: dentes posteriores vizinhos a espaços intercalados.
: dentes anteriores e posteriores vizinhos a
Grampo geminado (circunferencial geminado) extremidades livres. Muito indicado em casos de extremos livres.
Durante toda a ação do grampo de retenção deve haver contato
do grampo de oposição com a superfície oposta.
Os dois grampos precisam tocar juntos o dente ao mesmo tempo,
do início ao fim da inserção.
São grampos rígidos, largos no sentido O-G que estão em contato
em toda a sua extensão com o dente. Eles possuem a função de
estabilizar o pilar e quando considerado em conjunto com os outros
elementos, estabilizam também a PPR.
O grampo de oposição anula a força do grampo de retenção,
quando este último estiver na sua função.
Classe I
Apoios diretos: 14M, 24M, 25D 27M; Apoios indiretos: 16D e 17M;
Grampos de retenção: 16 e 17 (circunferencial geminado),
circunferencial nos outros posteriores; Grampos de oposição: igual
ao de cima; Conector maior: ântero-posterior.
Classe II modificação 2 Caso específico, quando não tem espaço para colocar a barra
lingual, é utilizado uma placa lingual que envolve toda a face lingual
dos dentes inferiores para conectar as estruturas da PPR.
É feito para que haja espaço para o conector menor chegar ao Espessura mínima de 1mm para que essa região não venha
nicho, pois se fizer só a abertura do nicho vai ficar alto, fraturar.
atrapalhando a oclusão. Iremos fazer esse tipo quando os dentes
são vizinhos. Se não possui dente vizinho, precisa apenas fazer a
abertura do nincho.
Longevidade OCUPAÇÃO
Existem pacientes que possui um cuidado especial com a estética
(1950) Homem: 33 anos
e fonética, como por exemplo, locutores, atores, atrizes, cantores
Mulher: 35 anos e dentre outros.
(1980) Homem: 60 anos E existem pacientes que possuem hábitos parafuncionais ou vícios
como por exemplo, músicos (paleta na boca), costureiro (fica com
Mulher: 64 anos
a agulha na boca).
O termo na “terra dos dentistas, sobram desdentados” se refere Alterações psicológicas e comportamentais e fisiológicas
ao lugar que se tem mais dentistas e é onde se tem mais pessoas Vinculados aos idosos, existem alterações psicológicas e
precisando de prótese total. comportamentais e fisiológicas que ocasionam:
O paciente idoso sofre mais com a perda dentária, onde o principal Alterações psicológicas e comportamentais
motivo é a cárie e a doença periodontal, porém, existem outros
fatores que podem causar a perda dentaria, como as fraturas e • Baixa capacidade adaptativa – principalmente a
o câncer bucal. mudanças, pois normalmente não gostam de se adaptar
a uma nova rotina;
Classificação • Inercia e comodismo – quer ficar mais parado, querem
o que é mais cômodo;
Existem pacientes idosos que precisam de acompanhantes, que • Depressão – comportamentos/sinais de
precisam parcialmente de acompanhante e os que não precisam depressão/tristeza.
de acompanhantes, são classificados como:
Alterações fisiológicas
Paciente Geriátrico totalmente dependente
• Deterioração do olfato e do paladar – mudança na
A capacidades desses pacientes são afetadas por problemas
sensação de cheiro/gosto;
físicos, debilitantes crônicos, de caráter médicos e/ou emocionais
• Perda de aproximadamente 25% da audição após 65
que os impossibilitam de viver com autonomia.
anos de idade;
Geralmente são institucionalizadas, recebendo ajuda permanente. • Deterioração do sistema motor – deficiência motora, por
Existem pacientes que não conseguem nem responder por eles. exemplo, o tremor;
• Maior dificuldade de adaptação a mudança de qualquer
Paciente Geriátrico Parcialmente Dependente
natureza;
São afetados por problemas físicos, debilitantes crônicos, de • Tolerância protética é menor;
caráter médico e/ou emocional, com perda do seu sistema de
suporte social.
• Mudança no limiar da dor – existem alguns pacientes que doenças degenerativas, inflamatórias, autoimunes, infecciosas,
ficam mais sensíveis; metabólicas e pós-traumática.
• Redução na capacidade muscular – força mastigatória
Por exemplo: lúpus, artrite reumatoide, gota, osteoporose e entre
em adulto jovem é ↑ 150 lb/pol² e idoso ↓ 25 lb/pol²;
outros.
• Discreta redução da agilidade mental – mais lento;
• Capacidade de memorização e aprendizado prejudicada Esses pacientes necessitam de um cuidado a mais, por isso no
após 70 anos de idade; momento do posicionamento da cadeira deve-se ter uma atenção
• Prolongamento do tempo de reação a estímulos redobrada, pois esses pacientes podem sentir dores dependendo
sensoriais. da posição.
Doença de Parkinson
Doenças sistêmicas
Doença neurológica que afeta os
Uma doença sistêmica é, simplesmente, uma doença que afeta
movimentos da pessoa.
todo o corpo humano, ao invés de apenas um órgão ou região.
A pessoa possui dificuldade
As mais comuns são:
motora/tremores e esses tipos
• Angina - dor no peito causada pela diminuição do fluxo de de pacientes possuem
sangue no coração; consequentemente dificuldade de
• Doença coronárias, bronquite, enfisema; higienização.
• Acidente vascular cerebral; Desta forma, a indicação da
• Doença de Parkinson; reabilitação vai depender do grau de Parkinson do paciente. Em
• Diabetes; pacientes com o grau elevado é preferível usar próteses
• Osteoporose; removíveis (prótese total/ppr), pois o cuidador pode auxiliá-lo no
• Deficiência nutricional; momento da higienização.
• Alzheimer.
Manifestações orais do envelhecimento agravados
Osteoporose pela perda dentária
Os problemas em relação a formação óssea são capazes de Modificações estéticas
prejudicar a principal base de
• Aumento aparente da proeminência do nariz - aparência
sustentação dental,
do nariz mais largo, pois diminui o volume ósseo da região
comprometendo a realização
da maxila anterior;
e o sucesso de diversos
• Aparência de velhice prematura;
tratamentos odontológicos.
• Perfil de falso prognatismo – mento fica mais projetado,
Possuem fragilidade óssea e tendo a sensação de falso prognatismo mandibular, ele
maior suscetibilidade a não é prognata, mas devido a perda da DVO, tem-se uma
fraturas. rotação anti-horária da mandíbula e consequentemente
a mandíbula fica mais projetada;
Por isso, em casos que será feito uma reabilitação de implante
• Colapso da musculatura da mímica;
precisa de uma atenção/cuidado maior, pois o osso não se
• Rugas e sulcos acentuados;
comporta da mesma forma, por exemplo.
• Lábios invaginados – perda do suporte labial/mais fino.
Reumatismo não é uma doença, mas sim um • Expansão – essa expansão ocorre, pois, perdeu-se
termo genérico que se refere às doenças que estrutura dentária;
acometem as articulações (“juntas”), isto é, às • Hipertonia - fica mais expansiva;
doenças reumáticas. • Má postura - movimenta muito mais comparado a quem
Existem mais de 120 formas de doenças tem a dentição total.
reumáticas e elas podem ser agrupadas em Modificações nos movimentos mandibulares
• Movimentos imprecisos – pode ter erros na moldagem Principais funções da saliva: remineralização, antimicrobiano,
devido aos movimentos imprecisos, ocasionando o erro lubrificação, digestão, reparo mucosal e capacidade polidora.
mais comum na prótese total que é a alteração da DVO
Condição comuns que afetam a secreção salivar nos idosos:
ou da oclusão;
• Ritmo alterado – não tem controle com a mandíbula; - Medicamentos
• Ciclo mastigatório indiscriminado/incontrolado;
Ex: antidepressivo, anticolinérgicos (antialérgico), anti-hipertensivos.
• Descontrole da velocidade de fechamento da boca.
- Terapias antineoplásicas
Modificações Musculares
Ex: radioterapia, quimioterapia.
• Encurtamento muscular (inserção e origem) - diminui
capacidade mastigatória; - Doença autoimune
• Alteração do tônus;
Ex: Síndrome de Sjogren (glândulas salivares e lacrimais afetadas).
• Alteração da posição do tônus.
• Lábios
Modificações na Mastigação
Os lábios possuem perda da dimensão vertical, deficiência de
• Ciclo mastigatório curto;
vitamina B, desidratação, perda de elasticidade e ressecamento.
• Alimentos são amassados;
• Maior número de ciclos; • Gengiva
• Pressão desigual nos rebordos;
As gengivas possuem perda do pontilhado, aparência acetinada e
• Redução na força de mordida.
edematosa, faixa queratinizada delgada ou ausente e são mais
Condição oral do idoso sensíveis as injurias.
• Mucosa oral
• Glândulas salivares
Ocorre a perda de elasticidade, atrofia, ressecamento,
A glândula salivar é afetada em:
hiperceratose, estomatite e líquen plano.
- Redução da função;
• Rebordo alveolar
- Xerostomia relativa ou absoluta;
Ocorre reabsorção do rebordo alveolar, onde tem uma redução
- Gustação anormal. continua em portadores de dentaduras completas (estudo
longitudinal de 25 anos).
Comum a diminuição do fluxo salivar em idosos, devido aos
medicamentos, onde é clássica a ocorrência da xerostomia e Uso de prótese removível X reabsorção óssea
hipossalivação, por exemplo.
A direção da reabsorção óssea ocorre da seguinte forma:
Na xerostomia a saliva fica mais viscosa do que fluida e
consequentemente tem perda da adesão da prótese, desta forma, - Maxila:
quando o paciente tenta utilizar, acaba não aderindo na boca. De vestibular para palatino (redução da circunferência do rebordo).
Pode ser melhorada com uso de saliva sintética e o hábito de - Mandíbula:
chupar balas e mascar chicletes, ambos sem açúcar.
De língua para vestibular (aumento da circunferência do rebordo).
Na hipossalivação ocorre a diminuição do fluxo salivar, trazendo
consequências como: O processo da reabsorção ilustrado na imagem abaixo:
Alteração na morfologia facial em 7 anos de uso de Histerico: problemas emocionais, insucessos prévios e possuem
prótese total expectativas não realistas.
Consequências que ocorrem nesse período: Indiferentes: desmotivado, não se adaptam e não valorizam o
tratamento.
• Diminuição da altura facial;
• Diminuição do rebordo mandibular e rotação altero- Exame extraoral
superior da mandíbula;
• Aumento do prognatismo mandibular; É necessário observar o paciente como um todo, conhecer o
paciente fora da boca também. Por isso se faz necessário avaliar:
• Ausência de alteração na base do crânio e parte superior
da face, base da mandíbula e processo goniano. • Cor da pele, cabelo e olhos;
• Forma do rosto;
• Perfil facial;
• Lábios – invaginados
• Presença de queilite angular –
comum quando o paciente perde
a DVO e acumula saliva no canto
Recursos disponíveis da boca (zona propicia de infecção)
• Sepultamento de raízes; • Linha mediana facial – desvio
• Overdentures - parecida com a prótese total, mas o seu
Exame intraoral
encaixe é feito sobre implantes dentários;
• Implantes; É necessário observar:
• Enxertos.
• Avaliar história das perdas dentárias
Sistema estomatognático (S.E)
1. Exame do rebordo;
Conjunto de órgãos e estruturas de origem e função diferentes, 2. Forma, tamanho, volume,
mas que são interdependentes entre si. superfícies;
As funções do S.E: mastigação; deglutição; respiração; fonética; 3. Palato, tórus;
postura mandibular e estética. 4. Espaço interrebordos;
5. Inclinação dos rebordos
objetivos do exame clínico do paciente 6. Relação de posicionamento maxilar
Observar se a mucosa é normal (1 – 2 mm), flácida ( > 2 mm) ou - Presença de raízes residuais e dentes inclusos;
rígida ( < 1 mm) . O ideal é que ela seja consistente a palpação e - Forma e qualidade do osso alveolar;
que não seja muito flexível, pois isso atrapalharia na retenção da
prótese. - Altura do corpo mandibular;
Neste momento é importante também analisar se tem a presença - Relação da crista do rebordo com o forame mentoniano.
de lesões, hipoplasia fibrose inflamatório (rebordo fibroso),
candidíase eritomatose, freios e bridas.
• Língua
Analisar o tamanho, posição e mobilidade.
• Palato mole
No momento do exame, pede-se para o paciente falar “AH”, pois Exame da prótese
desta forma, se consegue delimitar onde é o palato duro e o palato Necessário realizar um exame que tenha o melhor diagnóstico e
mole. prognostico para o paciente.
• Saliva Sendo interessante levar em consideração a: estética,
Analisar a quantidade e qualidade, se é serosa ou aquosa, normal, posicionamento dos dentes e oclusão.
mucosa ou espessa. E se atentar a xerostomia, caso o paciente O diagnóstico em pacientes portadores de prótese total é um
apresente. procedimento contínuo, dinâmico e que muitas vezes pode sofrer
Exames de sinais e sintomas de Desordem crânio alterações durante a realização do tratamento.
mandibular (D.C.M) O prognostico é a previsão da probabilidade de sucesso de um
trabalho, baseado nos fatores favoráveis e desfavoráveis,
observados no exame clínico.
• Rebordo alto
• Rebordo normal
• Rebordo
reabsorvido
MODELO DE ESTUDO
Levar em consideração:
• Detalhes anatômicos;
• Espaço inter-rebordo;
• Relações inter-maxilares;
• Volume da tuberosidade;
• Inserção de freios e bridas;
• Avaliação cirúrgica pré-protética;
• Áreas excessivamente retentivas;
• Contorno geral da área chapeável.
Objetivo
A primeira parte é chamada de moldagem anatômica ou conhecida Obter um modelo que seja fiel a boca, inclusive fiel ao
também como moldagem de estudo, onde será necessário moldar posicionamento da musculatura ao redor.
o paciente com moldeiras especificas para pacientes desdentados,
tendo assim o reconhecimento da área desejada e posteriormente Sequência de atendimento
fazer uma moldeira individual, onde é aí que entra a moldagem 1° - anamnese;
funcional.
2° - moldagem anatômica (estática -moldagem pré-fabricada);
- Entre uma consulta e outra confecciona a moldeira individual.
3° - moldagem funcional;
- Molda-se com a moldeira individual, onde será manipulado os
tecidos
- Entre uma consulta e outra faz-se o plano de cera e a base
acrílica.
4° - registro interoclusal – definir as linhas de orientação, os
dentes, a cor (tudo nessa consulta), pois o plano de cera é a base
para a prótese;
5° - laboratório; Basicamente, o que tem que se entender do alginato é que ele não
tem muita precisão, baixa resistência ao vazamento, sofre
6° - dentes montados – prova dos dentes;
absorção e perda de água, só vaza uma vez e o tempo de trabalho
7° - selecionar a cor das gengivas e mandar acrilizar e vazamento é curto.
8° - laboratório Silicone
9° - adaptação no paciente - Alta, média e baixa viscosidade;
10° - controle - Fibromucosa flácida ou mista;
E qual material eu devo utilizar para - Material que dominou o mercado com sua versatilidade: silicone
realizar a moldagem anatômica? de condensação
- Material antigo que não se usa: godiva em barra.
Alginato
- Baixa viscosidade; Qual a diferença entre as moldeiras?
- Vazamento rápido;
- Personalizar a moldeira;
- Baixo custo e de fácil manuseio.
A seleção da moldeira deve seguir essas particularidades: • Plano de Camper paralelo ao solo;
• Comissura labial do paciente na altura do antebraço do
• Deve abranger toda a área chapeável;
operador;
• Não pressionar em demasia o fundo do sulco vestibular;
• Língua mais afastada da moldeira – diminui o reflexo;
• Não deve ultrapassar a linha do “AH” – linha do palato
• Puxar o ar pelo nariz e soltar pela boca.
mole e palato duro;
• Espaço interno de 3 a 5 mm – um pouco de folga; Passo a passo da moldagem
• Seleção é feita por tentativas;
• Deve cobrir todo rebordo residual e a papila retromolar • Introdução da moldeira na boca do paciente;
abranger a linha oblíqua; • Centralização da moldeira;
• Se o paciente já estiver uma prótese, pode-se utilizá-la • Aprofundamento ou compressão;
para fazer as medições da moldeira. • Ativação da musculatura;
• Remoção e análise do molde.
Em alguns casos para estender a moldeira, usa-se a cera
periférica que se coloca na margem da moldeira. Não é muito Análise do molde
comum, mas pode acontecer, é colocado para teoricamente ficar
mais alto. • Deve apresentar superfície fosca e distribuída
uniformemente;
• Área convexa na região de fundo de sulco;
• Verificar a centralização do molde;
Desinfecção do molde
• Hipoclorito de Sódio a 1%
• Glutaraldeido a 2%
*imersão ou spray por 10 minutos*
Posição do paciente
• Cabeça do paciente inclinada ligeiramente para trás,
devidamente apoiada no encosto da cadeira;
Observações durante à aula:
Quais são as cúspides que se tocam?
R: vestibular inferior e palatino superior.
É muito importante saber quais são as cúspides que se tocam para
realizar o ajuste oclusal. Durante o contato com carbono essas
cúspides precisam se tocar.
Quais cúspides que não se podem tocar?
R: vestibular superior e palatino inferior.
Dimensão de oclusão ideal:
Objetivo
9° etapa- tendo o modelo superior e o inferior confeccionado, é
Modelo com mais precisão e fidelidade. necessário realizar o debrum (encaixotamento do modelo) –
contorno/saia do lado externo para vazar o gesso e não se perder
Área anatômica a considerar na realização das estrutura ao redor. É necessário realizar o debrum para ter
moldagens funcionais fidelidade no preparo realizado;
• Delimitação da área basal:
1° etapa- moldar e vazar;
2° etapa- modelo – no modelo irá delimitar a área chapeável
(marcar as áreas retentivas e a área que se tem a mucosa mais
flácida que é a região de rafe palatina e rugas palatinas).
3° etapa - alívio com cera; 10° etapa - envia para o laboratório.
Técnicas de moldagem
Quantidade de pressão sob os tecidos:
• Moldagem compressiva;
• Moldagem não compressiva (mucostática);
• Moldagem com pressão seletiva (2 etapas, 2 materiais)
- 1 etapa: moldagem selado periférico utilizando a godiva.
- 2 etapa: moldagem do rebordo utilizando pasta de zinco enólica
(lysandra - pasta destinada à moldagem de bocas desdentadas).
Anatomia do rebordo
Quando se estiver confeccionando o plano de cera, é necessário
ter atenção com a anatomia do rebordo, pois o plano de cera
seguirá basicamente a curvatura desse rebordo.
• Fonético
- Função da fala;
Existe um compasso de willis que é uma régua que mede as
proporções. - Sons sibilantes (ricos em “s”) – mississipi;
- Preservação do espaço de pronúncia.
Obs: todos esses métodos na prática estão juntos
simultaneamente.
Método para verificar a DVO com uso de registro prévio: medidas
faciais, silhueta de perfil, método fotográfico, radiografia de perfil,
modelo facial com dentes em oclusão.
• Métrico
Linhas de referência para traçar no plano de cera
Pede para o paciente ficar em repouso, marca dois pontos - por
exemplo 60mm da DVR (dimensão vertical de repouso) - 3mm de Nesta etapa o modelo já está em boca e você marcará as linhas
EFL (espaço funcional livre) = DVO (dimensão vertical de oclusão). de referência, que são:
Ou seja, tem-se o método métrico, utilizando medidas. • Mediana (linha média)
• Caninos (linha do canino) – 2 formas de posicionar o
canino: 1: em repouso no final da comissura marca a
ponta do canino 2: asa do nariz determina o centro do
canino
• Sorriso (marcar a linha alta do sorriso)
• Alinhamento;
• Disposição;
• Oclusão e articulação;
• Provas funcionais.
Depois da montagem dos dentes, é necessário realizar a
ceroplastia que é basicamente a escultura da gengiva, ou seja,
mimetizar a gengiva.
Quando estiver tudo pronto, é necessário provar na boca do
paciente (prova funcional e estética em PT).
Esse é o momento em que o paciente deve opinar e fazer suas
sugestões, que deverão ser acatadas pelo profissional desde que
não impliquem em alterações que possam prejudicar os princípios
funcionais e estéticos da prótese.
As provas funcionais permitem ao operador avaliar todos os
passos anteriores da confecção das próteses totais. Na sessão de
prova das próteses totais nós podemos julgar a qualidade do nosso
trabalho clínico e o grau de comunicação estabelecido entre o
paciente e técnico.
Nesta etapa de prova,
para fixar melhor na boca
do paciente, é
interessante utilizar o
corega.
5. Acabamento e polimento