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Demonstrações Financeiras

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Demonstrações Financeiras

Autor:

Equipe Mais Retorno

Data de publicação:

25/04/2019 às 23:10 -

Atualizado 5 anos atrás

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O que são demonstrações financeiras?

São chamadas de demonstrações financeiras a variedade de


relatórios contábeis produzidos em uma companhia, com o objetivo
de auxiliar, entre outras coisas, na tomada de decisões a respeito de
gastos e investimentos.
As demonstrações financeiras atuam sobretudo na captura da
situação das empresas, fornecendo um informe preciso e abrangente
para os seus gestores, os credores e o governo, além de outros
agentes econômicos interessados.

Existem diversos tipos de relatórios que compõem o grupo de


demonstrações financeiras (neste artigo, trataremos de 6 deles!).
Cada um se diferencia pelo objetivo (elementos considerados em sua
composição), período analisado (anual, mensal e, em alguns casos,
até diário) e serventia (interna ou externa).

Mas antes de prosseguir na sua categorização, há um ponto


importante a esclarecer. Muitas pessoas, ao se depararem com o
conceito de demonstrações financeiras se questionam a respeito da
diferença entre esse termo e um outro, o de “relatórios contábeis”.

Embora muita confusão tenha sido criada na tentativa de separá-los,


hoje entende-se que demonstrações financeiras e relatórios contábeis
são sinônimos: dois nomes distintos para descrever o mesmo
conjunto de informes.

Quais são os tipos de demonstração financeira?

Ponto esclarecido, é hora de conhecermos um pouco mais alguns dos


relatórios mais comumente usados quando o assunto é
demonstrações financeiras.

São eles:

Balanço patrimonial;

Demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados (DLPA);

Demonstração de Resultados do Exercício (DRE);

Demonstração do Valor Adicionado (DVA);

Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC).


Detalhadamente, veja:

Balanço patrimonial: o balanço patrimonial é um documento


responsável por expor a condição patrimonial da companhia em
relação aos ativos, passivos e patrimônio líquido no período de um
ano. Enquanto os ativos representam todos os seus direitos e bens, os
passivos são as obrigações (dívidas) contraídas por ela e o patrimônio
líquido é a diferença (de expectativa, positiva) entre esses dois
primeiros itens.

Demonstração de Resultados do Exercício (DRE): o DRE é o


documento responsável por discriminar todas as receitas (bruta e
líquida), despesas, lucros (brutos e líquidos), eventuais prejuízos e o
resultado do Exercício antes e depois do pagamento do Imposto de
Renda. O DRE costuma se concentrar em períodos anuais e é
produzido de forma obrigatória por qualquer organização.

Demonstração de Valor Adicionado (DVA): a DVA é o mais peculiar das


demonstrações financeiras, isso porque ela não analisa simplesmente
se a companhia gerou lucro ou prejuízo, como movimentou o seu
capital, as projeções etc. Na verdade, na DVA o objetivo principal é
analisar como as empresas geraram riqueza e, através dela,
impulsionaram o desenvolvimento social e econômico da sociedade
em geral. Ou seja, na DVA, a responsabilidade social é o maior
parâmetro do desempenho empresarial em um determinado período.

Demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados (DLPA): como o


seu próprio nome indica, o DLPA analisa as modificações ocorridas no
saldo dessa conta no decorrer de um período contábil.

Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC): o fluxo de caixa é tido como o


orçamento particular de uma organização. Ele indica precisamente
quais foram as entradas (vendas etc.) e saídas (gastos etc.) durante
as operações e auxiliar nas projeções de desempenho futuro -
investimentos para o caso de entradas excedentes, necessidade de
capital de giro no caso de aumento de passivo circulante, por
exemplo.
Para que servem as demonstrações financeiras?

Se engana quem acredita que apenas a administração de uma


companhia se beneficia da produção das demonstrações financeiras.

Na verdade, vários agentes econômicos alheios à empresa utilizam


esses relatórios para tomarem decisões: credores (na concessão de
empréstimos, por exemplo), governo (no recolhimento de impostos
etc.), outras empresas (em processos de fusão etc.) e até investidores
(na decisão de compra ou não das ações de uma empresa).

Sobre o autor

Autor da Mais Retorno

Equipe Mais Retorno

A Mais Retorno é um portal completo sobre o mercado financeiro, com


notícias diárias sobre tudo o que acontece na economia, nos
investimentos e no mundo. Além de produzir colunas semanais,
termos sobre o mercado e disponibilizar uma ferramenta exclusiva
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possível realizar analises detalhadas através de índices, indicadores,
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Retorno"). As informações disponibilizadas na ferramenta de fundos
da Mais Retorno não configuram um relatório de análise ou qualquer
tipo de recomendação e foram obtidas a partir de fontes públicas
como a CVM. Rentabilidade passada não representa garantia de
resultados futuros e apesar do cuidado na coleta e manuseio das
informações, elas não foram conferidas individualmente. As
informações são enviadas pelos próprios gestores aos órgãos
reguladores e podem haver divergências pontuais e atraso em
determinadas atualizações. Alguns cálculos e bases de dados podem
não ser perfeitamente aplicáveis a cenários reais, seja por
simplificações, arredondamentos ou aproximações, seja por não
aplicação de todas as variáveis envolvidas no investimento real como
todos os custos, timming e disponibilidade do investimento em
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Demonstrações contábeis: conceito e importância

imagem mostra uma tela de demonstrações financeiras da


plataforma Accountfy

Por Equipe Accountfy

10 novembro, 2020

Tempo aproximado de leitura: 9 minutos


Hoje, como você conduz a tomada de decisões na sua empresa? A
contabilidade – com a análise das demonstrações contábeis – orienta
esse processo de avaliação do desempenho? Esse é um aspecto
importante que você precisa ter em mente! A contabilidade revela
muito sobre o potencial da sua companhia.

As demonstrações contábeis, também chamadas de demonstrações


financeiras, são relevantes porque entregam indicadores valiosos
capazes de orientar a gestão das empresas.

No entanto, para que as demonstrações contábeis sejam capazes de


refletir a realidade corporativa, a contabilidade precisa estar em dia –
sem fraudes, com os lançamentos feitos de forma correta. Mas nem
todos os gestores conseguem conduzir a gestão dessa maneira.

Neste post, apresentamos o conceito de demonstrações contábeis e a


funcionalidade de cada uma delas para gestão contábil.

O que são demonstrações contábeis?

As demonstrações contábeis são documentos que apresentam o fluxo


contábil e financeiro da empresa em um dado período. Trata-se de um
recorte do desempenho da empresa, apresentado em números.

De acordo com a Lei n° 6.404/76, a divulgação destes demonstrativos


é obrigatória para empresas de sociedade por ações, apresentadas ao
público que tenham interesse, como os acionistas ou sócios.

Segundo o IBRACON (NPC 27),

“As demonstrações contábeis são uma representação monetária


estruturada da posição patrimonial e financeira em determinada data
e das transações realizadas por uma entidade no período findo nessa
data.”
No cenário ideal, como boa prática de gestão contábil, as empresas
devem fazer o acompanhamento mensal das demonstrações
contábeis. Assim, ao fim de um ano, elas podem ter o panorama do
período de exercício de 12 meses.

O conjunto completo de demonstrações contábeis é formado por seis


componentes:

Balanço patrimonial;

Demonstração do resultado;

Demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados, que pode ser


substituído pela demonstração das mutações do patrimônio líquido;

Demonstração dos fluxos de caixa;

Demonstração do valor adicionado, se divulgada pela entidade; e

Notas explicativas, incluindo a descrição das práticas contábeis.

Qual o objetivo das demonstrações contábeis?

No suporte à gestão das companhias, como ferramentas facilitadoras,


as demonstrações contábeis podem entregar dados valiosos para os
gestores, permitindo o desenho de uma espécie de “mapa” de
desempenho.

Ao comparar os dados atuais com os indicadores de períodos


anteriores, por exemplo, os administradores têm condições de tomar
decisões com mais segurança. Em suma, as demonstrações contábeis
podem se converter em uma ferramenta gerencial para a sua
empresa.

Além disso, a divulgação destes demonstrativos permite que sócios e


acionistas consigam avaliar o crescimento da organização,
considerando a possibilidade de investir na companhia.

O IBRACON ( NPC 27) define que “o objetivo das demonstrações


contábeis de uso geral é fornecer informações sobre a posição
patrimonial e financeira, o resultado e o fluxo financeiro de uma
entidade, que são úteis para uma ampla variedade de usuários na
tomada de decisões. As demonstrações contábeis também mostram
os resultados do gerenciamento, pela administração, dos recursos
que lhe são confiados.”

Quando a empresa adota as demonstrações contábeis como parte de


seu controle gerencial, ela passa a ter visibilidade mensal sobre a
performance e a rentabilidade do seu negócio. Ou seja, muito melhor
do que entregar as demonstrações contábeis somente no fim do ano,
visando apenas cumprir exigências legais, é fazer essa gestão mês a
mês.

Vejamos o exemplo da Demonstração de Resultados do Exercício


(DRE). Essa demonstração apresenta o desempenho mensal em
relação ao faturamento e às despesas. De tal modo, pode auxiliar o
gestor na condução dos processos e na tomada de decisões, além de
embasar a elaboração de um planejamento orçamentário.

Sendo assim, a partir do DRE é possível estimar os valores de


despesas e receitas para os próximos meses. Com isso, o gestor pode
planejar seus investimentos, despesas e metas de vendas para cada
período.

Em síntese, o principal objetivo das demonstrações contábeis é


apontar a real situação da saúde financeira do seu negócio,
permitindo que tanto o gestor quanto os potenciais investidores
tenham indicadores precisos para a tomada de decisões.

Por que empresas com capital aberto devem publicar suas


demonstrações contábeis periodicamente?

A divulgação desse tipo de declaração visa garantir maior


transparência na gestão. A partir dos dados das demonstrações
contábeis, investidores, colaboradores e sociedade passam a ter
clareza sobre a situação real da companhia. Afinal, os números são
exatos e indicam como a empresa está posicionada no mercado.
Com base nas demonstrações contábeis é possível saber: como o
patrimônio da empresa é formado; onde os recursos estão sendo
investidos; quais os resultados obtidos com suas atividades.

Além disso, as demonstrações financeiras também entregam dados


que fornecem informações mais específicas sobre o negócio, como
grau de endividamento e liquidez do negócio.

Para os investidores, com tantos dados ao alcance deles, a decisão de


investir ou não em uma ação pode ser tomada de maneira mais
consciente.

Quais demonstrações contábeis são exigidas pela legislação


brasileira?

A elaboração e a divulgação das demonstrações contábeis são


exigidas pela legislação brasileira para empresas de capital aberto.

Na prática, ao fim de um período de exercício, o setor administrativo


e contábil deve se preocupar com a organização de seis tipos de
demonstrações financeiras. Conheça cada uma delas a seguir!

Balanço patrimonial

Segundo o que prevê a Lei 6.404/76 e as Normas Brasileiras de


Contabilidade, o Balanço Patrimonial é uma demonstração contábil
formada pelo Ativo, pelo Passivo e pelo Patrimônio Líquido.

O ativo abrange os bens, os direitos e as demais aplicações de


recursos controlados pela empresa com potencial de gerar lucros
futuros.

O passivo aponta todas as obrigações assumidas com terceiros,


resultantes de eventos, que requerem ativos para liquidação.
O patrimônio líquido é o conjunto dos recursos próprios da empresa.
O seu valor é determinado pela diferença positiva entre o valor do
ativo e o valor do passivo.

Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)

A DRE é a demonstração contábil responsável por mostrar mês a mês


ou anualmente se a empresa está obtendo lucro ou prejuízo.

Na prática, o Demonstrativo do Resultado do Exercício é formado por


receitas, despesas e deduções tributárias. Sendo assim, as empresas
devem discriminar várias informações neste tipo de documento. São
elas:

a receita bruta das vendas e serviços, as deduções das vendas, os


abatimentos e os impostos;

a receita líquida das vendas e serviços, o custo das mercadorias e


serviços vendidos e o lucro bruto;

as despesas com as vendas, as despesas financeiras, deduzidas das


receitas, as despesas gerais e administrativas, e outras despesas
operacionais;

o lucro ou prejuízo operacional, as outras receitas e as outras


despesas;

o resultado do exercício antes do Imposto sobre a Renda e a provisão


para o imposto;

as participações de debêntures, empregados, administradores e


partes beneficiárias e de instituições ou fundos de assistência ou
previdência de empregados, que não se caracterizem como despesa;

o lucro ou prejuízo líquido do exercício e o seu montante por ação do


capital social.

Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC)

Essa, certamente, é a demonstração contábil mais conhecida. A DFC


apresenta as movimentações do Fluxo de Caixa, mostrando as
entradas e saídas de dinheiro, durante o período, no caixa da
empresa.
Diferente do DRE, esse é um demonstrativo por regime de caixa, não
de competência. Ou seja, é responsável por apontar todos os recursos
que entraram, saíram e para onde foram destinados.

Além disso, o DFC também entrega a visão de saldo mínimo no caixa,


que indica a saúde financeira da empresa e oferece base para análise
de viabilidade de projetos futuros.

Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL)

A DMPL é uma das demonstrações contábeis que auxiliam no


monitoramento das finanças da empresa.

Em suma, trata-se de relatório contábil que apresenta as mudanças


no patrimônio líquido corporativo em determinado período. O
documento com as movimentações mostra a origem e o destino dos
recursos durante o exercício.

De maneira geral, a DMPL permite aos gestores das empresas


acompanhar a evolução do patrimônio da organização e também
monitorar a influência deste patrimônio (valor) no mercado.

Além disso, é possível usar os dados da demonstração contábil como


ponto de partida para definir estratégias de crescimento da empresa
no setor.

Notas explicativas

As empresas de capital aberto, além das demonstrações já citadas,


também devem elaborar e divulgar outros documentos que sejam
capazes de complementar os dados contábeis e financeiros.

O Art. 176 da Lei 6.404/76 prevê que: “as demonstrações serão


complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou
demonstrações contábeis necessários para esclarecimento da
situação patrimonial e dos resultados do exercício”.
Portanto, as notas explicativas são obrigatórias por lei e devem ser
incluídas após as demonstrações contábeis padronizadas. A proposta
é apresentar com mais detalhes os critérios de avaliação e valores
implícitos nas demonstrações, tornando a leitura simples e acessível.

Quais demonstrações contábeis não são exigidas, mas são


importantes?

O número de demonstrações contábeis obrigatórias varia de acordo


com a classificação da empresa. Como mostra a tabela, a
Demonstração do Valor Adicionado (DVA), por exemplo, é facultativa
para as quatro modalidades de empresas.

Do mesmo modo, a entrega da Demonstração dos Lucros ou Prejuízos


Acumulados (DLPA) também é opcional na maioria dos casos.

Mas nem por isso essas demonstrações contábeis deixam de ser


importantes. Pelo contrário, elas são excelentes ferramentas que
proporcionam organização e controle financeiro.

Demonstração do Valor Adicionado (DVA)

A Demonstração do Valor Adicionado visa deixar evidente a geração


de riqueza durante o período.

Basicamente, essa demonstração contábil mostra como essa riqueza


foi distribuída entre colaboradores, fornecedores, agentes
financiadores, acionistas e governo.

Em síntese, o DVA mostra quais foram os valores monetários


conquistados, a “riqueza” acumulada pela empresa em um intervalo
de tempo, ou seja, durante um exercício.

Desse modo, fica fácil mostrar aos acionistas e sócios como a riqueza
da empresa aumentou (ou diminuiu) com o passar do tempo.
A DVA substitui a antiga DOAR (Demonstração de Origens e
Aplicações de Recursos), descontinuada em 2007.

Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA)

A DLPA é a Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados,


ferramenta contábil usada para mostrar as mudanças feitas no
Patrimônio Líquido no período.

Com a DLPA, fica mais fácil gerenciar e apresentar as alterações no


patrimônio líquido, mostrando como a “riqueza” da organização
diminuiu ou aumentou durante o período.

Muito além de indicar os lucros e prejuízos, essa demonstração


contábil torna mais transparente a quantidade de impostos com base
no lucro pagos pela empresa.

Para que serve cada uma das demonstrações contábeis? Resumo


prático

Balanço Patrimonial: apresenta a situação financeira e patrimonial da


instituição, listando os direitos, bens e obrigações. Além disso,
fornece uma visão completa das atividades do negócio, mostrando,
por exemplo, os valores a receber de cada cliente.

Demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados (DLPA): a DLPA


apresenta as mudanças realizadas no patrimônio líquido da empresa
em um determinado período. Assim, a DLPA mostra a origem do
recurso, a sua aplicação ao longo do exercício e um comparativo
entre o saldo anterior e o final do lucro da empresa. Muito além de
evidenciar os lucros e prejuízos, a DLPA permite tornar mais
transparente a gestão de impostos baseando-se no lucro pago pela
empresa.

Demonstração do Resultado do Exercício (DRE): é um relatório que


apresenta o resumo financeiro das operações e dos resultados obtidos
pela empresa dentro de um período de tempo. Ou seja, o DRE revela
a saúde financeira de uma organização, mostrando se ela gera
rendimentos ou prejuízos. Além disso, essa demonstração é uma
ferramenta de apuração de impostos.
Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC): a Demonstração do Fluxo de
Caixa é o retrato das movimentações do caixa da companhia. Ou
seja, aponta as entradas e saídas de capital, durante o período,
separando-as entre recebimentos, pagamentos operacionais,
investimentos e financiamentos.

Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL): apresenta


as principais alterações no patrimônio líquido, indicando o que
aumentou ou reduziu a capacidade financeira da empresa ao longo do
período. O documento lista todas as movimentações realizadas
durante o exercício social nas contas do patrimônio líquido: reservas
de capital, de lucros, de reavaliação, capital social e lucros ou
prejuízos acumulados.

Demonstração do Valor Adicionado (DVA): apresenta o


desenvolvimento de riqueza de uma companhia ao longo do período.
Além disso, mostra como esse montante foi distribuído entre os
diferentes stakeholders, como fornecedores, funcionários,
colaboradores, investidores, governo e outros atores que participam,
de forma direta ou indireta, da sua geração de riqueza.

Demonstração do Resultado Abrangente (DRA): a DRA apresenta as


receitas, despesas e outras mutações que afetam o patrimônio líquido
da empresa. Essa demonstração contábil mantém atualizada a
divisão entre o que é patrimônio da empresa e o que pertence aos
seus sócios. A DRA entrega todos os dados que permitem analisar a
saúde financeira e o real lucro de um negócio. Por isso, é
indispensável na tomada de decisão de gestores e investidores.

5 vantagens obtidas com as demonstrações contábeis

Na prática, as demonstrações contábeis oferecem às empresas um


panorama completo e fiel da realidade financeira e da saúde do
negócio. Isso porque elas funcionam como ferramentas gerenciais
que otimizam e facilitam a gestão.

Confira cinco vantagens:

Orienta as tomadas de decisão

As demonstrações contábeis fornecem dados para que os gestores


tenham condições de mensurar o desempenho da organização,
avaliar os resultados e planejar novas estratégias. Além disso, os
indicadores orientam também as avaliações dos potenciais
investidores.

Prepara para o Imposto de Renda

Os relatórios gerados regularmente e atualizados, para cumprir as


exigências das demonstrações contábeis, mantém as informações
bem estruturadas. Isso facilita a organização dos dados para a
entrega do Imposto de Renda.

Fornece visibilidade sobre a performance do negócio

As demonstrações contábeis permitem acompanhar, por exemplo, os


ganhos gerados por um investimento ou uma aquisição. Além disso,
mostram também os pontos positivos e aqueles que exigem
melhorias. Assim, é possível manter uma gestão focada em
excelência operacional e lucratividade.

Reduz os erros

A partir das demonstrações contábeis, os gestores podem identificar,


em tempo, possíveis erros, transações vistas como ilegais e até
fraudes que poderiam trazer dores de cabeça e prejuízos para o
negócio. Desse modo, é possível fazer os ajustes e garantir que os
trâmites sejam executados em conformidade com a lei.

Atrai investidores e dá suporte na obtenção de crédito no mercado

Como vimos ao longo do artigo, as demonstrações contábeis


fornecem informações consolidadas e precisas sobre a estabilidade e
a confiabilidade da empresa. Estes indicadores são importantes
porque ajudam as empresas de capital aberto na atração de
investidores. Além disso, para aquelas que buscam aprovação de
crédito e financiamento no mercado, esses dados são mais do que
relevantes, porque serão avaliados pelas instituições financeiras.

Basicamente, as demonstrações contábeis confirmam a capacidade


da empresa de entregar resultados positivos e cumprir com suas
obrigações.
Automatize a geração das demonstrações contábeis

Agora que chegamos até aqui, você já deve ter visto que a gestão das
demonstrações contábeis não é uma tarefa simples. Mas a tecnologia,
de fato, pode se tornar sua aliada na geração destes relatórios.

Com o suporte de uma plataforma SaaS focada nas atividades de


Contabilidade é possível estabelecer uma gestão financeira de alta
performance. Os recursos da Accountfy permitem que você visualize,
planeje, organize e reporte dados confiáveis com recursos
colaborativos.

A partir de uma metodologia única, nossos clientes têm condições de


automatizar tarefas manuais e consolidar informações de empresas e
grupos econômicos de maneira simples, rápida e eficaz. Assim, seu
time ganha mais tempo e energia para atividades que geram valor
real para o seu negócio.

Quer descobrir as vantagens da Accountfy para o processo de


geração de demonstrações contábeis? Conheça a Accountfy!

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Dito por si:

Conceito de normas contabilísticas segundo autores e referências

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Dito pelo ChatGPT:

ChatGPT

Normas contabilísticas são regras e procedimentos estabelecidos para


regular a elaboração, a apresentação e a interpretação das
demonstrações financeiras. Elas visam assegurar que a informação
financeira seja fiável, comparável e compreensível, facilitando a
tomada de decisões econômicas.

Segundo autores e referências:

Hendriksen e Van Breda (1992): Para esses autores, normas


contabilísticas são princípios e métodos uniformes que orientam a
prática contábil, objetivando proporcionar uma representação fiel das
atividades econômicas das empresas. Elas asseguram a consistência
na elaboração das demonstrações financeiras, permitindo uma
comparação entre diferentes períodos e empresas.

Sá (2009): Sá destaca que normas contábeis são um conjunto de


regras técnicas que disciplinam o registro, a classificação e a
divulgação de eventos econômicos e financeiros. Elas garantem a
harmonização da informação financeira, sendo essenciais em um
ambiente globalizado.

Martins (2000): Define normas contabilísticas como instrumentos de


padronização que buscam reduzir a subjetividade na contabilidade.
Para ele, a adoção de normas permite que diferentes partes
interessadas, como investidores, credores e reguladores, tenham uma
base comum para analisar a situação financeira das empresas.

International Financial Reporting Standards (IFRS): O IFRS é um


conjunto de normas internacionais de contabilidade, que tem como
objetivo assegurar que as demonstrações financeiras sejam
compreensíveis, relevantes e comparáveis em âmbito internacional.
Segundo a IFRS Foundation, essas normas promovem a transparência
e a eficiência nos mercados globais, aumentando a confiança e a
proteção dos investidores.

Lopes e Martins (2011): Para esses autores, as normas contabilísticas


são de extrema importância para garantir que a contabilidade cumpra
seu papel de fornecer informações úteis para a tomada de decisão.
Elas proporcionam uma linguagem comum entre as empresas e os
usuários da informação contábil.

Conceitos-chave:

Transparência: As normas garantem que as demonstrações


financeiras reflitam a realidade das operações da empresa.

Comparabilidade: Facilitam a comparação entre empresas e ao longo


do tempo, essencial para investidores e credores.
Uniformidade: Ao seguir normas, as empresas asseguram que as
práticas contábeis sejam consistentes e universais.

Em resumo, normas contabilísticas são fundamentais para padronizar


a prática contábil e assegurar que as demonstrações financeiras
sejam uma ferramenta eficaz de comunicação com diversos públicos.

Dito por si:

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Dito pelo ChatGPT:

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Wikipédia, a enciclopédia livre — Normas internacionais de


contabilidade – Wikipédia, a enciclopédia livre

pt.wikipedia.org

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::Conselho Federal de Contabilidade:: — Normas Brasileiras de


Contabilidade | ::Conselho Federal de Contabilidade::

cfc.org.br

Favicon

EY US — Normalização Contabilística no contexto Angolano

ey.com
As normas contabilísticas referem-se a um conjunto de princípios e
regras estabelecidos para uniformizar a contabilidade, garantindo que
as informações financeiras sejam claras, comparáveis e consistentes.
Essas normas são fundamentais para assegurar a credibilidade e
transparência dos relatórios financeiros, tanto em nível nacional
quanto internacional.

Autores como Hendriksen e Breda destacam que as normas


contabilísticas proporcionam uma estrutura lógica para o relato
financeiro e servem como um guia para que as empresas possam
seguir práticas contábeis coerentes e reconhecidas mundialmente.
Nesse contexto, as Normas Internacionais de Relato Financeiro (IFRS)
são amplamente adotadas, promovendo a harmonização contábil em
diferentes países.

Em Portugal, por exemplo, o Sistema de Normalização Contabilística


(SNC), em vigor desde 2010, substituiu o antigo Plano Oficial de
Contabilidade (POC), alinhando-se às IFRS para garantir uma maior
transparência e comparabilidade das informações financeiras no
contexto europeu. No Brasil, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis
(CPC) adapta as IFRS às práticas locais, e a adoção dessas normas é
obrigatória para as empresas listadas na bolsa(

Wikipédia, a enciclopédia livre

)(

::Conselho Federal de Contabilidade::

).

Em Angola, a normalização contabilística começou a ser revisada em


2019 com a criação do Conselho Nacional de Normalização
Contabilística (CNNA), visando a atualização do Plano Geral de
Contabilidade e alinhando-o com as normas internacionais, com o
objetivo de melhorar a qualidade e a comparabilidade das
informações financeiras(

EY US

).
Esses exemplos ilustram como diferentes países adotam e adaptam
as normas contabilísticas globais, promovendo melhores práticas
contábeis em suas jurisdições.

Dito por si:

Demonstrações financeiras conceito segundo autores

Dito pelo ChatGPT:

ChatGPT

As demonstrações financeiras são relatórios formais que apresentam


a situação patrimonial, financeira e o desempenho econômico de uma
entidade. Elas são elaboradas conforme princípios contábeis e visam
oferecer informações relevantes para os usuários da contabilidade,
como investidores, credores e reguladores.

Conceitos segundo autores:

Iudícibus (2010): Iudícibus define as demonstrações financeiras como


um conjunto de relatórios preparados com base em registros
contábeis, cujo objetivo é fornecer informações quantitativas sobre a
posição financeira, o desempenho e as mudanças na posição
financeira de uma entidade. Para ele, essas demonstrações devem
seguir critérios que assegurem a confiabilidade e a comparabilidade
das informações apresentadas.

Hendriksen e Van Breda (1992): Para esses autores, as


demonstrações financeiras são o produto final do processo contábil,
cujo propósito principal é fornecer informações úteis para a tomada
de decisões econômicas. Elas permitem aos usuários avaliar a
capacidade da entidade de gerar fluxos de caixa futuros, bem como
entender sua estrutura de financiamento e capacidade de pagar suas
obrigações.
Sá (2009): Sá afirma que as demonstrações financeiras são
instrumentos indispensáveis para a comunicação entre a empresa e
seus stakeholders. Ele destaca que essas demonstrações devem ser
claras e objetivas, apresentando de forma estruturada os resultados
da empresa e permitindo uma análise eficiente de seu desempenho e
situação financeira.

IFRS (International Financial Reporting Standards): Segundo o IFRS, as


demonstrações financeiras têm como finalidade fornecer informações
sobre a posição financeira, o desempenho e os fluxos de caixa de
uma entidade. Elas são úteis para uma ampla gama de usuários,
como investidores e gestores, que precisam dessas informações para
tomar decisões econômicas bem fundamentadas. As principais
demonstrações incluem o balanço patrimonial, a demonstração de
resultados, a demonstração de fluxo de caixa e a demonstração das
mutações do patrimônio líquido.

Características principais:

Relevância: As informações fornecidas devem ser pertinentes e


capazes de influenciar decisões.

Confiabilidade: As demonstrações precisam ser fiéis à realidade da


empresa.

Comparabilidade: Devem permitir a comparação entre diferentes


períodos ou empresas, facilitando a análise de desempenho.

As demonstrações financeiras são, portanto, fundamentais para a


transparência e a comunicação da situação econômica de uma
entidade, servindo como base para a tomada de decisões por
diferentes partes interessadas.
Dito por si:

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Dito pelo ChatGPT:

ChatGPT

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que servem

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Accountfy — Demonstrações contábeis: conceito e importância - Blog


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As demonstrações financeiras são relatórios contábeis que


apresentam a situação financeira e o desempenho econômico de uma
empresa, proporcionando uma visão clara de sua saúde financeira.
Esses documentos são essenciais para gestores, investidores e outros
stakeholders na tomada de decisões.

Existem diferentes tipos de demonstrações financeiras, como:

Balanço Patrimonial – Reflete a posição financeira de uma empresa


em termos de ativos, passivos e patrimônio líquido em um
determinado momento.
Demonstração de Resultados do Exercício (DRE) – Apresenta o
desempenho operacional da empresa, indicando se houve lucro ou
prejuízo em um período.

Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC) – Mostra as entradas e saídas


de recursos financeiros, facilitando o controle do caixa e o
planejamento financeiro.

Demonstração de Valor Adicionado (DVA) – Foca na geração e


distribuição de riqueza pela empresa, destacando sua contribuição
para a sociedade.

Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) – Detalha as


mudanças nos lucros acumulados da empresa ao longo do período.

Esses relatórios são fundamentais para avaliar a rentabilidade, a


liquidez e a capacidade de solvência da empresa, sendo usados tanto
internamente quanto por investidores e órgãos reguladores para
diversas finalidades, como concessão de crédito ou apuração de
impostos(

Sankhya

)(

Mais Retorno

)(

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importantes.

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IASB

IASB: veja o que deve mudar na demonstração financeira das


empresas com as novas normas de contabilidade

As normas buscam aprimorar a transparência e a confiabilidade das


informações apresentadas ao mercado.

27/07/2023 14:00

O Conselho Internacional de Normas de Contabilidade (IASB) anunciou


nesta quarta-feira (26) que terminou trabalhos técnicos em dois
novos projetos de normas internacionais de contabilidade que
impactarão a apresentação das demonstrações financeiras das
empresas.

Demonstrações financeiras

A primeira norma visa substituir a norma IAS 1, responsável por


regular a apresentação das demonstrações financeiras, com o
objetivo de aprimorar a qualidade e a clareza das informações
fornecidas pelas companhias.

O IASB decidiu esclarecer na demonstração do resultado do período:

Receitas e despesas decorrentes da desreconhecimento de um ativo


ou passivo são classificadas na mesma categoria das receitas e
despesas geradas por esse ativo ou passivo imediatamente antes do
desreconhecimento;
Receitas e despesas decorrentes de uma transação ou outro evento
que altera a classificação de receitas e despesas de um ativo ou
passivo (sem afetar o reconhecimento do ativo ou passivo) são
classificadas na categoria em que as receitas e despesas estavam
classificadas imediatamente antes da transação ou outro evento;

Se as receitas e despesas descritas em (a) e (b) decorrerem de uma


única transação ou outro evento que envolve um grupo de ativos e
passivos para os quais as receitas e despesas estavam classificadas
em categorias diferentes imediatamente antes da transação ou outro
evento:

O ganho ou perda na transação ou outro evento é classificado na


categoria operacional se qualquer dos ativos do grupo gerar receitas
e despesas que foram classificadas na categoria operacional; e

O ganho ou perda na transação ou outro evento é classificado na


categoria de investimentos se todos os ativos do grupo gerarem
receitas e despesas que foram classificadas na categoria de
investimentos.

O Conselho busca, com essa norma, aumentar a confiabilidade dos


resultados das empresas, aprimorar a transparência de sua
performance financeira, facilitar a comparação entre elas e, em
última instância, impulsionar os fluxos de capital.

Requisitos de divulgação

Já a segunda norma busca reduzir os requisitos de divulgação para


empresas subsidiárias que não possuem títulos negociados em
mercado público.

A nova Norma simplificaria a preparação das demonstrações


financeiras de uma subsidiária elegível, permitindo que ela aplique
políticas contábeis do grupo na preparação de suas demonstrações
financeiras locais.

Portanto, uma subsidiária elegível não precisaria mais manter dois


conjuntos de registros contábeis ou reconciliar políticas contábeis do
grupo e locais.
Além disso, sob as propostas do IASB, os requisitos de divulgação
seriam reduzidos para atender às necessidades dos usuários das
demonstrações financeiras da subsidiária elegível.

O IASB espera que a nova norma reduza os custos para os


preparadores, melhore a aplicação das Normas Contábeis IFRS dentro
do grupo e mantenha a utilidade das demonstrações financeiras para
os usuários das demonstrações financeiras da subsidiária elegível.

Segundo as propostas do IASB, uma subsidiária é elegível se:

A subsidiária não é de prestação de contas pública (em termos


amplos, é uma empresa que não está listada em uma bolsa de
valores e não é uma instituição financeira); e

A controladora intermediária ou final da subsidiária produz


demonstrações financeiras consolidadas que estão disponíveis para
uso público e que estão em conformidade com as Normas Contábeis
IFRS.

A norma garante que essas empresas utilizarão as Normas


Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS), mas permitindo o uso de
mais informações fornecidas pelas controladoras.

Tramitação

Agora, as normas passarão para a fase de redação, revisão e


aprovação para garantir que estejam plenamente alinhados com as
decisões do IASB. A expectativa é que sejam publicados na primeira
metade de 2024, entrando em vigor em 2027, para períodos de
relatório anuais que se iniciem em ou após 1º de janeiro de 2027,
concedendo tempo para que as empresas possam implementar os
novos requisitos.

Dessa forma, as mudanças nas normas de contabilidade trarão


impactos significativos nas demonstrações financeiras das empresas,
buscando aprimorar a transparência e a confiabilidade das
informações apresentadas ao mercado.
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Contabilidade

Mudança nas Normas Contábeis Reflete a Análise de Balanço?

Por Felipe Alves

Novembro 6, 2023
4:58 pm

normas contábeis

As normas contábeis são um conjunto de diretrizes que orientam a


forma como as empresas registram, relatam e divulgam suas
informações financeiras.

Periodicamente, essas normas passam por revisões e atualizações, o


que pode ter um impacto significativo na análise de balanço das
empresas.

Neste artigo, exploraremos o impacto das mudanças na análise de


balanço, por que essas mudanças ocorrem e como os investidores e
analistas financeiros podem se adaptar a essa nova realidade.

Por que as Normas Contábeis Mudam?

As normas contábeis mudam por diversas razões, incluindo:

1. Melhoria da Relevância e Confiabilidade das Informações: À medida


que a economia e os negócios evoluem, as normas contábeis são
atualizadas para garantir que as informações financeiras sejam
relevantes e confiáveis para os usuários.

2. Convergência Internacional: Para promover a comparabilidade


global das demonstrações financeiras, as normas contábeis estão
cada vez mais convergindo em direção a padrões internacionais.

3. Resposta a Escândalos Financeiros: Escândalos financeiros e falhas


no mercado financeiro muitas vezes levam a mudanças nas normas
contábeis para aumentar a transparência e a responsabilidade.
Impacto nas Demonstrações Financeiras:

As mudanças nas normas contábeis podem afetar diversas áreas das


demonstrações financeiras, incluindo:

1. Reconhecimento de Receitas: As normas podem alterar a forma


como as empresas reconhecem as receitas, afetando a linha do
resultado e o balanço patrimonial.

2. Mensuração de Ativos e Passivos: As mudanças nas regras de


mensuração de ativos e passivos podem afetar o valor contábil dos
ativos e passivos da empresa.

3. Divulgação de Informações: As normas contábeis também podem


introduzir novos requisitos de divulgação, tornando as demonstrações
financeiras mais detalhadas.

Como as Mudanças Afetam a Análise de Balanço:

As mudanças nas normas contábeis têm um impacto direto na análise


de balanço. Alguns dos principais efeitos incluem:

1. Comparabilidade: Mudanças nas normas podem tornar mais difícil a


comparação de dados financeiros de diferentes períodos ou
empresas.

2. Avaliação de Desempenho: A mensuração de desempenho


financeiro e a avaliação de métricas, como margens de lucro e índices
de liquidez, podem ser influenciadas pelas mudanças nas normas
contábeis.

3. Avaliação de Risco: As mudanças podem afetar a avaliação do risco


financeiro, pois a mensuração de ativos e passivos pode ser
impactada.
Como se Adaptar às Mudanças nas Normas Contábeis:

Para se adaptar às mudanças nas normas contábeis e realizar uma


análise de balanço eficaz, considere as seguintes estratégias:

1. Mantenha-se Atualizado: Esteja ciente das mudanças nas normas


contábeis e seu impacto potencial. Isso requer acompanhamento de
órgãos reguladores e associações profissionais.

2. Compreenda as Novas Regras: Estude as novas regras contábeis e


compreenda como elas afetam as demonstrações financeiras e as
métricas-chave.

3. Adapte Ferramentas e Modelos: Se você utiliza ferramentas ou


modelos para análise de balanço, atualize-os para refletir as
mudanças nas normas contábeis.

4. Considere a Comunicação Financeira: As empresas precisam


comunicar claramente as mudanças nas normas contábeis em suas
divulgações financeiras para ajudar os investidores a entender o
impacto.

5. Consulte Especialistas: Em casos complexos, consulte especialistas


contábeis ou financeiros para obter orientação sobre a aplicação das
novas regras.

Conclusão:

As mudanças nas normas contábeis são uma realidade constante no


mundo financeiro. Compreender o impacto dessas mudanças na
análise de balanço é essencial para investidores, analistas financeiros
e profissionais contábeis.

Ao manter-se atualizado, entender as novas regras, adaptar


ferramentas e modelos, considerar a comunicação financeira e buscar
orientação quando necessário, é possível enfrentar com sucesso as
mudanças nas normas contábeis e continuar a realizar análises de
balanço sólidas e informadas.

A adaptação é a chave para navegar pelas águas em constante


mudança da contabilidade financeira.

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