MANUELA EMILY PEREIRA SANTOS, MATHEUS SANTANA SILVA BARBOSA,
PEDRO ARTHUR SOUZA PORTO, RADHYJA ROCHA SENA E TÁSSIO
HENRIQUE LIMA TEIXEIRA
TESTE DE CHAMA
GUANAMBI – BA
2025
MANUELA EMILY PEREIRA SANTOS, MATHEUS SANTANA SILVA BARBOSA,
PEDRO ARTHUR SOUZA PORTO, RADHYJA ROCHA SENA E TÁSSIO
HENRIQUE LIMA TEIXEIRA
TESTE DE CHAMA
Relatório apresentado ao Curso de
Agropecuária do Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia Baiano (IF Baiano), como
requisito parcial para obtenção da nota parcial
de Química.
Orientador: Prof. Dr. Enoc Lima do Rego
GUANAMBI – BA
2025
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO .................................................................................................................................... 3
2 OBJETIVO............................................................................................................................................ 4
4 MATERIAL E MÉTODOS .................................................................................................................. 4
4.1 MATERIAIS E REAGENTES ........................................................................................................... 4
4.2 PROCEDIMENTO ............................................................................................................................ 5
5 RESULTADOS E DISCUSSÃO .......................................................................................................... 5
6 CONCLUSÃO ...................................................................................................................................... 8
REFERÊNCIAS ....................................................................................................................................... 8
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1 INTRODUÇÃO
O teste de chama é uma técnica de análise qualitativa, isto é, que apenas determina a
presença de uma espécie química, mas não a quantifica. A teoria do teste de chama baseia-se
no modelo atômico de Rutherford – Bohr. Em vista disso, esse teste é bastante utilizado em
laboratórios de Química para a análise preliminar, devido à sua agilidade e simplicidade em
fornecer informações rápidas e visuais sobre a composição de amostras. No entanto, ele não é
totalmente específico, pois diferentes metais podem produzir cores semelhantes, e a presença
de várias substâncias pode interferir no resultado.
Cada elemento libera a radiação em um comprimento de onda característico, pois
a quantidade de energia necessária para excitar um elétron é única para cada elemento.
Conforme Melvill (1756), a radiação liberada por alguns sais metálicos possui comprimento de
onda na faixa do espectro visível, ou seja, o olho humano é capaz de enxergá-las através de
cores. Assim, é possível identificar a presença de certos elementos devido à cor característica
que eles emitem quando aquecidos numa chama.
Segundo Bunsen e Kirchhoff (1860), a temperatura da chama do bico de Bünsen
é suficiente para excitar uma quantidade de elétrons de certos elementos que emitem luz ao
retornarem ao estado fundamental de cor e intensidade, que podem ser detectados com
considerável certeza e sensibilidade através da observação visual da chama. O teste envolve a
introdução da amostra em uma chama e a observação da cor resultante.
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2 OBJETIVOS
• Observar a cor da chama associada à presença de elementos químicos metálicos
presentes em sais.
• Identificar elementos químicos metálicos pelo teste da chama.
• Descobrir o elemento químico metálico que está presente em soluções desconhecidas
(soluções-problema).
4 MATERIAL E MÉTODOS
4.1 MATERIAIS
▪ 04 bicos de Busen
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REAGENTES
➢ Cloreto de sódio (NaCl)
➢ Cloreto de lítio (LiCl)
➢ Cloreto de bário (BaCl₂)
➢ Sulfato de cobre II (CuSO)
➢ Cloreto de potássio (KCL)
4.2 PROCEDIMENTO
• Primeiro colocamos os equipamentos e os requisitos de proteção, entre eles o uso do
jaleco, sapato fechado, cabelo preso e calça adequada.
• Foram organizados os materiais do laboratório para fazermos o experimento.
• Com a ajuda do professor, ligamos a chama usando o gás e o fósforo.
• Identificamos os nomes das 5 soluções presentes e espirramos cada uma na chama. A
primeira solução foi o cloreto de sódio, que apresentou a cor amarela, o segundo foi o
cloreto de lítio, que apresentou a cor vermelha, o terceiro foi o cloreto de bário, que
apresentou a cor amarela novamente, o quarto foi o sulfato de cobre II, que apresentou
a cor verde, e por fim o cloreto de potássio, que apresentou a cor rosa.
• Após o experimento, fizemos a análise e anotações de todas as reações.
5 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Durante nosso experimento, percebemos que:
1° Cloreto de sódio (NaCl)
Quando o NaCl esteve em contato com a chama, houve a emissão de luz na cor amarela,
isso acontece pois o elemento metálico contém sódio, o qual é o responsável pela cor amarela
intensa.
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Fonte: Autoria própria
2° Cloreto de sódio (LiCl)
Quando o LiCl esteve em contato com a chama, percebemos a emissão de luz da cor
vermelha, isso acontece pois os elétrons do cátion Li+ são excitados, assim emitindo a cor
vermelha.
Fonte: Autoria Própria
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3° Cloreto de bário (BaCl²)
Quando o BaCl² está em contato com a chama, a emissão da luz é na cor amarela
esverdeada, isso acontece por causa das transições eletrônicas do bário.
Fonte: Erick, 2018
4° Sulfato de cobre II (CuSO)
Quando o CuSO esteve em contato com a chama, houve a presença da emissão de luz
verde, isso acontece porque o cobre metálico emite luz verde quando queimado.
Fonte: Tavares, 2024
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5° Cloreto de potássio (KCL)
Quando o KCL esteve em contato com a chama, percebemos a emissão de luz na cor
rosa e um pouco roxa, isso acontece porque a cor da chama junto com presença de potássio faz
a luz emitida se tornar essa cor.
Fonte: dos Santos, R.L.L; 2013
6 CONCLUSÃO
A experiência com a chama e as diferentes misturas de sal e água nos deixou ver um
efeito químico muito legal: a luz colorida que os metais soltam quando esquentam. Cada cor
forte que vimos – amarelo, vermelho, verde e rosa – é como uma marca especial do metal que
estava na mistura.
Essa mudança de cor acontece porque o calor da chama faz os elétrons nos átomos dos
metais ficarem agitados. Quando eles voltam ao normal, soltam energia em forma de luz, e o
jeito que essa luz se espalha mostra a cor que a gente vê.
A experiência mostrou como a química pode ser bonita de ver e nos ajudou a entender
melhor como os átomos dos metais são feitos e como eles agem.
REFERÊNCIAS
Anais de Congresso:
AULAS PRÁTICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS: DEMONSTRAÇÃO DO TESTE
DE CHAMAS, 2019, Londrina. Mostra Anual de Atividades de Ensino da UEL, 42-42,
2019. Londrina, Paraná: UEL. 2020.
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Referências on-line:
J. P. GONÇALVES. Teste de chama: o que é, como é feito. Manual da Química,
2024. Disponível em: <[Link]
[Link]>. Acesso em: 08 de abril de 2025.