Curso Psicologia
Disciplina: Tópicos Especiais em
Psicologia e Processos de Saúde I
Jurema de Andrade Bressan
Professora: Mestre em Ciências da
Saúde
Psicóloga
Prof.: Jurema de Andrade Bressan @juremaandradeb
Prof.: Jurema de Andrade Bressan @juremaandradeb
Ementa
Prevenção e promoção de
saúde psicossocial em
contextos institucionais de
atuação do psicólogo:
escolas, clinicas, hospitais,
organizações e
comunidade.
OBJETIVOS
Objetivo Geral:
Aprofundar o estudo da promoção da saúde
enquanto processo, bem como sobre o
conhecimento e os procedimentos éticos
envolvidos na promoção de saúde nos mais
variados contextos.
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Objetivos específicos:
- Refletir sobre o planejamento e intervenção em processos
de prevenção e promoção de saúde nos mais variados
contextos em que o fazer psicológico se faça necessário.
- Identificar a partir de linhas de trabalho da Psicologia, a
Promoção de saúde de forma biopsicossocial em diferentes
contextos.
- Pensar a Promoção de saúde em articulação com as
políticas públicas (Saúde, Assistência Social, Educação,
Segurança Pública).
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COMPETÊNCIA
• Conhecer e compreender a prática do
Psicólogo no contexto da Saúde Mental
em instituições e assim, desenvolver ações
que garantam a efetividade do trabalho de
forma ética.
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HABILIDADES
• Conhecer sobre a proposta de cuidados
na relação com a prática do Psicólogo em
instituições de saúde mental.
• Identificar o papel do profissional de
psicologia no contexto de instituições
ligadas a saúde mental, pensando na
importância do cuidado humano, ético e
comprometido com usuário/paciente.
• Identificar formas de atuação do trabalho
do psicólogo dentro da equipe
multidisciplinar.
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Conteúdo da disciplina
1º Encontro: Módulo 1 – Atuação do Psicólogo no âmbito da saúde mental
institucional.
2º Encontro: Módulo 2- Intervenções, Orientações, Comunicação e Tratamento
com a Pessoa com Deficiência.
Visita técnica para prática da disciplina em instituição: APAE de Tubarão SC data
01/04 ás 14h em frente ao centro de reabilitação (frente ao clube sede náutica
29)
NÂO TEM AULA DA DISCIPLINA A NOITE
Avaliação 1 (Ativ. I - 05 questões AVA - Mód. I e II).
3º Encontro: Módulo 3- Intervenções, Orientações, Comunicação e Tratamento
com a Pessoa com Transtorno Mental.
Visita técnica Hospital Psiquiátrico de Laguna
07/04 saída 13h retorno 15h30
Avaliação 2 (Ativ. II - 1 discursiva – AVA – Módulos).
Obs.: as datas foram escolhidas pelas instituições em que serão realizadas as visitas
técnica e os alunos foram informados via sistema acadêmico com 2 meses de
antecedência para melhor organização, pois não coincidem com horário e dia da
disciplina.
4º Encontro: Avaliação 3 . Avaliação ( PRESENCIAL) Prof.: Jurema de Andrade Bressan @juremaandradeb
O processo de avaliação ocorrerá por meio de quatro (03)
atividades avaliativas, assim distribuídas:
1º Encontro: Desenvolver o Módulo I com apresentação e orientações gerais
2º Encontro: Desenvolver o Módulo II (Ativ. I - 05 questões AVA - Mód. I e II).
3º Encontro: Desenvolver o Módulo III (Ativ. II - 1 discursiva AVA Módulos).
4º Encontro: Revisão e avaliação- (Ativ. III - presencial).
As atividades terão peso assim distribuídos:
Atividade I - (20% da nota do bloco): 03/04
Atividade II - (20% da nota do bloco): 10/04
Atividade III - (60% da nota do bloco): 17/04
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Obs.: a) Os prazos das avaliações estão previstos no cronograma da unidade
curricular.
b) A avaliação de segunda chamada das atividades 1 e 2 ocorrem no próprio
sistema AVA, abrindo
automaticamente após o fechamento do primeiro período, com 3 dias para realizar
e valendo apenas 50% da nota da atividade. Não precisa de requerimento!
c) Para a atividade 3 (prova presencial), o estudante deverá fazer requerimento
fundamentado, aguardar o parecer da secretaria e verificar a data da aplicação de
prova de 2 chamada, sendo que esta terá o mesmo peso.
O critério de aprovação do estudante e a média ponderada do Bloco de
Aprendizagem, sob a seguinte formula:
(Nota1*0,2)+(Nota2*0,2)+(Nota3*0,6)
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Justificativa
A unidade curricular Tópicos especiais em Psicologia e
Processos de Saúde I, proporciona ao egresso aprofundamento
no estudo da promoção da saúde enquanto processo,
conhecimento sobre os procedimentos éticos envolvidos na
promoção de saúde.
A unidade curricular oferece subsídios teóricos que embasam o
planejamento e intervenção em processos de promoção de
saúde nos mais variados contextos onde o fazer psicológico se
faça necessário.
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O QUE É DEFICIÊNCIA?
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incapacidade
(D)eficiência/
DEFICIÊNCIA NÃO É INCAPACIDADE
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Estatuto da Pessoa com Deficiência
Instituído a partir da Lei 13.146, de 6 de julho de 2015 (BRASIL, 2015):
• que os direitos das PCD devem ser assegurados em conformidade com as suas
singularidades. Além disso, devem estar fundamentados nos princípios da
universalidade e da solidariedade.
Para isso, o Estado é responsável por propiciar condições mínimas para que as pessoas com
deficiência possam de fato se inserir na sociedade, com participação plena e efetiva, em que seja
possível viver com independência e dignidade (BRASIL, 2015).
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Estatuto da Pessoa com Deficiência
Quem é considerado deficiente?
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Art. 2º
• Considera-se pessoa com
deficiência aquela que tem
impedimento de longo prazo de
natureza física, mental,
intelectual ou sensorial, o qual,
em interação com uma ou mais
barreiras, pode obstruir sua
participação plena e efetiva na
sociedade em igualdade de
condições com as demais
pessoas.
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Art. 3º. Para fins de aplicação desta Lei, consideram-se:
• I - acessibilidade:
• V- barreiras
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Art. 3º. Para fins de aplicação desta Lei,
consideram-se:
• I - acessibilidade: possibilidade e
condição de alcance para utilização,
com segurança e autonomia, de
espaços, mobiliários, equipamentos
urbanos, edificações, transportes,
informação e comunicação, inclusive
seus sistemas e tecnologias, bem
como de outros serviços e
instalações abertos ao público, de
uso público ou privados de uso
coletivo, tanto na zona urbana como
na rural, por pessoa com deficiência
ou com mobilidade reduzida;
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• V - Barreiras: qualquer entrave,
obstáculo, atitude ou
comportamento que limite ou
impeça a participação social da
pessoa, bem como o gozo, a fruição
e o exercício de seus direitos à
acessibilidade, à liberdade de
movimento e de expressão, à
comunicação, ao acesso à
informação, à compreensão, à
circulação com segurança, entre
outros, classificadas em:
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• Barreiras atitudinais:
atitudes ou comportamentos que impeçam ou
prejudiquem a participação social da pessoa com
deficiência em igualdade de condições e oportunidades
com as demais pessoas;
• Capacitismo é a discriminação e o preconceito social
contra pessoas com alguma deficiência. * atitude
preconceituosa e discriminatória que vê a pessoa com
deficiência inapta para o trabalho e incapaz de cuidar
da própria vida.
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As políticas públicas garantem à pessoa com
deficiência o recebimento de benefício
assistencial (quando o indivíduo se encaixa em
critérios socioeconômicos), tendo garantia de
benefícios como:
• isenção de impostos como o IPI;
• preenchimento do percentual de
funcionários com deficiência em empresas
com mais de cem empregados;
• vagas destinadas às pessoas com deficiência
em concursos públicos;
• participação nas paraolimpíadas e
atendimento prioritário.
(FONSECA, 2008).
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Paradigmas da assistência às pessoas com deficiência:
da exclusão à inclusão.
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1- O Paradigma da
exclusão — rejeição
social
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2- O Paradigma da
assistencialismo
segregação —
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3- O paradigma da
integração — modelo
médico da deficiência
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4- Paradigma da inclusão
— modelo social da
deficiência
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Professora: Me. Jurema de Andrade Bressan @juremaandradeb
Transtornos Mentais
e as Urgências e
Emergências
Psiquiátricas
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• Transtorno é a disfunção da atividade cerebral, capaz de provocar
alterações emocionais e comportamentais nos indivíduos.
• Causam problemas na vida de muitas pessoas, em razão de que uma
ou mais funções psíquicas não corresponder adequadamente.
Transtornos
• Atingem diretamente o pensamento, os sentimentos, as
percepções, sensações, e a forma como acontece a interação da
pessoa no meio em que está inserida.
Funções mentais relacionadas a transtornos
orgânicos
ASMOCPLIAC P- pensamento (lógico,
• A – atenção ilógico, imaginário)
L- linguagem (• Avaliação:
• S- sensopercepção
observação da fala
• M – memória (recente ( repetir procurando-se avaliar
palavras 5 min, depois de serem ditas); quantidade, velocidade,
imediata ( repetir, memorizar, repetir 3 qualidade e volume
objetos); remota ( falar de eventos do
I- inteligência ( acadêmica,
passado como nomes, datas...)
social, prática)
• O - orientação ( tempo, espaço, A - afeto/humor (expressão
pessoas...) facial do paciente, postura,
• C- consciência adequação de respostas
emocionais)
C- conduta (postura e
controle de impulsos)
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Emergência X Urgência
Emergência: distúrbio do
Urgência: riscos menores que
pensamento, sentimentos ou ações
necessitam de intervenção em
que envolvem risco de morte ou
curto prazo.
risco social grave, necessitando de
intervenção imediata.
Ex.: comportamento bizarro,
quadros agudos de ansiedade,
Ex.: violência, tentativa de suicídio,
síndromes conversivas e sintomas
estupor depressivo, excitação
psicóticos.
maníaca, automutilação
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Emergência Psiquiátrica
Emergência psiquiátrica (EP) é qualquer situação de natureza psiquiátrica em que
existe um risco significativo (de morte ou dano grave) para o
paciente ou para terceiros, demandando uma intervenção terapêutica imediata
Aplica-se a situações clínicas emergentes do foro psiquiátrico, tais como:
tentativas de suicídio,
abuso de substâncias,
depressão,
psicose,
violência ou outras mudanças bruscas de comportamento.
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Anamnese: focar na queixa apresentada e nas razões pelas
quais o paciente entrou em crise:
1- Identificação
2- Queixa principal
3- história da doença atual
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AVALIAÇÃO PSIQUIÁTRICA:
1. O paciente está apresentando ou está em risco de apresentar agitação
psicomotora? O paciente apresenta risco de heteroagressão?
2. O problema é orgânico, funcional ou uma combinação de ambos? É
seguro para o paciente permanecer no local onde está?
– Há redução no nível de consciência?
– Há alterações nos sinais vitais ou outra evidência de doença clínica
aguda?
– Há algum déficit neurológico focal agudo?
– Há algum déficit agudo na atenção, na orientação ou na memória de
curto prazo (sugerindo delirium)?
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3. O paciente
está intoxicado
7. Qual é o
ou em
suporte familiar
abstinência por
do paciente?
alguma
substância.
6. Qual é a
capacidade de 4. O paciente
autocuidados do está psicótico?
paciente?
5. O paciente
apresenta risco
de suicídio ou
de homicídio?
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PACIENTE SUICIDA 1º . Descobrir se a pessoa tem um plano:
• Questionar se o paciente tem ideia de como se
matar
• Perguntar explicitamente se
tem ideação suicida. Em caso 2ª. Descobrir que meios utilizaria:
afirmativo, é necessário • Questionar o que utilizaria
esclarecer sobre o possível
plano da seguinte forma: • Questionar como conseguiria (o quão disponíveis
esses meios estão)
3º. Descobrir se a pessoa fixou uma data:
• Questionar quando pensou em fazê-lo
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• Muitas vezes, coexistem o desejo de viver
e o desejo de morrer. Quando isso
ocorre, deve-se tentar aumentar o desejo
de viver por meio de apoio emocional.
• Quantificar a rigidez de pensamento, que
diz respeito à incapacidade (leve ou
absoluta) de encontrar uma saída
alternativa.
• Avaliar a impulsividade do paciente
prestando maior atenção à maneira como
ele lidou com outras situações de crise
em sua vida.
• Identificar o apoio familiar potencial que
o paciente pôde obter.
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A maioria das pessoas que se matam dá avisos sobre suas intenções.
FIQUE ATENTO!
• Se o paciente torna-se quieto e aparenta estar tranquilo, pode ser
um sinal importante de que resolveu a ambivalência e decidiu
morrer. Se admite um plano de ação, é um sinal perigoso.
• Se o paciente apresenta desejo súbito de concluir afazeres, escreve
testamento ou quando se encontra carta de despedida.
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Atendimento logo após tentativa de suicídio
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IDEAÇÃO COM OU SEM PLANOS
1º. Trabalhar a 2º. Oferecer apoio
ambivalência; emocional;
4º. Comunicar a
3º. Revisar o paciente intenção aos familiares,
em intervalos regulares; orientando-os sobre
vigilância 24 horas e
sinais de alerta.
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Paciente Psicótico
• Paciente com alucinações e delírios, com ausência
de juízo crítico ou com uma conduta intensamente
desorganizada.
• Usar medicação antes da avaliação para diminuir o
comportamento agitado, permitindo uma avaliação
mais segura.
• Entrevistar a família é importante para obter dados
objetivos a fim de determinar:
a extensão do problema,
o comprometimento funcional do paciente e os
riscos existentes,
sendo de grande auxílio na obtenção de dados de
episódios prévios.
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Paciente violento
Fatores potenciais para violência:
Uso de drogas;
Fatores psicológicos (sentimentos de derrota ou incapacidade, história de
abuso físico ou sexual);
Privação do sono;
Fatores sociais (pressão de grupo, tolerância social da violência, exposição
prévia a violência);
Fatores psicóticos, como crenças ou delírios paranoides, alucinações de
comando para agredir;
Delírios depressivos ou niilísticos e ideação suicida intensa.
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PRINCIPAIS SINAIS IMINENTES DE VIOLÊNCIA
- comportamento provocativo
- manifestações frequentes de raiva
- falar alto com discurso agressivo
- postura tensa (p. ex., punhos cerrados, braços apertados contra o
corpo
- mudanças frequentes de posição corporal, caminhar de um lado para
o outro
- atos agressivos (bater-se, esmurrar paredes).
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Criança e adolescente
Emergências Psiquiátricas: situações em que há ameaça e/ou gravidade
clínica urgente para a criança ou para a relação criança-família.
Os casos mais comuns:
• situações de abuso (físico, sexual ou psicológico),
• comportamento suicida,
• comportamentos agressivos e violentos (auto e/ou heteroagressivos),
• transtornos dissociativos,
• anorexia nervosa.
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Uma emergência psiquiátrica para atender crianças e adolescentes
deve ser composta por equipe multidisciplinar que inclua psiquiatra,
pediatra, enfermeiro, técnico de enfermagem, psicólogos e assistentes
sociais.
Agitação: é o aumento dos movimentos corporais de forma generalizada, podendo ser
acompanhada por relato subjetivo de sensação de inquietude.
Pode ocorrer em consequência de diversas condições:
transtorno mental orgânico, intoxicação/abstinência transtorno do espectro autista transtorno de déficit de atenção/
de substâncias, (TEA), hiperatividade,
deficiência intelectual, transtornos do humor,
transtorno de oposição e desafio e
transtornos psicóticos,
transtorno da conduta.
uso de medicamentos (neurolépticos ou
benzodiazepínicos)
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Agressividade: é a emergência psiquiátrica mais comum. Pode ocorrer
agressão física ou verbal, tanto auto como heterodirigida.
• Pode ocorrer quando: está frustrado, como pode acontecer com um
adolescente com problemas de conduta que fora impedido de sair de casa
por seus pais ou com uma criança autista que bate a cabeça contra a
parede.
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Idoso e Emergência Psiquiátrica
• Incluem delirium, comportamento
agitado e psicótico,
• risco ou tentativas de suicídio,
• depressão grave,
• abuso de substâncias,
• intoxicações e
• problemas psicossociais, como maus-
tratos ou negligência.
• Os transtornos no idoso podem ser causados tanto por condições psiquiátricas
de início tardio ou descompensações de transtornos antigos quanto por outras
doenças clínicas de surgimento mais tardio, ou, ainda, por condições crônico-
degenerativas que se tenham deteriorado ou se tornado agudas.
Suicídio
Idosos representam a faixa etária com o maior risco de morte por suicídio.
Identificar fatores de risco, pistas e sinais de ameaças iminentes de suicídio na
idade avançada.
Apresenta maior carga de doenças físicas e menos resiliência, são mais propensos
a viver socialmente isolados sendo mais difícil descobrir a tempo de serem
impedidos.
O comportamento suicida em idosos é mais planejado e deliberado, e os métodos
são mais letais, deve haver grande esforço na identificação e no tratamento das
condições predisponentes ao desenvolvimento do estado suicida.
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O idoso do Brasil se suicida principalmente com:
1º Lugar: enforcamento, estrangulamento e sufocação
2ºLugar: Uso de armas de fogo (2ª causa entre homens) e
por salto de grandes alturas (2ª causa entre mulheres).
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Treinamento e reciclagem periódica da equipe
responsável pelo atendimento.
Disponibilidade de equipe de segurança próximo ao
consultório.
Protocólos e rotinas
Observação contínua por outros membros da
para o manejo de equipe como acesso rápido a material para
paciente agitado ou contenção mecânica e medicação.
violento
Porta do consultório mantida aberta com descarte
de objetos pesados e adornos pessoais.
Acesso facilitado à porta e evitar sentar-se atrás de
uma mesa, além de sistema de alarme ou código
comum entre a equipe
Metodologia Whole Life= olhar para o todo da vida e experiência humana.
É uma abordagem de bem-estar e recuperação que se baseia em valores humanos.
Objetivo essencial é desenvolver a autonomia e as inter-relações das pessoas, ao invés
de indivíduos estáticos à mercê do sistema e da hierarquia.
A missão dos profissionais deve ser:
• a de promover ativamente a recuperação, autodeterminação e o crescimento do
indivíduo,
• beneficiando tanto os serviços integrais de saúde e saúde mental, quanto os
recursos disponíveis para a comunidade.
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Metodologia Whole Life= olhar para o todo da vida e experiência humana.
(OMS)
A intenção é produzir uma cultura e uma visão diferentes, em um espaço com um
número reduzido de leitos, dentro de um lugar acolhedor, permitindo a
continuidade dos cuidados.
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Whole Life
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Uma pessoa com sofrimento psíquico tem
as mesmas necessidades humanas básicas
que todos nós.
Reconhecer a pessoa como um todo é a
maneira de desenvolver e levar uma vida
cheia de propósito, interesse,
reconhecimento, contribuição, valor e
recompensa.
Obrigada!
Prof. Jurema de Andrade Bressan
Psicóloga; Professora; Mestre em Ciências
da Saúde
Prof.: Jurema de Andrade Bressan @juremaandradeb
Tópicos Especiais 1
Jurema de Andrade Bressan
Professora Msc. Ciências da Saúde
Psicóloga
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