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CCT 2025-2026

A Convenção Coletiva de Trabalho 2025/2026, registrada no MTE sob o número MA000110/2025, estabelece as condições de trabalho para categorias de trabalhadores em estabelecimentos de ensino no Maranhão, com vigência de 01 de março de 2025 a 28 de fevereiro de 2026. Os pisos salariais e reajustes para professores e auxiliares de administração escolar foram definidos, assegurando aumentos salariais e benefícios adicionais. A convenção também aborda normas sobre aviso prévio, homologação de rescisões e outras condições de trabalho.
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CCT 2025-2026

A Convenção Coletiva de Trabalho 2025/2026, registrada no MTE sob o número MA000110/2025, estabelece as condições de trabalho para categorias de trabalhadores em estabelecimentos de ensino no Maranhão, com vigência de 01 de março de 2025 a 28 de fevereiro de 2026. Os pisos salariais e reajustes para professores e auxiliares de administração escolar foram definidos, assegurando aumentos salariais e benefícios adicionais. A convenção também aborda normas sobre aviso prévio, homologação de rescisões e outras condições de trabalho.
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CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2025/2026

NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MA000110/2025


DATA DE REGISTRO NO MTE: 25/04/2025
NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR018620/2025
NÚMERO DO PROCESSO: 47997.251318/2025-10
DATA DO PROTOCOLO: 16/04/2025

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SINDICATO DOS ESTABEL DE ENSINO NO ESTADO DO MARANHAO, CNPJ n. 23.603.814/0001-16,


neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). ANDRE LUIZ PEREIRA ISRAEL DA SILVA;

SINDICATO DOS TRAB EM ESTDE ENS DA REDE PART DO ESTDOMA, CNPJ n. 06.351.936/0001-43,
neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). LUIS JORGE LOBAO BORGES;

celebram a presente CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condições de trabalho


previstas nas cláusulas seguintes:

CLÁUSULA PRIMEIRA - VIGÊNCIA E DATA-BASE

As partes fixam a vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho no período de 01º de março de
2025 a 28 de fevereiro de 2026 e a data-base da categoria em 01º de março.

CLÁUSULA SEGUNDA - ABRANGÊNCIA

A presente Convenção Coletiva de Trabalho abrangerá a(s) categoria(s) de trabalhadores em


estabelecimentos particulares de ensino de educação infantil, ensino fundamental, médio e superior
e educação de jovens e adultos, especial, profissional, institutos de idiomas e outros cursos livres
de qualquer natureza, inclusive cooperativas educacionais, desde que, de acordo com a CLT,
representados pelas partes convenentes. Os representantes da categoria econômica serão
denominados neste Instrumento Normativo simplificadamente de Estabelecimentos de Ensino, com
abrangência territorial em MA.

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO


PISO SALARIAL

CLÁUSULA TERCEIRA - PISO SALARIAL

Após o reajuste de que trata a cláusula quarta, ficam assegurados os seguintes pisos salariais:

PROFESSOR HORA/AULA HORA/AULA

1.º MARÇO/2025 1.º AGOSTO/2025


Educação Infantil, Ensino R$ 12,39 R$ 12,51
Fundamental
Ensino Médio R$ 13,98 R$ 14,11
Institutos de Idiomas (cursos livres) R$ 13,73 R$ 13,84
Ensino Superior R$ 42,40 R$ 42,75
AUXILIAR DE ADMINISTRAÇÃO 1.º MARÇO/2025
AUXILIAR DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR R$ 1.593,90

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ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR (VIGIA) R$ 1.669,80

REAJUSTES/CORREÇÕES SALARIAIS

CLÁUSULA QUARTA - REAJUSTE SALARIAL

No ensino básico, os salários dos professores e auxiliares de administração escolar legalmente


devidos em FEVEREIRO/2025, serão reajustados, com vigência a partir de 1º de MARÇO de
2025, no percentual equivalente a 4,87% (quatro inteiros e oitenta e sete centésimos por cento)
e, a partir de 1º de agosto de 2025, no percentual de 1% (um por cento) calculado sobre o valor
devido em fevereiro de 2025, totalizando um reajuste de 5,87% (cinco inteiros e oitenta e sete
centésimos por cento).

PARÁGRAFO PRIMEIRO – Para os Institutos de Idiomas e ensino superior o reajuste salarial


incidente sobre o salário dos professores e auxiliares de administração escolar, também com
vigência a partir de 1.º de março de 2025, corresponde a 4% (quatro por cento) e, a partir de 1º
de agosto de 2025, no percentual de 0,87% (oitenta e sete centésimos por cento), ambos
calculados sobre o valor do salário devido em fevereiro de 2025, totalizando um reajuste de
4,87% (quatro inteiros e oitenta e sete centésimos por cento).

PARÁGRAFO SEGUNDO – Com o reajuste indicado nesta cláusula, fica reposta qualquer
perda ou defasagem salarial referente ao período anterior a fevereiro/2025, elidindo, quanto a
ele, qualquer eventual reclamação futura, desde que concedidos os reajustes acordados em
Convenções Coletivas anteriores firmadas entre o SINEPE/MA e SINTERP/MA.

PARÁGRAFO TERCEIRO – A aplicação dos reajustes previstos nesta cláusula será efetuada
com a compensação de quaisquer adiantamentos, reajuste ou antecipações concedidas no
período de setembro de 2024 até fevereiro/2025.

PARÁGRAFO QUARTO – Na hipótese de existir diferença salarial a ser paga em virtude da


aplicação dos reajustes definidos nesta cláusula, o estabelecimento de ensino efetuará o
respectivo pagamento na folha salarial imediatamente seguinte à data do registro deste
instrumento normativo no sistema mediador do MTE.

OUTRAS NORMAS REFERENTES A SALÁRIOS, REAJUSTES, PAGAMENTOS E


CRITÉRIOS PARA CÁLCULO

CLÁUSULA QUINTA - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA – REMUNERAÇÃO

O professor de Educação Física fará jus, como remuneração mínima, em cada hora, à recebida
por aula, na mesma escola, por professores do mesmo nível e grau em que atuem.

PARÁGRAFO ÚNICO – Fica assegurado aos professores de educação física o pagamento de


salário aula com base no valor da hora-aula correspondente à série/curso a que pertencer a
maioria dos alunos que compõem a turma.

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CLÁUSULA SEXTA - SALÁRIO RECESSO

É assegurado aos professores o pagamento dos salários no período de férias escolares, se


despedidos sem justa causa, ao término do ano letivo, considerado, para esse efeito, o dia 10 de
dezembro.

PARÁGRAFO PRIMEIRO - Para fins do disposto no caput desta cláusula, será devido o
pagamento dos dias de aviso prévio indenizado ou trabalhado e mais o relativo aos dias
compreendidos entre o fim do aviso prévio e das férias escolares, não cabendo pagamento
cumulativo dessas vantagens no período do aviso prévio, ainda que indenizado.

PARÁGRAFO SEGUNDO - Para interpretação desta cláusula, entende-se como início do ano
letivo, a data de retorno às atividades laborais no mês de janeiro

CLÁUSULA SÉTIMA - PAGAMENTO DE SALÁRIO

O pagamento de salário far-se-á mensalmente considerando, para esse efeito, cada mês
constituído de quatro semanas e meia, acrescida cada uma delas de mais 1/6 (um sexto) do seu
valor como repouso semanal remunerado, de acordo com o disposto na Lei nº 605, de
05/01/49.

PARÁGRAFO ÚNICO - O disposto nesta cláusula não obsta a aplicação da regra enunciada no
art. 321 da CLT.

GRATIFICAÇÕES, ADICIONAIS, AUXÍLIOS E OUTROS


ADICIONAL DE HORA-EXTRA

CLÁUSULA OITAVA - REMUNERAÇÃO DE REUNIÕES

Os professores, quando convocados e efetivamente participarem de reuniões, atividades e


trabalhos fora do seu horário normal serão remunerados por essas atividades com pagamento
extraordinário correspondente ao valor da hora-aula, acrescido de 50% (cinquenta por cento)
por hora extra, salvo se a participação em reuniões previstas no calendário mencionado na
Cláusula Décima Nona deste instrumento já estiver incluída na remuneração mensal.

PARÁGRAFO ÚNICO - Será considerado como trabalho extraordinário do Auxiliar de


Administração Escolar qualquer tarefa fora do horário normal contratual, devendo ser pago o
acréscimo de 50% (cinquenta por cento) ao valor normal da hora, por hora extra, salvo se
acordada a compensação.

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CLÁUSULA NONA - RECUPERAÇÃO

O professor que ministrar aula de recuperação será remunerado por hora-aula, com o valor
correspondente ao salário-aula acrescido de 50% (cinquenta por cento), sem prejuízo de sua
remuneração mensal, quando os estudos de recuperação ocorrerem fora do horário normal
contratual do professor ou do período letivo regular, salvo se a alteração do horário ocorrer em
virtude de solicitação ou conveniência deste, limitado o número de alunos, em cada turma, ao
seu efetivo no período letivo regular.

ADICIONAL DE TEMPO DE SERVIÇO

CLÁUSULA DÉCIMA - ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO

Ao professor e ao auxiliar de administração escolar fica assegurado o adicional de 5% (cinco


por cento) sobre a remuneração mensal para cada período de 5 (cinco) anos de efetivo exercício
no mesmo estabelecimento de ensino, não excedendo, a partir de 28 de fevereiro de 2025, a 3
(três) quinquênios.

PARÁGRAFO PRIMEIRO – Fica assegurada, contudo, em caráter pessoal, a percepção do


adicional relativo ao 4º (quarto) e ao 5.º (quinto) quinquênio ao professor e auxiliar de
administração escolar que já houverem adquirido direito a essa vantagem ou venham a
adquiri-lo, desde que o início da contagem do tempo de serviço do 4.º (quarto) quinquênio
tenha ocorrido até o dia 28/02/2025 e o início da contagem do 5º (quinto) quinquênio até o dia
28/02/2010.

PARÁGRAFO SEGUNDO – No município de Imperatriz, os estabelecimentos de ensino que


pagam adicional por tempo de serviço aos seus professores e auxiliares de administração
escolar continuarão a conceder o referido adicional, nas condições e critérios que vêm
praticando, desde que mais favoráveis aos estabelecidos nesta CCT. No entanto, este adicional
não é cumulável com outro concedido a idêntico título;

PARÁGRAFO TERCEIRO – No município de Imperatriz, a contar de 1.º de março de 2025,


passarão a pagar o adicional POR TEMPO DE SERVIÇO no valor correspondente a 5% (cinco
por cento) sobre a remuneração mensal para os professores e auxiliares de administração
escolar que tenham completado ou venham a completar 05(cinco) anos ou mais de serviço.

OUTROS ADICIONAIS

CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA - HORA ATIVIDADE

Os estabelecimentos de ensino que vêm mantendo o pagamento do adicional da hora


atividade, com essa ou outra denominação, continuarão concedendo essa vantagem a seus
professores, durante a vigência do presente instrumento, nas condições e critérios
estabelecidos.

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PARÁGRAFO ÚNICO - Os professores de educação física também farão jus a essa vantagem.

CONTRATO DE TRABALHO – ADMISSÃO, DEMISSÃO, MODALIDADES


AVISO PRÉVIO

CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA - DO AVISO PRÉVIO

O aviso prévio terá duração mínima de 30 (trinta) dias e obedecerá ao previsto no artigo 487 e
seus parágrafos, bem como o artigo 488 da CLT e na Lei 12.506, de 11/10/2011, observando-se
ainda o seguinte:

I – não se computam para a contagem do prazo de aviso, que será suspensa, os dias que caírem
em licença não remunerada ou em período garantido de afastamento previdenciário;

II – não haverá pagamento cumulativo de aviso prévio, recessos ou férias escolares de que trata
o § 3º do artigo 322 da CLT, quando coincidirem no mesmo período, para não ocorrer bis in
idem;

III – na rescisão sem justa causa motivada por qualquer das partes, o empregado só trabalhará
23 (vinte e três) dias e não haverá redução de jornada, recebendo, entretanto, o empregado, no
mínimo, o correspondente a 30 (trinta) dias;

IV – no caso de pedido de demissão, será o empregado dispensado do cumprimento e do


pagamento da indenização do tempo que ultrapassar os 23 (vinte e três) dias previstos no
inciso III;

V – na demissão provocada pelo empregador, o tempo que ultrapassar a duração mínima de 30


(trinta) dias será indenizado ao professor ou auxiliar de administração escolar;

VI – salvo quando o empregado for dispensado do cumprimento do aviso prévio, o contrato de


trabalho termina no 30º (trigésimo) dia de sua dação, ressalvado o direito de indenização do
tempo superior previsto em lei;

VII – não corre prazo de aviso prévio durante as férias trabalhistas do professor e do auxiliar
administrativo, ficando suspensa a contagem já iniciada, a qual continuará após o término do
referido descanso, fluindo, no entanto, nos recessos e férias escolares dos alunos.

OUTRAS NORMAS REFERENTES A ADMISSÃO, DEMISSÃO E MODALIDADES DE


CONTRATAÇÃO

CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA - HOMOLOGAÇÃO DE RESCISÃO

A homologação das rescisões de contrato de trabalho, quando efetuadas na sede do Sindicato


Laboral, será processada mediante pagamento da taxa de R$ 100,50 (cem reais e cinquenta
centavos) em benefício do SINTERP, a cargo do empregador, de segunda à sexta, das 08h às
11h30min e só ocorrerá mediante a apresentação da seguinte documentação:

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a) 05 (cinco) vias do Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho – TRCT;

b) Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS, com as anotações atualizadas;

c) Livro ou ficha do empregado, devidamente atualizada;

d) Carta de preposto, quando o empregador não se fizer presente;

e) Comunicação de dispensa e requerimento de seguro-desemprego, nas rescisões sem justa


causa;

f) Comprovante de demissão, aviso prévio ou pedido de demissão;

g) Extrato para fins rescisórios ou analítico da conta vinculada do Fundo de Garantia do


Tempo de Serviço – FGTS, devidamente atualizado e guias de recolhimento das competências
não localizadas na conta vinculada;

h) Guia de recolhimento da multa rescisória, quando for o caso;

i) Atestado de saúde ocupacional demissional atualizado;

j) Comprovante de depósito bancário, quando o pagamento for efetuado na conta do


empregado;

k) Outros documentos exigidos em lei, necessários para dirimir dúvidas referentes à rescisão e
ao contrato de trabalho.

PARÁGRAFO PRIMEIRO – Obrigam-se, ainda, os estabelecimentos de ensino a comprovar no


ato da homologação da rescisão a quitação da respectiva contribuição sindical patronal.

PARÁGRAFO SEGUNDO – Quando o Sindicato Laboral não puder homologar a rescisão no


dia determinado pela legislação pertinente, agendará outra data, fornecendo ao empregador a
competente ressalva.

PARÁGRAFO TERCEIRO – Havendo divergência quanto ao valor ou quanto às verbas que


integrem a rescisão a ser paga, caberá ao homologador lançar no “Termo de Rescisão do
Contrato de Trabalho” a correspondente ressalva e, se entender conveniente, prestar as
orientações e esclarecimentos ao trabalhador, devendo homologar a rescisão, desde que haja
concordância do trabalhador com a homologação.

PARÁGRAFO QUARTO – Caso o empregado se recuse a receber o valor com a ressalva


prevista no parágrafo anterior, deverá o SINTERP/MA fornecer declaração narrando o
ocorrido. Igual providência será adotada quando o empegado não comparecer para o ato de
homologação.

PARÁGRAFO QUINTO – O empregador estará isento da taxa prevista no caput desta cláusula,
quando a homologação versar sobre o item III da Cláusula Vigésima Primeira, cabendo ao
empregado não sindicalizado o pagamento da referida taxa.

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RELAÇÕES DE TRABALHO – CONDIÇÕES DE TRABALHO, NORMAS DE


PESSOAL E ESTABILIDADES
QUALIFICAÇÃO/FORMAÇÃO PROFISSIONAL

CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA - DENOMINAÇÃO

Considera-se como professor, para os efeitos deste Instrumento Normativo, aquele que tem a
função de ministrar aulas, em caráter não eventual, em estabelecimentos mencionados na
cláusula segunda e como auxiliar de administração escolar os demais empregados.

TRANSFERÊNCIA SETOR/EMPRESA

CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA - INAMOVIBILIDADE

Não pode o empregador transferir o docente de uma disciplina para outra, nem de um grau de
ensino para outro, sem seu consentimento expresso.

PARÁGRAFO PRIMEIRO - Ocorrendo supressão da disciplina no currículo escolar, em virtude


da alteração de estrutura de ensino, o docente pode ser aproveitado pelo estabelecimento em
outra disciplina para a qual possua habilitação legal.

PARÁGRAFO SEGUNDO - É vedado ao empregador transferir de função ou de cargo o


auxiliar de administração escolar sem sua expressa anuência.

FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO

CLÁUSULA DÉCIMA SEXTA - MATERIAL DIDÁTICO

Os estabelecimentos de ensino fornecerão aos docentes todo material didático-pedagógico de


uso obrigatório em sala de aula, bem como farda do docente e do auxiliar de administração
escolar, quando exigida pelo estabelecimento.

POLÍTICA PARA DEPENDENTES

CLÁUSULA DÉCIMA SÉTIMA - GRATUIDADE

Nos estabelecimentos de educação infantil, ensino fundamental e médio fica assegurada a


gratuidade plena da anuidade escolar para 01 (um) filho ou dependente legal de cada
professor ou auxiliar de administração escolar, admitido pelo estabelecimento, perdendo o
direito a esse benefício no caso de reprovação do beneficiário.

PARÁGRAFO PRIMEIRO – Será concedido o benefício para mais um dependente legal do


professor que ministrar mais de 20 (vinte) horas semanais no mesmo estabelecimento de
ensino e ao auxiliar de administração escolar que completar 03 (três) ou mais anos de efetivo

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exercício no mesmo estabelecimento.

PARÁGRAFO SEGUNDO - Nas creches a gratuidade será de 20% (vinte por cento) do
contingente de crianças pagantes matriculadas em cada turma, sendo que a fração resultante
do cálculo da proporção aqui definida importará na concessão de desconto correspondente na
anuidade do filho ou dependente legal do professor ou auxiliar de administração escolar
imediatamente subsequente, na ordem de prioridade de concessões.

PARÁGRAFO TERCEIRO – Terá prioridade à concessão da gratuidade ou desconto o


dependente do professor ou auxiliar de administração escolar que tenha usufruído o benefício
no ano letivo anterior e que possua mais tempo de serviço efetivo no estabelecimento, devendo
o benefício ser requerido pelo interessado no período de matrícula determinado para o
segmento pretendido.

PARÁGRAFO QUARTO - Serão utilizados como critérios de desempate, para fins de


determinação de prioridades a que se refere o parágrafo anterior, a antiguidade do uso do
benefício pelo filho ou dependente a ser beneficiado, o maior tempo de serviço efetivo no
estabelecimento, do professor ou auxiliar de administração escolar requerente e o sorteio,
observada essa ordem de prioridade.

PARÁGRAFO QUINTO - O benefício previsto nesta cláusula será concedido ao dependente


legal do professor ou auxiliar de administração escolar e, por essa razão, não tem natureza
salarial, não se incorporando à remuneração do empregado, para qualquer fim.

PARÁGRAFO SEXTO – Os estabelecimentos de ensino disponibilizarão aos seus empregados


quando da realização da matrícula do beneficiário, formulário de requerimento de gratuidade
ou desconto.

PARÁGRAFO SÉTIMO - Os benefícios assegurados no caput desta cláusula serão também


devidos aos beneficiários do professor e do auxiliar de administração escolar que estiverem nas
seguintes condições:

I - licenciados para tratamento de saúde.

II - aposentados, se contarem com 05 (cinco) anos de efetivo exercício no estabelecimento, se o


(s) beneficiário (s) estiver (em) matriculado (s) no ato da aposentadoria.

PARÁGRAFO OITAVO - Em caso de falecimento ou DESLIGAMENTO do professor ou do


auxiliar de administração escolar, fica assegurado aos filhos ou dependentes legais
contemplados pelo disposto nesta cláusula, já matriculados no estabelecimento, o direito ao
benefício, até o final da série que estiverem cursando.

PARÁGRAFO NONO – Em caso de pedido de demissão realizado durante o contrato de


experiência OU DEMISSÃO POR JUSTA CAUSA, o benefício previsto nesta cláusula cessará a
contar do término do contrato de trabalho.

CLÁUSULA DÉCIMA OITAVA - BOLSA DE ESTUDO NO ENSINO SUPERIOR

Nos estabelecimentos de ensino superior, na graduação, fica assegurado um desconto

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cumulativo, nas parcelas do contrato de prestação dos serviços educacionais, para um


beneficiário, nos termos a seguir:

I -10% (dez por cento) no primeiro ano e 15 % (quinze por cento) nos demais anos ou fração de
ano trabalhado, até o máximo de 100% (cem por cento) ao professor admitido pelo próprio
estabelecimento, podendo ser indicado apenas um dos seguintes beneficiários: o próprio
professor, seu cônjuge, seu filho dependente econômico até completar 24 (vinte e quatro) anos,
ou outro dependente legal.

II - 10 % (dez por cento) no primeiro ano e 10 % (dez por cento) nos demais anos, até o máximo
de 100% (cem por cento), para o auxiliar de administração escolar admitido pelo próprio
estabelecimento, desde que matriculado em horário compatível com sua jornada de trabalho;
se o beneficiário indicado for o cônjuge ou filho dependente econômico, até completar 24 (vinte
e quatro) anos, o limite máximo do benefício será de 50% (cinquenta por cento), observado o
mesmo critério de progressão.

PARÁGRAFO PRIMEIRO - Os benefícios assegurados cessarão em caso de reprovação ou


inadimplência.

PARÁGRAFO SEGUNDO - Os benefícios assegurados no caput desta cláusula serão também


devidos aos beneficiários do professor e do auxiliar de administração escolar que estiverem nas
seguintes condições:

I - licenciados para tratamento de saúde.

II - aposentados, se contarem com 05 (cinco) anos de efetivo exercício no estabelecimento, se o


(s) beneficiário (s) estiver (em) matriculado (s) no ato da aposentadoria.

PARÁGRAFO TERCEIRO - O interessado, juntando os documentos pertinentes, deverá


requerer o benefício previsto, o qual vigorará a partir da data do requerimento, se atendidas as
condições estabelecidas nesta cláusula.

PARÁGRAFO QUARTO - Em caso de falecimento do professor ou do auxiliar de


administração escolar fica assegurada ao seu beneficiário, desde que já matriculado no
estabelecimento, a manutenção do benefício, até o final do período que estiver cursando.

PARÁGRAFO QUINTO - Os benefícios assegurados no caput desta cláusula não serão


aplicados aos cursos de Medicina, em qualquer hipótese, para manutenção do equilíbrio
econômico-financeiro decorrente dos contratos de prestação dos serviços educacionais
pertinentes, em consequência das peculiaridades daquele curso, não sendo vedado, entretanto,
aos seus professores, o benefício em qualquer outro curso mantido pela Instituição, desde que
cumpridas as condições estabelecidas.

PARÁGRAFO SEXTO - O benefício previsto nesta Cláusula não tem natureza salarial, não se
incorporando à remuneração do empregado, para qualquer fim.

PARÁGRAFO SÉTIMO – Em caso de pedido de demissão realizado durante o contrato de


experiência, o benefício previsto nesta cláusula cessará a contar do término do contrato de
trabalho.

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OUTRAS NORMAS DE PESSOAL

CLÁUSULA DÉCIMA NONA - CALENDÁRIO ESCOLAR

Os estabelecimentos de ensino básico deverão divulgar aos professores, até 15 de fevereiro de


cada ano, o calendário escolar do ano letivo, o qual deverá conter, entre outras informações, as
atividades extracurriculares, as férias coletivas e o recesso escolar.

PARAGRAFO ÚNICO - Os estabelecimentos de ensino superior deverão divulgar aos


professores, até 15 de março e até 15 de setembro, de cada semestre letivo, o calendário
acadêmico, o qual deverá conter, entre outras informações, as atividades extracurriculares, as
férias coletivas e o recesso escolar.

JORNADA DE TRABALHO – DURAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, CONTROLE, FALTAS


DURAÇÃO E HORÁRIO

CLÁUSULA VIGÉSIMA - HORÁRIO

A organização dos horários e suas modificações eventuais se processam mediante comum


acordo entre a direção da escola e o docente e entre a direção e o auxiliar de administração
escolar, desde que não resultem, direta ou indiretamente, prejuízos ao empregado, sendo
considerada falta grave a modificação unilateral.

PARÁGRAFO PRIMEIRO - Considera-se como aula o trabalho letivo com duração de até:

I – 60 (sessenta) minutos nas turmas de educação infantil, do ensino fundamental e nos cursos
livres;

II – 50 (cinquenta) minutos nos demais cursos e séries.

PARÁGRAFO SEGUNDO - Se no transcurso do período letivo, houver modificações que


causem horários vagos entre aulas (janelas) no mesmo turno, sem concordância do docente, o
professor fará jus ao recebimento de 01 (um) salário-aula por intervalo correspondente ao de
uma aula, durante o qual pode ser exigido do professor trabalho compatível com sua
atividade, inclusive substituição eventual de colega ausente.

PARÁGRAFO TERCEIRO - O pagamento é devido apenas durante o período de aulas,


enquanto durar o horário vago.

PARÁGRAFO QUARTO - O tempo excedente previsto na duração da aula será remunerado


proporcionalmente, tendo por base o salário aula e o tempo de duração de cada aula.

PARÁGRAFO QUINTO - O horário de recreio dos alunos, com duração mínima de 20 (vinte)
minutos ininterruptos, é livre para os professores desde que o tempo de duração do mesmo
não esteja incluído na carga horária remunerada do docente. Em caso contrário, só será exigido
do professor trabalho de natureza pedagógica, ressalvado o que for ajustado entre o mesmo e a
direção da escola. No ensino superior o intervalo acima indicado será de 10 (dez) minutos.

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PARÁGRAFO SEXTO – Os estabelecimentos de ensino poderão adotar regime de jornada de


12 (doze) horas de trabalho por 36 (trinta e seis) horas de descanso para os auxiliares de
administração escolar que exerçam funções de vigia.

PARÁGRAFO SÉTIMO – Em caso de prorrogação da jornada mencionada no parágrafo


anterior, o adicional noturno incidirá sobre as horas prorrogadas.

PARÁGRAFO OITAVO – No caso do regime de 12 (doze) por 36 (trinta e seis) horas, a jornada
será reduzida a 11 (onze) se não for concedido intervalo intrajornada de uma hora, sem
prejuízo da concessão obrigatória de dois descansos de quinze minutos cada um, computados
na jornada.

OUTRAS DISPOSIÇÕES SOBRE JORNADA

CLÁUSULA VIGÉSIMA PRIMEIRA - IRREDUTIBILIDADE DA CARGA HORÁRIA E DO SALÁRIO

São irredutíveis a carga horária e o salário do professor, inclusive no ensino superior, exceto se
a redução resultar:

I – da não oferta da(s) disciplina(s).

II – da exclusão das aulas excedentes acrescidas à carga horária do professor, em caráter


eventual ou por motivo de substituição ou por desdobramento da turma para ministração de
aulas práticas supervisionadas e disciplinas aplicadas da área das ciências da saúde, desde que
essas atividades não excedam a 60 (sessenta) dias no mesmo semestre letivo.

III - do pedido do docente ou de acordo entre as partes homologados pelo Sindicato.

IV - da redução do número de turmas, não motivada pelo estabelecimento de ensino,


observados os dispositivos legais.

V - da redução de matrículas nas turmas de Educação Infantil.

VI - da contratação do professor com titulação superior, desde que este assuma a turma ou
disciplina do professor de menor titulação.

PARÁGRAFO ÚNICO – Quando o professor não concordar com a redução da carga horária
decorrente do previsto nos incisos I, IV, V e VI desta cláusula, ensejará a dispensa sem justa
causa, conforme dispuser a legislação vigente.

CLÁUSULA VIGÉSIMA SEGUNDA - DIAS VEDADOS AO TRABALHO

É vedado exigir-se do Professor a regência de aulas, trabalhos, exames ou qualquer outra


atividade:

I - Aos Domingos e Feriados Nacionais, Estaduais, Municipais e Religiosos nos termos da


legislação própria.

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II - Nos seguintes dias: Dia 13 de outubro/2025 (antecipação do dia do professor), exceto no


município de Imperatriz em virtude de fériado municipal; 2ª, 3ª e 4ª feiras da Semana de
Carnaval; 5ª e 6ª feiras e sábado da Semana Santa.

PARÁGRAFO ÚNICO - A proibição da exigência de trabalho prevista no inciso II é extensiva


ao auxiliar de administração escolar, com exceção dos que executam serviços de vigia, limpeza,
manutenção e conservação que trabalharão em sistema de revezamento, na 4ª feira da Semana
de Carnaval e na 5ª feira ou sábado da Semana Santa, independentemente de remuneração
extra.

CLÁUSULA VIGÉSIMA TERCEIRA - PERÍODO LETIVO E RECESSO ESCOLAR

Considera-se como período letivo normal o necessário ao cumprimento do número de dias


letivos e horas-aula, previstos em lei, acrescidos dos destinados à avaliação, sua divulgação,
conselhos de classe, atividades preparatórias e de planejamento, bem como se consideram de
recesso escolar os demais.

PARÁGRAFO PRIMEIRO - No período de recesso escolar, não se pode exigir dos professores
outra atividade senão a realização de exames e avaliações, aulas de recuperação, ressalvado o
disposto no parágrafo 3º desta cláusula.

PARÁGRAFO SEGUNDO - Não se pode exigir do pessoal docente, no período de exames e


avaliações a prestação de trabalho que exceda a sua carga horária semanal contratada, salvo se
remuneradas as horas excedentes.

PARÁGRAFO TERCEIRO - Durante o recesso escolar, quando da realização de treinamentos


de professores, planejamento, reciclagem, jornadas pedagógicas e similares, o horário do
professor poderá sofrer modificações que permitam a realização desses trabalhos, desde que
haja audiência prévia com os docentes.

PARÁGRAFO QUARTO - Na vigência do presente instrumento normativo, durante o período


de recesso escolar, será concedido aos professores um descanso de onze dias ininterruptos,
respeitados o critério e o calendário escolar do respectivo estabelecimento de ensino. Durante
esse recesso, que não poderá coincidir com as férias trabalhistas, o professor não será
convocado para qualquer atividade. O recesso aqui previsto será de 24 (vinte e quatro) de
dezembro/2025 a 03(três) de janeiro/2026.

FÉRIAS E LICENÇAS
FÉRIAS COLETIVAS

CLÁUSULA VIGÉSIMA QUARTA - FÉRIAS

As férias dos professores da educação infantil, ensino fundamental e médio serão concedidas e
gozadas no mês de julho. Os auxiliares de administração escolar terão uma escala previamente

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elaborada no início do ano letivo, se não participarem das férias coletivas. No ensino superior e
nas creches as férias dos professores serão concedidas e gozadas no mês de julho ou janeiro.

PARÁGRAFO PRIMEIRO – Caso os cursos de ensino médio e os professores de educação física


e esporte que tenham necessidade de ministrar aulas no mês de julho, em decorrência do
calendário do ENEM e jogos escolares, as férias dos professores poderão ser divididas em dois
períodos, um para utilização em julho e o restante em dezembro ou janeiro, desde que o
recesso de que trata o parágrafo quarto da cláusula vigésima terceira seja concedido
imediatamente anterior ou posterior ao início ou término das férias.

PARÁGRAFO SEGUNDO – Por acordo entre as partes, as professoras que terminarem a


fruição da licença maternidade antes do início do gozo das férias coletivas, poderão gozar das
referidas férias logo após o término da licença maternidade. Nestas circunstâncias, as
professoras que usufruírem do mencionado benefício ficarão à disposição do empregador, no
período regular das férias coletivas, para desenvolvimento de atividades pedagógicas.

PARÁGRAFO TERCEIRO – Quando o professor não houver completado o período aquisitivo


de férias, gozará os 30 (trinta) dias de férias, recebendo, no entanto, o valor correspondente sua
proporcionalidade, iniciando-se, então, a contagem de novo período aquisitivo.

PARÁGRAFO QUARTO – Na hipótese de pagamento proporcional das férias, não obstante o


recebimento da proporcionalidade prevista no parágrafo anterior, a diferença que faltar à
complementação do salário recebido mensalmente pelo professor será paga até o quinto dia
útil do mês subsequente ao gozo das férias coletivas.

PARÁGRAFO QUINTO – O pagamento da diferença referida no parágrafo anterior (parágrafo


quarto) será considerada como antecipação de horas que poderão ser compensadas no
momento da rescisão, respeitado o período prescriconal.

PARÁGRAFO SEXTO – Havendo o pagamento proporcional das férias, na forma disposta nos
parágrafos anteriores (Parágrafos Quarto e Quinto), não se aplicará a este professor o disposto
no paragrafo primeiro da Cláusula Vigésima Quinta.

REMUNERAÇÃO DE FÉRIAS

CLÁUSULA VIGÉSIMA QUINTA - PAGAMENTO DE FÉRIAS

Fica assegurado aos professores e aos auxiliares de administração escolar o pagamento das
férias, no prazo de até 02(dois) dias de antecedência do início do respectivo gozo, conforme
dispuser a legislação vigente, sob pena de pagamento de multa e reparos previstos em lei.

PARÁGRAFO PRIMEIRO – Os salários do mês de JUNHO dos empregados que utilizarem


suas férias no mês de julho poderão ser pagos até o 5.º dia útil do mês de agosto, mediante sua
anuência e prévia comunicação ao Sindicato laboral.

PARÁGRAFO SEGUNDO – Os salários do mês de dezembro dos empregados das creches e

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das instituições de ensino superior que utilizarem suas férias em janeiro poderão ser pagos até
o 5º dia útil do mês de fevereiro, mediante sua anuência e prévia comunicação ao Sindicato
Laboral.

LICENÇA NÃO REMUNERADA

CLÁUSULA VIGÉSIMA SEXTA - LICENÇA NÃO REMUNERADA

Depois de 02(dois) anos de efetivo e ininterrupto exercício, no mesmo estabelecimento de


ensino, o docente e o auxiliar de administração escolar têm direito a uma licença não
remunerada de até 01 (um) ano para tratar de interesse particular.

PARÁGRAFO PRIMEIRO – Quando a licença prevista no caput se destinar à qualificação


profissional compatível com as atribuições do cargo e devidamente comprovada, a licença será
de até 2 (dois) anos.

PARÁGRAFO SEGUNDO - Em se tratando do professor o afastamento não poderá ocorrer no


decurso do ano ou semestre letivo, conforme se referir à educação básica ou superior,
respectivamente.

PARÁGRAFO TERCEIRO - O tempo da licença não será computado para qualquer efeito legal
e sua prorrogação ficará a juízo do empregador, se solicitada pelo empregado.

PARÁGRAFO QUARTA - Para efeito de cumprimento da presente cláusula o requerimento da


licença deverá ser apresentado ao diretor do estabelecimento de ensino com uma antecedência
mínima de 30 (trinta) dias em relação ao início do afastamento pretendido.

PARÁGRAFO QUINTO - O término da licença regulamentada nesta cláusula deverá


obrigatoriamente coincidir com o início do ano ou semestre letivo, conforme disposto no
parágrafo primeiro, quando será assegurada ao professor e ao auxiliar de administração
escolar a mesma carga horária e função que lhe eram atribuídas antes da licença, devendo o
empregado, 60 (sessenta) dias antes da data prevista para o retorno, comunicar, por escrito, ao
estabelecimento a sua intenção de reassumir, ao término da licença, suas funções anteriores.

PARÁGRAFO SEXTO - Quando a duração da licença for igual ou inferior a 60 (sessenta) dias,
o interessado deverá comunicar a sua intenção de retorno ao serviço pelo menos com 30
(trinta) dias de antecedência.

PARÁGRAFO SÉTIMO - Acaso o docente ou o auxiliar de administração escolar não retorne


ao trabalho, após o término da licença de que trata está cláusula, sua inércia será interpretada
como pedido de demissão.

CLÁUSULA VIGÉSIMA SÉTIMA - LICENÇA NÃO REMUNERADA À GESTANTE

A professora e a auxiliar de administração escolar, durante a gestação ou logo após o término

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do afastamento previdenciário para parto, terão direito a licença não remunerada, com duração
de até 02 (dois) anos, não computada sua duração para qualquer efeito legal.

SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHADOR


ACEITAÇÃO DE ATESTADOS MÉDICOS

CLÁUSULA VIGÉSIMA OITAVA - ABONO DE FALTA

Serão abonadas as faltas ao serviço quando motivadas por doença do professor ou do auxiliar de administração
escolar, mediante comprovação, com atestado médico fornecido pelos órgãos oficiais da Previdência ou qualquer
outro que for aceito pelo empregador, observada a legislação pertinente.

RELAÇÕES SINDICAIS
OUTRAS DISPOSIÇÕES SOBRE RELAÇÃO ENTRE SINDICATO E EMPRESA

CLÁUSULA VIGÉSIMA NONA - DIVULGAÇÃO DAS ATIVIDADES SINDICAIS

Os avisos do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino da Rede Particular


do Estado do Maranhão - SINTERP - MA, de interesse da categoria profissional, serão
divulgados através de quadros afixados em local de fácil acesso e visibilidade, desde que
mencionados avisos não contenham desrespeitos ou ofensas a pessoas físicas ou jurídicas, às
autoridades e às leis, proibida afixação de matéria político-partidária.

PARÁGRAFO ÚNICO - Sem prejuízo do disposto na cláusula acima, fica permitido, para a
mesma finalidade, o acesso dos dirigentes sindicais às escolas, desde que não sejam
prejudicadas as atividades escolares e haja prévio acordo entre a direção do estabelecimento e
o Sindicato da categoria.

CLÁUSULA TRIGÉSIMA - CONVÊNIOS E REPASSES

Os estabelecimentos de ensino se comprometem a repassar à tesouraria do SINTERP/MA, até


o 10º dia útil subsequente ao pagamento dos seus empregados, os valores atinentes aos débitos
contraídos pelos empregados, decorrentes de convênios celebrados entre o SINTERP/MA e as
empresas conveniadas, desde que os descontos hajam sido devidamente autorizados pelos
empregados, observado o limite de 30 % (trinta por cento) de sua remuneração.

PARÁGRAFO ÚNICO - Caso o repasse não seja efetuado no prazo acima previsto o
estabelecimento de ensino pagará multa diária de 2% (dois por cento) sobre o valor a ser
repassado, sem prejuízo da ação penal cabível.

DISPOSIÇÕES GERAIS
MECANISMOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS

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CLÁUSULA TRIGÉSIMA PRIMEIRA - CASOS OMISSOS

Os casos omissos e as divergências de interpretação dos dispositivos deste instrumento


normativo serão resolvidos de comum acordo entre as partes convenentes ou mediante
pronunciamento da Justiça do Trabalho.

DESCUMPRIMENTO DO INSTRUMENTO COLETIVO

CLÁUSULA TRIGÉSIMA SEGUNDA - MULTA POR DESCUMPRIMENTO

Impõem-se multa, no importe equivalente a 40% (quarenta por cento) do salário mínimo, pelo
descumprimento das cláusulas deste instrumento coletivo em favor do empregado
prejudicado.

OUTRAS DISPOSIÇÕES

CLÁUSULA TRIGÉSIMA TERCEIRA - TAXA NEGOCIAL DO SINTERP/MA

Ficam obrigados os estabelecimentos de ensino a promoverem o desconto de 3% (três por


cento) da remuneração dos docentes e auxiliares de administração escolar, a título de taxa
negocial, em única parcela, a incidir na folha de pagamento imediatamente seguinte à data de
registro deste instrumento normativo no sistema mediador do MTE, devendo o recolhimento
ao sindicato laboral ocorrer até o 12º (décimo segundo) dia útil do mês subsequente ao que for
efetuado o desconto.

PARÁGRAFO PRIMEIRO - Fica garantido a todos os docentes e auxiliares de administração


escolar o direito de oposição ao desconto da taxa negocial, a ser apresentado até 15 dias após o
registro desta convenção no sistema mediador do MTE, na sede do SINTERP/MA ou perante
um dirigente sindical nos municípios onde não haja filial do sindicato, mediante requerimento
que deverá conter a identificação do empregado e do empregador, devidamente assinado pelo
trabalhador com firma reconhecida.

PARÁGRAFO SEGUNDO - Fica vedada a entrega coletiva do requerimento de oposição,


viabilizando ao SINTERP esclarecer aos membros da categoria os impactos à atividade sindical
da oposição.

CLÁUSULA TRIGÉSIMA QUARTA - TAXA NEGOCIAL PATRONAL DO SINEPE/MA

Os estabelecimentos de ensino abrangidos por esta Convenção Coletiva de Trabalho, filiados


ou não filiados ao Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado do Maranhão –
SINEPE/MA, deverão recolher em favor do SINEPE/MA, a título de taxa negocial patronal, o
valor estabelecido na tabela abaixo, devidamente autorizada em Assembleia Geral da
Categoria econômica, devendo o respectivo pagamento ocorrer em parcela única por meio de

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boleto bancário emitido pelo SINEPE/MA. O pagamento deverá ocorrer até o dia 20 (vinte) do
mês de junho de 2025.

Nº DE ALUNOS MATRICULADOS Valor a Pagar


Até 60 alunos R$ 380,00
De 61 a 100 alunos R$ 542,00
De 101 a 150 alunos R$ 730,00
De 151 a 200 alunos R$ 876,00
De 201 a 250 alunos R$ 984,00
De 251 a 300 alunos R$ 1.060,00
De 301 a 350 alunos R$ 1.100,00
De 351 a 400 alunos R$ 1.250,00
De 401 a 500 alunos R$ 1.500,00
De 501 a 700 alunos R$ 1.650,00
De 701 a 800 alunos R$ 1.800,00
De 801 a 1.000 alunos R$ 2.000,00
De 1.001 a 2.000 alunos R$ 2.300,00
De 2.001 a 3.000 alunos R$ 2.600,00
De 3.001 a 4.000 alunos R$ 3.000,00
De 4.001 a 5.000 alunos R$ 4.000,00
Acima de 5.000 alunos R$ 5.000,00

PARÁGRAFO ÚNICO – As instituições de ensino não filiadas ao SINEPE/MA poderão


exercer o direito de oposição ao pagamento estabelecido nesta cláusula, por meio de ofício
elaborado em papel timbrado o qual deverá ser devidamente assinado por seu representante
legal, o qual deverá ser enviado fisicamente ao SINEPE/MA, ou pelo endereço de e-mail:
[email protected], até o dia 26 de maio de 2025.

CLÁUSULA TRIGÉSIMA QUINTA - PLANO ODONTOLÓGICO

Os estabelecimentos de ensino têm a faculdade de contratar plano odontológico em benefício


de seus empregados, por meio da empresa CONVENIADA AO SINTERP/MA, sendo estes
responsáveis pelo pagamento de R$ 12,00 (doze reais) do valor das mensalidades e adesões,
garantindo a cobertura do rol de procedimentos aplicável aos planos odontológicos, divulgado
pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, pelo período de vigência deste
instrumento coletivo.

ANDRE LUIZ PEREIRA ISRAEL DA SILVA


PRESIDENTE

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SINDICATO DOS ESTABEL DE ENSINO NO ESTADO DO MARANHAO

LUIS JORGE LOBAO BORGES


PRESIDENTE
SINDICATO DOS TRAB EM ESTDE ENS DA REDE PART DO ESTDOMA

ANEXOS
ANEXO I - ATA CCT 2025

Anexo (PDF)

A autenticidade deste documento poderá ser confirmada na página do Ministerio do Trabalho e Emprego
na Internet, no endereço http://www.mte.gov.br.

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