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Manual - Destroçador

O relatório técnico aborda a segurança do Destroçador PET, detalhando a análise de riscos e as metodologias utilizadas para garantir a segurança operacional da máquina. Ele descreve os dispositivos de segurança, procedimentos de operação e manutenção, além de apresentar normas relacionadas à segurança em máquinas. O objetivo é assegurar a conformidade com a NR12 e minimizar riscos para operadores e terceiros.

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O relatório técnico aborda a segurança do Destroçador PET, detalhando a análise de riscos e as metodologias utilizadas para garantir a segurança operacional da máquina. Ele descreve os dispositivos de segurança, procedimentos de operação e manutenção, além de apresentar normas relacionadas à segurança em máquinas. O objetivo é assegurar a conformidade com a NR12 e minimizar riscos para operadores e terceiros.

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RELATÓRIO TÉCNICO

SEGURANÇA DE MÁQUINAS

DESTROÇADOR PET
Nº Série: 2022-00245

Joinville 06/05/2022

RTSM – 012DGFP

Rua Dorothovio do Nascimento, nº 3132 - Bairro Jardim Sofia – CEP: 89.219-750 Joinville / SC – BRASIL
Fone/Fax: Vendas: 55 (47) 3467-6376 - e-mail: [email protected] 1
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Sumário
1 - INFORMAÇÕES GERAIS ........................................................................................................... 4

1.2 - INFORMAÇÕES DA EMPRESA ............................................................................................... 4

1.3 - INFORMAÇÕES DA MÁQUINA/EQUIPAMENTO ..................................................................... 4

1.4 - ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO TÉCNICO............................................................................. 4

2 - INTRODUÇÃO ............................................................................................................................ 5

3 - OBJETIVO .................................................................................................................................. 6

4 - APRECIAÇÃO DE RISCOS E REDUÇÃO DE RISCO ................................................................ 7

5 - METODOLOGIAS UTILIZADAS ............................................................................................... 10

5.1 - METODOLOGIA PARA PRIORIZAÇÃO - HRN ...................................................................... 10

5.2 - METODOLOGIA PARA SELEÇÃO DE CATEGORIAS ........................................................... 12

6 - APRECIAÇÃO DOS RISCO ...................................................................................................... 14

6.1 - ANÁLISE DOS RISCOS ......................................................................................................... 14

6.1.1 - DETERMINAÇÃO DOS LIMITES DA MÁQUINA ................................................................. 14

6.1.2- IDENTIFICAÇÃO DOS PERIGOS E ESTIMATIVA DOS RISCOS ........................................ 15

6.2 - AVALIAÇÃO DOS RISCOS .................................................................................................... 18

6.2.1 - ALCANCE DOS OBJETIVOS E REDUÇÃO DOS RISCO .................................................... 18

6.2.2 - PROCEDIMENTOS DE OPERAÇÃO .................................................................................. 18

6.2.3 - PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA ................................................................................ 18

7 - REDUÇÃO DE RISCOS ............................................................................................................ 19

7.1 - SISTEMAS DE SEGURANÇA ................................................................................................ 20

7.2 - DISPOSITIVO DE PARTIDA, ACIONAMENTO E PARADA .................................................... 25

7.2.1 - PAINEL DE COMANDO......................................................................................... 27

7.3 - DISPOSITIVO DE PARADA DE EMERGÊNCIA ..................................................................... 28

7.4 - SISTEMA DE RETENÇÃO E FILTRAGEM DE LÍQUIDO ........................................................ 30

7.5 - SAÍDA DE LÍQUIDO FILTRADO, DRENAGEM ....................................................................... 31

7.6 - RISCO RESIDUAL.................................................................................................................. 31

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8 - ESTIMATIVA DO RISCO........................................................................................................... 32

9 - PROCEDIMENTOS ................................................................................................................... 33

9.1 - OPERACIONAL GERAL ......................................................................................................... 33

9.2.- MODO DE OPERAÇÃO.......................................................................................................... 34

9.3 - MANUTENÇÃO PREVENTIVA ............................................................................................... 35

9.4 - VERIFICAÇÃO DE FALHAS ................................................................................................... 36

10 - INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA ............................................................................................ 36

11 - MANUTENÇÃO ....................................................................................................................... 37

12 - CONCLUSÃO.......................................................................................................................... 38

13 - APROVAÇÃO TÉCNICA ......................................................................................................... 39

14 - ANEXOS ................................................................................................................................. 40

• ARTs

• ESQUEMA ELÉTRICO

• CERTIFICADO DOS PRODUTOS

• CERTIFICADO DE GARANTIA

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1 - INFORMAÇÕES GERAIS

1.1- RESPONSABILIDADE TÉCNICA

• Antonio Carlos Bührer Macedo


• Engº Mecânico e Segurança do Trabalho
• CREA - SC: 027401-7

1.2 - INFORMAÇÕES DA EMPRESA

• EMPRESA: FORZAN INDUSTRIAL Ltda.


• ENDEREÇO: Rua Dorothovio do nascimento, 3132
• BAIRRO: Jardim Sofia
• TELEFONE: 47- 3467-6376
• CEP: 89223-600
• CNPJ: 03.049.944/0001-41
• IE : 253.876.648

1.3 - INFORMAÇÕES DA MÁQUINA/EQUIPAMENTO

• ESPECIFICAÇÃO: Máquina destinada à perfuração e separação de resíduos


• MÁQUINA: Destroçador de garrafas PET
• MARCA: Forzan
• MODELO: DGPF
• TENSÃO: 380V
• MOTOR: 3 CV
• Nºs de SÉRIES: 2022-00245
• COMANDO: ELÉTRICO

1.4 - ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO TÉCNICO

• Engº Antonio Carlos Bührer Macedo

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2 - INTRODUÇÃO

Acidentes de trabalho podem causar danos sociais e prejuízos devido a


penalidades e perda de produtividade, além do mais, podem denegrir a imagem de uma
empresa. A segurança no meio de trabalho também é importante visto que há reduções de
custo devido à diminuição de acidentes/incidentes, com redução de danos materiais e
pessoais, absenteísmo e tempo de máquina parada.

Para a diminuição de acidentes, normas de segurança com forças de leis foram


criadas servindo de base técnica para consulta e definição de sistemas de segurança de
máquinas. A norma regulamentadora NR 12 - Segurança no Trabalho em Máquinas e
Equipamentos, estabelece os procedimentos obrigatórios nos locais destinados a máquinas e
equipamentos, como piso, áreas de circulação, dispositivos de partida e parada, normas sobre
proteção de máquinas e equipamentos, bem como manutenção e operação; tudo isso, visando
a segurança dos envolvidos no processo.

Para identificar e avaliar os riscos existentes bem como para determinar as funções
de segurança necessárias para evitar a ocorrência de acidentes, a NBR ISO 12100 de 12/2013
- Segurança de máquinas - Princípios gerais de projeto - Apreciação e redução de riscos
especifica a terminologia básica, princípios e uma metodologia para obtenção da segurança
em projetos de máquinas. Ela específica princípios para apreciação e redução de riscos que
auxiliam projetistas a alcançar tal objetivo. Estes princípios são baseados no conhecimento e
experiência de projetos, uso, incidentes, acidentes e riscos associados a máquinas.

Os registros fotográficos apresentados nesse relatório são apenas ilustrativos e tem


como objetivo identificar o funcionamento e os dispositivos de segurança instalados Nos
Destroçadores , no qual segue um padrão. No entanto alguns itens podem diferenciar de uma
máquina para outra e que não interfere no sistema de segurança instalado, como:
✓ Cores dos botões do bimanual
✓ Posição da haste de gerenciamento do controle de abertura e fechamento e
desliga bomba.
✓ Detalhes individuais de algumas proteções fixas.
✓ Posição dos componentes elétricos de segurança.

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3 - OBJETIVO
O presente relatório técnico tem por objetivo descrever, identificar e verificar as
condições de operação da máquina Destroçador – Nr. de Séries 2022-00245 em análise,
relacionando os dispositivos de segurança instalados e os intertravamentos para garantir a
segurança dos operadores e terceiros em atendimento à NR12- Segurança no Trabalho em
Máquinas e Equipamentos.

Normas Relacionadas:

• NBR ISO 12100 - Segurança de máquinas - Princípios gerais de projeto - Apreciação e


redução de riscos

• NBR 14153 - Segurança de máquinas - Partes de sistemas de comando relacionados à


segurança - Princípios gerais para projeto;

• NBR NM ISO 13852 - Segurança de máquinas - Distâncias de segurança para impedir


o acesso a zonas de perigo pelos membros superiores;

• NBR 13759 - Segurança de máquinas - Equipamentos de parada de emergência -


Aspectos funcionais - Princípios para projeto;

• NBR NM 272 - Segurança de máquinas - Proteções - Requisitos gerais para o projeto e


construção de proteções fixas e móveis;

• NBR NM 273 - Segurança de máquinas - Dispositivos de intertravamento associados a


proteções - Princípios para projeto e seleção;

• NBR 14154 - Segurança de máquinas - Prevenção de partida inesperada;

• NBR 14152 – Dispositivos Comandos Bimanuais – Aspectos funcionais e princípios para


projeto

• NBR 5410 – Instalações Baixa Tensão

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• NR 10 –Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade

• NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos

• http://sectordialogues.org/sites/default/files/acoes/documentos/risco_mte.pdf

O presente documento terá validade enquanto permanecerem inalterados os


dispositivos de segurança em geral instalados no equipamento/máquina, conforme
apresentado neste relatório.

Ficando certo que as avaliações realizadas nas máquinas por esse profissional
devidamente habilitado no qual foi utilizado a melhor técnica apresentada até o presente
momento para dirimir interpretações que possam ser questionadas.

4 - APRECIAÇÃO DE RISCOS e REDUÇÃO DE RISCOS

“A apreciação de riscos é um processo composto por uma série de etapas que


permite, de forma sistemática, analisar e avaliar os riscos associados à máquina”.

A analise de risco oferece informações necessárias para a avaliação dos riscos,


a qual permite que se façam os julgamentos quanto à necessidade ou não de redução destes
Estes julgamentos devem ser suportados por uma estimativa de risco
qualitativa ou, quando apropriado, quantitativa, associada aos perigos presentes na máquina.
NOTA: A abordagem quantitativa pode ser apropriada quando há dados válidos
disponíveis. Entretanto, uma abordagem quantitativa está restrita aos dados válidos e/ou Às
limitações dos recursos dos que conduzem a apreciação de riscos. Além disso, em muitas
aplicações, será possível apenas elaborar a estimativa de riscos qualitativa.

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“A apreciação dos riscos é seguida, sempre que necessário, pela redução de
riscos. A iteração deste processo pode ser necessária para eliminar o máximo de perigos
possíveis, assim como, reduzir adequadamente os riscos por meio de implementação de medidas
de proteção”.

A apreciação de risco, compreende as seguintes etapas:

• Analise de Risco
Oferece informações necessárias para a avaliação dos riscos
✓ determinação dos limites da máquina
✓ identificação dos perigos
✓ estimativa dos riscos

• Avaliação de Risco
Permite que se façam julgamentos quanto à necessidade ou não de redução de riscos.

A redução de risco

• Eliminação do perigo ou redução de risco associado ao perigo por meio de medidas


de proteção.

Para apreciação do risco destas máquinas, tomou-se como referencia o escrito


na NBR ISO 12100 - Segurança de máquinas - Princípios gerais de projeto - Apreciação
e redução de riscos

A norma acima citada estabelece um guia para decisões durante o projeto


de máquinas e dá apoio na preparação de requisitos de segurança, consistentes e
apropriados, na elaboração de normas do tipo B ou C, com o objetivo de cumprir os requisitos
essenciais de segurança.

A figura a seguir ilustra um resumo dos os passos a serem seguidos na – Processo Iterativo
para Segurança completa de máquinas e equipamentos, conforme ABNT NBR ISO 12100:2013

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Inicio

Determinação dos limites


da máquina APRECIAÇÃO DOS RISCOS

ANÁLISE DOS RISCOS


Identificação dos perigos

Estimativa dos Riscos

AVALIAÇÃO DOS RISCOS

Sim
A máquina m
Documenta Fim
é Segura?
ção

Não

REDUÇÃO DOS RISCOS


POR MEIO DE MEDIDAS DE
SEGURANÇA

Não A redução Sim


de riscos
desejada foi
alcançada?

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5.- METODOLOGIAS UTILIZADAS

5.1. - METODOLOGIA PARA PRIORIZAÇÃO – HRN

A metodologia de estimativa de risco HRN – Hazard Rating Number é uma


metodologia adequada para a priorização de ações, visto que fornece uma ampla gama de
gradações de risco, porém não relaciona a categoria de segurança requerida para o sistema
de segurança utilizado para prover a proteção de perigos identificados relacionados à
operação e outras intervenções em máquinas e equipamentos.

Embora não possa ser utilizada para a determinação da categoria de segurança


requerida, esse método é bastante utilizado no Brasil para a priorização de ações de
adequação de máquinas aos requisitos legais e normativos aplicáveis quanto à segurança de
máquinas.

A metodologia HRN está baseada nos passos lógicos para a apreciação de


riscos apresentados nas normas técnicas NBR ISO 12100:2013 – Segurança de máquinas -
Princípios gerais de projeto - Apreciação e redução de riscos e a ISSO 14121-1:2007 - Safety
of machinery — Risk assessment — Part 1: Principles.

O descrito na NBR ISO 12100:2013 – Segurança de máquinas- Princípios


gerais de projeto - Apreciação e redução de riscos segue o descrito na ISO 14121-1:2007 -
Safety of machinery - Risk assessment — Part 1: Principles.

A metodologia de estimativa de risco HRN – Hazard Rating Number é um


método que atende aos requisitos descritos nas normas apontadas acima. É um método
quantitativo em que valores numéricos são atribuídos para os seguintes itens:

Se (Severidade do Dano Considerado), Fr (Frequência de Exposição ao Risco),


Pr (Probabilidade de Ocorrência do Dano) NP (N º de Pessoas Expostas ao Risco).

A Cl (Classe do Risco) é igual à multiplicação dos quatro valores selecionados das tabelas.

Cl = Se x Fr x Pr x NP

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Salienta-se, ainda, que deve ser aplicado o método HRN individualmente para
cada perigo identificado na máquina. Isto é, se na máquina forem identificados 5 perigos, o
método deve ser aplicado para cada um desses cincos pontos, individualmente.

A seguir a tabela com os valores relacionados à severidade dos danos A seguir, tabela com os valores relacionados à
considerados frequência de exposição ao risco considerado.

Severidade dos Danos Se Frequência de Exposição ao Risco Fr


Morte 15 Constantemente 5
Perda de 2 membros/olhos ou doença grave (irreversível) 8 Horário 4
Perda de 1 membro/olho ou doença grave (temporária) 4 Diariamente 2,5
Fratura - ossos importantes ou doença leve (permanente) 2 Semanal 1,5
Fratura - ossos menores ou doença leve (temporária) 1 Mensal 1
Laceração/Efeito leve na saúde 0,5 Anual 0,2
Arranhão/Contusão 0,1 Raramente 0,1

A seguir, tabela com os valores relacionados à probabilidade de A seguir, tabela com os valores relacionados ao
ocorrência do dano considerado. número de pessoas expostas ao perigo considerado.

Probabilidade de Ocorrência do Dano Pr Número Pessoas Expostas NP


Certamente 15 Mais de 50 pessoas 12
Esperado 10 16 - 50 pessoas 8
Provável 8 8 - 15 pessoas 4
Alguma Chance 5 3 - 7 pessoas 2
Possível 2 1 - 2 pessoas 1
Não esperado 1
Impossível 0,03

Com o valor de Cl (Classe de Risco), pode-se obter uma avaliação qualitativa do risco e a ação requerida.

HRN Risco Descrição Obs.:


Nenhuma Ação
0 -5 Insignificante Oferece um risco muito baixo para a segurança e saúde.
Requerida
Contém riscos necessários para a implementação de Melhoria
5 - 50 Baixo porém significativo
medidas de controle de segurança. Recomendada
Oferece possíveis riscos, necessitam que sejam utilizadas Necessária Ação
50 - 500 Alto
medidas de controle de segurança urgentemente. de Melhoria
É inaceitável manter a operação do equipamento na Necessária Ação
500 + Inaceitável
situação que se encontra. de Melhoria

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5.2 - METODOLOGIA PARA SELEÇÃO DE CATEGORIAS.

A seguir descrevemos um método simplificado apresentado no Anexo B da


NBR 14153 e baseado na NBR ISO 12100 (particularmente com relação à simplificação dos
elementos de risco) para seleção de categorias apropriadas como ponto de referência para o
projeto das diversas partes relacionadas à segurança de sistemas de comando.
Esse método é apresentado na NBR 14513 como um guia; porém, a NR-12
informa que a categoria de segurança requerida para um sistema de segurança deve ser
determinada por meio da análise de risco prevista em normas técnicas oficiais vigentes.
Dessa forma, nos resta seguir a metodologia apresentada no Anexo B da NBR 14153.
É importante que o projeto de partes relacionadas à segurança de sistema de
comando, incluindo a seleção de categorias, seja baseado na apreciação dos riscos, utilizando
seus princípios dados na NBR ISO 12100, e seja parte da apreciação do risco total da
máquina.
A quantificação do risco é usualmente muito difícil ou impossível, e esse
método apenas diz respeito à contribuição para a redução do risco feita pelas partes
relacionadas à segurança de sistemas de comando.
Esse método fornece apenas uma estimativa da redução do risco e tem a
intenção de orientar o projetista e o elaborador de normas a escolher a categoria baseado em
seu comportamento no caso de um defeito.
Entretanto, isso é apenas um aspecto, e outras influências também irão
contribuir para a avaliação de que a adequada segurança tenha sido atingida.
Isso inclui, por exemplo, confiabilidade de componentes, tecnologia aplicada,
aplicação particular, as quais podem indicar um desvio da categoria antecipadamente
escolhida.

O método é como descrito a seguir:


A severidade do ferimento (representada por S) é relativamente fácil de ser estimada (por
exemplo: laceração, amputação, fatalidade).
Para a frequência da ocorrência, parâmetros auxiliares são usados para melhorar a estimativa.
Esses parâmetros são:
• Frequência e tempo de exposição ao perigo (F);
• Possibilidade de evitar o perigo (P).

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A metodologia para classificação de risco é descrita na imagem abaixo:

CATEGORIA

B 1 2 3 4
Ponto de partida S1
para estimativa
do risco para P1
partes
relacionadas à F1
P2
segurança de
sistemas de S2
comando P1
F2
P2

S- Severidade do ferimento
S1 Ferimento leve (normalmente reversível)
S2 Ferimento sério (normalmente irreversível) incluindo a morte

F- Frequência e/ou tempo de exposição ao perigo


F1 Raro a relativamente frequente e/ou baixo tempo de exposição
F2 Frequente a contínuo e/ou tempo de exposição longo

P- Possibilidade de evitar o perigo


P1 Possível sob condições especificas
P2 Quase nunca possível

Categorias preferenciais para pontos de referência

Categorias possíveis que requerem medidas adicionais

Medidas que podem ser superdimensionadas para risco relevante

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6 - APRECIAÇÃO DOS RISCOS

“Para executar a apreciação de riscos, deve-se levar em consideração primeiramente a


análise dos riscos (determinação dos limites da máquina, identificação dos perigos, estimativa
dos riscos) e avaliação do risco,

6.1- ANÁLISE DOS RISCOS

6.1.1 - DETERMINAÇÃO DOS LIMITES DA MÁQUINA

Destinada à perfuração e separação de líquidos envasados em recipientes PET, sendo sua


normalidade de operação por um operador. As garrafas são inseridas na correia
transportadora de alimentação que leva o material para o funil de alimentação e no interior da
máquina ocorrem o processo de perfuração e separação. O material sólido perfurado, garrafas
PET, é retirado do interior da máquina pela correia de transportadora de saída, que leva o
resíduo até um recipiente externo. O líquido drenado escore para o reservatório, que possui
uma conexão de saída no corpo da máquina, seguindo para posterior processamento e
descarte. Frontal e posterior da máquina livres.

Esta máquina é composta de 3 aberturas:

➢ Uma para entrada de material, localizada no corpo do funil de alimentação, seu acesso
está restrito pela correia transportadora de alimentação.
➢ Outra localizada na lateral direita da base, para a saída do material processado estando
obstruída pela correia transportadora de saída do material e uma proteção adicional para
restrição do espaço em relação a área de perigo.
➢ A terceira abertura está na lateral esquerda, e possibilita ao operador o acesso as
grades filtrantes de líquido para limpeza. Esta abertura fica distante da região de perigo
e com as demais garantem que o operador não tenha acesso a área de perigo quando
a máquina está em operação.
Lateralmente temos uma gaveta, de pré-filtragem, que pode ser removida, não expondo o
operador a nenhum perigo durante a operação da máquina.

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Máquina: Destroçador de garrafas PET

MODELO POTÊNCIA TENSÃO NR. SÉRIE

DGPF 3CV 380V 2022-00245

➢ Nível de Treinamento

O conhecimento da operação, manutenção, inspeção e demais intervenções na máquina, os


perigos e os riscos existentes devem ser de conhecimento de todos que tem acesso
autorizado, formalmente pela empresa na máquina.

A capacitação deve ser compatível com as funções, e que aborde os riscos a que estão
expostos e as medidas de proteção implantadas nos termos da Norma.

6.1.2- IDENTIFICAÇÃO DOS PERIGOS E ESTIMATIVA DOS RISCOS

Analise realizada sem considerar as implementações de segurança

Para cada um dos perigos potenciais identificados, estima-se pelo método


quantitativo HRN o grau de risco, analisando: a probabilidade de ocorrência, frequência de
exposição, grau da possível lesão e número de pessoas sob o risco.

Pela NBR 14153 define-se a categoria de risco, ou seja, a estimativa do risco


para partes relacionadas à segurança de sistemas de comando.

Observação:

PERIGO - possibilidade do dano.

RISCO - probabilidade da ocorrência do perigo acorrer.

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LOCAL: FRONTAL / LATERAL DIREITA DA MÁQUINA
Neste ponto a exposição do operador é no momento da retirada do material
processado. O material processado cai por gravidade em conjunto com o
DESCRIÇÃO: líquido de descarte. O conjunto de rolos neste ponto giram de encontro a
estrutura da máquina. E o material cai sobre a superfície de drenagem do
líquido. .
TIPO DO PERIGO: Mecânico
POTENCIAL DANO: Esmagamento devido a elementos móveis, impacto, corte ou mutilação.

Figura-1
C Ilustrativa

ESTIMATIVA DO RISCO
VALORES / ZONAS DE PERIGO
VARIAVEIS
A B C
Severidade Se 8 15 2
Frequência de Exposição Fr 5 5 5
Probabilidade de Ocorrência do dano Pr 8 8 10
Número de Pessoas Expostas NP 2 2 2
Cl = Se x Fr x Pr x NP (HRN). 640 1200
Classe do Risco. Inaceitável Inaceitável Alto

Severidade do ferimento S S2 S2 S2
Frequência e/ou tempo de exposição
F F1 F2 F1
ao perigo
Possibilidade de evitar o perigo P P1 P2 P1
Classificação do Risco Cat.1 Cat.4 Cat.1

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LOCAL: POSTERIOR / LATERAL ESQUERDA DA MÁQUINA
Descrição: Neste ponto a exposição do operador é no momento do
abastecimento do material na área de perfuração e separação do líquido, que
DESCRIÇÃO: ocorre entre dois rolos paralelos, dotados de anéis dispostos ao longo do eixo
que giram, um contra o outro. Forçando a passagem do material entre eles,
perfurando e pressionando o material contra suas paredes e anéis.
TIPO DO PERIGO: Mecânico
POTENCIAL DANO: Esmagamento devido a elementos móveis, impacto, corte ou mutilação.

Figura-2
Ilustrativa
a
ESTIMATIVA DO RISCO
VALORES / ZONAS DE PERIGO
VARIAVEIS
D E
Severidade (Se). 8 15
Frequência de Exposição (Fr). 5 5
Probabilidade de Ocorrência do dano (Pr). 8 8
Número de Pessoas Expostas (NP). 2 2
Cl = Se x Fr x Pr x NP (HRN). 640 1200
Classe do Risco. Inaceitável Inaceitável

Severidade do ferimento S S2 S2
Frequência e/ou tempo de exposição
F F1 F2
ao perigo
Possibilidade de evitar o perigo P P1 P2
Classificação do Risco Cat.1 Cat.4

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6.2 - AVALIAÇÃO DOS RISCOS

De acordo com a análise do risco, verificou-se os limites da máquina,


identificação dos perigos e estimativa dos riscos (metodologias HRN e NBR 14153) segue
abaixo a avaliação dos riscos para cada localização da máquina, anterior as medidas de
segurança implantadas.

Frontal/Posterior Lateral Dir. e Esq Lateral Dir.


Máquina Na base Saída do material
Grau de Risco HRN: Alto Inaceitável Alto
Classificação do Risco: Categoria 1 Categoria 4 Categoria 1

6.2.1 - ALCANCE DOS OBJETIVOS E REDUÇÃO DOS RISCO

Para a redução de riscos desta máquina, observamos a NR 12 que define


referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e
a integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de
acidentes.

6.2.2 - PROCEDIMENTOS DE OPERAÇÃO

Não existe máquina totalmente segura, para atingirmos o proposto nesta analise
de risco e no relatório abaixo, os operadores que a utilizarão, deverão ter o conhecimento da
operação e os riscos existentes.

6.2.3 - PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA

Como em toda a operação de máquina que tenha risco, procedimentos de


segurança deverão ser observados e estes estão descritos no relatório abaixo e todos os
operadores devem ter conhecimento.

A análise de risco oferece informações necessárias para a avaliação dos riscos, a qual permite
que se façam os julgamentos quanto à necessidade ou não de redução destes.

Mesmo após a implementação de todas as medidas de proteção instaladas, as máquinas


podem possuir riscos residuais.
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7 - REDUÇÃO DE RISCOS

Conforme item 12.1 da NR212, Princípios Gerais, sub item 12.1.1 traz descrito:

“Esta Norma Regulamentadora - NR e seus anexos definem referências técnicas,


princípios fundamentais e medidas de proteção para resguardar a saúde e a
integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a
prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização
de máquinas e equipamentos, e ainda à sua fabricação, importação,
comercialização, exposição e cessão a qualquer título, em todas as atividades
econômicas, sem prejuízo da observância do disposto nas demais NRs aprovadas
pela Portaria MTb n.º 3.214, de 8 de junho de 1978, nas normas técnicas oficiais
ou nas normas internacionais aplicáveis e, na ausência ou omissão destas,
opcionalmente, nas normas Europeias tipo “C” harmonizadas.”

Conforme, sub item 12.1.1 traz descrito

Na aplicação desta NR e de seus anexos, devem-se considerar as características


das máquinas e equipamentos, do processo, a apreciação de riscos e o estado da
técnica.

Conforme, sub item 12.1.9.1 traz descrito

A adoção de sistemas de segurança nas zonas de perigo deve considerar as


características técnicas da máquina e do processo de trabalho e as medidas e
alternativas técnicas existentes, de modo a atingir o nível necessário de segurança
previsto nesta NR.

Após a avaliação dos riscos verificou-se que o grau de risco na, parte
frontal/lateral direita e posterior/lateral esquerda, é considerado inaceitável.
Portanto a necessidade de redução de risco é em todas as faces da máquina.

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A seguir será descrito detalhadamente quais foram as MEDIDAS DE
PROTEÇÃO, implantadas e identificadas com as quais se reduziu o risco a acidentes, com
base no que prevê a Norma Regulamentadora NR 12 com as devidas citações dos itens
pertinentes as medidas de proteção instaladas.

7.1 - SISTEMAS DE SEGURANÇA - (Item 12.5 da NR12)

Conforme sub item 12.5.1 da NR12 traz descrito:

“As zonas de perigo das máquinas e equipamentos devem possuir sistemas de


segurança, caracterizados por proteções fixas, proteções móveis e dispositivos de
segurança interligados, que resguardem proteção à saúde e à integridade física
dos trabalhadores”.

Conforme sub item 12.5.2 da NR12 traz descrito:

“Os sistemas de segurança devem ser selecionados e instalados de modo a


atender aos seguintes requisitos:
a) ter categoria de segurança conforme apreciação de riscos prevista nas normas
técnicas oficiais;
b) estar sob a responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado;
c) possuir conformidade técnica com o sistema de comando a que são integrados;
d) instalação de modo que dificulte a sua burla;
e) manterem-se sob vigilância automática, ou seja, monitoramento, se indicado pela
apreciação de risco, de acordo com a categoria de segurança requerida, exceto
para dispositivos de segurança exclusivamente mecânicos; e
f) paralisação dos movimentos perigosos e demais riscos quando ocorrerem falhas
ou situações anormais de trabalho.

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Conforme sub item 12.5.3 da NR12 traz descrito

“Os sistemas de segurança, se indicado pela apreciação de riscos, devem exigir


rearme (“reset”) manual”.

Conforme sub item 12.5.4 da NR12 traz descrito a seguinte informação:

Para fins de aplicação desta Norma, considera-se proteção o elemento


especificamente utilizado para prover segurança por meio de barreira física,
podendo ser:
a) PROTEÇÃO FIXA, que deve ser mantida em sua posição de maneira
permanente ou por meio de elementos de fixação que só permitam sua remoção
ou abertura com o uso de ferramentas;
b) PROTEÇÃO MÓVEL, que pode ser aberta sem o uso de ferramentas,
geralmente ligada por elementos mecânicos à estrutura da máquina ou a um
elemento fixo próximo, e deve se associar a dispositivos de intertravamento

Conforme sub item 12.5.6 da NR12 traz descrito a seguinte informação:

“A proteção deve ser móvel quando o acesso a uma zona de perigo for requerido
mais de uma vez por turno de trabalho, observando-se que:
a) a proteção deve ser associada a um dispositivo de intertravamento quando sua
abertura não possibilitar o acesso à zona de perigo antes da eliminação do risco;e
b) a proteção deve ser associada a um dispositivo de intertravamento com
bloqueio quando sua abertura possibilitar o acesso à zona de perigo antes da
eliminação do risco”.

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POSTERIOR à LATERAL ESQUERDA DA MÁQUINA e
FRONTAL à LATERAL DIREITA

É composta de uma abertura, sendo a correia de alimentação para o funil da máquina. A


correia está fixada ao funil por dois parafusos e ao piso por dois chumbadores. O funil fixado
por parafusos na estrutura da máquina
Foi instalado proteção fixa que impede o acesso a zona de perigo próximo as grades filtrantes
de líquido para limpeza.

Instalação de Proteção Fixa

Posterior à Esquerda

Funil da máquina
Entrada de Material

Correia
Transportadora
Entrada de
Material

Frontal à direita

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POSTERIOR À LATERAL DIREITA DA MÁQUINA

Composta por uma única saída, onde o material processado sobe do interior da máquina (funil)
trazido pela correia transportadora.
Instalado uma proteção fixa para restrição do espaço/distância em relação a zona de perigo

.Instalação de Proteção Fixa.

.Correia Transportadora
B Saída de Material

.
A – Boca de Saída de Material inicial
B – Boca de Saída de Material final

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FRONTAL E POSTERIOR DA MÁQUINA

Foram instaladas proteções fixas na zona de perigo dos elementos móveis de transmissão.

Instalação de Proteção Fixa.

Posterior da Máquina

Frontal da Máquina
Motores protegidos por capas.

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7.2 - DISPOSITIVO DE PARTIDA, ACIONAMENTO E PARADA - (Item 12.4 da NR12)

Conforme sub item 12.4.1 da NR12 traz descrito a seguinte citação:

Os dispositivos de partida, acionamento e parada das máquinas devem ser


projetados, selecionados e instalados de modo que:

a) não se localizem em suas zonas perigosas;


b) possam ser acionados ou desligados em caso de emergência por outra pessoa
que não seja o operador;
c) impeçam acionamento ou desligamento involuntário pelo operador ou por qualquer
outra forma acidental;
d) não acarretem riscos adicionais; e
e) dificulte-se a burla.

Conforme sub item 12.4.13 da NR12 traz descrito a seguinte citação:

“Os componentes de partida, parada, acionamento e controles que compõem a


interface de operação das máquinas e equipamentos fabricados a partir de 24 de Março
de 2012 devem:

a) possibilitar a instalação e funcionamento do sistema de parada de emergência,


quando aplicável, conforme itens e subitens do capítulo sobre dispositivos de parada
de emergência, desta NR; e
b) operar em extrabaixa tensão de até 25VCA (vinte e cinco volts em corrente
alternada) ou de até 60VCC (sessenta volts em corrente contínua).

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Conforme sub item 12.4.14 da NR12 traz descrito a seguinte informação:

Se indicada pela apreciação de riscos a necessidade de redundância dos dispositivos


responsáveis pela prevenção de partida inesperada ou pela função de parada
relacionada à segurança, conforme a categoria de segurança requerida, o circuito
elétrico da chave de partida de motores de máquinas e equipamentos deve:
a) possuir estrutura redundante;
b) permitir que as falhas que comprometem a função de segurança sejam monitoradas;
e
c) ser adequadamente dimensionado de acordo com o estabelecido pelas normas
técnicas oficiais ou pelas normas internacionais aplicáveis.

Os dispositivos de segurança utilizados foram instalados em painel específico, possuindo


redundância em componentes críticos, lógica de auto monitoração e no caso de falha de um
componente, o sistema detecta e faz com que a máquina pare com segurança, desligando os
elementos atuadores

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7.2.1 - PAINEL DE COMANDO

O painel instalado na parte frontal da máquina atende as exigências da NBR


5410, especificamente para os itens de segurança. A tensão segura de comando utilizada é
da 24 Vcc tensão continua.

Rele de Segurança: Monitoramento dos Aterramento porta do painel de


botões de emergência. comando

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7.3 - DISPOSITIVO DE PARADA DE EMERGÊNCIA

Conforme sub item “12.6.1 da NR12 traz descrito a seguinte citação:

As máquinas devem ser equipadas com um ou mais dispositivos de parada de


emergência, por meio dos quais possam ser evitadas situações de perigo latentes
e existentes.

Conforme sub item 12.6.1.1 da NR12 traz descrito a seguinte citação:

Os dispositivos de parada de emergência não devem ser utilizados como


dispositivos de partida ou de acionamento.

Conforme sub item 12.6.2 da NR12 traz descrito a seguinte citação:

“Os dispositivos de parada de emergência devem ser posicionados em locais de


fácil acesso e visualização pelos operadores em seus postos de trabalho e por
outras pessoas, e mantidos permanentemente desobstruídos.”

Conforme sub item 12.6.3 da NR12 traz descrito a seguinte citação:

Os dispositivos de parada de emergência devem:

a) ser selecionados, montados e interconectados de forma a suportar as condições


de operação previstas, bem como as influências do meio;
b) ser usados como medida auxiliar, não podendo ser alternativa a medidas
adequadas de proteção ou a sistemas automáticos de segurança;
c) possuir acionadores projetados para fácil atuação do operador ou outros que
possam necessitar da sua utilização;
d) prevalecer sobre todos os outros comandos;
e) provocar a parada da operação ou processo perigoso em período de tempo tão
reduzido quanto tecnicamente possível, sem provocar riscos suplementares; e
f) ter sua função disponível e operacional a qualquer tempo, independentemente
do modo de operação;

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Os botões de emergência estão localizados na face frontal da máquina no
painel de comando, e outros dois na esteira de elevação e saída da máquina, na estrutura da
correia transportadora. são com retenção (bater / girar/ puxar) com duplo contato com ruptura
de ação positiva (NF), de fácil acesso e visualização.

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7.4 - SISTEMA DE RETENÇÃO E FILTRAGEM DE LÍQUIDO

Detalhe do sistema de filtragem


de líquido.-Tela de filtragem

.
Local da Gaveta de Pré Filtragem Gaveta de Pré Filtragem
Fechada

Local da Tela de pré filtragem Gaveta de Pré Filtragem Aberta

Fotos Ilustrativas

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7.5 - SAÍDA DE LÍQUIDO FILTRADO, DRENAGEM

Foi instalada uma saída para drenagem do líquido gerado no processo de descarte.

Local saída de liquido

7.6- RISCO RESIDUAL

Mesmo após a implementação de todas as medidas de proteção instaladas, esta máquina possui
riscos residuais como queda do material processado sobre terceiros durante a saída do material na
correia transportadora ou então invasão de terceiros na zona de perigo durante a troca de recipiente
coletor.

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8 - ESTIMATIVA DO RISCO

Analise realizada considerando as implementações de segurança

ESTIMATIVA DO RISCO
VALORES / ZONAS DE PERIGO
VARIAVEIS
A B C
Severidade (Se). 8 15 15
Frequência de Exposição (Fr). 1 1 5
Probabilidade de Ocorrência do dano (Pr). 0,03 0,03 0,03
Número de Pessoas Expostas (NP). 2 2 2
Cl = Se x Fr x Pr x NP (HRN). 0,48 0,30 2,25
Classe do Risco. Insignificante Insignificante Insignificante

ESTIMATIVA DO RISCO
VALORES / ZONAS DE PERIGO
VARIAVEIS
D E
Severidade (Se). 15 15
Frequência de Exposição (Fr). 1 4
Probabilidade de Ocorrência do dano (Pr). 0,03 0,03
Número de Pessoas Expostas (NP). 2 2
Cl = Se x Fr x Pr x NP (HRN). 0,30 3,6
Classe do Risco. Insignificante Insignificante

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9 - PROCEDIMENTOS

9.1 – OPERACIONAL GERAL

Informar a maneira correta de proceder no momento de operação, setup ou no momento de


manutenção da máquina em questão, para garantir a proteção dos operadores.

• No início de turno ou troca de operador, o mesmo deve certificar-se do correto funcionamento


de todos os dispositivos de segurança instalados.

• É imprescindível que toda pessoa que for trabalhar na máquina tenha acesso a este relatório.

• Para realização de setup ou manutenção, acionar sempre o botão de emergência.

• Quaisquer alterações de layout das proteções, projeto elétrico, projeto mecânico não são de
responsabilidade da FORZAN.Ciclo de operação NUNCA deve ser iniciado se alguma pessoa
estiver em situação de risco na máquina.

• Em caso de danos nas proteções mecânicas instaladas ou proteções faltantes, o operador deve
parar a máquina acionar o botão de emergência e avisar a manutenção do ocorrido.

• Quaisquer outros procedimentos não descritos neste item e que causem situação de risco de
acidente não são de responsabilidade da FORZAN.

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9.2. – MODO DE OPERAÇÃO

1 2 3

Item Descrição

1 Chave Geral

2 Reset Segurança

3 Liga/Desliga Bomba
4 4 Seletora Liga/Desliga Esteira

5 Botão de Emergência.

Atenção:

Antes de iniciar a operação do Destroçador, com o motor desligado, certifique-se que a correia
transportadora está totalmente livre de materiais e a gaveta de pré filtragem e telas de filtragem
estejam limpas e posicionadas corretamente.

1º) Girar a Chave Geral (1), localizada na lateral do painel para a posição “ON”
2º) Acionar botão reset de segurança (2)
3º) Acionar o botão (3) liga o destroçador.
4º) Posicionar a seletora (4) liga a esteira.
5º) Abastecer pela Transportador de correia - Entrada de material (as garrafas PETs a serem
processadas;
6º) Continuar abastecendo o destroçador normalmente e certifique-se que as telas filtrantes
permitam a passagem do líquido drenado para fora do reservatório. Caso seja necessário a
limpeza, deligar a máquina e remover sempre as da primeira linha. e depois as da segunda linha.
7º) Terminada a operação desligar o equipamento na chave posição (3), que automaticamente a
esteira é desligada.
8º) Desligar a Chave Geral posição (1).

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9.3 – MANUTENÇÃO PREVENTIVA

1 – Troca de óleo dos redutores


Período de Troca: Conforme orientação do fabricante
Utilizar óleo especificado no manual do fabricante

2 – Lubrificação dos mancais dos rolos do destroçador


Período: mensalmente.
Utilizar graxa para rolamentos de primeira linha.

3 – Motor Elétrico.
Período de Manutenção: Troca dos Rolamentos a cada 2000 horas conforme orientação do
fabricante
Fornecedor: Autorizada do Fabricante.

ATENÇÃO: Certifique-se de usar a VOLTAGEM CORRETA, antes de ligar o fio do Destroçador


de garrafas PET na rede. A voltagem foi informada por V.Sas. por ocasião da CONFIRMAÇÃO
DO PEDIDO DE VENDA.

IMPORTANTE: Verifique regularmente o visor do nível de óleo dos redutores e certifique-se de


que ele esteja sempre no nível, a fim de evitar o desgaste prematuro dos componentes do
mesmo.

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9.4 – VERIFICAÇÃO DE FALHAS

Máquina não liga: Verifique se a rede elétrica esta normal.


Tambor travado, solicitar manutenção para esticar a corrente de reversão.
Tambor travado por obstrução mecânica. Verificação visual pela boca do funil de alimentação.
Remoção pela manutenção, com retirada segura do objeto estranho.

Máquina liga, porém a correia de transporte não se movimenta: Verifique se o motor do redutor
esta girando, se estiver pode ter rompido a chaveta do eixo. Neste caso informar a manutenção.

10 - INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA

Inspecionar diariamente as Condições de Segurança da máquina antes de iniciar o trabalho;

O operador, diariamente antes de iniciar a operação da máquina, deve inspecionar o correto


funcionamento de todos os sistemas de segurança, através do preenchimento da lista de
checagem diária de segurança que se encontra em anexo.

O responsável pela segurança deve supervisionar e coordenar a inspeção de segurança diária e


o preenchimento da lista de checagem de segurança e impedir a operação da máquina caso haja
alguma inconformidade.
Em Manutenção ou Setup acione o botão de emergência e trave a chave de alimentação com
cadeado no painel de alimentação.

Nunca exponha partes do corpo na zona de risco, utilize ferramentas e dispositivos apropriados e
cuidados para não se esquecer de repor os dispositivos de segurança da máquina;

Utilizar placa de aviso de Equipamento em Manutenção quando da mesma;

Utilize somente Equipamentos e Ferramentas adequados (chaves, parafusos) sem danos físicos,
para auxiliá-lo na troca, montagem ou ajuste;

Nunca abrir os Painéis Elétricos da máquina, se preciso, chame a manutenção;

Em caso de Emergência na máquina, acione um dos três botões de emergência, localizados um


na correia de alimentação, um no painel de comando da máquina, e outro na correia de saída de
material.

Mantenha-se atento ao deslocar-se pelo Setor. Evite também, a permanência de outras pessoas
próximos da máquina durante a operação.

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Proibido direcionar jatos de ar comprimido contra seu corpo ou de terceiros;

Deve-se ter cuidado ao manusear material cortante;

Evitar esforço excessivo ou desnecessário, pedir ajuda se for necessário;

Comunicar imediatamente ao gestor/coordenador da área qualquer defeito ou falha.

Se a sucata teve contato com líquido inflamável deve ser lavada antes do processamento.

ATENÇÃO: Em caso de vazamento de óleo, a contenção é de responsabilidade do cliente.

11 - MANUTENÇÃO

Conforme NR 12 em seu tópico especifico e item 9 da NBR 14153, manutenção preventiva ou


corretiva é usualmente necessária para manter o desempenho especificado das partes
relacionadas à segurança. Com o tempo, o desvio do desempenho especificado pode levar à
deterioração da segurança ou das situações de perigo. Para identificar tais desvios, inspeções
manuais periódicas são algumas vezes necessárias. Essas inspeções devem ser realizadas
conforme cronograma de manutenção.
Deve o cliente manter arquivos e planilhas que comprovem a execução deste cronograma.
Abaixo, lista alguns pontos que devem ser observados pela Manutenção do cliente, devendo
ter registros para futuras auditorias.

Sistemas Elétricos:
Revisar e testar as condições e conexões elétricas (nos relés de seguranças, bornes,
contatoras, cabos, contatos das chaves de segurança, fonte de tensão, sensores) 1 vez por
mês;

Sistemas Mecânicos:
Revisar e testar o correto encaixe dos atuadores nas chaves de segurança (1 vez por mês);
Revisar se estão presentes todas as proteções mecânicas (diariamente);

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Para intervenções de manutenção na máquina, deve-se pressionar o botão de emergência e
seguir os procedimentos já descritos. A situação normal de trabalho do equipamento deve ser
restaurada somente quando o(s) responsável(is) pela manutenção acabar(em) o serviço e
estiver(em) devidamente fora e afastado(s) da máquina. E todas proteções fixas que por
ventura tenham sido retiradas venham a ser recolocadas e aparafusadas.

Somente pessoas autorizadas e treinadas, que reconhecem os riscos residuais da máquina


devem realizar a manutenção.

Em caso de algum acidente ou incidente, a máquina deverá ser imediatamente interditada


pelo cliente e a FORZAN, ser imediatamente avisada para seu corpo técnico realizar uma
inspeção e avaliação na máquina.

12 - CONCLUSÃO

Conforme demonstrado, o equipamento objeto deste relatório apresenta condições de


segurança para operação, uma vez que atende os requisitos das Normas Técnicas exigidas
e Normas Técnicas complementares utilizadas em sua avaliação.

A referida máquina foi destinada à KAPERSUL INDUSTRIA E COMÉRCIO DE PAPEIS S/A


portanto todos os procedimentos deste relatório devem ser obedecidos e divulgados aos
envolvidos nesta empresa.

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13 - APROVAÇÃO TÉCNICA

Conforme o exposto acima e testes realizados, consideramos satisfatórios as proteções e


dispositivos instalados nesta máquina.

ESTE RELATÓRIO TÉCNICO ESTA VINCULADO ÀS SEGUINTES ART'S:

SEGURANÇA/MECÂNICA - Nº 8019995-2

ELÉTRICA - Nº 8128502-4

Antonio Carlos B. Macedo Antonio S. Cardoso


Eng. Mecânico e Segurança do Trabalho Diretor comercial
CREA – 027401-7

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14 – ANEXOS

• ARTs

• ESQUEMA ELÉTRICO

• CERTIFICADO DOS PRODUTOS

• CERTIFICADO DE GARANTIA

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