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Estruturas Hiperestáticas

O curso de Estruturas Hiperestáticas ensina a calcular e resolver problemas relacionados a estruturas que não podem ser analisadas apenas com equações de equilíbrio, abordando métodos como o das forças e o dos deslocamentos. Os alunos aprenderão a identificar o grau de hiperasticidade, elaborar diagramas de esforços e utilizar princípios de trabalho virtual. O conteúdo é estruturado em unidades que cobrem desde a introdução ao tema até aplicações práticas e numéricas.

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pedrohcreis00
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Estruturas Hiperestáticas

O curso de Estruturas Hiperestáticas ensina a calcular e resolver problemas relacionados a estruturas que não podem ser analisadas apenas com equações de equilíbrio, abordando métodos como o das forças e o dos deslocamentos. Os alunos aprenderão a identificar o grau de hiperasticidade, elaborar diagramas de esforços e utilizar princípios de trabalho virtual. O conteúdo é estruturado em unidades que cobrem desde a introdução ao tema até aplicações práticas e numéricas.

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Estruturas Hiperestáticas

Olá, estudante.

Bem-vindo(a) à disciplina Estruturas Hiperestáticas.

As estruturas são formadas por meio da vinculação entre diversos elementos


estruturais. Como engenheiro, será parte da sua função o dimensionamento dos
elementos estruturais para que suportem o carregamento ao qual estão submetidos. O
estudo das Estruturas Hiperestáticas consiste em determinar, mediante diferentes
métodos, os esforços dessas estruturas.

Na prática, a grande maioria das estruturas pode ser considerada como hiperestática.
Sendo assim, o conhecimento adquirido no presente curso será fundamental na
agilidade para obtenção dos esforços e posterior dimensionamento das estruturas.
Lembre-se de fazer suas anotações, fichas de resumo, questionar-se e sempre tirar
dúvidas. Que os capítulos a seguir inspirem você a aprofundar seu conhecimento na
área.

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de Almeida e do Centro Universitário Jorge Amado. Qualquer uso não autorizado, reprodução ou distribuição (incluindo o upload para
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Objetivos

Ao final desta disciplina, você deverá ser capaz de:

• Calcular o grau de hiperasticidade das estruturas.


• Identificar os sistemas virtuais de uma estrutura.
• Utilizar os sistemas virtuais para resolver estruturas hiperestáticas.
• Resolver problemas de estruturas hiperestáticas por meio do método das
forças.
• Elaborar diagramas de esforços para estruturas hiperestáticas a partir do
método das forças.
• Interpretar diagramas de esforços para estruturas hiperestáticas por meio do
método das forças.
• Resolver problemas de estruturas hiperestáticas mediante o método dos
deslocamentos.
• Elaborar diagramas de esforços para estruturas hiperestáticas por meio do
método dos deslocamentos.
• Interpretar diagramas de esforços para estruturas hiperestáticas pelo método
dos deslocamentos.
• Elaborar linhas de influência.
• Avaliar o comportamento das cargas móveis.
• Utilizar linhas de influência para o traçado de envoltórias.

Conteúdo Programático

Esta disciplina está organizada de acordo com as seguintes unidades:

• Unidade 1 – Introdução ao estudo das estruturas hiperestáticas


• Unidade 2 – Estudo do método das forças
• Unidade 3 – Estudo do método dos deslocamentos
• Unidade 4 – Estudo do método dos deslocamentos

Autoria

Tauana de Oliveira Batista

Mestre em Engenharia Civil pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e


Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro – COPPE/UFRJ,
com ênfase em Estruturas e Materiais e pesquisa focada em estabilidade estrutural
(2016). Graduada em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Juiz de Fora –
UFJF (2014), onde atuou como bolsista de Treinamento Profissional na área de
Estruturas. Atuou como Coordenadora do Curso de Engenharia Civil e professora dos

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cursos de Graduação em Engenharia Civil, Engenharia de Produção e Arquitetura e
Urbanismo no Estado de Minas Gerais. Atua como professora do curso de Graduação
em Engenharia Civil, no estado do Rio de Janeiro, e coordena a área das engenharias
semipresenciais do grupo Ilumno.

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Introdução ao Estudo das Estruturas
Hiperestáticas

Você já sabe que as estruturas possuem a função de sustentar um corpo e que todas
elas são formadas pela ligação de diversos elementos. Cada um deles possui um
modelo de representação próprio e é dimensionado para diferentes tipos de
carregamentos.

A quantidade e o tipo de vinculação contribuem para a estabilidade da estrutura e a


forma como os elementos estão interligados também. Como profissional, você sempre
deverá certificar-se de que a estrutura está segura para receber os carregamentos.

Na presente unidade, você estudará estruturas formadas por elementos de barra e


aprenderá a identificar e classificar a hiperestaticidade das estruturas de acordo com
dois critérios: análise interna (que corresponde à forma como estão dispostas e
ligadas as barras) e externa (referente à vinculação externa da estrutura).

Objetivo

Ao final desta unidade, você deverá ser capaz de:

• Calcular o grau de hiperasticidade das estruturas.


• Identificar os sistemas virtuais de uma estrutura.
• Utilizar os sistemas virtuais para resolver estruturas hiperestáticas.

Conteúdo Programático

Esta unidade está organizada de acordo com os seguintes temas:

• Tema 1 - Estruturas hiperestáticas e grau de hiperasticidade


• Tema 2 - Princípio dos trabalhos e forças virtuais
• Tema 3 - Aplicações numéricas

Parte da estrutura que sustenta um prédio, normalmente, é composta por vigas e


pilares. A ligação entre esses elementos, frequentemente, é rígida. Veja a imagem
adiante de um prédio em concreto armado.

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A ligação entre esses elementos deve ser
pensada para que a estrutura, como um todo,
seja capaz de suportar todas as ações às
quais está submetida, sejam elas horizontais
ou verticais. A representação dessa ligação
rígida entre viga e pilar forma o que
chamamos pórtico múltiplo. Ele é uma
estrutura hiperestática.

Para dimensioná-la, primeiro, o engenheiro


estrutural deve ser capaz de identificar seu
grau de hiperasticidade e utilizar diferentes
técnicas para resolução do problema.

Preparado? Então pegue seu caderno de anotações e vamos iniciar nosso estudo!

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Tema 1
Estruturas hiperestáticas e grau de
hiperasticidade

Qual a diferença entre o grau de hiperasticidade interno


e o externo?
A análise estrutural corresponde à determinação dos esforços internos, reações de
apoios, deslocamentos, rotações, tensões e deformações das estruturas a partir de
uma hipótese, ou modelo, adotada durante a concepção estrutural. Uma vez
concebido o protótipo, pode-se prosseguir com as metodologias de cálculo, que são
formadas por um conjunto de equações matemáticas que garantem a resolução do
problema proposto.

Para o presente curso, vamos tratar das condições de equilíbrio para estruturas
estáticas; ou seja, não levaremos em consideração estruturas em vibração ou o
estudo da dinâmica estrutural. Basicamente, para um corpo estar em equilíbrio, ele
deve satisfazer as condições determinadas pelas equações de equilíbrio, ou equações
universais da estática. Já é de seu conhecimento que não devemos trabalhar com
estruturas hipostáticas e que a resolução dos problemas das isostáticas se dá por
meio da aplicação das equações de equilíbrio.

Já as estruturas hiperestáticas serão aquelas em que os esforços e/ou reações não


podem ser obtidos usando apenas as equações de equilíbrio. Vamos, então, aprender
a identificar o grau de hiperasticidade de uma estrutura por meio de sua análise
interna e externa.

Hiperasticidade externa

Essa está relacionada à vinculação da estrutura. Analise a figura a seguir:

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A estrutura 1 (viga) possui cinco reações de apoio. A 2 (viga) possui quatro reações de
apoio. As estruturas 3 e 4 (pórticos) possuem cinco reações de apoio, cada. A
estrutura 5 (treliça) possui quatro reações de apoio. Para resolver esses problemas,
temos três equações universais da estática (estrutura no plano). Ou seja, existe um
déficit entre o número de incógnitas e o de equações para resolver o problema. Essa
diferença entre incógnitas e equações resulta no que chamamos de grau de
hiperasticidade externo ou ge.

Hiperasticidade interna

Essa está relacionada à obtenção dos esforços internos da estrutura (normal, cortante
e momento fletor. Em casos de grelhas, teremos o terceiro). Analise a figura adiante:

As estruturas 1 e 2 possuem três reações de apoio e, como sabemos, temos três


equações universais da estática para resolver o problema. Isso poderia levá-lo à
conclusão de que a estrutura é isostática, não é mesmo?

Porém, se analisarmos externamente, de fato, as estruturas não possuem grau de


hiperasticidade externo.

Vamos avaliar do ponto de vista interno?

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Para refletir
Imagine que ambas as estruturas estão submetidas a carregamentos e que já
descobrimos suas reações. Assim, precisamos questionar: “Como vamos realizar o
traçado dos diagramas se não sabemos onde a estrutura começa e termina?”

Ficaria impossível resolver esse problema. Isso mostra que a estrutura 1 precisaria ser
“cortada” em uma seção, e a 2, em duas seções. Em cada uma que realizássemos um
“corte”, apareceriam três esforços desconhecidos: cortante (força perpendicular à
barra), fletor (carga momento) e normal (força normal à barra).

Nota
Sendo assim, fica claro que existe um déficit de incógnitas com relação à resolução do
problema, e não temos equações suplementares da estática para resolver essa
questão. Esse déficit de incógnitas gera o que chamamos de grau
de hiperasticidade interno ou gi.

A hiperasticidade total é dada pela soma da externa com a interna, ou seja GH = gi +.

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Tema 2
Princípio dos trabalhos e forças virtuais

Quais são os métodos de estudo abordados neste


curso para resolução de estruturas hiperestáticas e
como eles estão interligados?
O princípio dos trabalhos virtuais consiste num equilíbrio estabelecido entre forças
internas e externas da estrutura, levando em conta sua possibilidade de
deslocamento. Ele teve origem no século XVIII com Antoine Lavoisier:

“Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.”

Estamos trabalhando com estruturas em equilíbrio. Se um ponto está nessa condição


mesmo com diversas forças atuando sobre ele, podemos dizer que a resultante desse
sistema de forças é nula.
� 𝐹𝐹 = 0

Já que o ponto está em equilíbrio, não é possível deslocá-lo sem a adição de forças
que perturbem o sistema. Porém, se a esse ponto é dado um deslocamento sem que
haja a introdução de nenhuma força nova, ele não poderá ser atribuído a nenhuma
força real. Pense: o sistema está em equilíbrio! Nesse caso, para que houvesse um
deslocamento (real), seria necessária a introdução de uma nova força (real) dentro
desse sistema.
𝑊𝑊 = � 𝐹𝐹 ∙ 𝛿𝛿 = 0

Vamos, então, chamar de virtual tudo aquilo que será visto como uma entidade
puramente matemática. Para isso, utilizaremos o princípio de d’Alembert, que diz:

“ [...] para um ponto material em equilíbrio, o trabalho virtual realizado pelo sistema de
forças reais em equilíbrio que atua sobre o ponto, quando este sofre um deslocamento
virtual arbitrário qualquer, é nulo”, para garantir o conceito de trabalho virtual, pois o
ponto em estudo, tem garantida a condição de Equilíbrio estático (sem novas forças
reais) e Equilíbrio Energético (o trabalho virtual é nulo).”

(SUSSEKIND, 1987)

Sendo assim, para um corpo elástico em equilíbrio, o trabalho virtual das forças
externas que sobre ele atuam é igual ao das internas (esforços simples) neles

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operantes, para todos os deslocamentos virtuais arbitrários (compatíveis com os
vínculos do corpo) que lhe imponhamos. Para um corpo rígido em equilíbrio, a soma
dos trabalhos virtuais de todas as forças (reais) sobre ele é nula, para todos os
deslocamentos virtuais arbitrários que lhe imponhamos.

Neste curso vamos trabalhar principalmente com dois métodos diferentes de análise
de estruturas para resolução dos problemas de estruturas hiperestáticas. São
eles: método das forças e método dos deslocamentos. Para que você entenda de
forma mais simples:

• Método das forças: consiste em “transformar” a nossa estrutura em uma


isostática, e, a partir daí, resolvemos o problema (encontramos as reações e os
esforços).
• Método dos deslocamentos: você usará de configurações deformadas já
conhecidas para chegar à resolução do problema.

Resumindo: vamos ter que determinar os deslocamentos e rotações ou as forças e


momentos que geram a configuração deformada da estrutura. O ponto que une as
soluções propostas é o Princípio dos Trabalhos Virtuais – PTV.

Indicação de Leitura: Tabela 4.1 presente no capítulo 4 do livro: MARTHA, L.


F. Análise de estruturas: conceitos e métodos básicos. Compare os métodos de
resolução abordados aqui. O capítulo 7 do mesmo livro traz uma dedução sofisticada,
do ponto de vista matemático, sobre PTV.

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Tema 3
Aplicações numéricas

Como determinar o grau de hiperasticidade final de


uma estrutura?
Antes de iniciar seu estudo sobre os métodos de análise das estruturas hiperestáticas,
é necessário que você tenha segurança para identificar o grau de hiperasticidade total
de uma estrutura, pois a solução parte desse entendimento.

Nota
Sendo assim, serão apresentadas algumas situações para que você tenha maior
contato e adquira segurança.

Analise a estrutura adiante e tente definir qual o Grau de Hiperasticidade – GH da


estrutura:

A estrutura em questão possui quatro reações de apoio e somente três equações


universais da estática para resolver o problema. Logo, externamente, ela possui ge =
1. Porém, a estrutura em questão também é fechada e precisaria ser “cortada” para
ser resolvida. Em cada seção que realizássemos um “corte”, apareceriam três
esforços desconhecidos:

Cortante (força perpendicular à barra), fletor (carga momento)


e normal (força normal à barra). Portanto o gi = 3. Sabendo que GH =
gi+ge, GH = 4.

Analise a estrutura a seguir e tente definir qual é seu Grau de Hiperasticidade – GH:

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A estrutura em questão possui sete reações de apoio, três equações universais da
estática e mais duas provenientes da rótula para resolver o problema. O momento na
rótula é nulo. Cada uma que liga duas barras fornece uma equação; logo, teremos
duas equações, pois temos três barras numa rótula. Sendo assim, externamente, ela
possui ge = 7-(3+2) = 2. Como a estrutura é aberta, gi = 0. Sabendo que GH = gi+ge,
GH = 2.

Analise a estrutura a seguir e tente definir qual o Grau de Hiperasticidade – GH da


estrutura:

Para analisar o GH do pórtico anterior, a forma mais simples é rompê-lo nas seções
S1 e S2. Veja a imagem adiante:

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Ao fazer isso, quebramos o quadro em três estruturas isostáticas e interceptamos três
barras por seção, gerando um total de nove incógnitas. São três (barras interceptadas)
x três (incógnita por barra) x duas (seções). Logo, o GH = 18.

Vídeo

Para saber mais, assista ao vídeo publicado na unidade da disciplina no


Ambiente Virtual de Aprendizagem.

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Encerramento

Qual a diferença entre o grau de hiperasticidade interno


e o externo?
As estruturas hiperestáticas serão aquelas em que os esforços e/ou reações não
podem ser obtidos usando apenas as equações de equilíbrio. A hiperasticidade
externa está relacionada à vinculação da estrutura e a interna é referente à obtenção
de esforços internos da estrutura (normal, cortante e momento fletor. Em casos de
grelhas, teremos o terceiro).

Quais são os métodos de estudo abordados neste


curso para resolução de estruturas hiperestáticas e
como eles estão interligados?
Método das forças e Método dos deslocamentos. O ponto que une as soluções
propostas é o Princípio dos Trabalhos Virtuais, também conhecido como PTV.

Como determinar o grau de hiperasticidade final de


uma estrutura?
A determinação do grau de hiperasticidade depende do interno, do externo e da
análise em conjunto das duas situações.

Resumo da Unidade

Nesta unidade, iniciamos o estudo das estruturas hiperestáticas. Nela você aprendeu
a identificar o grau de hiperasticidade de uma estrutura e a importância do Princípio
dos Trabalhos Virtuais para a resolução delas por meio de dois métodos. Continue
seus estudos com o auxílio das bibliografias indicadas em nosso plano de ensino e
aqui na unidade.

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Referências da Unidade

• MARTHA, L. F. Análise de estruturas: conceitos e métodos básicos. Rio de


Janeiro: Grupo GEN, 2017. E-book. ISBN: 9788595153219.
• SUSSEKIND, J. C. Curso de análise estrutural. Rio de Janeiro: Globo, 1987.
v. III.

Para aprofundar e aprimorar os seus conhecimentos sobre os assuntos


abordados nessa unidade, não deixe de consultar as referências
bibliográficas básicas e complementares disponíveis no plano de ensino
publicado na página inicial da disciplina.

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