Discentes: Guilherme Simonaci Aleixo,
Jonatas Santos de Almeida e
Késsia Luara Dias Paulino
Capacidade vesical
de 350 a 500ml
1.500 a 2.500 mL
(débito urinário
em 24h)
Criança: VISH
DESOMPLICA POR FAVOR
Capacidade vesical (mL)=(idade(anos)+1)×30
Exemplos:
1 ano: (1+1) × 30 = 60 mL
5 anos: (5+1) × 30 = 180 mL
10 anos: (10+1) × 30 = 330 mL
DESOMPLICA POR FAVOR
Ingesta hídrica diária
35ml de água pelo peso corporal
de cada pessoa.
72kg X 35ml = 2.520, ou seja, 2
litros e 520 ml /dia
Uretra Prostática
Recebe os ductos prostáticos e os ductos ejaculatórios.
Uretra Membranosa ou membranácea
Região mais estreita da uretra masculina.
Uretra Bulbar (Parte da uretra esponjosa)
Envolvida pelo músculo bulboesponjoso.
Corpo do pênis
Mais longa, com cerca de 15 cm.
Atravessa todo o corpo esponjoso do pênis.
Termina no meato uretral externo, na glande.
NEUROFISIOLOGIA DA MICÇÃO
(Fase de enchimento)
Nervo Hipogástrico (T10-L2) – Sistema Simpático -
Função principal: Facilita o armazenamento de urina
Origina-se do plexo hipogástrico superior e inerva a
bexiga e o esfíncter uretral interno.
Neurotransmissores: Noradrenalina
Atua através de receptores adrenérgicos (α e β):
Receptores β3 → Relaxam o músculo detrusor
(permitindo o enchimento da bexiga).
Receptores α1 → Contraem o esfíncter uretral
interno (impedindo a saída de urina).
NEUROFISIOLOGIA DA MICÇÃO
(Fase de esvaziamento)
Nervo Pélvico (S2-S4) – Sistema Parassimpático
Função principal: Permite a micção ao contrair a bexiga
e relaxar o esfíncter interno.
Origina-se do plexo sacral e inerva principalmente o
músculo detrusor.
Neurotransmissores: Acetilcolina
Atua através de receptores muscarínicos M2 e M3,
promovendo:
Contração do detrusor (esvaziamento da
bexiga).
Relaxamento do esfíncter uretral interno
(permitindo a saída da urina).
NEUROFISIOLOGIA DA MICÇÃO
(Fase de esvaziamento voluntário)
Nervo Pudendo (S2-S4) – Controle Somático
Função principal: Controle voluntário do esfíncter
uretral externo.
Origina-se do plexo sacral e inerva o esfíncter uretral
externo (músculo esquelético).
Neurotransmissores: Acetilcolina
Atua por meio de receptores nicotínicos,
promovendo:
Contração do esfíncter uretral externo
(impedindo a micção até que haja relaxamento
voluntário).
Continência (Armazenamento –
PV < PU)
Detrusor → Relaxado (ação
simpática)
Esfíncter interno → Contraído
(ação simpática)
Esfíncter externo → Contraído
(ação somática – núcleo de
Onuf)
Micção (PV > PU)
Detrusor → Contraído (ação
parassimpática)
Esfíncter interno → Relaxado
(inibição simpática)
Esfíncter externo → Relaxado
(inibição somática – núcleo
de Onuf)
Incontinência Urinária Pós- Prostatectomia
A incontinência urinária masculina pós-
prostatectomia é uma condição que
ocorre após a remoção cirúrgica da
próstata, geralmente devido ao
tratamento do câncer de próstata.
80% dos pacientes Pós-
Prostatectomia apresentam
Disfunção Erétil e Incontinência
Urinária.
CÂNCER DE PRÓSTATA
Epidemiologia: O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens,
especialmente em idades mais avançadas. A incidência aumenta com a idade, sendo
mais comum em homens com mais de 50 anos.
Fatores de Risco: Alguns fatores de risco associados ao câncer de próstata incluem
idade avançada, histórico familiar da doença, etnia (sendo mais comum em homens
afrodescendentes) e dieta rica em gordura animal.
Assoalho Pélvico não é via de metástase
Imagem de metástase no sacro
PROSTATECTOMIA RADICAL
É um procedimento cirúrgico que envolve a remoção completa da próstata, incluindo
parte do tecido ao redor da glândula (Esfíncter uretral interno e externo), geralmente
realizada como tratamento PADRÃO-OURO para câncer de próstata localizado.
IMPACTOS E CONSEQUÊNCIAS:
Impactos psicológicos;
Recuperação física;
Sintomas associados;
Incontinência urinária;
Disfunções sexuais:
- Disfunção Erétil;
- Ejaculação Retrógrada;
Sinais e Sintomas
Polaciúria - Aumento da frequência urinária;
Urgência Miccional - Forte desejo de urinar;
Noctúria - Acordar durante a noite para urinar;
Hesitação - Dificuldade para iniciar o fluxo urinário;
Fluxo urinário fraco.
Hemactúria - Sangue na urina;
Hematospernia - Sangue na ejaculação;
Disfunção Erétil;
TIPOS DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA
IU INSENSÍVEL: Perda involuntária de urina
em que o indivíduo está ciente do
vazamento de urina, mas não sabe como
ou quando ocorreu.
IU CONTÍNUA: Perda involuntária de urina
de forma contínua, todo líquido que entra
na bexiga sai imediatamente.
IU POSTURAL: Perda involuntária de urina
durante a mudança de postura ou posição.
IU EXTRA-URETRAL: Perda involuntária de
urina por outros canais além do meato
uretral, por exemplo, fístula.
TIPOS DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA
IU DE ESFORÇO: Perda involuntária de
urina aos esforços físicos, sejam eles
pequenos como sentar e levantar ou ficar
em pé, médios como caminhar, agachar e
tossir e grandes como atividades de
impacto e exercícios intensos. Ocorre o
aumento da pressão intra- abdominal.
IU DE URGÊNCIA: Perda involuntária de
urina acompanhada do forte desejo de
urinar. Pode acompanhar noctúria e
polaciúria.
TIPOS DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA
IU MISTA: Dois tipos de incontinências ao
mesmo tempo
IU POR TRANSBORDAMENTO: Perda
involuntária de urina na presença
sintomática de bexiga excessivamente
cheia (sem causa identificada).
CLIMACTÚRIA: Perda involuntária de urina
na hora do orgasmo, clímax.
IU À PENETRAÇÃO: Perda involuntária de
urina durante na penetração.
TIPOS DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA
IU DE EXCITAÇÃO SEXUAL: Perda
involuntária de urina durante a excitação
sexual, preliminares e/ou masturbação.
ENURESE PRIMÁRIA: Perda involuntária de
urina durante os períodos de sono. A
pessoa está dormindo e não percebe a
perda de urina, ocorre ao longo da vida.
Enurese primária é patológica?
ENURESE ADQUIRIDA: Perda involuntária
de urina durante os períodos de sono que
se desenvolveu na vida adulta.