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Textos Do Programarr - 091115

O documento é uma coletânea de pequenas histórias e rimas infantis que exploram diversas situações e personagens, como animais, crianças e elementos do cotidiano. Cada história é breve e apresenta diálogos simples, promovendo a imaginação e a diversão. Os temas variam desde aventuras na natureza até interações familiares e amizades.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Textos Do Programarr - 091115

O documento é uma coletânea de pequenas histórias e rimas infantis que exploram diversas situações e personagens, como animais, crianças e elementos do cotidiano. Cada história é breve e apresenta diálogos simples, promovendo a imaginação e a diversão. Os temas variam desde aventuras na natureza até interações familiares e amizades.
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A tia e o tio A Paula e a Lia A meia O dedo do Tomé

Lá ia a Paula pelo Doía o dedo do Tomé.


pátio.
É a tia e o tio - Mãe, toma lá a tua - Ai, ai. O meu dedo
- Olá, Lia. meia. dói muito.
O tio apita: pi-pi-pi!
- Olá, Paula. Eu leio, e - Dá-ma, Milu O Tó deu uma ideia
- Ai, tão pateta
tu?
- Põe uma mola, mãe - Põe óleo
- Pateta, eu? - Eu pulo. Lá-lá-lá-lá-
lá - Óleo? Põe pomada !

O camaleão Cató A cavaca da Violeta O rato Ruca e o rato A Nádia comilona


Romeu
O meu camaleão é o O anão Nino vai no
Cató. A Violeta vê o avô ao navio. Leva na mão o
pé da Vila. O rato Ruca vai à vila. violino.
-Dá-me comida…-
- Ó avô, o ovo? Lá, vê o rato Romeu A anã Nádia come pão
pedo o Cató. de canela.
ao pé do rio.
- É da cotovia.
O Cató é muito - Olá Romeu. A tua O pelicano rodopia e
- E a uva? roda? voa até ao navio.
comilão.
- É da vaca. - Rolou. - Nino! Nino! Nino! O
- Dá-,e comida … pão de canela?
- E a avelã ? - Rolou ?
- Toma uma pipoca - A Nádia comeu-o.
- Comi-a! - Rolou e rodopiou
pela rua - O pão não é dela …
Coitado do camaleão - E eu ?
É da neta do capitão.
comilão. -Toma a cavaca.
- Nádia comilona!

A Guga na lagoa Menina bonita O Joana e o Júlio A fatiota da Fábia


A guga nada e rola na A Tatiana é uma O Júlio é amigo da A menina Fátima deu
lagoa. menina bonita. Joana. Ele leva o jipe uma rifa à loja e a
dona deu uma fina e
Ela põe a patita na bonito. bonita fatiota.
Ela vai ao baú da avó
água. e vê uma bela boina. - Joana, eu vou à vila A Fábia foi ao café ao
café.
O amigo papagaio Juvena. Viaja comigo.
A Tatiana põe a boina
- Rica fatiota ! - falou
navega na canoa. no cabelo, pega na - Eu vou e dou uma o dono do café.
boneca e baila. beijoca à avó.
A Guga ve o papagaio - Foi a rifa da Fátima !
e pula. Ela é muito amiga.
- Boa ideia! Ela dá-te

- Olá papagaio. Vou o jogo do loto.

na tua canoa.
A Sónia no lago O tio Zé O Xilofone da menina
No Sábado, a Sónia foi a pé O Zeca ouviu uma buzina. A menina foi até à sala bonita e
ao lago.
-É o meu tio Zé! - dizia ele. iluminada.
Ela suava muito.
-Olá, Zeca! - falava o tio. Ali ela toca xilofone.
Viu a água, colocou a saia
e a sua saca no ramo da -Olá, tio! A tia Zélia? Não Na rua ouve-se o ruído.
tília, sacudiu o sapato veio? O Aleixo sobe ao caixote e bate
numa tabua e pulou à água. à janela.
Puf! -Não. Ficou na loja. Ela viu
lá o azulejo azulado, vai -Xi, que ruído! Toca baixo!
-Mmm! Que boa! levá-lo e colocá-lo na sala.

O Hipólito e a Helena O piquenique do Quinito O burrico Barrelada

A Helena é uma anãzita. O Quinito é meu amigo. Burro, burrico, burrito.

Ela é amiga do Hipólito. Ele vai até à mata. Leva uma jaqueta e uma O seu nome é
máquina. Barrelada.
Ele vive numa toca
húmida. - Vai uma foto do bonito piquenique? -Arre, burro! –fala o
dono.
Hoje, ela leva ao amigo Na foto ficou a Mimi, que abanava o leque,
um tapete novo, fofo e o ratito pequenote, que comia o queque, e Carrega-me toda a
azulado. o macaquito, que pegava na raquete. carrada e leva-me a
carripana à barraca da
Que bela foto!
O lírio da Aurora tia Ana.

A Vanessa arreliada A barata e a raposa


Aquele lírio amarelo
Ali naquela casota passeia uma
Que havia ali fora O Mário da leitaria passa ao pé
barata.
da Vanessa.
Foi tirado pelo pirata Ela é muito marota assobia e dá à
Para a sua bela Aurora. Ao vê-la logo assobia e ela, pata.

que não vai nessa, fica toda A raposa toca música, a barata
O mosquito
rodopia, e ali, debaixo da mesa,
arreliada e corre-o à
O dia estava bonito e as tarefas baila e roda todo o dia.
acabadas. vassourada.

Foi ai que o Luís viu o


mosquito nas escadas. O filhote da ovelha
O Luís não gostou nada e logo No mês de Julho a ovelha teve o seu filhote e deu-
o sacudiu. lhe o nome de Bolha.
O mosquito subiu, subiu, tão Ele mamava o leite da mãe e rebolava-se na palha.
rápido que o Luís não viu.
Todo o dia corria, pulava e molhava-se no ribeiro.
A sua testa picou, deu às asas e
voou!
O rapaz A abelha O pirata Tomás
- O que leva o rapaz à vila da paz? Pousa uma abelha. O tomas é capitão
- Sei lá! Pousa uma abelha numa folha. do navio da pirata
- Levava o cabaz. Pousa uma abelha numa folha assobia todo o dia
velhota. o que ajuda a marujada.
-O que levava o petiz à vila da Luz?
Pousa uma abelha numa folha
-Não sei…
velhota do galho.
- Levava o capuz. Naquele dia de Verão
Pousa uma abelha numa folha
assoa o seu nariz.
- O que levava o rapaz a vila da velhota do galho ao lado da
Foz? palhota. Coitado do capitão!
- O que? Não está nada feliz
- Levava a noz!
A chinesa Tai Li A chuva
O pirata mais idoso
Na china há uma vila que se Vai a Tucha pela rua e vê tudo
o que se passa. Leva casaco e de tudo logo cuidou.
chama Li Pó Pó.
capucho e umas botas de Num tarro mesmo a medida
La, vive uma chinesa borracha.
chamada Tai Li. Ela tem os caramelo e sumo deitou
olhos como bagos de arroz. Ping, ping, cai a chuva na Rua
e uma gota de bebida
das Chaminés.
Tai Li bebe chá numa o remédio apurou
chávena fina e põe nos pés Chap, chap, faz a Tucha, mas
chinelos de seda. não molha os seus pés.
Foi o xarope de pêssego
O moinho do Agostinho A galinha na marinha
que o capito curou.
Todas as manhas, o moleiro - Eu vou para a marinha! Dizia a bela
De novo o assobio feliz
Agostinho vai para o galinha.
moinho. pelo navio soou.
- Olha lá, estas maluquinha?
Mói o milho, faz farinha e
Caiu-te na tola uma pinha? Ria-se
leva-a à padeira Mariazinha.
dela a doninha.
A hora da comida, leva o
- Não foi pinha, não foi pinhão! Eu
cabaz para debaixo do
irei para a marinha e serei capitã.
castanheiro e lá come
satisfeito.

O chapéu da coelhinha
Coelhinha vaidosinha Voa para lá do ribeiro, Foi o mocho já velhote
de chapéu de palha amarelo lá vai ele, o chapeuzinho. que achou o coelhinho
vai feliz e bonitinha Saberá a Zezinha e o levou até ao moinho
e chupa o seu caramelo. O que apanhou o coelhinho? E a Zezinha feliz
de narizinho rosado
vira-se logo e diz:
- Agora es meu namorado!
O Bartolomeu O passeio de Isabel O Arlindo comandante
Está muito calor! A menina Isabel O Arlindo era comandante.
foi de passeio ao Sul. À segunda feira subia a torre
O Bartolomeu sobe a sua casa de Levava o seu farnel
arvore. Mais alta do castelo para pendurar
e olhava o mar azul.
à bandeira e sonhava que podia
La, come um pêssego carnudo e vê voar.
o senhor Oscar, de regador na Chega a Ilda e o Toneca De repente viu se no balão de ar
mão, a regar os amores-perfeitos e e vão até ao farol. quente, andando pelos ares fora.
as margaridas que estão murchas. Ela pisa uma alforreca Que lindo!
E… que maravilha! que estava a apanhar sol. Mas o soldado Afonso acordo-o
O Bartolomeu vê-as arrebitar! do seu sonho.
- Oh! … nunca vou voar.
Um amor de pirilampo O açúcar do Marçalo
Naquele dia a pombinha Numa bela terça-feira de A alface
Voava, voava pelo ar, Marco, numa ilha dos Açores, o Eu vi uma alface.
Quando viu um pirilampo Marçalo cortou laranjas as
Que com ela quis casar. rodelas. De um açucareiro tirou Eu vi uma alface de capacete.
açúcar e colocou tudo numa Eu vi uma alface de capacete à
- Pombinha, minha adorada taca. cintura.
Diga que sim, por favor… Foi comer para o terraço. De Eu vi uma alface de capacete à
- já que me tem tanto amor, repente, com toda a força, o cintura e de lacinho.
Seu pirilampo bonitão, vento atirou-lhe o açúcar para
voemos juntos então os olhos. Eu vi uma alface de capacete à
Até chegar a alvorada! cintura e de lacinho na cabeça.
- Não vento, açúcar só na
laranja. A figueira da Guiomar
Nos olhos não! A Guiomar adora subir à figueira
para se deliciar com os figos.
O passeio do duende
Come, come sem parar.
O Humberto saiu para pintar. Foi quando cansada chegou
Tintas, tela e paleta levou uma raposa assustada. Leva a sua guitarra e sentada num
E um local bonito achou Ao duende ajuda pediu ramo toca bonitas melodias.
e ferida, desmaiou. Mas, um dia, o ramo partiu-se e ele
caiu no laguinho dos patos!
Foi num campo de açucenas Durante dois dias dormiu
que a tela colocou. e logo que acordou Vê lá que foi necessário um
De azul pintou o ceu, com o duendo falo: guindaste para a tirar de lá!!!
e de verde pintou apenas - Amigo do meu coração,
O gigante Gilberto
os montes que ao fundo avistou. dou-te como recompensa
um passeio de balão. O gigante Gilberto tinha um
irmão gêmeo.
Era o anão Alberto que tinha
muito mau gênio.
Um dia, com muita genica tirou
gelo da geleira e atirou-o ao mano
Gilberto por este não ter
maneiras.
A brincadeira Um elefante aprumado A blusa da Clara

O Adriano é o meu mano. Era uma vez um elefante, A Clara.


andava aprumado e elegante.
Eh uma criança sossegada. A Clara tem uma blusa.
Gosta de leite frio e de fruta. Usava gravata feita na Grécia A Clara tem uma blusa de cor
oferecida pela prima Natércia.
Convidou o Bruno para clara.
brincar com ele. Mal ele Natércia era uma prima A Clara tem uma blusa de cor
chegou, deram um abraço e afastada também elegante, clara e toca clarinete.
brincaram tanto até caírem de mas não tão anafada.
cansaço. A Clara tem uma blusa de cor
Usava uma fatiota de truz clara toca clarinete olhando
imaginem só que era uma para o emblema.
A flor avestruz.
Num belo prado florido A experiência
há muita planta bonita A bruxa Maximina
o Flavio apanha uma flor Era dia de carnaval. - Aproxime-se, Excelência!
que vai dar a tia Anita. Exclamou o Cardeal.
A Maximina resolveu mascarar-se, e
- Obrigada, meu sobrinho, saiu a rua com um fato exuberante. - É extraordinária esta
Pelo bonito gladíolo. Ninguém a ia reconhecer! experiência feita com papel de
- Apanhei-o lá no prado Ao chegar perto da peixaria, parou. jornal.
junto à serra do Raminho. Nesse exacto momento, o avô Perplexo, o Rei exclama:
Xavier chegava de taxi.
Há ou não há? - Realmente, é o máximo!
Perplexo, olhou fixamente para a
- Dona Chica, tem cá pão? pequena bruxa e disse: Remexer papel e cola fica uma
- Não, pão cá não há. massa flexível.
- Dona Chica, vende sal? - Que susto! Se não fossem os
sapatos da avó, nem dizia que eras Faz-se um macaco, uma bola
- Não, menina, cá não há. qualquer coisa é possível!!!
tu!!!
- Dona Chica, há cá massa?
- Não, senhora também não No dia da festa
há.
Ram-Plam-Tam-Tam!
- Dona Chica, afinal o que há
cá? Rufavam os tambores no dia da festa. O Gil e o Joaquim corriam
- Ca, há o que há… por entre as pessoas e deliciavam-se com as pipocas e o algodão doce.
Saltavam de susto com o rebentar dos foguetes: PUM!!!
Eu vou à… Jogavam nas barraquinhas dos tiros e compravam rifas da
A sexta feira vou à feira quermesse pois queriam ganhar o carro telecomandado.
para comprar uma esteira. Depois, andavam divertidos no carrossel, em cima de cavalos
Às nove horas vou à escola negros, como e fossem o Zorro.
dou a Anita uma cola.
À noite vou à rua olho para Ao fim do dia, cansados, regressavam a casa, felizes.
o ceu e vejo à Lua.
À tarde, vou à horta levo a
chave e fecho a porta.
No sábado, vou à padaria
comprar pão a minha tia.
O Rei Sião A fada violeta Ratão e Ratito

Certo dia, o Rei Sião O lápis e a agenda que os seus Ratão e Ratito eram muito
acordou com comichão. amigos deram, foram uma grande amigos.
ajuda para a fada.
Saltou logo para o chão e Ratão era muito alto e magro,
cocou-se com a mão. Nunca mais se enganou nem Ratito era baixo e gordo.
esqueceu os recados.
Apareceu um borbulhão Um dia decidiram dar um
na ponta do narigão. Sempre que alguém lhe pedia passeio.
ajuda, a fada escrevia na sua
Foi uma grande confusão! Caminhavam e conversavam
agenda. Como ela tinha feito um sobre tudo o que viam.
Veio o médico real que feitiço na agenda, esta acendia
lhe quis curar o mal. uma luzinha sempre que Violeta Durante o passeio começou
tinha algo programado. um grande temporal.
Deu-lhe xarope de melão,
papas doces de limão, Correram até uma casa,
caldo de camarão e creme abrigaram-se e comeram.
de feijão.
Passou a comichão!
Fiou feliz o Rei Sião.
Excursão a praia Magia na quinta

- Olá Ratão. Na quinta dos Melros vivia a pastora Rosalina


que adorava música.
- Olá, Ratito. O que fazes?
Um dia, apareceu uma fada que lhe ofereceu
- Nada, estou aborrecido. uma flauta mágica que punha todos os animais e
- Queres passear comigo? pessoas a dançar.

- Boa. Onde vamos? Até Ratão e Ratito bailavam alegremente.

- Podemos ir a praia. Quero ver as gaivotas. Certa vez, passou por ali um ferreiro que ao
ouvir a música dançou sem parar e ficou muito
- Isso. E eu vou apanhar caracóis, conchas e cansado. Assim que a música parou, fugiu, e
búzios. correndo pela quinta avisava:
Depois, quero que me pegues ao colo para - É bruxedo! A pastora fez magia!
dizer olá as gaivotas.
Os habitantes da quinta quiseram-na expulsar,
- Claro! E eu deito-me contigo na areia para mas, como gostavam dela, concederam-lhe um
dizer olá aos caranguejos que correm para o último desejo:
mar.
- Quero tocar flauta- disse a pastora.
Contentes, foram preparar o cesto do
piquenique, as toalhas de praia e a bola. A música era tão alegre que todos dançaram
felizes. Então decidiram que ficaria na quinta para
Foi um dia bem passado. sempre.
O plátano triste A ursa Lulu

Há muito tempo havia no bosque um A ursita Lulu vivia numa gruta com os seus
plátano muito bonito, cheio de folhas verdes pais. Era muito gulosa e adorava comer mel.
e brilhantes. Todas as manhas, o papa urso e a mama
As pessoas merendavam e as crianças ursa iam até ao bosque buscar alimentos. Lulu
brincavam debaixo da sua copa. ia comer com eles e saltava, corria, pulava, até
ficar cansada. Quando chegava a hora do
Mas o Outono chegou e as folhas caíram. almoço … devorava tudo.
O plátano ficou triste porque estava sem
folhas. Um dia, a ursita Lulu decidiu ir sozinha
buscar mel. Estava a andar pelo bosque,
Então decidiu pedir ajuda ao Sol, ao Vento quando viu uma arvore muito bonita e la no
e a Chuva, mas estes não puderam ajudar. alto uma colmeia cheia de mel. Devia ser
saboroso!
Era inverno e a arvore tinha muito frio e
tremia muito. Ouviu crianças a A pobre ursita chorou:
aproximarem-se e viu que traziam papel - Não tenho quem me ajude!
colorido.
- Pede ajuda a burrita Lita. Ela está a beber
Sentaram-se ao pé da arvore e começaram agua no lago – disse o plátano.
a recortar folhas de papel que colocaram nos
- Lita! Podes ajudar-me, por favor?
ramos.
Então, quando Lita se aproximou, Lulu
O plátano ficou muito contente.
subiu para cima do lombo da burrita, esticou
as suas patitas e chegou a colmeia. Começou
A rã Rolita a retirar mel e deu grandes bocados a sua
amiga. As duas amigas estavam contentes.
No lago da floresta, mesmo junto ao
plátano, vivia uma rã que se chamava Rolita.
Durante o dia, saltava e jogava com as
outras rãs amigas, mas, ao anoitecer, saltava
para o maior nenúfar do lago e cantava toda
a noite. O lago ficava rodeado de animais da
floresta que vinham de longe para a ouvir.
Os pirilampos rodopiavam no ar,
iluminando a noite.
Certa vez, um rapaz da aldeia que sabia que
naquele lago havia uma rã cantante foi até lá
para raptar a Rolita. Queria leva-la para um
circo e ganhar muito dinheiro com ela. Já
estava de saco aberto para a apanhar quando
o plátano, com um dos seus ramos mais.
- Au! – gritou o rapaz fugindo a sete pés para
nunca mais volta.
Feliz da vida, Rolita continuo a cantar.
O coelho Felisberto Alberto A toupeira Meira
O coelho Felisberto Alberto adorava comer A toupeira Meira morava junto ao plátano.
framboesas. Onde quer que as houvesse … deixava Escavava o subsolo para criar o seu próprio
de haver, pois o Felisberto comia-as todas. parque de diversões.
Uma tarde foi demais! Tinha de trabalhar muito para ter o parque
pronto no fim do mês de Junho.
Comeu tantas, mas tantas, que ficou com uma
enorme dor de barriga. Nesse mês irá receber os seus amigos que
estarão de férias porque a escola terá acabado.
A gemer foi-se deitar debaixo do plátano que,
impressionado com o sofrimento do coelho, o Os corredores estavam enfeitados com
abanava com as suas folhas. folhas de todas as cores que Meira recolheu no
Outono debaixo do plátano.
Nesse momento, passou a senhora Ouriço, que lhe
disse: Estava muito contente com o seu parque.
- Não seja por isso. Vou preparar-lhe um chá.
Baile de máscaras
O coelho Felisberto Alberto bebeu o chá e
No carnaval vou a um baile de máscaras e de
começou a sentir-se aliviado.
pirata vou vestido.
- Que belo chá … de que é feito?
Vi o David vestido de rei e a Rosa de médica.
- É feito de folhas de framboesa. Faz muito bem!
Nuno
- Folhas de framboesa?! O não!!! Vou ficar doente
outra vez! Pascoa em casa
Era dia de Pascoa e a mãe chamou-me para
Dia do Pai ir procurar os ovos escondidos no jardim.
Pai, hoje é o teu dia Vi nos ramos das arvores, por baixo das
O céu gostaria de te dar cadeiras.

Mas nem pensar! Descobri muitos ovos.

Como gostas de ler Hoje não os posso comer todos!

Um marca-livros vou fazer! Paulo

Ana

Um presente para a Mãe


Sofia olhou para o calendário e viu que faltavam três dias para o Dia da Mae.
Pensou no que poderia oferecer-lhe para ela ficar contente. Como não sabia o que fazer, telefonou
a avo e pediu-lhe ajuda. A avo disse-lhe que podiam fazer um bolo de cenoura porque era o preferido
da mãe de Sofia.
Então, a avo e a neta combinaram faze-lo.
A Sofia também desenhou um lindo postal.

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