FILOSOFIA
11ª CLASSE
Tema 2: Dimensões Antropológica, Cultural e Ética do Homem
A antropologia é uma ciência vinculada às ciências sociais que visa entender a formação da
humanidade, por seus vários aspectos (culturais, físicos e históricos), no mundo.
A Cultura é um termo com sentido amplo que pode indicar tanto a produção artística
quanto o modo de vida, o conjunto de saberes, a religião e outras expressões de um povo.
A Ética é um ramo da filosofia que lida com o que é moralmente bom ou mau, certo ou
errado. As palavras ética e moral têm a mesma base etimológica: a palavra grega ethos e a palavra
latina moral, ambas significam hábitos e costumes.
Assim como na natureza, nada se perde, tudo está em transformação. Como afirma Heráclito
de Éfeso, tudo está em mudança (o Devir). Do mesmo modo, o homem sendo parte da natureza, é
de igual modo, um ser em constante transformação, na sua dinamicidade, é versátil capaz
transformar o seu habitat.
Estas transformações podem ser observáveis ao decorrer do tempo e outras nem por isso,
apenas a história consegue registrá-las. Por exemplo: O processo da hominização que é o processo
evolutivo que levou o homem a adquirir as características que o homem possuí hoje.
Ao surgir as sociedades, o homem, para além das mudanças anato-fisiológicas, também
sofreu mudanças no modo de pensar, de estar e de conviver com todos aqueles que compartilham
dos mesmos interesses; usando assim, a natureza para o seu benefício próprio. Tudo isto
compreende a dimensão Antropológica.
Essa dinâmica, não se revê apenas no âmbito acima referido, é muito mais abrangente. O
homem procura uma identidade própria, que o diferencia dos demais, e que ao mesmo tempo
quando colectiva, passa a ser de grupos sociais constituídos por várias famílias diferenciando-se de
outros grupos, de outras famílias com estilos, hábitos, costumes e tradições que só estes grupos são
possuidores, o que corresponde à dimensão Cultural. É importante salientar que tal convivência
exige a criação de normas comportamentais, capazes de regular e disciplinar o agir do homem.
O homem se completa ou se realiza, enquanto ser social. Como afirma Aristóteles, o homem
é um animal político. É na sociedade que o homem se identifica com os demais, através de um
conjunto de tradições, técnicas e de instituições, respeitando certos juízos de valor quando se
aplicam à distinção do bem e do mal: dimensão Ética.
1. Natureza e Essência do Homem
Natureza: do Latim Natura, que tem por significado qualidade essencial e aquilo que
nasce de uma ação, a palavra natureza também diz respeito à algo que é inerente à
essência de um ser ou condição.
Essência: no âmbito da filosofia e da metafísica, a essência de alguém são os elementos
característicos do ser, como a racionalidade, por exemplo, que faz parte da essência do
ser humano. Neste caso, a essência é uma representação do que é comum, universal e
que se encontra no âmago de alguém ou de alguma coisa. A essência é aquilo que faz
com que uma coisa seja o que é, distinguindo-a de outra.
O homem é um ser inteligente, possui um grau muito diferente da vida, ele é capaz de
aumentar e diminuir, é um ser em si, tem uma força individualizante pela qual se distingue das
outras criaturas. A essência do homem consiste naquilo que o faz como único animal racional.
O modo de ser do homem limita-o e dá-lhe configuração própria, determina-o e fá-lo
distinguir de qualquer outro animal existente na terra. Por este facto, leva a considerar o homem
como único ser inteligente que possui um princípio racional que se consubstancia na personalidade
humana, que tem a força da vida, e dá a transcendência, algo superior a si mesmo, uma força que
livra da aniquilação.
O homem pela sua natureza é uma realidade suprema e irredutível, nunca é concebido só
como matéria limitada à vida terrena; reconhece-se nele a presença e a eficácia do outro elemento
espiritual pelo qual a vida humana está sempre relacionada com o Além. Como ser inteligente e
activo, realiza certas acções, aplicando o poder e o saber. Esta sabedoria habitual activa ou
inteligente que compreende a verdadeira natureza do homem é entendida como essência
considerada enquanto princípio de certas acções de cada homem.
2. A Pessoa
Definições de Pessoa:
a) Segundo Boécio: “Substância Individual de Natureza Racional”.
b) Segundo Emile Durkheim: “o indivíduo é apenas receptor de regras e modo de
viver da sociedade da qual faz parte”.
c) Segundo Jean Jacques Rousseau: “O homem nasce livre, mas por toda parte
encontra-se acorrentado”.
Pessoa tem origem no latim persona, que é "soar através".
A palavra "pessoa" designava a máscara usada por um ator no teatro clássico. Ao colocarem
máscaras, os atores desempenhavam uma personagem.
Mais tarde, o termo pessoa teve um sentido jurídico, que servia para designar, no direito romano,
aquele que tem uma existência civil e que tem direitos. Depois, o Estoicismo deu à ideia de pessoa
um significado moral.
O Cristianismo afirma a imortalidade da pessoa, que, por ter consciência dos seus atos, é
sujeita a punição e pena. Assim, através da ideia de imortalidade, existe lugar à crença no sujeito e
na sua identidade, como ser único dotado de corpo e alma e de características que lhe são próprias,
que fazem o conjunto da sua personalidade. Porque tem consciência de si e da sua identidade, a
pessoa pode reconhecer-se como autor dos seus atos e com capacidade para julgá-los. Ser uma
pessoa é ser dotado de consciência e de razão.
De um modo geral, ser uma pessoa está associado à existência de racionalidade, consciência
de si, controlo e capacidade para agir, etc.
A noção de pessoa é a expressão mais elevada, o conceito mais alto a que o ser humano
chegou para se definir a si próprio e ao seu valor e dignidade. Pessoa é a substância individual de
natureza racional. Cada pessoa é distintiva na sua singularidade, que o torna num ser livre e aberto
para com os outros.
Singularmente, cada pessoa tem uma realidade própria que faz com que ele seja o que é.
Este núcleo interior constitui o seu próprio eu – uma realidade singular e única (distinta de qualquer
outro eu) e irrepetível, não pode haver nenhum outro igual a mim.
Quanto à abertura, cada pessoa é um ser aberto, isto é, em constante diálogo e interacção
com os outros seres iguais, pessoas como ela; o mundo, a natureza, o cosmos e todos os outros
seres; o transcendente, isto é, com tudo aquilo que está além dos outros e da natureza, ou seja, com
o sobrenatural: Deus, alma, espírito.
A pessoa é projecto, ela não nasce já feita e acabada como outros animais; por exemplo, a
cabra, é um animal que nasce biológica e geneticamente programado para ser como ela é, cresce
como cresce, faz o que faz e atinge certo patamar, limite do seu desenvolvimento e daí não passa.
Ao contrário, a pessoa é um “feixe de possibilidades” diante de si precisa desenvolver acções para
se tornar homem como tal.
Cada pessoa é um projecto tem de escolher livremente o que faz, as possibilidades são lhe
colocadas diante dela depende da sua criação, do seu dinamismo, do seu jeito. Para autoconstruir-se
pela vida tem que haver o plano que a pessoa traça para realizar o seu projecto da sua vida,
sobretudo as fases mais críticas da autoconstrução, ou seja, a construção do seu projecto concreto
são fases mais fortes e decisivas tais como: a fase da adolescência, a fase do jovem e fase adulta.
A pessoa humana goza o seu valor e dignidade quando torna o seu projecto da vida
exequível para o seu progresso e dos outros. A pessoa é a mais elevada forma de existência humana
que conhecemos e com o mais alto valor e dignidade (valor absoluto e indiscutível) que há no
mundo; assim, colocamos a pessoa no lugar cimeiro no conjunto de todos os outros seres do
universo... Pois, tudo no mundo está abaixo e ao serviço da pessoa.
No assunto acima frisado, cada pessoa é autónoma, e centro da sua decisão, os outros não
devem decidir por ela, cada pessoa tem que se governar a si própria, ela é lei de si própria com
racionalidade e liberdade, responde às responsabilidades perante as suas acções.
A pessoa tem o seu fundamento na autonomia que a existência confere à realidade humana,
tornando-a completa em si própria e incomunicável. A pessoa é o ser humano completo, na
existência singular e concreta, resultante da união de alma com o corpo. É daqui que resulta a
soberania, dignidade do homem, como ser subsistente e livre, chamado a uma união íntima com
Deus. Por isso, a pessoa é valor em si, independentemente da sua condição social, económica ou
política, ela é dotada de autonomia, assume a responsabilidade pelo seu destino e torna-se sujeito de
direitos e deveres.
Viver como pessoa, quer dizer aceder ao máximo de iniciativa, de responsabilidade, de vida
espiritual. A pessoa é, pois o ser moral, porque consciente e livre, senhor dos seus actos e do seu
destino. A sua vocação é fazer-se, tornando-se o artífice do seu ser. O destino da pessoa é, portanto
fazer-se, conquistando-se estabelecendo no indivíduo humano a ordem e a hierarquia pela qual
subordina a sensibilidade individual do eu subjectivo à lei universal do bem.
A realização plena do homem como pessoa supõe o poder inovador e criativo da liberdade
que vai propondo novos fins, novas metas... Mas sempre em ordem a um fim último, que só a
vontade, iluminada pela razão nos pode apontar. A liberdade cria os fins, propõe as metas, produz
os valores, que em cada momento da nossa existência nos transcendem, obrigando-nos a
ultrapassar-nos, a transfigurar o presente de acordo com o ideal de perfeição proposto. A criação e
realização dos valores morais dão sentido à nossa existência como pessoas, fazem-nos crescer como
pessoas. Um mundo de pessoas solidárias, cujo progresso depende sucessivamente do progresso de
todas colectivamente e de cada uma singularmente numa reciprocidade indestrinçável. Um novo
mundo de pessoas exige, portanto uma nova ordem social, fundamentada na dignidade da pessoa.
A pessoa no sentido bantu
A pessoa humana, o “muntu”, na língua bantu, é um ser inteligente. A vida com inteligência,
Deus entregou-a ao homem que assim é criatura de Deus (relação vertical), e por ela fica unido aos
outros participantes em idêntica vida, o “bantu” (relação horizontal).
A maioria dos africanos coloca a criação do homem pelo fim ou no fim da obra original da
criação divina. O ser humano aparece sob a forma de marido e esposa, de masculino e de feminino.
Quase todos os grupos transmitem mitos da criação do homem. No princípio, o homem aparece
“desfrutando de um estado de felicidade e ignorância infantis, goza da imortalidade ou da
possibilidade de ressuscitar depois da morte”.
Cada homem possui um grau diferente de vida, capaz de aumentar ou diminuir um ser em si,
uma força individualizante pela qual se distingue das outras. Na essência dos seres inteligentes há
um princípio substancial, a personalidade humana, a “força da vida”. Dá ao ser humano a
transcendência, algo superior a si mesmo, uma força que o livra da aniquilação.
Por isso, o “muntu” é dinâmico. Nós vemos os sinais da vida, a matéria, a sombra, mas não
“a coisa em si, oculta debaixo das manifestações vitais. Para o bantu a pessoa humana constitui o
valor fundamental da criação. O seu dinamismo vital é o que mais se parece com o de Deus, Vida,
Originante, Inteligente e Imortal. A sua inteligência torna-o superior a todos os seres criados”. De
um extremo ao outro do continente africano, o negro afirma a sua convicção da superioridade do ser
humano em relação a tudo o que existe.
Segundo a concepção africana, o homem é uma realidade irredutível, é um valor
fundamental da criação, as outras realidades estão-lhe submetidas e disponíveis para o seu serviço.
A pessoa humana polariza e relativiza os outros valores criados. Outra característica comum da
tradição africana é o respeito pela dignidade humana... O homem em particular, nunca é concebido
só como matéria, limitado à vida terrena, mas reconhece-se nele a presença e a eficácia de outro
elemento espiritual pelo qual a vida humana está sempre relacionada com a vida do além.
Para o bantu, o animal tem uma faculdade cognoscitiva que é “habilidade, perspicácia ou
memória”. Mas só o homem possui outras faculdades, tem uma inteligência activa, realiza as suas
acções com uma inteligência actuante, pode realiza-las com astúcia e rapidez de percepção, mas ele
compreende as acções boas, entende-as, conhece a essência e mútua interdependência dos aspectos
de todo o mundo.
Vínculos Éticos da Pessoa: Amor, Ódio, Indiferença e Sofrimento
O homem torna-se pessoa quando a personalidade que o caracteriza comporta determinados
valores éticos, criando um vínculo tão forte que se reflectem por si na atitude desta mesma pessoa,
em relação a si mesma e na convivência com outras pessoas. Desta relação nasce o amor, o ódio, a
indiferença e o sofrimento na consciência da pessoa em si.
O amor, o seu maior significado recai sempre para o bem.
O ódio é todo o sentimento que produz no ser humano uma certa angústia, desgosto,
antipatia, rancor, inimizade ou repulsa contra outra pessoa ou algo, mas nem por isso o ódio é por
oposição ao amor é muito mais, pois muitas das vezes odeia-se sem se quer amar.
A indiferença é a forma de estar do ser humano, uma vez agindo com frieza em relação a
determinados assuntos considerados pertinentes, pois leva a considerar que a mesma pessoa esteja
na falta de amor ao próximo.
Sofrimento é qualquer experiência aversiva, o que não quer dizer indesejada.
... o amor, o ódio, a indiferença e o sofrimento fazem parte dos comportamentos éticos das
pessoas, logo estão intrinsecamente ligados.
O Homem como Produto da Cultura
O homem não é um simples resultado da educação e da socialização, é, por definição, um
ser a educar, a introduzir-se num determinado contexto cultural. No homem, a natureza e a cultura
coexistem. Influenciam-se mutuamente.
Natureza, do latim natura – natus: a natureza é, no caso do homem, aquilo com que ele
nasce, o estado nativo.
Cultura, do latim colere, quer dizer cultivar. O homem não pode reduzir-se ao estado nativo
ou natural, precisa de cultivar-se para que se possa tornar num homem com cultura. O homem só é
humano se estiver inserido num meio social.
A Cultura é o conjunto de valores, normas, ideias, crenças, instrumentos técnicos,
instituições, produções artísticas, costumes, etc. São estes os valores que o homem adopta para ser
considerado civilizado numa sociedade determinada e em relação ou não com outras sociedades.
O homem exerce transformação sobre a natureza, mediante o seu trabalho, instrumentos e
ideias. Assim sendo, o homem torna-se o produto de si mesmo e cria os meios para satisfazer as
suas necessidades. Neste teor, o homem é produto da cultura e o transmite de geração em geração.
Todo este processo se realiza através da educação. Por isso, a Educação é o instrumento principal da
Cultura.
A Cultura e o Homem
É no interior da cultura que se forma o humano. A cultura é produto do homem, do seu
modus vivendi. A Cultura é assim definida como a atividade formativa e normativa do ser humano
para compreender certas formas de agir, sentir, pensar, que lhe permitem construir uma
personalidade própria, integrar-se na vida social, e respeitar as culturas das outras sociedades.
O homem é produto e produtor da própria cultura. Isto leva-nos a afirmar que não há
culturas superiores a outras, mas elas são diferentes e cada homem da cultura reflecte do modo
diferente os traços essenciais da cultura na qual foi formado.
O Homem perante a situação limite: Morte
O homem é o único animal que tem consciência de que vai morrer. A morte é para nós o
que vai acontecer mais cedo ou mais tarde: vivemos com essa certeza no horizonte.
Nascemos, crescemos, reproduzimo-nos, envelhecemos e morremos. A morte sempre
perturbou a humanidade. Ela é aquela que mais nos leva a questionar o sentido da sua existência. Os
seres humanos desde cedo compreenderam que a morte é o fim da vida terrena (Finitude) e que
os seus feitos ou a sua existência, são dependentes da marcha do tempo (temporalidade).
A morte é uma realidade inegável para o homem. A morte está sempre presente em todos os
momentos das nossas vidas. Ela é a anulação de todas as possibilidades.
Como o Bantu concebe a morte?
Para o bantu, a vida é o pressuposto para a morte. Para a Filosofia Africana, o Bantu é
consciente de que a morte tem que se dar desde o momento que haja vida. Não há vida sem morte, é
uma componente essencial no Circuito Vital Comunitário: Antepassados – Comunidades –
Pessoas – Antepassados. Para o bantu, a morte é um acontecimento brutal, contrário à natureza e à
harmonia, embora resida sempre uma esperança ontológica.
Significado da morte para o Bantu
A morte poder-se-ia definir como separação (ruptura do equilíbrio). A morte se apresenta
como a destruição do todo (a pessoa), da sua unidade e harmonia, mas nunca é destruição de tudo.
Para o Bantu, o homem quando morre fica, o que desaparece é somente seu corpo, mas o seu
espírito permanece entre os viventes, pelo que a vida é distinta da existência. A morte é a sombra
(espírito) que se separa do corpo; assim o homem deixa de ser considerado um vivente aqui na terra.
A morte é o fim do existir como vivente, o antepassado passa a ser um existente – não vivente.
Causas da Morte para o Bantu
O bantu procura investigar a causa de qualquer morte, ou seja, para o bantu tudo o que
acontece na face da terra, tem uma causa. Ele busca essa causa nos agentes estranhos. A morte brota
sempre da causalidade mística, por excepção da morte dos anciãos, que é considerada “morte
natural”, pois morrem felizes porque viveram em plenitude, e agora passam para à plenitude dos
antepassados.
Para o bantu, a origem mais comum da morte é a Feitiçaria. Os agentes, que manejam
mortiferamente a interação vital, podem ser os antepassados que não foram devidamente honrados,
guardam rancor a uma pessoa ou simplesmente são elevados pela sua índole maléfica.
Existe outra vida depois da morte?
A evidência de que para a tradição bantu depois da morte existe uma nova vida, está no
facto que, desde a antiguidade, muito antes da expansão europeia, nos túmulos dos entes queridos
eram depositadas certas oferendas, práticas estas vividas ainda nos dias de hoje. O bantu afirma a
aceitação de que depois da vida terrena há uma continuidade no além.
A Problemática dos Valores
O mundo humano é um mundo de valores, de preferências axiológicas, de eleições
valorativas. Hoje o ensino-aprendizagem tende a beneficiar apenas a instrução em detrimento da
educação para os valores. Através dos valores conferimos o significado quer ao mundo em que
vivemos, quer à ação que nele desenvolvemos. É um dado aceite que os valores e as preferências
variam em função da pessoa, do grupo social e, sobretudo da Cultura.
O problema dos valores é um problema perene que acompanhou e acompanha o homem em
todas as épocas da História, sobretudo nos momentos de mudança cultural ou do regime de uma
sociedade.
A educação para os valores na sociedade angolana tem várias vertentes, tocaremos apenas
em três:
1. Rever os valores tradicionais, no sentido de uma complementariedade com os
valores positivos modernos, tendo em conta as visões psicológica, moral,
psicossexual e cognitiva das pessoas.
2. Procurar as estratégias para resgatar os valores degradados, verificando o
relacionamento familiar e interpessoal.
3. Para que haja a construção de uma cidadania plena e de uma sociedade democrática
tem que haver a educação para os valores.
Definição dos Valores
Os Valores são objetos a propósito dos quais é pretendida uma adesão de um indivíduo ou
grupos particulares, ou seja, genericamente, valor é uma qualidade inerente a um bem ou algo para
o benefício de uma pessoa, algo precioso, importante, desejado e respeitado por aqueles que
apreciam. Podemos também dizer que os valores são qualidades sui generis que atribuímos a certos
objetos que chamamos de bens.