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Anestesia Nasal

O documento aborda a inervação nasal, detalhando os nervos envolvidos e suas divisões. Apresenta técnicas de anestesia local e bloqueio nasal, tanto extraorais quanto intraorais, além de soluções anestésicas comuns e suas características. Também discute complicações potenciais e fornece dicas clínicas para uma rinomodelação sem dor.
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Anestesia Nasal

O documento aborda a inervação nasal, detalhando os nervos envolvidos e suas divisões. Apresenta técnicas de anestesia local e bloqueio nasal, tanto extraorais quanto intraorais, além de soluções anestésicas comuns e suas características. Também discute complicações potenciais e fornece dicas clínicas para uma rinomodelação sem dor.
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📌 1.

NERVOS ENVOLVIDOS NA INERVAÇÃO


NASAL
Divisão do Nervo Trigêmeo (V):

 V1 (Oftálmico): via fissura orbitária superior


o N. Nasociliar
 N. infratroclear (dorso nasal)
 N. etmoidal anterior (cavidade nasal, ápice e dorso)
o N. Lacrimal
o N. Frontal
 V2 (Maxilar): via forame redondo
o N. infraorbitário → região lateral do nariz e asa nasal
o N. nasopalatino → septo nasal
o N. palatinos maiores/menores (auxilia no palato duro e partes internas)
o N. alveolar superior anterior → base do nariz

💉 2. TÉCNICAS DE ANESTESIA LOCAL E


BLOQUEIO NASAL
🔹 Técnicas Extraorais (mais comuns em rinomodelação)

1. Bloqueio do Nervo Infratroclear:


o Local: Inserção medial da órbita (junto ao canto medial do olho)
o Técnica: Inserção da agulha perpendicular à pele, 0,3–0,5 ml de
anestésico
o Indicação: dorso e ápice nasal
2. Bloqueio do Nervo Infrarbitário:
o Local: Abaixo do forame infraorbitário (linha pupilar, 0,5–1 cm abaixo
do rebordo orbitário)
o Técnica: Agulha curta, inserção perpendicular ou levemente oblíqua,
0,5–1 ml
o Indicação: Asa do nariz, região paranasal, lábio superior
3. Bloqueio do Nervo Nasal Externo (ramo do etmoidal anterior):
o Local: 5–8 mm lateral à glabela e 1 cm superior à raiz nasal
o Técnica: Subdérmica, pequena bolha de anestésico (0,2–0,3 ml)
o Indicação: dorso e região entre olhos

🔹 Técnicas Intraorais (mais usadas por dentistas ou cirurgiões)

1. Bloqueio do Nervo Nasopalatino:


o Local: Papila incisiva (palato anterior)
Técnica: Agulha curta, inserção oblíqua em direção ao forame incisivo,
o
0,2–0,4 ml
o Indicação: Septo nasal, palato anterior
2. Bloqueio do Nervo Infraorbitário (intraoral):
o Local: Fornix vestibular acima do segundo pré-molar superior
o Técnica: Agulha média, inserção em direção ao forame infraorbitário, 1
ml
o Cuidados: evitar penetrar no forame

🧪 3. SOLUÇÕES ANESTÉSICAS MAIS USADAS


Concentração Início Duração Dose máxima
Fármaco Vasoconstrictor
(%) (min) (min) (com VC)
7 mg/kg (máx
Lidocaína 2% 2–5 60–90 Sim (epinefrina)
500 mg)
7 mg/kg (máx
Articaína 4% 1–3 90–120 Sim
500 mg)
6,6 mg/kg (máx
Mepivacaína 2% 3–5 90–180 Pode ou não
400 mg)
2 mg/kg (máx
Bupivacaína 0,5% 5–10 180–300 Sim
175 mg)

Obs: Para rinomodelação, preferir lidocaína 2% com epinefrina 1:100.000 por sua
rápida ação e controle do sangramento.

🧭 4. LOCAL DE INSERÇÃO DAS AGULHAS


(EXTRAORAL)
Mapa prático para rinomodelação:

Área Anestesiada Local de Inserção Volume Médio Agulha


Dorso nasal Entre canto medial e início do dorso 0,3 ml Curta 30G
Raiz do nariz Glabela (superior ao nasion) 0,2 ml Curta 30G
Asa nasal 0,5 cm abaixo do forame infraorbitário 0,5 ml Curta 30G
Septo (interno) Técnica intraoral ou via papila incisiva 0,3–0,5 ml Curta 27G

⚠️5. COMPLICAÇÕES POSSÍVEIS


 Hematomas (evitar múltiplas punções)
 Necrose (compressão vascular/vasoespasmo)
 Reações alérgicas (rara com lidocaína, mais com conservantes)
 Parestesia (compressão ou lesão do nervo)
 Vasoconstrição excessiva (pálido, frio, isquemia transitória)
 Injeção intravascular → risco de convulsões, arritmias

Dica: Aspirar sempre antes de injetar.

🧠 6. RESUMO PARA PROVA MÉDICA


Fármacos:

 Lidocaína 2% + epinefrina → padrão


 Bupivacaína 0,5% → duração longa
 Articaína → melhor difusão óssea

Nervos a anestesiar na rinomodelação:

 Infratroclear (dorso/apice)
 Nasal externo (raiz/dorso)
 Infraorbitário (asa/lateral)
 Nasopalatino (intraoral → septo)

Técnicas:

 Infiltração local + bloqueios específicos


 Agulha 30G, subdérmica
 Volumes baixos: 0,2–0,5 ml por ponto

Efeitos esperados:

 Analgesia superficial e profunda


 Vasoconstrição local (epinefrina) → ↓ sangramento

🧰 7. DICAS CLÍNICAS PARA RINOMODELAÇÃO


SEM DOR
 Pré-resfriar a região com gelo (vasoconstrição e analgesia)
 Usar agulhas de insulina (30G ou 32G) para infiltração anestésica
 Preferir lidocaína com adrenalina (efeito + controle vascular)
 Fazer bloqueios de fora para dentro, antes de manipular com preenchedores
 Sempre usar técnica lenta de aplicação, evitar bolus e excesso de pressão

Se quiser, posso montar esquemas ilustrados ou mapas mentais em imagem para


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