PREFEITURA MUNICIPAL DE GUAÇUÍ
PLANO DE RECUPERAÇÃO DE ÁREA
DEGRADADA – PRAD
“PRIMEIRA FASE”
GUAÇUÍ
2018
SUMÁRIO
1 INFORMÇÕES GERAIS...........................................................................................3
2 INTRODUÇÃO..........................................................................................................4
3 OBJETIVO................................................................................................................6
4 LOCALIZAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA................................................6
4.1SOLO.......................................................................................................7
4.2VEGETAÇÃO............................................................................................7
4.3CLIMA......................................................................................................8
4.4PRECIPITAÇÃO.........................................................................................9
4.5PRIMEIRA ETAPA....................................................................................11
4.5.1 Instalação de Cerca........................................................................................ 11
4.5.2 Aterramento dos Resíduos............................................................................11
4.5.3 Catação dos Resíduos Dispersos.................................................................11
4.5.4 Manutenção das vias e caixas secas............................................................11
4.6SEGUNDA ETAPA...................................................................................12
4.6.1 Controle químico de formigas cortadeiras...................................................12
4.6.2 Preparo do Solo...............................................................................................12
4.6.3 PLANTIO.......................................................................................................... 13
4.7MANUTENÇÃO.......................................................................................16
5 RESULTADO ESPERADOS..................................................................................16
6 CRONOGRAMA..................................................................................................... 17
7 REFERÊNCIAS.......................................................................................................19
1 INFORMÇÕES GERAIS
Nome: Vera Lúcia Costa
Endereço: Praça João Acacinho, 001-
Centro Cidade: Guaçuí CEP: 29560-000
CPF: 948.212.597-53
Fone: (28) 3553-2462
Responsável técnico:
Nome: Fabrício Dias Heitor
Formação: Biólogo CRBio: 84959/02-D
CTEA/IEMA: 203/2014 CTF/IBAMA:
5746072
Endereço: Rua Miguel Arcanjo Vezula, 39, Tancredo Neves
Cidade: Guaçuí - ES
CEP: 29560-000
Email: fabriciodheitor@[Link]
2 INTRODUÇÃO
Apesar do meio ambiente ser entendido hoje como o conjunto dos
recursos naturais e suas inter-relações com os seres vivos, é comum
verificar que este conceito seja associado apenas ao “verde” da paisagem,
à natureza ou à vida, isto de certa forma tem deixado de considerar os
recursos hídricos e das questões relativas à poluição do ar, relegando
muitas vezes, a um segundo plano, o meio ambiente urbano, que nada
mais é que um ecossistema criado pelo homem e que muitas vezes
esquecemos que somos parte integrante e ativa do meio ambiente em
que vivemos. Só para se ter uma idéia, apenas recentemente, foi
incluída nos princípios ambientais da Constituição Federal brasileira
de 1988, o princípio do Direito Ambiental como sendo um bem
coletivo (BARBOSA, 2006). Uma série de instrumentos legais, a
começar pela Constituição Federal, regula as atividades potencialmente
poluidoras, ditando normas e procedimentos para que as operações
transcorram dentro de condições de controle. O artigo 225 da
Constituição, também conhecido como Capítulo do Meio Ambiente,
estabelece que "Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente
equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de
vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-la
e preservá-la para as presentes e futuras gerações".
Podemos definir degradação como “as modificações impostas pela
sociedade aos ecossistemas naturais, alterando (degradando) as suas
características físicas, químicas e biológicas, comprometendo, assim, a
qualidade de vida dos seres humanos.” A recuperação de ecossistemas
degradados é uma atividade antiga, no entanto, até recentemente, ela se
caracterizava como uma atividade sem concepções teóricas, sendo
executada normalmente como uma prática de plantio de mudas, com
objetivos muito específicos. Só recentemente a recuperação de áreas
degradadas adquiriu o caráter de uma área de conhecimento, sendo
denominada por alguns autores como Restauração Ecológica.
As matas ciliares fornecem matéria orgânica para as teias alimentares dos
rios, troncos e galhos que criam microhábitats dentro dos cursos d’água e
protegem espécies da flora e fauna. Essas áreas, uma vez preservadas
ou recuperadas, ao
longo de todos os cursos d’água, desempenhariam também um papel de
corredores ecológicos, interligando a grande maioria dos fragmentos
florestais ainda existentes. A vegetação tem papel importante na
estabilidade do solo. O manto florístico amortece o impacto das chuvas,
regularizando e reduzindo o escoamento superficial e aumentando o
tempo disponível para absorção da água pelo subsolo. A vegetação
impede, assim, a ação direta das águas pluviais sobre o manto de
alteração, reduzindo o impacto no solo, e a velocidade do escoamento
superficial, contribuindo para evitar a instalação de processos de
instabilidade.
A importância de revegetar das áreas degradadas é evita o surgimento de
processos erosivos, de instabilidade das barreiras, reduz os
assoreamentos das linhas de drenagem natural e evitando o aumento da
turbidez e redução da qualidade das águas dos rios.
A recuperação de áreas degradadas deve ser fundamentada em algumas
preocupações principais:
Estabelecer as ações de recuperação, sempre atentando para o
potencial de auto-recuperarão ainda existente nas próprias áreas
degradadas, ou que possam ser fornecidas pelos ecossistemas do
entorno, aspectos definidos pelo histórico de degradação da área
degradada e pelas características do seu entorno.
Devem resultar na reconstrução de uma floresta com elevada
diversidade, garantindo assim a perpetuação dessas iniciativas e,
portanto, a restauração da diversidade regional.
Todas as ações devem ser planejadas de forma a se constituir num
programa ambiental da respectiva propriedade agrícola,
incorporando o componente ambiental na estrutura de decisão
dessas propriedades, inibindo assim que outras as ações de
degradação venham a surgir.
3 OBJETIVO
Este projeto de recuperação de área degradada - PRAD é a primeira etapa da
recuperação da área utilizada para destinação dos resíduos sólidos
urbanos-RSU e tem como objetivo apresentar proposta de recuperação,
atendendo o estabelecido no termo de compromisso ambiental TCA 02
assinado entre Ministério Público local, Instituto Estadual de Meio
Ambiente – IEMA e Prefeitura Municipal de Guaçuí.
4 LOCALIZAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA
A área destinada à compensação ambiental localiza-se propriedade rural situada
na zona rural do município de Guaçuí, nas coordenadas médias UTM 24k
DATUM WGS 84 215687.36 m E/ 7697835.13 m S.
O entorno geral desta área é circundado por terrenos declívosos ao norte,
ondulados e semi-ondulados ao sul e ao sudoeste, cobertos com
vegetação antrópica, predominantemente por pastagens de Brachiara
decumbens e [Link]ícula.
Figura 01 – Área a ser recuperada
4.1SOLO
A área está situado sobre um solo da classe LVa22 – Latossolo Vermelho
amarelo álico, com “A” moderado, argiloso associado a Cambissolo, o
relevo é relativamente plano conforme observado no Volume 1 anexo,
características essa que favorece a implantação do empreendimento.
Outra característica é a alta taxa de drenagem do solo e alta estabilidade,
não havendo área de inundação.
Figura 02 - Mapa exploratório de solos, RADAM BRASIL v. 32 pdf
4.2VEGETAÇÃO
Na área destinada ao Loteamento Gota de Orvalho, constituía de espécies
exóticas no qual sua retirada foi autorizada pela equipe de poda da
Prefeitura Municipal de Guaçuí – ES mediante a compensação ambiental.
Figura 03 - Carta do RADAM Brasil vol 32 – Mapa de vegetação denotando o domínio da
floresta estacional semidecidual
4.3CLIMA
Figura 04 - Fragmento da carta de isoietas da Bacia do Itabapoana – Elipse vermelha mostra
região aproximada do trecho e curvas de precipitações
A classificação climática para a região, segundo Kõppen (apud
INCAPER,2011) é do tipo Cwa, ou seja, clima mesotérmico de inverno seco
e verões quentes, em que a temperatura média do mês mais quente é
superior a 22 ºC e a do mês mais frio inferior a 18 ºC. Por ser região
limítrofe à classificação Cwb, nas regiões limítrofes a Dores do Rio Preto,
Divino de São Lourenço e Ibitirama, com maiores altitudes, o clima
apresenta temperaturas mais amenas no verão, clima típico das regiões
da Serra do Caparaó. Assim, sendo, torna-se possível classificar a região
como sendo do tipo Cwa com transição para Cwb.
4.4PRECIPITAÇÃO
A precipitação média anual gira em torno de 125 mm (Tabela 01) com
período chuvoso normalmente nos meses de verão. Os dados de
precipitação foram adquiridos na subestação de Guaçuí (código 2041001 -
coordenadas UTM 220859,65 – 7700808,33 - tipo de estação 2),
responsável: Agencia Nacional de Águas, onde o volume de chuva é
medido diariamente durante todo o ano.
Histórico de precipitação média mensal entre os anos de 1952 e 2014 (ANA,
2017).
Tabela 01 - Índices pluviométricos média histórico 1952/2014 – Guaçuí-ES
Tabela 02 – Desvios em relação a média – Guaçuí-ES
5 PLANEJAMENTO
O plano de restauração e recuperação da área de destinação de RSU será
executado em duas etapas. Na primeira etapa será instalado cerca para
isolar a área a ser recuperada, aterramento dos resíduos exposto, catação
dos resíduos dispersos e manutenção das vias e caixas secas. Na segunda
etapa será realizado o plantio de mudas nativas da região em covas com o
objetivo de estabilização do solo e controle químico de formiga e a
manutenção ocorrerá durante os quatro anos seguintes.
4.5PRIMEIRA ETAPA
4.5.1 Instalação de Cerca
Será instalada no entorno da a área de destinação dos RSU cerca feita de
estacas de eucalipto tratado com quatro fios de arame farpado, com o
espaçamento de 3 m entre estacas em toda a extensão do perímetro.
Tornando restrito o acesso a área, evitando circulação indevida de animais
e pessoas. O cercamento possui 700 metros de perímetro.
4.5.2 Aterramento dos Resíduos
Ao finalizar a destinação dos resíduos sólidos urbanos na área, muitos
resíduos ainda expostos será aterramento, de modo a eliminar qualquer
vestígio de RSU na área.
4.5.3 Catação dos Resíduos Dispersos
Após o aterramento dos resíduos, será direcionada um equipe para área
para proceder a catação manual dos resíduos dispersos, evitando que o
vento espalhe por áreas próximas, evitando qualquer transtorno com
vizinhos e ingestão por animais.
4.5.4 Manutenção das vias e caixas secas
Para facilitar o continuo acesso a área, todas as vias de acesso receberão
manutenções periódicas, possibilitando o acesso a qualquer hora e tempo.
Assim como as limpezas das coisas secas, deverá ser periódica
possibilitando maior vida útil das vias.
4.6SEGUNDA ETAPA
4.6.1 Controle químico de formigas cortadeiras
[Link] Monitoramento
O monitoramento de formigas cortadeiras será utilizado para aumentar a
eficiência e reduzir os custos de combate, e também reduzem os impactos
ambientais decorrentes do uso indevido dos inseticidas. Será feito
avaliações na área destinada à compensação antes do plantio para
identificação dos formigueiros.
[Link] Controle com iscas granuladas
Depois de feito o monitoramento e a identificação dos formigueiros, as
iscas deverão ser colocadas a 20 cm de cada formigueiro, Sendo utilizada
para esse controle a isca granulada Citromax, essa isca apresente- se em
embalagens de 300 g, com 6 unidades de 50 g cada, onde 15 g são o
suficiente para eliminar um formigueiro de
70 cm de diâmetro. Deverão ser colocadas em épocas de seca, devendo
ser colocadas no tempo mínimo de seis dias após a última chuva, para que
as iscas não se desintegram em contato com a água.
4.6.2 Preparo do Solo
A correção do Ph e fertilização (NPK) será feita diretamente dentro da cova
mediante a análise do solo. As covas serão revolvidas, aumentando a
porosidade e permeabilidade do solo. Como medida de prevenção a
erosão e da perda de unidade por evaporação, serão utilizadas
coberturas mortas oriundas de restos de
vegetação, melhorando a infiltração da água e estimulando o
desenvolvimento de microrganismo e conseqüentemente a produção de
húmus, substancia rica em nutrientes essenciais a planta.
As covas deverão ser marcadas em função do modelo utilizado em curva
de nível. Suas dimensões deverão apresentar 0,40 x 0,40 x 0,40 m (0,064
m³). Serão adicionados nas covas esterco bovinos curtidos, juntamente
com adubo (NPK) e calcário de acordo com recomendação prevista na
análise de solo.
4.6.3 PLANTIO
O plantio das mudas dará-se de forma manual, sendo plantando apenas
espécies nativas da região, onde sua distribuição na área será definida
através do comportamento ecológico de cada espécie, identificados em
dois grandes grupos.
Pioneiras ou sombreadoras: espécies de crescimento mais rápido.
Não pioneiras ou sombreadas: espécies de crescimento mais lento,
beneficiadas por um sombreamento parcial, onde estão incluídas as
espécies secundárias tardias e as climáticas.
[Link] Distribuição e densidade das espécies
Serão plantadas espécies de rápido crescimento (pioneiras) em 60% da
área. E a cada 3 (três) mudas de espécies pioneira será plantada 2 (duas)
espécie não pioneira (secundárias iniciais, secundárias tardias e clímax),
na proporção de 40% da área total, em plantio simultâneo em um
espaçamento de 3X3, sendo 3 metros entre fileiras e 3 metros entre
plantas, formando vários círculos. Cabe ressaltar que a área a ser plantada
será no raio de 50 metros da nascente em questão, conforme estabelecido
nas legislações ambientais vigentes, apresentando área total de
aproximadamente 2,4 hectares (24.000 metros). Serão plantadas nessa
área cerca de 2.666 (duas mil, seiscentas e sessenta e seis) mudas
nativas, onde será previsto
ainda um acréscimo de 25% de mudas destinadas ao replantio. Sendo
adquirido, portanto um total de 3.332 mudas nativas.
A distribuição de plantio seguirá conforme croqui o abaixo:
P P P NP NP P P P NP NP P P P NP NP
NP NP P P P NP NP P P P NP NP P P P
P P P NP NP P P P NP NP P P P NP NP
NP NP P P P NP NP P P P NP NP P P P
P – Pioneira
NP – Não pioneira
[Link] Irrigação
Devido ao alto índice de precipitação durante o mês previsto para o
plantio não será necessário efetuar irrigação, porém para melhor
aproveitamento das chuvas e posterior aproveitamento do mesmo, serão
adicionados 70 gramas de hidrogel agrícola em cada cova.
[Link] Quadro de espécies sugeridas para plantio
Nº NOME CIENTÍFICO NOME GRUPO QUANTIDADE
POPULAR ECOLÓGICO
01 Schinus terebinthifolius Raddi Aroeira Pioneira 104
02 Tapirira guianensis Aubl. Pau-pombo Pioneira 104
03 Cecropia pachystachya Trec Embaúba Pioneira 104
04 Curatella americana L. Cajueiro bravo Pioneira 104
05 Casearia sylvestris Sw. São Gonçalo Pioneira 104
06 Erythroxylum passerinum Mart. Pioneira 104
07 Tabebuia chysotricha Ipê amarelo Pioneira 104
08 Allagoptera arenaria (Gomes) Kuntze Guriri Pioneira 104
09 Gochnatia polymorpha (Less.) Camará Pioneira 104
Cabrera
10 Piptadenia gonoacantha Pau-jacaré Pioneira 104
11 Solanum insidiosum jurubeba de gato Pioneira 104
Mart.
12 Solanum granuloso-leprosum Dunal capoeira branca Pioneira 104
13 Solanum alternatopinnatum jiquirí Pioneira 104
Steud.
14 Cupania oblongifolia Mart. camboatã da Pioneira 104
folha
grande
15 Guazuma ulmifolia Lam. Algodão branco Pioneira 104
16 Miconia cinnamomifolia (DC.) Naudin jacatirão Pioneira 104
17 Attalea dubia (Mart.) Burret indaiá Pioneira 104
18 Caesalpinea férrea Pau ferro Clímax 104
19 Eugenia uniflora Pitanga Clímax 104
20 Aspidosperma polyneuron Peroba Clímax 104
21 Caesalpinea echinata Pau-brasil Clímax 104
22 Eugenia SP Araçá bravo Secundária Tardia 104
23 Psidium araçá Araçá Secundária Tardia 104
24 Cedrela fissilis Cedro Secundária tardia 104
25 Himatanthus phagedaenicus Agoniada Secundária tardia 104
26 Parapiptadenia rígida Angico Secundária inicial 104
27 Euterpe edulis Palmito Juçara Secundária inicial 104
28 Tapirira guianensis Aubl. Cedro brabo Secundária inicial 104
29 Bauhinia forficata Pata de vaca Secundária inicial 104
30 Caesalpinia peltophoroides Sibípiruna Pioneira 104
Secundária
inicial
31 Eschweilera ovata (Camb.)Miers Biriba Pioneira 104
/Secundária inicial
32 Tibouchina granulosa Quaresmeira Pioneira 104
/Secundária inicial
As espécies foram selecionadas devido à grande ocorrência na região e de
acordo com levantamento no entorno da propriedade e com base na lista
de espécies nativas disponibilizadas no sitio do Instituto Estadual de Meio
Ambiente – IEMA. Caso não sejam encontradas as referidas espécies as
mesmas poderão ser substituídas por outra do mesmo grupo ecológico.
4.7MANUTENÇÃO
A manutenção será feita em três anos subseqüentes ao plantio das
mudas, onde no primeiro ano será feito o repasse no combate às formigas
cortadeiras utilizando iscas granuladas conforme descrito acima item
5.1.2, será também realizado o coroamento das mudas de modo a evitar o
sufocamento e competição das mudas plantadas com plantas daninhas,
adubação de cobertura formulada de acordo com as necessidades da
planta e prevista na análise de solo a ser realizada, manutenção das vias e
caixas secas além de serem replantadas as mudas que por ventura
tiverem mortas.
Essa manutenção será realizada no 2º, 3º e 4º ano subseqüentes ao
plantio das mudas, entre os meses de outubro e novembro onde a maior
incidência de chuvas na região. Onde serão repassados ao MP e IEMA
relatórios fotográficos e descritivos de acompanhamento conforme
descrito no cronograma físico (item 7).
5 RESULTADO ESPERADOS
Com a finalização da implantação da recuperação dessa área, espera – se
diminuir os passivas ambientais geradas em anos de utilização
inadequada, e preparar para a segunda fase da recuperação onde serão
executadas de acordo com recomendações dos órgãos competentes assim
todos os estudos para analisar a evolução da recuperação.
6 CRONOGRAMA
CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO E MANUTENÇÃO (2018) Jan Fev Mar Abr Maio Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Instalação da cerca de arame farpado
Aterramento dos RSU
Catação dos RSU dispersos
Manutenção de vias e caixas secas
Controle químico de formigas cortadeiras
Preparo do Solo
Plantio
Relatório de foto/descritivo e apresentação de
documentos
Manutenção 1º ano
Repasse no Controle químico de formigas cortadeiras
Coroamento
Adubação de cobertura
Replantio
Manutenção de vias e caixas secas
Relatório de fotográfico/descritivo anual
Manutenção 2º, 3º e 4º ano
Repasse no Controle químico de formigas cortadeiras
Praça da Matriz, 74 - Guaçuí-ES - CEP 29.560-000 - 28 3553 2462 - meioambiente@[Link]
Coroamento
Adubação de cobertura
Replantio
Manutenção de vias e caixas secas
Relatório de fotográfico/descritivo anual
Acompanhamento técnico e monitoramento
Relatório de Conclusão
Praça da Matriz, 74 - Guaçuí-ES - CEP 29.560-000 - 28 3553 2462 - meioambiente@[Link]
7 REFERÊNCIAS
BARBOSA, L. M. Manual Para Recuperação de Áreas Degradadas do
Estado de São Paulo: Matas Ciliares do Interior Paulista. São Paulo:
Instituto de Botânica,
2006.
EMBRAPA. 1976. Aptidão Agrícola dos Solos do Estado do Espírito Santo.
In: Boletim Técnico nº47. Serviço Nacional de Levantamento e
Conservação de Solos. Rio de janeiro, RJ. 31 p.
INCAPER, 2011. Programa de Assistência Técnica e Extensão Rural Proater
2011- 2013.
RADAMBRASIL. 1983. LEVANTAMENTO DE RECURSOS NATURAIS. In:
Volume
32, Folhas SF 23/24. Rio de Janeiro/Vitória. Ministério das Minas e Energia.
Rio de Janeiro, RJ. 374p.
REIS, A.; BECHARA, F.C.; ESPÍNDOLA, M.B.; VIEIRA, N.K.; SOUZA, L.L.
–
Restauração de áreas degradadas: a nucleação como base para
incrementar os processos sucessionais, Itajaí, 2003.
ZANETTI, R.. Manejo integrado de pragas florestais. Notas de aula. UFLA.
Anchieta - ES, 13 de março de 2018.
Fabrício Dias
Heitor
Responsável
técnico Biólogo
CRBio 84959/02-D
CTEA/IEMA
203/2014
CTF/IBAMA 5746072
Vera Lúcia
Costa
Responsável
legal