ESCRITA
Flor&Ser Jovem Conectar
EXPRESSIVA
CONECTAR
Emoções
De modo geral, as emoções humanas
podem ser classificadas em dois
tipos: emoções primárias e emoções
secundárias.
Para Damásio (2000), as emoções
primárias são consideradas inatas ou
não aprendidas, ou seja, são emoções
comuns a todos os indivíduos da
nossa espécie, independentemente de
fatores socioculturais.
As emoções secundárias, por sua vez,
são mais complexas e variam
amplamente de acordo com a
cultura, com a experiência prévia e
com a época que o indivíduo está
inserido.
CONECTAR
Emoções
As emoções:
Têm origem numa causa, num objeto;
São reações corporais específicas, observáveis;
São públicas e voltadas para o exterior;
São automáticas e inconscientes;
Polaridade: podem ser negativas ou positivas;
São versáteis: variam em intensidade e são de breve duração; e
Relacionam-se com o tempo: as emoções têm princípio e fim.
Assim, emoção designa-se como:
Um processo passageiro, desencadeado por um estímulo (externo ou
interno);
Opera a nível psíquico, maioritariamente inconsciente, e é difícil de
verbalizar, no entanto, representa um poderoso meio de comunicação
(expressão facial).
CONECTAR
Sentimentos
O sentimento é o resultado de uma
experiência emocional. Sendo assim,
as reações geradas pelas emoções de
forma consciente serão os gatilhos
para a criação de sentimentos.
Geralmente, são sensações que
acontecem no “fundo da mente” e
podem ser facilmente escondidas do
mundo ao redor.
Entender a relação entre as emoções
e os sentimentos é crucial para o
autoconhecimento.
CONECTAR
Sentimentos
O Ser Humano enquanto ser dotado de consciência, analisa, interpreta,
organiza e reflete sobre os seus próprios sentimentos, isto é, constrói
sentimentos a partir dos mesmos.
Segundo Antônio Damásio:
As emoções são públicas enquanto que os sentimentos são privados;
Os mecanismos básicos da emoção não requerem, necessariamente
consciência;
Emoções geram sentimentos e estes, por sua vez, geram emoções num
ciclo contínuo; e
Os sentimentos possuem uma relação privilegiadas com a consciência.
CONECTAR
Sensações
O homem possui cinco sentidos
especiais - visão, olfação, gustação,
audição e equilíbrio -, além de um
sentido geral, a somestesia (do latim
soma, que quer dizer corpo e
aesthesia, que significa sensibilidade).
Esta última apresenta duas facetas
muito distintas. Uma delas está
voltada para o meio ambiente e o
controle da postura e dos
movimentos. Outra homeostática
(equilíbrio), é voltada para a
representação da noção subjetiva do
próprio EU, o seu estado fisiológico.
CONECTAR
Sensações
As sensações podem ser definidas como a impressão causada em um órgão
receptor através de um estímulo (interno ou externo). Portanto, a sensação
é um fenômeno puramente perceptual, basicamente uma atividade dos
sentidos (RIES, 2004; REEVE, 2006).
Nosso organismo recebe constantemente um número infinito de estímulos
(sensações), sendo que interpretamos somente os necessários. Os estímulos
recebidos serão iguais para todos, o que muda é a percepção, ou seja, a
forma que interpretamos tal sensação.
Uma sensação é sentida quando o estímulo envia sinais para o cérebro
através dos nervos. As sensações variam de acordo com a sua intensidade e
duração.
CONECTAR
Desejos
Em filosofia, o desejo é uma tensão
em direção a algo que é considerado,
pela pessoa que deseja, uma fonte de
satisfação. É uma tendência algumas
vezes consciente, outras vezes
inconsciente ou reprimida.
O desejo é um tipo de sentimento.
Isso significa que temos acesso
imediato e não por dedução do
mesmo. Ainda assim, estamos
sujeitos ao autoengano e outras
falhas relacionadas ao
autoconhecimento na exteriorização
dos nossos desejos.
CONECTAR
Desejos
Afinal de contas, o que é o desejo? Sigmund Freud, foi um dos maiores
teóricos dos desejo. Segundo ele, o desejo é uma força, e esta que é moldada
segundo as necessidades reais e fabricadas pelas condições sociais e
culturais. Já segundo Epicuro, filósofo da Grécia Antiga, fundador do
epicurismo - sistema filosófico que proclama o prazer obtido mediante a
prática da virtude como o único bem superior do homem, classifica os
desejos como:
Desejos naturais necessários: para a felicidade (ataraxia), para a
tranquilidade do corpo (proteção) e para a vida (nutrição, sono).
Desejos simplesmente naturais: variações de prazeres, busca do
agradável;
Desejos frívolos artificiais: exemplo: riqueza, glória; e
Desejos frívolos irrealizáveis: exemplo: desejo de voar como pássaros.
Mãe da Maria Carolina,
psicanalista clínica,
escritora. Apaixonada
pelas palavras. Acredita
no potencial das
pessoas e no
florescimento humano.
Um espaço para
realizar entregas que
somem positivamente
na vida de quem busca
o autoconhecimento.
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