In Sônia
In Sônia
Teoria 4
Epidemiologia 4
Etiologia 4
Fisiopatologia 5
Classificação 6
Caso clínico 6
Diagnóstico 7
Abordagem 7
História e exame físico 9
Fatores de risco 10
Investigações 13
Diagnósticos diferenciais 15
Critérios 15
Tratamento 17
Abordagem 17
Visão geral do algoritmo de tratamento 22
Algoritmo de tratamento 24
Novidades 52
Prevenção primária 52
Discussões com os pacientes 52
Acompanhamento 54
Monitoramento 54
Complicações 55
Prognóstico 55
Diretrizes 57
Diretrizes diagnósticas 57
Diretrizes de tratamento 58
Referências 60
Aviso legal 79
Insônia Visão geral
Resumo
A insônia é uma das queixas mais comuns relatadas em atenção primária.
O diagnóstico é feito principalmente por meio de entrevista com o paciente. Diários de sono, actigrafia e
Visão geral
polissonografia podem ajudar a confirmar o diagnóstico.
A identificação da etiologia correta é essencial, pois as intervenções variam e podem ser prejudiciais em
alguns casos, se o diagnóstico for incorreto.
A morbidade significativa da insônia indica que ela é uma condição médica que precisa de tratamento.
Adote uma abordagem individualizada de tratamento, com base nas preferências do paciente, na gravidade
da insônia, nos riscos e benefícios do tratamento e na disponibilidade das opções de tratamento do
especialista, como terapias cognitivo-comportamentais.
Para a maioria dos pacientes, o tratamento inicial com uma terapia comportamental, como terapia cognitivo-
comportamental para insônia (TCC-I), provavelmente possibilitará o melhor equilíbrio entre eficácia e
segurança.
Definição
Conforme o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, 5a. edição, texto revisado (DSM-5-
TR), o distúrbio de insônia é definido como dificuldade de iniciar ou manter o sono, ou despertares matinais
precoces que leva a insatisfação com a quantidade ou a qualidade do sono.[1] A resultante perturbação do
sono causa o comprometimento das áreas social, ocupacional, educacional, acadêmica, comportamental
ou outras áreas importantes de funcionalidade, além de causar sofrimento significativo. Os pacientes têm
insônia, mesmo com a oportunidade adequada de dormir, pelo menos 3 noites por semana ao longo de pelo
menos 3 meses. A insônia não é explicada pela presença de transtornos mentais ou afecções clínicas e não
está associada a outra síndrome do ciclo sono-vigília.
As definições variam, mas a insônia aguda costuma ser considerada uma insônia que dura menos de 4
semanas e ocorre em resposta a um estressor identificável.[2] [3] Geralmente, a insônia crônica é a insônia
que persiste por mais de 4 semanas.
Epidemiologia
A insônia é uma condição médica comum, mas as estimativas da prevalência variam dependendo das
definições usadas. Um estudo estimou que 3.3 milhões de pessoas no Canadá foram afetadas pela insônia
Teoria
em 2002, enquanto a estimativa de prevalência de distúrbio do sono no Brasil foi de 37%.[5] [6] Um estudo
populacional na Suécia constatou que, em todas as faixas etárias, 40% das pessoas têm insônia.[7] A
insônia geralmente é um problema de longo prazo, especialmente em idosos. Um estudo do Reino Unido
mostrou que 69% dos idosos com insônia ainda a tinham após 1 ano, enquanto nas faixas etárias mais
jovens esse número era de 44%.[8]
Estima-se que 10% a 30% da população dos EUA possam ter insônia, resultando em 5.5 milhões de
consultas clínicas por insônia a cada ano.[9] [10] [11] Em cada coorte de idade, as mulheres relatam mais
anormalidades do sono subjetivas que os homens.[12] [13] [14] Estima-se que acidentes e produtividade
insatisfatória no trabalho custem US$ 100 bilhões por ano.[15] As queixas de insônia aumentam com
a idade avançada, embora possa ter relação com a piora no estado de saúde em idosos e não com o
processo de envelhecimento.[16] [17] Transtornos psiquiátricos, principalmente ansiedade e depressão, são
as comorbidades mais comuns.[13] [18] [19] A insônia parece estar associada a um significativo aumento
do risco de depressão, que tem implicações na prevenção da depressão em pacientes não depressivos com
insônia.[20] [21] [22] Os pacientes com afecções clínicas crônicas (por exemplo, diabetes, doença arterial
coronariana, insuficiência cardíaca congestiva e distúrbios respiratórios crônicos) têm uma prevalência
mais alta de insônia que a população geral.[23] [24] [25] [26] Os distúrbios de dor em particular têm uma
correlação especialmente forte com a insônia.[17] [27] [28] Níveis elevados de dor geralmente precedem as
anormalidades do sono, e as dificuldades para dormir parecem exacerbar o sintoma da dor.[29]
Etiologia
Acredita-se que a insônia seja um distúrbio de hipervigilância.[30] Um modelo cognitivo sugeriu que
a reflexão e a preocupação com os problemas da vida podem interromper o sono e causar episódios
agudos de insônia, criando dificuldades para o início do sono e voltar a dormir depois de acordar em
particular.[31] A insônia aguda pode ocorrer por causa de uma mudança no ambiente em que se dorme,
aumento da exposição à luz, a ruídos, temperaturas ambiente excessivamente altas ou baixas ou um
colchão ruim. Além disso, eventos ou estresses da vida afetam o sono. Uma morte recente ou doença de
algum contato próximo, um novo emprego ou uma nova escola, ou prazos a cumprir podem causar insônia.
Posteriormente, assim que uma pessoa passa a ter dificuldade para dormir regularmente, a interrupção do
sono pode persistir devido a fatores perpetuadores como má adaptação da cognição ou do comportamento,
bem como ansiedade relacionada a dificuldades para dormir.
A insônia crônica pode ser comórbida com uma afecção clínica subjacente (por exemplo, DPOC, câncer,
insuficiência cardíaca congestiva, doença de Parkinson), um transtorno psiquiátrico (por exemplo,
esquizofrenia, depressão, transtorno bipolar, transtornos de ansiedade), uso de drogas ou bebidas
alcoólicas (ou abstinência) ou fatores ambientais.[32] [33] [34] Ela pode ocorrer exclusivamente durante
um episódio de doença ou pode preceder ou suceder a doença. Por exemplo, quando é comórbida com
depressão, uma das comorbidades mais comuns, a insônia geralmente precede o início dos sintomas
afetivos aparentes, e está entre os sintomas que mais provavelmente persistem após o tratamento dos
sintomas afetivos aparentes de um episódio depressivo.[35] Alguns antidepressivos podem contribuir para
queixas do sono, embora alguns medicamentos tenham menos efeitos sobre o sono que outros.[36] Uma
metanálise de ensaios clínicos randomizados e controlados revelou que inibidores de acetilcolinesterase,
Foi proposto que pacientes com insônia podem ser divididos em 5 subtipos clinicamente relevantes, usando
Teoria
subtipos baseados em dados de grande dimensão: altamente angustiados; moderadamente angustiado,
mas sensível à recompensa (ou seja, com respostas intactas a emoções agradáveis); moderadamente
angustiado e insensível à recompensa; um pouco angustiado com alta reatividade (ao meio ambiente
e aos eventos da vida); e levemente angustiado com baixa reatividade. Isso poderia potencialmente
reduzir a heterogeneidade do distúrbio de insônia e facilitar a identificação das causas subjacentes,
o desenvolvimento de tratamentos personalizados e a identificação de pacientes com maior risco de
depressão.[38]
Fisiopatologia
Em pacientes com insônia, diversas observações fisiológicas sugerem um estado hiperativado ou
hipermetabólico. A taxa de metabolismo corporal é determinada pela avaliação do consumo de oxigênio.
Os pacientes com insônia exibem taxas de metabolismo significativamente mais altas durante as 24 horas
do dia em relação aos controles saudáveis.[39] [40] A variabilidade da frequência cardíaca fornece uma
medida da atividade do sistema nervoso simpático e parassimpático; foi relatado que as frequência cardíaca
média se encontra aumentada e a variabilidade diminuida em todos os estágios do sono em pacientes com
insônia, em comparação com pessoas que dormem normalmente, mas as evidências de comprometimento
da variabilidade da frequência cardíaca em pacientes com insônia tem sido questionada.[41] [42]
A ativação crônica do sistema de resposta ao estresse em pacientes com insônia é uma evidência adicional
da hipervigilância. Níveis elevados de cortisol urinário livre de 24 horas têm sido encontrados em diversos
estudos com pacientes com insônia.[43] [44] Além disso, os níveis de cortisol urinário livre apresentaram
uma correlação positiva com o tempo total acordado, e as catecolaminas urinárias foram correlacionadas
com o horário do despertar após o início do sono e o sono estágio 1. As medidas plasmáticas de cortisol e
hormônio adrenocorticotrópico (ACTH) têm sido avaliadas em pessoas saudáveis que dormem normalmente
e em pacientes com insônia.[43] [44] [45] Esses estudos têm gerado resultados um pouco controversos,
mas, em geral, as pessoas com má qualidade do sono apresentam níveis plasmáticos mais altos de cortisol
e ACTH, sugerindo uma associação entre o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal e a patologia da insônia
crônica.
Outra hipótese sugere plasticidade comprometida do sistema sono-vigília. Em condições normais, por causa
da falta de sono, uma noite de sono curto e fragmentado é seguida por uma noite de sono constante e
mais longo. Esse mecanismo é preservado na insônia que está associada a outra condição subjacente
(anteriormente conhecida como "insônia secundária"), mas parece estar comprometido na "insônia
primária" (sem comorbidade).[46]
Classificação
Classificação internacional dos distúrbios do sono, terceira edição
(ICSD-3)[2] [4]
• Distúrbio de insônia crônica
• Distúrbio de insônia de curta duração
• Outro distúrbio de insônia.
Caso clínico
Caso clínico #1
Uma mulher de meia-idade reclama de dificuldade para iniciar o sono. Ela fez tratamento para ansiedade
no passado e está na perimenopausa. Ela relata que bebe sua última xícara de café às 9 da noite antes
de se deitar às 10, e fica vendo os minutos passarem no relógio por cerca de uma hora até dormir. Seu
exame físico e exames laboratoriais estão normais.
Caso clínico #2
Um homem idoso vai ao geriatra queixando-se de acordar várias vezes durante a noite e também
de despertar muito cedo pela manhã. Ele relata diversos problemas médicos, incluindo hipertensão,
próstata aumentada e insuficiência cardíaca leve. Ele nega ingestão de bebidas alcoólicas e cafeína
antes de dormir. Ao exame físico, o paciente é muito magro e apresenta edema nos pés 1+.
Abordagem
A história médica e de sono são suficientes para diagnosticar a condição médica.
Os diários de sono e a actigrafia realizada por alguns dias podem ajudar no diagnóstico, principalmente
quando a história do sono é inconsistente ou não confiável. A polissonografia não é indicada como
exame de rotina, mas deve ser considerada para pacientes com suspeita de apneia obstrutiva do sono ou
transtorno do movimento periódico dos membros, ou quando a insônia não responde bem aos tratamentos
convencionais, como terapia cognitivo-comportamental para insônia (TCC-I) ou agentes hipnóticos.
Devido à alta prevalência, os médicos de atenção primária devem considerar incorporar o rastreamento da
insônia nos check-ups regulares (por exemplo, exames físicos anuais, se realizados). O Índice de Gravidade
da Insônia (Insomnia Severity Index; um questionário de 7 itens com um sistema de pontos que identifica a
presença de insônia clínica) tem boa confiabilidade, validade e responsividade.[80]
Diagnóstico
Pergunte sobre outros sintomas clínicos ou condições que possam contribuir para o comprometimento
do sono (por exemplo, dor crônica, ondas de calor, disfunção tireoidiana, síndrome das pernas inquietas
ou apneia do sono). Pergunte sobre transtornos psiquiátricos concomitantes, como transtorno bipolar,
esquizofrenia, depressão ou ansiedade. Avalie os medicamentos usuais do paciente para identificar
se algum pode causar ou agravar a insônia (por exemplo, estimulantes, corticosteroides, diuréticos ou
antidepressivos). Pergunte sobre horários de trabalho irregulares ou trabalhos em turnos, que podem
contribuir para a falta de sono. Viagens aéreas recentes, sobretudo as que atravessam vários fusos
horários e exigem um ajuste significativo no horário do sono, geralmente estão relacionadas à insônia de
duração muito curta (<1 semana).
Uma parte essencial da anamnese é explorar o sofrimento e a ansiedade associadas à falta de sono à
noite e preocupações específicas sobre as consequências da insônia. Pergunte sobre as consequências
diurnas do comprometimento do sono, como produtividade insatisfatória no trabalho, imperícia ou falta
de concentração, cochilos durante o dia e uso de estimulantes (por exemplo, cafeína e nicotina), drogas,
bebidas alcoólicas e medicamentos. A capacidade funcional prejudicada durante o dia é um requisito
para o diagnóstico de distúrbio de insônia.[1]
Exame físico
O exame físico é um elemento importante da consulta, pois pode ajudar a identificar comorbidades
clínicas ou outros distúrbios do sono que podem estar associados a despertares do sono, como
apneia do sono e hipertireoidismo. Examine a cavidade oral para identificar a presença de amígdalas
aumentadas, micrognatia ou retrognatia, uma estenose lateral da orofaringe ou aumento do tamanho da
língua, o que pode contribuir para a apneia obstrutiva do sono.
Diário do sono
Os diários do sono podem ajudar a esclarecer o diagnóstico do paciente, elaborar relatórios de sintomas
e fornecer uma ferramenta que facilita a comunicação entre o médico e o paciente. Peça para o paciente
preencher um questionário pela manhã, por 1 a 2 semanas, identificando a qualidade e a quantidade de
sono na noite anterior, com detalhes sobre o horário de dormir e levantar, a duração total do sono e o
número de despertares noturnos.
Os diários do sono também podem ser úteis para determinar a eficácia da terapia para insônia.
Polissonografia (PSG)
A PSG monitora diversas variáveis fisiológicas durante o sono, incluindo atividade cerebral (via
Diagnóstico
eletroencefalograma), movimento ocular, atividade muscular (via eletromiografia), ritmo cardíaco (via
eletrocardiograma) e função respiratória. As gravações da PSG normalmente são realizadas durante uma
consulta noturna em um laboratório do sono.
A PSG é o exame mais eficaz para avaliar distúrbios do sono, mas normalmente deve limitar-se à
investigação da insônia quando há suspeita de quadros clínicos subjacentes (como apneia do sono ou
transtorno do movimento periódico dos membros) ou quando os pacientes não respondem ao tratamento
convencional, como TCC-I ou agentes hipnóticos.
As anormalidades da PSG em pacientes com insônia incluem latência maior para um sono persistente,
número maior de despertares após o início do sono, tempo total de sono menor e eficácia do sono
menor, e número maior de despertares em comparação com pessoas sem insônia. No entanto, os
resultados da PSG podem ser normais em alguns pacientes com insônia psicofisiológica (também
chamada de "efeito contrário da primeira noite") ou distúrbios do sono ambientais.
Actigrafia
A actigrafia realizada por alguns dias (junto com diários do sono) pode ajudar no diagnóstico,
principalmente quando a história do sono é inconsistente ou não confiável.
Diagnóstico
os pacientes em geral consigam identificar corretamente as dificuldades para dormir quando relatos
subjetivos são comparados com parâmetros de sono objetivos, como polissonografia, os pacientes
com insônia paradoxal normalmente descrevem muito mais perturbação do sono do que é registrado
por medidas objetivas obtidas durante a polissonografia.
acidentes (comuns)
• Devido à má qualidade do sono, podem ocorrer lesões leves ou graves ao próprio ou a outros
causadas pelo aumento do desajeito do paciente, falta de concentração e sonolência.
tireotoxicose (incomuns)
• Os pacientes com hipertireoidismo geralmente apresentam insônia.
Fatores de risco
Fortes
sexo feminino
• As mulheres relatam queixas de insônia de modo mais significativo que os homens em cada coorte
de idade.[12] [13] [14] Essa associação resulta em parte da probabilidade de as mulheres terem
Diagnóstico
idade avançada
• Relatos de dificuldade em adormecer e permanecer dormindo aumentam com a idade, mas parecem
estar relacionados principalmente a complicações de saúde comuns na idade avançada, e não ao
processo de envelhecimento em si.[17] [65]
uso de estimulantes
• O uso de estimulantes pode interferir no sono normal. A cafeína prolonga a latência do sono, reduz
o tempo total de sono e a eficiência do sono, e agrava a qualidade percebida do sono, e os efeitos
podem durar até 8-14 horas após a ingestão.[70] [71] A nicotina tem um efeito semelhante ao da
cafeína.[72] Estimulantes prescritos para o TDAH podem interferir no adormecer e manutenção do
sono.
má higiene do sono
• As pessoas com má higiene do sono podem estar propensas à insônia.
• Essas pessoas relatam horários de dormir e levantar irregulares, cochilos, mantêm ambientes
inadequados para o sono ou podem ter outros hábitos de má qualidade do sono.
• Sabe-se que a melhora na higiene do sono nesse grupo (embora não em pessoas com insônia
crônica em geral) melhora o sono.
Diagnóstico
corretamente, pois a lesão cerebral traumática também está associada a outros distúrbios do
sono.[73]
Fracos
medicações
• Medicamentos prescritos ou de venda livre que podem hiperestimular o paciente, crônica
ou inicialmente, podem causar insônia. Esses medicamentos incluem teofilina, salbutamol,
pseudoefedrina, fenilefrina, fenilpropanolamina e inibidores seletivos da recaptação de serotonina.[37]
desregulação tireoidiana
• Pacientes com hipertireoidismo podem queixar-se de insônia.
• A insônia talvez não seja relatada por pessoas assintomáticas e cujo hipertireoidismo é detectado por
exames de rotina.
comportamento sedentário
• O comportamento sedentário prolongado tende a estar associado a um aumento do risco de insônia e
perturbação do sono.[79]
Diagnóstico
Investigações
Primeiro exame a ser solicitado
Exame Resultado
Pit tsburgh Sleep Quality Index”, Índice de qualidade do sono de ≥5
Pit tsburgh (PSQI-BR)
• O PSQI-BR mede 7 áreas do sono ao longo do último mês:
qualidade do sono subjetiva, latência do sono, duração do
sono, eficácia habitual do sono, perturbações do sono, uso de
medicamento para dormir e disfunção diurna. Os pacientes avaliam
a si mesmos em cada um desses 7 domínios. A pontuação das
respostas se baseia em uma escala de 3 pontos estilo “Likert-style
scale”. Uma soma global equivalente a 5 ou mais indica uma pessoa
com má qualidade do sono.[84]
Insomnia Severity Index”, Índice de Gravidade da Insônia (IGI) 0a8
• O IGI é um questionário de 7 itens que usa uma escala de 5 pontos
estilo “Likert-style scale”. As pontuações podem variar de 0 a 28,
com uma pontuação de corte 8 indicando a presença de insônia
clínica. O questionário tem 3 perguntas que avaliam a gravidade da
insônia e 1 pergunta que analisa a satisfação com o padrão de sono
atual, a interferência do sono, a percepção de outras pessoas sobre
o problema do sono e a preocupação com problemas do sono.[85]
Stanford Sleepiness Scale”, Escala de Sonolência de Stanford 7
(ESS)
• A ESS classifica a sonolência em uma escala de 1 (bem acordado) a
7 (com muito sono).[80]
Escala de Sonolência de Epworth ≥9
• A “Epworth Sleepiness Scale” (Escala de Sonolência de Epworth
[ESE-BR]) classifica o sono em 8 categorias em uma escala de 0
(sem chance de cochilar) a 3 (alta chance de cochilar).[82]
Diagnóstico
Escala de insônia de Atenas (EIA) ≥6
• A EIA é um questionário baseado em critérios de diagnóstico para
insônia da Classificação Internacional de Doenças (CID-11) da
Organização Mundial da Saúde. Ela divide as dificuldades para
dormir em 8 categorias em uma escala de 0 a 3 ("sem problema" a
"muito problemático").[83]
Exame Resultado
polissonografia (PSG) variável
• Melhor exame para avaliar o sono, mas raramente necessário para
o diagnóstico de insônia. Geralmente solicitado quando há suspeita
de distúrbios respiratórios do sono ou transtorno do movimento
periódico dos membros, ou quando os tratamentos não funcionam.
• As anormalidades da PSG em pacientes com insônia incluem
latência maior para um sono persistente, número maior de
despertares após o início do sono, tempo total de sono menor e
eficácia do sono menor, e número maior de despertares que em
pessoas sem insônia. No entanto, os resultados da PSG podem ser
normais em alguns pacientes com insônia psicofisiológica (também
chamada de "efeito contrário da primeira noite ") ou distúrbios do
sono ambientais.
actigrafia pode mostrar padrões
de ritmo circadiano
• A actigrafia realizada por alguns dias (junto com diários do sono)
anormais ou perturbações
pode ajudar no diagnóstico, principalmente quando a história do
do sono
sono é inconsistente ou não confiável.
diário do sono sono de má qualidade ou
poucas horas de sono no
• Pode facilitar a comunicação entre o médico e o paciente. Um
total, início tardio do sono
questionário é preenchido pelo paciente toda manhã para descrever
e/ou vários despertares
a qualidade e a quantidade de sono da noite anterior, incluindo o
horário de dormir e levantar, a latência do sono, a duração total do
sono, o número de despertares e a avaliação subjetiva do repouso
proporcionado pelo sono.
hormônio estimulante da tireoide (TSH) nível laboratorial baixo de
TSH
• Se houver suspeita de que a tireotoxicose ou o hipertireoidismo
sejam a causa de origem da insônia, o TSH será avaliado para
determinar anormalidades da tireoide.
Diagnóstico
Diagnósticos diferenciais
Diagnóstico
ao comprometimento das
atividades diárias.
Critérios
Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, 5a. edição,
texto revisado (DSM-5-TR)[1]
Os critérios primários para um diagnóstico de distúrbio de insônia incluem:
• Dificuldade em começar a dormir ou em manter o sono ou despertares matinais precoces que leva a
insatisfação com quantidade ou qualidade de sono.
Abordagem
É importante identificar e otimizar o manejo de quaisquer afecções clínicas (por exemplo, dor crônica,
fogachos, apneia obstrutiva do sono) ou transtornos psiquiátricos (por exemplo, depressão) subjacentes
que possam estar contribuindo para a perturbação do sono em curso.[68] Avalie os medicamentos usuais
do paciente para estabelecer se incluem medicamentos que podem causar ou agravar a insônia, como
estimulantes, antidepressivos, corticosteroides ou diuréticos; em caso positivo, considere a possibilidade de
reduzir a dose e/ou administrar o medicamento mais cedo durante o dia.
A terapia cognitivo-comportamental para insônia (TCC-I) é uma abordagem de primeira linha para a
insônia aguda; as evidências são limitadas sobre a eficácia disso para a insônia aguda em relação à
insônia crônica, mas há evidências de ensaios clínicos randomizados e controlados de que uma única
sessão de TCC-I é efetiva em comparação com o tratamento usual para a insônia aguda.[87] [88]
Se a TCC-I não estiver disponível ou não for desejada, as técnicas de higiene do sono e relaxamento são
opções apropriadas de tratamento não farmacológico para a insônia aguda, especialmente em pacientes
que preferem não usar medicamentos ou que têm uma resposta insatisfatória a hipnóticos.[89] [90] [91]
[92] [93] [94] [95] [96] [97] [98] [99] [100]
O uso de curta duração de um hipnótico pode ser uma opção a ser considerada em pacientes com
insônia aguda grave ou associada a sofrimento substancial, por exemplo em ambientes onde há acesso
limitado ou inexistente a tratamentos comportamentais, se o paciente não puder participar de terapia
comportamental, ou se a terapia comportamental for inefetiva.[3] [87] Para os pacientes com dificuldades
no início do sono, o zolpidem, a zaleplona, a eszopiclona ou o ramelteon são opções de primeira linha
razoáveis. Os antagonistas duplos dos receptores da orexina (por exemplo, suvorexanto, lemborexanto,
daridorexanto) também são uma opção de primeira linha. Ensaios clínicos de fase 3 mostraram que
o lemborexanto melhorou o tempo total de sono em comparação com o placebo e melhorou de forma
semelhante desfechos do sono quando comparado ao daridorexanto.[101] [102] Para os pacientes
com dificuldade em manter o sono ou com despertar precoce, as opções de primeira linha incluem o
zolpidem, a eszopiclona ou um antagonista duplo dos receptores da orexina. A doxepina é uma opção
de segunda linha. Os médicos que considerarem oferecer tratamento farmacológico para a insônia
Tratamento
aguda durante a gestação devem procurar a orientação de um especialista (por exemplo, um psiquiatra
com experiência em prescrições durante a gestação ou um obstetra), devido aos riscos associados aos
hipnóticos comuns durante a gestação.
As opções de tratamento para pacientes cuja insônia crônica não responde ao tratamento de
condições subjacentes incluem terapia cognitivo-comportamental, técnicas de sono e relaxamento ou
farmacoterapia. Adote uma abordagem individualizada de tratamento, com base nas preferências do
paciente, na gravidade da insônia, nos riscos e benefícios do tratamento e na disponibilidade das opções
de tratamento do especialista, como terapias cognitivo-comportamentais.
Para a maioria dos pacientes, o tratamento inicial com uma terapia comportamental, como terapia
cognitivo-comportamental para insônia (TCC-I), se disponível, provavelmente possibilitará o melhor
equilíbrio entre eficácia e segurança.[61] [103] [104] No entanto, a terapia comportamental isolada não
é uma estratégia eficaz para todos os pacientes; por exemplo, quando o acesso ao serviço é limitado ou
inexistente, quando há incapacidade ou falta de disposição para participar da terapia ou na ausência de
resposta ao tratamento. Nesse cenário, o tratamento farmacológico pode ser indicado.[3]
Para a insônia durante a gestação (quando a razão risco/benefício costuma estar a favor de opções não
farmacológicas, se possível), há uma base de evidências limitada para o tratamento; a TCC-I (presencial
e on-line) parece ser segura, eficaz e uma opção de primeira linha aceitável.[105] [106] Caso seja
necessário um agente farmacológico durante a gestação, procure orientação de um especialista.
A TCC é eficaz quando empregada sob a orientação de um médico, seja em ambientes individuais ou
em grupo presenciais ou por meio da TCC-I baseada na internet (às vezes chamada de TCC digital
ou TCCd). Há uma crescente base de evidências a favor da TCCd, que sugere que sua efetividade é
comparável à da TCC presencial.[89] [113] [114] [115] A TCCd tem o potencial de aumentar o acesso do
paciente à TCC-I, oferecendo aos pacientes e aos médicos mais opções entre os tratamentos baseados
em evidências (TCC ou farmacoterapia) para insônia.[61] [116]
A TCC direcionada à condição subjacente demonstrou ser efetiva no tratamento da insônia comórbida
Tratamento
A higiene do sono envolve o desenvolvimento de hábitos propícios ao sono, como manter horários
regulares para dormir e acordar, evitar cochilos diurnos, evitar bebidas alcoólicas e dispositivos
eletrônicos antes de dormir e evitar cafeína.[123] Não há evidências suficientes de que as técnicas de
higiene do sono isoladas são um tratamento eficaz para insônia, embora elas possam ser úteis quando
combinadas com outras intervenções específicas.[124] Os resultados de uma metanálise sugerem que
a educação sobre a higiene do sono é consideravelmente menos eficaz que a TCC-I, mas que está
associada a uma melhora pequena a moderada dos sintomas de insônia; com base em dados atuais,
não está claro se a educação sobre a higiene do sono tem um papel no modelo de cuidados escalonado
para a insônia.[125]
Os tratamentos não farmacológicos são benéficos quando empregados sob a orientação de um médico,
seja em ambientes individuais ou em grupo presenciais ou por meio da TCC-I baseada na internet. Os
efeitos dos tratamentos de autoajuda, como exercícios, são pequenos a moderados.[128] [129] [130]
• Para pacientes com dificuldade de manter o sono, os hipnóticos que reduzem a insônia após
o início do sono são apropriados, incluindo aqueles com meia-vida maior e formulações que
Tratamento
• Anti-histamínicos e antidepressivos sedativos eventualmente são usados para tratar a insônia, mas
evidências sobre sua eficácia são limitadas.[3] [145]
• Há evidências de baixa qualidade de que o uso em curto prazo da doxepina (um antagonista
seletivo do receptor H1 aprovado para o tratamento de dificuldades na manutenção do sono) em
doses baixas resulta em uma pequena melhora na qualidade do sono em comparação com o
placebo.[145]
• Os hipnóticos têm se mostrado eficazes quando usados junto com antidepressivos ou ansiolíticos
no tratamento de insônia comórbida com depressão e ansiedade, respectivamente.[148] [149]
[150] [151] [152] [153]
• Atualmente, não há evidências para orientar as opções de tratamento farmacológicas em
pacientes com demência e insônia comórbida.[154] Vários tratamentos são de uso clínico comum
para essa indicação, incluindo antidepressivos sedativos e medicamentos antipsicóticos, apesar
da considerável incerteza sobre os riscos versus benefícios no tratamento nesse grupo de
pacientes. Devido ao seu potencial para efeitos adversos e evidências de eficácia não claras,
algumas diretrizes (por exemplo, o College of Family Physicians of Canada) recomendam
descontinuar os antipsicóticos após 3 meses de uso quando usados de maneira isolada para o
manejo de sintomas comportamentais/psicológicos negativos associados com a demência. Elas
também recomendam descontinuar os antipsicóticos em adultos com insônia primária tratados por
qualquer duração, ou insônia secundária em que as comorbidades subjacentes são tratadas.[155]
Uma revisão Cochrane analisando o tratamento farmacológico para perturbação do sono na
demência revelou que, dos medicamentos examinados, houve algumas evidências que dão
suporte ao uso de uma baixa dose de trazodona, embora sejam necessárias mais evidências de
ensaios clínicos sobre os riscos e benefícios desse medicamento.[156]
Tratamento
• Os hipnóticos devem ser usados com cautela em pacientes com história de uso indevido de álcool
ou substâncias. Eles também devem ser evitados em gestantes, se possível; no entanto, eles
podem ser usados sob orientação especializada apenas quando os benefícios superam os riscos.
Efeitos adversos
• O risco de torpor na manhã seguinte se aplica a todos os medicamentos tomados para insônia, e a
dose mais baixa que trata os sintomas do paciente deve ser prescrita.
• A Food and Drug Administration (FDA) dos EUA recomendou a redução das doses noturnas
de zolpidem, pois dados mostraram que os níveis sanguíneos em alguns pacientes podem
ser tão altos na manhã seguinte ao uso a ponto de comprometer atividades que exigem
atenção, incluindo dirigir. O risco foi maior nos pacientes que tomavam a formulação de
liberação prolongada, e as mulheres parecem ser mais suscetíveis porque eliminam o
zolpidem mais lentamente do corpo do que os homens.[160]
• Houve vários relatos de lesões raras, mas graves, e mortes resultantes de comportamentos
complexos do sono em pessoas que tomaram zolpidem, zaleplon ou eszopiclona. Isso pode incluir
• A segurança do uso de longa duração de hipnóticos não é clara. Por esse motivo, algumas
diretrizes (por exemplo, as do American College of Physicians [APA]) recomendam limitar o
tratamento com hipnóticos em curto prazo (4-5 semanas).[103] No entanto, outras diretrizes não
sugerem essa limitação.[3] A FDA aprovou todos os hipnóticos desde 2004, sem limitação na
duração do tratamento.
• Se houver recorrência dos sintomas de insônia após o esquema de retirada gradual dos hipnóticos
após 4-5 semanas (e a insônia não tiver respondido a tratamentos comportamentais, como TCC-
I), o paciente pode precisar de um exame especializado (por exemplo, avaliação do centro de
distúrbios do sono) antes da consideração de um tratamento de duração mais longa com um
hipnótico.
• Estratégias de dosagem intermitente para o tratamento farmacológico de longo prazo podem ser
consideradas.[169]
Aguda ( Resumo )
insônia aguda
2a. hipnóticos
2a. hipnóticos
Contínua ( Resumo )
insônia crônica
2a. hipnóticos
2a. hipnóticos
Tratamento
Algoritmo de tratamento
Observe que as formulações/vias e doses podem diferir entre nomes e marcas de medicamentos,
formulários de medicamentos ou localidades. As recomendações de tratamento são específicas para os
grupos de pacientes: consulte o aviso legal
Aguda
insônia aguda
Aguda
adjunta higiene do sono e técnicas de relaxamento
Tratamento recomendado para ALGUNS
pacientes no grupo de pacientes selecionado
» Se a TCC-I não estiver disponível ou não
for desejada, as técnicas de higiene do sono
e relaxamento são opções apropriadas de
tratamento não farmacológico para insônia
aguda, especialmente em pacientes que
preferem não usar medicamentos ou que têm
uma resposta insatisfatória aos hipnóticos.[89]
[90] [91] [92] [93] [94] [95] [96] [97] [98] [99] [100]
se deitar na cama.
Aguda
passam os dias e as noites. A ideia é criar um
tempo de sono consolidado e eficiente.
ou
ou
ou
Aguda
ou
ou
ou
Aguda
e a dose mais baixa que trata os sintomas do
paciente deve ser prescrita.
Aguda
comparação com o placebo.[99] [142] [143]
[144] Os ensaios clínicos de fase 3 mostraram
que o lemborexant melhorou o tempo total de
sono em comparação com o placebo e melhorou
de forma semelhante os desfechos de sono
quando comparado ao daridorexant.[101] [102]
Doses mais altas podem estar associadas ao
torpor no dia seguinte, o que pode interferir com
as atividades diárias. Os antagonistas duplos
dos receptores da orexina são contraindicados
em pacientes com narcolepsia.
Aguda
aos pés. Imagens de referência e meditação
instruem o paciente a trocar pensamentos
cheios de ansiedade por imagens agradáveis
e tranquilas. O biofeedback envolve dar ao
paciente informação imediata sobre seu nível
de estresse e instruções sobre métodos para
diminuir o estresse.
Aguda
de primeira linha para a insônia aguda, embora
a base de evidências para sua eficácia seja
relativamente limitada em comparação com a
insônia crônica.[87] Há evidências de um ECRC
no sentido de que uma única sessão de TCC-I é
eficaz, em comparação com o tratamento usual
para insônia aguda.[88]
Aguda
» Não há evidências suficientes de que as
técnicas de higiene do sono isoladas são um
tratamento eficaz para insônia, embora elas
possam ser úteis quando combinadas com
outras intervenções específicas.[124]
Aguda
» Faça o acompanhamento dos pacientes
com insônia aguda após 2-4 semanas para
estabelecer se a insônia é persistente; se
a insônia persistir após esse ponto, siga
as orientações para o manejo da insônia
crônica.[87]
2a. hipnóticos
Opções primárias
ou
ou
ou
ou
Opções secundárias
Aguda
» O uso de curta duração de um hipnótico
pode ser uma opção a ser considerada
em pacientes com insônia aguda grave ou
associada a sofrimento substancial, por exemplo
em ambientes onde há acesso limitado ou
inexistente a tratamentos comportamentais,
se o paciente não puder participar de
terapia comportamental, ou se a terapia
comportamental for inefetiva.[3] [87]
Aguda
níveis sanguíneos em alguns pacientes podem
ser tão altos na manhã seguinte ao uso a ponto
de comprometer atividades que exigem atenção,
incluindo dirigir. O risco foi maior nos pacientes
que tomavam a formulação de liberação
prolongada, e as mulheres parecem ser mais
suscetíveis porque eliminam o zolpidem mais
lentamente do corpo do que os homens.[160]
Aguda
» A insônia aguda costuma ser considerada uma
insônia que dura menos de 4 semanas e ocorre
em resposta a um estressor identificável.[2] [3]
Aguda
» A terapia de restrição do sono permite apenas
um tempo mínimo na cama durante a noite a
princípio, aumentando esse tempo conforme
passam os dias e as noites. A ideia é criar um
tempo de sono consolidado e eficiente.
Tratamento
Contínua
insônia crônica
Contínua
» Não há evidências suficientes de que as
técnicas de higiene do sono isoladas são um
tratamento eficaz para insônia, embora elas
possam ser úteis quando combinadas com
outras intervenções específicas.[124]
Contínua
2a. hipnóticos
Opções primárias
ou
ou
ou
ou
ou
ou
Opções secundárias
Contínua
» Geralmente, a insônia crônica é a insônia que
dura 4 semanas ou mais.[2] [3]
Contínua
» A Food and Drug Administration (FDA) dos
EUA recomendou a redução das doses ao deitar
de zolpidem, pois dados mostraram que os
níveis sanguíneos em alguns pacientes podem
ser tão altos na manhã seguinte ao uso a ponto
de comprometer atividades que exigem atenção,
incluindo dirigir. O risco foi maior nos pacientes
que tomavam a formulação de liberação
prolongada, e as mulheres parecem ser mais
suscetíveis porque eliminam o zolpidem mais
lentamente do corpo do que os homens.[160]
Contínua
hipnóticos desde 2004, sem limitação na
duração do tratamento. Se houver recorrência
dos sintomas de insônia após a redução
gradual dos hipnóticos após 4-5 semanas (e
a insônia não tiver respondido a tratamentos
comportamentais, como a terapia cognitivo-
comportamental para insônia), o paciente
pode precisar de um exame especializado (por
exemplo, avaliação do centro de distúrbios do
sono) antes da consideração de um tratamento
de duração mais longa com um hipnótico.
Estratégias de dosagem intermitente para o
tratamento farmacológico de longo prazo de
insônia podem ser consideradas.[170]
adjunta higiene do sono e técnicas de relaxamento
Tratamento recomendado para ALGUNS
pacientes no grupo de pacientes selecionado
» Geralmente, a insônia crônica é a insônia que
dura 4 semanas ou mais.[2] [3]
Contínua
» A terapia de controle de estímulos envolve
algumas técnicas preventivas de higiene
do sono que procuram criar um ambiente
menos agitado. A cama é usada somente para
atividade sexual ou para dormir. Além disso,
se o paciente tiver dificuldade para dormir em
15 a 20 minutos, ele deverá sair da cama e
fazer uma atividade relaxante até se cansar.
Depois, o paciente pode voltar para a cama. Se
a atividade não funcionar, o paciente poderá
se levantar de novo da cama para repetir o
exercício. Além disso, é recomendado sentar o
mínimo possível na cama, e somente quando
estiver pronto para dormir e cansado, ele deve
se deitar na cama.
Contínua
» A TCC-I é uma terapia de primeira linha para
insônia crônica.[103]
Contínua
cochilos diurnos, evitar bebidas alcoólicas e
dispositivos eletrônicos antes de dormir e evitar
cafeína.[123]
Contínua
Mulheres e adultos debilitados devem
receber apenas a dose mais baixa (6.25
mg/dia por via oral ou 1.75 mg/dia por via
sublingual). Em geral, a dose mais baixa
também é suficiente para muitos homens e
deve ser considerada. A dose sublingual aqui
apresentada é para a marca Intermezzo®,
aprovada para despertares no meio da noite,
seguida de dificuldade em voltar a dormir.
ou
ou
ou
ou
Opções secundárias
ou
for inefetiva.[3]
Contínua
tratamento farmacológico para a insônia durante
a gestação devem procurar a orientação de um
especialista (por exemplo, um psiquiatra com
experiência em prescrições durante a gestação
ou um obstetra), devido aos riscos associados a
hipnóticos comuns durante a gestação.
Contínua
que requerem atenção, e a dose inicial
recomendada foi reduzida como resultado.
Contínua
tratamento farmacológico de longo prazo de
insônia podem ser consideradas.[169]
adjunta higiene do sono e técnicas de relaxamento
Tratamento recomendado para ALGUNS
pacientes no grupo de pacientes selecionado
» Geralmente, a insônia crônica é a insônia que
dura 4 semanas ou mais.[2] [3]
Contínua
exercício. Além disso, é recomendado sentar o
mínimo possível na cama, e somente quando
estiver pronto para dormir e cansado, ele deve
se deitar na cama.
Tratamento
Novidades
Melatonina
A melatonina, um neuro-hormônio que regula ab perturbação do ritmo circadiano, está disponível sem
receita em alguns países para o tratamento do jet lag. Em outros países, ela pode estar disponível apenas
mediante receita médica. A metanálise sobre seu uso em distúrbios do sono primários mostra algumas
evidências para redução na latência de início do sono, mas são necessários maiores ensaios clínicos
randomizados e controlados para estabelecer seu uso terapêutico.[179]
Antagonistas 5-HT2A
Os antagonistas 5-HT2A podem ajudar a melhorar a manutenção do sono e têm efeitos sobre a arquitetura
do sono que incluem o aumento no sono de onda lenta.[180] Esses agentes estão em desenvolvimento.
Anticonvulsivantes
A gabapentina tem mostrado aumentar o sono de onda lenta e a eficácia do sono, bem como diminuir a
vigilância em pessoas com insônia primária.[181]
Prevenção primária
A higiene básica do sono envolve evitar estimulantes, incluindo nicotina e cafeína (bem como alimentos
que contêm cafeína) por várias horas antes de deitar; evitar ingerir bebidas alcoólicas por volta da hora de
dormir; evitar o uso de dispositivos digitais que emitem luz azul (por exemplo, smartphones/computadores);
estabelecer um horário regular para dormir e levantar; evitar permanecer tempo excessivo na cama tentando
dormir; evitar cochilos durante o dia; apenas tentar dormir quando sentir sono; fazer exercício regularmente,
de preferência ao final da tarde ou ao início noite; reservar um tempo adequado para relaxar antes de
se deitar; verificar se o ambiente é propício para o sono (verificar se a cama e a roupa de cama são
confortáveis, se o quarto é escuro e calmo e se a temperatura e a umidade estão controladas) e evitar olhar
para o relógio durante o período de sono.
• Deve-se evitar estimulantes (por exemplo, cafeína, nicotina) e bebidas alcoólicas por várias
horas antes de deitar, bem como evitar o uso de dispositivos eletrônicos que emitem luz azul (por
exemplo, smartphones) uma hora antes de deitar.
• Eles devem reservar um tempo adequado para relaxar antes de dormir, criando um ambiente
propício para o sono
• O colchão e as roupas de cama devem ser confortáveis e o nível de ruído mínimo, com
iluminação, temperatura e umidade controlados
• Mais importante, eles devem tentar manter uma programação de sono regular, com horários de
dormir e levantar consistentes, e evitar cochilar durante o dia.
• Anafilaxia ou angioedema, que pode ocorrer logo na primeira vez em que o medicamento é
tomado.
Tratamento
Monitoramento
Monitoramento
Acompanhamento
Os pacientes com insônia crônica devem ser acompanhados regularmente pelos médicos da unidade
básica de saúde para monitorar os sinais e sintomas e a eficácia da terapia atual. Se necessário, os
hipnóticos devem ser iniciados ou continuados. Embora uma abordagem conservadora para o uso do
medicamento sempre seja importante, o uso em longo prazo pode ser apropriado em alguns casos.
Complicações
Acompanhamento
ocorrência
ressaca matinal secundária ao medicamento curto pra zo Médias
Um risco do medicamento é a sedação no dia seguinte. O risco de torpor na manhã seguinte se aplica
a todos os medicamentos tomados para insônia, e a dose mais baixa que trata os sintomas do paciente
deve ser prescrita. A Food and Drug Administration (FDA) dos EUA recomendou a redução das doses
ao deitar de zolpidem, pois dados mostraram que os níveis sanguíneos em alguns pacientes podem
ser tão altos na manhã seguinte ao uso a ponto de comprometer atividades que exigem atenção,
incluindo dirigir. O risco foi maior nos pacientes que tomaram a formulação de liberação prolongada, e as
mulheres parecem ser mais suscetíveis porque eliminam o zolpidem mais lentamente do corpo do que os
homens.[160] A FDA também alertou que a eszopiclona pode causar comprometimento na capacidade
de dirigir no dia seguinte e em outras atividades que requerem atenção, e a dose inicial recomendada foi
reduzida como resultado.
O medicamento pode passar a ser menos eficaz depois de um período, levando à tolerância. Para
combater esse problema, os pacientes podem receber doses gradualmente maiores ou passar a
tomar um hipnótico diferente. A dose deve ser ajustada com cuidado devido às preocupações sobre a
possibilidade de causar dependência de alguns agentes.
Todos os hipnóticos têm algum potencial para produzir dependência.[182] Essa complicação é
especialmente preocupante em algumas populações de pacientes de risco (por exemplo, pessoas que
fazem uso indevido de drogas). Se ocorrer dependência, o medicamento deverá ser suspenso de maneira
gradativa. Um agonista dos receptores de melatonina ou a terapia cognitivo-comportamental podem ser
terapias alternativas mais apropriadas para os pacientes afetados.[183]
A exposição de longo prazo ao ramelteon tem sido associada ao aumento leve e transitório de prolactina
em mulheres.[184]
Prognóstico
A insônia crônica pode persistir por meses ou anos. A segurança do uso de longa duração de hipnóticos
não é clara. Algumas diretrizes recomendam limitar o tratamento com hipnóticos a uma curta duração
(4-5 semanas).[103] No entanto, outras diretrizes não sugerem essa limitação.[3] A Food and Drug
Administration dos EUA aprovou todos os hipnóticos desde 2004, sem limitação na duração do tratamento.
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Diretrizes de tratamento
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