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Hélder Fernando Pitta Gróz é o Procurador-Geral da República de Angola desde dezembro de 2017, com uma formação acadêmica em Direito e diversas pós-graduações. Sua carreira inclui cargos nas Forças Armadas, na Procuradoria Militar e na Polícia Judiciária Militar, além de experiências acadêmicas e legislativas. A Procuradoria-Geral da República de Angola, estabelecida em 1979, tem como função principal a representação do Estado e a defesa da legalidade, com autonomia administrativa e financeira.
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Hélder Fernando Pitta Gróz é o Procurador-Geral da República de Angola desde dezembro de 2017, com uma formação acadêmica em Direito e diversas pós-graduações. Sua carreira inclui cargos nas Forças Armadas, na Procuradoria Militar e na Polícia Judiciária Militar, além de experiências acadêmicas e legislativas. A Procuradoria-Geral da República de Angola, estabelecida em 1979, tem como função principal a representação do Estado e a defesa da legalidade, com autonomia administrativa e financeira.
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Procurador-Geral da República

Hélder Fernando Pitta Gróz

Procurador-Geral da República de Angola, nascido aos 19 de Março de 1956, na província de Luanda,


República de Angola.

Fez o ensino primário e secundário no Liceu Colégio Cristo Rei Maristas e no Liceu Salvador Correia.

É licenciado em Direito pela Universidade Agostinho Neto e Pós-graduado em Comando e Direcção pela
Escola Superior de Guerra Angolana em parceria com o Instituto de Defesa Nacional de Portugal.

É Pós-graduado em Ciências Policiais pela Escola de Altos Estudos Policiais de França e Itália.

Terminou o 1º ciclo de Mestrado em Ciências Jurídico-Criminal pela Universidade Agostinho Neto.

Experiências Profissionais:
Iniciou o seu percurso profissional desempenhado as funções de Controlador do Tráfego aéreo.
Posteriormente, foi Funcionário Bancário e Professor Liceal.

Depois da independência de Angola, aos 11 de Novembro de 1975 foi nomeado defensor ad-hoc junto
do tribunal de trabalho e em 1977 ingressou nas Forças Armadas, ano em que foram legalmente
instituídos o Tribunal Militar das Forças Armadas e a Procuradoria Militar das Forças Armadas
Angolanas.

De 1977 a 1979, desempenhou as funções de Investigador Criminal, colocado na Província do Bié e do


Cuando Cubango;

De 1979 a 1984, desempenhou as funções de Procurador Militar na Região Leste, para as Províncias do
Moxico e da Lunda, tendo sido posteriormente colocado em 1986, como Procurador Militar da Região
de Luanda na Província de Luanda, onde desempenhou funções de chefia em diversos Departamentos
da Procuradoria Militar;

De 1989 a 1990 desempenhou o cargo de Secretário-Geral da Associação dos Juristas de Angola;

Foi nomeado Procurador-Geral Adjunto da Republica em 1989 e Assessor Jurídico Comissão Conjunta
politica Militar em 1991 no âmbito dos acordos de Bicesse;

Em 1992, integrou o Estado Maior General das Forças Armadas Angolanas resultantes da integração das
tropas das distintas FAPLA-Forças Armadas Populares de Libertação de Angola e das tropas guerrilheiras
da UNITA, como resultado dos acordos de Bicesse, celebrados pelo Governo de Angola e a UNITA, em
Portugal aos 31 de Maio de 1991;

De 1992 a 1995 desempenhou o cargo de Director Adjunto da Polícia Judiciária Militar, tendo sido
promovido posteriormente para o cargo de Director;
De 2007 a 2017 desempenhou as funções de Procurador das Forças Armadas Angolanas e Vice-
Procurador Geral da República para Esfera Militar, respectivamente, tendo sido promovido a General de
3 estrelas;

Foi nomeado Procurador-Geral da República aos 19 de Dezembro de 2017.

É Presidente da Associação dos Procuradores de África.

Outras Experiências Profissionais e Académicas:

Lecionou nos cursos para Procuradores Municipais da Procuradoria-Geral da República;

Participou na elaboração de diversas legislações;

Frequentou Estágio na Procuradoria-Geral da República de Portugal (3 meses).

Organização e Função do Ministério Público

A Procuradoria-Geral da República de Angola-PGR foi instituída aos 27 de Abril de 1979 e à luz da


Constituição da República de Angola é um organismo do Estado com a função de representação do
Estado, nomeadamente no exercício da acção penal, de defesa dos direitos de outras pessoas singulares
e colectivas, de defesa da legalidade no exercício da função jurisdicional e de fiscalização da legalidade
na fase de instrução preparatória dos processos e no que toca ao cumprimento das penas.

A PGR goza de autonomia administrativa e financeira e constitui uma unidade orgânica hierarquizada
sob a direcção e gestão do Procurador-Geral da República, nomeado e exonerado pelo Presidente da
República, sob proposta do Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público, para um mandato
de 5 anos renovável uma única vez.
O Procurador-Geral da República no exercício das suas funções é coadjuvado por dois Vice-Procuradores
Gerais da República, um para esfera comum e outro para a esfera militar.

São órgãos essenciais da PGR, o Ministério Público (MP), o Conselho Superior da Magistratura do
Ministério Público (CSMMP) e a Procuradoria-Militar (PM) e órgãos colegiais: o Conselho Consultivo e o
Conselho de Direcção.

A nível central e local, os órgãos da PGR estão organizados por direcções, gabinetes, departamentos,
serviços, repartições e secções, conforme as necessidades de serviço.

O MP é o órgão da PGR essencial à função jurisdicional do Estado, dotado de autonomia e estatuto


próprio, a quem compete representar o Estado, defender a legalidade democrática e os interesses que a
lei determinar, promover o processo penal e exercer a acção penal.

É função do MP representar o Estado junto dos Tribunais, exercer o patrocínio judiciário de incapazes,
de menores e de ausentes, defender os interesses colectivos e difusos, promover a execução das
decisões judiciais e dirigir a fase da instrução preparatória dos processos penais, conforme o estatuído
na Constituição e na lei.

A categoria de Procurador-Geral da República Adjunto constitui o topo da carreira da Magistratura do


MP, seguindo-se de forma decrescente, as categorias de Sub Procurador-Geral da República, Procurador
da República e Procurador-Adjunto da República.

A PM goza de autonomia administrativa e financeira e tem de entre outras funções, o controlo e


fiscalização da legalidade no seio das Forças Armadas, da Polícia Nacional, Órgãos de Segurança e
Ordem Interna, contribuindo para a prevenção e repressão do crime e para a educação dos seus
membros no cumprimento estrito da lei, do juramento militar e de honra, dos regulamentos e das
ordens dos superiores hierárquicos. Os Magistrados Militares gozam dos mesmos direitos e regalias que
os Magistrados do foro comum.

Assim, a PGR tem como principal objectivo o fortalecimento da instituição, tornando-a mais próxima do
cidadão, contribuindo para a elevação da sua consciência jurídica e do respeito pela legalidade, nos
termos da lei.
Para tal, pretende capacitar dos seus quadros para dar resposta as prioridades estabelecidas pela
instituição, indo ao encontro dos anseios e necessidades do cidadão.

Contactos

M:

Rua 17 de Setembro, Palácio da Justiça, 4°, 5° e 6º andares

T:

+244 222 333 172 / +244 222 333 170

E:

[email protected]

W:https://pgr.ao/

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