AZEBAN KARTEN
O Exilado Tânato Prestidigitador
STRENGHT DEXTERITY CONSTITUTIO INTELIGENC WISDOM CHARISMA
N E
5 4 5 6 6 4
ARCAN DECEPTIO INSIGH PERCEPTIO PERSUASIO SURVIVA INTIMIDATIO INVESTIGATION
A N T N N L N
1 1 2 1 2 1 1 1
Chaotic Evil
Karten Fryida, ou posteriormente, Azeban Karten, é um humano nascido no
decadente Heim de Durnehviir, em 7 centenas até o Sol Poente*¹. Devido à praguenta
situação do um dia próspero Reino, Karten perdeu sua figura paterna, Paak, aos 10 anos
de idade, durante uma revolta na capital, Kapit, onde sobrevivia com sua mãe e padrasto,
Freyja Fryida, uma bruxa oculta, e Fiihl d’ah Puta, um chantagista que a obrigou a ficar
com ele. Sua desolação era imensurável. A fome dominava até mesmo as baratas da
mesma sarjeta de onde saciava sua sede, pessoas, ou o que sobraram delas, usavam o
que restava de suas míseras forças para gritar horríveis súplicas de misericórdia ou morte
aos seus companheiros já imóveis. O Caos já estava tão acomodado que poderia ser
chamado de Habitual Consternação. Aos 11 anos, em uma noite quente que poderia trazer
uma sensação de pseudo-conforto, foi obrigado a contemplar sua sem forma e
desamparada mãe ser estuprada pelo que pareciam ser 3 carcaças podres, vestindo
enferrujadas armaduras de guardas, devido à ruína que abençoava a todos e à insanidade
que agraciava um por um, que depois avançavam em direção à suas próximas vítimas.
Sabendo de seu destino incerto e, para tentar dar uma chance de sobreviver a seu filho,
Freyja o ensina as artes místicas aprofundadas no campo do ilusionismo – folgazar e
enganar o psique de seres e não seres com ilusões tão reais e palpáveis que são capazes
de os fazer acreditar em tudo o que seus sentidos captam, acreditando que estes são
infalíveis, ou, induzir sentimentos e emoções como a dor, o deleite e até mesmo a própria
morte, além de outras competências relacionando a realidade, o psique e o etéreo – e faz
o já esquecido, e um dia proibido, Ritual da Aleteia. Tal rito consiste em criar um vínculo de
sangue com o portador, as índoles do portador, Aleteia, a Deusa da ambição e da mente e
qualquer objeto do plano material. O objeto vinculado e entregue a liberdade e habilidade
de desenvolver uma consciência foi a 4ª costela esquerda de seu pai, denominada de Ziva
que, tem a capacidade de se comunicar com Karten e ir até ele por meio de levitação.
Pouco tempo depois disso, Freyja simplesmente sumiu e nunca mais foi vista.
FOICES E BRUXARIA! FOICES E BRUXARIA! FOICES E BRUXARIA! FOICES E
BRUXARIA! FOICES E BRUXARIA! FOICES E BRUXARIA! FOICES E BRUXARIA!
FOICES E BRUXARIA! FOICES E BRUXARIA! FOICES E BRUXARIA! FOICES E
BRUXARIA! FOICES E BRUXARIA! FOICES E BRUXARIA! FOICES E BRUXARIA!
FOICES E BRUXARIA! FOICES E BRUXARIA! FOICES E BRUXARIA! FOICES E
Crescendo em um cenário totalmente distorcido e
deturpado, Karten tinha uma boa índole, de acordo com o
ambiente, queria ajudar, da maneira que fosse e, aos 15 anos,
cansado de tanto tormento, angústia, desgraça e desastre
alheio, decide, com toda sua carga distorcida de vivência, que
o sofrimento do indivíduo não se baseia na falta de bens
essenciais à sobrevivência, mas sim, à sua psique. A mente é
a culpada e a única forma da amargura parar, o sofrimento
desaparecer e os gritos cessarem é a ausência da mente, a
libertação.
A LIBERTAÇÃO
Jovem, aos 17 anos, com Ziva anexada à lâmina velha e enferrujada de uma foice
rotunda e apoiando Karten em suas índoles, ambos partem, em uma noite quente que
poderia trazer uma sensação de pseudo-conforto, para A Libertação da mente de todos
que pudessem encontrar em Kapit. Aproveitando-se de sua adequa experiência no
ilusionismo e do impulso ambioso que Ziva dava com seu amparo, Karten conseguiu
exterminar uma grande parte da cidade com sucesso, silenciosamente, até que, as
testemunhas foram crescendo até o ponto em que nem mesmo sua bruxaria seria capaz
de silenciá-las. Gritos de desespero desorientados e embaralhados exclamavam um nome.
Não. O acusavam, o nomeavam.
AZEBAN! AZEBAN! AZEBAN! AZEBAN! AZEBAN! AZEBAN! AZEBAN! AZEBAN!
AZEBAN!
Mais e mais pessoas apareciam das sombras rodeando Azeban e, o que antes eram
berros hediondos e desorientados agora estavam harmoniosamente abomináveis e
ameaçadores, mas ainda assim, não representavam perigo físico e imediato. Azeban
nunca tinha visto algo parecido, a confusão em sua cabeça só aumentava e uma náusea
crescente se fez presente, a realidade parecia turva, mais escura e ao mesmo tempo clara,
as silhuetas sincronizadas dos seres pareciam uma coisa só e, de repente, seu corpo
despenca. Incapaz de se mover e em meio à tanta confusão, Azeban só consegue ver uma
figura que não parece ser deste mundo ou realidade, sua aparência era indescritivelmente
assombrosa, afagadora e incompreensível. Sua forma mudava a todo momento ao mesmo
tempo em que era a mesma. Milagrosamente aquilo possuía uma característica em comum
com a normalidade: os sons ensurdecedores expelidos por Aquilo pareciam uma forma de
se comunicar:
TU EXSILIUM THANATOS PRAESTIGIAS
As pessoas pararam de gritar, o vento parou de uivar, as árvores pararam de
balançar, os grilos pararam de criquilar e o silêncio completo tomou conta do ambiente. O
momento durou pouco mais que 1 segundo até a entidade desaparecer e tudo voltar à
normalidade. Ninguém parecia ter visto o que Azeban viu. Todos os fitavam e,
crescentemente, começaram a dizer, falar e então gritar, berrar: “EXILADO!”, “MATEM O
FRYIDA!”, “ESCÓRIA!”, “KARTEN FRYIDA É LOUCO!”, “KARTEN FRYIDA É UM
ASSASSINO!”.
O chamavam de Karten novamente e Azeban não entendia. Também não teria
tempo de entender com os guardas lançando-se nele, assim como todos os que estavam
dispostos a matar mais um. O Exilado Tânato Prestidigitador foge dos mesmos que
prometeu libertar.
- <> -
Dez anos se passaram, Azeban tem 27 anos. Após fugir de Kapit, Azeban
aperfeiçoou suas habilidades de Ilusionismo e, usando-as e com a ajuda de Ziva,
conquistou uma vida de refúgio, não podendo usar seu nome legítimo – e talvez, nem o
querendo mais – já que, o massacre feito em Kapit foi o estopim para uma completa
revolução no reino de Durnehviir, que agora é extremamente próspero e está o caçando.
Vivendo ao lado da importante, porém esquecida, ponte Caronte e desempenhando o
papel de “guardião” ou “pedageiro”, Azeban liberta a mente de todos os afortunados que
queiram a atravessar.
A missão pessoal de Azeban é libertar o máximo de seres que conseguir do
sofrimento e, principalmente, terminar de libertar sua terra natal, Kapit.
Sua única “posse”, além dos itens em sua mochila e casa, é Ziva, a 4ª costela de
seu pai que possui consciência. Azeban e Ziva têm um laço de sangue, o que sempre os
deixa unidos, já que, Ziva pode chegar até Azeban levitando, independente da distância
entre os dois. Ziva pode ser anexada à outras armas, servindo, geralmente, de
empunhadura.
No momento, Ziva está anexada à lâmina de uma foice rotunda em bom estado.