AET – ANÁLISE ERGONÔMICA
DO TRABALHO
xxxx- CONSTRUTORA E SERVICOS LTDA
NOVA CARAPINA
JANEIRO
2022
Sumário
1. CONTROLE DE REVISÕES.........................................................................3
2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA...................................................................4
3. INTRODUÇÃO........................................................................................... 4
4. OBJETIVO GERAL...................................................................................... 5
5. METODOLOGIA......................................................................................... 6
5.1. MÉTODO NIOSH LEVANTAMENTO DE PESO......................................28
5.2. NÍVEIS DE ILUMINAMENTO (ITEM 17.8).............................................33
5.3. MÉTODO RULA................................................................................. 34
5.4. INDICE DE MOORE E GARG – STRAIN INDEX.....................................35
5.5. CHECK-LIST: AVALIAÇÃO SIMPLIFICADA DO FATOR BIOMECÂNICO NO
RISCO PARA DISTÚRBIOS MUSCULOESQUELÉTICOS DE MEMBROS SUPERIORES
RELACIONADOS AO TRABALHO.................................................................37
5.6. CHECK-LIST PARA ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DO TRABALHO AO
COMPUTADOR
38
5.7. METODO OWAS................................................................................ 38
6. DESCRIÇÃO DE ATIVIDADES PGR............................................................40
7. ANÁLISE ERGONÔMICA...........................................................................45
SETOR: NOVA CARAPINA / CRIBARI – OPERADOR DE MÁQUINA PESADA .
45 SETOR: NOVA CARAPINA / CRIBARI – MOTORISTA I
...............................................................................................................
49
SETOR: UNIDADE DE RECICLAGEM RCC – SERVENTE GERAL INERTE.....55
SETOR: UNIDADE DE RECICLAGEM RCC – OPERADOR MANTENEDOR....63
SETOR: UNIDADE DE RECICLAGEM RCC – OPERADOR DE MÁQUINA PESADA
............................................................................................................................
68
SETOR: NOVA CARAPINA / CRIBARI – SERVENTE GERAL.........................72
SETOR: NOVA CARAPINA / CRIBARI – ENCARREGADO DE OPERAÇÃO.....75
SETOR: NOVA CARAPINA – OPERADOR DE BALANÇA ELETRONICA.........80
8. LEVANTAMENTO ANTROPOMÉTRICO E OUTRAS VARIÁVEIS....................85
9. CRONOGRAMA DE AÇÕES.......................................................................86
10. SUGESTÃO DE COMITE DE ERGONOMIA..............................................87
11. PROGRAMA EDUCATIVO......................................................................89
12. MONITORAMENTO............................................................................... 90
13. CONSIDERAÇÃO FINAIS.......................................................................95
14. CONCLUSÃO........................................................................................ 95
15. RESPONSABILIDADES..........................................................................96
16. REFERÊNCIAS...................................................................................... 97
1. CONTROLE DE REVISÕES
REVISÃO DATA HISTÓRICO RESPONSÁVEL ASSINATURA
00 Elaboração
2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
Razão Social: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Endereço: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
CEP: 2222222222
CNPJ: 3222222222222 Telefone: (27) 222222222
Ramo de Atividade: Tratamento e disposição de resíduos perigosos
CNAE Principal: 3822-0/00 Grau de Risco: “03” (Três)
Situação que motivou a execução e elaboração da Análise Ergonômica do
Trabalho:
Atendimento aos condicionantes exigidos pela NR 17 da Portaria 3214/78 do
Ministério do Trabalho e Emprego e considerando as similaridades das
atividades.
Posto de Trabalho
Endereço: Rodovia BR 101 Complemento: Km 264 CNPJ: 2222222
Norte
CEP: Cidade: Serra Bairro: Nova Carapina I UF: ES
22222222222
3. INTRODUÇÃO
Empresa xxxxxxxx - CONSTRUTORA E
SERVICOS LTDA ,
preocupada com as questões de Segurança, Saúde e Meio Ambiente
ao qual encontram-se inseridos os seus colaboradores, solicita a
elaboração desta ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO para as
funções Encarregado De Operação, Motorista I, Operador De Balança
Eletrônica, Operador De Maquina Pesada, Operador Mantenedor,
Servente Geral E Servente Geral Inerte.
4. OBJETIVO GERAL
Este trabalho objetiva analisar ergonomicamente os postos
de trabalho, bem como, apresentar as medidas corretivas necessárias
e suficientes para corrigir os riscos advindos dos agentes
ergonômicos, presentes nos ambientes, atividades, operações e
postos de trabalho; atender aos dispositivos legais, em especial, a
Norma Regulamentadora 17 (NR-17) do Ministério do Trabalho,
integrante do Capítulo V, Título II da consolidação das Leis do
Trabalho (CLT).
Identificar, quantificar e propor medidas de controle dos
riscos ergonômicos nos locais de trabalho; prevenir e controlar as
doenças relacionadas com os riscos ergonômicos; abordar os
problemas ergonômicos numa fase bem precoce;
Garantir que Consideração ergonômicas façam parte da
decisão dos líderes, incorporando-as na concepção de um novo posto
de trabalho.
Designar responsabilidades - buscando o envolvimento de
todos os colaboradores afetados pela análise de ergonomia sejam, a
saber:
• Diretoria / alta administração
• Gerentes
• Coordenadores
• Líderes
• Executantes - responsáveis por participar de todas as atividades
do
programa.
As informações constantes neste documento referem-se as
levantadas nas datas de análise/inspeção de acordo com os objetivos
propostos, podendo haver alterações no processo de trabalho ao
longo do tempo. Orientamos a empresa objeto desta análise
ergonômica do trabalho que ao
realizar qualquer alteração no layout e/ou processo produtivo
evidencie as melhorias para cumprimento do cronograma de ações
ergonômicas.
5. METODOLOGIA
Para efeito desta AET - Análise Ergonômica do Trabalho
consideram- se: A Associação Internacional de Ergonomia divide a
ergonomia em três domínios de especialização.
6. REFERÊNCIAS NORMATIVAS
Norma Regulamentadora 1: O objetivo desta Norma é estabelecer as
disposições gerais, o campo de aplicação, os termos e as definições comuns
às Normas Regulamentadoras - NR relativas a segurança e saúde no
trabalho e as diretrizes e os requisitos para o gerenciamento de riscos
ocupacionais e as medidas de prevenção em Segurança e Saúde no
Trabalho - SST.
Norma Regulamentadora 17: Esta Norma Regulamentadora - NR visa
estabelecer as diretrizes e os requisitos que permitam a adaptação das
condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores,
de modo a proporcionar conforto, segurança, saúde e desempenho eficiente
no trabalho.
Norma NHO 11: Esta NHO se aplica à avaliação do nível de iluminamento
em ambientes internos. Aborda também outros aspectos e parâmetros para
detecção de não conformidades que possam comprometer requisitos de
segurança e desempenho eficiente do trabalho.
Norma ABNT NBR ISO 11226: Ergonomia – Avaliação de posturas
estáticas no trabalho: Esta norma contém uma abordagem para
determinar a aceitabilidade de posturas estáticas de trabalho. Especifica
limites recomendados para posturas estáticas de trabalho, sem qualquer ou
somente um mínimo de esforço, enquanto leva em conta aspectos como
ângulos posturais e tempo.
Norma ISO 11228-1: Ergonomia – Movimentação manual – parte 1:
Esta Parte da NBR ISO 11228 especifica os limites recomendados para o
levantamento manual e transporte de cargas, levando em consideração a
intensidade, a frequência e a duração da tarefa. Esta parte da NBR ISO
11228 foi elaborada para prover orientações para a avaliação das muitas
variáveis que compõem uma tarefa, de maneira a permitir a avaliação dos
riscos para a saúde dos trabalhadores.
Norma ISO 11228-2: Ergonomia – Movimentação manual – parte 2:
Empurrar e Puxar. Esta parte da NBR ISO 11228 fornece dois métodos para
avaliar os perigos e riscos associados e especifica os limites recomendados
para puxar e empurrar cargas, levando em consideração a intensidade, a
frequência e a duração da tarefa.
Norma ABNT NBR ISO 11228-3: Ergonomia - Movimentação manual
Parte 3: Movimentação de cargas leves em alta frequência de repetição:
Esta parte da ABNT NBR ISO 11228 fornece recomendações ergonômicas
para tarefas de trabalho repetitivo que envolvem movimentação manual de
cargas leves em alta frequência. Ela fornece orientações sobre a
identificação e avaliação de fatores de risco comumente associados à
movimentação de cargas leves em alta frequência, permitindo, assim, a
avaliação dos riscos de saúde relacionados à população trabalhadora.
NIOSH, método que permite o cálculo do limite de peso a ser levantado em
condições seguras pelo trabalhador.
7. DESCRIÇÃO DE ATIVIDADES PGR
Obs.: Cargos em ordem alfabética
SETOR GHE FUNÇÃO DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
Acompanhar a execução das atividades da célula, zelar pela execução das atividades em
ENCARREGADO conformidade com as normas técnicas de saúde e segurança, cuidar para que a qualidade
CRIBARI 04
DE OPERAÇÃO dos trabalhos desenvolvidos se mantenha sempre dentro de padrões definidos e
determinados pela empresa. Dar suporte ao Coordenador de Operações, Executar tarefas
afins à sua função.
Dirigir e operar equipamentos conforme demanda solicitada pelo superior: automóveis,
vans, utilitários leves, caminhão carroceria, caçamba toco, pipa, poliguindaste toco e
caminhão tanque operacional toco, Poliguindaste Trucado, Sugador, Munck, Rollon-Off,
Caçamba Trucada e Caminhão Tanque Operacional Trucado); Transportar materiais para a
operação de acordo com a necessidade; Dirigir os veículos da frota da empresa atendendo
às demandas da empresa de acordo com a programação de trabalho; Transportar materiais
equipamentos de acordo com a necessidade; Realizar a coleta e transporte até a destinação
dos resíduos e efluentes de acordo com as normas da empresa; Auxiliar em ações de
emergência de acordo com o plano de ação e emergência (PAE) da empresa; Cumprir as
diretrizes de atividades críticas, observar a APR - Análise Preliminar de Riscos com
orientações e determinações para prevenção de acidentes; Cumprir os Procedimentos
CRIBARI 02 MOTORISTA I
Operacionais dos veículos/equipamentos sob sua responsabilidade; Conhecer e aplicar os
conhecimentos operacionais do veículo sob sua responsabilidade; Verificar as condições do
equipamento antes de iniciar a operação preenchendo o relatório diário de manutenção do
equipamento e informar o superior imediato das manutenções preventivas e corretivas
necessárias; Providenciar sempre que necessário que sejam feitas manutenções e limpeza
das caixas de passagem de líquidos percolados e das caixas do sistema de drenagem das
águas pluviais, a fim de manter a conservação do veículo; Guardar o veículo após a jornada
de trabalho em local apropriado; Manter no veículo a documentação e zelar pelo seu estado
de conservação; Dirigir o veículo, manipulando os comandos e observando o fluxo de
trânsito e a sinalização conforme os preceitos da direção defensiva; Manter-se atualizado
com as normas e legislação de trânsito; Responsabilizar-se civil, criminal e financeiramente
por quaisquer danos causados ao patrimônio da empresa e/ou terceiros por imperícia e
imprudência; Realizar as atividades nos clientes externos de acordo com as normas e
procedimentos da empresa de forma a superar as expectativas dos mesmos; Executar
tarefas afins à sua função.
SETOR GHE FUNÇÃO DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
Receber o cliente na balança e solicitar documento, para realizar a pesagem, Verificar se o
cliente possui cadastro ativo (CT/TA), Realizar pesagem de entrada do resíduo conforme
informações do documento apresentado, e cadastro do cliente no sistema, Realizar
NOVA pesagem de saída, para gerar o peso líquido do resíduo destinado, Imprimir ticket e colher
OPERADOR DE
assinatura do motorista, Arquivar documentação nas pastas (A/Z) conforme tipo de
CARAPINA 01 BALANÇA
pesagem realizada, Informar ao gestor, quanto às ocorrências anormais na área de sua
/CRIBARI ELETRONICA
responsabilidade (Balança CTR), Auxiliar na fiscalização quanto ao uso de EPIs por parte de
motoristas e ajudantes que acessam a balança da CTR, Auxiliar a equipe da operação
quanto ao monitoramento de foco de incêndio na área industrial, a partir da visualização
das imagens do monitor instalado na balança, e comunicar ao plantonista em situações de
emergências e ocorrências de incêndios, Dar suporte ao Coordenador Comercial, Executar
tarefas afins à sua função.
Operar ou conduzir máquinas de até 170 HP, operar máquinas pesadas para transportar
matérias-primas, produtos acabados e/ou em processos, operar a máquina utilizando
alavancas para inclinar e abaixar o lastro ou forquilha, transportar diversos materiais nas
dependências da empresa, fazer empilhamentos colocando estrados com cargas, um sobre
o outro em disposição, conforme previamente estabelecido. Levar os tambores e caixas de
NOVA resíduos para o centro de triagem. Movimentar os pallets com tambores vazios para a área
OPERADOR DE
proposta. Armazenar os tambores que serão descartados, carregar caminhões com
CARAPINA 03 MAQUINA
materiais, organizar o pátio, acompanhar a coleta seletiva. Armazenar os fardos na
/CRIBARI PESADA
área externa, preencher o check-list do seu equipamento, preencher documentos de
controle nos carregamentos. Operar máquinas obedecendo as normas e limites de
segurança, tomando todas as providências a fim de evitar estornos, tombamentos,
atropelamentos, derramamentos de cargas, etc., manter o equipamento em perfeito estado
de limpeza e conservação, no caso de reparos comunicar imediatamente ao seu superior.
Nos casos permitidos o próprio funcionário deve solicitar serviços especializados de
manutenção, zelar pela conservação da máquina e atender as instruções contidas em
manuais de trabalho, dar suporte ao encarregado de operação, executar tarefas afins à sua
função.
SETOR GHE FUNÇÃO DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
Operar ou conduzir máquinas de até 170 HP, operar máquinas pesadas para transportar
matérias-primas, produtos acabados e/ou em processos, operar a máquina utilizando
alavancas para inclinar e abaixar o lastro ou forquilha, transportar diversos materiais nas
dependências da empresa, fazer empilhamentos colocando estrados com cargas, um sobre
o outro em disposição, conforme previamente estabelecido. Levar os tambores e caixas de
resíduos para o centro de triagem. Movimentar os pallets com tambores vazios para a área
UNIDADE DE OPERADOR DE
proposta. Armazenar os tambores que serão descartados, carregar caminhões com
RECICLAGEM 03 MAQUINA
materiais, organizar o pátio, acompanhar a coleta seletiva. Armazenar os fardos na
RCC PESADA
área externa, preencher o check-list do seu equipamento, preencher documentos de
controle nos carregamentos. Operar máquinas obedecendo as normas e limites de
segurança, tomando todas as providências a fim de evitar estornos, tombamentos,
atropelamentos, derramamentos de cargas, etc., manter o equipamento em perfeito estado
de limpeza e conservação, no caso de reparos comunicar imediatamente ao seu superior.
Nos casos permitidos o próprio funcionário deve solicitar serviços especializados de
manutenção, zelar pela conservação da máquina e atender as instruções contidas em
manuais de trabalho, dar suporte ao encarregado de operação, executar tarefas afins à sua
função.
Recebimento e controle de entrada e saída de materiais; Triagem de materiais antes e
durante o processo de beneficiamento; Controle do fluxo de alimentação do britador;
UNIDADE DE
OPERADOR Medição da produção diária e lançamento de dados nas planilhas de controle; Lubrificar
RECICLAGEM 07
MANTENEDOR máquinas e equipamentos; Atuar na substituição de peças menores (mancal, rolamento,
RCC
parafusos, etc.); Dar apoio na substituição de peças maiores (mandíbulas, peneiras,
motoredutores, etc.); Dar apoio nas paradas de manutenção programadas da planta.
SETOR GHE FUNÇÃO DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
Apoiar e executar atividades de limpeza e organização das unidades operacionais e
administrativas; Limpeza e manutenção de redes de drenagem, chorume, biogás; Apoiar na
manobra, sinalização e orientações para o descarregamento e carregamento de veículos
que transportam resíduos/efluentes nas unidades operacionais; Orientar/sinalizar atividades
realizadas pelos Operadores de Máquinas; Efetuar a limpeza de equipamentos (máquinas,
caminhões, veículos afins); Apoiar/executar as atividades de manutenção e construção de
células; Apoiar/auxiliar a colocação de manta nas células; Realizar atividades acima de 2
metros; Apoiar /executar atividades de limpeza, manutenção e controle das Estações de
Tratamento de Efluentes; Realizar coleta de amostras de efluentes; Realizar controle de
níveis das lagoas de armazenamento de efluentes; Apoiar/auxiliar os Operadores de ETE na
operação das Estações de Tratamento de Efluentes Realizar coleta de sacolas e materiais
no entorno da CTR e circunvizinhança; Auxiliar no desenlonamento de veículos que realizam
o transporte de resíduos; Apoiar/executar as atividades de manutenção e construção
predial (pintura, reformas, construção, limpeza, etc.) Auxiliar na execução de demolições
manuais ou com martelo rompedor/demolidor de estruturas de concreto, cerâmicas,
NOVA alvenarias, entre outros materiais; Auxiliar o assentamento de alvenaria estrutural ou de
SERVENTE
CARAPINA 06 vedação com blocos de concreto ou cerâmicos; Auxiliar na preparação e aplicação de
GERAL
/CRIBARI concreto e argamassa, por preparação manual ou com uso de betoneira; Auxiliar na
aplicação de concreto/argamassa usinado; Auxiliar na fabricação, montagem, desmontagem
e reparos em estruturas em madeira como: esquadrias, formas, cercas, escadas, estruturas
para telhados e elementos estruturais, com uso de ferramentas manuais e mecânicas para
cortar, lixar, plainar, montar e dar acabamento final; Realizar o corte e dobra de ferragens
como: vergalhões, barras, cantoneiras, perfis metálicos e telas soldadas; Realizar
acabamento e tratamento de superfícies por emassamento, pintura e revestimento com gesso;
Instalações de forros em PVC ou gesso; Instalações de esquadrias metálicas, madeira, PVC
ou vidro; Auxiliar no assentamento de revestimentos cerâmicos como: pisos e azulejos;
Assentamento de elementos de pavimentação como: calçamentos, meio-fio, blocos de
concreto pré-moldados tipo PAVI-S ou similar; Execução de fechamentos externos por
cercas, mourões, gradil ou alambrados; Execução de drenagens pluviais com canaletas de
concreto, sarjetas, valas, tubos de concreto e escadas hidráulicas; Auxiliar na fabricação de
estruturas metálicas ou em madeira para coberturas e telhados, incluindo instalação e
manutenção em telhas metálicas; Execução de impermeabilizações por sistemas rígidos ou
flexíveis; Executar instalações hidrossanitários e de aparelhos hidrossanitários;
Auxiliar/acompanhar a execução de passagem, envelopamento de eletrodutos e caixas de
passagem para instalações elétricas; Realizar triagem e acondicionamento de materiais
recicláveis; Executar os serviços de manuseio dos cestos com resíduos de serviços de
saúde, processo de operação da autoclave; Orientar recebimento de resíduos no silo para
armazenamento da autoclave e posterior tratamento nas unidades operacionais.
SETOR GHE FUNÇÃO DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
Apoiar e executar atividades de limpeza e organização das unidades operacionais e
administrativas; Limpeza e manutenção de redes de drenagem de águas pluviais e
drenagem das unidades; Apoiar na manobra, sinalização e orientações para o
UNIDADE DE descarregamento e carregamento de materiais e resíduos nas unidades operacionais;
SERVENTE
RECICLAGEM 05 Orientar/sinalizar atividades realizadas pelos Operadores de Máquinas; Apoiar/executar as
GERAL INERTE
RCC atividades de manutenção e construção de células; Apoiar/auxiliar a colocação de manta
nas células; Realizar atividades acima de 2mt; Realizar coleta de sacolas e materiais no
entorno da unidade e circunvizinhança; Realizar a triagem e acondicionamento de materiais
inertes; Realizar apontamentos de produtividade e operação; Apoiar/executar as atividades
de manutenção e construção de obras civis (pintura, reformas, limpeza, etc.)
8. ANÁLISE ERGONÔMICA
EMPRESA: xxxxxx - CONSTRUTORA E SERVICOS LTDA
SETOR: NOVA CARAPINA / CRIBARI – OPERADOR DE MÁQUINA PESADA
CONDIÇÕES AMBIENTAIS
Tipo de Iluminação Posicionamento Ambiente
Natural N/A Climatizado
Temperatura Nível de Iluminância LUX Nível de Ruído db(A)
Externo: 27,2º C Desligado: 75
N/A
Interno: 23 ºC Ligado: 89,8
Consideração Técnica
O posto de trabalho está adequado, o nível de exposição diária a iluminação,
encontra-se de acordo com os valores de iluminância para a tarefa visual, em
conformidade com a NHO 11.
O ruído normalizado neste local encontra-se acima do limite do nível de ação
de ruído, para execução da atividade no posto de trabalho, de acordo com a NR
15;
O nível de exposição à temperatura encontra-se de acordo com o estabelecido
pela NR 15
– Anexo 3, que define o IBUTG - Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo de
32,5º, de acordo com a taxa metabólica do tipo de atividade exercida.
Recomendação
Utilizar o ar condicionador sempre acionado, para manutenção do conforto
térmico;
Fornecer protetor auricular para o funcionário.
Manutenção periódica dos procedimentos de limpeza e dos componentes do
sistema de ar-condicionado, assegurando as frequências mínimas, em
conformidade com os padrões referenciais de qualidade de ar no interior de
ambientes climatizados, dispostos na resolução RE nº 176, de 24 de junho
de 2000, da Agência Nacional de Vigilância
Sanitária – ANVISA.
ANÁLISE ERGONÔMICA DO POSTO – Operador de Máquina Pesada
Jornada de Trabalho: 44 horas/semana
Pausas: 1 hora de almoço
Total de funcionários do Posto: 1 Turno: N/A
Ritmo de Trabalho: Normal
Possibilidades de micro pausa entre as atividades: Sim
Postura: Sentado
Tarefa Real: Opera máquinas como trator esteira e retro escavadeira. Faz a
movimentação de materiais provenientes do processo operacional. Encaminha o
material para a planta de produção.
Aspectos Cognitivos: Necessita manter atenção em todas as rotas que o
equipamento realiza na planta, evitando manobras que possam tombar a
máquina carregada.
MÉTODO DE ANÁLISE: RULA
Braço: 20º - 45º Pescoço: 0º - 10º
Antebraço: 60º - 100º Tronco: 0º
Punho: 0º Pernas: Apoiadas
Rotação do Punho: Não Contração Muscular do Tronco: Estática
Braço cruza Linha Média do Corpo: Não Quantidade de hora/dia: 6
Grupo A – Sem carga Grupo B – Sem carga
Resultado: Nível 1 – Postura aceitável
MÉTODO DE ANÁLISE: CHECKLIST DE COUTO
Critério de Interpretação Resultado
11 a 13 pontos – Condição Biomecânica
Excelente
8 a 10 pontos – Boa Condição Biomecânica 10 Pontos
6 a 7 pontos – Condição Biomecânica Razoável Excelente Condição Biomecânica
4 a 5 pontos – Condição Biomecânica Ruim
Menos de 4 pontos – Condição Biomecânica
Péssima
CONCLUSÃO QUANTO AO RISCO ERGONOMICO
RULA
Para analisar os principais fatores de risco para o trabalho na posição sentada,
foi utilizado o método remetido para avaliação postural associado à aplicação de
força muscular e carga/esforço – RULA, cujo resultou em uma posição aceitável
para realização de suas atividades.
Checklist de Couto
A ferramenta de Análise das condições do posto de trabalho de Checklist de
Couto, conclui que todos os itens condição ergonômica excelente.
Recomendação
Não deve haver compressão de qualquer parte do corpo humano pelo
vestuário, mobiliário e etc.;
Os movimentos e a postura devem ser feitos em condições adequadas de
conforto e evitando esforços excessivos ou repetitivos;
Os ombros devem estar sempre relaxados.
Evitar a manutenção da postura sentada por longos períodos, programando
alternâncias de posturas a cada 1 hora;
Orientação e Programação quanto á micro pausas (2 min.
matutino/vespertino) durante demandas extensas de atividade;
Estudar a possibilidade de promover treinamento em ergonomia, abordando
orientações posturais no posto de trabalho como medidas de prevenção às
doenças ocupacionais, ajustes antropométricos da cadeira e monitor
conforme medidas descritas nas características antropométricas, com
distância horizontal olhos.
EMPRESA: xxxxxx - CONSTRUTORA E SERVICOS LTDA
SETOR: NOVA CARAPINA / CRIBARI – MOTORISTA I
CONDIÇÕES AMBIENTAIS
Tipo de Iluminação Posicionamento Ambiente
Natural N/A Natural
Temperatura Nível de Iluminância LUX Nível de Ruído db(A)
Externo: 25º C Desligado: 70
N/A
Interno: 29,8 ºC Ligado: 88,7
Consideração Técnica
O posto de trabalho está adequado, o nível de exposição diária a iluminação
encontra-se de acordo com os valores de iluminância para a tarefa visual, em
conformidade com a NHO 11, apesar de ser um ambiente aberto.
O ruído normalizado neste local encontra-se acima do limite do nível de ação
de ruído, para execução da atividade no posto de trabalho, de acordo com a NR
15.;
O nível de exposição à temperatura encontra-se de acordo com o estabelecido
pela NR 15
– Anexo 3, que define o IBUTG - Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo de
32,5º, de acordo com a taxa metabólica do tipo de atividade exercida.
Recomendação
Utilizar o climatizador sempre acionado, para manutenção do conforto
térmico;
Fornecer protetor auricular para o funcionário.
Avaliar a instalação de ar condicionado no veículo utilizado pelo funcionário
para execução de suas atividades com a janelas do veículo fechadas,
trazendo melhor condição térmica e respiratória.
ANÁLISE ERGONÔMICA DO POSTO – Motorista I
Jornada de Trabalho: 44 horas/semana
Pausas: 1 hora de almoço
Total de funcionários do Posto: 1 Turno: N/A
Ritmo de Trabalho: Normal
Possibilidades de micro pausa entre as atividades: Sim
Postura: Sentado
Tarefa Real: Realiza a umidificação da área operacional em caminhão pipa.
Aspectos Cognitivos: Deve manter atenção as manobras e rotas durante à
atividade, na precaução de possíveis acidentes.
MÉTODO DE ANÁLISE: RULA
Braço: 20º - 45º Pescoço: 0º - 10º
Antebraço: 60º - 100º Tronco: 0º - 20º
Punho: 0º Pernas: Apoiadas
Rotação do Punho: Não Contração Muscular do Tronco: Estática
Braço cruza Linha Média do Corpo: Não Quantidade de hora/dia: 6
Grupo A – Sem carga Grupo B – Sem carga
Resultado: Nível 1 – Postura aceitável
MÉTODO DE ANÁLISE: CHECKLIST DE COUTO
Critério de Interpretação Resultado
11 a 13 pontos – Condição Biomecânica
Excelente
8 a 10 pontos – Boa Condição Biomecânica 10 Pontos
6 a 7 pontos – Condição Biomecânica Razoável Excelente Condição Biomecânica
4 a 5 pontos – Condição Biomecânica Ruim
Menos de 4 pontos – Condição Biomecânica
Péssima
CONCLUSÃO QUANTO AO RISCO ERGONOMICO
RULA
Para analisar os principais fatores de risco para o trabalho na posição sentada,
foi utilizado o método remetido para avaliação postural associado à aplicação de
força muscular e carga/esforço – RULA, cujo resultou em uma posição aceitável
para realização de suas atividades.
Checklist de Couto
A ferramenta de Análise das condições do posto de trabalho de Checklist de
Couto, conclui que todos os itens condição ergonômica excelente.
Recomendação
Não deve haver compressão de qualquer parte do corpo humano pelo
vestuário, mobiliário e etc.;
Os movimentos e a postura devem ser feitos em condições adequadas de
conforto e evitando esforços excessivos ou repetitivos;
Os ombros devem estar sempre relaxados.
Evitar a manutenção da postura sentada por longos períodos, programando
alternâncias de posturas a cada 1 hora;
Orientação e Programação quanto á micro pausas (2 min.
matutino/vespertino) durante demandas extensas de atividade;
ATIVIDADE OPERACIONAL
MÉTODO NIOSH – ACOPLAMENTO DE MANGOTE
Figura 10 - Relatório método NIOSH (Fonte: Software Ergolândia)
Figura 11 - Croqui do movimento
MÉTODO MOORE E GARG (STRAIN INDEX)
Atividade: Acomplamento de Mangote
Duração: <1 minuto
Fator de Intensidade do Esforço: Algo Pesado Fator Duração do Esforço: 30 a 49% Ciclo
Fator Frequência do Esforço: Menos que 4 por Fator Postura da Mão e Punho: Boa
min
Fator Ritmo de Trabalho: Lento Fator Duração do Trabalho: 1 hora por dia ou
menos
STRAIN INDEX = 0,56 Baixo Risco<3 = SEGURO
CONCLUSÃO QUANTO AO RISCO ERGONOMICO
MÉTODO NIOSH – LEVANTAMENTO DE CARGA
De acordo com os cálculos realizados, o resultado apresenta um índice de
levantamento bom até o peso máximo de 10 kg (peso do mangote informado pelo
funcionário) para a condição analisada. Porém se as cargas estiverem localizadas
próximo a cintura, melhor será o resultado do índice de levantamento.
Moore e Garg
Nas atividades com o levantamento de cargas, o método apontou que o índice
de sobrecarga biomecânica nos membros superiores representa baixo risco as
articulações, pela frequência da execução dos movimentos.
Recomendação
Posicionar materiais pesados que necessitam serem transportados
manualmente, em uma altura média de 75 cm;
Não realizar movimentos bruscos ou movimento acentuado de quadril;
Realizar o levantamento acima de 23 kg em duplas ou trios;
Estudar a possibilidade de promover treinamento em ergonomia, abordando
orientações posturais no posto de trabalho como medidas de prevenção às
doenças ocupacionais.
EMPRESA: MARCA - CONSTRUTORA E SERVICOS LTDA
SETOR: UNIDADE DE RECICLAGEM RCC – SERVENTE GERAL INERTE
Layout:
MATERIAL BASCULADO
PRODUTO
RECICLADO
PLATAFORMA
PRODUTO MATERIAL
RECICLADO BASCULADO
TRIAGEM
PRODUTO
RECICLADO
POSTO AVALIADO
MATERIAL
BASCULADO
SALA DE
CONTROLE
MATERIAL
BASCULADO
Obs.: O Layout é apenas representativo, para a identificação dos Postos
Mobiliários do Posto de Trabalho (Estação/posto de trabalho)
Correia de triagem: formato em C/ Dimensões: 110 cm de altura.
CONDIÇÕES AMBIENTAIS
Tipo de Iluminação Posicionamento Ambiente
Natural N/A Natural
Temperatura Nível de Iluminância LUX Nível de Ruído db(A)
24,1º C N/A 90,1
Consideração Técnica
O posto de trabalho está adequado, o nível de exposição diária a iluminação,
encontra-se de acordo com os valores de iluminância para a tarefa visual, em
conformidade com a NHO 11, apesar de ser um ambiente externo.
O ruído normalizado neste local encontra-se acima do limite do nível de ação
de ruído, para execução da atividade no posto de trabalho, de acordo com a NR
15;
O nível de exposição à temperatura encontra-se de acordo com o estabelecido
pela NR 15
– Anexo 3, que define o IBUTG - Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo de
28º, de acordo com a taxa metabólica do tipo de atividade exercida.
Recomendação
Manter o conforto térmico abaixo do valor recomendado para atividade
elaborada;
Fornecer protetor auricular para o funcionário.
ANÁLISE ERGONÔMICA DO POSTO – Servente Geral Inerte
Jornada de Trabalho: 44 horas/segunda a sexta
Pausas: 1 hora de almoço
Total de funcionários do Posto: 3 Turno: N/A
Ritmo de Trabalho: Normal
Possibilidades de micro pausa entre as atividades: Sim
Postura: Em pé
Tarefa Real: Realiza a triagem e s e p a r a ç ã o d o s m a t e r i a i s na esteira
rolante, separa os materiais que não serão utilizados no processo produtivo.
Aspectos Cognitivos: O processo de triagem necessita de atenção devido as
movimentações no entorno do posto de trabalho, pois a retroescavadeira
alimenta a mesa, porém alguns materiais podem ultrapassar a barreira de
segurança e gerar um acidente.
MÉTODO DE ANÁLISE: ANTROPOMETRIA
Objetivando contribuir com a adequação do posto conforme os ajustes
antropométricos e a biomecânica do servidor, foi aplicado como medida
preventiva para desconforto osteomuscular, a antropometria como método de
análise para avaliar as medidas da distribuição antropométrica das partes do
corpo SIC - segundo informações colhidas da estatura do servidor em relação ao
posto.
Altura do funcionário: 1,76 m
Resultado do Método da Análise – Em pé
1. Distância entre a superfície e o piso: 110 cm
Conclusão
Conforme descrito nas observações, o posto de trabalho possui características
dimensionais da superfície de trabalho compatíveis com o tipo de atividade.
MÉTODO DE ANÁLISE: RULA
Braço: 20º - 45º Pescoço: 0º - 10º
Antebraço: 60º - 100º Tronco: 0º
Punho: 0º Pernas: Apoiadas
Rotação do Punho: Não Contração Muscular do Tronco: Estática
Braço cruza Linha Média do Corpo: Não Quantidade de hora/dia: 8
Grupo A – Sem carga Grupo B – Sem carga
Resultado: Nível 1 – Postura aceitável
CONCLUSÃO QUANTO AO RISCO ERGONOMICO
RULA
Para analisar os principais fatores de risco para o trabalho na posição em pé,
foi utilizado o método remetido para avaliação postural associado à aplicação de
força muscular e carga/esforço – RULA, cujo resultou em uma posição aceitável
para realização de suas atividades.
Recomendação
Evitar a manutenção da postura sentada por longos períodos, programando
alternâncias de posturas a cada 1 hora;
Orientação e Programação quanto á micro pausas (2 min.
matutino/vespertino) durante demandas extensas de digitação contínua;
Estudar a possibilidade de promover treinamento em ergonomia, abordando
orientações posturais no posto de trabalho.
ATIVIDADE OPERACIONAL
MÉTODO NIOSH – ATIVIDADE COM MARRETA
Figura 12 - Relatório método NIOSH (Fonte: Software Ergolândia)
Figura 13 - Croqui do movimento
MÉTODO MOORE E GARG (STRAIN INDEX)
Atividade: Levantamento e marretar materiais
Duração: 5 minutos (média)
Fator de Intensidade do Esforço: Pesado Fator Duração do Esforço: 50 a 79% do Ciclo
Fator Frequência do Esforço: 4 a 8 por minuto Fator Postura da Mão e Punho: Muito boa
Fator Ritmo de Trabalho: Razoável Fator Duração do Trabalho: 1 hora por dia ou
menos
STRAIN INDEX = 2,25 Baixo Risco<3 = SEGURO
CONCLUSÃO QUANTO AO RISCO ERGONOMICO
MÉTODO NIOSH – LEVANTAMENTO DE CARGA
De acordo com os cálculos realizados, o resultado apresenta um índice de
levantamento bom até o peso máximo de 10 kg (peso da marreta informado pelo
funcionário) para a condição analisada. Porém se as cargas estiverem localizadas
próximo a cintura, melhor será o resultado do índice de levantamento.
Moore e Garg
Nas atividades com o levantamento de cargas, o método apontou que o índice
de sobrecarga biomecânica nos membros superiores representa baixo risco as
articulações, pela frequência da execução dos movimentos.
Consideração
O local apresenta visivelmente particulados suspensos no posto de trabalho,
podendo acarretar desconforto considerável na execução das atividades laborais
e possíveis doenças do trabalho.
Recomendação
Posicionar materiais pesados que necessitam serem manuseados, em uma
altura média de 75 cm;
Não realizar movimentos bruscos ou movimento acentuado de quadril;
Realizar o levantamento acima de 23 kg em duplas ou trios;
Realizar o revezamento da atividade com levantamento de pesos com os
funcionários lotados no posto de trabalho;
Estudar a possibilidade de promover treinamento em ergonomia, abordando
orientações posturais no posto de trabalho como medidas de prevenção às
doenças ocupacionais.
EMPRESA: MARCA - CONSTRUTORA E SERVICOS LTDA
SETOR: UNIDADE DE RECICLAGEM RCC – OPERADOR MANTENEDOR
Layout:
MATERIAL
BASCULADO
PRODUTO
RECICLADO
PLATAFORMA
PRODUTO MATERIAL
RECICLADO BASCULADO
TRIAGEM
PRODUTO
POSTO AVALIADO
RECICLADO
MATERIAL
BASCULADO
SALA DE
CONTROLE
MATERIAL
BASCULADO
Obs.: O Layout é apenas representativo, para a identificação dos Postos
Mobiliários do Posto de Trabalho (Estação/posto de trabalho)
Controle de operação: Altura ajustável, com utilização atual a 87 cm.
CONDIÇÕES AMBIENTAIS
Tipo de Iluminação Posicionamento Ambiente
Natural N/A Natural
Temperatura Nível de Iluminância LUX Nível de Ruído db(A)
26,2º C N/A 88,6
Consideração Técnica
O posto de trabalho está adequado, o nível de exposição diária a iluminação,
encontra-se de acordo com os valores de iluminância para a tarefa visual, em
conformidade com a NHO 11, apesar de ser um ambiente externo.
O ruído normalizado neste local encontra-se acima do limite do nível de ação
de ruído, para execução da atividade no posto de trabalho, de acordo com a NR
15;
O nível de exposição à temperatura encontra-se de acordo com o estabelecido
pela NR 15
– Anexo 3, que define o IBUTG - Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo de
28º, de acordo com a taxa metabólica do tipo de atividade exercida.
Recomendação
Manter o conforto térmico abaixo do valor recomendado para atividade
elaborada;
Fornecer protetor auricular para o funcionário.
ANÁLISE ERGONÔMICA DO POSTO – Servente Geral Inerte
Jornada de Trabalho: 44 horas/segunda a sexta
Pausas: 1 hora de almoço
Total de funcionários do Posto: 1 Turno: N/A
Ritmo de Trabalho: Normal
Possibilidades de micro pausa entre as atividades: Sim
Postura: Em pé
Tarefa Real: Opera o maquinário utilizado nos processos industriais, lubrifica,
alinha e faz pequenas mnutenções nas correias.
Aspectos Cognitivos: As atividades devem ser cautelosas, observando a
operação correta das máquinas.
MÉTODO DE ANÁLISE: ANTROPOMETRIA
Objetivando contribuir com a adequação do posto conforme os ajustes
antropométricos e a biomecânica do servidor, foi aplicado como medida
preventiva para desconforto osteomuscular, a antropometria como método de
análise para avaliar as medidas da distribuição antropométrica das partes do
corpo SIC - segundo informações colhidas da estatura do servidor em relação ao
posto.
Altura do funcionário: 1,75 m
Resultado do Método da Análise – Em pé
1. Distância entre a superfície e o piso: 92,8 cm
Conclusão
Conforme descrito nas observações/ Mobiliário dos Postos de trabalho, o posto
de trabalho possui características dimensionais da superfície de trabalho
compatíveis com o tipo de atividade, pois o controle de acionamento possui ajuste
de altura vertical e horizontal.
MÉTODO DE ANÁLISE: RULA
Braço: 20º - 45º Pescoço: 0º - 10º
Antebraço: 60º - 100º Tronco: 0º
Punho: 0º Pernas: Apoiadas
Rotação do Punho: Não Contração Muscular do Tronco: Estática
Braço cruza Linha Média do Corpo: Não Quantidade de hora/dia: 8
Grupo A – Sem carga Grupo B – Sem carga
Resultado: Nível 1 – Postura aceitável
CONSIDERAÇÃO
O local apresenta visivelmente particulados suspensos no posto de trabalho,
condição consideravelmente favorável a gerar desconforto considerável na
execução das atividades laborais e possíveis doenças do trabalho.
Outro ponto observado é a inexistência de um local coberto no posto de
trabalho para proteção de raios solares, situação essa que a possibilidade de
causar efeitos nocivos ao funcionário a longo prazo.
CONCLUSÃO QUANTO AO RISCO ERGONOMICO
RULA
Para analisar os principais fatores de risco para o trabalho na posição em pé,
foi utilizado o método remetido para avaliação postural associado à aplicação de
força muscular e carga/esforço – RULA, cujo resultou em uma posição aceitável
para realização de suas atividades.
Recomendação
Evitar a manutenção da postura sentada por longos períodos, programando
alternâncias de posturas a cada 1 hora;
Orientação e Programação quanto á micro pausas (2 min.
matutino/vespertino) durante demandas extensas de digitação contínua;
Estudar a possibilidade de promover treinamento em ergonomia, abordando
orientações posturais no posto de trabalho como medidas de prevenção às
doenças ocupacionais.
EMPRESA: MARCA - CONSTRUTORA E SERVICOS LTDA
SETOR: UNIDADE DE RECICLAGEM RCC – OPERADOR DE MÁQUINA PESADA
CONDIÇÕES AMBIENTAIS
Tipo de Iluminação Posicionamento Ambiente
Natural N/A Climatizado
Temperatura Nível de Iluminância LUX Nível de Ruído db(A)
Externo: 27,2º C Desligado: 60,0
N/A
Interno: 21 ºC Ligado: 89,0
Consideração Técnica
O posto de trabalho está adequado, o nível de exposição diária a iluminação,
encontra-se de acordo com os valores de iluminância para a tarefa visual, em
conformidade com a NHO 11.
O ruído normalizado neste local encontra-se acima do limite do nível de ação
de ruído, para execução da atividade no posto de trabalho, de acordo com a NR
15.;
O nível de exposição à temperatura encontra-se de acordo com o estabelecido
pela NR 15
– Anexo 3, que define o IBUTG - Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo de
32,5º, de acordo com a taxa metabólica do tipo de atividade exercida.
Recomendação
Utilizar o ar condicionador sempre acionado, para manutenção do conforto
térmico;
Fornecer protetor auricular para o funcionário.
Manutenção periódica dos procedimentos de limpeza e dos componentes do
sistema de ar-condicionado, assegurando as frequências mínimas, em
conformidade com os padrões referenciais de qualidade de ar no interior de
ambientes climatizados, dispostos na resolução RE nº 176, de 24 de junho
de 2000, da Agência Nacional de Vigilância
Sanitária – ANVISA.
ANÁLISE ERGONÔMICA DO POSTO – Operador de Máquina Pesada
Jornada de Trabalho: 44 horas/semana
Pausas: 1 hora de almoço
Total de funcionários do Posto: 1 Turno: N/A
Ritmo de Trabalho: Normal
Possibilidades de micro pausa entre as atividades: Sim
Postura: Sentado
Tarefa Real: Opera a retro escavadeira, realizando a movimentação de
materiais provenientes do processo operacional e alimenta a correia
transportadora com materiais.
Aspectos Cognitivos: Manter atenção em todas as rotas que o equipamento
realiza na planta, evitando manobras que possam tombar a máquina carregada.
MÉTODO DE ANÁLISE: RULA
Braço: 20º - 45º Pescoço: 0º - 10º
Antebraço: 60º - 100º Tronco: 0º
Punho: 0º Pernas: Apoiadas
Rotação do Punho: Não Contração Muscular do Tronco: Estática
Braço cruza Linha Média do Corpo: Não Quantidade de hora/dia: 8
Grupo A – Sem carga Grupo B – Sem carga
Resultado: Nível 1 – Postura aceitável
MÉTODO DE ANÁLISE: CHECKLIST DE COUTO
Critério de Interpretação Resultado
11 a 13 pontos – Condição Biomecânica
Excelente
8 a 10 pontos – Boa Condição Biomecânica 10 Pontos
6 a 7 pontos – Condição Biomecânica Razoável Excelente Condição Biomecânica
4 a 5 pontos – Condição Biomecânica Ruim
Menos de 4 pontos – Condição Biomecânica
Péssima
CONCLUSÃO QUANTO AO RISCO ERGONOMICO
RULA
Para analisar os principais fatores de risco para o trabalho na posição sentada,
foi utilizado o método remetido para avaliação postural associado à aplicação de
força muscular e carga/esforço – RULA, cujo resultou em uma posição aceitável
para realização de suas atividades.
Checklist de Couto
A ferramenta de Análise das condições do posto de trabalho de Checklist de
Couto, conclui que todos os itens condição ergonômica excelente.
Recomendação
Não deve haver compressão de qualquer parte do corpo humano pelo
vestuário, mobiliário e etc.;
Os movimentos e a postura devem ser feitos em condições adequadas de
conforto e evitando esforços excessivos ou repetitivos;
Os ombros devem estar sempre relaxados.
Evitar a manutenção da postura sentada por longos períodos, programando
alternâncias de posturas a cada 1 hora;
Orientação e Programação quanto á micro pausas (2 min.
matutino/vespertino) durante demandas extensas de atividade;
Estudar a possibilidade de promover treinamento em ergonomia, abordando
orientações posturais no posto de trabalho como medidas de prevenção às
doenças ocupacionais.
EMPRESA: MARCA - CONSTRUTORA E SERVICOS LTDA
SETOR: NOVA CARAPINA / CRIBARI – SERVENTE GERAL
CONDIÇÕES AMBIENTAIS
Tipo de Iluminação Posicionamento Ambiente
Natural N. A Natural
Temperatura Nível de Iluminância LUX Nível de Ruído db(A)
26,7 C N. A 60,8
Consideração Técnica
O posto de trabalho está adequado, o nível de exposição diária a iluminação,
encontra-se de acordo com os valores de iluminância para a tarefa visual, pois
trata-se de ambiente externo.
O ruído normalizado neste local encontra-se de acordo com o recomendado
para conforto, porém o local é um ambiente operacional, sendo variável entre
movimentação de veículos pesados, sendo recomendado o uso de equipamentos
de proteção individual para execução da atividade no posto de trabalho.
Atividades realizadas em céu aberto não se aplica ao anexo 3 da NR 15.
Recomendação
Fornecer EPI’s compatíveis ao risco de exposição;
Nos períodos de calor mais intenso, aumentar a frequência de hidratação do
funcionário;
Avaliar a instalação de local coberto próximo ao posto de trabalho, afim de
diminuir a exposição contínua ao céu aberto.
ANÁLISE ERGONÔMICA DO POSTO – Servente Geral
Jornada de Trabalho: 44 horas/segunda a sexta
Pausas: 1 hora de almoço
Total de funcionários do Posto: 1 Turno: N/A
Ritmo de Trabalho: Normal.
Possibilidades de micro pausa entre as atividades: Sim
Postura: Em pé
Tarefa Real: Auxiliar na sinalização dos veículos e manejo da organização do
aterro.
Aspectos Cognitivos: A atividade é de extrema atenção, pois auxilia o motorista
no basculamento de materiais, caso houver erro na sinalização, pode ocorrer o
tombamento do veículo.
MÉTODO DE ANÁLISE: OWAS
Figura 14 - Resultado do método OWAS (Fonte: Ergolandia)
CONCLUSÃO QUANTO AO RISCO ERGONOMICO
OWAS
Para analisar os principais fatores de risco para o trabalho na posição em pé,
foi utilizado o método remetido para avaliação identificar as posturas mais
prejudiciais e ainda identificar as regiões que são mais atingidas – OWAS, cujo
resultou não há necessidade de medidas corretivas.
Recomendação
Evitar a manutenção da postura em pé por longos períodos, programando
alternâncias de posturas a cada 1 hora;
Estudar a possibilidade de promover treinamento em ergonomia, abordando
orientações posturais no posto de trabalho como medidas de prevenção às
doenças ocupacionais.
EMPRESA: MARCA - CONSTRUTORA E SERVICOS LTDA
SETOR: NOVA CARAPINA / CRIBARI – ENCARREGADO DE OPERAÇÃO
Layout:
LEGENDA:
MESA
CADEIRA
Obs.: O Layout é apenas representativo, para a identificação dos Postos
Mobiliários do Posto de Trabalho
Mesa: formato em C/ Dimensões: 76 cm de altura, 122 cm de comprimento,
80 cm de largura, sem borda arredondada;
Cadeira: estofada, com 5 pés, com rodízios, assento com borda arredondada
regulável, apoio dorsal fixo e apoio para antebraços. Altura variante de 40 a 50
cm.
CONDIÇÕES AMBIENTAIS
Tipo de Iluminação Posicionamento Ambiente
Artificial/Geral lâmpadas Distribuída
uniformemente Climatizado
fluorescentes compactas
e difusa
Temperatura Nível de Iluminância LUX Nível de Ruído db(A)
22º C 510 59,4
Consideração Técnica
O posto de trabalho está adequado, o nível de exposição diária a iluminação,
encontra-se de acordo com os valores de iluminância para a tarefa visual, em
conformidade com a NHO 11.
O ruído normalizado neste local encontra-se dentro do limite recomendado
para conforto.
O nível de exposição à temperatura está de acordo com o limite estabelecido
pela NR 17, que define o índice de temperatura efetiva entre 20º a 23º C
Recomendação
Manter temperatura entre 20 a 23º;
Manutenção da condição acústica existente;
Manutenção periódica dos procedimentos de limpeza e dos componentes do
sistema de ar-condicionado, assegurando as frequências mínimas, em
conformidade com os padrões referenciais de qualidade de ar no interior de
ambientes climatizados, dispostos na resolução RE nº 176, de 24 de junho
de 2000, da Agência Nacional de Vigilância
Sanitária – ANVISA.
ANÁLISE ERGONÔMICA DO POSTO – Encarregado de Operação
Jornada de Trabalho: 44 horas/segunda a sexta
Pausas: 1 hora de almoço
Total de funcionários do Posto: 6 Turno: N/A
Ritmo de Trabalho: Normal
Possibilidades de micro pausa entre as atividades: Sim
Postura: Alternância de postura
Tarefa Real: Acompanha as atividades operacionais, realiza pedidos de materiais
e suprimentos, faz os planejamentos das atividades.
Aspectos Cognitivos: O pedido de materiais deve ser feito com atenção e
planejamento.
MÉTODO DE ANÁLISE: ANTROPOMETRIA
Objetivando contribuir com a adequação do posto conforme os ajustes
antropométricos e a biomecânica do servidor, foi aplicado como medida
preventiva para desconforto osteomuscular, a antropometria como método de
análise para avaliar as medidas da distribuição antropométrica das partes do
corpo SIC - segundo informações colhidas da estatura do servidor em relação ao
posto.
Altura do funcionário: 1,66 m
Resultado do Método da Análise - Sentado
1. Distância entre a superfície e o piso: 69,3 2. Distância vertical superfície e altura dos olhos:
cm 46,5 cm
3. Altura recomendada para o assento: 40,4 4. Distância horizontal entre o assento e a mesa:
cm 42,4 cm
Conclusão
Conforme descrito nas observações/ Mobiliário dos Postos de trabalho a mesa
possui características dimensionais da superfície de trabalho compatíveis com o
tipo de atividade, permite o ajuste da distância requerida dos olhos ao campo de
trabalho. Conforme o estudo da distribuição antropométrica da sua estatura para
a altura da mesa observa-se que existe uma diferença do proposto em estudo
para o real de 6 cm, contudo a correção existente é o uso do apoio de pé para
elevação do ponto de apoio.
MÉTODO DE ANÁLISE: RULA
Braço: 20º - 45º Pescoço: 0º - 10º
Antebraço: 60º - 100º Tronco: 0º
Punho: 0º Pernas: Apoiadas
Rotação do Punho: Não Contração Muscular do Tronco: Estática
Braço cruza Linha Média do Corpo: Não Quantidade de hora/dia: 4
Grupo A – Sem carga Grupo B – Sem carga
Resultado: Nível 1 – Postura aceitável
MÉTODO DE ANÁLISE: CHECKLIST DE COUTO ESCRITÓRIO
Elementos Avaliados Resultado Condição Ergonômica
Cadeira 86% Boa
Mesa de Trabalho 88% Boa
CONCLUSÃO QUANTO AO RISCO ERGONOMICO
RULA
Para analisar os principais fatores de risco para o trabalho na posição sentada,
foi utilizado o método remetido para avaliação postural associado à aplicação de
força muscular e carga/esforço – RULA, cujo resultou em uma posição aceitável
para realização de suas atividades.
Checklist de Couto
A ferramenta de Análise das condições do posto de trabalho frente ao
computador Checklist de Couto, conclui que todos os itens condição ergonômica
boa.
Recomendação
Evitar a manutenção da postura sentada por longos períodos, programando
alternâncias de posturas a cada 1 hora;
Orientação e Programação quanto á micro pausas (2 min.
matutino/vespertino) durante demandas extensas de digitação contínua;
Verificar a possibilidade de aquisição de apoios para o punho do teclado;
Manter o teclado sem inclinação;
Adequar à altura da cadeira e monitor do notebook conforme as medidas
antropométricas;
Posicionar o mouse de forma que o cotovelo fique próximo ao corpo a 90
graus, com apoio dos antebraços;
Estudar a possibilidade de promover treinamento em ergonomia, abordando
orientações posturais no posto de trabalho como medidas de prevenção às
doenças ocupacionais, ajustes antropométricos da cadeira e monitor
conforme medidas descritas nas características antropométricas, com
distância horizontal olhos.
EMPRESA: MARCA - CONSTRUTORA E SERVICOS LTDA
SETOR: NOVA CARAPINA – OPERADOR DE BALANÇA ELETRONICA
Layout:
LEGENDA:
MESA
CADEIRA
COMPUTADOR
Obs.: O Layout é apenas representativo, para a identificação dos Postos
Mobiliários do Posto de Trabalho
Mesa: formato em C/ Dimensões: 74 cm de altura, 140 cm de comprimento,
60 cm de largura, com borda arredondada;
Cadeira: estofada, com 5 pés, com rodízios, assento com borda arredondada
regulável, apoio dorsal fixo. Altura variante de 40-50 cm.
Monitor: Plano, com ajuste de inclinação plano, sem mecanismo de regulagem
de altura e
borda fosca. Altura: 35 cm;
CONDIÇÕES AMBIENTAIS
Tipo de Iluminação Posicionamento Ambiente
Artificial/Geral lâmpadas Distribuída
uniformemente e Climatizado
fluorescentes compactas
difusa
Temperatura Nível de Iluminância LUX Nível de Ruído db(A)
21,1º C 452 59,5
Consideração Técnica
O posto de trabalho está adequado, o nível de exposição diária a iluminação,
encontra-se de acordo com os valores de iluminância para a tarefa visual, em
conformidade com a NHO 11.
O ruído normalizado neste local encontra-se dentro do limite recomendado
para conforto, de acordo com a NR 15.
O nível de exposição à temperatura encontra-se de acordo com o estabelecido
pela NR 15
– Anexo 3, que define o IBUTG - Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo de
32,5º C, de acordo com a taxa metabólica do tipo de atividade exercida.
Recomendação
Melhorar Iluminação. Buscar soluções para garantir ao trabalhador o nível
de iluminação condizente ao desempenho de sua tarefa mantendo o valor
médio de precisão 500 LUX
– NHO 11;
Manter temperatura entre 20 a 23º;
Manutenção da condição acústica existente;
Manutenção periódica dos procedimentos de limpeza e dos componentes do
sistema de ar-condicionado, assegurando as frequências mínimas, em
conformidade com os padrões referenciais de qualidade de ar no interior de
ambientes climatizados, dispostos na resolução RE nº 176, de 24 de junho
de 2000, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA.
ANÁLISE ERGONÔMICA DO POSTO – Operador de Balança Eletrônica
Jornada de Trabalho: 44 horas/segunda a sexta
Pausas: 1 hora de almoço
Total de funcionários do Posto: 1 Turno: N/A
Ritmo de Trabalho: Normal
Possibilidades de micro pausa entre as atividades: Sim
Postura: Sentado
Tarefa Real: Opera a balança dos caminhões, controla entrada e saída de
veículos.
Aspectos Cognitivos: Deve estar atento as informações pertinentes a respeito
dos veículos que acessam a planta operacional.
MÉTODO DE ANÁLISE: ANTROPOMETRIA
Objetivando contribuir com a adequação do posto conforme os ajustes
antropométricos e a biomecânica do servidor, foi aplicado como medida
preventiva para desconforto osteomuscular, a antropometria como método de
análise para avaliar as medidas da distribuição antropométrica das partes do
corpo SIC - segundo informações colhidas da estatura do servidor em relação ao
posto.
Altura do funcionário: 1,90 m
Resultado do Método da Análise - Sentado
1. Distância entre a superfície e o piso: 81,3 2. Distância vertical superfície e altura dos olhos:
cm 52,6 cm
3. Altura recomendada para o assento: 47,5 4. Distância horizontal entre o assento e a mesa:
cm 50,5 cm
Conclusão
Conforme descrito nas observações/ Mobiliário dos Postos de trabalho a mesa
possui características dimensionais da superfície de trabalho compatíveis com o
tipo de atividade, permite o ajuste da distância requerida dos olhos ao campo de
trabalho. No entanto, conforme o estudo da distribuição antropométrica da sua
estatura para a altura da mesa observa-se que existe uma diferença do proposto
em estudo para o real de 7 cm.
Recomendação
Adaptar suporte regulável para os pés da mesa com a finalidade de
ajustar a altura conforme item 1;
Aquisição de suporte de altura para o monitor;
Regular a altura do monitor conforme item 2.
MÉTODO DE ANÁLISE: RULA
Braço: 20º - 45º Pescoço: 10º - 20º
Antebraço: 60º - 100º Tronco: 0º - 20º
Punho: 0º Pernas: Apoiadas
Rotação do Punho: Não Contração Muscular do Tronco: Estática
Braço cruza Linha Média do Corpo: Não Quantidade de hora/dia: 8
Grupo A – Sem carga Grupo B – Sem carga
Resultado: Nível 2 – Deve-se realizar uma observação. Podem ser necessárias
mudanças.
MÉTODO DE ANÁLISE: CHECKLIST DE COUTO
Critério de Interpretação Resultado
11 a 13 pontos – Condição Biomecânica
Excelente
8 a 10 pontos – Boa Condição Biomecânica 12 Pontos
6 a 7 pontos – Condição Biomecânica Razoável Excelente Condição Biomecânica
4 a 5 pontos – Condição Biomecânica Ruim
Menos de 4 pontos – Condição Biomecânica
Péssima
CONCLUSÃO QUANTO AO RISCO ERGONOMICO
RULA
Para analisar os principais fatores de risco para o trabalho na posição sentado,
foi utilizado o método remetido para avaliação postural associado à aplicação de
força muscular e carga/esforço – RULA, de acordo com o método, deve-se realizar
uma observação, podendo ser necessárias mudanças. Não há neutralidade das
articulações do tronco e pescoço, com inclinações incompatíveis ao movimento
natural do corpo, podendo acarretar desconforto ou possíveis lesões sérias.
Checklist de Couto
A ferramenta de Análise das condições do posto de trabalho de Checklist de
Couto, conclui que todos os itens condição ergonômica excelente.
Recomendação
Os braços devem estar na vertical e os antebraços na horizontal com apoio
para antebraços e punho;
Todos os instrumentos de uso ocasional devem estar no máximo dentro da
área de alcance máximo definida como, aquela em que os antebraços e
braços estejam na posição horizontal e nunca acima do nível dos ombros;
O tronco não deve se curvar rotineiramente para fazer o trabalho;
Nunca deve ser necessário afastar as costas da cadeira para atingir o objeto
de trabalho;
Os pés devem sempre estar apoiados;
Os movimentos e a postura devem ser feitos em condições adequadas de
conforto e evitando esforços excessivos ou repetitivos;
Os ombros devem estar sempre relaxados.
9. LEVANTAMENTO ANTROPOMÉTRICO E OUTRAS VARIÁVEIS
A ergonomia utiliza técnicas da antropometria para adaptar o ambiente de
trabalho ao ser humano, nesta análise ergonômica do trabalho procuramos
apresentar de forma sucinta as características básicas da população de
trabalhadores, para interpor relação entre estes e seus postos/condições de
trabalho.
Desvio- Coeficiente
de
Variável Média padrão variação (%)
Estatura 1,74 7 cm 4
cm
Massa
Corpórea 83 kg 17 kg 20
Homens
Massa
70 kg 0 kg 0
Corpórea
Mulheres
Idade 37 6 17
anos
Quadro 3 – Percentis, média, desvio-padrão e coeficiente de variação do levantamento
antropométrico dos colaboradores nas posições em pé e sentado.
10. CRONOGRAMA DE AÇÕES
Considerando a extensão do assunto e a necessidade de focar a análise
ergonômica nas necessidades mais urgentes da unidade e por postos de
trabalho, considerando tempo, dificuldade e custos para implementação das
medidas corretivas, houve a necessidade de priorizar as ações. Este
cronograma de ações tem por principal objetivo servir de base de apoio
para nortear as ações que a empresa deverá prover para promoção da
qualidade de vida dos seus colaboradores, e um melhor desempenho dos
setores avaliados. O prazo para execução é de um ano, após este prazo
poderá ser criado novo cronograma com apoio de profissional técnico, a fim
de verificar a eficácia das ações já realizadas e posteriormente indicação de
adequação das ações pendentes. As ações são de total responsabilidade da
MARCA - CONSTRUTORA E SERVICOS LTDA , que poderá contratar
profissional técnico para lhe dar o auxílio.
2022 2023
AÇÕES
MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV
AET – Análise
Ergonômica do
Trabalho R
divulgada a
todos os
colaboradores.
Treinar todos
os P
colaboradores
em Principios
básicos
de
ergonomia
Realizar
Adequaçõe P P P P P P P P P P P
s
estabelecida
s nesta AET
Realisar
avaliação de
conforto
acustico, P
térmico e
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quantitativame
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Criar comitê
de
ergonomia P
(Sugestão
para
implementaç
ão da AET)
11. SUGESTÃO DE COMITE DE ERGONOMIA
As empresas mais evoluídas estão implantando a Ergonomia sob a forma de
SISTEMA DE GESTÃO e os resultados são altamente positivos, tanto na
redução das LER/DORT e lombalgias, quanto na melhoria de condições
gerais de trabalho e redução do desconforto.
Os Comitês de Ergonomia são grupos estruturados dentro das empresas
para atacar os problemas ergonômicos existentes de forma gradativa e
sistemática, evitando os esforços isolados. Esses grupos trabalham sob uma
coordenação nomeada pela diretoria da empresa juntamente com os
profissionais do SESMT, contando também com o apoio da CIPA – Comissão
Interna de Prevenção de Acidentes ou designado. Os problemas críticos são
analisados por este grupo com apoio de profissional especialista em
ergonomia. Esse grupo, após analisar a atividade, estuda em profundidade
suas soluções e elabora um Plano de Ação, que é então aprovado pela alta
administração, sendo que este plano de ações poderá estar em consonância
com o apresentado nesta AET.
A estruturação da Ergonomia sob a forma de um Sistema de Gestão
realmente funciona, pois os problemas ergonômicos são abordados na
ordem de prioridade: primeiro trabalha-se sobre aqueles causadores de
afastamentos e gradativamente vai-se resolvendo os problemas causadores
de dor sem afastamento, até se chegar aos problemas causadores de
dificuldade e desconforto. Em poucos meses, consegue-se "fechar a
torneira" de casos novos.
O segredo da eficácia são eles: apoio do alto nível de gerência, participação
dos trabalhadores, eficácia do serviço médico quando houver na empresa,
treinamento de Ergonomia para todos os pessoais da empresa, estruturação
correta do comitê e revisão constante do processo.
A solução dos problemas
Os problemas ergonômicos geralmente podem ser classificados em cinco
categorias: Categoria 1- aqueles de solução simples, classificados como
pequenas melhorias; por exemplo, elevação da altura da máquina em n
centímetros visando corrigir os problemas posturais dos trabalhadores;
Categoria 2 - aqueles de solução conhecida (embora nem sempre de baixo
custo) por exemplo, adquirir uma paleteira elétrica para movimentar pallets
mais pesados que 60 kg.
Categoria 3 - aqueles que demandam um estudo mais profundo visando
esclarecer a melhor solução ou que demandam um detalhamento mais
profundo do projeto de melhoria. Enfim, que exigem amadurecimento.
Categoria 4 - aqueles decorrentes de problemas na organização do trabalho.
Por exemplo, falta de mão-de-obra com horas extras e sobrecarga para os
existentes; mão- de-obra mal treinada e entrando no processo produtivo
sem o devido período de adequação; falta de manutenção em equipamento
originando movimentos forçados; material em más condições, vindo do
fornecedor sem a devida lubrificação e portanto ocasionando esforço
excessivo; falta de material, ocasionando horas extras e jornadas
prolongadas quando os mesmos chegam; problemas tecnológicos em
determinado processo ocasionando uma série de defeitos ou rebarbas e a
consequente movimentação excessiva de membros superiores para o
retrabalho.
Categoria 5 - aqueles que não têm solução de engenharia e que demandam
apenas uma solução administrativa (como rodízio nas tarefas, pausas,
seleção de pessoal, treinamento sobre posturas corretas e ginástica
laboral).
O problema categoria 1 (pequenas melhorias) deve ser tratado pelo
Comitê de forma simples e rápida, através da conjugação de 4 verbos: ver,
agir, validar e documentar. O problema tipo 2 (soluções conhecidas) deve
ser tratado da seguinte forma: nomeia- se uma força de trabalho para
estudar a adequação daquela solução à realidade do problema detectado,
bem como para fazer o planejamento físico/ financeiro da solução. Nos
problemas de categorias 3, 4 e 5, está indicado que seja aberto um
processo de solução ergonômica. O processo de solução ergonômica
funciona assim:
É montada uma força-tarefa, da qual deverão participar: um trabalhador
que execute a tarefa, um técnico ou engenheiro que conheça bem o
processo ou a máquina, um supervisor ou facilitador da área e o consultor
de Ergonomia. Em certos casos, pode ser necessário alguém da
manutenção. Não deve existir mais que 5 pessoas na força-tarefa É feita a
análise ergonômica.
A força-tarefa estuda o assunto profundamente, inclusive as alternativas
de solução. Cada estudo, cada ação, é registrada, montando-se assim um
processo.
Uma vez definida a melhor solução, a força-tarefa passa a analisar detalhes
da solução. É muito importante que todas as ações sejam documentadas; os
pareceres técnicos devem estar documentados.
Forma-se, portanto, um processo de solução ergonômica, adicionando-se
"peças" ao mesmo, de forma que se oriente para a melhor definição
ergonômica para o problema estudado. E de forma a que a solução esteja a
mais detalhada possível, facilitando assim o orçamento da mesma e o
detalhamento do projeto final.
O resultado final de um processo de solução ergonômica bem feito é a
sugestão da melhor solução possível para aquele problema, bem detalhada.
De posse dela, a chefia poderá então fazer o seu Plano de Ação (5W-2H).
É muito importante que a força-tarefa encarregada de encaminhar a solução
de um problema ergonômico se debruce sobre ele e o estude
profundamente. Não há vantagens em se dar soluções apressadas e mal
pensadas para um problema ergonômico. Caso isso ocorra, o Comitê
perderá força, pois haverá retrabalho.
12. PROGRAMA EDUCATIVO
Deverá ser ministrado treinamento sobre ergonomia para os colaboradores,
preferencialmente por função, contemplando os agentes ergonômicos dos
postos de trabalho e as medidas preventivas aplicáveis. O treinamento
deverá ser ministrado por profissionais da área de segurança e medicina do
trabalho, com conhecimento sobre os temas abordados. Deverá ser criado
formas de evidência para esta etapa, sendo no mínimo lista de presença
certificado de participação e sendo possível relatório fotográfico.
2022 2023
AÇÕES
MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV
P P P
Treinar todos
os
colaboradores
em Principios
básicos de
ergonomia
13. MONITORAMENTO
Após implementação das medidas corretivas apresentadas neste
projeto, deverá ser realizado monitoramento dos riscos, a fim de medir
sua eficácia. O monitoramento deverá considerar:
Aferição dos níveis de iluminamento;
Avaliação médica;
Coeficientes de frequência de erros, incidentes e acidentes;
Níveis de conforto postural, térmico e acústico e de
conscientização dos trabalhadores;
Informações prestadas pelos trabalhadores;
14. CONSIDERAÇÃO FINAIS
Este trabalho não finaliza o assunto sobre prevenção dos riscos
ergonômicos existentes nos postos de trabalho. Na verdade, é apenas a
primeira fase do programa, contemplando os assuntos de maior demanda.
Após implementação das ações constantes desta análise, essas ações
deverão ser monitoradas através dos cronogramas de ações propostas,
objetivando avaliar a efetividade das mesmas.
15. CONCLUSÃO
A implementação das medidas de controle constantes deste projeto é
necessária e suficiente para prevenção dos riscos ergonômicos presentes
nos ambientes/postos de trabalho.
Todas as ações a serem implementadas encontram-se definidas nesta análise.
Esta AET estará em constante análise e estudo, visando seu
aperfeiçoamento, podendo, portanto, sofrer modificações a qualquer
momento.
Abrangem todos os riscos ergonômicos presentes nos setores de trabalho e
deve contemplar as ações para controlar ou eliminar tais riscos.
Visa em agrupar de forma simples e organizar em um único documento uma
série de ações e ferramentas obrigatórias para o gerenciamento de
segurança, saúde e meio ambiente.
Por fim deve ser realizada avaliação periódica para verificar o andamento
dos trabalhos e o cumprimento das metas estipuladas no cronograma de
ação, realizar o monitoramento periódico para avaliar a eficiência da Análise
e as medidas de controle implantadas.
16. RESPONSABILIDADES
xxxxxx - CONSTRUTORA E SERVICOS LTDA
RESPONSÁVEIS PELA ELABORAÇÃO ANALISE ERGONÔMICA
Dr. Fxxxxxxxo Cesar
Médico do Trabalho, Responsável Pelo
PCMSO. CRM: 1111114 – ES / RQE 8888
Joelma Clemente
Engenheira de Segurança do
Trabalho CREA: ES-xxxxx/D
Joanna Cunha
Ergonomista pós-graduada
Vila Velha/ES, 27 de janeiro de 2022.
17. REFERÊNCIAS
BENYAMINI, Y.; LEVENTHAL, E.A.; LEVENTHAL, H. Gender differences in
processing information for making self-assessments of health.
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n.3, p.354-364, May/June 2000.
COSTA, L.B.; e colaboradores– Morbidade declarada e condições de
trabalho: o caso dos motoristas de São Paulo e Belo Horizonte. São Paulo em
Perspectiva, 17(2), 2003;
COUTO, H. A. Como Gerenciar as Questões das LER. /DORT. Lesões por
Esforços Repetitivos, Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho.
1ed. Belo Horizonte: Ergo, 1998.
COUTO, H.A. Ergonomia Aplicada ao Trabalho: Manual Técnico da Máquina
Humana, Vols. 1 e 2, Ergo Editora, Belo Horizonte, 1995;
FERRARO, K.F.; YA-PING, S. Physician-evaluated and self-reported morbidity
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American Public Health Association
FIALHO, Francisco; SANTOS, Neri dos. Manual de análise ergonômica no
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JARUFE, M. S. S.; MEDEIRO, R. L. XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA
DE PRODUÇÃO, 2009b. 2015.
LAVILLE, Antoine. Ergonomia. São Paulo, EPU/ EDUSP, 1977. 99 p..Manual de
Aplicação da Norma Regulamentadora no 17 do MTE;
MOORE, J.S. and GARG, A., The Strain Index: A proposed method to analyze
jobs for risk ofdistal upper extremity disorders; Am. Ind. Hyg. Assoc. J. 56:443-
458, 1995.
Norma Regulamentadora no 17 (NR – 17) do MTE;
RODGERS, S.H., A functional job evaluation technique, in Ergonomics, in
Moore, J. S. and Garg,A., Occupational Medicine: State of the Art Reviews.
7(4):679-711,1992.
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Occupational Medicine: Stateof the Art Reviews. 3(2):219-239, 1988.
SMITH, M.J.; COLLIGAN, M.J. e TASTO, D.I. Behavior, research, methods, instruments
andcomputers. Austin (Texas): Psychosomatic Society, v.11, p.9-13, 1979.
COUTO, Hudson de Araujo. Como implantar ergonomia na empresa. São
Paulo: Ergo, 1995
GRANDJEAN, E. Kromer. Manual de ergonomia. 5. ed. São Paulo: Bookman, 1992