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ZILDA

O documento discute a importância do cuidado de enfermagem no período pós-operatório, abordando práticas, desafios e a necessidade de uma abordagem humanizada. Destaca a vigilância contínua, a prevenção de complicações e a orientação ao paciente e à família como fundamentais para a recuperação. Além disso, menciona protocolos como ERAS e ACERTO que visam otimizar a recuperação pós-operatória.

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O documento discute a importância do cuidado de enfermagem no período pós-operatório, abordando práticas, desafios e a necessidade de uma abordagem humanizada. Destaca a vigilância contínua, a prevenção de complicações e a orientação ao paciente e à família como fundamentais para a recuperação. Além disso, menciona protocolos como ERAS e ACERTO que visam otimizar a recuperação pós-operatória.

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AGRADECIMENTOS

Agradeço a Deus, pela vida e pelo discernimento que me permitiram chegar até aqui. Aos meus
pais e familiares, que me deram suporte em todos os momentos, expresso o meu carinho e
gratidão. Aos colegas de turma e amigos, pelo incentivo constante e pelas trocas enriquecedoras
ao longo deste percurso. Ao docente da disciplina de Enfermagem Patológica Médica Cirúrgica,
agradeço pela orientação prestativa e por nos desafiar a crescer academicamente.
INTRODUÇÃO

O processo cirúrgico envolve várias fases, e cada uma delas possui particularidades que exigem
atenção cuidadosa por parte da equipa de saúde. A fase pós-operatória, em especial, representa
um período crítico que exige observação contínua e intervenções oportunas. A forma como o
paciente é assistido nesse momento determina, muitas vezes, o sucesso do tratamento cirúrgico.
É neste contexto que o profissional de enfermagem assume um papel fundamental na vigilância,
na prevenção de complicações e na promoção de um ambiente propício à recuperação.

O cuidado no pós-operatório não se restringe apenas ao âmbito hospitalar. Envolve também


ações educativas que possibilitam ao paciente e à família compreender os cuidados necessários
no domicílio. Essa continuidade do cuidado é essencial para evitar internações prolongadas ou
reintervenções. Neste trabalho, discutiremos os principais aspetos do cuidado no período pós-
operatório, focando nas boas práticas de enfermagem, nas dificuldades enfrentadas no
acompanhamento ao paciente e na importância da humanização durante todo o processo.
OBJETIVO GERAL

Analisar a importância do cuidado de enfermagem no período pós-operatório, refletindo sobre


suas práticas, desafios e contribuições para a recuperação do paciente.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Identificar os cuidados essenciais no pós-operatório imediato, mediato e tardio.

Explorar estratégias de prevenção adotadas pela enfermagem.

Destacar a relevância da orientação ao paciente e à família. Avaliar a importância da atuação


interdisciplinar no contexto cirúrgico.
PERÍODO PÓS OPERATÓRIO

Período pós-operatório

Normalmente, no período pós-operatório, analisa-se a hidratação (e o


balanço hídrico), o estado de consciência, condições hemodinâmicas,
de ventilação e de oxigenação, além das cicatrizes decorrentes do
procedimento e o funcionamento dos drenos, sondas e cateteres.

A presença de dor nesse período tende a diminuir a mobilidade desse


paciente, sendo mais intensa nas primeiras 24 a 36h após o
procedimento. No entanto, a movimentação e mudança de decúbito é
recomendada com o objetivo de prevenir o acúmulo de secreções e o
início varia de acordo com o tipo de cirurgia e extensão das lesões.

O paciente em boas condições psicológicas, com funcionamento


efetivo dos sistemas orgânicos e com um preparo pré operatório
apropriado – anamnese e exame físico, além dos exames
complementares necessários – costuma apresentar boa tolerância às
intervenções cirúrgicas.

Tipos de cirurgias

Em cirurgias eletivas de pequeno e médio porte, junto a procedimento


anestésico sem intercorrências e manejo da dor pós-operatória, a
intervenção médica pode não ser necessária, principalmente se
tratando de pacientes de baixo risco. Esses procedimentos, em geral,
causam poucas alterações na atividade orgânica.

Já em cirurgias de grande porte, com pacientes de maior risco – que


apresentam enfermidades associadas, lesões teciduais de grande
extensão ou processos infecciosos ativos – exigem uma maior atenção
quanto à necessidade de intervenção médica em medidas de reajuste
das condições homeostáticas diante da resposta orgânica
desencadeada, além da reabilitação e cicatrização das lesões deste
paciente.

Resposta ao trauma

Essas respostas orgânicas ao trauma envolvem diversos mecanismos,


como:

 Ativação dos processos de coagulação


 Busca pela manutenção do equilíbrio eletrolítico e ácido-básico
 Aumento do débito cardíaco
 Processos catabólicos (lipólise, proteólise, glicogenólise e
gliconeogênese)
 Mobilização de leucócitos e produção de linfócitos T e macrófagos,
além da redistribuição do fluxo sanguíneo e do desvio de líquidos
de fora dos vasos para o meio intravascular.

Exame clínico pós-operatório

O exame clínico pós-operatório deve ser diário e minucioso, uma vez


que as alterações só podem ser identificadas se o paciente é
observado repetidas vezes, possibilitando o diagnóstico precoce de
alguma complicação.
Nesse momento devem ser avaliadas condições como o nível de
consciência, o estado hemodinâmico, o grau de hidratação, verificação
das frequências, auscultas cardíaca e respiratória, análise dos drenos
(volume e aspecto das secreções), exame físico do abdome, além da
inspeção e palpação da ferida operatória, por exemplo.

Quando esses procedimentos apontam características anormais, que


necessitam uma investigação maior, os exames complementares
podem integrar a abordagem. Em doentes cirúrgicos mais graves
esses controles diários podem ser mais recorrentes.

Sala de recuperação pós-anestésica


Durante a recuperação após um procedimento anestésico-cirúrgico, o
manejo do paciente é feito com atividades de monitorização e
tratamento, com atenção para as condições hemodinâmicas e
ventilatórias.

Para isso, os centros cirúrgicos contam com uma Sala de Recuperação


Pós-Anestésica (SRPA) é para onde vai o paciente no pós-operatório
imediato, até que o mesmo recupere a consciência e apresente
estabilização dos sinais vitais, com acompanhamento do médico
anestesiologista responsável, que deverá acompanhá-lo para a SRPA
ou Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Nesse período, a circulação, a respiração, o estado de consciência e a


intensidade da dor são monitorados e analisados desde a admissão até
a alta.
Complicações pós cirúrgicas
Com a abordagem cirúrgica para curar uma patologia, é possível gerar
uma outra doença pós-operatória, cuja evolução pode ser pouco
previsível. Dessa forma, sabe-se que todas as operações representam
algum risco, mesmo com uma abordagem adequada nos períodos pré,
intra e pós-operatório. Assim, nenhum procedimento cirúrgico está
livre de evoluir com complicações, que podem ser imediatas (nas
primeiras 24hrs), mediatas (até o 7º dia) ou tardias (acontecem depois
da retirada de pontos e alta hospitalar definitiva).

Os sistemas mais suscetíveis às intercorrências após uma


cirurgia são o cardiovascular, o urinário, o respiratório, o
digestório e o hepatobiliar. É importante, ainda, ter atenção quanto
ao balanço hidroeletrolítico do paciente. Visto que, o desequilíbrio nas
condições de hidratação pode estar associado a disfunção cardíaca,
renal, hepática, sepse, peritonite e hemorragias.

As complicações pós-operatórias podem também ser gerais, especiais


ou específicas. Assim, a complicação geral é aquela que pode
acontecer com qualquer paciente, independentemente do tipo de
procedimento cirúrgico como hemorragia, atelectasia pulmonar,
insuficiência renal aguda e doença tromboembólica. As complicações
especiais acometem pessoas com condição clínica prévia à
intervenção cirúrgica. Por fim, as complicações específicas estão
relacionadas ao órgão operado, sendo mais ou menos recorrente em
função do tipo de anestesia, da afecção clínica associada, do grau de
injúria e dos cuidados pós-cirúrgicos.

Complicação pós-operatória recorrente


Febre no pós-operatório
A febre é uma das complicações pós-operatórias mais comuns. Dentre
as principais causas dessa, tem-se:

 A atelectasia, que costuma ocorrer nas primeiras 24hrs


 Flebite, nas primeiras 48hrs
 Infecção do trato urinário, em até 72hrs
 Infecção da ferida operatória em até 5 dias após
 E abcesso/coleção intracavitária com um período de até 7 dias
depois.
Os quadros clínicos associados a cada uma das causas de febre citadas
são variáveis. O trato gastrointestinal está sujeito a complicações pós-
cirúrgicas como o íleo paralítico/adinâmico e úlceras de estresse.

Complicações respiratórias

Além da febre e dos acometimentos gastrointestinais, as complicações


respiratórias são muito comuns:

 A insuficiência respiratória (hipoxêmica ou hipercápnica)


consiste em uma delas, sendo tratada pela doença de base, com
suplementação de O2 e ventilação invasiva
 A atelectasia, uma complicação respiratória que pode causar
febre, taquipneia, taquicardia e
tosse, pode ser tratada com fisioterapia respiratória,
oxigenoterapia e broncoscopia em casos extremos
 A pneumonia também pode causar febre, taquipneia e tosse
produtiva e o tratamento é feito com
fisioterapia respiratória e antibioticoterapia
 O tromboembolismo pulmonar pode causar hemoptise, síncope
e embolia maciça. O tratamento consiste no uso de trombolíticos,
como estreptoquinase, uroquinase e rt-PA (alteplase).
Complicação pós-operatória relacionada a feridas

As complicações pós-operatórias relacionadas a feridas são:


 Seroma, por acúmulo de linfa ou grandes descolamentos que
geram um acúmulo de líquidos entre as camadas da pele
 Hematoma, causado pela coleção de sangue ao redor da ferida
cirúrgica, que resulta na formação de coágulo, causando
desconforto no nível da ferida. Assim, diminui a resistência à
infecção. Pode advir de uma hemostasia inadequada, pelo uso de
distúrbios ou drogas que interferem na cascata de coagulação
(como AAS e heparina) ou de doenças apresentadas pelo paciente
 Deiscência, que é uma disjunção parcial ou total de qualquer
camada da ferida, consiste em uma complicação na qual a ferida
não cicatriza ou abre ao longo de sua linha de incisão após a
cirurgia. Caracteriza-se como uma emergência cirúrgica devido aos
riscos associados. Pode estar associada à
fatores como: técnica inadequada, infecção, paciente
imunodeprimidos, que fazem uso de corticoides, radioterapia ou
possuem diabetes mellitus, bem como tabagistas, obesos e
desnutridos integram o grupo de risco.

Protocolos ERAS e ACERTO


Utiliza-se os protocolos de Otimização da Recuperação Pós-operatória
(ERAS – Enhanced Recovery Protocols, na sigla em inglês) para
descrever um programa de cuidados multimodal no período
perioperatório. Assim, desenvolvido na Dinamarca, na década de 1990
pelo Dr. Henrik Kehlet, o ERAS sugere que, ao combinar várias
intervenções perioperatórias com validação científica (nutrição prévia,
peridural torácica e deambulação precoce). Portanto, os protocolos
podem levar a melhorias relevantes na recuperação e segurança do
paciente.
O ACERTO, criado no Brasil em 2005, é um Protocolo Multimodal de
Cuidados Perioperatórios adaptado à realidade epidemiológica da
América Latina. Assim, a adoção dessas medidas multidisciplinares do
projeto ACERTO pode melhorar as taxas de morbidade e reduzir o
tempo de internação desses pacientes.

O Conceito de Período Pós-Operatório

O período pós-operatório refere-se ao intervalo de tempo entre a conclusão da cirurgia e a


recuperação completa do paciente. Esse período pode variar conforme a complexidade do
procedimento cirúrgico, o estado geral do paciente, a presença de doenças associadas e os
recursos disponíveis para o acompanhamento clínico. Geralmente, divide-se em três fases: o pós-
operatório imediato, que compreende as primeiras vinte e quatro horas após a cirurgia; o
mediato, que se estende até cerca de sete dias; e o tardio, que corresponde à recuperação total.

Cada uma dessas fases requer cuidados específicos. No pós-operatório imediato, a prioridade é
garantir a estabilidade do paciente, por meio da monitorização intensiva dos sinais vitais,
controle da dor, manutenção da via aérea e vigilância de possíveis sinais de hemorragias ou
infecções precoces. O enfermeiro precisa manter contato direto e constante com o paciente,
garantindo que qualquer alteração seja prontamente identificada e comunicada ao médico
responsável.

Cuidados no Pós-Operatório Imediato

Nesta fase, a atenção é redobrada, uma vez que o risco de complicações é elevado. O paciente
costuma apresentar efeitos dos anestésicos, alterações na pressão arterial, confusão mental ou até
mesmo dificuldade respiratória. Por isso, o ambiente precisa estar equipado com materiais de
suporte à vida, como oxigênio, aspiradores e monitores cardíacos. A observação da ferida
cirúrgica também é contínua, pois qualquer sangramento excessivo pode representar um risco
iminente.
É importante que o paciente seja posicionado corretamente na cama para evitar aspiração de
secreções ou refluxo gástrico. A enfermagem deve garantir que a cabeceira esteja levemente
elevada, a menos que o procedimento contraindique essa posição. Além disso, as funções
neurológicas precisam ser avaliadas com frequência, especialmente se a cirurgia envolveu
anestesia geral.

O Papel da Enfermagem no Pós-Operatório Mediato

A fase mediata caracteriza-se pelo início da recuperação. A dor tende a diminuir e os sinais vitais
estabilizam-se, mas o cuidado deve continuar intenso. A enfermagem precisa manter a limpeza
da ferida, realizar curativos utilizando técnicas assépticas e observar qualquer sinal de infecção,
como vermelhidão, calor, dor local ou saída de secreções purulentas. Este é também o momento
de incentivar a mobilização precoce, que ajuda a evitar complicações respiratórias e
tromboembolismo.

A ingestão alimentar é reintroduzida gradualmente, de acordo com a tolerância do paciente. O


enfermeiro deve observar se há náuseas, vômitos ou distensão abdominal, sinalizando possíveis
problemas gastrointestinais. A hidratação e o equilíbrio eletrolítico precisam ser mantidos com
atenção, especialmente em pacientes idosos ou com comorbidades.

Complicações Mais Comuns no Período Pós-Operatório

Apesar dos avanços na medicina e na prática cirúrgica, o pós-operatório ainda pode ser
acompanhado de complicações. Entre as mais frequentes estão as infecções no local da cirurgia,
complicações respiratórias, retenção urinária, náuseas intensas, sangramentos e tromboses. A
identificação precoce de sinais e sintomas dessas alterações permite intervenções rápidas e
eficazes, reduzindo o tempo de hospitalização e as taxas de mortalidade.

As complicações respiratórias, por exemplo, são comuns em pacientes acamados e que


permanecem muito tempo sem movimentação. A fisioterapia respiratória e os exercícios de
respiração profunda, orientados pela enfermagem, são medidas simples mas eficazes para
prevenir pneumonia pós-operatória.
A Importância da Orientação ao Paciente e à Família

Orientar o paciente e seus familiares é uma das etapas mais significativas do cuidado. O
enfermeiro tem o dever de explicar sobre a importância de manter o local da incisão limpo e
seco, os sinais de alerta que devem motivar uma ida imediata ao hospital, o uso correto das
medicações prescritas e os cuidados com a alimentação e repouso. Uma boa comunicação gera
confiança e permite que o paciente participe ativamente do processo de reabilitação.

Essa orientação deve ocorrer em linguagem clara, respeitando o nível de compreensão da pessoa.
O enfermeiro deve esclarecer dúvidas e repetir as explicações, se necessário. Além disso, é
importante fazer uso de material educativo, como folhetos ou vídeos, para reforçar as instruções.

Atuação Interdisciplinar no Pós-Operatório

O cuidado no pós-operatório é mais eficaz quando envolve diferentes profissionais da saúde. O


trabalho em equipe, que inclui médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos e
assistentes sociais, contribui para uma abordagem mais completa e personalizada. O enfermeiro,
por estar em contato constante com o paciente, atua como elo entre os demais profissionais,
fornecendo informações precisas que orientam o plano terapêutico.

Cada membro da equipa tem um papel específico, mas todos compartilham do objetivo comum:
promover a recuperação plena do paciente. A comunicação entre os profissionais precisa ser
clara, contínua e baseada em evidências. A articulação entre os saberes favorece a eficiência das
intervenções e a humanização do atendimento.

Humanização do Cuidado

Por fim, é importante destacar que o cuidado no pós-operatório não pode se limitar aos
procedimentos técnicos. É necessário enxergar o paciente como um ser humano que sente medo,
dor, ansiedade e que, muitas vezes, está fragilizado pela condição de saúde. A escuta ativa, a
empatia e o acolhimento fazem parte da prática de enfermagem e fortalecem o vínculo entre o
profissional e o paciente.
Tratar com respeito e dignidade, oferecer conforto emocional, explicar cada procedimento antes
de executá-lo e permitir a presença da família quando possível são atitudes que tornam o
processo menos doloroso e mais humano.

CONCLUSÃO

O cuidado no período pós-operatório é um processo complexo e decisivo para o restabelecimento


do paciente. A enfermagem tem um papel de destaque nesse cenário, sendo responsável pela
vigilância contínua, pela realização de procedimentos fundamentais e pela orientação educativa.
As práticas adotadas nesse período podem prevenir complicações, reduzir o tempo de
hospitalização e melhorar a qualidade de vida do paciente.

Além da competência técnica, o profissional de enfermagem precisa agir com sensibilidade e


empatia, reconhecendo o sofrimento do outro e oferecendo suporte físico e emocional. O cuidado
humanizado é essencial para promover segurança, confiança e uma recuperação mais rápida.
Portanto, é necessário que o enfermeiro esteja preparado para atuar com responsabilidade,
conhecimento científico e compromisso com a saúde e a dignidade de cada pessoa assistida.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Brunner, L. S., & Suddarth, D. S. (2015). Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. Guanabara


Koogan.

Potter, P. A., & Perry, A. G. (2013). Fundamentos de Enfermagem. Elsevier Brasil.

Smeltzer, S. C., & Bare, B. G. (2010). Enfermagem Médico-Cirúrgica. Rio de Janeiro:


Guanabara Koogan.

Santos, M. R. A. (2018). Cuidados de Enfermagem no Pós-Operatório: Práticas Baseadas em


Evidências. Revista Brasileira de Enfermagem, 71(3), 1185–1190.

Barbosa, D. A., & Monteiro, F. R. (2019). Assistência de Enfermagem no Pós-Operatório. São


Paulo: Manole.

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