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Roteiro e Check-List - OSCE V

O documento apresenta um roteiro de simulação para o 5° período do curso de Medicina, detalhando procedimentos clínicos para avaliação de diversas condições médicas, como fundoscopia, cervicalgia, síndrome do manguito rotador, otoscopia, AVCI, delirium tremens, crise convulsiva e doença de Parkinson. Cada seção inclui passos a serem seguidos, com tempos estimados e ações específicas, além de informações sobre diagnósticos e condutas médicas. O material é de autoria de José Joaquim Cruz Neto, aluno da FACIMPA.

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Direitos autorais
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Roteiro e Check-List - OSCE V

O documento apresenta um roteiro de simulação para o 5° período do curso de Medicina, detalhando procedimentos clínicos para avaliação de diversas condições médicas, como fundoscopia, cervicalgia, síndrome do manguito rotador, otoscopia, AVCI, delirium tremens, crise convulsiva e doença de Parkinson. Cada seção inclui passos a serem seguidos, com tempos estimados e ações específicas, além de informações sobre diagnósticos e condutas médicas. O material é de autoria de José Joaquim Cruz Neto, aluno da FACIMPA.

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Roteiro de Simulação OSCE - 5° Período

Produtor: José Joaquim Cruz Neto


Turma: 2022.1 - 2027.2 (FACIMPA)
E-mail para produção científica e parcerias: [email protected]

LEGENDA

C = Correto; E = Errado (completamente);

P = Parcialmente correto; A = Ausente ou excedente ao tempo.

Fundoscopia e retinopatia diabética1

Passos C E P A

(1 min) Leitura do caso clínico;

(5 s) Se apresentar ao paciente (nome, curso e período) e perguntar seu nome


(e do acompanhante, se houver);

(2 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as minhas mãos”);

(15 s) Explicar o procedimento para o paciente e sua finalidade;

(3 s) Pedir permissão ao paciente;

(1 min) Explicar e executar o uso do oftalmoscópio para o exame;

1. “Devo ligar o instrumento, testá-lo e pedir para alguém desligar a luz do


ambiente, criando um ambiente de penumbra”;
2. “Peço para que o paciente se sente na maca ou em uma cadeira
apropriada”;
3. “Considere que já coloquei o colírio dilatador e já se passaram os 15-30
minutos necessários”;
4. “Aponto a luz do instrumento ao olho ipsilateral, levantando a pálpebra
superior do paciente com a mão contralateral, e ajusto a distância para
conseguir nitidez do fundo do olho”;

(30 s) Dizer sinais da retinopatia diabética na fundoscopia (ou somente a


quantidade que for pedida. Ex.: 3 sinais de RD):

“Sinais que indicam a retinopatia diabética são os microaneurismas, hemorragias


retinianas, exsudatos duros, exsudatos algodonosos, edema macular,
neovascularização do disco óptico, hemorragia vítrea etc.”

(5 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as minhas mãos”), agradecer e se despedir.

1
Este material foi produzido inteiramente por José Joaquim Cruz Neto, aluno do 6° Período do
curso de Medicina - Faculdade de Ciências Médicas do Pará (FACIMPA).
Avaliação da cervicalgia2

Passos C E P A

(1 min) Leitura do caso clínico (provavelmente paciente HIV+);

(5 s) Se apresentar ao paciente (nome, curso e período) e perguntar seu nome


(e do acompanhante, se houver);

(2 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as minhas mãos”);

(15 s) Se perguntado, falar quais são os fatores de risco que contribuem para a
cervicalgia do paciente (Posição ao dormir, uso de aparelhos eletrônicos;
estresse; posição laboral viciosa; paciente HIV+; trauma recente etc.);

(3 s) Pedir permissão para iniciar o exame físico;

(45 s) Realizar a inspeção estática (observar curvatura cervical, procurando


desvios laterais e mioclonias, como torcicolo; hiperlordose etc.) e dinâmica (pedir
para o paciente girar seu pescoço para os dois lados, até alinhar-se com o
ombro; fletir e estender o pescoço; inclinar a cabeça a 45° para ambos os lados);

(15 s) Manobra de compressão (de Spurling) - Começando pelo lado que não
refere dor;

(10 s) Manobra de descompressão - Posicionando uma mão abaixo do pescoço


e outra na região suboccipital, fazendo um leve movimento ascendente;

(1 min) Com o martelo de Buck, testar reflexos bicipital, tricipital e estilorradial


(sempre começando pelo lado contralateral da dor);

- Bicipital (C5 e C6): Apoiar o antebraço semiflexionado do paciente no


seu antebraço ipsilateral e, com o polegar, procurar e tendão bicipital.
Percutir indiretamente o tendão, com polegar em cima (deve haver rápida
e leve flexão);

- Tricipital (C6, C7 e C8): Abduzir e fletir o braço do paciente a 90°, e,


apoiando-o com seu braço ipsilateral, procurar o tendão tricipital,
martelando-o de diretamente (dever haver rápida e leve extensão);

- Estilorradial (C5 e C6): Apoiar o antebraço contralateral do paciente em


semipronação, palpar o processo estiloide do rádio e percuti-lo (deve
haver rápida e leve pronação do antebraço);

(5 s) Se perguntado, falar qual o exame complementar de escolha (Ressonância


magnética de coluna cervical);

(7 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as minhas mãos”), agradecer e se despedir.

2
Este material foi produzido inteiramente por José Joaquim Cruz Neto, aluno do 6° Período do
curso de Medicina - Faculdade de Ciências Médicas do Pará (FACIMPA).
Avaliação da Síndrome do Manguito Rotador3

Passos C E P A

(1 min) Leitura do caso clínico;

(5 s) Se apresentar ao paciente (nome, curso e período) e perguntar seu nome


(e do acompanhante, se houver);

(2 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as minhas mãos”);

(3 s) Se perguntado, falar qual a hipótese diagnóstica ();

(3 s) Pedir permissão para iniciar o exame físico;

(1min - 1min20s) Explicar e realizar pelo menos três manobras avaliativas do


manguito rotador (Ex.: Neer, Jobe, Speed, Gerber, Yokum etc.)

- Neer (tendão supraespinhal e impacto subacromial): Paciente com os


braços inicialmente paralelos ao corpo. Elevar o braço do paciente, em
extensão, até o nível escapular, com a mão contralateral apoiando o
ombro. Em seguida, elevação súbita ao (teste é positivo caso seja sentido
impacto subacromial e dor);

- Jobe (tendão supraespinhal): Paciente com os braços estendidos à sua


frente, em rotação interna e polegares voltados para baixo. Enquanto o
paciente tenta elevar ambos os braços, faz-se pressão contrária (teste é
positivo caso haja dor supraespinhal);

- Speed (“da cabeça longa bicipital”): Paciente com o braço estendido e


em rotação externa (supinação), realizando flexão, e o examinador
aplicando uma força contrária (se positivo, haverá dor ao nível do sulco
intertubercular);

(2 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as minhas mãos”);

(5 s) Se perguntado, falar qual o exame complementar de escolha (Ressonância


magnética do ombro);

(7 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as minhas mãos”), agradecer e se despedir.

instabilidade luxção

3
Este material foi produzido inteiramente por José Joaquim Cruz Neto, aluno do 6° Período do
curso de Medicina - Faculdade de Ciências Médicas do Pará (FACIMPA).
Otoscopia4

Passos C E P A

(1 min) Leitura do caso clínico;

(5 s) Se apresentar ao paciente (nome, curso e período) e perguntar seu nome


(e do acompanhante, se houver);

(2 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as minhas mãos”);

(15 s) Explicar o porquê do procedimento ao paciente;

(3 s) Pedir permissão para iniciar o exame físico;

(15 s) Inspeção do pavilhão auricular e do processo mastoide (“Verifico presença


de hiperemias, abaulamentos, secreções visíveis etc.”);

(1 min) Explicar e executar o uso do otoscópio para o exame:

1. “Devo ligar o instrumento e testá-lo”;


2. “Seguro e levando levemente o pavilhão auricular para melhor
acoplamento do otoscópio”;
3. “Com o cabo do aparelho voltado para cima, uso o braço e olho
ipsilaterais para introduzir cuidadosamente o espéculo, utilizando meu
dedo mínimo para controlar a entrada”;
4. “Avaliarei o meato acústico externo e a membrana timpânica em ambos
os ouvidos.”

(15 s) Se perguntado, falar quais os achados fisiológicos do ouvido externo:


“Meato desobstruído, com quantidade normal de cerume, sem secreção,
hiperemia etc. Membrana timpânica íntegra, brilhante translúcida.”;

(7 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as minhas mãos”), agradecer e se despedir.

4
Este material foi produzido inteiramente por José Joaquim Cruz Neto, aluno do 6° Período do
curso de Medicina - Faculdade de Ciências Médicas do Pará (FACIMPA).
Atendimento do paciente com AVCI5

Passos C E P A

(1 min) Leitura do caso clínico;

(2 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as minhas mãos”);

(3 s) Anunciar a hipótese diagnóstica (acidente vascular cerebral do tipo


isquêmico);

(3 s) Pedir permissão para iniciar o exame físico;

(10 s) Se perguntado, descrever os achados da inspeção do paciente (pode


haver desvio da rima labial ipsilateral, marcha ceifante, afasia);

(45 s) Se perguntado, falar os achados característicos da possível artéria


cerebral acometida:

- A. cerebral anterior (ACA): Afasia, hemiparesia e perda hemissensitiva


principalmente do MI contralateral, bem como apraxia de marcha;

- A. cerebral média (ACM): Afasia de Broca/Wernicke, hemiparesia e


perda hemissensitiva principalmente do braço contralateral e da face, bem
como heminegligência contralateral;

- A. cerebral posterior (ACP): Hemianopsia homônima contralateral ao


lobo afetado; perda hemissensitiva; alexia (incapacidade de leitura) e
dificuldade de reconhecer rostos.

(5 s) Se perguntado, falar o exame de urgência a ser solicitado: tomografia


computadorizada de crânio sem contraste (haverá hipodensidade na área da
artéria afetada);;

(5 s) Se perguntado, falar a conduta adequada para o caso específico do


paciente:

- Sintomas a menos de 4,5h, sem contraindicações p/trombólise:


alteplase (tPA) 0,9 mg/kg;

- Acima de 4,5h ou contraindicações para tPA: heparina e AAS

(7 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as mãos”) e finalizar o atendimento.

5
Este material foi produzido inteiramente por José Joaquim Cruz Neto, aluno do 6° Período do
curso de Medicina - Faculdade de Ciências Médicas do Pará (FACIMPA).
Atendimento do paciente em delirium tremens (DT)6

Passos C E P A

(1 min) Leitura do caso clínico;

(5 s) Se apresentar ao acompanhante do paciente (nome, curso e período), e


perguntar seu nome e do paciente;

(2 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as minhas mãos”);

(3 s) Anunciar a hipótese diagnóstica;

(1min20s) Se perguntado, anunciar a conduta médica para agitação psicomotora


na Síndrome de Abstinência Alcoólica (SAA):

1. Primeiro, tentar acalmar o paciente de modo verbal. Caso não haja


sucesso, oferecer um comprimido de Lorazepam 1 a 4 mg, ou Diazepam
5 a 10mg;

2. Caso o paciente se recuse e se mantenha agressivo, detalhar o protocolo


de contenção mecânica: no mínimo cinco pessoas (duas nos MMSS;
duas nos MMII; uma para o tórax e cabeça), sendo que uma delas deve
coordenar a equipe; deitá-lo no leito/maca e amarrar os quatro membros
com faixas (um braço para cima e outro para baixo);

(30 s) Se perguntado, falar o tratamento inicial para DT


(Tiamina 100 mg EV ou IM, diluída em 100 ml de SF 0,9%; depois glicose);

(2 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as mãos”);

(5 s) Agradecer a se despedir.

6
Este material foi produzido inteiramente por José Joaquim Cruz Neto, aluno do 6° Período do curso
de Medicina - Faculdade de Ciências Médicas do Pará (FACIMPA).
Avaliação do paciente com crise convulsiva7

Passos C E P A

(1 min) Leitura do caso clínico;

(5 s) Se apresentar ao acompanhante (nome, curso e período) e perguntar seu


nome e do paciente (e do acompanhante, se houver);

(2 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as minhas mãos”);

(3 s) Anunciar a hipótese diagnóstica;

(5 s) Se perguntado, classificar o tipo de convulsão relatada no caso:

- Tônico-clônica generalizada: enrijecimento seguido de abalos ritmos e


não supressíveis (Ex.: Síndrome de Lennox-Gastaut);

- Tônica: somente enrijecimento abrupto, quase sempre com perda de


consciência;

- Clônica: espasmos repetitivos na face e braços, principalmente;

- Mioclonia: contração súbita e rápida, e consciência quase sempre


preservada (Ex.: mioclonia fisiológica do sono);

- Crise de ausência: olhar fixo, rebaixamento da consciência,


acompanhada ou não de estalos labiais, blefaroespasmo etc.;

(1 min - 1min20s) Se perguntado, traçar o manejo do paciente em convulsão:

1. Colocá-lo em decúbito lateral ou apenas virar lateralmente sua cabeça;

2. Se possível, fazer acesso venoso periférico e administrar diazepam 10


mg. Não sendo possível, administrar midazolam 0,2 mg/kg IM;

3. Sem remissão? Repetir só uma vez a dose de diazepam;

4. Sem remissão? Fenitoína 20 mg/kg EV. Não funcionando, administrar


fenobarbital 20 mg/kg;

5. Sem remissão? Metade da dose de fenitoína. Persiste? Metade da


dose de fenobarbital;

6. Persiste? Internação em UTI (midazolam -> propofol -> tiopental)

(5 s) Se perguntado, falar o tratamento ambulatorial: carbamazepina, fenitoína


e/ou ácido valpróico (os mais escolhidos);

(5 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as mãos”) e finalizar.

7
Este material foi produzido inteiramente por José Joaquim Cruz Neto, aluno do 6° Período do
curso de Medicina - Faculdade de Ciências Médicas do Pará (FACIMPA).
Atendimento do paciente com doença de Parkinson (DP)8

Passos C E P A

(1 min) Leitura do caso clínico;

(5 s) Se apresentar ao acompanhante do paciente (nome, curso e período), e


perguntar seu nome e do paciente;

(2 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as minhas mãos”);

(3 s) Anunciar a hipótese diagnóstica;

(3 s) Pedir permissão para examinar o paciente;

(10 s) Se perguntado, falar a tríade da DP: tremor em repouso, bradicinesia e


rigidez;

(1min30s) Se perguntado, procurar e descrever os sinais do exame físico e


ectoscopia do paciente:

1. Tremor unilateral (ou bilateral, com predomínio de um lado) em repouso);

2. Fácies em máscara (parksoniana; sem expressão);

3. (Pedir para o paciente se levantar; posicione-se atrás dele e o ampare


com as duas mãos) Instabilidade postural;

4. (Pedir para o paciente ir à porta e voltar) Marcha parkinsoniana, com


pequenos passos e braços rígidos, trêmulos e presos ao tronco (pode
haver perda do centro gravitacional);

5. Avaliação do tônus muscular dos MMSS (começando pelo membro sem


tremor, caso não seja bilateral): flexão e extensão passivas dos braços,
à procura do sinal em roda denteada (com tônus aumentado);

(5 s) Se perguntado, falar a primeira linha de tratamento: Levodopa-carbidopa


ou levodopa-benserazida;

(2 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as mãos”);

(5 s) Agradecer a se despedir.

8
Este material foi produzido inteiramente por José Joaquim Cruz Neto, aluno do 6° Período do curso
de Medicina - Faculdade de Ciências Médicas do Pará (FACIMPA).
Atendimento do paciente com síndrome meníngea + punção lombar9

Passos C E P A

(1 min) Leitura do caso clínico;

(5 s) Se apresentar ao paciente e seu acompanhante (nome, curso e período), e


perguntar seus nomes;

(2 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as minhas mãos”);

(3 s) Anunciar a hipótese diagnóstica;

(5 s) Se perguntado, falar a tríade clássica da síndrome meníngea: rigidez de


nuca, cefaleia e febre (+ náuseas/vômitos);

(20 s) Explicar para o paciente que fará o exame físico e a punção lombar
(detalhar que esta é um exame invasivo, mas que é seguro e será feito com toda
esterilidade possível);

(3 s) Pedir permissão;

(1 min) Se solicitado, realizar o exame físico direcionado:


1. Pesquisa do sinal de Brudzinski (p/rigidez de nuca): decúbito dorsal
(posicione-se SEMPRE à direita); mão direita no tórax do paciente, e a
mão esquerda flete a sua nuca (sinal positivo se: flexão das pernas e dor);

2. Pesquisa do sinal de Kernig: decúbito dorsal; flete-se a coxa a 90° sobre


o quadril, e faz-se extensão do joelho, fazendo em ambas as pernas (sinal
positivo se: flexão do joelho contralateral pelo paciente e dor);

(1min20s) Se solicitado, descrever e/ou demonstrar a punção lombar:


1. Paramentação: “Considere que estou paramentado com luvas estéreis,
touca, capote, óculos protetor e propés”;

2. Paciente em decúbito lateral com os joelhos fletidos OU sentado na maca;

3. Fazer a antissepsia da pele do paciente;

4. Colocação de campo fenestrado;

5. Palpar a crista ilíaca do paciente e seguir a até o espaço entre L4 e L5;

6. Fazer um botão anestésico com agulha de insulina;

7. Introduzir a agulha até vencer a pressão do espaço subaracnoideo.


Retirar o mandril e esperar gotejar até três frascos, que serão
identificados e enviados ao laboratório;

(5 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as mãos”), agradecer a se despedir.

9
Este material foi produzido inteiramente por José Joaquim Cruz Neto, aluno do 6° Período do curso
de Medicina - Faculdade de Ciências Médicas do Pará (FACIMPA).
Manejo da hipoglicemia no paciente diabético10

Passos C E P A

(1 min) Leitura do caso clínico;

(5 s) Se apresentar ao paciente (se vigil) e seu acompanhante (nome, curso e


período), e perguntar seus nomes;

(2 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as minhas mãos”);

(3 s) Anunciar a hipótese diagnóstica;

(5 s) Se perguntado, anunciar sinais e sintomas sugestivos da hipoglicemia no


caso clínico;

(3 s) Solicitar glicemia capilar (Hipoglicemia no diabética: < 70 mg/dL);

(30 s) Se vigil: “Oferecer alimentos ao paciente (15 g de carboidrato) e verificar


de 15-15 min a glicemia capilar. Se < 70 mg/dL, repetir.

(30 s) Se não vigil:

“Glasgow baixo”: Acesso periférico e administrar glicose a 50%, três ampolas


de 10 ml, diluídas em 10 ml de SF 0,9%; sem acesso: glucagon SC/IM/nasal;

(10 s) Solicitar exames laboratoriais de rotina (hemograma e eletrólitos);

(5 s) Lavar as mãos (“Vou lavar as mãos”), agradecer a se despedir.

10
Este material foi produzido inteiramente por José Joaquim Cruz Neto, aluno do 6° Período do curso
de Medicina - Faculdade de Ciências Médicas do Pará (FACIMPA)

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