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Metrologia Dimensional

O documento aborda a metrologia dimensional, apresentando instrumentos de leitura direta como régua, trena, paquímetro e micrômetro, além de discutir técnicas de medição e calibração. Ele detalha os tipos de paquímetros e micrômetros, suas resoluções e erros comuns de leitura. Também menciona instrumentos para medições angulares e comparações, incluindo blocos padrão e calibradores.

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Metrologia Dimensional

O documento aborda a metrologia dimensional, apresentando instrumentos de leitura direta como régua, trena, paquímetro e micrômetro, além de discutir técnicas de medição e calibração. Ele detalha os tipos de paquímetros e micrômetros, suas resoluções e erros comuns de leitura. Também menciona instrumentos para medições angulares e comparações, incluindo blocos padrão e calibradores.

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• METROLOGIA DIMENSIONAL

Dr. Antonio Claudio Kieling


E-mail: [email protected] 1
Instrumentos Básicos de leitura direta

- Escala de aço graduada ou régua


- Trena
- Paquímetro
- Micrômetro
- Transferidor de ângulos (Goniômetro)
- Relógio Comparador

2
RÉGUA

• Normalmente como uma lamina de aço ao carbono ou


aço inoxidável em dimensões de

• Normalmente com graduação de 0,5 mm

3
RÉGUA GRADUADA

4
RÉGUA DE ENCOSTO INTERNO

5
RÉGUA SEM ENCOSTO

6
7
8
RÉGUA COM ENCOSTO

9
RÉGUA DE PROFUNDIDADE

10
RÉGUA DE DOIS ENCOSTOS

11
RÉGUA RÍGIDA DE AÇO AO CARBONO DE
SEÇÃO RETANGULAR

12
Leitura de polegada fracionária

13
TRENA

14
TRENA

15
TRENA

DIGITAL
LASER

16
TRENA

17
TRENA

18
19
PAQUÍMETRO

20
21
PAQUÍMETRO

22
23
24
Nônio
• A escala do cursor é chamada de nônio ou vernier,
em homenagem ao português Pedro Nunes e ao
francês Pierre Vernier, considerados seus inventores

25
26
. Essa diferença é de 0,2 mm entre o segundo traço
de cada escala; de 0,3 mm entre o terceiros traços e
assim por diante

27
RESOLUÇÃO

UEF = unidade da escala fixa


NDN = número de divisões do nônio

28
29
Leituras

30
Leituras

31
Leituras

32
Leituras

33
Leitura de polegada milesimal

• cada polegada da escala fixa divide-se em 40


partes iguais. Cada divisão corresponde a:

Como o nônio tem 25 divisões, a resolução desse


paquímetro é:

34
Leitura de polegada milesimal

35
Leitura de polegada milesimal

36
Leitura de polegada milesimal

37
NÃO DEIXE DE VER!!!!!!

• http://www.stefanelli.eng.br/

38
Leitura de polegada milesimal

39
Leitura de polegada fracionária

40
Leitura de polegada fracionária

41
Leitura de polegada fracionária

42
Tipos de paquímetros

• Paquímetro universal com relógio

43
44
45
46
Paquímetro de profundidade

47
48
Paquímetro com bico móvel
(basculante)

49
Paquímetro para medir ranhuras
interiores

50
Paquímetro digital especial

51
Traçador de altura

52
ERRO DE LEITURA
1 Falta de habilidades do operador

2 Desgaste das superfícies de contato

3 Paralaxe: Dependendo do ângulo de visão do


operador, pode ocorrer o erro por paralaxe,
pois devido a esse ângulo,
aparentemente há coincidência entre um
traço da escala fixa com outro da móvel

53
54
55
4- Pressão de medição influenciada por jogo do cursor

56
Devem-se ajustar os parafusos de regulagem da
mola

57
Técnica de utilização do paquímetro

• 1- Seus encostos limpos;


• 2- A peça a ser medida deve estar posicionada
corretamente entre os encostos.

58
3- Nas medidas externas, a peça a ser medida deve ser
colocada o mais profundamente possível entre os
bicos de medição

59
4- Nas medidas internas, as orelhas precisam ser
colocadas o mais profundamente possível. o
paquímetro deve estar sempre paralelo à peça
que está sendo medida.

60
5- Para maior segurança nas medições de
diâmetros internos, as superfícies de
medição das orelhas devem coincidir com a
linha de centro do furo.

61
6- No caso de medidas de profundidade, apóia-se o
paquímetro corretamente sobre a peça,
evitando que ele fique inclinado

62
7- Nas medidas de ressaltos, coloca-se a parte do
paquímetro apropriada para ressaltos
perpendicularmente à superfície de referência
da peça

63
Calibração de paquímetros

• A NBR 6393/1980 é a norma brasileira que regulamenta


procedimentos, tolerâncias e demais condições para a
calibração dos paquímetros

64
MICRÔMETRO

65
Resolução

66
Leitura no sistema métrico
• Micrometro sem nônio:

• 1º passo - leitura dos milímetros inteiros na


escala da bainha.
• 2º passo - leitura dos meios milímetros, também
na escala da bainha.
• 3º passo - leitura dos centésimos de milímetro na
escala do tambor.

67
Leitura sistema métrico

68
Leitura sistema métrico

69
Leitura micrometro com nônio

Quando no micrômetro houver nônio, ele indica o valor


a ser acrescentado à leitura obtida na bainha e no
tambor

70
Leitura sistema métrico com nônio
• 1º passo - leitura dos milímetros inteiros na escala da
bainha.

• 2º passo - leitura dos meios milímetros na mesma


escala.

• 3º passo - leitura dos centésimos na escala do tambor.

• 4º passo -leitura dos milésimos com o auxílio do nônio


da bainha, verificando qual dos traços do nônio
coincide com o traço do tambor.

71
Leitura sistema métrico com nônio

72
Leitura sistema métrico com nônio

73
Leitura sistema inglês

74
Leitura sistema inglês

75
Leitura sistema inglês com nônio

76
Tipos de micrômetros

Micrometro externo digital

77
78
79
80
81
82
Micrômetro duplo

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87
88
89
90
Micrômetro de profundidade

91
92
Micrômetro interno de três contatos

93
Micrometro de interno de três contatos

94
Micrometro interno de três contatos com
pontas intercambiáveis

95
Micrômetro interno tubular

96
Posicionamento do micrometro tubular

97
Micrômetro tipo paquímetro

98
99
100
101
Calibração de micrometros
norma brasileira NBR 6670/1981

102
Calibrador de micrômetros internos
Anel Padrão

103
Valores padrões para a calibração dos micrometros

104
Causas de erros ao medir com
micrômetro
• Erro do origem do zero

• Erros do passo do parafuso micrométrico e


nas divisões do tambor.

• Falta de paralelismo dos topes do tambor

105
106
Instrumentos para medições
angulares
• Nível de bolha

107
108
• Nível de bolha digital

109
Transferidor de ângulos

110
Transferidor de ângulos
• Resolução do instrumento
a
R=
n
• Onde:
• a = Menor divisão da escala móvel
• n = Número de divisões da escala fixa.

111
Transferidor de ângulos universal

112
Transferidores de ângulos

113
114
115
116
Relógio Comparador

117
118
119
120
121
122
123
MEDIÇÕES INDIRETAS. INSTRUMENTOS

Régua de seno

124
125
Blocos padrões para formar comprimentos de
precisão

126
127
128
129
130
Blocos padrões para formar comprimentos de
precisão

131
132
133
134
135
136
137
138
139
140
141
142
143
144
145
146
147
148
cateto.oposto
sen =
hipotenusa

149
Mesa de seno

150
151
https://youtu.be/EAUzHTzUrp0
152
Medição com mesa de senos

153
Mesa de granito - Desempeno

154
Mesa de senos com contrapontas

155
Medição com mesa de senos com
contrapontas

156
Mesa de senos para pequenos ângulos

157
CONTROLE TRIGONOMÉTRICO

158
Exemplo de peças complementares

159
Esferas e cilindros calibrados

160
Exemplos de medições com dificuldades

161
162
Calcular

163
Medição de encaixes rabos de andorinha
externa

164
Medição de encaixes rabos de andorinha
interna

165
166
167
MEDIÇÕES POR COMPARAÇÃO. UTILIZAÇÃO DE
PADRÕES, CALIBRADORES E COMPARADORES.

• Em 1898, Johanson solicitou a patente de blocos-


padrão: peças em forma de pequenos
paralelepípedos, padronizados

• Os blocos padrão são muito utilizados como


padrão de referencia na industria moderna, desde
o laboratório até a oficina,
168
169
170
171
Jogo de blocos-padrão, contendo 114 peças

• 2 - blocos-padrão protetores de 2,00 mm de espessura;

• 1 - bloco-padrão de 1,0005 mm;

• 9 - blocos-padrão de 1,001; 1,002; 1,003 .......1,009mm;

• 49 - blocos-padrão de 1,01; 1,02; 1,03 ...... 1,49mm;

• 49 - blocos-padrão de 0,50; 1,00; 1,50; 2,00..........24,5mm;

• 4 - blocos-padrão de 25; 50; 75 e 100 mm.


172
Exemplo de empilhamento de blocos
padrão plano-paralelos

173
Classes de blocos padrão

174
Materiais

175
Erros admissíveis

176
EXEMPLO DE USO

Qual a medida máxima e qual a mínima??. Quantos


montagens de blocos seriam??

177
178
EXEMPLO DE USO

179
EXEMPLO DE USO

180
EXEMPLO DE USO

181
EXEMPLO DE USO

182
Calibradores
+0,55
A = 30 −0,0

“lado de refugo” lado-passa

lado-não-passa
183
Calibradores

184
Calibrador passa não passa

185
Calibradores "passa não passa" ajustáveis

186
Calibradores de boca fixos "passa
não passa"

187
Calibradores de boca ajustáveis

188
Anéis de referência

189
Calibrador para furos pequenos CSE N9 60-B

• Calibrador para furos CSE N9 60-F

190
Tolerância de fabricação de calibradores

• Calibradores de oficina se fabricam com o 20% da


tolerância das peças e 10% em calibradores de
inspeção

191
Calibrador de roscas

192
Instrumentos de comparação

Como se trabalha??

193
Relógio comparador

194
Controle da centragem de um furo com
relógio indicador

195
Pontas de apalpadores para medição de
superfícies planas

196
Pontas de apalpadores para
medições especiais

197
Pontas de apalpadores para
medições de cilindros

198
Pontas de apalpadores para
medições de esferas

199
Tipos de comparadores

• - Comparadores de amplificação mecânica

• - Comparadores de amplificação óptica

• - Comparadores de amplificação óptico-mecânica

• - Comparadores de amplificação elétrica

• - Comparadores de amplificação elétrico-mecánlca

• - Comparadores de amplificação pneumático

• - Comparadores de amplificação interferométricos.


200
Comparadores Mecânicos

• a) Alavanca simples

• b) Combinação de alavancas

• c) Alavancas, cremalheira e pinhão

• d) Mola e alavancas.

201
Comparador mecânico de alavanca

Relação amplificação

L
A=
a

202
Indicador de alavanca, cremalheira e
engrenagens

Relação de
amplificação

2L Z 2
A= .
M Z1

203
Comparador de alavanca, cremalheira e
engrenagens

204
Comparador de faixa enrolada

205
Comparadores pneumático de baixa pressão

206
Comparadores pneumático de alta pressão

207
208
209
Para verificação de
cilindros internos de
precisão

210
Para verificação de
superfícies (erros de
forma)

211
Calibragem de relógios comparadores
A NBR 6388/1983 é a norma brasileira que regulamenta
procedimentos, tolerâncias e demais condições para a
calibração dos relógios comparadores

212
METROLOGIA OPTICA

D = .E B = .H
E como campo elétrico  = Permeabilidade Magnética
 = Permeabilidade elétrica B densidade magnética
D densidade elétrica H como campo magnético

A velocidade de propagação da onda magnética é dada por

1 c=
1
= luz se propaga no vácuo
 
0 0

c 
n= =
índice de refração
  0 213
Principio de alavanca de reflexão

214
Microscópios

215
Projetor de perfis

216
Projetor de perfis

217
Sistemas de projeção

218
Sistemas de projeção

219
Projeção diascópica

220
Projeção episcópica

221
Ambas projeções

222
223
224
Obtenção do padrão de franjas de
interferência

225
Padrão de franjas de interferência para uma
superfície convexa


P= .n
2

226
227
Interferômetro para verificação de medidas
plano-paralelas

228
Holografia

229
Holografia

230
Métodos de avaliação da circularidade

LSC (Centro dos mínimos quadrados)

MIC (Máximo círculo inscrito)

231
MCC (Mínimo círculo circunscrito)

MZC (círculos de zona mínima)

232
Máquinas de medição da circularidade

233
234
Medição de camadas

235
236
237
Maquina de medição universal

238
239
240
Medidores de Contorno

241
Medidores de Contorno

242
243
Controle estatístico

244
245
246
247
248

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