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Portfólio Graça

O documento apresenta o portfólio da prática pedagógica da acadêmica Graciana Aparecida dos Santos no curso de Segunda Graduação em Educação Especial, detalhando atividades realizadas em encontros que abordam a prática docente e a inclusão. A autora reflete sobre a importância da inclusão na educação, a gestão escolar e o papel do professor na construção de um ambiente de aprendizagem significativo. Além disso, inclui registros de entrevistas e evidências da prática pedagógica, destacando a relevância da experiência prática na formação docente.

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graciana santos
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O documento apresenta o portfólio da prática pedagógica da acadêmica Graciana Aparecida dos Santos no curso de Segunda Graduação em Educação Especial, detalhando atividades realizadas em encontros que abordam a prática docente e a inclusão. A autora reflete sobre a importância da inclusão na educação, a gestão escolar e o papel do professor na construção de um ambiente de aprendizagem significativo. Além disso, inclui registros de entrevistas e evidências da prática pedagógica, destacando a relevância da experiência prática na formação docente.

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PORTFÓLIO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

I. IDENTIFICAÇÃO
1. Nome do curso: SEGUNDA GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL
2. Nome do acadêmico: Graciana Aparecida dos Santos
II. DESCRIÇÃO E REGISTRO DAS ATIVIDADES DA PRÁTICA PEDAGÓGICA DO 1° MÓ-
DULO
1º Encontro: Atividades realizadas durante e após o encontro:
- Compreensão do objetivo da disciplina e atividades propostas;
- Percepções a respeito da caracterização da profissão docente no espaço
escolar a partir do tema gerador da disciplina.
- Conhecimento sobre a prática pedagógica a ser desenvolvida durante a
disciplina: observação do ambiente escolar, registro fotográfico, entrevista a
um profissional da educação, elaboração de um mapa conceitual e socializa-
ção.
- Inicio do planejamento e elaboração da ida a campo (visita escolar, registro
fotográfico e entrevista).
2º Encontro: Atividades realizadas durante e após o encontro:
- Compreensão aprofundada sobre o Mapa Conceitual.
- Discussão e orientação sobre o Mapa Conceitual.
- Descrição e orientação sobre a visita presencial na escola: vivência da práti-
ca e coleta de dados.
- Registro fotográfico de espaços ou situações vividas na escola que sintetize
o tema da prática (qual é ou quais são as imagens que melhor representam a
percepção do espaço escolar?).
- Elaboração e aplicação da entrevista semiestruturada com um professor da
escola ou gestor educacional.
- Anotações da discussão, síntese e percepções dos dados e organização do
mapa conceitual.
3º Encontro: Atividades realizadas durante e após o encontro:
- Elaboração do mapa conceitual com o uso de ferramentas tecnológicas.
- Seleção de conceitos (plano de aula, livro didático, instrumentos de avalia-
ção) que devem aparecer no mapa conceitual e em qual eixo.
- Organização do material para a socialização: produção do material (slides,
vídeos, o próprio mapa), roteiro da apresentação (o que será apresentado,
quem apresenta, como apresenta, tempo da apresentação).
4º Encontro: Atividades realizadas durante e após o encontro:
- Palestra com um profissional da educação consolidado no campo educacio-
nal.
- Socialização.
- Registros das socializações e do debate das demais equipes realizados no
encontro com foco nas possibilidades para a profissão.
III. Texto Autoral sobre as atividades desenvolvidas ao longo da Prática Pedagógica do 1°
módulo
Ao finalizar esta etapa da graduação em questão, concluí que as descobertas foram
bastante relevantes em minha formação acadêmica, pois permitiu compreender como as
novas concepções sociais incidem sobre os processos educacionais formais. Ademais, tive
acesso ao conhecimento sobre BNCC (Base Nacional Curricular Comum), sobre os Temas
Transversais Contemporâneos, que são fortalecedores da contextualização da didática,
favorecendo a aprendizagem significativa, numa abordagem relacionada à realidade
vivenciada pelos aprendizes, sejam pertencentes de qualquer nível de ensino.
Ampliei imensamente meu entendimento sobre a importância da inclusão na
formação dos alunos com algum tipo de deficiência, especificamente os atendidos em Sala
de Recursos Multifuncional, palco de minha observação. Também, pude conhecer um pou-
co da gestão da escola, haja visto que, a entrevista de seu a diretora. Perceb i a inclusão
como mola propulsora da consolidação do conhecimento entre os diversos atores do pro-
cesso de ensino aprendizagem, que deve ser construído sob o pilar da democracia, onde
todos precisam ter voz e vez.
Nessa conjuntura, ficou claro, que a atuação do professor, o posicionamento da
equipe pedagógica e administrativa, são imprescindíveis para a consecução de um projeto
austero, com metodologias ativas e proativas que favoreçam o protagonismo do aluno
agregando, propondo e estimulando o exercício da autoconstrução do conhecimento e das
aprendizagens globais.
Vale considerar que uma atividade prática como esta, vai muito além da obrigatori-
edade que a academia impõe por força de lei, mas oferece um momento ímpar de reflexão
acerca da importância da carreira docente em sua prática pedagógica diante de constru-
ções tão emblemáticas na vida do aluno. Muitos são os desafios, mas, também os avanços.
A saber, me senti ainda mais estimulada em realizar a docência no contexto relativo
à Educação Especial, considerando sua contribuição na construção da sociedade como
guardiã dos fatos, ocorrências e experiências acumulados em toda a sua trajetória.

IV. DOCUMENTOS, PRODUÇÃO E EVIDÊNCIAS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA (anexar


o que está sendo solicitado)
1. Declaração de Comparecimento na Unidade Escolar
2. Registros fotográficos. Espaço escolar e Atividades em SRM (Sala de Recursos
Multifuncional).

Fonte: Da autora.
3. Termo de Consentimento do entrevistado.
4 Roteiro da entrevista semiestruturada.

ROTEIRO DE ENTREVISTA

1. IDENTIFICAÇÃO

1.1 IDENTIFICAÇÃO ACADÊMICA

Nome do(a) acadêmico(a): Graciana Aparecida dos Santos


Curso: Segunda Licenciatura em Educação Inclusiva
Disciplina: Práticas Pedagógicas: Inclusão e Aprendizagem
Nome do Tutor: André Ricardo Gonçalves Dias

1.2 DADOS RELACIONADOS À ENTREVISTA

Escola selecionada: Escola Estadual São Vicente de Paulo


Entrevistado (nome/assinatura): Izabela de Oliveira Barbosa Fernandes Santos
Função do entrevistado: Professora e Coordenadora do Ensino Médio em Tempo Integral Profissio-
nal-EMTI
Data: 05/12/2024

5 Transcrição da resposta da entrevista ou link da gravação.

2. ROTEIRO DE ENTREVISTA

QUESTÃO 1: Qual a sua formação acadêmica?


Resposta:
Bacharelado em Administração e Formação Pedagógica em Licenciatura Matemática.

QUESTÃO 2: Quanto tempo de experiência profissional?


Resposta:
Em Administração 2 anos de experiência, em licenciatura 1 ano e meio de experiência.

QUESTÃO 3: Quais as suas experiências profissionais?


Resposta:
Como Administradora, atuei em uma loja de material de construção. Fui Assistente Técnico em Edu-
cação Básica (ATB), lecionei no Presídio de Curvelo o componente Matemática na EJA, e atualmen-
te leciono na EE São Vicente de Paulo e sou coordenadora do EMTI na mesma.

QUESTÃO 4: Descreva suas atividades e rotinas profissionais?


Resposta:
Sou professora de Estudos Orientados no 1º ano do EMTI, de Matemática no 2º ano do EMTI, e de
Educação Financeira e Empresa Pedagógica e Empreendedorismo no 3º ano do EMTI. As aulas são
realizadas em sala de aula e sala de informática, sempre buscando formas diferentes e mais lúdicas
de passar os conteúdos aos estudantes.
QUESTÃO 5: Qual a importância do Professor de Apoio dentro da sala de aula?
Resposta:
O professor de apoio é parte fundamental na sala de aula, ele é responsável por dar condições de
aprendizagem ao estudante através de atividades e avaliações adaptadas ao seu nível de necessi-
dade. Além de colaborar na autonomia dos alunos, encorajamento e desenvolvimento de sua con-
fiança.

QUESTÃO 6: Na prática como funciona a relação professor regente-professor de apoio-


família?

Essa relação funciona com o objetivo de garantir a comunicação entre família, escola e professores. A
escola intermedia a comunicação entre professor de apoio e família, para que a mesma se sinta acolhi-
da e tenha o conhecimento do desenvolvimento de seu filho.

QUESTÃO 7: Como é a relação dos alunos com a criança especial dentro da sala de aula?
Resposta:
Os alunos possuem uma ótima relação com os alunos especiais, os tratam com respeito e acolhi-
mento, sempre os inserem em suas atividades compreendendo suas limitações promovendo a
igualdade e inclusão dos mesmos.

QUESTÃO 8: Quais as diferenças entre sala de recursos e o apoio pedagógico?

Resposta:
A sala de recursos consiste num espaço físico e possui materiais para que o professor possa pro-
mover a aprendizagem de maneira eficiente e também diversificada ao aluno. O apoio pedagógico
é o atendimento para alunos com dificuldades de aprendizagem, que nem sempre são portadores
de alguma deficiência, envolve estratégias para facilitar o aprendizado.

Questão 9: Quais os problemas mais graves que afetam o processo de ensino-


aprendizagem?
Resposta:
Um dos problemas mais graves é o desinteresse por parte dos alunos no processo de aprendiza-
gem, que se dispersam facilmente, o que acaba atrapalhando no rendimento dos mesmos. Por
isso, é tão importante buscar maneiras de inovar nas formas de apresentar os conteúdos.

QUESTÃO 10: De acordo com sua experiência, na prática, como funciona a relação entre o
professor-escola-comunidade?
Resposta:
A escola promove ações que envolvem a comunidade e introduzem as famílias no ambiente esco-
lar como reunião de pais, entrega de resultados, apresentações de dia das mães, dia dos pais, final
de ano e formatura do Ensino Médio. Além da Feira de Ciências que contou com inúmeros traba-
lhos relacionados à saúde, aferição de pressão, tipagem sanguínea, saúde do trabalhador e apre-
sentação do Curso Técnico em Segurança do Trabalho. Essas ações promove a interação entre
professor, escola e comunidade.
6- MAPA CONCEITUAL
7. Registros da socialização.
Este foi um momento de grande expectativa para todos nós, acadêmicos do curso de EDU-
CAÇÃO ESPECIAL, principalmente porque cada um precisou sair de sua zona de conforto e se ex-
por aos outros, revelando conhecimentos específicos advindos da referida experiência. Dito isto,
acrescento que foi um momento ímpar em minha trajetória, tive que superar a timidez e comparti-
lhar, mesmo que de forma remota, minhas percepções e consolidações acerca do envolvimento da
escola com os alunos da inclusão que ali se encontram inseridos. Compartilhei no grupo acadêmico
minha percepção, ao longo da realização da atividade, a respeito de uma certa dificuldade ainda
relativa à inclusão dos alunos com deficiência na escola regular e, em contrapartida, uma vontade
de fazer acontecer o referido evento de forma plena. Ao findar este momento, senti-me aliviada por
vencer mais uma das muitas etapas a serem enfrentadas nesta graduação. Foi muito relevante
também, ouvir os argumentos dos colegas, enriquecendo os conhecimentos de cada um, como fator
agregador.

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