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Resumo Opinioes Volateis Luiz Farias 30p

O livro 'Opiniões Voláteis' de Luiz Alberto de Farias explora a construção da opinião pública, destacando sua evolução de uma perspectiva autoritária para uma plural e debatida. O autor analisa a influência dos meios de comunicação e das novas tecnologias na formação de discursos, além de discutir a volatilidade da opinião pública na era digital. Farias também aborda o papel ético da comunicação na esfera pública, propondo uma abordagem que favoreça a transparência e a participação cidadã.

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O livro 'Opiniões Voláteis' de Luiz Alberto de Farias explora a construção da opinião pública, destacando sua evolução de uma perspectiva autoritária para uma plural e debatida. O autor analisa a influência dos meios de comunicação e das novas tecnologias na formação de discursos, além de discutir a volatilidade da opinião pública na era digital. Farias também aborda o papel ético da comunicação na esfera pública, propondo uma abordagem que favoreça a transparência e a participação cidadã.

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Resumo do Livro: Opiniões Voláteis –

Luiz Alberto de Farias


Obra: Opiniões Voláteis: opinião pública e construção de sentido
Autor: Luiz Alberto de Farias
Editora Metodista, 2019

Capítulo 1 – A noção de opinião pública


O autor aborda a gênese do conceito de opinião pública, destacando seu surgimento nas
esferas políticas e filosóficas. Discute-se a passagem de uma opinião fundamentada na
autoridade religiosa e monárquica para uma opinião plural, baseada em debates públicos e
racionalidade coletiva. Esse processo está intimamente ligado à constituição do espaço
público burguês e à emergência dos jornais como instrumentos formadores de juízo
coletivo. Farias retoma autores clássicos como Habermas, Lippmann e Tarde para
contextualizar diferentes abordagens do conceito, e evidencia como a modernidade trouxe
uma mudança profunda na relação entre opinião e poder.

O autor aborda a gênese do conceito de opinião pública, destacando seu surgimento nas
esferas políticas e filosóficas. Discute-se a passagem de uma opinião fundamentada na
autoridade religiosa e monárquica para uma opinião plural, baseada em debates públicos e
racionalidade coletiva. Esse processo está intimamente ligado à constituição do espaço
público burguês e à emergência dos jornais como instrumentos formadores de juízo
coletivo. Farias retoma autores clássicos como Habermas, Lippmann e Tarde para
contextualizar diferentes abordagens do conceito, e evidencia como a modernidade trouxe
uma mudança profunda na relação entre opinião e poder.

O autor aborda a gênese do conceito de opinião pública, destacando seu surgimento nas
esferas políticas e filosóficas. Discute-se a passagem de uma opinião fundamentada na
autoridade religiosa e monárquica para uma opinião plural, baseada em debates públicos e
racionalidade coletiva. Esse processo está intimamente ligado à constituição do espaço
público burguês e à emergência dos jornais como instrumentos formadores de juízo
coletivo. Farias retoma autores clássicos como Habermas, Lippmann e Tarde para
contextualizar diferentes abordagens do conceito, e evidencia como a modernidade trouxe
uma mudança profunda na relação entre opinião e poder.

O autor aborda a gênese do conceito de opinião pública, destacando seu surgimento nas
esferas políticas e filosóficas. Discute-se a passagem de uma opinião fundamentada na
autoridade religiosa e monárquica para uma opinião plural, baseada em debates públicos e
racionalidade coletiva. Esse processo está intimamente ligado à constituição do espaço
público burguês e à emergência dos jornais como instrumentos formadores de juízo
coletivo. Farias retoma autores clássicos como Habermas, Lippmann e Tarde para
contextualizar diferentes abordagens do conceito, e evidencia como a modernidade trouxe
uma mudança profunda na relação entre opinião e poder.

O autor aborda a gênese do conceito de opinião pública, destacando seu surgimento nas
esferas políticas e filosóficas. Discute-se a passagem de uma opinião fundamentada na
autoridade religiosa e monárquica para uma opinião plural, baseada em debates públicos e
racionalidade coletiva. Esse processo está intimamente ligado à constituição do espaço
público burguês e à emergência dos jornais como instrumentos formadores de juízo
coletivo. Farias retoma autores clássicos como Habermas, Lippmann e Tarde para
contextualizar diferentes abordagens do conceito, e evidencia como a modernidade trouxe
uma mudança profunda na relação entre opinião e poder.

O autor aborda a gênese do conceito de opinião pública, destacando seu surgimento nas
esferas políticas e filosóficas. Discute-se a passagem de uma opinião fundamentada na
autoridade religiosa e monárquica para uma opinião plural, baseada em debates públicos e
racionalidade coletiva. Esse processo está intimamente ligado à constituição do espaço
público burguês e à emergência dos jornais como instrumentos formadores de juízo
coletivo. Farias retoma autores clássicos como Habermas, Lippmann e Tarde para
contextualizar diferentes abordagens do conceito, e evidencia como a modernidade trouxe
uma mudança profunda na relação entre opinião e poder.

Capítulo 2 – Opinião pública como construção social


A obra defende que a opinião pública não é reflexo espontâneo da vontade popular, mas
resultado de uma construção simbólica disputada. Nesse cenário, os meios de comunicação
e as novas tecnologias desempenham papel fundamental ao selecionar, enquadrar e dar
visibilidade a certos discursos em detrimento de outros. O capítulo apresenta a perspectiva
interacionista e construcionista do fenômeno, abordando o papel das narrativas midiáticas
e dos rituais de validação simbólica na configuração do senso comum político e social.

A obra defende que a opinião pública não é reflexo espontâneo da vontade popular, mas
resultado de uma construção simbólica disputada. Nesse cenário, os meios de comunicação
e as novas tecnologias desempenham papel fundamental ao selecionar, enquadrar e dar
visibilidade a certos discursos em detrimento de outros. O capítulo apresenta a perspectiva
interacionista e construcionista do fenômeno, abordando o papel das narrativas midiáticas
e dos rituais de validação simbólica na configuração do senso comum político e social.

A obra defende que a opinião pública não é reflexo espontâneo da vontade popular, mas
resultado de uma construção simbólica disputada. Nesse cenário, os meios de comunicação
e as novas tecnologias desempenham papel fundamental ao selecionar, enquadrar e dar
visibilidade a certos discursos em detrimento de outros. O capítulo apresenta a perspectiva
interacionista e construcionista do fenômeno, abordando o papel das narrativas midiáticas
e dos rituais de validação simbólica na configuração do senso comum político e social.
A obra defende que a opinião pública não é reflexo espontâneo da vontade popular, mas
resultado de uma construção simbólica disputada. Nesse cenário, os meios de comunicação
e as novas tecnologias desempenham papel fundamental ao selecionar, enquadrar e dar
visibilidade a certos discursos em detrimento de outros. O capítulo apresenta a perspectiva
interacionista e construcionista do fenômeno, abordando o papel das narrativas midiáticas
e dos rituais de validação simbólica na configuração do senso comum político e social.

A obra defende que a opinião pública não é reflexo espontâneo da vontade popular, mas
resultado de uma construção simbólica disputada. Nesse cenário, os meios de comunicação
e as novas tecnologias desempenham papel fundamental ao selecionar, enquadrar e dar
visibilidade a certos discursos em detrimento de outros. O capítulo apresenta a perspectiva
interacionista e construcionista do fenômeno, abordando o papel das narrativas midiáticas
e dos rituais de validação simbólica na configuração do senso comum político e social.

A obra defende que a opinião pública não é reflexo espontâneo da vontade popular, mas
resultado de uma construção simbólica disputada. Nesse cenário, os meios de comunicação
e as novas tecnologias desempenham papel fundamental ao selecionar, enquadrar e dar
visibilidade a certos discursos em detrimento de outros. O capítulo apresenta a perspectiva
interacionista e construcionista do fenômeno, abordando o papel das narrativas midiáticas
e dos rituais de validação simbólica na configuração do senso comum político e social.

Capítulo 3 – Estratégias de persuasão e disputa de sentidos


Explora como diferentes atores sociais – mídia, governos, ONGs, empresas – competem pelo
controle do discurso público. Farias introduz o conceito de 'batalha semiótica' como uma
arena simbólica onde se luta pelo significado das palavras, das imagens e dos eventos. Ele
analisa campanhas de comunicação, fake news e guerras de narrativa como instrumentos de
disputa de hegemonia cultural, evocando autores como Barthes e Eco.

Explora como diferentes atores sociais – mídia, governos, ONGs, empresas – competem pelo
controle do discurso público. Farias introduz o conceito de 'batalha semiótica' como uma
arena simbólica onde se luta pelo significado das palavras, das imagens e dos eventos. Ele
analisa campanhas de comunicação, fake news e guerras de narrativa como instrumentos de
disputa de hegemonia cultural, evocando autores como Barthes e Eco.

Explora como diferentes atores sociais – mídia, governos, ONGs, empresas – competem pelo
controle do discurso público. Farias introduz o conceito de 'batalha semiótica' como uma
arena simbólica onde se luta pelo significado das palavras, das imagens e dos eventos. Ele
analisa campanhas de comunicação, fake news e guerras de narrativa como instrumentos de
disputa de hegemonia cultural, evocando autores como Barthes e Eco.

Explora como diferentes atores sociais – mídia, governos, ONGs, empresas – competem pelo
controle do discurso público. Farias introduz o conceito de 'batalha semiótica' como uma
arena simbólica onde se luta pelo significado das palavras, das imagens e dos eventos. Ele
analisa campanhas de comunicação, fake news e guerras de narrativa como instrumentos de
disputa de hegemonia cultural, evocando autores como Barthes e Eco.
Explora como diferentes atores sociais – mídia, governos, ONGs, empresas – competem pelo
controle do discurso público. Farias introduz o conceito de 'batalha semiótica' como uma
arena simbólica onde se luta pelo significado das palavras, das imagens e dos eventos. Ele
analisa campanhas de comunicação, fake news e guerras de narrativa como instrumentos de
disputa de hegemonia cultural, evocando autores como Barthes e Eco.

Explora como diferentes atores sociais – mídia, governos, ONGs, empresas – competem pelo
controle do discurso público. Farias introduz o conceito de 'batalha semiótica' como uma
arena simbólica onde se luta pelo significado das palavras, das imagens e dos eventos. Ele
analisa campanhas de comunicação, fake news e guerras de narrativa como instrumentos de
disputa de hegemonia cultural, evocando autores como Barthes e Eco.

Capítulo 4 – A volatilidade como traço contemporâneo


A 'volatilidade' da opinião pública é fruto da hiperexposição a informações e da lógica de
consumo rápido de conteúdos. Com base em Bauman e Castells, o autor reflete sobre como
as redes digitais aceleram ciclos de mobilização e desmobilização da atenção pública. A
superficialidade e a fragmentação dominam o espaço público contemporâneo, reduzindo o
tempo de permanência de temas importantes na pauta e tornando as audiências mais
imprevisíveis.

A 'volatilidade' da opinião pública é fruto da hiperexposição a informações e da lógica de


consumo rápido de conteúdos. Com base em Bauman e Castells, o autor reflete sobre como
as redes digitais aceleram ciclos de mobilização e desmobilização da atenção pública. A
superficialidade e a fragmentação dominam o espaço público contemporâneo, reduzindo o
tempo de permanência de temas importantes na pauta e tornando as audiências mais
imprevisíveis.

A 'volatilidade' da opinião pública é fruto da hiperexposição a informações e da lógica de


consumo rápido de conteúdos. Com base em Bauman e Castells, o autor reflete sobre como
as redes digitais aceleram ciclos de mobilização e desmobilização da atenção pública. A
superficialidade e a fragmentação dominam o espaço público contemporâneo, reduzindo o
tempo de permanência de temas importantes na pauta e tornando as audiências mais
imprevisíveis.

A 'volatilidade' da opinião pública é fruto da hiperexposição a informações e da lógica de


consumo rápido de conteúdos. Com base em Bauman e Castells, o autor reflete sobre como
as redes digitais aceleram ciclos de mobilização e desmobilização da atenção pública. A
superficialidade e a fragmentação dominam o espaço público contemporâneo, reduzindo o
tempo de permanência de temas importantes na pauta e tornando as audiências mais
imprevisíveis.

A 'volatilidade' da opinião pública é fruto da hiperexposição a informações e da lógica de


consumo rápido de conteúdos. Com base em Bauman e Castells, o autor reflete sobre como
as redes digitais aceleram ciclos de mobilização e desmobilização da atenção pública. A
superficialidade e a fragmentação dominam o espaço público contemporâneo, reduzindo o
tempo de permanência de temas importantes na pauta e tornando as audiências mais
imprevisíveis.

A 'volatilidade' da opinião pública é fruto da hiperexposição a informações e da lógica de


consumo rápido de conteúdos. Com base em Bauman e Castells, o autor reflete sobre como
as redes digitais aceleram ciclos de mobilização e desmobilização da atenção pública. A
superficialidade e a fragmentação dominam o espaço público contemporâneo, reduzindo o
tempo de permanência de temas importantes na pauta e tornando as audiências mais
imprevisíveis.

Capítulo 5 – Comunicação estratégica e opinião pública


Discute o papel ético dos profissionais de relações públicas e comunicação na construção da
esfera pública. Farias argumenta que, embora a comunicação possa ser usada como
ferramenta de manipulação, ela também pode fortalecer processos democráticos se
orientada por valores de transparência, escuta e participação. Ele propõe uma abordagem
dialógica, inspirada no modelo simétrico bidirecional de Grunig, e destaca a importância da
educação midiática para o fortalecimento da cidadania crítica.

Discute o papel ético dos profissionais de relações públicas e comunicação na construção da


esfera pública. Farias argumenta que, embora a comunicação possa ser usada como
ferramenta de manipulação, ela também pode fortalecer processos democráticos se
orientada por valores de transparência, escuta e participação. Ele propõe uma abordagem
dialógica, inspirada no modelo simétrico bidirecional de Grunig, e destaca a importância da
educação midiática para o fortalecimento da cidadania crítica.

Discute o papel ético dos profissionais de relações públicas e comunicação na construção da


esfera pública. Farias argumenta que, embora a comunicação possa ser usada como
ferramenta de manipulação, ela também pode fortalecer processos democráticos se
orientada por valores de transparência, escuta e participação. Ele propõe uma abordagem
dialógica, inspirada no modelo simétrico bidirecional de Grunig, e destaca a importância da
educação midiática para o fortalecimento da cidadania crítica.

Discute o papel ético dos profissionais de relações públicas e comunicação na construção da


esfera pública. Farias argumenta que, embora a comunicação possa ser usada como
ferramenta de manipulação, ela também pode fortalecer processos democráticos se
orientada por valores de transparência, escuta e participação. Ele propõe uma abordagem
dialógica, inspirada no modelo simétrico bidirecional de Grunig, e destaca a importância da
educação midiática para o fortalecimento da cidadania crítica.

Discute o papel ético dos profissionais de relações públicas e comunicação na construção da


esfera pública. Farias argumenta que, embora a comunicação possa ser usada como
ferramenta de manipulação, ela também pode fortalecer processos democráticos se
orientada por valores de transparência, escuta e participação. Ele propõe uma abordagem
dialógica, inspirada no modelo simétrico bidirecional de Grunig, e destaca a importância da
educação midiática para o fortalecimento da cidadania crítica.
Discute o papel ético dos profissionais de relações públicas e comunicação na construção da
esfera pública. Farias argumenta que, embora a comunicação possa ser usada como
ferramenta de manipulação, ela também pode fortalecer processos democráticos se
orientada por valores de transparência, escuta e participação. Ele propõe uma abordagem
dialógica, inspirada no modelo simétrico bidirecional de Grunig, e destaca a importância da
educação midiática para o fortalecimento da cidadania crítica.

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