IGREJA BATISTA RENOVADA DA FAMÍLIA
CURSO DE TEOLOGIA
GUILHERME TELLES DA SILVA
A INSPIRAÇÃO DAS ESCRITURAS
Trabalho apresentado em exigência ao
Curso de Teologia, sob a orientação do
Pastor Gelcimar Silva, Pr Presidente da
IBRF.
IMPERATRIZ, MA
2024
I- A DOUTRINA DE DEUS
A partir do momento que nos encontramos com a leitura Bíblica, de fato ela não tenta
mostrar ou provar que Deus existe e nem tenta explicar o ser Divino, até porquê faltaria
palavras para descrever Deus. No segundo momento, quando levamos nossos olhos para
uma leitura no Novo Testamento, em Filipenses 2;7-8 vai dizer assim “7 Mas
esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;
8
E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte,
e morte de cruz.” Com isso, eu entendo que Deus, se fez carne, para que nós
conseguíssemos compreender a sua divindade, e pagou o seu preço de morte, no meu e
no lugar de muitos outros, para que através dEle, e por Ele possamos alcançar a vida
eterna.
Então, a Doutrina de Deus se equipara a um conjunto de normas e ensinamentos
religiosos, éticos e morais, os quais unificados nos capacitam a nos tornarmos mais
parecidos com Jesus, à luz da Bíblia.
I. A EXISTÊNCIA DE DEUS
Deus existe, e para eu afirmar isso é porquê dentro de mim habita o Espírito Santo, e
eu tenho fé que Ele morreu na cruz por mim. Outras pessoas que não conseguem falar
essa frase, de duas uma, ou ela não acredita e consequentemente não tem fé, ou ela
apenas não quer acreditar, pois a partir disso o Espírito Santo começa a latejar dentro de
si quando algo que não agrada a Deus está sendo feito, então preferem prevaricar a sua
fé, em prol do prazer momentâneo e mortífero que é o pecado.
1.1 Formas de Negação da existência de Deus
Atualmente, é comum o aparecimento de religiões com centro divinico se assim posso
chamar, porém com doutrinas e dogmas diferentes ou com pouquíssimas semelhanças
com a Bíblia, por vezes têm seu próprio material literário. Mas isso não apaga que
possuem uma “fé” em um deus.
Mas ainda, existem algumas crenças que não crêem em Deus, e os mesmos negam sua
existência. Como por exemplo:
1.1.1. O Ateísmo:
A palavra ateu vem do grego, que se refere a atheos, ou seja, sem Deus.
Diferentemente do teísmo que crê em várias vertentes divinas, o ateu não crer em
nenhuma corrente religiosa, onde apenas seus conhecimentos e a arte do pensar humano
permite que ele compreenda e resolva suas dúvidas interiores, como vida pós morte,
ressurreição de Jesus entre outras dúvidas que possam surgir, o que é certo e errado são
apenas interpretações sociológicas e filosóficas e ética e moral, sem amparo bíblico ou
religioso. Estima-se que possui mais de 2,3% da pupulação mundial segue a linha
filosófia ateísta. Resumindo, é uma corrente de pensamento que extingue a crença em
divindade seja ela qual for.
1.1.2. O Agnosticismo:
Esse pensamento filosófico e religioso, nasceu em 1846 a partir de um filósofo e
biólogo britânico Thomas Huxley, o qual acreditava que os seres humanos, são o que
são, e não há nada metafísico ou divino que possam gerar influência, essas especulações
não podem ser provadas e nem negadas, resumindo, pessoas que compactuam com essa
linha de pensamento são constantemente infracionadas com dúvidas, pois não
conseguem acreditar pois acreditam que seja necessário um estudo racional humanístico
para explicar algo divino.
Para um agnóstico, o ser humano é aquilo que é, sem estar submetido a uma ideia
superior de controle ou transcendência. O mundo deve ser observado como algo
racional e finito, sem linhas ou ambientes imaginários.
A principal diferença entre um ateu e um agnóstico é que o ateu ele desacredita
totalmente da existência de um Deus, enquanto o agnóstico nem acredita e nem
desacredita, mas pensa que nós somos incapazes de saber com plena convicção e
certeza.
1.1.3 O Deísmo:
Essa corrente de pensamento acredita e confirma a existência de Deus, e que Ele fez
todas as coisas, porém se configura de uma forma diferente pois crêem também que
Deus não tem influência mais no mundo atual, e que Ele deixa correr o caminho natural
das coisas, seguindo a linha filosófica do deísmo, Deus configurou as leis da natureza,
que rogam em consonância até os dias atuais, sem nenhuma intervenção.
Outra característica importante que vale ressaltar, é que o pessoal desse grupo
filosófico, acredita que os dogmas e doutrinas de igrejas, centros religiosos ou outras
unidades de cunho religioso não são capazes de falar sobre Deus.
Segundo Louis de Bonald, pensador francês que se opôs à revolução de 1789, deísta é
quem não teve tempo de chegar a ser ateu; mais de um século depois, seu compatriota
Paul Hazard afirmaria que é quem não quis chegar a ser ateu. As duas opiniões ilustram
a controvérsia em torno do deísmo.
Deísmo é a denominação genérica dada às doutrinas filosóficas e religiosas, surgidas
sobretudo no fim do século XVII, que afirmavam a existência de Deus como exigência
da razão, independentemente de qualquer revelação, histórica e positiva, e a partir da
identificação da razão com a natureza.
O conceito coincide com o teísmo no fato de admitir a existência de um Ser Supremo,
criador do mundo e diferente dele; mas difere do teísmo ao considerar que a
responsabilidade desse deus em relação ao mundo é unicamente a de lhe haver dado
leis: uma vez realizado o ato de criação, não se ocupa do mundo - abandonado a suas
próprias leis físicas - nem pede nenhum culto por parte dos homens. Tais formulações,
contudo, não são comuns a todos os pensadores que foram chamados deístas. Nem se
pode dizer que estes elaboraram um corpo doutrinário específico.
1.1.4 O Materialismo:
O materialismo é o pensamento filosófico que acredita que tudo vem da matéria e
tudo é matéria, e ela se resume a existência de tudo. Sendo usada também para a
explciação de fenômenos sociais, histórico e mental. O materialismo pode se referir
também a uma pessoa apegada a bens materiais, onde pode se depositar crença e valores
étnicos a objetos.
Estudiosos acreditam que o materialismo funciona como um tipo de fisicalismo onde
tudo o que se consegue provar é a matéria e nada além disso, configurando assim uma
forma de negação de Deus.
No campo sociológico, Karl Marx, idealizou o pensamento do materialismo dialético,
que consiste no pensamento e interpretação do capitalismo social, infringindo
diretamente em como o ser humano se portaria de forma coesa mediante a
oportunidades e facilidades comerciais e econômicas. Resumidamente, o materialismo
tem vários viés e caminhos, entretanto todos se encontram em um só lugar, que é o de
que a matéria é a única coisa que pode ser comprovada e analisada, e consequentemente
dão pouca importância a dimensão espiritual.
1.1.5. O Panteísmo:
O panteísmo vai acreditar que tudo e todas as coisas compõem um Deus abrangente,
ou que Deus e o universos são coisas semelhantes ou a mesma coisa. O termo, e
pensamento filosófico, panteísta, vem também do grego, pantheos, pan = tudo e Todos=
Deus, tudo e deus.
Durante sua história, o panteísmo sofreu algumas alterações e recebeu a
complementação de novas idéias, como por exemplo; o panteísmo clássico, acreditava
que Deus era a única coisa real, as demias coisas eram manifestações ou idealizações de
Deus, outra ramificação do panteísmo era o estoicismo, que hoje e muitos valoridado na
nossa sociedade o pensamento autruista e revelador, a vim de afastar energia negativas,
o estoicismo crê que Deus e a força que emana inteligência em todos cosmo, ele e a
força Vital que sustenta todos o universo, e futuramente, com o neoplatonismo, vai ser a
causar do princípio do mundo. Depois disso, surgiu ainda o panteismo material ou
cientifico, que o universo e a própria realidade de Deus, uma frase bastante famosas
desde pensamentos foi feita por Baruch Spinoza, que diz; “Só o mundo é real, sendo a
dona de tudo quantos existe.”
Mas se o panteísta acredita em Deus, por quê ele está na relação de negação a Deus?
Bom, como o teísta, o panteísta não cre somente em um Deus, embora ele acredite na
intervenção Divina, o Deus para ele e transcendente, impessoal e não físico. ou
seja,além de negar a existência de um Deus que de vez carne, crêem ainda na
configuração de um mundo onde tudo é um deus.
1.2. Provas Bíblicas Quanto à Existência de Deus
De fato a Bíblia não se compromete ou não tem um intuito filosófico e teológico de
demosntrar a existência de Deus, ou até mesmo fazer alguma tipo de lavagem cerebral.
A existência de Deus e algo tão real quanto o apalpar de um livro ou um cheiro de café
sendo preparado.
1.2.1.” No princípio... Deus
Toda discussão Bíblica ou teológica, deve-se primeiro entender se o ouvinte ou
debatedor acreditar no assunto, pois diferente de um doutor da lei, que interpreta uma
legislação e a explica para uma assembléia, que quer ouvi-lo e também acreditar no
assunto deposto, e coveniente o debate sobre prontos x e y de uma interpretação da lei.
agora, trazendo para o mundo religioso e bíblico, eu não posso querer falar com um
cético da palavras de Deus e do Seu poder que enquanto o povo de Israel estava no
egito, Deus proveu coluna de fogo de noite e nuvens sobre o dia para protegê-los, pois o
assunto não vai ser doce ao ouvido, vai ter ruidos da fonte. Nem a própria Bíblia utiliza
de artificios para comprovar a existência de Deus, Deus é, e pronto. A utilização de
complementos externos, para comprovar a existência bíblica pode até por vezes nós
desmoralizar como cristãos. posso trazer alguns fatos, já comprovados cientificamente
sobre a constatação de que Deus existe, como por exemplo: o cientista Dr. Kevin Lee
Griffin, biólogo terrestre publicou um artigo intitulado “A composição elementar da
vida”, classificando 26 elementos químicos do barro que também estavam presentes em
quantidade variável na composição química do corpo humano. Hanczyc et al. (2003)
relatam conforme descrito nas Escrituras Sagradas, a vida na Terra possivelmente
tenha surgido do barro, onde constataram ter conseguido reunir elementos do barro
que são fundamentais no processo inicial de formação da vida. Podemos ver Genesis
2:7 para a confirmação bíblica; Gênesis 2:7 NTLH [7] Então, do pó da terra, o Senhor
formou o ser humano. O Senhor soprou no nariz dele uma respiração de vida, e assim
ele se tornou um ser vivo. Outro fato que podemos identificar em que há comprovação
cinetifica e bíblica é o dia perdido, ou o dia longo de Josué: Três pesquisadores da
Universidade Ben-Gurion do Neguev, em Berbesá, Israel, publicaram um artigo
afirmando que naquele momento houve um eclipse solar. Eles ainda conseguiram
encontrar a data em que a batalha aconteceu: 30 de outubro de 1207 a.C. “No dia em
que o Senhor entregou os amorreus aos israelitas, Josué exclamou ao Senhor, na
presença de Israel: ‘Sol, pare sobre Gibeom! E você, ó Lua, sobre o vale de Aijalom!’ O
Sol parou, e a Lua se deteve, até a nação vingar-se dos seus inimigos, como está escrito
no Livro de Jasar. O Sol parou no meio do céu e por quase um dia inteiro não se pôs”,
diz o trecho de Josué 10:12-13.
Os pesquisadores observaram que outras histórias antigas relatam a paralisação do
Sol, mas apenas o relato bíblico menciona sobre a Lua. Isso os levou à conclusão de que
o acontecimento se refere a um eclipse, no qual a Lua passa entre o Sol e a Terra,
bloqueando a luz solar. A equipe liderada pelo Dr. Hezi Yitzhak descobriu que houve
apenas um eclipse solar na região, que ocorreu entre os anos 1.500 e 1.000 a.C., quando
os israelitas entraram na terra. O eclipse foi datado precisamente às 16h28 do dia 30 de
outubro de 1.207 a.C. Os estudiosos também descreveram o local exacto da batalha,
traçando a mesma caminhada de 30 quilômetros que Josué e seus homens fizeram para
chegar até Gibeão, ao norte de Jerusalém.
1.2.2. Fé na Revelação Bíblica
É bem verdade que sem fé é impossível agradar a Deus, e sem fé também é
impossível ter uma revelação Bíblica inspirada pelo Espírito Santo. Como uma forma de
ilucidar esse tópico, me veio em mente trazer a luz do conhecimentos profecias do livro
de Isaias, como forma de comprovar que aqueles que creram que o Messias viria, seriam
salvos mesmos não tendo visto a Ele, pois confiaram na revelação bíblica. Os escritores
do Novo Testamento enxergam o Antigo Testamento como uma antecipação dos
eventos da vida de Cristo. Essa relação é explicitamente mencionada em algumas
passagens e implícita em outras. Tradicionalmente, entende-se que "no Antigo
Testamento oculta-se o Novo; no Novo, revela-se o Antigo". Assim, os eventos do
Antigo Testamento são "tipos" ou esboços que prefiguram acontecimentos do Novo
Testamento, que, por sua vez, são os "antítipos" ou realizações dessas prefigurações.
Como exemplo nítido e coeso temos Isaias 7:14 e Mateus 1:23. Um falar sobre uma
Virgem que concederia um menino, fujo nome seria Emanuel… Já em Mateus, falar
especificamente da mãe de Jesus, Maria a qual o concedeu.
Retomando com o que eu disse acima, sobre que os que não vieram e creram serão
também salvos, me refiro a Isaias 12:2 e um paralelos com João 20:29 em que Tomé
precisou ver para crer, mas Jesus o rebate dizendo que vem aventurados os que não
vieram, ama creram. ou seja, a nossa geração e a geração A.C.
Para finalizar esse texto, a fé e a revelação bíblica estão paralelamente conectados,
pois um depende do outro, para eu ler a Bíblia e desejar que seja revelador alguma coisa
por parte de Deus, eu devo primeiramente ler com fé e com tenor essa Palavras Santa,
que foi inspirada peço Espírito de Deus.
1.3. DEUS ESTAVA EM CRISTO
Seguindo a profecia de Isaías Cap 9, que diz assim: “[6] Pois já nasceu uma criança,
Deus nos mandou um menino que será o nosso rei. Ele será chamado de “Conselheiro
Maravilhoso”, “Deus Poderoso”, “Pai Eterno”, “Príncipe da Paz”. [7] Ele será
descendente do rei Davi; o seu poder como rei crescerá, e haverá paz em todo o seu
reino. As bases do seu governo serão a justiça e o direito, desde o começo e para
sempre. No seu grande amor, o Senhor Todo-Poderoso fará com que tudo isso
aconteça.” tendo como base principal essa profecia do Velho Testamento, eu consigo
enxergar e analisar melhor a personificação de Deus aqui não terra.
Que Deus estava em Cristo, todos já sabem, agora, o que isso gera e que caminhos
isso permite analisarmos. Bom, Jesus tomou sobre si nosso pecados, e anulou sua
condição de Senhor, para assumir uma posição de servo, Ele tinha a natureza de Deus,
mas não tentou por usurpaão ser igual as Deus, isso podemos confirmar através de
Filipenses 2: 2-8. o que Jesus resultou assumindo a forma humana de Deus, de fato esse
cenário criou a possibilidade de sermos salvos através do Filho, e com Ele, chegar ao
Pai, o véu foi rasgado e agora nada separa o homem de alcançar a Deus, Jesus pela sua
expiação levou sobre si nossos pecados, e como uma esponja da humanidade enxugou
nossa sujeira e maldade, e agora, por meio de um relacionamento, conquistaremos a
vida eterna, e isso acontece, e acontecerá porque Deus estava em Cristo, e Ele venceu a
morte.
1.4. ARGUMENTOS RACIONAIS DA EXISTÊNCIA DE DEUS
Os argumentos racionais que permeiam a existência de Deus está diretamente ligado a
forma que o homem enxerga o mundo, e ao longo dos anos isso pode se modificar de a
cordo com a época, localidade, grau social, estimulo mental e acesso ao aprendizado.
Portanto pensadores religiosos como Santo Tomás de Aquino, dizia que tudo que move
é movido por outro, logo existe um ser maior que coordena esse movimento dos seres,
compactuando com a ideia de um Deus reagindo esse sistema de movimento, ou
filosofos como Kant, que dizia que era impossível comprovar a existência de Deus com
pensamentos racionais, pois o ser humano é limitado no âmbito fenômeno e espaço.
1.4.1. O Argumento Ontológico
Dentro de diversos pensamentos, existe suas ramificações de argumentos que dão a
sustentação central a uma ideia ou a uma forma de interpretação. Veremos agora o
argumento antológico; o criador Desa ideia, foi o Santo Anselmo, o qual idealizou o
pensamento de que era possível provar a existência Divina sem experiencias externas e
sim com constatações racionais, muitos filósofos da época foram contra seu
pensamento, como o Kant.
Nessa obra de Anselmo, ele quis trazer a racionalidade para a comprovação de Deus,
tentou explicar a fé, a razão da fé, por meio de padrões subjetivos que pessoas que não
acreditavam poderiam entender, além de ter apresentado Deus e suas caracteristicas,
nessa sua obra. Esse argumento para ter tido uma base fixa e comente, Anselmo dividiu
em 3 partes.
A primeira parte iniciasse como exemplo os bens materiais, alguns bens materiais são
bons para nós, individualmente, as vezes um tênis ou celular, de alguma forma tem algo
neles que resultam em uma sensação boa para nós, e o que nos permite sentir essa
sensação boa é um ser maior, que originalmente também é bom, do qual todas coisas
boas derivam dele.
A segunda parte ele vai dizer que nada não é por simples criação, e sim que teve o
incentivo de outra coisa para o criá-lo e para justificar a criação dessas coisas, temos um
Deus.
Na terceira parte ele vai dizer sobre a natureza das coisas, e que de fato não possuem
nada de comum entre si, e por isso deve ter algo hierárquico ou de poderio que o difere
entre si. Essas três ideias e pensamentos caracterizam e formalizam o argumento
ontológico.
1.4.2. O argumento cosmológico
Um termo que classificaria melhor esse argumento seria o de toda causa tem um
efeito, e isso acontece pelo simples fato deles acreditarem que para algo ter sido criado,
significa que a coisa criada é o efeito de alguma causa, e essa causa seria um ser
superior que a criou. Este argumento vai além do anterior, ele demosntrar que além de
ser um ser superior que criou todas as coisas ele vai dizer também que esse ser superior
é infinito, hoje em dia é comum dizer que o universó é infinito, mas se acreditarmos
nisso, caímos em contradição, pois se Deus também é infinito, não é possível duas
coisas serem infinitas. O universo, de fato, é enorme, e indica a dimensão e pequenez
humana, porém a falha desse argumento é que se para todas as coisas existirem, todas as
coisas reflete-se em efeitos, então Deus também seria uma causa, porém a resposta
disso, é que Deus é a causa de si mesmo, ou seja uma causa não causada, esse
argumento, tem seu valor no que diz respeito a
1.4.3. O Argumento Teleológico
O argumento teológico é uma extensão do argumento cosmológico, pois o mesmo
entende que a ordem do universo provém de um criador que ordenou conforme deveria
ser, e que hoje, corre tudo em harmonia pois o criador sabia aonde colocar cada planeta
e posicionar corretamente cada estrela no universo, e isso só poderia ser feito pelo
próprio projetista, por isso, entendem que a existência de um Deus não é locura, mas
sim explicatória.
É possível ainda denominar dualmente o argumento teológico, se ratificando da
seguinte forma: argumento teológico dedutivo e indutivo, o dedutivo provém de São
Tomás de Aquino e o indutivo, recente, pelo filósofo religioso Robin Collins. Bom, o
argumento teológico dedutivo, entende-se a causa ordenadora do universo, para uma
coisa existe ela advém de um criador, advém de uma causa, e para isso, a harmonia das
coisas necessitaria de uma inteligência maior, ou única, que pudesse ordenar os efeitos
gerados pela causa. Já o pensamento indutivo, vai dizer que contará com 2 observações
ou duas hipóteses de diferentes óticas e a que tiver mais razão exemplificar ia o
princípio das coisas.
1.4.4. O Argumento Moral
Por muitos períodos e isso equivale também aos dias atuais, a Bíblia, ou o conceito de
certo e errado foi parâmetro para legalidades e moralidade na construção da nossa
sociedade, e isso não é de hoje. Sabe-se ainda que atualmente em tribunais, a Bíblia é
utilizada para realizar o juramento de falar a verdade, e com isso conseguimos entender
um pouco o argumento moral na sua essência. De fato o mundo foi criando sua
moralidade e sua legalidade emm forma de teste e aplicações cotidianas, portanto,
muitos estudiosos, utilizam o argumento moral e senso de justiça divino para provar a
existência de Deus, pelo fato de que necessita-se existir um legislador único que dite a
regra e leis para o funcionamento cordial da sociedade como um todo. E esse legislador
teria que ser um ser superior a todos os humanos, um ser sem falhas, erros ou pecados,
um que seria exclusivamente único de julgar alguma pessoa.
1.4.5. O Argumento Histórico
O argumento histórico fortalece a ideia central da existência Divina, oferecendo fatos
e dados históricos que alimentam e enriquecem um argumento base sobre a existência
humano. Ao longo das décadas, muito se foi utilizado dados históricos para descobrir
coisas que hoje estudamos em escolas ou em outros centros educacionais, embasado por
um firmamento lógico e com testemunhas locais, oculares… é possível embasar e
respaldar toda uma afirmação, além de gerar credibilidade.
1.5. O TESTEMUNHO DO ESPÍRITO SANTO NO CRENTE
Gálatas 5:22-23
“[22] Mas o Espírito de Deus produz o amor, a alegria, a paz, a paciência, a delicadeza,
a bondade, a fidelidade, [23] a humildade e o domínio próprio. E contra essas coisas não
existe lei.”
O testemunho do Espírito Santo no crente é o resplendor das características de Deus, e
conseguimos esboçar isso, em nosso dia a dia, através de ações, atitudes, praticando
assim a justiça práticas, já que somos justificados em Deus, através do sacrifício de
Jesus na cruz, a sua expiação.
1.5.1. Como Provar a Realidade de Deus?
Bom, esse é um tema bastante curioso e ao mesmo tempo perigoso, pois ele define a
contemplação do entendimento da Palavra de Deus, não conseguimos explicar quem é
Deus, ou o que é Deus, através da nossa mente humana, somos limitados, somos
pequenos, temos dificuldade de explicar com palavras comuns, o que Deus é, eu
consigo falar o que Ele significa para mim, eu consigo expressar sua presença em mim
com minhas atitudes, eu consigo senti-lo através de uma oração ou adoração, mas eu
não consigo explicar com palavras humanas, e pensamentos filosóficos ou dados
computados, sobre a existência de um Deus que não tem limites, que não se cabe em
uma frase, de um Deus que sua presença é avassaladora e mortal. O único capaz de
convencer do pecado, justiça e juízo é o Espírito Santo, o consolador, que Jesus quando
acendeu aos céus, deixou-o conosco.
1.5.2. O Espírito Santo Revela Deus
Lucas 2:25, 27-28
“[25] Em Jerusalém morava um homem chamado Simeão. Ele era bom e piedoso e
esperava a salvação do povo de Israel. O Espírito Santo estava com ele,
[27] Guiado pelo Espírito, Simeão foi ao Templo.”
Ao longo das Escrituras Sagradas, conseguimos analisar de forma coerente, a
revelação do Espírito Santo, sobre caracteristicas de Deus, fala que Deus é amor, mas
também é fogo consumidor (Dt 4:24) o Espírito Santo revela que o amor que Ele sente
por nós, nada nesse mundo e nem no mundo espiritual é capaz de separar (Rm 8:
38-39), Revela também que Deus amou o mundo tanto, mas tanto, que deu o seu único
filho para ser o sacrifício pelos nossos pecados (Jo 3:16) Portanto, o Espírito Santo
revela caracteristicas, emoções e momentos que podemos conhecer mais o nosso criador
e ao mesmo tempo, nos assemelharmos mais com Ele.
Referências:
● [Link]
t%C3%AAncia%20de%20Deus%20na%20atualidade.
● [Link]
● [Link]
● [Link]
● [Link]
● [Link]
[Link]
● [Link]
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