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O documento aborda a coleta e manuseio de amostras para exames laboratoriais, incluindo procedimentos, pedidos e laudos. Também discute testes rápidos, suas vantagens e desvantagens, e apresenta casos clínicos relacionados a diferentes tipos de testes. Além disso, aborda a monitorização de fármacos e princípios farmacológicos relevantes para a prática clínica.

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Exames Laboratoriais

Parte I
Roteiro

1. Amostras, pedidos 2. Testes rápidos 3. Monitorização de


e laudo Vantagens e desvantagens fármacos
Coleta, manuseio e cuidados Tipos Princípios AULA 1
Pedido de exames e laudo Casos clínicos Caso clínico

4. Microbiologia 5. Exames 6. Outros exames


Microscopia laboratoriais mais
Cultura comuns AULA 2
Casos clínicos Grupos de exames por órgãos e
sistemas

2
Amostras, pedidos e
laudo 1
Coleta de amostras

▸ Precauções padrão
▸ Manuseio e descarte de agulhas e luvas

4
Coleta de amostras

▸ Manipulação de amostras Nome


Data de nascimento
▸ Pelo menos 2 informações Tipo de material
Data e hora da coleta
▸ Rótulo (etiqueta)
▸ Tubos

5
Tubos de coleta

6
Procedimento de coleta

▸ Dispositivos para punção


▹ cateter sobre agulha (jelco ou abocath)

▹ dispositivo agulhado

▹ cateter sobre agulha retrátil com


dispositivo de segurança (saf-íntima)

▸ Bandeja, Álcool 70%, Algodão ou


Gaze, Adesivo ou esparadrapo
hipoalergênico, Luvas de
procedimento, Etiqueta identificação

7 ▸ Local de descarte perfurocortantes,


Manuseio, cuidados e análise

▸ Transporte e
acondicionamento
▸ Análise o mais breve possível
▸ Atenção para as
especificações de cada teste

8
Pedido de exames

▸ Nome completo do paciente, identificador, data de


nascimento
▸ Nome detalhado do exame
▹ Incidência, material, especificações da coleta
/ realização (não abreviar)
▸ Justificativa clínica
▸ História resumida
▸ Local e data
9
▸ Assinatura com carimbo
Laudos
1. Identificação Nome completo do paciente, sexo, idade, data de
nascimento, registro ou código do exame, data e
hora do exame, nome do solicitante
2. Dados clínicos

3. Comentários
4. Conclusões

5. Observações, notas de rodapé

6. Assinatura do médico responsável,


número CRM (conselho regional de medicina)
10
Laudos
1. Identificação Nome completo do paciente, sexo, idade, data de
nascimento, registro ou código do exame, data e
hora do exame, nome do solicitante
2. Dados clínicos Principais diagnósticos, medicamentos de uso
regular, indicação do exame e sintomas
3. Comentários
4. Conclusões

5. Observações, notas de rodapé

6. Assinatura do médico responsável,


número CRM (conselho regional de medicina)
11
Laudos
1. Identificação Nome completo do paciente, sexo, idade, data de
nascimento, registro ou código do exame, data e
hora do exame, nome do solicitante
2. Dados clínicos Principais diagnósticos, medicamentos de uso
regular, indicação do exame e sintomas
3. Comentários Parte descritiva dos achados do exame
4. Conclusões

5. Observações, notas de rodapé

6. Assinatura do médico responsável,


número CRM (conselho regional de medicina)
12
Laudos
1. Identificação Nome completo do paciente, sexo, idade, data de
nascimento, registro ou código do exame, data e
hora do exame, nome do solicitante
2. Dados clínicos Principais diagnósticos, medicamentos de uso
regular, indicação do exame e sintomas
3. Comentários Parte descritiva dos achados do exame
4. Conclusões Impressão final com qualificação ou definição dos
achados descritos nos comentários
5. Observações, notas de rodapé

6. Assinatura do médico responsável,


número CRM (conselho regional de medicina)
13
Laudos
1. Identificação Nome completo do paciente, sexo, idade, data de
nascimento, registro ou código do exame, data e
hora do exame, nome do solicitante
2. Dados clínicos Principais diagnósticos, medicamentos de uso
regular, indicação do exame e sintomas
3. Comentários Parte descritiva dos achados do exame
4. Conclusões Impressão final com qualificação ou definição dos
achados descritos nos comentários
5. Observações, notas de rodapé Eventual correlação clínica, análise comparativa,
informação metodológica, sugestão de
complementação diagnóstica, ressalvas, avisos
legais, referência bibliográfica ou demais avisos
6. Assinatura do médico responsável,
número CRM (conselho regional de medicina)
14
Testes rápidos 2
Testes rápidos

✔ Pode ser realizado em clínicas, consultórios, sala de emergência, centro


cirúrgico ou terapia intensiva (UTI)

✔ Auto teste (domicílio do paciente)

✔ Sistema próprio (kit): reagente, material e instruções

16
Testes rápidos

VANTAGENS DESVANTAGENS
✔ Melhora do resultado e do ✔ Necessidade de treinamento, difícil
fluxo de trabalho garantir qualidade
✔ Acelera a tomada de decisão ✔ Métodos diferentes (interferência e
clínica limitações
✔ Dispositivos portáteis ou ✔ Resultados podem não ser
manuais (portabilidade) comparáveis
✔ Pequeno volume de amostra ✔ Dificuldade de divulgação do
resultado
✔ Elimina necessidade de
17
transporte ✔ Custo maior
Testes rápidos

Bioquímica
Eletrólitos
Ureia
Creatinina
Hemoglobina
Hematocrito
Coagulação

Painel de drogas

Fitas reagentes para


18
análise de urina
Testes rápidos

Bioquímica
Eletrólitos
Ureia Tempo de
Creatinina protrombina (TP /
Hemoglobina INR)
Hematócrito
Coagulação

Gasometria
Painel de drogas
Lactato

Fitas reagentes para Teste rápido sangue


19
análise de urina fezes
Testes rápidos

Bioquímica
Eletrólitos
Ureia Tempo de
Glicemia capilar
Creatinina protrombina (TP /
(DEXTRO)
Hemoglobina INR)
Hematócrito
Coagulação

Gasometria
Painel de drogas Teste rápido para HIV
Lactato

Fitas reagentes para Teste rápido sangue


Beta-hCG
20
análise de urina fezes
Testes rápidos

Bioquímica
Eletrólitos
Ureia Tempo de BNP
Glicemia capilar
Creatinina protrombina (TP / Painel cardíaco
(DEXTRO)
Hemoglobina INR) D-dímeros
Hematócrito
Coagulação

Teste rápido para


Gasometria
Painel de drogas Teste rápido para HIV estreptococos grupo
Lactato
A

Fitas reagentes para Teste rápido sangue Beta-hCG Saturação oxigênio


21
análise de urina fezes (SatO2)
Caso
clínico 1
Teste rápido Sars-Cov-2

22
Meredith
45 anos
Médica do Seattle Grace Hospital

Na triagem do hospital, ela relata


sintomas gripais

23
Meredith
45 anos
O que perguntar?

24
Meredith
45 anos
HISTÓRIA DA DOENÇA ATUAL
Paciente com tosse improdutiva, coriza
e dor de garganta.
Nega febre, nega mialgia,
alimentando-se bem.
Início sintomas 09/02/2025

25
Testes COVID 19

ANTICORPOS RT PCR (polymerase ANTÍGENO


(sorologia) chain reaction) ▸ Mostra infecção
▸ Mostra infecção ▸ Mostra infecção atual
passada atual ▸ Resultado
▸ Não comprova ▸ Resultado em imediato
estado imune alguns dias ▸ Baixa acurácia
▸ Não afasta ▸ Alta acurácica
infecção atual

26 [Link]
Quando fazer os testes?

▸ Presença de sintomas
▸ Após 5 dias de contato com fonte (paciente)
positivo
▸ Pacientes em contexto de alto risco

27 [Link]
Teste rápido COVID 19

28
Caso
clínico 2
Teste rápido gravidez

29
Offred
30 anos
Queixa-se de náuseas e vômitos
matinais há 3 dias.

Notou alteração inespecífica das


mamas há 1 semana, além de atraso
menstrual

Não utiliza contracepção


30
Teste rápido de gravidez

31
Teste rápido de gravidez

Tempo Auto teste Altera-se com...


5min Realização em casa Níveis elevados hCG
(depende do teste) ou outro local pelo Outros hormônios (+
próprio paciente raro…)
Medicamentos
Como coletar? (biotina)
Observar as
instruções contidas
dentro do teste…

32
Caso
clínico 3
Glicemia capilar (DEXTRO)

33
Wandinha
16 anos
Chega ao pronto socorro sonolenta,
com disartria.

Nega outros sintomas.

Histórico de diabetes tipo I em uso de


Insulina NPH e Regular

34
Teste de glicemia capilar

MATERIAIS
▸ Bandeja retangular

▸ Fita teste para glicemia

▸ Glicosímetro

▸ Lanceta ou agulha

▸ Algodão

▸ Álcool 70%

35 ▸ Luvas de procedimento
Teste de glicemia capilar

MODO DE REALIZAÇÃO MODO DE REALIZAÇÃO


▸ Separar o material necessário

▸ Verificar o modelo e data de validade da fita


reagente

▸ Informar ao paciente sobre o procedimento

▸ Escolher o local de punção (polpa dos dedos ou


lóbulo da orelha), perguntando ao paciente o
último local de realização

36
Teste de glicemia capilar

MODO DE REALIZAÇÃO
▸ Separar o material necessário

▸ Verificar o modelo e data de validade da fita


reagente

▸ Informar ao paciente sobre o procedimento

▸ Escolher o local de punção (polpa dos dedos ou


lóbulo da orelha), perguntando ao paciente o
último local de realização

▸ Higienizar as mãos

37
▸ Colocar as luvas
Teste de glicemia capilar

MODO DE REALIZAÇÃO
▸ Separar o material necessário

▸ Verificar o modelo e data de validade da fita reagente

▸ Informar ao paciente sobre o procedimento

▸ Escolher o local de punção (polpa dos dedos ou lóbulo da


orelha), perguntando ao paciente o último local de realização

▸ Higienizar as mãos

38
Teste de glicemia capilar

MODO DE REALIZAÇÃO
▸ Colocar as luvas

▸ Ligar o aparelho e posicionar a fita

▸ Fazer antissepsia do local

▸ Puncionar o local com agulha ou lanceta

▸ Aguardar a quantidade de sangue (1 gota) ser drenada

▸ Colocar o sangue no local correto da fita reagente

39
Teste de glicemia capilar
MODO DE REALIZAÇÃO
▸ Secar e comprimir o local da punção, verificando se cessou o
sangramento

▸ Aguardar o tempo de leitura

▸ Comunicar o resultado ao paciente e aos demais membros da


equipe

▸ Desprezar a fita reagente e a lanceta em caixa específica para


material perfurocortante

▸ Retirar as luvas e higienizar as mãos

▸ Limpar e guardar o glicosímetro; Anotar o resultado em


40 prontuário
Teste de glicemia capilar

VALORES NORMAIS 70 – 100mg/dL


HIPOGLICEMIA DEXTRO < 70mg/dL com sintomas

Importante: NÃO dá o diagnóstico de


diabetes

Para diagnóstico → Critérios específicos


OUTROS EXAMES: Hemoglobina glicada,
Glicose sanguínea, repetir 2x

41
IMPORTANTE

GLICEMIA CAPILAR
- Coleta na ponta do dedo

- Teste rápido, imediato

- Permite controlar medicações (insulina) e avaliar


curso da doença...

x
GLICOSE JEJUM
- Coleta em veia periférica ou artéria
42
- Análise laboratorial com emissão de resultado
Monitorização de
fármacos 3
Monitorização de fármacos

OBJETIVOS ATENÇÃO ESPECIAL


▸ Avaliar a metabolização ▸ Medicações com índice
de medicações em terapêutico estrito (dose
diversos pacientes terapêutica muito próxima
▸ Avaliar efeito dos níveis tóxicos)
terapêutico ▸ Uso prolongado
▸ Avaliar toxicidade ▸ Função renal e hepática
reduzidas
44
Monitorização de fármacos

QUANDO NÃO É NECESSÁRIO AVALIAR...


▸ Medicamentos com ↑ doses antes de apresentar toxicidade
evidente
▸ Outras formas melhores de avaliar (coagulação, ...)
▸ Diagnóstico clínico de toxicidade (importante registrar o
valor para acompanhamento)

45
Princípios farmacológicos

BIODISPONIBILIDADE VOLUME DISTRIBUIÇÃO


▸ Formulação, ▸ Concentração atingida após
apresentação dose de ataque
▸ Metabolismo hepático
(primeira passagem) LIGAÇÃO PROTEICA
▸ Albumina sérica
▸ Particularidades de cada
medicação
46
Princípios farmacológicos

DEPURAÇÃO MEIA VIDA


▸ Renal ▸ Tempo necessário para o
▸ Hepática fármaco atingir nível de
▸ Enzimática estado de equilíbrio
...

47
Caso
clínico 4
Fenitoína

48
Arthur F.
34 anos
Paciente com histórico de epilepsia, em
uso de Fenitoína há 5 anos.

Vem para consulta com neurologista de


forma eletiva.

Há 6 meses voltou a ter crises


convulsivas, toma o remédio todos os
49
dias, no mesmo horário.
Arthur, 34 anos

Biodisponibilidade Fenitoína 3mg/L

Albumina 2g/dL (3.5 - 5)

50
Fenitoína

Nível sérico ↑ Ligação proteica Alteração com...


terapêutico Hipoalbuminemia
10 – 20 mg/L Doença renal
Outras medicações

Coleta ▸
Pelo menos 2 dias de
dose mantida estável
Colher 1h antes da
próxima tomada
51
Arthur F.
34 anos
Paciente está com níveis baixos de
Fenitoína,

mesmo após avaliação da Albumina...

52
Outros fármacos que
podemos dosar…
Aminoglicosídeos
Vancomicina
Digoxina
Ciclosporina, Tacrolimus
Methotrexate
Lítio, valproato, fenitoína, fenobarbital, ...

53
Obrigado!

54
Exames Laboratoriais
Parte II
Roteiro

1. Amostras, pedidos 2. Testes rápidos 3. Monitorização de


e laudo Vantagens e desvantagens fármacos
Coleta, manuseio e cuidados Tipos Princípios
Pedido de exames e laudo Casos clínicos Caso clínico

4. Microbiologia 5. Exames 6. Outros exames


Microscopia laboratoriais mais
Cultura comuns
Casos clínicos Grupos de exames por órgãos e
sistemas

2
Microbiologia 4
Introdução

▸ Vírus ▸ bbbb
▸ Bactérias
▸ Fungos
▸ Parasitos
▸ Imunologia

4
Introdução

▸ Vírus ▸ bbbb
▸ Bactérias
▸ Fungos
▸ Parasitos
▸ Imunologia

5
Diagnóstico microbiológico

▸ Visualização QUANDO EU PEÇO ESSES


▸ Cultivo EXAMES?
▸ Técnicas moleculares, ▸ É uma infecção?
proteômicas e imunológicas ▸ Qual o sítio da infecção?
▸ Qual microrganismo envolvido?
▸ A doença deve ser tratada?

6
Quando suspeitar de infecções?

▸ Febre ▸ Calafrios
▸ Contagem elevada de ▸ Linfadenopatia
neutrófilos
▸ Hepatoesplenomegalia
▸ Sintomas respiratórios,
digestivos
▸ Perda de peso

▸ Lesões de pele ▸ Dor, calor, hiperemia,


tumoração

7
Quando suspeitar de infecções?

▸ Febre ▸ Calafrios
NENHUM
▸ Contagem elevada de DESSES SINAIS OU
▸ Linfadenopatia
neutrófilos SINTOMAS SÃO
▸ Hepatoesplenomegalia
CONFIRMATÓRIOS...
▸ Sintomas respiratórios,
digestivos
▸ Perda de peso
▸ Lesões de pele ▸ Dor, calor, hiperemia,
tumoração

8
Técnicas de visualização
MICROSCOPIA MÉTODOS DE EXAME
▸ Luz ▸ Exame direto: a fresco (água ou
▸ Campo escuro salina), base (hidróx. potássio ou
KOH), tinta da China (nanquim), lugol
▸ Contraste de fase Colorações usuais: Gram,
▸ Fluorescência hematoxilina, metenamina prata, azul
de toluidina, tricrômio,
▸ Eletrônica Wright-Giemsa
▸ Colorações álcool resistentes:
Ziehl-Neelsen, .....
9 ▸ Colorações fluorescentes
Cultura

DE CÉLULAS (vários tipos) IN VITRO


x ▸ Meios seletivos: Ágar MacConkey,
IN VITRO Ágar sal-manitol, Ágar xilose-lisina
▸ Meios não seletivos desoxicolato (XLD),
Lowenstein-Jensen, Ágar
▸ Ágar-sangue Middlebrook, inibidor de bolores
▸ Ágar-chocolate
▸ Meios especializados
▸ Ágar Mueller-Hinton
▸ Tioglicolato
10
▸ Ágar Sabouraud dextrose
Diagnóstico molecular

▸ Análise de ácidos nucleicos:


▸ Sondas de detecção de ác. sequenciamento, fragmentos
nucleico não amplificadas de restrição
▸ Reação em cadeia da ▸ Análise de proteínas: western
polimerase blot (imunoblot), ionização a
▸ Amplificação por transcrição laser
(RNA → DNA)
▸ Amplificação por deslocamento
de cadeia
11
Diagnóstico sorológico

▸ Radioimunoensaio
▸ Imunodifusão
▸ Fixação de complemento
▸ Imunofluorescência
▸ Inibição da hemaglutinação
▸ Ensaio imunoenzimático
▸ Aglutinação em látex
▸ Citometria de fluxo
▸ Neutralização
▸ ELISA (ensaio de
imunoabsorbância ligada à
enzima)
▸ Western blot
12
Diagnóstico sorológico

▸ Imunodifusão
▸ Imunofluorescência
▸ Ensaio imunoenzimático Detecção de antígenos ou
anticorpos por ligação direta ou
▸ Citometria de fluxo indireta...
▸ ELISA (ensaio de
imunoabsorbância ligada à
enzima)
▸ Western blot
13
Caso
clínico 1
Meningite

14
Eleven
14 anos
Chega ao pronto socorro com fortes
dores de cabeça, febre 39oC e dor no
corpo.

Ao exame físico com rigidez meníngea e


Sinal Brudzinski positivo

Realizada coleta do líquor (líquido


15
cefalorraquidiano)...
Causas de meningite

▸ Cocos gram positivos


▸ Agrupados em cachos

Staphylococcus aureus

16
Causas de meningite

▸ Cocos gram positivos


▸ Aos pares (diplococos) ou em
cadeia (estrepto)

Streptococcus pneumoniae
(pneumococo)

17
Causas de meningite

▸ Cocos gram negativos


▸ Aos pares (diplococos)

Neisseria meningitidis
(meningococo)

18
Causas de meningite

▸ Bacilos gram positivos


▸ Isolados, pares ou cadeias
curtas

Listeria monocytogenes

19
Causas de meningite

▸ Cocos ou bacilos
▸ Gram negativos

Haemophilus influenzae

20
Causas de meningite

▸ Organismos esféricos / ovais


▸ Leveduriformes (reprodução
por brotamento)
▸ Coloração tinta nanquim (China)

Cryptococcus neoformans

21
Causas de meningite

▸ Forma espiral (espiroqueta)


▸ Não é corada pelo gram, nem
cultivada
▸ Campo escuro

Treponema pallidum

22
Causas de meningite

▸ Forma espiral (espiroqueta)


▸ Não é corada pelo gram, nem
cultivada
▸ Campo escuro

Treponema pallidum

23
Causas de meningite

▸ Forma alongada com flagelo


▸ Coloração leishman

Tripanossoma cruzi
(forma tripomastigota)

24
Caso
clínico 2
Outros microorganismos

25
Outros microorganismos

▸ Células gigantes
multinucleadas
▸ Raspado das lesões de
pele (Tzanck)

Herpes (família herpesviridae)


26
Outros microorganismos
▸ Fungo dimórfico
▸ Roda de leme
▸ Micose sistêmica (pulmão, pele,
sistema nervoso, ...)

Paracoccidioides brasiliensis

27
Outros microorganismos

▸ Exame a fresco
▸ Hifas (fragmentação ou esporulação)

Fungos

28
Exames laboratoriais
comuns 5
Exames laboratoriais comuns

▸ Hemograma ▸ Eletrólitos
▸ Função renal ▸ Gasometria
▸ Função hepática ▸ Testes endócrino / metabólicos
▸ Lesão hepática / vias biliares ▸ Exames reumatológicos /
▸ Lesão cardíaca e muscular inflamatórios

▸ Perfil lipídico
▸ Teste de glicemia e outros
30
Avaliação
da medula

31
Hemograma

▸ Série vermelha (eritrócitos)


▸ Hemoglobina (Hb), Hematócrito (Ht), Hemácias
▸ Volume corpuscular (VCM), Hemoglobina e conc. Hemoglobina (HCM e CHCM)
▸ Indice anisocitose (RDW)
▸ Série branca
▸ Contagem de leucócitos total (N) e diferencial (%)
▸ Plaquetas
32
Hemograma

IMPORTANTE
▸ Conferir nome, data e hora
▸ Interpretar os resultados baseado no quadro
clínico e doenças prévias

AULA 12...

33
Avaliação dos rins

34
Avaliação dos rins

▸ Anatomia (MACRO e MICRO) Ultrassom


▹ Aspecto do órgão Tomografia
▹ Forma e estrutura dos
Ressonância
glomérulos

▸ Funções normais
▹ Excreção de substâncias
▹ Regulação pressão
▹ Controle de líquidos,
35
eletrólitos, ácidos e bases
Função renal
▸ Ureia (Ur)

▸ Influenciado por dieta, medicamentos, massa muscular e doença renal

▸ Produto final do metabolismo proteico


VALOR NORMAL 10 – 40mg/dL

▸ Creatinina (Cr)

▸ Influenciado por idade, sexo, massa muscular, medicamentos, dieta e doença renal
VALOR NORMAL 0.60 – 1.20mg/dL

▸ Cálculo da taxa de filtração glomerular


▸ Fórmula que estima o funcionamento renal (glomerular) através de equações
VALOR NORMAL 60 – 120mL/min/1.73m2
36
EQUAÇÕES: CKD-EPI, MDRD, Cockroft-Gault
Outras avaliações da função renal
Lembrar da HISTÓRIA, EXAME FÍSICO, DIURESE, ...
▸ Exame simples de urina (Urina tipo I)

▸ Dosagem de proteínas na urina (amostra isolada ou amostra 24h)

▸ Exame de imagem dos rins: forma, aspecto e tamanho (tomografia, ultrassom, ressonância)

▸ Exames de medicina nuclear

▸ Cintilografia

▸ Eliminação (clearance) de substâncias radioativas e posterior avaliação da velocidade de excreção

▸ Biomarcadores

▸ Substâncias presentes nos momentos de lesão renal, dosadas no sangue ou na urina.


37
Avaliação do fígado e vias biliares

38
Avaliação do fígado e vias biliares
▸ Anatomia (MACRO e MICRO)
▹ Aspecto do órgão Ultrassom
Tomografia
▹ Forma e estrutura dos
hepatócitos
Ressonância

▸ Funções normais
▹ Produção de fatores de
coagulação
▹ Produção de albumina
▹ Metabolização de
39 substâncias
Função hepática
▸ Albumina
▸ Indica estado nutricional, dieta, doença hepática, outras doenças crônicas
VALOR NORMAL 3.5 – 4.5g/dL

▸ Coagulograma
▸ Tempo de protrombina ou TP (via extrínseca, Fator VII)

▸ Tempo de tromboplastina parcial ativado ou TTPa (via intrínseca, Fatores VIII, IX, XI e XII)

▸ Tempo de sangramento

40
Função hepática
▸ Bilirrubinas
▸ Pigmento derivado da degradação de hemoglobina, conjugada no fígado e excretada na bile e
urina

▸ Doenças hepáticas, obstrução biliar, anormalidades enzimáticas


VALOR NORMAL 0.1 - 1.2mg/dL

41
Lesão hepática
▸ TGO ou AST (transaminase oxalacética / aspartato aminotransferase)
▸ Fígado, músculo esquelético, cérebro, hemácias, rins e coração
VALOR NORMAL 5 - 35UI/L

▸ TGP ou ALT (transaminase pirúvica / alanina aminotransferase)


▸ Presente principalmente no fígado e em pequenas quantidades nos rins, músculos e coração

▸ Mais específica para doenças / lesão hepática


VALOR NORMAL 5 - 35UI/L

42
Lesão vias biliares
▸ GGT (gama glutamil transpeptidase)
▸ Presente no fígado, rim e pâncreas

▸ Alterado nas doenças hepáticas, biliares e pancreáticas


VALOR NORMAL 10 – 80U/L

▸ FA (fosfatase alcalina)
▸ Presente no fígado, ossos, intestino, rins e placenta

▸ Útil nas doenças hepáticas e ósseas


VALOR NORMAL 40 – 130UI/L

▸ Bilirrubinas
43
Avaliação
cardíaca

44
Avaliação
cardíaca

▸ Anatomia (MACRO e MICRO) Ecocardiograma


▹ Aspecto do órgão Tomografia
Ressonância
▹ Forma e estrutura dos miócitos

▸ Funções normais
▹ Ejeção de sangue
▹ Relaxamento ventricular
▹ Controle hemodinâmico
...
45
Avaliação
muscular

46
Avaliação
muscular

▸ Anatomia (MACRO e MICRO)


Ultrassom
▹ Aspecto e forma dos Ressonância
grupamentos musculares
▹ Fibras musculares

▸ Funções normais
▹ Contração e relaxamento
...

47
Lesão cardíaca e muscular
▸ CK-MB
▸ Indica lesão cardíaca, muscular

▸ Pico rápido em poucas horas e descenso também rápido


VALOR NORMAL <5ng/mL

▸ Troponina
▸ Subunidade I bem mais específica para lesão cardíaca

▸ Indica infarto, lesão cardíaca, mais raramente doença renal, cirurgia ou trauma
VALOR NORMAL <0.05ng/mL

48
Lesão cardíaca e muscular
▸ Peptídeo natriurético tipo B (BNP)
▸ Estiramento / lesão paredes ventriculares

▸ Doença cardíaca, renal, vasos cardíacos, ...

▸ CPK (Creatinofosfoquinase)
▸ Presente no músculo esquelético, miocárdio, cérebro

▸ Indica dano tecidual (miosite, rabdomiólise, infarto, convulsões, dano muscular em geral...
VALOR NORMAL 20 – 200UI/L

▸ Aldolase
49 VALOR NORMAL 0.5 -3U/L
Infarto agudo do miocárdio
▸ CK-MB
▸ Marcador de reinfarto

▸ Pico e descenso rápidos

▸ Troponina
▸ Principal exame, ↑↑ Sens. e ↑↑ Especif.

▸ Grandes centros e protocolos mais modernos


estão indicando apenas TROPONINA tipo I
ultrassensível

[Link] ▸ Também indica quantidade de miocárdio


50
acometido
Infarto agudo do miocárdio

▸ Mioglobina
▸ Primeira a elevar-se

▸ Pico rápido e muitas vezes não visualizado

[Link]

51
Avaliação dos lipídios

52
Perfil lipídico
▸ Colesterol total
VALOR NORMAL < 200mg/dL Podem influenciar o metabolismo
lipídico...
▸ LDL (low density lipoprotein) DIETA
VALOR NORMAL < 130mg/dL MEDICAÇÕES
FUNÇÕES ENDÓCRINAS /
Em pacientes de alto risco < 70 - 100
METABÓLICAS
▸ HDL (high density lipoprotein)
VALOR NORMAL > 40mg/dL para ♂ e > 50mg/dL em♀

▸ Triglicérides
VALOR NORMAL < 150mg/dL

53
Avaliação de
carboiratos

54
Testes glicêmicos
▸ Glicose sanguínea (glicemia)
VALOR NORMAL < 100mg/dL / Alteração glicemia 100 – 125
ALTERADO ≥ 126mg/dL (um dos critérios para diabetes)

▸ Hemoglobina glicada
VALOR NORMAL < 6% / Alteração hemoglobina glicada 6 - 6.4%
ALTERADO ≥ 6.5% (um dos critérios para diabetes)

▸ Teste de tolerância oral à glicose (TTOG)


▸ Teste provocativo de resposta insulínica à glicose via oral
VALOR NORMAL < 200mg/dL 2h após sobrecarga glicose (50 ou 75g)

55 ▸ Peptídeo C, Insulina, Índice HOMA-IR


Avaliação
dos líquidos

56
Avaliação
de eletrólitos

57
Eletrólitos
▸ Sódio ▸ Potássio
▸ Principal íon extracelular ▸ Principal íon intracelular

▸ Fundamental para osmolaridade e ▸ Dieta, volume corporal e pH, lesão


volemia muscular, doença renal, medicações,
aldosterona, ...
▸ Alterado pelo volume celular, ingesta
VALOR NORMAL 3.5 – 5mEq/L
oral, exercício, aldosterona, fármacos,
doença cardíaca, renal, cerebral,
adrenal e hepática.
VALOR NORMAL 135 – 145mEq/L

58
Eletrólitos

▸ Cálcio total
▸ 50 - 55% livre (ionizável)

▸ 40% ligado a proteínas (varia com


albumina e pH)

▸ Paratormônio, vitamina D
VALOR NORMAL 8 – 10mg/dL

59
Eletrólitos
▸ Magnésio ▸ Fósforo
▸ Dieta, estômago e intestino, rins ▸ Dieta, paratireoides, vitamina D,
absorção intestinal, função renal e
▸ Hormônios: catecolaminas, glucagon, metabolismo ósseo
insulina, paratormônio, hormˆnio VALOR NORMAL 2.5 – 4.5mg/dL
antidiurético, ...

▸ Medicamentos
▸ Cloro

VALOR NORMAL 1.7 – 2.3mg/dL ▸ Volume extracelular, equilíbrio


ácido-base, iatrogenia e medicações
VALOR NORMAL 98 – 108mEq/L

60
Gasometria (arterial ou venosa)
▸ pH ▸ Saturação 02 (Sat)
▸ Medida do equilíbrio ácido básico corporal
▸ Percentual de hemoglobina oxigenada
normal
VALOR NORMAL > 90%
VALOR NORMAL 7.35 - 7.45

▸ p02
▸ Pressão parcial de oxigênio no sangue
▸ Bicarbonato (HCO3- )
VALOR NORMAL 80 - 100mmHg
VALOR NORMAL 22 – 26mEq/L
▸ pCO2
▸ Base excess (BE)
▸ Pressão parcial de gás carbônico no
VALOR NORMAL -5 até +5
sangue
61 VALOR NORMAL 35 - 45mmHg
Avaliação de
glândulas

Ultrassom
Tomografia
Ressonância

62
Exames endócrino / metabólicos
▸ Ácido úrico
▸ Metabolismo de nucleoproteínas

▸ Alterado em doença renal, dieta, doenças metabólicas, doenças hiperproliferativas,


medicamentos
VALOR NORMAL ♂ 2.5 – 7mg/dL e♀ 1.5 – 6mg/dL

▸ TIREOIDE
▸ TSH, T4 livre

▸ Antitireoiperoxidade e antitireoglobulina (anti-TPO e anti-TG)

63
Exames endócrino / metabólicos
▸ HIPÓFISE

▸ Prolactina (PRL), FSH e LH

▸ ADRENAIS

▸ Catecolaminas séricas

▸ Metanefrinas urina

▸ Cortisol, ACTH

▸ Aldosterona, renina (ativ. plasmática renina)

▸ 17-OH-PRG (17 hidróxi progesterona)

▸ OUTROS

64 ▸ Testosterona (total e livre), SHBG (sex hormone binding protein), SDHEA (sulfato dehidroepiandrosterona), ...
Avaliação
inflamatória

Radiografia
Ultrassom
Tomografia
Ressonância

65
Exames reumatológicos / inflamatórios
▸ Fator reumatoide (FR)
▸ Anticorpos contra imunoglobulinas próprias

▸ Indica doenças autoimunes e processos inflamatórios (especialmente artrite reumatoide)


VALOR NORMAL <1:16 ou <10UI/L

▸ Fator antinuclear (FAN)


▸ Anticorpos contra antígenos nucleares (DNA, RNA, centrômero, histonas, nucléolo)

▸ Alteração com idade, doenças autoimunes, medicações, inflamação crônica


VALOR NORMAL <1:20 ou negativo

66
Exames reumatológicos / inflamatórios
▸ Complemento (C3 e C4)
▸ Indica ativação do sistema complemento, imunossupressão ou deficiência genética / adquirida
C3 65 – 200mg/dL (indica via final)
C4 15 – 45mg/dL (indica via clássica)

▸ Anticorpos anti-DNA
▸ Anticorpos IgG ou IgM contra DNA dupla fita

▸ Doenças autoimunes, principalmente lúpus (Sens. 60 – 70% Espec. 95%)


VALOR NORMAL < 1:10 ou negativo

67
Exames reumatológicos / inflamatórios
▸ Proteína C reativa (PCR)
▸ Proteína reagente de fase aguda

▸ Doenças infecciosas / inflamatórias, trauma, infarto, câncer, doenças crônicas, ...


VALOR NORMAL <1mg/dL

▸ Velocidade de hemossedimentação (VHS)


▸ Anticorpos contra antígenos nucleares (DNA, RNA, centrômero, histonas, nucléolo)

▸ Alteração com idade, doenças autoimunes, medicações, inflamação crônica


VALOR NORMAL <1:20 ou negativo

68
Exames reumatológicos / inflamatórios
▸ Pro-calcitonina (PCT)
▸ Indica resposta ao estado inflamatório, principalmente bactérias

▸ Relação com chance de infecção, resposta antibiótica e gravidade da sepse

▸ Bacteremia (Sens. 76% Espec. 70%)


VALOR NORMAL < 0.1mg/mL

69
Outros exames 6
Outros exames

▸ Testes genéticos ▸ Acompanhamento de complicações


▸ Dosagem de enzimas (nível ▸ Função renal, hepática, lesão
sérico) e atividade enzimática muscular, ...
▸ Testes provocativos: supressão ▸ Outros exames...
hormonal, sobrecarga de
volume / desidratação, ...

71
Obrigado!

72
Exames de imagem I
Roteiro

1. Radiografia 2. Contraste 3. Radioscopia


Tórax Tipos de exames
Abdome
Crânio, seios da face
Coluna
Membros e quadril

2
Radiografia simples 1
Modo de realização

▸ Radiação ionizante
▸ Placa fotossensível
▸ Processamento da
imagem: produtos ou
leitor digital
▸ Filme (película) ou
imagem digital

4
Tórax 1.1
Radiografia tórax
Densidades
Ar Gordura Líquido / Partes
Preto Cinza moles
Aborve poucos raios X Um pouco mais escuro que Cinza claro
os tecidos moles Líquidos e partes moles
possuem a mesma
densidade
Cálcio Metal
Branco Branco
Material mais denso do Absorve todos os raios X
corpo, absorve a maior Aparência branca opaca
parte da radiação

6
Radiografia tórax
Densidades

7
Tórax

Quais densidades estão


presentes nessa imagem?

Pelo amor de deus, e


agora?

8
Radiografia tórax
Incidência PA (póstero-anterior)

White
Is the color of milk and
fresh snow, the color
produced by the
combination of all the
colors of the visible
spectrum.

9
Radiografia tórax
Incidência AP (antero-posterior)

White
Is the color of milk and
fresh snow, the color
produced by the
combination of all the
colors of the visible
spectrum.

10
Radiografia tórax
Incidências
▸ PA ▸ AP ▸ Perfil
Maior nitidez, tamanho Pacientes em decúbito
menor das estruturas dorsal ou sentados
Colaboração do paciente: Magnificação do coração
ortostase e inspiração e elevação do diafragma
profunda

▸ Lateral (Laurell)
Boa pra visualizar
derrames pleurais (> 5mL
x 200mL na incidência
PA)

11
Radiografia de tórax
Como avaliar a técnica?
Nome correto e Tamanho,
posição Inspiração ampliação
1 3 5

2 4 6

Penetração dos Rotação Angulação


raios

12
Como avaliar a técnica de uma radiografia?

Tórax
Nome e O exame é do paciente? Nome confere?
posição A imagem está na posição correta?

É possível ver a coluna vertebral atrás do


Penetração
coração?

Inspiração Dá pra ver de 8 – 9 costelas posteriores?

Rotação As clavículas estão equidistantes?

Tamanho, Coração está ampliado?


ampliação Incidência é PA ou AP?

Extremidade da clavícula (forma S) está


Angulação
próxima da 3 / 4 costelas?

13
Caso
clínico 1
Radiografia de tórax

14
Você está no
internato…
No estágio de UTI o Dr. Bruce quer
saber se as radiografias dos pacientes
foram bem realizadas.

Um funcionário do período noturno já


foi acusado até de transmitir infecção
hospitalar...

15
Leito 1

1. Nome e posição
Nome do paciente: Jorge Pereira Aragão, sexo masculino, 72
anos

16
Leito 2

1. Nome e posição

17
Leito 3

1. Nome e posição

18
Leito 4

1. Nome e posição
2. Penetração dos raios

19
Leito 5

1. Nome e posição
2. Penetração dos raios
3. Inspiração

20
Leito 6

1. Nome e posição
2. Penetração dos raios
3. Inspiração

21
Leito 7

1. Nome e posição
2. Penetração dos raios
3. Inspiração
4. Rotação

22
Leito 7

1. Nome e posição
2. Penetração dos raios
3. Inspiração
4. Rotação

23
Leito 8

1. Nome e posição
2. Penetração dos raios
3. Inspiração
4. Rotação
5. Tamanho, ampliação

24
Leito 9

1. Nome e posição
2. Penetração dos raios
3. Inspiração
4. Rotação
5. Tamanho, ampliação
6. Angulação

25
Leito 10

1. Nome e posição
2. Penetração dos raios
3. Inspiração
4. Rotação
5. Tamanho, ampliação
6. Angulação

26
Dr. Bruce

No último paciente ele acertou!


Impressionante...

Só não errou mais porque só tinham 10


leitos...

27
Tórax

Depois de avaliar a
técnica do exame, que
estruturas eu deveria
estar vendo ali?

28
Tórax

White
Is the color of milk and
fresh snow, the color
produced by the
combination of all the
colors of the visible
spectrum.

29
Tórax

White
Is the color of milk and
fresh snow, the color
produced by the
combination of all the
colors of the visible
spectrum.

30
31
32
Radiografia tórax
Avaliação
1. Partes moles
2. Ossos (clavículas, escápulas, costelas e
vértebras)
3. Parênquima pulmonar geral
4. Outros pontos: ápices, seios costofrênicos,
região axilar, região subdiafragmática, ...)
5. Hilos pulmonares
6. Mediastino (grandes vasos, traquéia,
brônquios)
33
Radiografia tórax
Padrões alterados
Opacidade / ↓ (hipo) transparência
CAUSAS: Consolidação, atelectasia,
derrame, massa, nódulo, doenças
intersticiais
x
↑ (hiper) Transparência
CAUSAS: hiperpenetração,
pneumotórax, excesso ar, ...
34
Consolidação lobo superior D
Radiografia tórax
Padrões alterados
Opacidades…
Consolidação: margens mal definidas,
área de parênquima alterado
x
Atelectasia: margens fixas e lineares,
lobo ou segmento de pulmão que
fechou (atelectasiado)

35 Atelectasia lobo superior D


Radiografia tórax
Padrões alterados
Hipertransparência…
Hiperinsuflação: muitas costelas
visíveis (+ de 10 posteriores),
retificação do coração, aumento do
diâmetro tórax
Diferenciar de hiperpenetração...

36
Hiperinsuflação pulmonar
Radiografia tórax
Coração

Índice cardiotorácico
Área cardíaca

37
Radiografia tórax
Coração

Cardiomegalia
Índice cardíaco > metade do hemitórax

38
Radiografia tórax
Mediastino

Alargamento do mediastino

39
Radiografia tórax
Mediastino

Alargamento do mediastino

40
Radiografia tórax
Espaço pleural
Opacidade em
faixa, semelhante
a líquido
acumulado
Apagamento do
seio costofrênico

41 Derrame pleural
Radiografia tórax
Espaço pleural

Derrame pleural

42
Radiografia tórax
Espaço pleural

Pneumotórax

Lâmina de ar delimitando e
comprimindo o pulmão

43
Radiografia de tórax
Indicações
Doenças estruturais
01 do tórax


Doenças pulmonares: pneumonia, câncer, DPOC, .
Doenças pleurais: derrame, pneumotórax

Avaliação geral Tamanho do coração, posicionamento, doenças


02

cardíaca cardíacas, renais ou metabólicas, ...

03 Trauma, fraturas ✔ Avaliação óssea (coluna, costelas, clavículas, ...)

Doenças crônicas
Acompanhamento, ✔

04 avaliação, rastreio
✔ Cateteres, tubos, sondas
✔ Avaliação pré operatória

44
Abdome 1.2
Radiografia abdome
Densidades

46
Radiografia abdome
Incidências
▸ AP em decúbito ▸ AP ▸ Perfil
dorsal Pacientes em decúbito
dorsal ou sentados
Magnificação do coração
e elevação do diafragma

▸ AP em ortostase

47
Radiografia abdome
Incidências
▸ AP em decúbito ▸ AP ▸ Perfil
dorsal Pacientes em decúbito
dorsal ou sentados
Magnificação do coração
e elevação do diafragma

▸ AP em ortostase

48
Radiografia abdome
Outras incidências…
▸ AP em decúbito ▸ Oblíqua ▸ Perfil
dorsal

▸ AP em ortostase

49
Radiografia abdome
Estruturas
Intestino delgado Intestino grosso
▸ Central ▸ Periférico

50
Radiografia abdome
Estruturas
Intestino delgado Intestino grosso
▸ Central ▸ Periférico

51
Radiografia abdome
Estruturas
Intestino delgado Intestino grosso
▸ Central ▸ Periférico

52
Intestino grosso
▸ Periférico

53
Radiografia de abdome
Indicações

01 Abdome agudo ✔ Causado por: inflamação, perfuração, obstrução,


sangramento ou isquemia

Sintomas Dor, náuseas, vômitos, constipação, diarreia,


02

abdominais ...

Avaliação de
Nefrolitíase, colelitíase, calcificações, ...
03

cálculos, sondas, ✔ Posicionamento de drenos e sonda, ...
drenos, ...

54
Caso
clínico 2
Radiografia de abdome

55
Jack Ryan
39 anos
Chega ao pronto socorro com fortes
dores abdominais.

Ao exame com dor importante à


palpação flanco D, sem irradiação,
início há 12 horas, contínua

Náuseas e vômitos

56
Abdome agudo
3 exames iniciais
Síndrome clínica que pode ter várias
- RX tórax PA
causas, sempre com quadro clínico
de dor abdominal grave e - RX abdome AP decúbito
progressiva, não traumática - RX abdome AP ortostase
- Inflamatório
- Obstrutivo
- Isquemia
- Sangramento
- Perfurativo

57
Jack Ryan
39 anos
POSSÍVEIS CAUSAS DE
ABDOME AGUDO...
Apendicite
Nefrolitíase
Colite
Diverticulite
...

58
Crânio 1.3
Radiografia crânio
Incidências
▸ PA ▸ Lateral ▸ Oblíqua

▸ Bretton Hitz

60
Radiografia crânio
Incidências
▸ PA ▸ Lateral ▸ Oblíqua

▸ Bretton
(semiaxial AP)
▸ Hirtz (axial
mento-vértice)

61
Radiografia de crânio
Indicações

01 Fratura, trauma ✔ Lembrando que vê apenas ossos (não avalia cérebro,


vasos, nervos cranianos, ...)

Suspeita de tumor ósseo, anomalias de


02

Tumores, anomalias crânio

Avaliação de doenças
03 ósseas / metabólicas
✔ Osteopenia, erosões ósseas, ...

62
Coluna 1.4
Radiografia coluna
Incidências
▸ AP e lateral ▸ Inclinação D ou E

▸ Panorâmica ESCREVER A LOCALIZAÇÃO...


Cervical
Torácica
Lombar
64 Sacral
Radiografia de coluna
Indicações
Retirada de colar cervical, avaliação de trauma,
01

Fratura, trauma quedas, ...

Sintomas (dor, Avaliação de sintomas neurológicos


02

compressão, ...) (fraqueza, dormência) ou de dor na coluna

Avaliação de doenças
03 ósseas / metabólicas
✔ Osteopenia, erosões ósseas, metástases, ...

65
Membros e quadril 1.5
Radiografia punho
Incidências
▸ AP e perfil

▸ Outras: oblíqua, ...

67
Radiografia ombro
Incidências
▸ PA e perfil

68
Radiografia membros
Incidências
▸ AP e perfil

▸ Oblíqua, ...

69
Radiografia membros
Incidências
▸ AP e perfil

▸ Outras: PA, com


carga, ...

70
Radiografia membros
Incidências
▸ AP e perfil

71
Radiografia membros
Incidências
▸ AP, perfil,
Fergusson,
Panorâmica, ...

▸ Outras: com
carga, inlet,
outlet, abdução

72
Radiografia de membros e quadril
Indicações
Fratura, trauma, Avaliação de trauma, fratura, pós operatório CX
01

cirurgia, … ortopédica, ...

Sintomas (dor,
02 bloqueio, ...)
✔ Avaliação de sintomas

Avaliação de idade
03 óssea
✔ Crescimento de crianças e adolescentes

73
Contraste 2
Contraste

▸ Substância exógena ▸ Iodo (oral ou EV)


responsável por evidenciar / ▸ Do tipo hiperosmolar, iso
destacar melhor órgãos ou ou hipoosmolar
estruturas
▸ Sulfato de Bário (oral ou retal)
▸ Gadolíneo (EV)

75
Exames contrastados

1. Esofagograma 2. Trânsito intestinal 3. Enema opaco

4. Urografia 5. Uretrocistografia 6. Pielografia


excretora

76
Exames contrastados

1. Esofagograma 2. Trânsito intestinal 3. Enema opaco


Contraste VO
Esôfago e estômago

4. Urografia 5. Uretrocistografia 6. Pielografia


excretora

77
Exames contrastados

1. Esofagograma 2. Trânsito intestinal 3. Enema opaco


Contraste VO Contraste VO
Esôfago e estômago Estômago, delgado e
cólons

4. Urografia 5. Uretrocistografia 6. Pielografia


excretora

78
Exames contrastados

1. Esofagograma 2. Trânsito intestinal 3. Enema opaco


Contraste VO Contraste VO Contraste VO e retal
Cólons

4. Urografia 5. Uretrocistografia 6. Pielografia


excretora

79
Exames contrastados

1. Esofagograma 2. Trânsito intestinal 3. Enema opaco


Contraste VO Contraste VO Contraste VO e retal
Esôfago e estômago Estômago, delgado e Cólons
cólons

4. Urografia 5. Uretrocistografia 6. Pielografia


excretora
Contraste EV
Vias urinárias

80
Exames contrastados

1. Esofagograma 3. Enema opaco


Contraste VO Contraste VO e retal
Esôfago e estômago Cólons

4. Urografia 5. Uretrocistografia 6. Pielografia


excretora Contraste urinário
Contraste EV (retrógrado)
Vias urinárias Punção vesical
Uretra e bexiga
81
Exames contrastados

1. Esofagograma 2. Trânsito intestinal 3. Enema opaco


Contraste VO Contraste VO Contraste VO e retal
Esôfago e estômago Estômago, delgado e Cólons
cólons

4. Urografia 5. Uretrocistografia 6. Pielografia


excretora Contraste urinário Contraste por
Contraste EV (retrógrado) punção ou cateter
Vias urinárias Punção vesical Trato urinário alto
Trato urinário baixo
82
Exames contrastados

1. Esofagograma 2. Trânsito intestinal 3. Enema opaco


Contraste VO Contraste VO Contraste VO e retal
Esôfago e estômago Estômago, delgado e Cólons
cólons

4. Urografia 5. Uretrocistografia 6. Pielografia


excretora Contraste urinário Contraste por
Contraste EV (retrógrado) punção ou cateter
Vias urinárias Punção vesical Trato urinário alto
Trato urinário baixo
83
Radioscopia
Fluoroscopia 3
Radioscopia / Fluoroscopia

▸ Radiação ionizante (raios X) para visualização de alguns


segmentos em tempo real
▸ Ossos, articulações
▸ Trato gastrintestinal (TGI)
▸ Trato geniturinário
▸ Vasos sanguíneos
▸ Imagem estática ou em movimento
85
Radioscopia / Fluoroscopia

▸ CX ortopédicas
▸ CX vasculares
▸ Cateterismo cardíaco
▸ Passagem de acesso vascular
...

86
Obrigado!

87
Exames de imagem II
Roteiro

1. Ultrassonografia 2. Visualização 3. Eco (doppler) cardiograma


Princípios, tipos direta
Indicações Definição endoscopia
Tarefa de casa Tipos de exames

2
Ultrassonografia
Princípios 1.1
Modo de realização

▸ Sondas (transdutores)
▸ Ondas sonoras de
frequência inaudível
▸ Recepção de ondas
refletidas (eco)
▸ Imagem real
▸ Capacidade de localizar e
caracterizar vários tecidos
NÃO UTILIZA RADIAÇÃO
4 humanos IONIZANTE
Modo de realização
VIA EXTERNA
▸ Transabdominal,
transtorácica, partes
moles, muscular…

VIA INTERNA
▸ Transvaginal, transretal,
transesofágica,
endovascular, ...
5
Imagens

↓ Ecogenicidade (hipoecoico) ↑ Ecogenicidade (hiperecoico)


preto branco

6
Imagens

7
Imagens

8
Imagens

Cortes sagitais
9
Imagens

10 Cortes transversais
Tipos de sonda (transdutor / probe)

11
Tipos de sonda (transdutor / probe)

12
Tipos de ultrassom
Modo mais simples
01

Modo A ✔ Picos indicam profundidade da imagem

Modo mais usado


02

Modo B ✔ Milhares de pontos em tempo real (movimento)

Usado para estruturas em movimento (fluxo


03

Modo M sanguíneo ou valvas cardíacas)

Doppler Uso de cores para evidenciar a estrutura e analisar


04

(ou doppler colorido) a morfologia da onda de fluxo.

13
Tipos de ultrassom

1 2

1. Doppler
2. Doppler +
Modo A
3 3. Modo B
14
Ultrassonografia
Indicações 1.2
Vantagens

▸ Amplo uso em várias


especialidades
▸ Fácil acesso, rápido
▸ Baixo custo
▸ Auxílio diagnóstico
▸ Não invasivo
▸ "POINT OF CARE"
NÃO UTILIZA RADIAÇÃO
16 IONIZANTE
Desvantagens

▸ Visualização difícil
▸ Estruturas muito
profundas
▸ Excesso gás / gordura
▸ Interferentes
▸ Pouca colaboração (dor,
incômodo, ...)
▸ Examinador dependente
17
Ultrassonografia
Pedido
▸ Nome correto, pedido totalmente
preenchido
▸ Nome correto do exame:
ULTRASSONOGRAFIA ou ULTRASSOM
▸ Órgão / área a ser examinada
▸ Lado (D ou E)
▸ arterial / venoso
▸ Hipótese diagnóstica, CID 10, história
resumida
18
Ultrassom
Abdome total
ÓRGÃOS AVALIADOS
NÃO AVALIA
▸ Pâncreas
CORRETAMENTE...
▸ Grandes vasos (aorta e
veia cava)
▸ Adrenais

▸ Fígado e vias biliares


▸ Alças intestinais

▸ Vesícula biliar
▸ Diafragma

▸ Baço
▸ Apêndice, Ceco

▸ Rins e vias urinárias


19 ▸ Bexiga
Ultrassom
Abdome superior

ÓRGÃOS AVALIADOS NÃO AVALIA...


▸ Pâncreas ▸ Rins, vias urinárias
▸ Grandes vasos (aorta e ▸ Bexiga
veia cava)
▸ Próstata
▸ Fígado e vias biliares
▸ Útero, ovários, ...
▸ Vesícula biliar
▸ Baço

20
Ultrassom
Rins e vias urinárias

ÓRGÃOS AVALIADOS NÃO AVALIA...


▸ Rins, vias urinárias ▸ Fígado, vias biliares
▸ Bexiga ▸ Baço
▸ Pâncreas
▸ Vesícula biliar
...

21
Ultrassom
Outros locais...

PRÓSTATA ABDOMINAL e PAREDE PÉLVICO e


PRÓSTATA TRANSRETAL ABDOMINAL TRANSVAGINAL
▸ Integridade /
▸ Bexiga
abaulamento de
▸ Útero

musculatura ▸ Ovário
▸ Resíduo urinário (pré / pós
miccional) ▸ Região umbilical ▸ Região anexial

▸ Próstata ▸ Hérnias
▸ Lesões
▸ Vesículas seminais subcutâneas

22
Ultrassom
Outros locais...

INGUINAL OBSTÉTRICO MÚSCULO ESQUELÉTICO


▸ Biometria e peso fetal
▸ Musculatura
parede inguinal ▸ Idade gestacional VASCULAR E ENDOVASCULAR
▸ Hérnia inguinal ▸ Apresentação,
situação e postura ARTICULAÇÕES
▸ Massas, coleções ▸ Malformações
▸ Linfonodos ▸ Líquido amniótico
CERVICAL
▸ Placenta

TIREOIDE
23
Tarefa
Ultrassonografia

24
Você (You)…
Trabalha numa clínica de exames de
ultrassonografia e precisa organizar os
laudos dos pacientes, que foram
misturados por engano...

25
EXAME 1

26
EXAME 2

27
EXAME 3

28
EXAME 4

29
EXAME 5

30
EXAME 6

31
EXAME 7

32
CASO CLÍNICO
CASO CLÍNICO

IDENTIFICAÇÃO
▸ LGP
▸ 28 anos
▸ Sexo feminino, casada,
evangélica
QUEIXA PRINCIPAL
▸ Dor na perna esquerda há
2 dias
CASO CLÍNICO

O QUE PERGUNTAR NA
HISTÓRIA DOENÇA ATUAL
(HDA ou HPMA)?
CASO CLÍNICO

HISTÓRIA PRINCIPAL MOLÉSTIA ATUAL (HPMA)


▸ Paciente refere que há cerca de 2 dias iniciou quadro de dor
de moderada intensidade 6/10 em perna esquerda, contínua,
em aperto e queimação, de início súbito, associado a edema
local.
▸ Dor piora ao colocar o membro para baixo e deambular e
melhora ao elevar o mesmo.
CASO CLÍNICO

HISTÓRIA PRINCIPAL MOLÉSTIA ATUAL (HPMA)


▸ Refere uso de anticoncepcional oral há cerca de 3 meses.
▸ Nega viagem longa ou cirurgia recente, também não ficou
acamada.
▸ Nega história prévia de trombose, porém mãe e irmã com
histórico de trombose.
CASO CLÍNICO

EXAME FÍSICO
▸ Bom estado geral (BEG), lúcida e orientada temporal e
espacialmente (LOTE), corada, hidratada, acianótica,
anictérica e afebril.
▸ Ausculta respiratória: murmúrio vesicular presente, ausência
de ruídos adventícios (RA), FR 15irpm
▸ Ausculta cardíaca: ritmo cardíaco regular em 2 tempos,
bulhas normofonéticas sem sopros, FC 78 e PA 112x74
CASO CLÍNICO

EXAME FÍSICO
▸ Abdome globoso, ruídos hidroaéreos presentes, flácido,
indolor à palpação superficial e profunda, sem
visceromegalias, descompressão brusca negativa.
▸ Perna D sem edema, panturrilha livre, indolor à palpação,
aquecido e bem perfundido, sem lesões tróficas.
CASO CLÍNICO

EXAME FÍSICO
▸ Perna E com edema mole até joelho, panturrilha empastada,
dolorosa à palpação, aquecido e bem perfundido, sem lesões
tróficas.
▸ Sinal de Homans e Bancroft positivos
▸ Sinal bandeira negativo
CASO CLÍNICO
VEIAS SENTINELAS DE PRATT
HOMANS
▸ Distensão das veias
▸ Dorsiflexão dolorosa
superficiais
BANDEIRA
▸ Empastamento de
panturrilha
BANCROFT
▸ Dor à compressão da
panturrilha sobre o osso
CASO CLÍNICO

HOMANS
▸ Dorsiflexão dolorosa
BANDEIRA
▸ Empastamento de
panturrilha
BANCROFT
▸ Dor à compressão da
panturrilha sobre o osso
CASO CLÍNICO

HOMANS
▸ Dorsiflexão dolorosa
BANDEIRA
▸ Empastamento de
panturrilha
BANCROFT
▸ Dor à compressão da
panturrilha sobre o osso
CASO CLÍNICO
VEIAS SENTINELAS DE PRATT
▸ Distensão das veias
superficiais
CASO CLÍNICO

QUAIS AS HIPÓTESES
DIAGNÓSTICAS?
CASO CLÍNICO

QUAIS EXAMES DEVEM SER


SOLICITADOS PARA
CONFIRMAR OS
DIAGNÓSTICOS?
CASO CLÍNICO

USG doppler venoso colorido


de mi E
Duplex scan colorido venoso
de miE
USG doppler venoso perna E

USG doppler venoso perna E


USG doppler venoso perna E
USG doppler venoso perna E
Exames endoscópicos 2
Modo de realização
▸ Visualização direta de estruturas
corporais internas através de um
dispositivo de vídeo
▸ Trato digestivo, urinário,
respiratório, ginecológico, ...
▸ Preparo / jejum
▸ Sedação, presença de
acompanhante
▸ Técnica adequada
52
Vantagens

▸ Visualização direta de
lesões anatômicas EXAMES
ENDOSCÓPICOS
▸ Tumor, estenose,
ulceração, fístula,
▸ Possibilidade de biópsia /
coleta de material

53
Desvantagens

▸ Ausência de correlação
funcional Função do órgão (secreção,
motilidade) pode ficar sem ser
▸ Custo, receio, avaliada...
complicações
▸ Internação, monitorização Lesões pequenas podem causar
muita dor (desconexão clínico
endoscópica)...

54
Complicações

▸ Flebites ▸ Perfuração
▸ Reações alérgicas ▸ Infecção
(sedativo, anestésico) ▸ Sangramento
▸ Depressão respiratória
▸ Lesão mucosa
▸ Hipoxemia, bradicardia
▸ Morte
▸ Hipotensão, hipertensão
▸ Arritmias
55
Exames endoscópicos

1. Endoscopia Enteroscopia Cápsula


digestiva alta Intestino Delgado endoscópica
Esôfago, estômago e Via oral ou retal Todo sistema digestivo
duodeno

Colonoscopia Retossigmoidosc. Retossigmoidosc.


Cólons rígida rígida
Reto Reto e sigmoide

56
1. Endoscopia Enteroscopia Cápsula
digestiva alta Intestino Delgado endoscópica
Esôfago, estômago e Via oral ou retal Todo sistema digestivo
duodeno

2. Colonoscopia 3. Retossigmoidosc. 4. Retossigmoidosc.


Cólons rígida flexível
Reto Reto e sigmoide

57
Exames endoscópicos

1. Endoscopia 5. Enteroscopia Cápsula


digestiva alta Intestino Delgado endoscópica
Esôfago, estômago e Via oral ou retal Todo sistema digestivo
duodeno

2. Colonoscopia 3. Retossigmoidosc. 4. Retossigmoidosc.


Cólons rígida rígida
Reto Reto e sigmoide

58
Exames endoscópicos

1. Endoscopia 5. Enteroscopia 6. Cápsula


digestiva alta Intestino Delgado endoscópica
Esôfago, estômago e Via oral ou retal Todo sistema digestivo
duodeno

2. Colonoscopia 3. Retossigmoidosc. 4. Retossigmoidoscopia


Cólons rígida rígida
Reto Reto e sigmóide

59
7. Broncoscopia Cistoscopia Nasoendoscopia
Brônquios, traquéia Bexiga Laringoscopia
Bronquíolos

Histeroscopia CPRE Ecoendoscopia


Útero, endométrio (Colangiopancreato- Coração
grafia retrógrada) Pâncreas
Vias biliares Fígado

60
Exames endoscópicos

7. Broncoscopia 8. Cistoscopia Nasoendoscopia


Brônquios, traquéia Bexiga Laringoscopia
Bronquíolos

Histeroscopia CPRE Ecoendoscopia


Útero, endométrio (Colangiopancreato- Coração
grafia retrógrada) Pâncreas
Vias biliares Fígado

61
Exames endoscópicos

7. Broncoscopia 8. Cistoscopia 9. Nasoendoscopia


Brônquios, traquéia Bexiga 10. Laringoscopia
Bronquíolos

Histeroscopia CPRE Ecoendoscopia


Útero, endométrio (Colangiopancreato- Coração
grafia retrógrada) Pâncreas
Vias biliares Fígado

62
7. Broncoscopia 8. Cistoscopia 9. Nasoendoscopia
Brônquios, traquéia Bexiga 10. Laringoscopia
Bronquíolos

11. Histeroscopia CPRE Ecoendoscopia


Útero, endométrio (Colangiopancreato- Coração
grafia retrógrada) Pâncreas
Vias biliares Fígado

63
7. Broncoscopia 8. Cistoscopia 9. Nasoendoscopia
Brônquios, traquéia Bexiga 10. Laringoscopia
Bronquíolos

11. Histeroscopia 12. CPRE Ecoendoscopia


Útero, endométrio (Colangiopancreatografia Coração
retrógrada) Pâncreas
Vias biliares Fígado

64
7. Broncoscopia 8. Cistoscopia 9. Nasoendoscopia
Brônquios, traquéia Bexiga 10. Laringoscopia
Bronquíolos

11. Histeroscopia 12. CPRE 13. Ecoendoscopia


Útero, endométrio (Colangiopancreato- Coração
grafia retrógrada) Pâncreas
Vias biliares Fígado

65
Exames endoscópicos

Endoscopia digestiva alta Broncoscopia Ecoendoscopia


(EDA) Nasoendoscopia
Colonoscopia Laringoscopia
Retossigmoidoscopia
rígida e flexível
Enteroscopia CPRE Cistoscopia
Cápsula endoscópica Histeroscopia

66
Ecocardiograma 3
Ecocardiograma

▸ Sondas (transdutores)
▸ Ondas sonoras de
frequência inaudível
▸ Recepção de ondas
refletidas (eco)
▸ Imagem real
▸ Capacidade de localizar e
caracterizar vários tecidos
NÃO UTILIZA RADIAÇÃO
68 humanos IONIZANTE
Ecocardiograma
Imagens

EXAME NORMAL:
69 [Link]
Ecocardiograma
Imagens

PARAESTERNAL SUBCOSTAL
LONGO ▸ Teste com
▸ Corte longitudinal dobutamina ou
▸ Entre 2 e 4 EIC dipiridamol
▸ Teste ergométrico
(estresse físico

EXAME NORMAL:
70 [Link]
Ecocardiograma
Imagens

PARAESTERNAL SUBCOSTAL
CURTO ▸ Teste com
▸ Corte transversal dobutamina ou
▸ Entre 2 e 4 EIC dipiridamol
▸ Teste ergométrico
(estresse físico

71
Ecocardiograma
Imagens

PARAESTERNAL APICAL SUBCOSTAL


LONGO ou CURTO ▸ Ápice cardíaco, na ▸ Teste com
▸ Corte longitudinal direção do ombro dobutamina ou
ou transversal D do paciente dipiridamol
▸ Entre 2 e 4 EIC ▸ Teste ergométrico
(estresse físico

EXAME NORMAL:
72 [Link]
Ecocardiograma
Imagens

PARAESTERNAL APICAL SUBCOSTAL


▸ Corte longitudinal ▸ Ápice cardíaco, na ▸ Região subxifoide,
▸ Pode visualizar do direção do ombro na direção do
D do paciente ombro E
2 até 4 EIC

EXAME NORMAL:
73 [Link]
Ecocardiograma
Imagens

PARAESTERNAL APICAL SUBCOSTAL


LONGO ou CURTO ▸ Ápice cardíaco, na ▸ Região subxifoide,
▸ Corte longitudinal direção do ombro na direção do
ou transversal D do paciente ombro E
▸ Entre 2 e 4 EIC

EXAME NORMAL:
74 [Link]
Ecocardiograma
Tipos

TRANSTORÁCICO TRANSESOFÁGICO COM ESTRESSE


▸ Através da parede ▸ Visualização FARMACOLÓGICO /
FÍSICO
torácica através da parede
do esôfago ▸ Teste com
▸ Avalia melhor dobutamina ou
dipiridamol
endocárdio e
interior das ▸ Teste ergométrico
cavidades (estresse físico
cardíacas
75
Ecocardiograma
Tipos

TRANSTORÁCICO TRANSESOFÁGICO COM ESTRESSE


▸ Através da parede ▸ Visualização FARMACOLÓGICO /
FÍSICO
torácica através da parede
do esôfago ▸ Teste com
▸ Avalia melhor dobutamina ou
dipiridamol
endocárdio e
interior das ▸ Teste ergométrico
cavidades (estresse físico
cardíacas
76
Ecocardiograma
Indicações
✔ Valvas cardíacas (estenose, insuficiência,
01 Avaliar endocárdio ruptura, ...)
✔ Endocardite, trombos, coágulos

Hipertrofia, doenças congênitas, insuficiência


02

Avaliar miocárdio cardíaca, tumores

03 Avaliar pericárdio ✔ Derrame pericárdico, Pericardite

Avaliar doenças
04 sistêmicas
✔ Doença renal, hipertensão, diabetes, ...

77
OBRIGADO!

78
Exames de imagem III
Roteiro

1. Tomografia 2. Ressonância 3. Medicina nuclear


Princípios, análise Princípios, análise Princípios, análise
Indicações Indicações Indicações
Órgãos e segmentos

4. Radiologia
intervencionista
Definição
Procedimentos

2
Tomografia
computadorizada (TC) 1
Modo de realização

▸ Tomógrafo (aparelho)
▸ Utilização de raios X para criar
imagens detalhadas de
segmentos do corpo.
▸ Captação dos raios com formação
de imagens digitais em alta
resolução

Radiação ionizante (equivalente a


4 vários exames de Raios X)
Imagens

5 [Link]
Imagens

6 [Link]
Imagens

7
Imagens

↓ Densidade / Hipodenso ↑ Densidade / Hiperdenso


Preto Branco
8
Desvantagens

▸ Dose de radiação
▸ Visualização de partes moles
▸ Interferência de metais / tecidos
ósseos
▸ Uso de contraste
▹ Alergia, anafilaxia
▹ Injúria renal

9
Pergunta Pear Deck
Identifique a estrutura:

10
Pergunta Pear Deck
Identifique a estrutura:

11
Pergunta Pear Deck
Identifique a estrutura:

12
Pergunta Pear Deck
Identifique a estrutura:

13
14
15
16
17
Pergunta Pear Deck
Identifique a estrutura:

18
Pergunta Pear
Deck

19
Pergunta Pear
Deck

20
Pergunta Pear Deck
Identifique a estrutura:

21
Pergunta Pear Deck
Identifique a estrutura:

22
Caso
clínico
Tomografia computadorizada

23
Dominic Toretto
40 anos
Paciente sofreu acidente de carro em
alta velocidade.

Nos casos de trauma com alta energia


cinética, as duas primeiras coisas são:
Garantir a segurança do ambiente
Fazer sequência A... B... C... D... E...

Qual o exame de imagem fundamental?


24
Tomografia
Indicações
Avaliação estrutural (anatômica) de ossos,
Crânio, tórax, abdome, ✔

01 pelve
parênquima, ...
✔ Câncer, doenças cardíacas, respiratórias, cálculos

Acid. vascular cerebral (AVC), Trombose (TEP),


02

Emergências clínicas Doença arterial coronariana (DAC), ...

✔ Câncer, cálculos
03 Emergências cirúrgicas ✔ Trauma de alto impacto (TC de corpo inteiro)
✔ Abdome agudo, Aneurisma, Hemorragia, ...
✔ TC tórax (baixa radiação) anual
04 Rastreamento ✔ OBSERVAÇÃO: Entre 50 e 80 anos, Tabagismo atual
ou prévio há menos de 15 anos (carga > 20m.a.)

25
Ressonância nuclear
magnética (RNM) 2
Modo de realização

▸ Aparelho que analisa a


composição molecular dos
tecidos

▸ Gera um campo magnético capaz


de interagir com moléculas de
água

27 Não possui radiação ionizante!


Modo de realização

▸ Exame consiste na emissão de


um pulso de radiofrequência
▸ Tempos do exame:
T1 (recuperação)
T2 (decaída)
▸ Núcleos de prótons liberam
energia, detectada pela bobina,
havendo formação de uma
imagem
28
Imagens
T1 T2
Água / líquidos → COR PRETA Água / líquidos → COR BRANCA

29
Imagens
T1 T2
Gordura → COR BRANCA Gordura → COR BRANCA

30
Desvantagens

▸ Claustrofobia
▸ Objetivos ferromagnéticos
▸ Aparelhos mecânicos, elétricos
▸ Gestante
▸ Fibrose sistêmica (GADOLÍNEO)

31
Pergunta Pear Deck

▸ Qual o diagnóstico?

▸ Qual a sequência mostrada?

32
Ressonância magnética (RM)
Indicações
✔ Medula óssea, meniscos, tendões, músculos
01 Músculo esquelético ✔ Ossos, osteomielite
✔ Coluna vertebral

02 Sist. neurológico ✔ Encéfalo, nervos periféricos

03 Gastrintestinal ✔ Fígado, vias biliares, intestinos

Endócrino / reprodutivo
04 / urinário


Adrenais, pelve feminina, pelve masculina
Rins, ureteres, bexiga

33
Medicina nuclear 3
Princípios

▸ Especialidade médica que


realiza diagnósticos através
de componentes radioativos

▸ Emissão de radiação pelo


próprio paciente

▸ Radiação é captada e capaz


de gerar imagens
35
Princípios
▸ Radionuclídeos: elementos
manipulados capazes de
realizar marcação de órgãos
/ segmentos corporais
▸ Tecnécio
▸ Iodo
▸ Gálio
▸ Preparação do exame, tempos
▸ Rejeitos radioativos
36
Princípios
▸ Avaliação anatomofuncional

▸ Consegue localizar tecidos


específicos (ectópicos,
metabolismo aumentado, ...)

▸ Avalia função de
determinado sistema

37
Medicina nuclear
Exames
▸ Cintilografia ▸ Tomografia por emissão de
▸ Ossos pósitrons (PET CT)
▸ Rins (estática, dinâmica) ▸ Tomografia por emissão de
fóton único (SPECT)
▸ Tireoide
▸ PET RM
▸ Paratireoides
▸ Pulmonar
▸ Sistema digestivo
▸ Cardíaca
38
Medicina nuclear
Vias de administração
▸ Oral
▸ Inalatória
▸ Endovenosa (EV)
▸ Intratecal
▸ Intradérmica

39
Pergunta Pear Deck

40
Pergunta Pear
Deck

41
Pear
Deck

42
Desvantagens

▸ Gestantes, amamentação
(CONTRAINDICADO)
▸ Radiação (pacientes e
profissionais)
▸ Interferentes no PET CT (metal,
objetos, ...

43
Radiologia
intervencionista 4
Radiologia intervencionista

▸ Especialidade médica que utiliza


imagens para realizar
procedimentos diagnósticos ou
terapêuticos
▸ Fluoroscopia (radioscopia)
▸ Ultrassom
▸ Tomografia
▸ Ressonância magnética
45
Radiologia intervencionista

▸ Acesso arterial
▸ Acesso venoso
▸ Percutâneo

46
Radiologia intervencionista

▸ Acesso arterial
▸ Acesso venoso
▸ Percutâneo

47
Radiologia intervencionista

▸ Acesso arterial
▸ Acesso venoso
▸ Percutâneo

48
Radiologia intervencionista
Procedimentos vasculares
▸ Infusão de medicações intra-arteriais
▸ Passagem de cateteres venosos
▸ Colocação de filtro de veia cava
▸ Derivação portal
▸ Arteriografia
▸ Embolização
▸ Reparo de aneurisma
▸ Trombectomia mecânica (retirada
49 manual de trombos)
Radiologia intervencionista
Procedimentos percutâneos
▸ Biopsia de nódulos / lesões
▸ Ablação térmica
▸ Drenagem / aspiração de coleções
▸ Coleta de material (visualização direta,
cultura, testes bioquímicos e
moleculares)
▸ Nefrostomia

50
REVISÃO GERAL

RX
USG TC RNM
Opacidade
Ecogenicidade Densidade Intensidade
Transparência

Hipoecóico
Hipertransparente Hipossinal
Preto Hipoecogênico Hipodenso
Radiotransparente Hipointenso
Anecóico

Opacidade
Hiperecóico Hipersinal
Branco Radiopaco Hiperdenso
Hiperecogênico Hiperintenso
Hipotransparente

51
Obrigado!

52
Métodos gráficos I
Roteiro

1. Eletrocardiograma 2. Holter 3. Teste ergométrico


(ECG) Definição, usos Definição, usos
Fundamentos
Componentes

4. Monitorização 5. Polissonografia 6. Eletroencefalograma


ambulatorial pressão 7. Eletroneuromiografia
arterial (MAPA)

2
Eletrocardiograma 1
Roteiro

1. Anatomia e fisiologia das câmaras e valvas


2. Potencial de membrana e contração
3. Vetores de ativação (despolarização)
4. Princípios técnicos
5. Eletro (ECG) normal
6. Principais derivações

4
Anatomia
cardíaca

5
Fisiologia
cardíaca

6
Fisiologia cardíaca
Músculo e sistema de condução

7
8
Potenciais de membrana celular
Repouso

9
Potenciais de membrana celular
Ativação ou Despolarização

10
Ativação ou Despolarização

11
Músculo cardíaco

4. Repouso (-85 até -90mV)

0. Despolarização ou Ativação
Limiar ativação → -70mV
1. Queda potencial
de + 30 para 0mV
2. Platô ou
prolongamento da despolarização

3. Repolarização
12
Músculo
cardíaco

13
Músculo
cardíaco

14
Músculo cardíaco

15
Músculo
cardíaco

16
Fisiologia cardíaca
Musculo e sistema condução

17
Histologia

18
Músculo cardíaco
Despolarização

19
Músculo cardíaco
Despolarização

ERIC
Enxerga uma onda de despolarização na sua direção (se
aproximando) → ONDA POSITIVA
20
Músculo cardíaco
Despolarização

ADAM
Vê uma onda de despolarização se afastando (indo
embora) → ONDA NEGATIVA
21
Músculo cardíaco
Despolarização

PRINCÍPIO FUNDAMENTAL ELETROCARDIOGRAMA


Visualizar a despolarização por pontos de vista
diferentes...
22
Eletrocardiograma
Princípios

ELETROCARDIOGRAMA
Faz registros gráficos de
potenciais elétricos positivos
(ONDA QUE SE APROXIMA)

e potenciais negativos (ONDA


QUE SE AFASTA)
23
Fisiologia cardíaca
Sistema condução

Você consegue desenhar o


sentido da despolarização
(ativação)?

24
Fisiologia cardíaca
Despolarização

25
Fisiologia cardíaca
Despolarização
VETOR ATRIAL

26
Fisiologia cardíaca
Despolarização
VETOR VENTRICULAR 1

VETOR VENTRICULAR 2

VETOR VENTRICULAR 3

VETOR VENTRICULAR 4

27
VETORES VENTRICULARES

28
Fisiologia cardíaca
Sistema condução

29
Eletrocardiograma
1. Anatomia e fisiologia da contração
cardíaca

2. Ativação (despolarização) através de


vários pontos

3. Representação gráfica das


ondas (+) e (-)

30
Eletrocardiograma
Aspectos técnicos

Registro elétrico
Calibração padrão (N)
0.1mV = 1mm
Velocidade 25mm/s

1 ⧠ equivale a...
1mm (lado vertical)
0.04s (lado horizontal)
31
Eletrocardiograma
Aspectos técnicos

32
Eletrocardiograma

OBJETIVO
Visualizar a atividade elétrica
cardíaca através de 12
derivações (pontos) diferentes

33
Vetores de
despolarização

Vamos imaginar?

0o
ALUNO 1
POSIÇÃO 0o

ALUNO 2
POSIÇÃO +60o

ALUNO 3
POSIÇÃO +120o
+120o +60o
34
Eletrocardiograma

35
Eletrocardiograma

36
Eletrocardiograma

37
Eletrocardiograma

38
Eletrocardiograma

39
Onda P

Despolarização (ativação) dos


átrios
Duração < 120ms (3⧠)
Amplitude ≤ 2.5mm (2.5mV ou 2.5 ⧠)
Eixo entre -30o e + 90o
Origem no nó sinusal
Frequência regular entre 50 - 100bpm

40
Onda P

41
Intervalo PR

Condução pelo sistema His


Purkinje
Duração entre 120 e 200ms (3 -
5⧠)
Cada onda P determina um QRS

42
Complexo QRS

Despolarização (ativação) dos


ventrículos
Duração < 120ms (3⧠)
Amplitude no plano frontal 5 - 20mm (5 - 20 ⧠)
Eixo entre -30o e + 90º
Positiva em DI e DII

43
Complexo QRS

44
Segmento ST

ST isoelétrico
Ponto J nivelado com segmento PR

45
Onda T
Intervalo QT
Repolarização dos ventrículos
Assimétrica (início lento, final mais rápido)
Positiva em quase todas as derivações
Polaridade semelhante à do QRS
Amplitude 10-30% do QRS
Intervalo QTc até 450ms (♂) e 470ms (♀)

46
INTERVALO
Eletrocardiograma
1. Anatomia e fisiologia da contração
cardíaca

2. Ativação (despolarização) através de


vários pontos

3. Representação gráfica das


ondas (+) e (-)

4. Marcar pontos específicos


48
Derivações
frontais
avR avL
210o -30o

DI 0o
DII +60o DI
0o
DIII +120o
aVR +210o ou -150o
aVL -30o
aVF +90o
DIII avF DII
120o 90o 60o

49
Eixo cardíaco e vetores

Plano (eixo) frontal


DI 0o
DII +60o
DIII +120o
aVR -150o
aVL -30o
aVF +90o

50
Eletrocardiograma
Aspectos técnicos

51
Eixo cardíaco e vetores

Plano (eixo) frontal


DI, DII, DIII, aVR, aVL e aVF

Plano horizontal
V1, V2, V3, V4, V5 e V6

52
Eletrocardiograma
Aspectos técnicos

53
Complexo QRS

54
Complexo QRS

55
Eletrocardiograma
Derivações
DI Braços D e E

Registro gráfico da atividade DII Braço D e perna E

elétrica cardíaca DIII Braço E e perna E


aVR Braço D
aVL Braço E

6 derivações do plano frontal aVF Perna E


V1 4 EIC (borda esternal D)
6 derivações do plano horizontal V2 4 EIC (borda esternal E)
V3 5 EIC E (entre V2 e V4)
V4 5 EIC E (linha hemiclavicular E)
V5 5 EIC E (linha axilar anterior)
56 V6 5 EIC E (linha axilar média)
Eixo cardíaco e vetores

Plano (eixo) frontal


Onda P
entre -30o e +90o

Complexo QRS
entre -30o e +90o

57
Eletrocardiograma
Indicações

✔ Taquicardia, bradiacardia
Arritmias, distúrbios
01 de condução


Avaliação de bloqueio, palpitação e síncope
Pacientes com doença cardíaca (insuf. cardíaca,
Chagas, hipertensão, marcapasso, ...)
Dor torácica aguda
02

Avaliação de isquemia ✔ Avaliação de isquemia crônica

✔ Doença renal, distúrbios do potássio, cálcio e do


03 Outras indicações magnésio, doenças da tireoide, ...)
✔ Pré operatório, exame admissional, atletas, ...

58
Eletrocardiograma
Laudo
1. Ritmo Sinusal
2. Ativação atrial (onda P)
Morfologia, amplitude, duração e orientação Monofásica, dentro dos limites da normalidade

3. Condução atrioventricular Intervalo PR dentro dos limites da normalidade


4. Ativação ventricular (QRS)
Morfologia, amplitude, duração e orientação Dentro dos limites da normalidade

5. Repolarização ventricular
Segmento ST Dentro dos limites da normalidade
Onda T Dentro dos limites da normalidade
Intervalo QT Dentro dos limites da normalidade
Conclusão
Eletrocardiograma dentro dos padrões de normalidade
59
Caso Clínico
Michael, 58 anos

IDENTIFICAÇÃO
Branco, gerente de empresa de grampos,
formado em administração, nascido nos
Est. Unidos, residente em São Paulo

HISTÓRIA ATUAL
Paciente vem ao pronto socorro com dor
torácica há 4 horas, em aperto

60
HISTÓRIA ATUAL
Paciente chega dispneico ao pronto
socorro, contando que está com dor em
aperto retroesternal.

Início 13 de novembro às 06h quando estava


arrumando-se para ir trabalhar.
Ontem jogou futebol com seus amigos, mas
nega trauma ou dor em outros locais.

Irradiação para ombro E e braço E,


intensidade 8 (em escala 0-10), náuseas,
dispneia e mal estar associados.

61
COMORBIDADES
Hipertensão, Diabetes mellitus, Tabagismo

HÁBITOS
Sedentário, uso de cigarro e álcool

MEDICAMENTOS / SUPLEMENTOS
Losartan, Atorvastatina, Metformina,
Anlodipino, Metoprolol

Enfermeira da triagem classificou o


paciente como VERMELHO

62
TRIAGEM HOSPITALAR
Protocolo de Manchester

63
O que fazer agora?

64
SALA DE EMERGÊNCIA
LOCAL DE ATENDIMENTO DE PACIENTES GRAVES

▸ Urgência cardíacas

▸ Urgências respiratórias

▸ Urgências neurológicas

▸ Trauma

Monitorização, vigilância
Condutas imediatas e dinâmicas

MEDICAÇÕES / MATERIAIS
EQUIPAMENTOS
EQUIPE TREINADA

65
LOCALIZAÇÃO
ANTES DE PEDIR UM EXAME…
INDICAÇÕES COMPLICAÇÕES / CUIDADOS
▸ Quando fazer esse exame? ▸ O que pode dar errado?
▸ Que cuidados tenho que ter?

VANTAGENS / DESVANTAGENS APLICAÇÃO


▸ Pontos positivos e negativos? ▸ O que fazer com o resultado?
▸ Parâmetros do teste (S, E, VP, ▸ Como conversar com o
RV e acurácia) paciente?
▸ Prognóstico e evolução?
66
ELETROCARDIOGRAMA
INDICAÇÕES COMPLICAÇÕES / CUIDADOS
▸ Dor torácica suspeita de infarto ▸ Quase nenhum...
ou angina instável

APLICAÇÃO
VANTAGENS / DESVANTAGENS ▸ Informações importantes
▸ Fornece o diagnóstico, permite ▸ Excluir doenças graves
avaliação cardíaca
▸ Informação repetida
▸ Rapidez, baixo custo
67
▸ Estresse? Impacto psicológico?
SÍNDROME: Dor torácica aguda
PARA TODOS → Eletrocardiograma

DE ACORDO COM PROBABILIDADE...


Creatinofosfoquinase (CPK), Mioglobina, CK-MB, Troponina
Angiotomografia (angioTC) de coronárias
Cateterismo cardíaco
Teste ergométrico OBSERVAÇÃO:
Ecocardiograma transtorácico (ECO TT) não vê as
coronárias, mas visualiza a contração ventricular (fração de
ejeção) e áreas de hipo / acinesia (sugestivas de necrose)...

68
MARCADORES DE NECROSE MIOCÁRDIO
▸ CK-MB
▸ Marcador de reinfarto

▸ Pico e descenso rápidos

▸ Troponina
▸ Principal exame, ↑↑ Sens. e ↑↑ Especif.

▸ Grandes centros e protocolos mais modernos


estão indicando apenas TROPONINA tipo I
ultrassensível

[Link]
▸ Também indica quantidade de miocárdio
acometido
69
MARCADORES DE NECROSE MIOCÁRDIO
▸ CK-MB
▸ Troponina
▸ Mioglobina
▸ Primeira a elevar-se

▸ Pico rápido e muitas vezes não visualizado

[Link]

70
Holter 2
Holter

Registro atividade elétrica


cardíaca por 24h

Análise detalhada ECG 24h

Algumas extrassístoles e
pausas podem ser normais…
72
Holter
Indicações

Arritmias, distúrbios
01 de condução


Primeiro passo: ECG
Se eu quiser avaliar 24h... HOLTER

Tontura, palpitações, Avaliar causa cardíaca de tontura,


02

dispneia palpitação e dispneia

73
Teste ergométrico 3
Teste ergométrico

Registro atividade elétrica, FC


e PA em repouso e após
esforço físico

AVALIA…
Resposta elétrica diante da
isquemia
75
Teste ergométrico

Paciente precisa atingir a


frequência cardíaca máxima

FC máx = 220 – i
i = idade

76
Teste ergométrico
Indicações

Isquemia cardíaca ✔ Primeiro passo: ECG


01 crônica
✔ Se eu quiser avaliar sensibilizar a avaliação... Teste
ergométrico, ECO estresse, ...

Atletas, pré-operatório de pacientes


02 Outras causas ✔
cardiopatas, ...

Paciente não pode estar


77 infartando...
Obrigado!

78
Métodos gráficos II
Pré Aula

Maria das Graças, 55 anos

IDENTIFICAÇÃO
Negra, evangélica, solteira, mãe de 3
filhas, natural e residente em São
Bernardo - SP

HISTÓRIA ATUAL
Paciente passa em Unid. Básica de
Saúde desde 2020 por hipertensão
2
arterial, vindo para consulta hoje…
Pré Aula

Hipertensão desde os 50 anos


Nega outras doenças
Tabagista, etilista

Trabalha como diarista e venda de


empadinhas no centro de São
Bernardo

3
Pré Aula
Nos últimos 5 anos, iniciou o
tratamento de hipertensão e
aumentou o número de medicações
de 2 para 7

Hoje na consulta, estava com os


seguintes sinais vitais:

PA 156x94mmHg
FC 88bpm
FR 15irpm T 36.5oC Sat 95%
Sem dor
4
Pré Aula

MEDICAÇÕES
Enalapril Inibidor ECA
Atenolol 𝝱bloqueador
Anlodipino Antag. canal Ca
Hidroclorotiazida Tiazídico
Espironolactona Antagon. aldosterona
Hidralazina Vasodilatador
Clonidina Agonista 𝝰 adrenérgico

5
Pré Aula

TAREFA 1
Lista de problemas

TAREFA 2
Resumo do caso

TAREFA 3
Como fazer o diagnóstico de
hipertensão?

6
PERGUNTAS NORTEADORAS

Porque a paciente do caso (D. Maria das Graças) tem uma hipertensão tão
resistente?

Quais os principais métodos gráficos disponíveis? Quais as indicações, vantagens


e desvantagens?

Como é realizado o exame MAPA e como interpreter esse exame?

7
OBJETIVOS APRENDIZADO

1. Conhecer outros exames gráficos importantes (MAPA, polissonografia,


espirometria, eletroencefalograma e eletroneuromiografia), além de princípios
de realização e indicações.

2. Saber o modo de realização, as orientações, interpretação e comunicação do


exame MAPA.

3. Revisar aspectos de análise do eletrocardiograma (ECG).

8
Roteiro

1. Eletrocardiograma 2. Holter 3. Teste ergométrico


(ECG) Definição, usos Definição, usos
Fundamentos
Componentes

4. Monitorização 5. Polissonografia 7. Eletroencefalograma


ambulatorial pressão 6. Espirometria 8. Eletroneuromiografia
arterial (MAPA)

9
Monitorização
ambulatorial pressão
4
arterial (MAPA)
Hipertensão
arterial
Professor, como [Link]
fazer o diagnóstico
de hipertensão?

DEFINIÇÃO
PA ≥ 140x90mmHg em duas
ocasiões diferentes
Ausência de medicações

11
Formas de medir
pressão arterial (PA)
PADRÃO Consultório
OURO
Em casa ou em algum serviço de
MRPA saúde (monitorização residencial
da pressão arterial)

MAPA Exame ambulatorial onde um


aparelho realiza aferição 30 em
30min por 24h (16 medidas dia, 8
medidas no sono)
12
Monitorização ambulatorial da
pressão arterial (MAPA)

Definição 2018
Vantagens e desvantagens
Laudo e resultado

[Link]

13
Monitorização ambulatorial da
pressão arterial (MAPA)

DEFINIÇÃO HIPERTENSÃO

24 horas ≥ 130x80mmHg

Vigília
≥ 135x85mmHg
= MRPA
Sono ≥ 120x70mmHg

14
Monitorização ambulatorial da
pressão arterial (MAPA)

VANTAGENS / INDICAÇÕES

- Identificação fenômeno avental branco e


hipertensão mascarada
- Avaliação de sintomas ou disfunção
autonômica
- Avaliação do controle e adesão
- Correlação com as atividades e sono
15
Monitorização ambulatorial da
pressão arterial (MAPA)

DESVANTAGENS / COMPLICAÇÕES

- Custo, incômodo, higiene


- Ajuste do braço, tamanho do manguito
- Arritmias, distúrbios de movimento.

16
Análise MAPA
Exemplo 1

DEFINIÇÃO HIPERTENSÃO

24 horas ≥ 130x80mmHg

Vigília
≥ 135x85mmHg
= MRPA
Sono ≥ 120x70mmHg

17
Análise MAPA
Exemplo 2

DEFINIÇÃO HIPERTENSÃO

24 horas ≥ 130x80mmHg

Vigília
≥ 135x85mmHg
= MRPA
Sono ≥ 120x70mmHg

18
Análise MAPA
Exemplo 3
Hipertensão
Hipertensão Hipertensão
PA normal avental
verdadeira mascarada
branco
Efeito
avental
branco

19
Polissonografia 5
Polissonografia
Avalia aspectos quantitativos do sono

Duração 8-10h, registro noturno de


todo o período do sono

21
Polissonografia
PARÂMETROS…
Eletroencefalograma (EEG)
Oculograma
Eletromiografia mento / membros
Fluxo oronasal
Movimento toracoabdominal
Eletrocardiograma
Oximetria de pulso

22
EEG

EMG mento

EOG

ECG

Fluxo nasal

Cint. toráx

Cint. abd.

Saturação
23
Polissonografia
Resultados do exame
Tempo total de sono, eficiência,
latência
Número total e índice de apneias /
hipopneias do sono
Eventos de dessaturação
Número total e índice de movimentos
Quantidade de microdespertares
Ritmo e frequência cardíacas

24
DISTÚRBIOS DO SONO
IMPACTO...
Sonolência diurna
Prejuízo nas atividades diárias
↑ Risco cardiovascular
Alterações comportamentais

+ COMUM:
Síndrome apneia / hipopneia
obstrutiva do sono (SAHOS)
25
SÍNDROME APNEIA / HIPOPNEIA
OBSTRUTIVA DO SONO
Quadro clínico (sintomas diurnos ou noturnos)
▪ Roncos, engasgos, bufos (snorting) e pausas respiratórias
▪ Sonolência diurna e fadiga, mesmo com tempo adequado de sono

Exame polissonográfico
▪ 5 ou + episódios de apneia / hipopneia por hora
▪ Pelo menos 10seg
▪ Queda ≥ 3% saturação oxigênio
26
▪ Estímulo cerebral cortical (microdespertar)
Polissonografia
Indicações

Distúrbios gerais do
01 sono
✔ Sono REM, não-rem, parassonias, ...

Distúrbios Apneia / hipopneia do sono (SAHOS)


02

respiratórios ✔ Apneia central

27
Espirometria 6
Espirometria
Avaliação de volumes respiratórios

Exame ambulatorial, requer


compreensão e auxílio por parte do
doente.

29
Espirometria
INSPIRAÇÃO

Capacidade
vital
EXPIRAÇÃO

Volume
corrente C. pulmonar
total

Volume
residual
30
Espirometria
INSPIRAÇÃO

Capacidade
vital
EXPIRAÇÃO

Volume
corrente C. pulmonar
total

Volume Se o volume residual (VR) nunca é


residual expirado, como medir?
31
Pletismografia
Lei de Boyle = P x V
permanece constante...

Cálculo de todos os volumes:


VR e CPT

Possibilidade de realizar medida de


difusão (DC02)

32
Espirometria
VEF1
Volume expiratório forçado 1o segundo

CVF VEF1

Capacidade vital forçada

Capacidade
Avalia distúrbios pulmonares: vital forçada
RESTRITIVOS x OBSTRUTIVOS ↓ CVF (CVF)
Restrição, aprisionamento, ...
↓ VEF1 / CVF
Dist. obstrutivo
33
INTERVALO
Eletroencefalograma 7
Eletroencefalograma (EEG)
Avalia atividade elétrica cerebral

Tempo padrão:
Vigília (acordado), por 20 - 40min

Outros modos...
Sono
Contínuo
VideoEEG
36
Eletroencefalograma (EEG)
Indicações

01 Convulsões ✔ Diagnóstico e acompanhamento de pacientes com


convulsão inédita / epilepsia

Alteração Rebaixamento do nível de consciência a


02

consciência esclarecer (terapia intensiva, ...)

Doenças Doenças infecciosas, degenerativas,


03

neurológicas psiquiátricas, ...)

37
Eletroneuromiografia 8
Eletroneuromiografia (ENMG)
Exame funcional para avaliação de
nervos periféricos

Estudo condução nervosa


Teste muscular

39
Eletroneuromiografia
(ENMG)
DESVANTAGENS /
CONTRAINDICAÇÕES

- Marcapasso, lesão de pele


- Plaquetopenia, uso de
anticoagulantes (CI relativa)

40
Eletroneuromiografia (ENMG)
Indicações

01 Dor ✔ Túnel do carpo, pinçamento de raízes nervosas,


radiculopatia

Distrofia muscular, doenças musculares,


02

Alteração motora miastenia gravis

03 Alteração sensitiva ✔ Neuropatias

41
Caso
clínico
Eletroneuromiografia

42
Veronica Lodge
26 anos
Estudante de psicologia
Há 2 meses com fraqueza muscular
progressiva.
Ocorre mais no final da tarde ou depois
de atividade física (uso repetitivo)

43
Veronica Lodge
26 anos
No final do dia (à tarde), refere:
- Peso nos olhos, dificuldade para abrir
os olhos
- Sensação de face derretendo
- Dificuldade para levantar os braços

44
Placa neuromuscular

Fenitoína 3mg/L

Albumina 2g/dL (3.5 - 5)

45
Placa neuromuscular

Fenitoína 3mg/L

Albumina 2g/dL (3.5 - 5)

46
Placa neuromuscular

47
Miastenia
Gravis
Doença autoimune
Anticorpos anti-receptor acetilcolina
(ACH)
Fraqueza progressiva após estímulos
repetidos
ENMG → potencial decremental
estímulo muscular > 10%

48
Revisão
eletrocardiograma
(ECG)
9
Eletrocardiograma

OBJETIVO
Visualizar a atividade elétrica
cardíaca através de 12
derivações (pontos) diferentes

50
Fisiologia cardíaca
Despolarização
VETOR ATRIAL

51
Fisiologia cardíaca
Despolarização
VETOR VENTRICULAR 1

VETOR VENTRICULAR 2

VETOR VENTRICULAR 3

VETOR VENTRICULAR 4

52
Eletrocardiograma
Aspectos técnicos

Registro elétrico
Calibração padrão (N)
1mV = 10mm
Velocidade 25mm/s

1 ⧠ equivale a...
1mm (lado vertical)
0.04s (lado horizontal)
53
Eletrocardiograma
Derivações
DI Braços D e E

Registro gráfico da atividade DII Braço D e perna E

elétrica cardíaca DIII Braço E e perna E


aVR Braço D
aVL Braço E

6 derivações do plano frontal aVF Perna E


V1 4 EIC (borda esternal D)
6 derivações do plano horizontal V2 4 EIC (borda esternal E)
V3 5 EIC E (entre V2 e V4)
V4 5 EIC E (linha hemiclavicular E)
V5 5 EIC E (linha axilar anterior)
54 V6 5 EIC E (linha axilar média)
Eixo cardíaco e vetores

Plano (eixo) frontal


DI 0o
DII +60o
DIII +120o
aVR -150o
aVL -30o
aVF +90o

55
Eletrocardiograma
Aspectos técnicos

56
Eletrocardiograma

Intervalo PR

Complexo
QRS

Intervalo QT

57
Vamos
treinar?
Eletrocardiograma

58
Frequência cardíaca (FC)

Para medir FC…

Contar quantos ⧠ tem entre duas


ondas R seguidas

FC = 1.500 / ⧠

59
Frequência cardíaca (FC)

Outro modo de calcular FC…

FC = 300 / ⧠
sendo que 5 ⧠ = 1 ⧠
60
Frequência cardíaca (FC)

61
Eixo cardíaco

Agora vamos tentar identificar o


eixo cardíaco?

Onda P (normal entre -30o e +90o)


Complexo QRS (entre -30o e +90o)

62
Eixo cardíaco
Deriv. frontais
avR avL
210o -30o

DI 0o
DII +60o DI
0o
DIII +120o
aVR +210o ou -150o
aVL -30o
aVF +90o
DIII avF DII
120o 90o 60o

63
Eixo cardíaco

1o PASSO:
Analisar D1 e avF DI
0o

avF
90o
64
Eixo cardíaco avL
-30o

2o PASSO:
Analisar D2 e avL

DII
60o
65
Eixo cardíaco avR
210o

3o PASSO:
Analisar D3 e avR

DIII
120o
66
Eixo cardíaco avR avL
210o -30o

4o PASSO:
Analisar todos juntos DI

D1 e avF
0o

D2 e avL
D3 e avR

Qual o eixo P e eixo QRS? DIII


avF
90o DII
120o 60o
67
Resumo avaliação ECG

1. Ritmo 2. Frequência 3. Onda P


Para o ritmo ser sinusal… cardíaca Eixo entre – 30o e +90o (origem sinusal)
onda P origem sinusal normal entre 50 - 100 Amplitude ≤ 0.25mV (2.5 ⧠ )
Cada onda P → 1 QRS FC = 1.500 / ⧠ Duração <120mS (3 ⧠ )

4. Intervalo PR 5. Complexo QRS 6. Segmento ST, Onda T e Intervalo QT


Duração 120 - 200mS (3 até Duração <120mS (3 ⧠ ) ST isoelétrico, Ponto J nivelado
5⧠) Amplitude frontal 5 – Onda T assimétrica, geralmente positiva
Cada onda P → 1 QRS 20mm (5 até 20 ⧠ ) Amplitude onda T entre 10 – 30% QRS
Morfologia variável Intervalo QT até 450mS (em ♂) e 470ms (em♀)
o o
Eixo entre – 30 e +90
68
Obrigado!

69
Métodos gráficos III
PERGUNTAS NORTEADORAS

Quais conhecimentos eu deveria ter nesse momento dentro da disciplina


MÉTODOS DIAGNÓSTICOS?

Como correlacionar outras disciplinas, métodos diagnósticos e as atividades


práticas?

2
OBJETIVOS APRENDIZADO

1. Conhecer os principais métodos gráficos, assim como modo de realização,


indicações e possíveis complicações.

2. Compreender detalhadamente o modo de realização de um eletrocardiograma


(ECG).

3. Saber realizar o diagnóstico de hipertensão através de medidas no consultório,


de medidas em casa e do exame MAPA.

3
Roteiro

Rever vídeo de ELETROCARDIOGRAMA (lembrar que tem erro nas derivações)


[Link]

08:00 - 08:45h Atividade em equipe

08:45h – 09:15h Fechamento

4
4
Turma T9
TURMA T9 - dividida em 06 grupos (08 a
09 alunos em cada grupo)

ROXO AMARELO

VERDE BRANCO

LARANJA PRETO

6
Discussão final
4
Fechamento
Discussão final
PERGUNTAS
O que vocês acharam do trabalho em
equipe?

Quais os seus pontos fortes / fracos?

No que a sua equipe precisa melhorar?

8
RACIOCÍNIO CLÍNICO

▸ O que é o raciocínio clínico?

RESPOSTA
Forma de pensar e de organizar os dados que permite atingir
metas clínicas específicas:
Diagnóstico
Tratamento
Acompanhamento
9
ORGANIZAÇÃO

DADOS / ANÁLISE
INFORMAÇÕES DIAGNÓSTICO
- Resumo clínico
- Anamnese - Descobrimento de
- Lista de doenças
- Ex. físico problemas
- Tratamento
- Entrevista com - Conhecimento
familiares técnico - Acompanhamento
e reavaliação
- Dados de - Geração de
prontuário hipóteses
- Exames - Teste das
complementares hipóteses
- Pensamento
crítico
10
▸ História / Anamnese: 80-85% dos diagnósticos
▸ Exame físico: 10%
▸ Exames complementares: 5-10% de elucidação

11
ORGANIZAÇÃO

▸ Organizar as informações de
forma adequada
▹ Localização anatômica
▹ Idade
▹ Cronologia
▹ Agrupar os sistemas
afetados
▸ Resumo das informações
▸ Lista de problemas

12
ORGANIZAÇÃO
ANATOMIA IDADE

- Abdome, tórax, membros, - Pediatria, Adulto, Idoso


... - Fatores de risco,
- Sist. Cardiovascular, prevalência
Respiratório, Digestivo, ...
- Periférico, central
- Direito, esquerdo
- Superior, inferior, medial,
...

CRONOLOGIA AGRUPAMENTO

- Agudo, subagudo, crônico - Concentrar os sintomas


- Contínuo, intermitente - Explicação única
- Piora, melhora, gatilhos
13 - Evolução temporal
ORGANIZAÇÃO
RESUMO DAS INFORMAÇÕES
Homem de 48 anos com dor aguda no hemitórax
esquerdo, piora com esforço e melhora com repouso,
sem irradiação. Apresenta tabagismo, sedentarismo
e história familiar de infarto do miocárdio.

Mulher de 37 anos com dor de cabeça subaguda,


frontal e temporal bilateral, piora com esforço ou no
trabalho, sem outros sintomas, melhora com
analgésicos comuns ou sono, sem relação com
período menstrual.
Mulher de 72 anos com esquecimentos,
dificuldade de comprar coisas e ir ao supermercado,
início há 6 meses, nega febre ou sintomas
sistêmicos, sem fatores de risco cardiovascular.
14
ORGANIZAÇÃO
LISTA DE PROBLEMAS

I. Febre e perda de peso a esclarecer


Tosse crônica com sangue (hemoptise)

II. Tabagismo ativo

III. Sedentarismo, desnutrição, perda


muscular

IV. Conflito familiar

V. Sobrecarga no trabalho, ansiedade,


insônia

15
Tipos de diagnóstico
Exemplos…

SINDRÔMICO ANATÔMICO ETIOLÓGICO


- Síndrome febril - Pernas (membros) ARTRITE: Gota, artrite reumatoide, artrite
infecciosa (séptica)
- Síndrome gripal / SRA - Coração
EDEMA GENERALIZADO: Insuf. Renal,
- Artrite - Pulmão cardíca, hepática, doenças vasculares

- Síndrome edemigênica - Rins


(edema generalizado)
- Fígado
- Cefaleia
- Digestivo
- Síndrome metabólica

16
Tipos de diagnóstico
Definição…

SINDRÔMICO ANATÔMICO ETIOLÓGICO


- Síndrome febril - ARTRITE: Gota, artrite reumatoide, artrite
Buscar reunir o infecciosa (séptica)
- Síndrome gripal
Agrupamento de quadro clínico
ETIOLOGIA é a
doença
- sinais e sintomas
Artrite
(sinais e
responsável
do paciente, sintomas) em
(culpada), a
buscando chegar uma parte
causa dos
a um grupo de específica do
problemas
doenças corpo (ou em um
apresentados...
sistema)

17
Obrigado!

18
Exames
anatomopatológicos
Referências
[Link]

[Link]

2
PERGUNTAS NORTEADORAS

Como coletar amostra de tecidos de um paciente para fazer diagnósticos mais


aprofundados?

Quando são necessários exames invasivos? Eles podem ter complicações?

Como conversar com pacientes sobre fazer exames invasivos e como falar sobre
os resultados?

3
OBJETIVOS APRENDIZADO

1. Conhecer os tipos de biópsia e os modos de retirada de tecidos de diferentes


locais (órgãos ou estruturas)

2. Saber as principais indicações, contraindicações e complicações de biópsias,


de forma criteriosa e utilizando a medicina baseada em evidências.

3. Desenvolver formas de comunicação novas para informação de resultados e


convencimento de procedimentos.

4
Roteiro

08:00 - 08:45h Atividade em equipe

08:45h – 09:15h Fechamento

INTERVALO
09:45h Aula teórica

5
4
Turma T9
TURMA T9 - dividida em 06 grupos (08 a
09 alunos em cada grupo)

ROXO AMARELO

VERDE BRANCO

LARANJA PRETO

7
Conceitos básicos 1
Microscopia

OBJETIVO
▸ Visualizar de forma
detalhada (microscópica)
estruturas, órgãos e
tecidos
Microscópio ótico

9
Conceitos básicos

10
Microscópio ótico

▸ Lente ocular (10x)

▸ Lentes objetivas (4x, 10x, 40x e 100x)

Microscópio ótico

11
Etapas do processo

COLETA PREPARAÇÃO PREPARADO


▸ Raspado ▸ Fixação HISTOPATOLÓGICO
PERMANENTE
▸ Punção ▸ Coloração
aspirativa ▸ Lâmina
▸ Corte
▸ Biópsia ▸ Lamínula
excisional ▸ Fatia (porção) de
▸ Necrópsia tecido / órgão

12
Microscopia ótica

VISÃO PREPARAÇÃO
PANORÂMICA / ▸ Fixação
PEQUENO
▸ Coloração
AUMENTO
▸ Corte
▸ 10x

COLORAÇÃO
▸ Hematoxilina e
eosina

13
Microscopia ótica

AUMENTO MÉDIO PREPARAÇÃO


▸ 40x ▸ Fixação
▸ Coloração
ASPECTOS GERAIS ▸ Corte
▸ Núcleos,
citoplasma,
aspecto
morfológico e
estrutural

14
Microscopia ótica

GRANDE AUMENTO PREPARAÇÃO


▸ 100x ▸ Fixação
▸ Coloração
VISUALIZAÇÃO ▸ Corte
DETALHADA
▸ Núcleos,
citoplasma,
aspecto
morfológicos e
estruturais
15
ERROS COMUNS...

AMOSTRAGEM ERROS / PRESENÇA DE


▸ Cada corte é ARTEFATOS OUTROS TECIDOS
uma pequena ▸ Podem ocorrer ▸ Pode haver
amostra erros que outros tecidos
▸ Algumas áreas prejudicam a confundidores,
podem não visualização como músculo,
estar ▸ Deve ser dada gordura, ...
representadas atenção à ▸ Isso acontece
preparação, no momento da
corte e coleta / disparo
coloração
16
Biópsia 2
Biópsia

OBJETIVO
▸ Obtenção de tecido
(material) para análise
histológica ou citológica.

▸ Visualização de estruturas
Microscópio ótico
celulares, aspecto
morfológico,
características gerais

18
▸ Agentes infecciosos
Biópsia
Modos de classificar
TIPO MODO DE TIPO DE AGULHA
▸ Incisional VISUALIZAÇÃO ▸ Aspirado de
▸ Excisional ▸ Visualização agulha fina
direta (exame (PAAF)
direto) ▸ Agulha grossa
▸ Guiada por USG
ou TC
▸ Endoscópica
▸ Aberta
▸ Aleatória
19
Biopsia
Modos de classificar
TIPO
▸ Incisional
ou Parte ou porção da
lesão
▸ Excisional

Toda a lesão (com


ou sem margem)
20
Biopsia
Modos de classificar
TIPO
▸ Incisional
ou
▸ Excisional

21
Biopsia
Modos de classificar
MODO DE VISUALIZAÇÃO
▸ Visualização direta
(exame direto)
▸ Guiada por USG ou TC
▸ Endoscópica
▸ Aberta
▸ Aleatória

22
Biopsia
Modos de classificar
MODO DE VISUALIZAÇÃO
▸ Visualização direta
(exame direto)
▸ Guiada por USG ou TC
▸ Endoscópica
▸ Aberta
▸ Aleatória

23
Biopsia
Modos de classificar
MODO DE VISUALIZAÇÃO
▸ Visualização direta
(exame direto)
▸ Guiada por USG ou TC
▸ Endoscópica
▸ Aberta
▸ Aleatória

24
Biopsia
Modos de classificar
MODO DE VISUALIZAÇÃO
▸ Visualização direta
(exame direto)
▸ Guiada por USG ou TC
▸ Endoscópica
▸ Aberta
▸ Aleatória

25
Biopsia
Modos de classificar
MODO DE VISUALIZAÇÃO
▸ Visualização direta
(exame direto)
▸ Guiada por USG ou TC
▸ Endoscópica
▸ Aberta
▸ Aleatória

26
Biopsia
Modos de classificar
MODO DE VISUALIZAÇÃO
▸ Visualização direta
(exame direto)
▸ Guiada por USG ou TC
▸ Endoscópica
▸ Aberta
▸ Aleatória

27
Biopsia
Modos de classificar
TIPO DE AGULHA
▸ Aspirado de
agulha fina
(PAAF)

Punção aspirativa por


agulha fina (PAAF)
Análise citológica

28
Biopsia
Modos de classificar
TIPO DE AGULHA Biopsia com agulha grossa
Análise histopatológica
▸ Agulha grossa (tecidual)

29
Aspectos gerais de
biópsias
3
Biopsia
CARACTERÍSTICAS
▸ Exame invasivo, serve para
diagnosticar doenças de
forma definitiva

▸ Padrão ouro de diagnóstico


de muitas doenças: Microscópio ótico
CÂNCER
DOENÇAS AUTO IMUNES
INFECÇÕES CRÔNICAS
31 ...
Biópsia
Indicações

✔ Nódulos suspeitos
01 Câncer, malignidade ✔ Avaliação de tecido anormal / aumentado (hiperplasia)
✔ Pontos aleatórios (biopsia randômica)

Investigação Quadros a esclarecer: infecção? câncer? doença


02

diagnóstica autoimune? ...

Acompanhamento de transplante rim, coração, ...


03

Acompanhamento ✔ Reavaliar tratamento, evolução, prognóstico

32
Biópsia
CUIDADOS ANTES DO
EXAME
▸ Orientações
▸ Consentimento
▸ Buscar reduzir chance de
complicações / erros Microscópio ótico
▹ Hemograma
▹ Coagulograma
▹ Identificar local
corretamente
33 ▹ Marcar local exato
Biópsia
COMPLICAÇÕES
▸ Sangramento
▸ Trombose
▸ Risco de metástase no local de
passagem da agulha
▸ Falso positivo
▸ Falso negativo

34
Biópsia

FALSO POSITIVO x FALSO NEGATIVO

Microscópio ótico

35
Outros exames 4
Outros exames

ESFREGAÇO MICROSCOPIA IMUNOFIXAÇÃO


RASPADO ELETRÔNICA IMUNOFLUORESCÊNCIA
ESCOVAÇÃO ▸ Visualização ▸ Formas de identificar
estruturas proteínas específicas
▸ Coleta de
muito menores
material de ▸ Imunoglobulinas,
forma direta ▸ Aumento 10 mil antígenos, marcadores
com escova ou vezes maior que celulares, expressão
lâmina microscopia genética, ...
ótica (0.004nm)
▸ Análise
citológica
37
Obrigado!

38
Pós-teste
Introdução
Total de pontos 80/100

Pós teste da disciplina de Métodos


diagnósticos do 5º semestre. Este teste é
individual, devendo ser realizado em sala
de aula, com tempo estimado de 15
minutos, e sem consulta.

0 de 0 pontos

CONSENTIMENTO DO ALUNO *
Para realizar o teste é necessário
concordar com as orientações acima.

CONCORDO COM TODOS OS


PONTOS DESCRITOS
PIN ENTRADA *

2025

Resposta correta

Resposta correta

Feedback

2025

CASO CLÍNICO 80 de 100


1 pontos

A população de São Bernardo do Campo,


município localizado a 23km de São Paulo
– SP, foi estimada em 844mil no ano de
2020. Sabemos que a prevalência de
hipertensão arterial no Brasil é de
aproximadamente 25% e estimando que
número muito semelhante de casos de
hipertensão também esteja ocorrendo na
população de São Bernardo (SBC).
Considere que a prevalência de 25% de
casos de hipertensão na população de São
Bernardo, representa pessoas
verdadeiramente doentes.
Foi realizada uma *20/20
campanha para descobrir
todos os pacientes
hipertensos dessa cidade,
utilizando medida de
pressão arterial (PA) por um
novo aparelho trazido dos
Estados Unidos, que até
fala! Qual poderia ser uma
estratégia para conseguir
flagrar o máximo possível
de doentes, para que
restasse o mínimo possível
de hipertensos sem
diagnóstico?

Medir várias vezes (de forma


seriada) a pressão de um paciente.

Tomar as precauções padrão antes


de medir, como esvaziar bexiga,
orientar o paciente a não fumar e
não tomar café.

Treinar os recursos humanos para


utilizar corretamente o aparelho.

Aumentar o tempo de duração


da campanha e instalar postos
de medição em vários pontos
da cidade.
Após realizada a *20/20
campanha em toda a
população, foram
encontrados 220.000 casos
de pressão elevada, de
acordo com análise pelo
aparelho novo adquirido
pela prefeitura. Sabendo
que desses casos, 211mil já
sabiam que tinham a
doença, enquanto 9mil se
mostraram surpresos com o
diagnóstico e foram aos
médicos generalistas do
sist. de saúde (SUS) tendo
sido assegurados que na
verdade não tinham
hipertensão, após várias
medidas consecutivas pelo
método padrão usual.

No manual de
instruções desse aparelho
consta que ele deixa passar
apenas 1 (um) caso de
hipertensão para cada 1.000
(mil) pacientes testados.
Responda às perguntas
abaixo.

Qual a especificidade (E)


desse aparelho,
desconsiderando as casas
decimais?
97%

98%

99%

100%

Qual o valor preditivo *0/20


negativo desse aparelho?

66%

70%

85%

99%

Resposta correta

99%
Qual a acurácia desse *20/20
aparelho? (Entenda acurácia
como a razão (proporção de
testes certos entre todos os
testes feitos).

66%

70%

85%

99%
O gráfico abaixo *20/20
representa uma curva ROC
(receiver operating
charactetistic), que serve
para ilustrar o modo de
funcionamento de sistemas
de classificação binários
(tais como sim ou não,
positivo ou negativo, entre
outros exemplos) à medida
que ocorrem mudanças no
limiar de detecção desse
sistema.
Observando as curvas, qual
o melhor sistema para
dividir de forma correta uma
população entre doentes e
não doentes?

Curva 1

Curva 2

Curva 3

Curva 4
IDENTIFICAÇÃO 0 de 0 pontos

NOME DO ALUNO *

nycolas fonseca gomes antunes dos santos

RA DO ALUNO *

1123100183

TURMA: *

T9A

T9B

T9C

T9D

PIN SAÍDA *

2424

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Formulários
Resolução do pós-teste AULA 1

Questão 1. Qual poderia ser uma estratégia para conseguir flagrar o máximo
possível de doentes, para que restasse o mínimo possível de hipertensos sem
diagnóstico?

Então vamos lá, querido pokemonzinhos, nada como responder a pergunta: a


pergunta é como encontrar o maior numero de hipertensos. Vamos às respostas: -
medir varias vezes a pressao do mesmo paciente so vai ser bom para diagnosticar
a hipertensao de um mesmo paciente. – tomar precauções como esvaziar bexiga
torna a medida mais confiavel, mas não aumenta a rastreabilidade, - treinar para
usar o aparelho – igualmente – so torna a medida mais confiavel.. Ter mais locais
para pedir e por mais tempo, sim, aumenta a rastreabilidade da doenca.

Questão 2.

Temos uma população de 844.000. Se 25% são hipertensos, 75% não são
hipertensos. Logo são 211.000 hipertensos e 633.000 não-hipertensos.

No enunciado o avaliador nos informa que:

Verdadeiro positivo (VP): 211.000 (fizeram o teste e eram hipertensos mesmo)

Falso positivo (FP): 9.000 (fizeram o teste, mas foi confirmado que NÃO são
hipertensos)

O aparelho detecta 999 a cada 1000 hipertensos, ou seja, a sensibilidade é de


99,9%.

Então faremos uma tabela 2x2:


Hipertenso Não-hipertenso População
Teste + 211.000 9.000 220.000
Teste - 0 624.000 624.000
211.000 633.000 844.000

Se temos 220.000 hipertensos em SBC e 211.000 (VP) foram detectados pelo


teste, 0 não foram detectados (FN).

Dos 633.000 não-hipertensos, 9.000 tinham teste positivo (FP), logo 624.000 tem
teste negativo e não são hipertensos (VN).

Sensibilidade = VP/ VP+ FN = 211.000 / 211.000 + 0 = 100% (que é ≈ 99,9% do


enunciado)

Especificidade = VN / VN + FP = 624.000/ 624.000 + 9.000 = 98,5% ≈ 98%

***Sensibilidade e Especificidade são sobre a doença. Sensibilidade trata sobre


quem é doente mesmo (VP e FN). Especificidade trata sobre quem é saudável (VN
e FP)***

Questão 3.

Valor Preditivo negativo (VPN) = VN/ VN+FN = 624.000 + 0 / 624.000 = 100%≈ 99%

Valor Preditivo positivo (VPP) = VP/ VP+ FP = 211.000 / 211.000 + 9.000 = 95,0%

*** VPP e VPN são sobre o teste em si. VPP quer saber sobre quanto o teste acerta
quando dá positivo. VPN quer saber sobre quanto o teste acerta quanda dá
negativo.***

Questão 4.

Acurácia = 624.000 + 211.000 / 844.000 = 98,9%≈ 99%


Questão 5. Novamente uma questao de leitura: qual o melhor sistema para dividir
de forma correta uma população entre doentes e não doentes?

Obviamente o melhor jeito de separar doentes e não-doentes é a curva abaixo. O


mais comum é que as doencas tenham a distribuição da curva 2, mas a MELHOR

é a curva 1.
Pós-teste Exames laboratoriais I
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CASO CLÍNICO 4

Pacientes com insuficiência cardíaca apresentam aumento do miocárdio (hipertrofia de


átrios e ventrículos) e um conjunto de sinais e sintomas característicos. Alguns pacientes
necessitam utilizar a medicação digoxina, que possui intervalo terapêutico estreito, entre
0.5 e 0.8ng/mL, sabendo dessas informações responda:

Qual a sequência de exame físico cardíaco? (Não considerar exame * 10 pontos

pulmonar e nem exame de vasos sanguíneos).

Inspeção, percussão, palpação e ausculta.

Inspeção, palpação e ausculta.

Preparação, inspeção estática e dinâmica, ausculta, palpação e percussão.

Inspiração, palpação, percussão e ausculta.


Paciente com intoxicação por digoxina podem apresentar palpitações, * 10 pontos
tontura, fraqueza muscular, letargia, confusão mental, perda de apetite,
náuseas, vômitos e dor abdominal. Marque a correção certa entre
terminologia popular e terminologia médica (técnica).

Batedeira no peito, palpitações

Esquecimento, tontura

Vontade de arrotar, eructações

Emagrecimento, hiporexia

De que forma a anamnese, o exame físico e a medicina baseada em * 25 pontos


evidências auxiliam nos exames complementares?

Uma boa anamnese pode chegar à uma hipótese diagnóstica correta em mais de 80% dos
casos. Nesse sentido, em associação a essa boa anamnese há os exames físicos e a
medicina baseada em evidências, de modo que se possa utilizar como alternativa de
verificação de diagnóstico somente os exames que realmente se relacionam ao caso em
questão, obtendo um resultado mais exato e mais rápido.

Como monitorizar medicamentos através de exames? * 25 pontos

Por meio da verificação da biodisponibilidade e da checagem das doses terapêuticas.

Página 5 de 6

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Pós-teste Exames laboratoriais I
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CASO CLÍNICO 3

Para funcionamento adequado, laboratórios precisam ter políticas de funcionamento em


concordância com as legislações municipal, estadual e nacional, treinamento adequado de
seus profissionais, protocolos operacionais padrão de todos os procedimentos que
realizam (em local de fácil acesso disponível para checagem e preferencialmente com
fotos ilustrativas), manutenção e calibragem periódica de seus aparelhos, normas de
biossegurança, entre outros fatores. Marque os itens corretos nas perguntas abaixo.

Segundo a padronização de reagentes presentes dentro de cada frasco, * 10 pontos


para coleta de hemograma completo, qual o frasco indicado?

Azul

Amarelo

Roxo

Cinza
Qual das orientações abaixo é correta e deve ser feita aos pacientes no * 10 pontos
momento de coleta de exames?

“Não dobrar o braço ou carregar peso por 30 minutos.”

“Fique quieto e não se mexa, se não lhe furo mais uma vez!”

“Suspender todos os remédios que você toma.”

“Segure esses tubos para me ajudar, não dá pra fazer tudo sozinho...”

O descarte de resíduo comum, infectante e materiais perfuro cortantes * 10 pontos


deve ser feito de forma adequada, sendo imperativa a necessidade do
plano de descarte de resíduos, um documento descrevendo fluxos de
descarte e remoção de resíduos hospitalares, contendo inclusive
descrição sobre empresas contratadas para auxílio nesse aspecto.
Marque a opção correta abaixo.

Grampos e alfinetes, lixo perfuro cortante (saco branco)

Gaze e luvas limpas, lixo comum (saco preto)

Papel toalha, lixo reciclável

Material de escritório, lixo comum (saco preto)

Página 4 de 6

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* Indica uma pergunta obrigatória

CASO CLÍNICO 2

Maurício Garcia, 55 anos, passou em médico na Unid. Básica de Saúde para


acompanhamento de suas doenças (hipertensão, diabetes, obesidade e dislipidemia). Após
a consulta médica, foi optado por realização de exames laboratoriais. Responda às
perguntas abaixo.

Em relação ao pedido de exames laboratoriais feito ao paciente, * 20 pontos


marque o item correto.

A hipótese diagnóstica de exame médico de rotina com a classificação


internacional de doenças (CID) Z10 é inválida e não deve ser escrita no pedido de
exames.

A história resumida deve contar detalhes de fatores biopsicossociais do paciente,


visando esclarecer as condições e fatores presentes no processo saúde / doença

O sistema único de saúde tem obrigação de realizar os exames pedidos pelo


médico da estratégia saúde da família (ESF), para isso deve-se escrever na
solicitação que o paciente não tem convênio e está morando na área próxima do
posto de saúde.

O material a ser examinado deve contar informações relevantes, como por exemplo
secreções ou líquidos corporais (sangue, suor, urina, fezes) ou então a parte do
corpo a ser examinada. Em alguns casos esse campo pode não ser preenchido se
for redundante ou houver apenas um material possível a ser examinado (obviedade
da solicitação).
O paciente realizou jejum de 10 à 12h para coleta dos exames e * 20 pontos
manteve as suas medicações de uso habitual. Ao deslocar-se até o
posto de coleta dos exames (laboratório) através do metrô, teve
escurecimento visual, tontura não vertiginosa e tremor de extremidades.
Sentiu muita tontura e não lembra mais de nada, vindo a cair ao chão.

Foi atendido por outros usuários do metrô que passavam, sendo


constatada hipoglicemia (glicemia capilar 52mg/dL). A respeito desse
assunto marque o item correto.

Não se pode dar o diagnóstico de hipoglicemia, pois trata-se de um teste rápido,


com grande sensibilidade, mas pouca especificidade.

O teste de glicemia capilar deve ser confirmado pela dosagem sanguínea de glicose
através de coleta do sangue venoso, portanto o paciente deve ir até o seu destino
final realizar a coleta de sangue para tratamento da hipoglicemia.

Pacientes com diabetes devem ser orientados sobre os sintomas de hipoglicemia,


visando reconhecimento e tratamento precoces. Nos casos de suspeita de
hipoglicemia, a primeira medida é confirmar o valor baixo da glicemia capilar (teste
de glicose em ponta de dedo).

Pacientes com tontura, mal estar, visão turva, tremores e desmaios são
considerados como tendo sintomas clássicos de hipoglicemia, devendo fazer
ingestão de carboidratos (glicose) como bolo, pão, arroz, macarrão ou batata para
alívio dos sintomas

Página 3 de 6

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CASO CLÍNICO 1

Durante a pandemia de Sars-Cov-2 (COVID 19) nos anos de 2020 até 2022, o Ministério da
Saúde adquiriu testes rápidos com o objetivo de diagnosticar o maior número de casos. Um
desses testes, fabricado pela empresa Abbott®, chamado Panbio COVID-19 Ag tem
sensibilidade de 91% e especificidade de 99%
([Link]
rapido-de-antigeno-para-
[Link]#:~:text=Resultados%20atualizados%20do%20estudo%20com,sintomas%20
nos%20%C3%BAltimos%20sete%20dias.)
Sabendo que nos anos de 2020, 2021 e 2022 foram notificados 36.302.415 (mais de
trinta e seis milhões) de casos de COVID ([Link]
BR&mid=%2Fm%2F015fr&gl=BR&ceid=BR%3Apt-419&state=1), responda às perguntas
abaixo.
Supondo que o teste da empresa Abbott fosse aplicado a todos os * 20 pontos
pacientes verdadeiramente doentes (aproximadamente 36 milhões de
pessoas notificadas), qual a quantidade de pessoas doentes seria
classificada erradamente, em virtude de ter o teste com resultado
negativo?

3.240.000

3.550.000

3.960.000

4.180.000

Além das conhecidas medidas de isolamento e uso de máscaras para * 20 pontos


controle da pandemia por Sars-Cov-2 (COVID 19) recomenda-se a
higienização das mãos para a população em geral e para profissionais
de saúde que estão dentro de serviços de saúde. Em qual das situações
abaixo é imperativo que seja feita a lavagem / higienização das mãos?

Antes / depois de tirar os óculos escuros na chegada ao hospital

Ao saudar / despedir-se de outro colega médico

Antes / após colocar luvas para realizar um procedimento

Logo após passar por corredores sujos / mal ventilados


Para solicitação do exame confirmatório de COVID 19, é necessário * 20 pontos
escrever uma justificativa plausível no pedido médico, visando garantir a
autorização do convênio médico ou a correta utilização dos recursos do
sistema único de saúde (SUS). Marque a melhor justificativa que deve
ser colocada no pedido de exames para Sars-Cov-2.

Paciente está nervoso, preocupado em ter se contaminado por sentiu seu corpo
estranho hoje de manhãzinha ao comer pão

Paciente com 3 dias de tosse, coriza e espirros, contato domiciliar com caso
positivo para COVID 19

Desejo atual, paciente afirma que conhece seu corpo e que não está normal!

Histórico de perda de peso há 3 meses, perda de força muscular, atualmente


acamado, nega febre ou dor.

Página 2 de 6

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Formulários
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I

Pós-teste Exames de Imagem I


Total de pontos 55/100

Pós-teste da disciplina de Métodos diagnósticos do 5º semestre. Este teste é individual,


devendo ser realizado em sala de aula, com tempo estimado de 15 minutos, e sem
consulta.

O e-mail do participante (nycolassantos@[Link]) foi registrado durante o envio deste


formulário.

0 de 0 pontos

CONSENTIMENTO DO ALUNO *
Para realizar o teste é necessário concordar com as orientações acima.

CONCORDO COM TODOS OS PONTOS DESCRITOS

PIN ENTRADA *

2025

Resposta correta

Feedback

2025

[Link] 1/10
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I

CASO CLÍNICO 1 30 de 45 pontos

Alessandra, 17 anos, paciente com 1.72m de altura, Peso 51kg, sem comorbidades
conhecidas. Chega ao pronto socorro com dispneia de início súbito, forte intensidade, FR
32irpm Sat 98%.

[Link] 2/10
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I

Paciente realizou o seguinte exame de RX tórax. Qual o diagnóstico *15/15


mais provável?

Pneumonia

Pneumotórax

Câncer de mama

Tromboembolismo pulmonar

[Link] 3/10
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I

Como estaria o exame físico do tórax da paciente Alessandra? * 15/15

Expansibilidade, frêmito toracovocal, timpanismo, murmúrio vesicular normal

Expansibilidade, frêmito toracovocal, timpanismo, murmúrio vesicular


ausente

Expansibilidade, frêmito toracovocal, timpanismo, sibilos expiratórios

Expansibilidade, frêmito toracovocal, timpanismo, murmúrio vesicular


ausente

A paciente realizou teste rápido de saturação de oxigênio com *0/15


resultado 98% (valor de referência 90 – 100%), o que pode explicar a
paciente estar com resultado normal nesse exame e ter uma patologia
pulmonar tão grave assim?

Reserva pulmonar em paciente jovem

Teste falso negativo

Baixa sensibilidade

Erro de aferição

Reserva pulmonar em paciente jovem

Caso Clínico 2 10 de 25 pontos

Aurora B. das Neves, 72 anos está internada na unidade de terapia intensiva com
diagnóstico de insuficiência cardíaca descompensada. Está com as pernas edemaciadas,
com dispneia e urinando pouco.

[Link] 4/10
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I

Foi realizado o seguinte exame de radiografia de tórax. Sobre esse *0/15


exame, podemos afirmar que:

O exame foi realizado em pé, pois dá pra ver ar no estômago (bolha gástrica).

A expansibilidade está reduzida, pois é possível ver poucas costelas, além de haver
uma grande opacidade nas bases pulmonares sugestivas de derrame pleural
(hipotransparência).

O exame teve qualidade muito ruim, não se podendo afirmar nada.

A paciente deve ser intubada imediatamente, pois tem pouco parênquima


pulmonar disponível

A expansibilidade está reduzida, pois é possível ver poucas costelas, além de haver
uma grande opacidade nas bases pulmonares sugestivas de derrame pleural
(hipotransparência).

[Link] 5/10
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I

Sabendo que as principais causas de insuficiência cardíaca são *10/10


hipertensão arterial e aterosclerose e que essas três doenças tem
relação direta com aumento do risco cardiovascular, seja na forma de
infarto do miocárdio, arritmias e morte súbita.

Além do exame radiografia de tórax, que outro exame é


mandatório ser realizado em pacientes com insuficiência cardíaca?

Eletrocardiograma

Tomografia de tórax

Cateterismo cardíaco

Peptídeo natriurético B

CASO CLÍNICO 3 15 de 30 pontos

Sandro Mendes, 25 anos tem histórico de cálculos renais desde os 20 anos de idade. Já
foi recomendado por vários médicos comer menor quantidade de sal, tomar mais líquidos,
comer frutas e verduras e ter uma alimentação mais balanceada, mas o paciente nem
tenta!

[Link] 6/10
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I

Ao chegar no pronto socorro, o paciente realizou RX abdome para *10/10


avaliar um quadro de dor abdominal importante do lado esquerdo, qual
o diagnóstico do exame abaixo?

Apendicite

Cálculo renal à esquerda

Gravidez

Constipação

Qual tipo de cálculo renal não aparece no exame de RX simples de *5/5


abdome?

Ácido úrico

Estruvita

Oxalato de cálcio

Fosfato de cálcio

[Link] 7/10
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I

Sabendo que a radiografia simples de abdome possui sensibilidade de *0/15


57% e especificidade de 76% para o diagnóstico de cálculo renal
(nefrolitíase), responda à alternativa correta.

Quando realizado, esse exame apresenta 34% de falso positivos

Esse exame apresenta 43% de falso positivos

Quando realizado, esse exame apresenta 34% de falso negativos

Esse exame apresenta 43% de falso negativos

Esse exame apresenta 43% de falso negativos

IDENTIFICAÇÃO 0 de 0 pontos

NOME DO ALUNO *

nycolas fonseca gomes antunes dos santos

RA DO ALUNO *

1123100183

TURMA: *

T9A

T9B

T9C

T9D

[Link] 8/10
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I

PIN SAÍDA *

2424

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[Link] 9/10
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I

[Link] 10/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II

Pós-teste Exames de Imagem II


Total de pontos 80/100

Pós-teste da disciplina de Métodos diagnósticos do 5º semestre. Este teste é individual,


devendo ser realizado em sala de aula, com tempo estimado de 15 minutos, e sem
consulta.

O e-mail do participante (nycolassantos@[Link]) foi registrado durante o envio deste


formulário.

0 de 0 pontos

CONSENTIMENTO DO ALUNO *
Para realizar o teste é necessário concordar com as orientações acima.

CONCORDO COM TODOS OS PONTOS DESCRITOS

PIN ENTRADA *

2025

CASO CLÍNICO 1 40 de 40 pontos

Marimar é uma moça que mora em frente à praia de Santos. Há 2 dias, ao andar
devaneadoramente na orla, pisou em uma agulha com seringa e restos de sangue na areia
da praia. Seu esposo, Sergio Santebañes, a trouxe até o pronto socorro para atendimento.

[Link] 1/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II

Qual o local de descarte correto de seringas e agulhas? * 10/10

Lixo comum

Lixo hospitalar

Lixo químico

Caixa de descarte pérfuro-cortante

[Link] 2/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II

Ao chegar no pronto socorro, foi evidenciada celulite no pé esquerdo. *10/10


Como podemos descobrir qual microorganismo está associado a esse
quadro?

Exames de bioquímica

Exames de cultura

Exames de imagem

Exames endoscópicos

[Link] 3/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II

Sabendo que a celulite é um processo infeccioso de partes moles *10/10


superficiais (pele, tecido subcutâneo e tecido conjuntivo), onde não há
o envolvimento de vasos, planos musculares profundos e nem ossos.
Qual o melhor modo de visualização dessas estruturas no ultrassom?

Modo A

Modo B

Modo doppler

Modo duplex

Para realizar exame de ultrassonografia dessa paciente, qual o pedido *10/10


mais correto?

Caso Clínico 2 40 de 60 pontos

A unidade de terapia intensiva (UTI) de um hospital é um local onde ficam pacientes


críticos, acometidos por doenças cardiovasculares, respiratórias e neurológicas graves,
entre outras. Acerca desse tema, responda às perguntas abaixo.

[Link] 4/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II

Em pacientes que estão em leitos de terapia intensiva, exames de *0/10


ultrassonografia podem ajudar no diagnóstico de doenças abdominais.
Marque o item que correlaciona corretamente o exame e a área do
corpo a ser estudada

Ultrassom abdome superior; rins e vias urinárias

Ultrassom doppler perna D; fratura de fêmur D

Ultrassom rins e vias urinárias; cálculo renal

Ultrassom transvaginal; próstata e vesículas seminais

Ultrassom rins e vias urinárias; cálculo renal

[Link] 5/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II

Nos pacientes de UTI, é muito comum a realização de radiografia de *10/10


tórax para avaliação pulmonar, cardíaca ou acompanhamento. Em
relação ao exame abaixo, qual o principal problema técnico?

Posicionamento

Penetração elevada de raios (raio X hiperpenetrado)

Magnificação cardíaca

Inspiração ruim

[Link] 6/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II

O paciente do leito 4 da UTI do Hospital de Urgência está com *10/10


suspeita de sangramento gá[Link] exame pode confirmar esse
diagnóstico e ainda tratar alguma lesão encontrada?

Endoscopia digestiva alta

Cápsula endoscópica

Ultrassom abdome total

Hemograma completo

Exames de ultrassom do tipo doppler são melhor utilizados para que *10/10
estrutura?

Veias profundas

Linfonodos inguinais

Rins e vias urinárias

Parede abdominal

[Link] 7/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II

Um paciente de 50 anos, com histórico de febre persistente há 2 *10/10


semanas, sopro cardíaco novo e episódios de calafrios, é internado
com suspeita de endocardite infecciosa. Um ecocardiograma
transtorácico (ETT) é realizado, mas não identifica vegetações.

Pergunta: Qual o próximo passo diagnóstico mais adequado?

Repetir o ETT após 72 horas

Solicitar um ecocardiograma transesofágico (ETE)

Aguardar hemoculturas para definir necessidade de imagem

Indicar tratamento empírico e reavaliar após 7 dias

Um paciente de 68 anos, hipertenso e diabético, apresenta dispneia *0/10


progressiva aos esforços e edema de membros inferiores há três
meses. O exame físico revela crepitações pulmonares bibasais e
turgência jugular aumentada.

Pergunta: Qual das seguintes informações obtidas pelo


ecocardiograma transtorácico seria mais útil para o diagnóstico da
condição do paciente?

Estimativa da fração de ejeção do ventrículo esquerdo

Avaliação da espessura da parede do ventrículo direito

Detecção de derrame pericárdico

Cálculo da pressão sistólica da artéria pulmonar

Estimativa da fração de ejeção do ventrículo esquerdo

IDENTIFICAÇÃO 0 de 0 pontos

[Link] 8/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II

NOME DO ALUNO *

nycolas fonseca gomes antunes dos santos

RA DO ALUNO *

1123100183

TURMA: *

T9A

T9B

T9C

T9D

PIN SAÍDA *

2424

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Formulários

[Link] 9/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II

[Link] 10/10
Pós-teste Exames de Imagem III
Total de pontos 90/100

Pós-teste da disciplina de Métodos diagnósticos do 5º semestre. Este teste é individual,


devendo ser realizado em sala de aula, com tempo estimado de 15 minutos, e sem
consulta.

O e-mail do participante (nycolassantos@[Link]) foi registrado durante o envio deste


formulário.

0 de 0 pontos

CONSENTIMENTO DO ALUNO *
Para realizar o teste é necessário concordar com as orientações acima.

CONCORDO COM TODOS OS PONTOS DESCRITOS


PIN ENTRADA *

1854

Resposta correta

Resposta correta

Feedback

2025

CASO CLÍNICO 1 40 de 50 pontos

Sr. Alcindo, 72 anos, possui câncer de pele do tipo melanoma em tratamento com
dermatologista. Hoje de manhã teve convulsões e rebaixamento do nível de consciência,
sendo levado ao pronto socorro.
Paciente sonolento, abre os olhos apenas quando feito estímulo *10/10
doloroso, fala desconexa. Foi realizado teste rápido de glicemia capilar
com resultado de 98mg/dL

Podemos afirmar:

Glicemia capilar normal, podemos dizer que provavelmente não se trata de


hipoglicemia, mas o ideal seria fazer o teste no momento das crises.

Paciente com diabetes, devendo ser iniciada insulina

Paciente com hipoglicemia, o que justifica as alterações neurológicas

Paciente com alteração na glicemia, devendo ser orientado a fazer atividade física
e perda de peso.
O paciente realizou ressonância magnética de crânio com o seguinte *10/10
resultado. Em que lobo cerebral existe alteração?

Frontal

Parietal

Temporal

Occipital
Como descrever a lesão acima? * 10/10

Nas figuras A e C, a lesão está hipointensa.

Nas figuras A e C, a lesão está hiperintensa.

Lesão nodular hipodensa.

Lesão nodular hipoecogênica

O líquido cefalorraquidiano (LCR) apresenta intensidade variável nas *10/10


sequências de ressonância. Na sequência de imagem Letra A acima,
qual tempo podemos classificar?

T1

T2

T3

T4
Também foi realizada tomografia de abdome total para o paciente *…/10
acima. Existe alguma lesão metastática ou as estruturas estão todas
normais? Se sim, qual estrutura está alterada?

sim, há uma alteração, provavelmente tumorosa ou um trombo, na aorta abdominal.


Além disso, identifica-se uma imagem com hiperintensa em T2.

Respostas corretas

Não. Adrenal esquerda.

Adrenal Esquerda

Feedback

Adrenal esquerda aumentada e heterogênea.

Caso Clínico 2 20 de 20 pontos


Maria Alcebíades, 63 anos, apresenta queixas de fraqueza, mal estar e indisposição.

Chega com exame de cálcio sérico (Ca) = 13.5 (valor normal 8.4 – 10mg/dL).

O médico que estava atendendo Dona Maria decidiu pedir o seguinte *10/10
exame.

Qual estrutura está sendo visualizada na cintilografia acima?

Região cefálica

Região cervical

Região do tórax

Região do abdome
Sabendo que a paciente possui a cintilografia mostrada acima e *10/10
níveis de cálcio no sangue aumentados, que exame laboratorial o
médico viu alterado que ajudou a indicar a necessidade da
cintilografia?

Prolactina

Gastrina

Paratormônio (PTH)

Hormônio folículo estimulante (FSH)

CASO CLÍNICO 3 30 de 30 pontos

Exames de tomografia computadorizada conseguem visualizar melhor várias estruturas:


ossos, órgãos sólidos, vísceras, entre outros. Para visualização de estruturas
vascularizadas (vasos, metástases, ...) utiliza-se contraste iodado para identificar melhor
essas lesões.

Sabendo que o contraste com iodo pode causar injúria renal aguda e reação alérgica,
responda as perguntas abaixo.
Marque o item correto. * 10/10

Antes de fazer o exame com iodo, deve ser respondido um questionário com
perguntas como: “O senhor (a) tem alergia a alguma substância?” ou então “Já
utilizou contraste antes?” Essas perguntas devem ser imediatamente arquivadas e
visualizadas depois do exame ser feito, caso haja algum evento adverso.

O paciente responsabiliza-se por todos os eventos adversos que ocorrerem com


ele, devendo saber do que se trata o exame e o contraste que irá receber.

As principais reações alérgicas ao contraste ocorrem no momento da infusão


endovenosa do contraste, portanto quando o paciente referir algum sintoma, deve-
se pedir para ter calma e orientar falar relatar ao médico na consulta de retorno.

Antes de fazer tomografia com contraste, deve ser realizada função renal do
paciente, através de exames como ureia e creatinina.
Para visualizar obstrução de vasos nos exames contrastados, *10/10
buscamos acompanhar o caminho do contraste dentro dos vasos
sanguíneos e tentar visualizar se existe parada brusca ou interrupção.

Visualizando o exame acima, qual pode estar sendo a queixa do


paciente?

Dispepsia

Dispneia

Dispareunia

Disartria
A radiologia intervencionista é uma especialidade capaz de alinhar *10/10
métodos de imagem com procedimentos diagnósticos ou
terapêuticos. O procedimento abaixo pertence a essa categoria.

Qual pode ser a aplicação do seguinte exame?

Qual via de acesso está sendo utilizada?

Qual probe (sonda) de ultrassonografia está sendo utilizada?

Traqueostomia; Intratraqueal; Convexa.

Nódulo suspeito; Percutânea; Linear.

Acesso venoso; Via endovenosa; setorial.

Procedimento estético; intratecal; endocavitário.

IDENTIFICAÇÃO 0 de 0 pontos
NOME DO ALUNO *

nycolas fonseca gomes antunes dos santos

RA DO ALUNO *

1123100183

TURMA: *

T9A

T9B

T9C

T9D

PIN SAÍDA *

0741

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Formulários
Form. 9 - MÉT. DIAGNÓSTICOSTotal de pontos 50/50

TEMAS: Métodos gráBcos

O e-mail do participante ([Link]@[Link]) foi registrado durante o envio deste


formulário.

CASO CLÍNICO 1 35 de 35 pontos

Suely Borges,
55 anos, negra (autodeclaração), natural e residente em São Paulo - SP

Paciente
está há 4 meses com dispneia aos esforços, chiado no peito e secreção
amarelada. Refere piora temporal desse sintoma, apresentando atualmente
durante todo o dia, em repouso e com diBculdades para tomar banho em pé,
Bcando sentada em uma cadeira de plástico.

Histórico
de tabagismo desde os 15 anos de idade, total de 60 maços/ano. Etilismo
eventual, nega drogas ilícitas. Nega comorbidades ou medicações.

Ao exame:
regular estado geral, dispneica, emagrecida. Sinais vitais: FC 54bpm PA
144x84mmHg FR 25irpm T 36oC Sat 95%

Tórax sem
alterações estruturais, movimentos respiratórios normais, frêmito torácico
normointenso, percussão do tórax evidenciando som claro pulmonar. Ausculta
respiratória com murmúrio vesicular universal bilateralmente, sem ruídos
adventícios.

Demais
aspectos do exame físico normais.
Sobre a história clínica e exame físico da paciente, marque o item *5/5
correto.

A realização de história e exame físico é importante em uma consulta


médica, possibilitando desenvolvimento de raciocínio e melhora da relação
médico / paciente, levando o proBssional a tratar e seguir esse doente de
uma forma produtiva e adequada.

Faltam vários aspectos dessa paciente, tais como condições de moradia e


trabalho, uso de medicações, comorbidades, entre outros aspectos, devendo a
anamnese da paciente Suely ser recoletada.

Doenças pulmonares podem causar dispneia, incorrendo em alterações no


exame físico torácico. No caso em questão, os achados normais ao exame físico
do tórax indicam doença cardíaca ou renal.

A paciente está com pressão aumentada, devendo repetir a medição após alguns
minutos, possibilitando o diagnóstico correto e início de medicações anti-
hipertensivas.
Qual a sintoma principal da paciente Suely? * 5/5

Dispneia aguda

Dispneia crônica

Síndrome do aumento da frequência respiratória

Síndrome edemigênica

Qual o diagnóstico anatômico mais provável de Suely? * 5/5

Pulmões, vias aéreas e coração

Nariz, boca e seios paranasais

Pulmões, diafragma, pleura e pericárdio

Cabeça, tórax e região cervical


Para elucidação correta do diagnóstico, podemos realizar exames *5/5
complementares que sejam capazes de confirmar ou refutar as
hipóteses elencadas. Marque a associação correta entre suspeita
diagnóstica e exame complementar.

Asma e ecocardiograma

Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e ultrassom tórax

InsuBciência cardíaca e polissonograBa

Hipertensão arterial e MAPA

A paciente Suely realizou o seguinte eletrocardiograma (ECG). Qual o *5/5


valor da frequência cardíaca e do intervalo PR?

58bpm e 160ms

58bpm e 240ms

48bpm e 160ms

48bpm e 240ms
Qual o eixo da onda P do eletrocardiograma em questão? * 5/5

Entre 0 e + 30

Entre + 30 e + 90

Entre - 30 e + 90

Entre – 30 e + 30

A paciente Suely também realizou o seguinte exame. Qual o diagnóstico *5/5


principal?
Pressão arterial (PA) normal em todos os períodos analisados

Pressão arterial aumentada na média total 24h

Pressão arterial aumentada no período vigília

Pressão arterial aumentada no período sono


CASO CLÍNICO 2 15 de 15 pontos

Madeline, 50 anos, branca, solteira,


natural e residente em São Bernardo

Paciente assintomática, nega queixas, porém


vem ao médico cardiologista para realização de rastreamento anual. Tem orgulho
de dizer que faz teste ergométrico, eletrocardiograma e cintilograBa cardíaca
anualmente, porém atividade física não tem muito tempo...

Nega tabagismo ou etilismo, utiliza


Pantoprazol diariamente por sintomas dispépticos quando come carboidratos ou
alimentos com pimenta.

Sobre essa paciente, responda as questões abaixo.

Como age a medicação PANTOPRAZOL que a paciente está tomando? * 5/5

Inibição da secreção de gastrina

Ligação direta aos ácidos gástricos

Bloqueio bomba de H+ nas células parietais gástricas

Antagonismo adrenérgico
Ao medir a pressão arterial da paciente, tivemos o resultado de *5/5
148x92mmHg, qual dos itens abaixo contém três (3) situações que
sabidamente alteram as medidas de pressão arterial?

Pernas cruzadas, bexiga cheia e atividade física.

Uso de pantoprazol, sexo feminino e solteira

Sono, tamanho do manguito, consumo de carboidratos.

Cigarro, álcool e uso de roupas quentes.


A paciente fez o seguinte exame. Porque a derivação aVR está com onda *5/5
P e complexo QRS negativos?

Eletrodo posicionado incorretamente

Sobrecarga átrio esquerdo

Representação normal em 210 graus

Porque a paciente tem dextrocardia

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Formulários
Métodos Gráficos - Turma CTotal de pontos 90/100

Questionário avaliativo da disciplina de Métodos diagnósticos do 5º semestre.

O e-mail do participante (nycolassantos@[Link]) foi registrado durante o envio deste


formulário.

0 de 0 pontos

CONSENTIMENTO DO ALUNO *
Para realizar o teste é necessário concordar com as orientações acima.

CONCORDO COM TODOS OS PONTOS DESCRITOS

PIN ENTRADA *

4237

Resposta correta

Resposta correta

Feedback

2025
INFORMAÇÕES 0 de 0 pontos

ESTE FORMS TERÁ A DURAÇÃO DE 1:00h. APÓS O TÉRMINO OS ALUNOS DEVEM


ESPERAR A LIBERAÇÃO.

ATENÇÃO: NA EXISTÊNCIA DE FOTOS, GRÁFICOS OU CASOS CLÍNICOS, AS


PERGUNTAS REFERENTES AOS MESMOS ESTARÃO SEPARADOS POR SEÇÕES

IMPORTANTE: NA ÚLTIMA SEÇÃO SERÁ SOLICITADO O PREENCHIMENTO DO SEU


NOME E O RA. APÓS COLOCAR SEUS OS DADOS, CHAME O PROFESSOR. NÃO
ENVIE A PROVA SEM AUTORIZAÇÃO DELE.

1. A interpretação das questões integra a avaliação. Portanto, não será permitida


nenhuma pergunta particular aos professores cuidadores durante a prova;
2. O forms conta com a função "autosave". Por esse motivo não é necessário o
uso de uma folha de rascunho. Sendo assim, não é permitido o uso de folhas de
rascunho de qualquer espécie. Você deve estar sem material algum para a
realização da prova.
3. Todo o material dos alunos (pertences, bolsas, mochilas, estojo, comida, bebida,
smartwatchs e similares, e celulares desligados) deverá ser colocado abaixo da
lousa.
4. O aluno que for flagrado portando qualquer dispositivo de comunicação terá a
prova recolhida e a nota da prova, automaticamente, será zero. Isso inclui celulares
e smartwatch, mesmo que não seja pego em flagrante uso.
5. O aluno que for flagrado portando qualquer material que seja entendido como
cola, ou com material referente ao assunto da prova, ou ainda, que for flagrado
colando, tentando colar de outro aluno, ou dando cola para outro aluno, terá a
prova recolhida e a nota da prova, automaticamente, será zero.
6. A prova tem 10 questões objetivas somando 100 pontos (10 cada).
[Link]ê poderá avançar e retornar entre as seções. Suas respostas só serão
enviadas ao clicar em "ENVIAR".
BOA PROVA!
RESPONDA AS QUESTOES 90 de 100 pontos

Qual é o principal objetivo do Eletrocardiograma (ECG)? * 10/10

Medir a pressão arterial durante um período de 24 horas.

Visualizar a atividade elétrica cardíaca através de 12 derivações

Avaliar a resposta do coração ao esforço físico

Visualizar a atividade elétrica cardíaca através de 11 derivações

O que é monitorado pelo Holter? * 10/10

A atividade elétrica cardíaca por 24 horas.

A pressão arterial de forma ambulatorial.

Os movimentos corporais durante o sono.

A atividade elétrica cerebral em repouso.

O teste ergométrico é utilizado para avaliar: * 10/10

A pressão arterial durante realização de esportes radicais.

A resposta elétrica do coração diante da isquemia durante o esforço físico.

A atividade elétrica do coração em repouso.

A qualidade do sono e as fases do sono REM e não-REM.


A paciente realizou o exame abaixo. Qual o valor da frequência *10/10
cardíaca?

75bpm

60bpm

40bpm

100bpm
Quanto dura o intervalo PR? * 10/10

0.12s

0.24s

0.36s

0.48s
Qual o nome dessa onda? * 10/10

U
Terezinha realizou o seguinte exame. Qual o mais provável sintoma da *10/10
paciente?

Edema

Fraqueza

Palpitações

Convulsões
Qual das seguintes afirmações é verdadeira sobre a Monitorização *10/10
Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA)?

É um exame que mede a pressão arterial apenas durante o dia.

A MAPA é usada para detectar o fenômeno do avental branco e a hipertensão


mascarada

O custo e a higiene não são considerações importantes no uso da MAPA.

MAPA deve ser realizada sem interrupções durante a noite para garantir a precisão.

Qual é o principal propósito da polissonografia? * 10/10

Avaliar a atividade elétrica cerebral durante a vigília.

Medir a pressão arterial durante o sono.

Avaliar aspectos quantitativos do sono e detectar distúrbios como a apneia do


sono.

Diagnosticar e tratar hipertensão arterial sistêmica.


Quais são as indicações para realizar uma eletroneuromiografia *0/10
(ENMG)?

Avaliar distúrbios do movimento e arritmias cardíacas.

Monitorar a pressão arterial e a frequência cardíaca.

Avaliação funcional de nervos periféricos e detecção de doenças musculares.

Exame é contraindicado para todos os pacientes com dispositivos implantáveis


como marcapassos.

Resposta correta

Avaliação funcional de nervos periféricos e detecção de doenças musculares.

IDENTIFICAÇÃO 0 de 0 pontos

NOME DO ALUNO *

nycolas fonseca gomes antunes dos santos

RA DO ALUNO *

1123100183
TURMA: *

T9A

T9B

T9C

T9D

PIN SAÍDA *

5678

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