E Compressed
E Compressed
Parte I
Roteiro
2
Amostras, pedidos e
laudo 1
Coleta de amostras
▸ Precauções padrão
▸ Manuseio e descarte de agulhas e luvas
4
Coleta de amostras
5
Tubos de coleta
6
Procedimento de coleta
▹ dispositivo agulhado
▸ Transporte e
acondicionamento
▸ Análise o mais breve possível
▸ Atenção para as
especificações de cada teste
8
Pedido de exames
3. Comentários
4. Conclusões
16
Testes rápidos
VANTAGENS DESVANTAGENS
✔ Melhora do resultado e do ✔ Necessidade de treinamento, difícil
fluxo de trabalho garantir qualidade
✔ Acelera a tomada de decisão ✔ Métodos diferentes (interferência e
clínica limitações
✔ Dispositivos portáteis ou ✔ Resultados podem não ser
manuais (portabilidade) comparáveis
✔ Pequeno volume de amostra ✔ Dificuldade de divulgação do
resultado
✔ Elimina necessidade de
17
transporte ✔ Custo maior
Testes rápidos
Bioquímica
Eletrólitos
Ureia
Creatinina
Hemoglobina
Hematocrito
Coagulação
Painel de drogas
Bioquímica
Eletrólitos
Ureia Tempo de
Creatinina protrombina (TP /
Hemoglobina INR)
Hematócrito
Coagulação
Gasometria
Painel de drogas
Lactato
Bioquímica
Eletrólitos
Ureia Tempo de
Glicemia capilar
Creatinina protrombina (TP /
(DEXTRO)
Hemoglobina INR)
Hematócrito
Coagulação
Gasometria
Painel de drogas Teste rápido para HIV
Lactato
Bioquímica
Eletrólitos
Ureia Tempo de BNP
Glicemia capilar
Creatinina protrombina (TP / Painel cardíaco
(DEXTRO)
Hemoglobina INR) D-dímeros
Hematócrito
Coagulação
22
Meredith
45 anos
Médica do Seattle Grace Hospital
23
Meredith
45 anos
O que perguntar?
24
Meredith
45 anos
HISTÓRIA DA DOENÇA ATUAL
Paciente com tosse improdutiva, coriza
e dor de garganta.
Nega febre, nega mialgia,
alimentando-se bem.
Início sintomas 09/02/2025
25
Testes COVID 19
26 [Link]
Quando fazer os testes?
▸ Presença de sintomas
▸ Após 5 dias de contato com fonte (paciente)
positivo
▸ Pacientes em contexto de alto risco
27 [Link]
Teste rápido COVID 19
28
Caso
clínico 2
Teste rápido gravidez
29
Offred
30 anos
Queixa-se de náuseas e vômitos
matinais há 3 dias.
31
Teste rápido de gravidez
32
Caso
clínico 3
Glicemia capilar (DEXTRO)
33
Wandinha
16 anos
Chega ao pronto socorro sonolenta,
com disartria.
34
Teste de glicemia capilar
MATERIAIS
▸ Bandeja retangular
▸ Glicosímetro
▸ Lanceta ou agulha
▸ Algodão
▸ Álcool 70%
35 ▸ Luvas de procedimento
Teste de glicemia capilar
36
Teste de glicemia capilar
MODO DE REALIZAÇÃO
▸ Separar o material necessário
▸ Higienizar as mãos
37
▸ Colocar as luvas
Teste de glicemia capilar
MODO DE REALIZAÇÃO
▸ Separar o material necessário
▸ Higienizar as mãos
38
Teste de glicemia capilar
MODO DE REALIZAÇÃO
▸ Colocar as luvas
39
Teste de glicemia capilar
MODO DE REALIZAÇÃO
▸ Secar e comprimir o local da punção, verificando se cessou o
sangramento
41
IMPORTANTE
GLICEMIA CAPILAR
- Coleta na ponta do dedo
x
GLICOSE JEJUM
- Coleta em veia periférica ou artéria
42
- Análise laboratorial com emissão de resultado
Monitorização de
fármacos 3
Monitorização de fármacos
45
Princípios farmacológicos
47
Caso
clínico 4
Fenitoína
48
Arthur F.
34 anos
Paciente com histórico de epilepsia, em
uso de Fenitoína há 5 anos.
50
Fenitoína
Coleta ▸
Pelo menos 2 dias de
dose mantida estável
Colher 1h antes da
próxima tomada
51
Arthur F.
34 anos
Paciente está com níveis baixos de
Fenitoína,
52
Outros fármacos que
podemos dosar…
Aminoglicosídeos
Vancomicina
Digoxina
Ciclosporina, Tacrolimus
Methotrexate
Lítio, valproato, fenitoína, fenobarbital, ...
53
Obrigado!
54
Exames Laboratoriais
Parte II
Roteiro
2
Microbiologia 4
Introdução
▸ Vírus ▸ bbbb
▸ Bactérias
▸ Fungos
▸ Parasitos
▸ Imunologia
4
Introdução
▸ Vírus ▸ bbbb
▸ Bactérias
▸ Fungos
▸ Parasitos
▸ Imunologia
5
Diagnóstico microbiológico
6
Quando suspeitar de infecções?
▸ Febre ▸ Calafrios
▸ Contagem elevada de ▸ Linfadenopatia
neutrófilos
▸ Hepatoesplenomegalia
▸ Sintomas respiratórios,
digestivos
▸ Perda de peso
7
Quando suspeitar de infecções?
▸ Febre ▸ Calafrios
NENHUM
▸ Contagem elevada de DESSES SINAIS OU
▸ Linfadenopatia
neutrófilos SINTOMAS SÃO
▸ Hepatoesplenomegalia
CONFIRMATÓRIOS...
▸ Sintomas respiratórios,
digestivos
▸ Perda de peso
▸ Lesões de pele ▸ Dor, calor, hiperemia,
tumoração
8
Técnicas de visualização
MICROSCOPIA MÉTODOS DE EXAME
▸ Luz ▸ Exame direto: a fresco (água ou
▸ Campo escuro salina), base (hidróx. potássio ou
KOH), tinta da China (nanquim), lugol
▸ Contraste de fase Colorações usuais: Gram,
▸ Fluorescência hematoxilina, metenamina prata, azul
de toluidina, tricrômio,
▸ Eletrônica Wright-Giemsa
▸ Colorações álcool resistentes:
Ziehl-Neelsen, .....
9 ▸ Colorações fluorescentes
Cultura
▸ Radioimunoensaio
▸ Imunodifusão
▸ Fixação de complemento
▸ Imunofluorescência
▸ Inibição da hemaglutinação
▸ Ensaio imunoenzimático
▸ Aglutinação em látex
▸ Citometria de fluxo
▸ Neutralização
▸ ELISA (ensaio de
imunoabsorbância ligada à
enzima)
▸ Western blot
12
Diagnóstico sorológico
▸ Imunodifusão
▸ Imunofluorescência
▸ Ensaio imunoenzimático Detecção de antígenos ou
anticorpos por ligação direta ou
▸ Citometria de fluxo indireta...
▸ ELISA (ensaio de
imunoabsorbância ligada à
enzima)
▸ Western blot
13
Caso
clínico 1
Meningite
14
Eleven
14 anos
Chega ao pronto socorro com fortes
dores de cabeça, febre 39oC e dor no
corpo.
Staphylococcus aureus
16
Causas de meningite
Streptococcus pneumoniae
(pneumococo)
17
Causas de meningite
Neisseria meningitidis
(meningococo)
18
Causas de meningite
Listeria monocytogenes
19
Causas de meningite
▸ Cocos ou bacilos
▸ Gram negativos
Haemophilus influenzae
20
Causas de meningite
Cryptococcus neoformans
21
Causas de meningite
Treponema pallidum
22
Causas de meningite
Treponema pallidum
23
Causas de meningite
Tripanossoma cruzi
(forma tripomastigota)
24
Caso
clínico 2
Outros microorganismos
25
Outros microorganismos
▸ Células gigantes
multinucleadas
▸ Raspado das lesões de
pele (Tzanck)
Paracoccidioides brasiliensis
27
Outros microorganismos
▸ Exame a fresco
▸ Hifas (fragmentação ou esporulação)
Fungos
28
Exames laboratoriais
comuns 5
Exames laboratoriais comuns
▸ Hemograma ▸ Eletrólitos
▸ Função renal ▸ Gasometria
▸ Função hepática ▸ Testes endócrino / metabólicos
▸ Lesão hepática / vias biliares ▸ Exames reumatológicos /
▸ Lesão cardíaca e muscular inflamatórios
▸ Perfil lipídico
▸ Teste de glicemia e outros
30
Avaliação
da medula
31
Hemograma
IMPORTANTE
▸ Conferir nome, data e hora
▸ Interpretar os resultados baseado no quadro
clínico e doenças prévias
AULA 12...
33
Avaliação dos rins
34
Avaliação dos rins
▸ Funções normais
▹ Excreção de substâncias
▹ Regulação pressão
▹ Controle de líquidos,
35
eletrólitos, ácidos e bases
Função renal
▸ Ureia (Ur)
▸ Creatinina (Cr)
▸ Influenciado por idade, sexo, massa muscular, medicamentos, dieta e doença renal
VALOR NORMAL 0.60 – 1.20mg/dL
▸ Exame de imagem dos rins: forma, aspecto e tamanho (tomografia, ultrassom, ressonância)
▸ Cintilografia
▸ Biomarcadores
38
Avaliação do fígado e vias biliares
▸ Anatomia (MACRO e MICRO)
▹ Aspecto do órgão Ultrassom
Tomografia
▹ Forma e estrutura dos
hepatócitos
Ressonância
▸ Funções normais
▹ Produção de fatores de
coagulação
▹ Produção de albumina
▹ Metabolização de
39 substâncias
Função hepática
▸ Albumina
▸ Indica estado nutricional, dieta, doença hepática, outras doenças crônicas
VALOR NORMAL 3.5 – 4.5g/dL
▸ Coagulograma
▸ Tempo de protrombina ou TP (via extrínseca, Fator VII)
▸ Tempo de tromboplastina parcial ativado ou TTPa (via intrínseca, Fatores VIII, IX, XI e XII)
▸ Tempo de sangramento
40
Função hepática
▸ Bilirrubinas
▸ Pigmento derivado da degradação de hemoglobina, conjugada no fígado e excretada na bile e
urina
41
Lesão hepática
▸ TGO ou AST (transaminase oxalacética / aspartato aminotransferase)
▸ Fígado, músculo esquelético, cérebro, hemácias, rins e coração
VALOR NORMAL 5 - 35UI/L
42
Lesão vias biliares
▸ GGT (gama glutamil transpeptidase)
▸ Presente no fígado, rim e pâncreas
▸ FA (fosfatase alcalina)
▸ Presente no fígado, ossos, intestino, rins e placenta
▸ Bilirrubinas
43
Avaliação
cardíaca
44
Avaliação
cardíaca
▸ Funções normais
▹ Ejeção de sangue
▹ Relaxamento ventricular
▹ Controle hemodinâmico
...
45
Avaliação
muscular
46
Avaliação
muscular
▸ Funções normais
▹ Contração e relaxamento
...
47
Lesão cardíaca e muscular
▸ CK-MB
▸ Indica lesão cardíaca, muscular
▸ Troponina
▸ Subunidade I bem mais específica para lesão cardíaca
▸ Indica infarto, lesão cardíaca, mais raramente doença renal, cirurgia ou trauma
VALOR NORMAL <0.05ng/mL
48
Lesão cardíaca e muscular
▸ Peptídeo natriurético tipo B (BNP)
▸ Estiramento / lesão paredes ventriculares
▸ CPK (Creatinofosfoquinase)
▸ Presente no músculo esquelético, miocárdio, cérebro
▸ Indica dano tecidual (miosite, rabdomiólise, infarto, convulsões, dano muscular em geral...
VALOR NORMAL 20 – 200UI/L
▸ Aldolase
49 VALOR NORMAL 0.5 -3U/L
Infarto agudo do miocárdio
▸ CK-MB
▸ Marcador de reinfarto
▸ Troponina
▸ Principal exame, ↑↑ Sens. e ↑↑ Especif.
▸ Mioglobina
▸ Primeira a elevar-se
[Link]
51
Avaliação dos lipídios
52
Perfil lipídico
▸ Colesterol total
VALOR NORMAL < 200mg/dL Podem influenciar o metabolismo
lipídico...
▸ LDL (low density lipoprotein) DIETA
VALOR NORMAL < 130mg/dL MEDICAÇÕES
FUNÇÕES ENDÓCRINAS /
Em pacientes de alto risco < 70 - 100
METABÓLICAS
▸ HDL (high density lipoprotein)
VALOR NORMAL > 40mg/dL para ♂ e > 50mg/dL em♀
▸ Triglicérides
VALOR NORMAL < 150mg/dL
53
Avaliação de
carboiratos
54
Testes glicêmicos
▸ Glicose sanguínea (glicemia)
VALOR NORMAL < 100mg/dL / Alteração glicemia 100 – 125
ALTERADO ≥ 126mg/dL (um dos critérios para diabetes)
▸ Hemoglobina glicada
VALOR NORMAL < 6% / Alteração hemoglobina glicada 6 - 6.4%
ALTERADO ≥ 6.5% (um dos critérios para diabetes)
56
Avaliação
de eletrólitos
57
Eletrólitos
▸ Sódio ▸ Potássio
▸ Principal íon extracelular ▸ Principal íon intracelular
58
Eletrólitos
▸ Cálcio total
▸ 50 - 55% livre (ionizável)
▸ Paratormônio, vitamina D
VALOR NORMAL 8 – 10mg/dL
59
Eletrólitos
▸ Magnésio ▸ Fósforo
▸ Dieta, estômago e intestino, rins ▸ Dieta, paratireoides, vitamina D,
absorção intestinal, função renal e
▸ Hormônios: catecolaminas, glucagon, metabolismo ósseo
insulina, paratormônio, hormˆnio VALOR NORMAL 2.5 – 4.5mg/dL
antidiurético, ...
▸ Medicamentos
▸ Cloro
60
Gasometria (arterial ou venosa)
▸ pH ▸ Saturação 02 (Sat)
▸ Medida do equilíbrio ácido básico corporal
▸ Percentual de hemoglobina oxigenada
normal
VALOR NORMAL > 90%
VALOR NORMAL 7.35 - 7.45
▸ p02
▸ Pressão parcial de oxigênio no sangue
▸ Bicarbonato (HCO3- )
VALOR NORMAL 80 - 100mmHg
VALOR NORMAL 22 – 26mEq/L
▸ pCO2
▸ Base excess (BE)
▸ Pressão parcial de gás carbônico no
VALOR NORMAL -5 até +5
sangue
61 VALOR NORMAL 35 - 45mmHg
Avaliação de
glândulas
Ultrassom
Tomografia
Ressonância
62
Exames endócrino / metabólicos
▸ Ácido úrico
▸ Metabolismo de nucleoproteínas
▸ TIREOIDE
▸ TSH, T4 livre
63
Exames endócrino / metabólicos
▸ HIPÓFISE
▸ ADRENAIS
▸ Catecolaminas séricas
▸ Metanefrinas urina
▸ Cortisol, ACTH
▸ OUTROS
64 ▸ Testosterona (total e livre), SHBG (sex hormone binding protein), SDHEA (sulfato dehidroepiandrosterona), ...
Avaliação
inflamatória
Radiografia
Ultrassom
Tomografia
Ressonância
65
Exames reumatológicos / inflamatórios
▸ Fator reumatoide (FR)
▸ Anticorpos contra imunoglobulinas próprias
66
Exames reumatológicos / inflamatórios
▸ Complemento (C3 e C4)
▸ Indica ativação do sistema complemento, imunossupressão ou deficiência genética / adquirida
C3 65 – 200mg/dL (indica via final)
C4 15 – 45mg/dL (indica via clássica)
▸ Anticorpos anti-DNA
▸ Anticorpos IgG ou IgM contra DNA dupla fita
67
Exames reumatológicos / inflamatórios
▸ Proteína C reativa (PCR)
▸ Proteína reagente de fase aguda
68
Exames reumatológicos / inflamatórios
▸ Pro-calcitonina (PCT)
▸ Indica resposta ao estado inflamatório, principalmente bactérias
69
Outros exames 6
Outros exames
71
Obrigado!
72
Exames de imagem I
Roteiro
2
Radiografia simples 1
Modo de realização
▸ Radiação ionizante
▸ Placa fotossensível
▸ Processamento da
imagem: produtos ou
leitor digital
▸ Filme (película) ou
imagem digital
4
Tórax 1.1
Radiografia tórax
Densidades
Ar Gordura Líquido / Partes
Preto Cinza moles
Aborve poucos raios X Um pouco mais escuro que Cinza claro
os tecidos moles Líquidos e partes moles
possuem a mesma
densidade
Cálcio Metal
Branco Branco
Material mais denso do Absorve todos os raios X
corpo, absorve a maior Aparência branca opaca
parte da radiação
6
Radiografia tórax
Densidades
7
Tórax
8
Radiografia tórax
Incidência PA (póstero-anterior)
White
Is the color of milk and
fresh snow, the color
produced by the
combination of all the
colors of the visible
spectrum.
9
Radiografia tórax
Incidência AP (antero-posterior)
White
Is the color of milk and
fresh snow, the color
produced by the
combination of all the
colors of the visible
spectrum.
10
Radiografia tórax
Incidências
▸ PA ▸ AP ▸ Perfil
Maior nitidez, tamanho Pacientes em decúbito
menor das estruturas dorsal ou sentados
Colaboração do paciente: Magnificação do coração
ortostase e inspiração e elevação do diafragma
profunda
▸ Lateral (Laurell)
Boa pra visualizar
derrames pleurais (> 5mL
x 200mL na incidência
PA)
11
Radiografia de tórax
Como avaliar a técnica?
Nome correto e Tamanho,
posição Inspiração ampliação
1 3 5
2 4 6
12
Como avaliar a técnica de uma radiografia?
Tórax
Nome e O exame é do paciente? Nome confere?
posição A imagem está na posição correta?
13
Caso
clínico 1
Radiografia de tórax
14
Você está no
internato…
No estágio de UTI o Dr. Bruce quer
saber se as radiografias dos pacientes
foram bem realizadas.
15
Leito 1
1. Nome e posição
Nome do paciente: Jorge Pereira Aragão, sexo masculino, 72
anos
16
Leito 2
1. Nome e posição
17
Leito 3
1. Nome e posição
18
Leito 4
1. Nome e posição
2. Penetração dos raios
19
Leito 5
1. Nome e posição
2. Penetração dos raios
3. Inspiração
20
Leito 6
1. Nome e posição
2. Penetração dos raios
3. Inspiração
21
Leito 7
1. Nome e posição
2. Penetração dos raios
3. Inspiração
4. Rotação
22
Leito 7
1. Nome e posição
2. Penetração dos raios
3. Inspiração
4. Rotação
23
Leito 8
1. Nome e posição
2. Penetração dos raios
3. Inspiração
4. Rotação
5. Tamanho, ampliação
24
Leito 9
1. Nome e posição
2. Penetração dos raios
3. Inspiração
4. Rotação
5. Tamanho, ampliação
6. Angulação
25
Leito 10
1. Nome e posição
2. Penetração dos raios
3. Inspiração
4. Rotação
5. Tamanho, ampliação
6. Angulação
26
Dr. Bruce
27
Tórax
Depois de avaliar a
técnica do exame, que
estruturas eu deveria
estar vendo ali?
28
Tórax
White
Is the color of milk and
fresh snow, the color
produced by the
combination of all the
colors of the visible
spectrum.
29
Tórax
White
Is the color of milk and
fresh snow, the color
produced by the
combination of all the
colors of the visible
spectrum.
30
31
32
Radiografia tórax
Avaliação
1. Partes moles
2. Ossos (clavículas, escápulas, costelas e
vértebras)
3. Parênquima pulmonar geral
4. Outros pontos: ápices, seios costofrênicos,
região axilar, região subdiafragmática, ...)
5. Hilos pulmonares
6. Mediastino (grandes vasos, traquéia,
brônquios)
33
Radiografia tórax
Padrões alterados
Opacidade / ↓ (hipo) transparência
CAUSAS: Consolidação, atelectasia,
derrame, massa, nódulo, doenças
intersticiais
x
↑ (hiper) Transparência
CAUSAS: hiperpenetração,
pneumotórax, excesso ar, ...
34
Consolidação lobo superior D
Radiografia tórax
Padrões alterados
Opacidades…
Consolidação: margens mal definidas,
área de parênquima alterado
x
Atelectasia: margens fixas e lineares,
lobo ou segmento de pulmão que
fechou (atelectasiado)
36
Hiperinsuflação pulmonar
Radiografia tórax
Coração
Índice cardiotorácico
Área cardíaca
37
Radiografia tórax
Coração
Cardiomegalia
Índice cardíaco > metade do hemitórax
38
Radiografia tórax
Mediastino
Alargamento do mediastino
39
Radiografia tórax
Mediastino
Alargamento do mediastino
40
Radiografia tórax
Espaço pleural
Opacidade em
faixa, semelhante
a líquido
acumulado
Apagamento do
seio costofrênico
41 Derrame pleural
Radiografia tórax
Espaço pleural
Derrame pleural
42
Radiografia tórax
Espaço pleural
Pneumotórax
Lâmina de ar delimitando e
comprimindo o pulmão
43
Radiografia de tórax
Indicações
Doenças estruturais
01 do tórax
✔
✔
Doenças pulmonares: pneumonia, câncer, DPOC, .
Doenças pleurais: derrame, pneumotórax
Doenças crônicas
Acompanhamento, ✔
04 avaliação, rastreio
✔ Cateteres, tubos, sondas
✔ Avaliação pré operatória
44
Abdome 1.2
Radiografia abdome
Densidades
46
Radiografia abdome
Incidências
▸ AP em decúbito ▸ AP ▸ Perfil
dorsal Pacientes em decúbito
dorsal ou sentados
Magnificação do coração
e elevação do diafragma
▸ AP em ortostase
47
Radiografia abdome
Incidências
▸ AP em decúbito ▸ AP ▸ Perfil
dorsal Pacientes em decúbito
dorsal ou sentados
Magnificação do coração
e elevação do diafragma
▸ AP em ortostase
48
Radiografia abdome
Outras incidências…
▸ AP em decúbito ▸ Oblíqua ▸ Perfil
dorsal
▸ AP em ortostase
49
Radiografia abdome
Estruturas
Intestino delgado Intestino grosso
▸ Central ▸ Periférico
50
Radiografia abdome
Estruturas
Intestino delgado Intestino grosso
▸ Central ▸ Periférico
51
Radiografia abdome
Estruturas
Intestino delgado Intestino grosso
▸ Central ▸ Periférico
52
Intestino grosso
▸ Periférico
53
Radiografia de abdome
Indicações
abdominais ...
Avaliação de
Nefrolitíase, colelitíase, calcificações, ...
03
✔
cálculos, sondas, ✔ Posicionamento de drenos e sonda, ...
drenos, ...
54
Caso
clínico 2
Radiografia de abdome
55
Jack Ryan
39 anos
Chega ao pronto socorro com fortes
dores abdominais.
Náuseas e vômitos
56
Abdome agudo
3 exames iniciais
Síndrome clínica que pode ter várias
- RX tórax PA
causas, sempre com quadro clínico
de dor abdominal grave e - RX abdome AP decúbito
progressiva, não traumática - RX abdome AP ortostase
- Inflamatório
- Obstrutivo
- Isquemia
- Sangramento
- Perfurativo
57
Jack Ryan
39 anos
POSSÍVEIS CAUSAS DE
ABDOME AGUDO...
Apendicite
Nefrolitíase
Colite
Diverticulite
...
58
Crânio 1.3
Radiografia crânio
Incidências
▸ PA ▸ Lateral ▸ Oblíqua
▸ Bretton Hitz
60
Radiografia crânio
Incidências
▸ PA ▸ Lateral ▸ Oblíqua
▸ Bretton
(semiaxial AP)
▸ Hirtz (axial
mento-vértice)
61
Radiografia de crânio
Indicações
Avaliação de doenças
03 ósseas / metabólicas
✔ Osteopenia, erosões ósseas, ...
62
Coluna 1.4
Radiografia coluna
Incidências
▸ AP e lateral ▸ Inclinação D ou E
Avaliação de doenças
03 ósseas / metabólicas
✔ Osteopenia, erosões ósseas, metástases, ...
65
Membros e quadril 1.5
Radiografia punho
Incidências
▸ AP e perfil
67
Radiografia ombro
Incidências
▸ PA e perfil
68
Radiografia membros
Incidências
▸ AP e perfil
▸ Oblíqua, ...
69
Radiografia membros
Incidências
▸ AP e perfil
70
Radiografia membros
Incidências
▸ AP e perfil
71
Radiografia membros
Incidências
▸ AP, perfil,
Fergusson,
Panorâmica, ...
▸ Outras: com
carga, inlet,
outlet, abdução
72
Radiografia de membros e quadril
Indicações
Fratura, trauma, Avaliação de trauma, fratura, pós operatório CX
01
✔
Sintomas (dor,
02 bloqueio, ...)
✔ Avaliação de sintomas
Avaliação de idade
03 óssea
✔ Crescimento de crianças e adolescentes
73
Contraste 2
Contraste
75
Exames contrastados
76
Exames contrastados
77
Exames contrastados
78
Exames contrastados
79
Exames contrastados
80
Exames contrastados
▸ CX ortopédicas
▸ CX vasculares
▸ Cateterismo cardíaco
▸ Passagem de acesso vascular
...
86
Obrigado!
87
Exames de imagem II
Roteiro
2
Ultrassonografia
Princípios 1.1
Modo de realização
▸ Sondas (transdutores)
▸ Ondas sonoras de
frequência inaudível
▸ Recepção de ondas
refletidas (eco)
▸ Imagem real
▸ Capacidade de localizar e
caracterizar vários tecidos
NÃO UTILIZA RADIAÇÃO
4 humanos IONIZANTE
Modo de realização
VIA EXTERNA
▸ Transabdominal,
transtorácica, partes
moles, muscular…
VIA INTERNA
▸ Transvaginal, transretal,
transesofágica,
endovascular, ...
5
Imagens
6
Imagens
7
Imagens
8
Imagens
Cortes sagitais
9
Imagens
10 Cortes transversais
Tipos de sonda (transdutor / probe)
11
Tipos de sonda (transdutor / probe)
12
Tipos de ultrassom
Modo mais simples
01
✔
Modo A ✔ Picos indicam profundidade da imagem
13
Tipos de ultrassom
1 2
1. Doppler
2. Doppler +
Modo A
3 3. Modo B
14
Ultrassonografia
Indicações 1.2
Vantagens
▸ Visualização difícil
▸ Estruturas muito
profundas
▸ Excesso gás / gordura
▸ Interferentes
▸ Pouca colaboração (dor,
incômodo, ...)
▸ Examinador dependente
17
Ultrassonografia
Pedido
▸ Nome correto, pedido totalmente
preenchido
▸ Nome correto do exame:
ULTRASSONOGRAFIA ou ULTRASSOM
▸ Órgão / área a ser examinada
▸ Lado (D ou E)
▸ arterial / venoso
▸ Hipótese diagnóstica, CID 10, história
resumida
18
Ultrassom
Abdome total
ÓRGÃOS AVALIADOS
NÃO AVALIA
▸ Pâncreas
CORRETAMENTE...
▸ Grandes vasos (aorta e
veia cava)
▸ Adrenais
▸ Vesícula biliar
▸ Diafragma
▸ Baço
▸ Apêndice, Ceco
20
Ultrassom
Rins e vias urinárias
21
Ultrassom
Outros locais...
musculatura ▸ Ovário
▸ Resíduo urinário (pré / pós
miccional) ▸ Região umbilical ▸ Região anexial
▸ Próstata ▸ Hérnias
▸ Lesões
▸ Vesículas seminais subcutâneas
22
Ultrassom
Outros locais...
TIREOIDE
23
Tarefa
Ultrassonografia
24
Você (You)…
Trabalha numa clínica de exames de
ultrassonografia e precisa organizar os
laudos dos pacientes, que foram
misturados por engano...
25
EXAME 1
26
EXAME 2
27
EXAME 3
28
EXAME 4
29
EXAME 5
30
EXAME 6
31
EXAME 7
32
CASO CLÍNICO
CASO CLÍNICO
IDENTIFICAÇÃO
▸ LGP
▸ 28 anos
▸ Sexo feminino, casada,
evangélica
QUEIXA PRINCIPAL
▸ Dor na perna esquerda há
2 dias
CASO CLÍNICO
O QUE PERGUNTAR NA
HISTÓRIA DOENÇA ATUAL
(HDA ou HPMA)?
CASO CLÍNICO
EXAME FÍSICO
▸ Bom estado geral (BEG), lúcida e orientada temporal e
espacialmente (LOTE), corada, hidratada, acianótica,
anictérica e afebril.
▸ Ausculta respiratória: murmúrio vesicular presente, ausência
de ruídos adventícios (RA), FR 15irpm
▸ Ausculta cardíaca: ritmo cardíaco regular em 2 tempos,
bulhas normofonéticas sem sopros, FC 78 e PA 112x74
CASO CLÍNICO
EXAME FÍSICO
▸ Abdome globoso, ruídos hidroaéreos presentes, flácido,
indolor à palpação superficial e profunda, sem
visceromegalias, descompressão brusca negativa.
▸ Perna D sem edema, panturrilha livre, indolor à palpação,
aquecido e bem perfundido, sem lesões tróficas.
CASO CLÍNICO
EXAME FÍSICO
▸ Perna E com edema mole até joelho, panturrilha empastada,
dolorosa à palpação, aquecido e bem perfundido, sem lesões
tróficas.
▸ Sinal de Homans e Bancroft positivos
▸ Sinal bandeira negativo
CASO CLÍNICO
VEIAS SENTINELAS DE PRATT
HOMANS
▸ Distensão das veias
▸ Dorsiflexão dolorosa
superficiais
BANDEIRA
▸ Empastamento de
panturrilha
BANCROFT
▸ Dor à compressão da
panturrilha sobre o osso
CASO CLÍNICO
HOMANS
▸ Dorsiflexão dolorosa
BANDEIRA
▸ Empastamento de
panturrilha
BANCROFT
▸ Dor à compressão da
panturrilha sobre o osso
CASO CLÍNICO
HOMANS
▸ Dorsiflexão dolorosa
BANDEIRA
▸ Empastamento de
panturrilha
BANCROFT
▸ Dor à compressão da
panturrilha sobre o osso
CASO CLÍNICO
VEIAS SENTINELAS DE PRATT
▸ Distensão das veias
superficiais
CASO CLÍNICO
QUAIS AS HIPÓTESES
DIAGNÓSTICAS?
CASO CLÍNICO
▸ Visualização direta de
lesões anatômicas EXAMES
ENDOSCÓPICOS
▸ Tumor, estenose,
ulceração, fístula,
▸ Possibilidade de biópsia /
coleta de material
53
Desvantagens
▸ Ausência de correlação
funcional Função do órgão (secreção,
motilidade) pode ficar sem ser
▸ Custo, receio, avaliada...
complicações
▸ Internação, monitorização Lesões pequenas podem causar
muita dor (desconexão clínico
endoscópica)...
54
Complicações
▸ Flebites ▸ Perfuração
▸ Reações alérgicas ▸ Infecção
(sedativo, anestésico) ▸ Sangramento
▸ Depressão respiratória
▸ Lesão mucosa
▸ Hipoxemia, bradicardia
▸ Morte
▸ Hipotensão, hipertensão
▸ Arritmias
55
Exames endoscópicos
56
1. Endoscopia Enteroscopia Cápsula
digestiva alta Intestino Delgado endoscópica
Esôfago, estômago e Via oral ou retal Todo sistema digestivo
duodeno
57
Exames endoscópicos
58
Exames endoscópicos
59
7. Broncoscopia Cistoscopia Nasoendoscopia
Brônquios, traquéia Bexiga Laringoscopia
Bronquíolos
60
Exames endoscópicos
61
Exames endoscópicos
62
7. Broncoscopia 8. Cistoscopia 9. Nasoendoscopia
Brônquios, traquéia Bexiga 10. Laringoscopia
Bronquíolos
63
7. Broncoscopia 8. Cistoscopia 9. Nasoendoscopia
Brônquios, traquéia Bexiga 10. Laringoscopia
Bronquíolos
64
7. Broncoscopia 8. Cistoscopia 9. Nasoendoscopia
Brônquios, traquéia Bexiga 10. Laringoscopia
Bronquíolos
65
Exames endoscópicos
66
Ecocardiograma 3
Ecocardiograma
▸ Sondas (transdutores)
▸ Ondas sonoras de
frequência inaudível
▸ Recepção de ondas
refletidas (eco)
▸ Imagem real
▸ Capacidade de localizar e
caracterizar vários tecidos
NÃO UTILIZA RADIAÇÃO
68 humanos IONIZANTE
Ecocardiograma
Imagens
EXAME NORMAL:
69 [Link]
Ecocardiograma
Imagens
PARAESTERNAL SUBCOSTAL
LONGO ▸ Teste com
▸ Corte longitudinal dobutamina ou
▸ Entre 2 e 4 EIC dipiridamol
▸ Teste ergométrico
(estresse físico
EXAME NORMAL:
70 [Link]
Ecocardiograma
Imagens
PARAESTERNAL SUBCOSTAL
CURTO ▸ Teste com
▸ Corte transversal dobutamina ou
▸ Entre 2 e 4 EIC dipiridamol
▸ Teste ergométrico
(estresse físico
71
Ecocardiograma
Imagens
EXAME NORMAL:
72 [Link]
Ecocardiograma
Imagens
EXAME NORMAL:
73 [Link]
Ecocardiograma
Imagens
EXAME NORMAL:
74 [Link]
Ecocardiograma
Tipos
Avaliar doenças
04 sistêmicas
✔ Doença renal, hipertensão, diabetes, ...
77
OBRIGADO!
78
Exames de imagem III
Roteiro
4. Radiologia
intervencionista
Definição
Procedimentos
2
Tomografia
computadorizada (TC) 1
Modo de realização
▸ Tomógrafo (aparelho)
▸ Utilização de raios X para criar
imagens detalhadas de
segmentos do corpo.
▸ Captação dos raios com formação
de imagens digitais em alta
resolução
5 [Link]
Imagens
6 [Link]
Imagens
7
Imagens
▸ Dose de radiação
▸ Visualização de partes moles
▸ Interferência de metais / tecidos
ósseos
▸ Uso de contraste
▹ Alergia, anafilaxia
▹ Injúria renal
9
Pergunta Pear Deck
Identifique a estrutura:
10
Pergunta Pear Deck
Identifique a estrutura:
11
Pergunta Pear Deck
Identifique a estrutura:
12
Pergunta Pear Deck
Identifique a estrutura:
13
14
15
16
17
Pergunta Pear Deck
Identifique a estrutura:
18
Pergunta Pear
Deck
19
Pergunta Pear
Deck
20
Pergunta Pear Deck
Identifique a estrutura:
21
Pergunta Pear Deck
Identifique a estrutura:
22
Caso
clínico
Tomografia computadorizada
23
Dominic Toretto
40 anos
Paciente sofreu acidente de carro em
alta velocidade.
01 pelve
parênquima, ...
✔ Câncer, doenças cardíacas, respiratórias, cálculos
✔ Câncer, cálculos
03 Emergências cirúrgicas ✔ Trauma de alto impacto (TC de corpo inteiro)
✔ Abdome agudo, Aneurisma, Hemorragia, ...
✔ TC tórax (baixa radiação) anual
04 Rastreamento ✔ OBSERVAÇÃO: Entre 50 e 80 anos, Tabagismo atual
ou prévio há menos de 15 anos (carga > 20m.a.)
25
Ressonância nuclear
magnética (RNM) 2
Modo de realização
29
Imagens
T1 T2
Gordura → COR BRANCA Gordura → COR BRANCA
30
Desvantagens
▸ Claustrofobia
▸ Objetivos ferromagnéticos
▸ Aparelhos mecânicos, elétricos
▸ Gestante
▸ Fibrose sistêmica (GADOLÍNEO)
31
Pergunta Pear Deck
▸ Qual o diagnóstico?
32
Ressonância magnética (RM)
Indicações
✔ Medula óssea, meniscos, tendões, músculos
01 Músculo esquelético ✔ Ossos, osteomielite
✔ Coluna vertebral
Endócrino / reprodutivo
04 / urinário
✔
✔
Adrenais, pelve feminina, pelve masculina
Rins, ureteres, bexiga
33
Medicina nuclear 3
Princípios
▸ Avalia função de
determinado sistema
37
Medicina nuclear
Exames
▸ Cintilografia ▸ Tomografia por emissão de
▸ Ossos pósitrons (PET CT)
▸ Rins (estática, dinâmica) ▸ Tomografia por emissão de
fóton único (SPECT)
▸ Tireoide
▸ PET RM
▸ Paratireoides
▸ Pulmonar
▸ Sistema digestivo
▸ Cardíaca
38
Medicina nuclear
Vias de administração
▸ Oral
▸ Inalatória
▸ Endovenosa (EV)
▸ Intratecal
▸ Intradérmica
39
Pergunta Pear Deck
40
Pergunta Pear
Deck
41
Pear
Deck
42
Desvantagens
▸ Gestantes, amamentação
(CONTRAINDICADO)
▸ Radiação (pacientes e
profissionais)
▸ Interferentes no PET CT (metal,
objetos, ...
43
Radiologia
intervencionista 4
Radiologia intervencionista
▸ Acesso arterial
▸ Acesso venoso
▸ Percutâneo
46
Radiologia intervencionista
▸ Acesso arterial
▸ Acesso venoso
▸ Percutâneo
47
Radiologia intervencionista
▸ Acesso arterial
▸ Acesso venoso
▸ Percutâneo
48
Radiologia intervencionista
Procedimentos vasculares
▸ Infusão de medicações intra-arteriais
▸ Passagem de cateteres venosos
▸ Colocação de filtro de veia cava
▸ Derivação portal
▸ Arteriografia
▸ Embolização
▸ Reparo de aneurisma
▸ Trombectomia mecânica (retirada
49 manual de trombos)
Radiologia intervencionista
Procedimentos percutâneos
▸ Biopsia de nódulos / lesões
▸ Ablação térmica
▸ Drenagem / aspiração de coleções
▸ Coleta de material (visualização direta,
cultura, testes bioquímicos e
moleculares)
▸ Nefrostomia
50
REVISÃO GERAL
RX
USG TC RNM
Opacidade
Ecogenicidade Densidade Intensidade
Transparência
Hipoecóico
Hipertransparente Hipossinal
Preto Hipoecogênico Hipodenso
Radiotransparente Hipointenso
Anecóico
Opacidade
Hiperecóico Hipersinal
Branco Radiopaco Hiperdenso
Hiperecogênico Hiperintenso
Hipotransparente
51
Obrigado!
52
Métodos gráficos I
Roteiro
2
Eletrocardiograma 1
Roteiro
4
Anatomia
cardíaca
5
Fisiologia
cardíaca
6
Fisiologia cardíaca
Músculo e sistema de condução
7
8
Potenciais de membrana celular
Repouso
9
Potenciais de membrana celular
Ativação ou Despolarização
10
Ativação ou Despolarização
11
Músculo cardíaco
0. Despolarização ou Ativação
Limiar ativação → -70mV
1. Queda potencial
de + 30 para 0mV
2. Platô ou
prolongamento da despolarização
3. Repolarização
12
Músculo
cardíaco
13
Músculo
cardíaco
14
Músculo cardíaco
15
Músculo
cardíaco
16
Fisiologia cardíaca
Musculo e sistema condução
17
Histologia
18
Músculo cardíaco
Despolarização
19
Músculo cardíaco
Despolarização
ERIC
Enxerga uma onda de despolarização na sua direção (se
aproximando) → ONDA POSITIVA
20
Músculo cardíaco
Despolarização
ADAM
Vê uma onda de despolarização se afastando (indo
embora) → ONDA NEGATIVA
21
Músculo cardíaco
Despolarização
ELETROCARDIOGRAMA
Faz registros gráficos de
potenciais elétricos positivos
(ONDA QUE SE APROXIMA)
24
Fisiologia cardíaca
Despolarização
25
Fisiologia cardíaca
Despolarização
VETOR ATRIAL
26
Fisiologia cardíaca
Despolarização
VETOR VENTRICULAR 1
VETOR VENTRICULAR 2
VETOR VENTRICULAR 3
VETOR VENTRICULAR 4
27
VETORES VENTRICULARES
28
Fisiologia cardíaca
Sistema condução
29
Eletrocardiograma
1. Anatomia e fisiologia da contração
cardíaca
30
Eletrocardiograma
Aspectos técnicos
Registro elétrico
Calibração padrão (N)
0.1mV = 1mm
Velocidade 25mm/s
1 ⧠ equivale a...
1mm (lado vertical)
0.04s (lado horizontal)
31
Eletrocardiograma
Aspectos técnicos
32
Eletrocardiograma
OBJETIVO
Visualizar a atividade elétrica
cardíaca através de 12
derivações (pontos) diferentes
33
Vetores de
despolarização
Vamos imaginar?
0o
ALUNO 1
POSIÇÃO 0o
ALUNO 2
POSIÇÃO +60o
ALUNO 3
POSIÇÃO +120o
+120o +60o
34
Eletrocardiograma
35
Eletrocardiograma
36
Eletrocardiograma
37
Eletrocardiograma
38
Eletrocardiograma
39
Onda P
40
Onda P
41
Intervalo PR
42
Complexo QRS
43
Complexo QRS
44
Segmento ST
ST isoelétrico
Ponto J nivelado com segmento PR
45
Onda T
Intervalo QT
Repolarização dos ventrículos
Assimétrica (início lento, final mais rápido)
Positiva em quase todas as derivações
Polaridade semelhante à do QRS
Amplitude 10-30% do QRS
Intervalo QTc até 450ms (♂) e 470ms (♀)
46
INTERVALO
Eletrocardiograma
1. Anatomia e fisiologia da contração
cardíaca
DI 0o
DII +60o DI
0o
DIII +120o
aVR +210o ou -150o
aVL -30o
aVF +90o
DIII avF DII
120o 90o 60o
49
Eixo cardíaco e vetores
50
Eletrocardiograma
Aspectos técnicos
51
Eixo cardíaco e vetores
Plano horizontal
V1, V2, V3, V4, V5 e V6
52
Eletrocardiograma
Aspectos técnicos
53
Complexo QRS
54
Complexo QRS
55
Eletrocardiograma
Derivações
DI Braços D e E
Complexo QRS
entre -30o e +90o
57
Eletrocardiograma
Indicações
✔ Taquicardia, bradiacardia
Arritmias, distúrbios
01 de condução
✔
✔
Avaliação de bloqueio, palpitação e síncope
Pacientes com doença cardíaca (insuf. cardíaca,
Chagas, hipertensão, marcapasso, ...)
Dor torácica aguda
02
✔
Avaliação de isquemia ✔ Avaliação de isquemia crônica
58
Eletrocardiograma
Laudo
1. Ritmo Sinusal
2. Ativação atrial (onda P)
Morfologia, amplitude, duração e orientação Monofásica, dentro dos limites da normalidade
5. Repolarização ventricular
Segmento ST Dentro dos limites da normalidade
Onda T Dentro dos limites da normalidade
Intervalo QT Dentro dos limites da normalidade
Conclusão
Eletrocardiograma dentro dos padrões de normalidade
59
Caso Clínico
Michael, 58 anos
IDENTIFICAÇÃO
Branco, gerente de empresa de grampos,
formado em administração, nascido nos
Est. Unidos, residente em São Paulo
HISTÓRIA ATUAL
Paciente vem ao pronto socorro com dor
torácica há 4 horas, em aperto
60
HISTÓRIA ATUAL
Paciente chega dispneico ao pronto
socorro, contando que está com dor em
aperto retroesternal.
61
COMORBIDADES
Hipertensão, Diabetes mellitus, Tabagismo
HÁBITOS
Sedentário, uso de cigarro e álcool
MEDICAMENTOS / SUPLEMENTOS
Losartan, Atorvastatina, Metformina,
Anlodipino, Metoprolol
62
TRIAGEM HOSPITALAR
Protocolo de Manchester
63
O que fazer agora?
64
SALA DE EMERGÊNCIA
LOCAL DE ATENDIMENTO DE PACIENTES GRAVES
▸ Urgência cardíacas
▸ Urgências respiratórias
▸ Urgências neurológicas
▸ Trauma
Monitorização, vigilância
Condutas imediatas e dinâmicas
MEDICAÇÕES / MATERIAIS
EQUIPAMENTOS
EQUIPE TREINADA
65
LOCALIZAÇÃO
ANTES DE PEDIR UM EXAME…
INDICAÇÕES COMPLICAÇÕES / CUIDADOS
▸ Quando fazer esse exame? ▸ O que pode dar errado?
▸ Que cuidados tenho que ter?
APLICAÇÃO
VANTAGENS / DESVANTAGENS ▸ Informações importantes
▸ Fornece o diagnóstico, permite ▸ Excluir doenças graves
avaliação cardíaca
▸ Informação repetida
▸ Rapidez, baixo custo
67
▸ Estresse? Impacto psicológico?
SÍNDROME: Dor torácica aguda
PARA TODOS → Eletrocardiograma
68
MARCADORES DE NECROSE MIOCÁRDIO
▸ CK-MB
▸ Marcador de reinfarto
▸ Troponina
▸ Principal exame, ↑↑ Sens. e ↑↑ Especif.
[Link]
▸ Também indica quantidade de miocárdio
acometido
69
MARCADORES DE NECROSE MIOCÁRDIO
▸ CK-MB
▸ Troponina
▸ Mioglobina
▸ Primeira a elevar-se
[Link]
70
Holter 2
Holter
Algumas extrassístoles e
pausas podem ser normais…
72
Holter
Indicações
Arritmias, distúrbios
01 de condução
✔
✔
Primeiro passo: ECG
Se eu quiser avaliar 24h... HOLTER
73
Teste ergométrico 3
Teste ergométrico
AVALIA…
Resposta elétrica diante da
isquemia
75
Teste ergométrico
FC máx = 220 – i
i = idade
76
Teste ergométrico
Indicações
78
Métodos gráficos II
Pré Aula
IDENTIFICAÇÃO
Negra, evangélica, solteira, mãe de 3
filhas, natural e residente em São
Bernardo - SP
HISTÓRIA ATUAL
Paciente passa em Unid. Básica de
Saúde desde 2020 por hipertensão
2
arterial, vindo para consulta hoje…
Pré Aula
3
Pré Aula
Nos últimos 5 anos, iniciou o
tratamento de hipertensão e
aumentou o número de medicações
de 2 para 7
PA 156x94mmHg
FC 88bpm
FR 15irpm T 36.5oC Sat 95%
Sem dor
4
Pré Aula
MEDICAÇÕES
Enalapril Inibidor ECA
Atenolol 𝝱bloqueador
Anlodipino Antag. canal Ca
Hidroclorotiazida Tiazídico
Espironolactona Antagon. aldosterona
Hidralazina Vasodilatador
Clonidina Agonista 𝝰 adrenérgico
5
Pré Aula
TAREFA 1
Lista de problemas
TAREFA 2
Resumo do caso
TAREFA 3
Como fazer o diagnóstico de
hipertensão?
6
PERGUNTAS NORTEADORAS
Porque a paciente do caso (D. Maria das Graças) tem uma hipertensão tão
resistente?
7
OBJETIVOS APRENDIZADO
8
Roteiro
9
Monitorização
ambulatorial pressão
4
arterial (MAPA)
Hipertensão
arterial
Professor, como [Link]
fazer o diagnóstico
de hipertensão?
DEFINIÇÃO
PA ≥ 140x90mmHg em duas
ocasiões diferentes
Ausência de medicações
11
Formas de medir
pressão arterial (PA)
PADRÃO Consultório
OURO
Em casa ou em algum serviço de
MRPA saúde (monitorização residencial
da pressão arterial)
Definição 2018
Vantagens e desvantagens
Laudo e resultado
[Link]
13
Monitorização ambulatorial da
pressão arterial (MAPA)
DEFINIÇÃO HIPERTENSÃO
24 horas ≥ 130x80mmHg
Vigília
≥ 135x85mmHg
= MRPA
Sono ≥ 120x70mmHg
14
Monitorização ambulatorial da
pressão arterial (MAPA)
VANTAGENS / INDICAÇÕES
DESVANTAGENS / COMPLICAÇÕES
16
Análise MAPA
Exemplo 1
DEFINIÇÃO HIPERTENSÃO
24 horas ≥ 130x80mmHg
Vigília
≥ 135x85mmHg
= MRPA
Sono ≥ 120x70mmHg
17
Análise MAPA
Exemplo 2
DEFINIÇÃO HIPERTENSÃO
24 horas ≥ 130x80mmHg
Vigília
≥ 135x85mmHg
= MRPA
Sono ≥ 120x70mmHg
18
Análise MAPA
Exemplo 3
Hipertensão
Hipertensão Hipertensão
PA normal avental
verdadeira mascarada
branco
Efeito
avental
branco
19
Polissonografia 5
Polissonografia
Avalia aspectos quantitativos do sono
21
Polissonografia
PARÂMETROS…
Eletroencefalograma (EEG)
Oculograma
Eletromiografia mento / membros
Fluxo oronasal
Movimento toracoabdominal
Eletrocardiograma
Oximetria de pulso
22
EEG
EMG mento
EOG
ECG
Fluxo nasal
Cint. toráx
Cint. abd.
Saturação
23
Polissonografia
Resultados do exame
Tempo total de sono, eficiência,
latência
Número total e índice de apneias /
hipopneias do sono
Eventos de dessaturação
Número total e índice de movimentos
Quantidade de microdespertares
Ritmo e frequência cardíacas
24
DISTÚRBIOS DO SONO
IMPACTO...
Sonolência diurna
Prejuízo nas atividades diárias
↑ Risco cardiovascular
Alterações comportamentais
+ COMUM:
Síndrome apneia / hipopneia
obstrutiva do sono (SAHOS)
25
SÍNDROME APNEIA / HIPOPNEIA
OBSTRUTIVA DO SONO
Quadro clínico (sintomas diurnos ou noturnos)
▪ Roncos, engasgos, bufos (snorting) e pausas respiratórias
▪ Sonolência diurna e fadiga, mesmo com tempo adequado de sono
Exame polissonográfico
▪ 5 ou + episódios de apneia / hipopneia por hora
▪ Pelo menos 10seg
▪ Queda ≥ 3% saturação oxigênio
26
▪ Estímulo cerebral cortical (microdespertar)
Polissonografia
Indicações
Distúrbios gerais do
01 sono
✔ Sono REM, não-rem, parassonias, ...
27
Espirometria 6
Espirometria
Avaliação de volumes respiratórios
29
Espirometria
INSPIRAÇÃO
Capacidade
vital
EXPIRAÇÃO
Volume
corrente C. pulmonar
total
Volume
residual
30
Espirometria
INSPIRAÇÃO
Capacidade
vital
EXPIRAÇÃO
Volume
corrente C. pulmonar
total
32
Espirometria
VEF1
Volume expiratório forçado 1o segundo
CVF VEF1
Capacidade
Avalia distúrbios pulmonares: vital forçada
RESTRITIVOS x OBSTRUTIVOS ↓ CVF (CVF)
Restrição, aprisionamento, ...
↓ VEF1 / CVF
Dist. obstrutivo
33
INTERVALO
Eletroencefalograma 7
Eletroencefalograma (EEG)
Avalia atividade elétrica cerebral
Tempo padrão:
Vigília (acordado), por 20 - 40min
Outros modos...
Sono
Contínuo
VideoEEG
36
Eletroencefalograma (EEG)
Indicações
37
Eletroneuromiografia 8
Eletroneuromiografia (ENMG)
Exame funcional para avaliação de
nervos periféricos
39
Eletroneuromiografia
(ENMG)
DESVANTAGENS /
CONTRAINDICAÇÕES
40
Eletroneuromiografia (ENMG)
Indicações
41
Caso
clínico
Eletroneuromiografia
42
Veronica Lodge
26 anos
Estudante de psicologia
Há 2 meses com fraqueza muscular
progressiva.
Ocorre mais no final da tarde ou depois
de atividade física (uso repetitivo)
43
Veronica Lodge
26 anos
No final do dia (à tarde), refere:
- Peso nos olhos, dificuldade para abrir
os olhos
- Sensação de face derretendo
- Dificuldade para levantar os braços
44
Placa neuromuscular
Fenitoína 3mg/L
45
Placa neuromuscular
Fenitoína 3mg/L
46
Placa neuromuscular
47
Miastenia
Gravis
Doença autoimune
Anticorpos anti-receptor acetilcolina
(ACH)
Fraqueza progressiva após estímulos
repetidos
ENMG → potencial decremental
estímulo muscular > 10%
48
Revisão
eletrocardiograma
(ECG)
9
Eletrocardiograma
OBJETIVO
Visualizar a atividade elétrica
cardíaca através de 12
derivações (pontos) diferentes
50
Fisiologia cardíaca
Despolarização
VETOR ATRIAL
51
Fisiologia cardíaca
Despolarização
VETOR VENTRICULAR 1
VETOR VENTRICULAR 2
VETOR VENTRICULAR 3
VETOR VENTRICULAR 4
52
Eletrocardiograma
Aspectos técnicos
Registro elétrico
Calibração padrão (N)
1mV = 10mm
Velocidade 25mm/s
1 ⧠ equivale a...
1mm (lado vertical)
0.04s (lado horizontal)
53
Eletrocardiograma
Derivações
DI Braços D e E
55
Eletrocardiograma
Aspectos técnicos
56
Eletrocardiograma
Intervalo PR
Complexo
QRS
Intervalo QT
57
Vamos
treinar?
Eletrocardiograma
58
Frequência cardíaca (FC)
FC = 1.500 / ⧠
59
Frequência cardíaca (FC)
FC = 300 / ⧠
sendo que 5 ⧠ = 1 ⧠
60
Frequência cardíaca (FC)
61
Eixo cardíaco
62
Eixo cardíaco
Deriv. frontais
avR avL
210o -30o
DI 0o
DII +60o DI
0o
DIII +120o
aVR +210o ou -150o
aVL -30o
aVF +90o
DIII avF DII
120o 90o 60o
63
Eixo cardíaco
1o PASSO:
Analisar D1 e avF DI
0o
avF
90o
64
Eixo cardíaco avL
-30o
2o PASSO:
Analisar D2 e avL
DII
60o
65
Eixo cardíaco avR
210o
3o PASSO:
Analisar D3 e avR
DIII
120o
66
Eixo cardíaco avR avL
210o -30o
4o PASSO:
Analisar todos juntos DI
D1 e avF
0o
D2 e avL
D3 e avR
69
Métodos gráficos III
PERGUNTAS NORTEADORAS
2
OBJETIVOS APRENDIZADO
3
Roteiro
4
4
Turma T9
TURMA T9 - dividida em 06 grupos (08 a
09 alunos em cada grupo)
ROXO AMARELO
VERDE BRANCO
LARANJA PRETO
6
Discussão final
4
Fechamento
Discussão final
PERGUNTAS
O que vocês acharam do trabalho em
equipe?
8
RACIOCÍNIO CLÍNICO
RESPOSTA
Forma de pensar e de organizar os dados que permite atingir
metas clínicas específicas:
Diagnóstico
Tratamento
Acompanhamento
9
ORGANIZAÇÃO
DADOS / ANÁLISE
INFORMAÇÕES DIAGNÓSTICO
- Resumo clínico
- Anamnese - Descobrimento de
- Lista de doenças
- Ex. físico problemas
- Tratamento
- Entrevista com - Conhecimento
familiares técnico - Acompanhamento
e reavaliação
- Dados de - Geração de
prontuário hipóteses
- Exames - Teste das
complementares hipóteses
- Pensamento
crítico
10
▸ História / Anamnese: 80-85% dos diagnósticos
▸ Exame físico: 10%
▸ Exames complementares: 5-10% de elucidação
11
ORGANIZAÇÃO
▸ Organizar as informações de
forma adequada
▹ Localização anatômica
▹ Idade
▹ Cronologia
▹ Agrupar os sistemas
afetados
▸ Resumo das informações
▸ Lista de problemas
12
ORGANIZAÇÃO
ANATOMIA IDADE
CRONOLOGIA AGRUPAMENTO
15
Tipos de diagnóstico
Exemplos…
16
Tipos de diagnóstico
Definição…
17
Obrigado!
18
Exames
anatomopatológicos
Referências
[Link]
[Link]
2
PERGUNTAS NORTEADORAS
Como conversar com pacientes sobre fazer exames invasivos e como falar sobre
os resultados?
3
OBJETIVOS APRENDIZADO
4
Roteiro
INTERVALO
09:45h Aula teórica
5
4
Turma T9
TURMA T9 - dividida em 06 grupos (08 a
09 alunos em cada grupo)
ROXO AMARELO
VERDE BRANCO
LARANJA PRETO
7
Conceitos básicos 1
Microscopia
OBJETIVO
▸ Visualizar de forma
detalhada (microscópica)
estruturas, órgãos e
tecidos
Microscópio ótico
9
Conceitos básicos
10
Microscópio ótico
Microscópio ótico
11
Etapas do processo
12
Microscopia ótica
VISÃO PREPARAÇÃO
PANORÂMICA / ▸ Fixação
PEQUENO
▸ Coloração
AUMENTO
▸ Corte
▸ 10x
COLORAÇÃO
▸ Hematoxilina e
eosina
13
Microscopia ótica
14
Microscopia ótica
OBJETIVO
▸ Obtenção de tecido
(material) para análise
histológica ou citológica.
▸ Visualização de estruturas
Microscópio ótico
celulares, aspecto
morfológico,
características gerais
18
▸ Agentes infecciosos
Biópsia
Modos de classificar
TIPO MODO DE TIPO DE AGULHA
▸ Incisional VISUALIZAÇÃO ▸ Aspirado de
▸ Excisional ▸ Visualização agulha fina
direta (exame (PAAF)
direto) ▸ Agulha grossa
▸ Guiada por USG
ou TC
▸ Endoscópica
▸ Aberta
▸ Aleatória
19
Biopsia
Modos de classificar
TIPO
▸ Incisional
ou Parte ou porção da
lesão
▸ Excisional
21
Biopsia
Modos de classificar
MODO DE VISUALIZAÇÃO
▸ Visualização direta
(exame direto)
▸ Guiada por USG ou TC
▸ Endoscópica
▸ Aberta
▸ Aleatória
22
Biopsia
Modos de classificar
MODO DE VISUALIZAÇÃO
▸ Visualização direta
(exame direto)
▸ Guiada por USG ou TC
▸ Endoscópica
▸ Aberta
▸ Aleatória
23
Biopsia
Modos de classificar
MODO DE VISUALIZAÇÃO
▸ Visualização direta
(exame direto)
▸ Guiada por USG ou TC
▸ Endoscópica
▸ Aberta
▸ Aleatória
24
Biopsia
Modos de classificar
MODO DE VISUALIZAÇÃO
▸ Visualização direta
(exame direto)
▸ Guiada por USG ou TC
▸ Endoscópica
▸ Aberta
▸ Aleatória
25
Biopsia
Modos de classificar
MODO DE VISUALIZAÇÃO
▸ Visualização direta
(exame direto)
▸ Guiada por USG ou TC
▸ Endoscópica
▸ Aberta
▸ Aleatória
26
Biopsia
Modos de classificar
MODO DE VISUALIZAÇÃO
▸ Visualização direta
(exame direto)
▸ Guiada por USG ou TC
▸ Endoscópica
▸ Aberta
▸ Aleatória
27
Biopsia
Modos de classificar
TIPO DE AGULHA
▸ Aspirado de
agulha fina
(PAAF)
28
Biopsia
Modos de classificar
TIPO DE AGULHA Biopsia com agulha grossa
Análise histopatológica
▸ Agulha grossa (tecidual)
29
Aspectos gerais de
biópsias
3
Biopsia
CARACTERÍSTICAS
▸ Exame invasivo, serve para
diagnosticar doenças de
forma definitiva
✔ Nódulos suspeitos
01 Câncer, malignidade ✔ Avaliação de tecido anormal / aumentado (hiperplasia)
✔ Pontos aleatórios (biopsia randômica)
32
Biópsia
CUIDADOS ANTES DO
EXAME
▸ Orientações
▸ Consentimento
▸ Buscar reduzir chance de
complicações / erros Microscópio ótico
▹ Hemograma
▹ Coagulograma
▹ Identificar local
corretamente
33 ▹ Marcar local exato
Biópsia
COMPLICAÇÕES
▸ Sangramento
▸ Trombose
▸ Risco de metástase no local de
passagem da agulha
▸ Falso positivo
▸ Falso negativo
34
Biópsia
Microscópio ótico
35
Outros exames 4
Outros exames
38
Pós-teste
Introdução
Total de pontos 80/100
0 de 0 pontos
CONSENTIMENTO DO ALUNO *
Para realizar o teste é necessário
concordar com as orientações acima.
2025
Resposta correta
Resposta correta
Feedback
2025
No manual de
instruções desse aparelho
consta que ele deixa passar
apenas 1 (um) caso de
hipertensão para cada 1.000
(mil) pacientes testados.
Responda às perguntas
abaixo.
98%
99%
100%
66%
70%
85%
99%
Resposta correta
99%
Qual a acurácia desse *20/20
aparelho? (Entenda acurácia
como a razão (proporção de
testes certos entre todos os
testes feitos).
66%
70%
85%
99%
O gráfico abaixo *20/20
representa uma curva ROC
(receiver operating
charactetistic), que serve
para ilustrar o modo de
funcionamento de sistemas
de classificação binários
(tais como sim ou não,
positivo ou negativo, entre
outros exemplos) à medida
que ocorrem mudanças no
limiar de detecção desse
sistema.
Observando as curvas, qual
o melhor sistema para
dividir de forma correta uma
população entre doentes e
não doentes?
Curva 1
Curva 2
Curva 3
Curva 4
IDENTIFICAÇÃO 0 de 0 pontos
NOME DO ALUNO *
RA DO ALUNO *
1123100183
TURMA: *
T9A
T9B
T9C
T9D
PIN SAÍDA *
2424
Formulários
Resolução do pós-teste AULA 1
Questão 1. Qual poderia ser uma estratégia para conseguir flagrar o máximo
possível de doentes, para que restasse o mínimo possível de hipertensos sem
diagnóstico?
Questão 2.
Temos uma população de 844.000. Se 25% são hipertensos, 75% não são
hipertensos. Logo são 211.000 hipertensos e 633.000 não-hipertensos.
Falso positivo (FP): 9.000 (fizeram o teste, mas foi confirmado que NÃO são
hipertensos)
Dos 633.000 não-hipertensos, 9.000 tinham teste positivo (FP), logo 624.000 tem
teste negativo e não são hipertensos (VN).
Questão 3.
Valor Preditivo negativo (VPN) = VN/ VN+FN = 624.000 + 0 / 624.000 = 100%≈ 99%
Valor Preditivo positivo (VPP) = VP/ VP+ FP = 211.000 / 211.000 + 9.000 = 95,0%
*** VPP e VPN são sobre o teste em si. VPP quer saber sobre quanto o teste acerta
quando dá positivo. VPN quer saber sobre quanto o teste acerta quanda dá
negativo.***
Questão 4.
é a curva 1.
Pós-teste Exames laboratoriais I
nycolassantos@[Link] Mudar de conta
CASO CLÍNICO 4
Esquecimento, tontura
Emagrecimento, hiporexia
Uma boa anamnese pode chegar à uma hipótese diagnóstica correta em mais de 80% dos
casos. Nesse sentido, em associação a essa boa anamnese há os exames físicos e a
medicina baseada em evidências, de modo que se possa utilizar como alternativa de
verificação de diagnóstico somente os exames que realmente se relacionam ao caso em
questão, obtendo um resultado mais exato e mais rápido.
Página 5 de 6
Formulários
Pós-teste Exames laboratoriais I
nycolassantos@[Link] Mudar de conta
CASO CLÍNICO 3
Azul
Amarelo
Roxo
Cinza
Qual das orientações abaixo é correta e deve ser feita aos pacientes no * 10 pontos
momento de coleta de exames?
“Fique quieto e não se mexa, se não lhe furo mais uma vez!”
“Segure esses tubos para me ajudar, não dá pra fazer tudo sozinho...”
Página 4 de 6
Formulários
Pós-teste Exames laboratoriais I
nycolassantos@[Link] Mudar de conta
CASO CLÍNICO 2
O material a ser examinado deve contar informações relevantes, como por exemplo
secreções ou líquidos corporais (sangue, suor, urina, fezes) ou então a parte do
corpo a ser examinada. Em alguns casos esse campo pode não ser preenchido se
for redundante ou houver apenas um material possível a ser examinado (obviedade
da solicitação).
O paciente realizou jejum de 10 à 12h para coleta dos exames e * 20 pontos
manteve as suas medicações de uso habitual. Ao deslocar-se até o
posto de coleta dos exames (laboratório) através do metrô, teve
escurecimento visual, tontura não vertiginosa e tremor de extremidades.
Sentiu muita tontura e não lembra mais de nada, vindo a cair ao chão.
O teste de glicemia capilar deve ser confirmado pela dosagem sanguínea de glicose
através de coleta do sangue venoso, portanto o paciente deve ir até o seu destino
final realizar a coleta de sangue para tratamento da hipoglicemia.
Pacientes com tontura, mal estar, visão turva, tremores e desmaios são
considerados como tendo sintomas clássicos de hipoglicemia, devendo fazer
ingestão de carboidratos (glicose) como bolo, pão, arroz, macarrão ou batata para
alívio dos sintomas
Página 3 de 6
Formulários
Pós-teste Exames laboratoriais I
nycolassantos@[Link] Mudar de conta
CASO CLÍNICO 1
Durante a pandemia de Sars-Cov-2 (COVID 19) nos anos de 2020 até 2022, o Ministério da
Saúde adquiriu testes rápidos com o objetivo de diagnosticar o maior número de casos. Um
desses testes, fabricado pela empresa Abbott®, chamado Panbio COVID-19 Ag tem
sensibilidade de 91% e especificidade de 99%
([Link]
rapido-de-antigeno-para-
[Link]#:~:text=Resultados%20atualizados%20do%20estudo%20com,sintomas%20
nos%20%C3%BAltimos%20sete%20dias.)
Sabendo que nos anos de 2020, 2021 e 2022 foram notificados 36.302.415 (mais de
trinta e seis milhões) de casos de COVID ([Link]
BR&mid=%2Fm%2F015fr&gl=BR&ceid=BR%3Apt-419&state=1), responda às perguntas
abaixo.
Supondo que o teste da empresa Abbott fosse aplicado a todos os * 20 pontos
pacientes verdadeiramente doentes (aproximadamente 36 milhões de
pessoas notificadas), qual a quantidade de pessoas doentes seria
classificada erradamente, em virtude de ter o teste com resultado
negativo?
3.240.000
3.550.000
3.960.000
4.180.000
Paciente está nervoso, preocupado em ter se contaminado por sentiu seu corpo
estranho hoje de manhãzinha ao comer pão
Paciente com 3 dias de tosse, coriza e espirros, contato domiciliar com caso
positivo para COVID 19
Desejo atual, paciente afirma que conhece seu corpo e que não está normal!
Página 2 de 6
Formulários
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I
0 de 0 pontos
CONSENTIMENTO DO ALUNO *
Para realizar o teste é necessário concordar com as orientações acima.
PIN ENTRADA *
2025
Resposta correta
Feedback
2025
[Link] 1/10
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I
Alessandra, 17 anos, paciente com 1.72m de altura, Peso 51kg, sem comorbidades
conhecidas. Chega ao pronto socorro com dispneia de início súbito, forte intensidade, FR
32irpm Sat 98%.
[Link] 2/10
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I
Pneumonia
Pneumotórax
Câncer de mama
Tromboembolismo pulmonar
[Link] 3/10
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I
Baixa sensibilidade
Erro de aferição
Aurora B. das Neves, 72 anos está internada na unidade de terapia intensiva com
diagnóstico de insuficiência cardíaca descompensada. Está com as pernas edemaciadas,
com dispneia e urinando pouco.
[Link] 4/10
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I
O exame foi realizado em pé, pois dá pra ver ar no estômago (bolha gástrica).
A expansibilidade está reduzida, pois é possível ver poucas costelas, além de haver
uma grande opacidade nas bases pulmonares sugestivas de derrame pleural
(hipotransparência).
A expansibilidade está reduzida, pois é possível ver poucas costelas, além de haver
uma grande opacidade nas bases pulmonares sugestivas de derrame pleural
(hipotransparência).
[Link] 5/10
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I
Eletrocardiograma
Tomografia de tórax
Cateterismo cardíaco
Peptídeo natriurético B
Sandro Mendes, 25 anos tem histórico de cálculos renais desde os 20 anos de idade. Já
foi recomendado por vários médicos comer menor quantidade de sal, tomar mais líquidos,
comer frutas e verduras e ter uma alimentação mais balanceada, mas o paciente nem
tenta!
[Link] 6/10
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I
Apendicite
Gravidez
Constipação
Ácido úrico
Estruvita
Oxalato de cálcio
Fosfato de cálcio
[Link] 7/10
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I
IDENTIFICAÇÃO 0 de 0 pontos
NOME DO ALUNO *
RA DO ALUNO *
1123100183
TURMA: *
T9A
T9B
T9C
T9D
[Link] 8/10
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I
PIN SAÍDA *
2424
Formulários
[Link] 9/10
30/03/2025, 21:17 Pós-teste Exames de Imagem I
[Link] 10/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II
0 de 0 pontos
CONSENTIMENTO DO ALUNO *
Para realizar o teste é necessário concordar com as orientações acima.
PIN ENTRADA *
2025
Marimar é uma moça que mora em frente à praia de Santos. Há 2 dias, ao andar
devaneadoramente na orla, pisou em uma agulha com seringa e restos de sangue na areia
da praia. Seu esposo, Sergio Santebañes, a trouxe até o pronto socorro para atendimento.
[Link] 1/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II
Lixo comum
Lixo hospitalar
Lixo químico
[Link] 2/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II
Exames de bioquímica
Exames de cultura
Exames de imagem
Exames endoscópicos
[Link] 3/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II
Modo A
Modo B
Modo doppler
Modo duplex
[Link] 4/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II
[Link] 5/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II
Posicionamento
Magnificação cardíaca
Inspiração ruim
[Link] 6/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II
Cápsula endoscópica
Hemograma completo
Exames de ultrassom do tipo doppler são melhor utilizados para que *10/10
estrutura?
Veias profundas
Linfonodos inguinais
Parede abdominal
[Link] 7/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II
IDENTIFICAÇÃO 0 de 0 pontos
[Link] 8/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II
NOME DO ALUNO *
RA DO ALUNO *
1123100183
TURMA: *
T9A
T9B
T9C
T9D
PIN SAÍDA *
2424
Formulários
[Link] 9/10
30/03/2025, 21:18 Pós-teste Exames de Imagem II
[Link] 10/10
Pós-teste Exames de Imagem III
Total de pontos 90/100
0 de 0 pontos
CONSENTIMENTO DO ALUNO *
Para realizar o teste é necessário concordar com as orientações acima.
1854
Resposta correta
Resposta correta
Feedback
2025
Sr. Alcindo, 72 anos, possui câncer de pele do tipo melanoma em tratamento com
dermatologista. Hoje de manhã teve convulsões e rebaixamento do nível de consciência,
sendo levado ao pronto socorro.
Paciente sonolento, abre os olhos apenas quando feito estímulo *10/10
doloroso, fala desconexa. Foi realizado teste rápido de glicemia capilar
com resultado de 98mg/dL
Podemos afirmar:
Paciente com alteração na glicemia, devendo ser orientado a fazer atividade física
e perda de peso.
O paciente realizou ressonância magnética de crânio com o seguinte *10/10
resultado. Em que lobo cerebral existe alteração?
Frontal
Parietal
Temporal
Occipital
Como descrever a lesão acima? * 10/10
T1
T2
T3
T4
Também foi realizada tomografia de abdome total para o paciente *…/10
acima. Existe alguma lesão metastática ou as estruturas estão todas
normais? Se sim, qual estrutura está alterada?
Respostas corretas
Adrenal Esquerda
Feedback
Chega com exame de cálcio sérico (Ca) = 13.5 (valor normal 8.4 – 10mg/dL).
O médico que estava atendendo Dona Maria decidiu pedir o seguinte *10/10
exame.
Região cefálica
Região cervical
Região do tórax
Região do abdome
Sabendo que a paciente possui a cintilografia mostrada acima e *10/10
níveis de cálcio no sangue aumentados, que exame laboratorial o
médico viu alterado que ajudou a indicar a necessidade da
cintilografia?
Prolactina
Gastrina
Paratormônio (PTH)
Sabendo que o contraste com iodo pode causar injúria renal aguda e reação alérgica,
responda as perguntas abaixo.
Marque o item correto. * 10/10
Antes de fazer o exame com iodo, deve ser respondido um questionário com
perguntas como: “O senhor (a) tem alergia a alguma substância?” ou então “Já
utilizou contraste antes?” Essas perguntas devem ser imediatamente arquivadas e
visualizadas depois do exame ser feito, caso haja algum evento adverso.
Antes de fazer tomografia com contraste, deve ser realizada função renal do
paciente, através de exames como ureia e creatinina.
Para visualizar obstrução de vasos nos exames contrastados, *10/10
buscamos acompanhar o caminho do contraste dentro dos vasos
sanguíneos e tentar visualizar se existe parada brusca ou interrupção.
Dispepsia
Dispneia
Dispareunia
Disartria
A radiologia intervencionista é uma especialidade capaz de alinhar *10/10
métodos de imagem com procedimentos diagnósticos ou
terapêuticos. O procedimento abaixo pertence a essa categoria.
IDENTIFICAÇÃO 0 de 0 pontos
NOME DO ALUNO *
RA DO ALUNO *
1123100183
TURMA: *
T9A
T9B
T9C
T9D
PIN SAÍDA *
0741
Formulários
Form. 9 - MÉT. DIAGNÓSTICOSTotal de pontos 50/50
Suely Borges,
55 anos, negra (autodeclaração), natural e residente em São Paulo - SP
Paciente
está há 4 meses com dispneia aos esforços, chiado no peito e secreção
amarelada. Refere piora temporal desse sintoma, apresentando atualmente
durante todo o dia, em repouso e com diBculdades para tomar banho em pé,
Bcando sentada em uma cadeira de plástico.
Histórico
de tabagismo desde os 15 anos de idade, total de 60 maços/ano. Etilismo
eventual, nega drogas ilícitas. Nega comorbidades ou medicações.
Ao exame:
regular estado geral, dispneica, emagrecida. Sinais vitais: FC 54bpm PA
144x84mmHg FR 25irpm T 36oC Sat 95%
Tórax sem
alterações estruturais, movimentos respiratórios normais, frêmito torácico
normointenso, percussão do tórax evidenciando som claro pulmonar. Ausculta
respiratória com murmúrio vesicular universal bilateralmente, sem ruídos
adventícios.
Demais
aspectos do exame físico normais.
Sobre a história clínica e exame físico da paciente, marque o item *5/5
correto.
A paciente está com pressão aumentada, devendo repetir a medição após alguns
minutos, possibilitando o diagnóstico correto e início de medicações anti-
hipertensivas.
Qual a sintoma principal da paciente Suely? * 5/5
Dispneia aguda
Dispneia crônica
Síndrome edemigênica
Asma e ecocardiograma
58bpm e 160ms
58bpm e 240ms
48bpm e 160ms
48bpm e 240ms
Qual o eixo da onda P do eletrocardiograma em questão? * 5/5
Entre 0 e + 30
Entre + 30 e + 90
Entre - 30 e + 90
Entre – 30 e + 30
Antagonismo adrenérgico
Ao medir a pressão arterial da paciente, tivemos o resultado de *5/5
148x92mmHg, qual dos itens abaixo contém três (3) situações que
sabidamente alteram as medidas de pressão arterial?
Formulários
Métodos Gráficos - Turma CTotal de pontos 90/100
0 de 0 pontos
CONSENTIMENTO DO ALUNO *
Para realizar o teste é necessário concordar com as orientações acima.
PIN ENTRADA *
4237
Resposta correta
Resposta correta
Feedback
2025
INFORMAÇÕES 0 de 0 pontos
75bpm
60bpm
40bpm
100bpm
Quanto dura o intervalo PR? * 10/10
0.12s
0.24s
0.36s
0.48s
Qual o nome dessa onda? * 10/10
U
Terezinha realizou o seguinte exame. Qual o mais provável sintoma da *10/10
paciente?
Edema
Fraqueza
Palpitações
Convulsões
Qual das seguintes afirmações é verdadeira sobre a Monitorização *10/10
Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA)?
MAPA deve ser realizada sem interrupções durante a noite para garantir a precisão.
Resposta correta
IDENTIFICAÇÃO 0 de 0 pontos
NOME DO ALUNO *
RA DO ALUNO *
1123100183
TURMA: *
T9A
T9B
T9C
T9D
PIN SAÍDA *
5678
Formulários