FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE FISPQ N°
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1. IDENTIFICAÇÃO
Nome da substância ou
Cal Super
mistura (nome comercial)
Código interno de
identificação do produto
Principais usos recomendados Fertilizante mineral misto em suspensão.
para a substância ou mistura
Nome da Empresa AGRICHEM DO BRASIL S/A.
Endereço Rua Uruguai, 1876 – Ribeirão Preto – SP.
Parque Industrial Quito Junqueira. CEP 14075-330
Telefone para contato (16) 3969-9122
Telefone para emergências (16) 3969-9122
2. IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS
Classificação do produto Produto químico não classificado como perigoso de acordo com a ABNT NBR 14725-2.
Elementos apropriados de rotulagem
Símbolo GHS Não exigido.
Palavras de advertência Não exigido.
Frases de perigo Não exigido.
Frases de precaução Geral
P103 Leia o rótulo antes de utilizar o produto.
Prevenção:
P264 Lave cuidadosamente após o manuseio.
P270 Não coma, beba ou fume durante a utilização deste produto.
Resposta
P370 + P378 Em caso de incêndio: Para a extinção ver item 5 desta FISPQ.
Armazenamento
P403 Armazene em local bem ventilado.
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Eliminação
P501 Descarte o conteúdo/recipiente de acordo com as normas locais (ver item 13)
Outros perigos que não
resultam em uma Não possui outros perigos.
classificação
3. COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES
Produto químico Este produto é uma mistura.
Nome químico comum ou
NÚMERO DE CAS Concentração
nome genérico
Carbonato de Cálcio 471-34-1 < 1300 Kg
4. MEDIDAS DE PRIMEIROS SOCORROS
Inalação Remover a pessoa para local arejado. Se respirar com dificuldade, realizar oxigenação
e consultar um médico imediatamente. Se não estiver respirando, faça respiração
artificial. Utilizar um intermediário ou dispositivo para ventilação manual (tipo Ambu®)
para realizar o procedimento. ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa
inconsciente.
Olhos Lavar imediatamente com água em abundância durante 15 minutos. Manter as
pálpebras abertas de modo a garantir enxágue adequado dos olhos. Se for possível
retirar lentes de contato. Consultar um oftalmologista caso se desenvolva irritação.
Pele Lavar imediatamente a área afetada com água em abundância e sabão. Remover e
lavar roupas contaminadas antes de reutilizá-las e descartar os sapatos contaminados.
Ocorrendo efeitos/sintomas, consultar um médico.
Ingestão Imediatamente lavar a boca com água em abundância. Não provocar vômito,
entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente não devendo ser evitado,
deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Procurar um médico
imediatamente. ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente.
Sintomas e efeitos mais Inalação: Pode causar irritação respiratória e a exposição repetida e prolongada pode
importantes, agudos ou causar dano aos rins. O produto pode ser corrosivo para mucosas. Pele: O contato do
tardios produto com a pele causa irritação. Olhos: O contato do produto com os olhos causa
irritação. Ingestão: A ingestão crônica de carbonato de cálcio pode causar irritabilidade,
letargia, estupor, hipercalcemia, alcalose, disfunção renal e coma, dependendo da
quantidade e da duração da ingestão.
Nota ao médico Não há antídoto específico. Em caso de ingestão do produto, lavagem gástrica e
carvão ativado estão contra-indicados. O tratamento é sintomático e deverá incluir
medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos, metabólicos e
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analgesia. Quando a concentração de cálcio sérico for maior do que 2,9 mmol por litro
(12 mg por 100 ml), aplicar cloreto de sódio 0,9% por via intravenosa. Realizar
endoscopia precoce antes de 12 horas da exposição. Monitorizar função hepática e
renal. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico, oclusão e
encaminhamento para avaliação oftalmológica.
5. MEDIDAS DE COMBATE A INCÊNDIOS
Meios de extinção apropriados Espuma, CO2 e pó químico.
Não aplicar jato d’água diretamente sobre o produto em chamas, pois ele poderá
espalhar-se e aumentar a intensidade do fogo.
Perigos específicos Não é esperado que o produto seja inflamável. Evacue a área e combata o fogo a uma
distância segura. Utilize diques para conter a água usada no combate. Posicionar-se
de costas para o vento. Usar água em forma de neblina para resfriar equipamentos
expostos nas proximidades do fogo.
Medidas de proteção da Bombeiros: Utilizar equipamento de respiração autônoma e roupas apropriadas contra
equipe de combate a incêndio incêndio. Não entrar em áreas confinadas sem equipamento de proteção adequado
(EPI); isto deve incluir máscaras autônomas para proteção contra os efeitos perigosos
dos produtos de combustão ou da falta de oxigênio.
Isole a área de risco e proíba a entrada de pessoas. Em caso de incêndio utilize spray
de água para resfriar os contêineres expostos ao fogo. Mantenha distância segura das
chamas para evitar queimaduras por irradiação. Use processos de extinção que
preservem o meio ambiente.
6. MEDIDAS DE CONTROLE PARA DERRAMAMENTO OU VAZAMENTO
Precauções pessoais, equipamentos de proteção e procedimentos de emergência.
Para o pessoal que não faz Isole a área de derramamento ou vazamento em um raio de 50 metros, no mínimo, em
parte dos serviços de todas as direções. Em caso de grandes vazamentos considere a evacuação inicial no
emergência sentido do vento em um raio de 300metros. Utilize roupas, luvas e proteção para os
olhos. Não tocar, permanecer ou caminhar sobre o produto derramado. Evitar áreas
baixas. Afastar-se do local do vazamento mantendo-se posicionado a favor do vento
(de costas para o vento) para evitar contaminação.
Para o pessoal do serviço de Utilizar EPI, ver seção 8. Providenciar o aterramento de todo o equipamento que será
emergência utilizado na manipulação do produto derramado. Eliminar todas as possíveis fontes de
ignição, tais como, chamas abertas, elementos quentes sem isolamento, faíscas
elétricas ou mecânicas, cigarros, circuitos elétricos, etc. Impedir a utilização de
qualquer ação ou procedimento que provoque a geração de fagulhas ou chamas.
Precauções ao meio ambiente Isole a área do acidente. Impedir o alastramento do produto derramado, evitando a
contaminação de rios e mananciais. Estanque o vazamento, se possível, evitando
contato com a pele e com as roupas. Nunca descarte o material derramado para redes
de esgoto. Vazamentos devem ser comunicados ao fabricante e/ou aos órgãos
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ambientais.
Métodos e materiais para a Utilizar diques ou barreiras naturais para conter o vazamento do produto. Absorver
contenção e limpeza com material absorvente inerte (areia, diatomita, vermiculita). Caso seja possível
estanque o vazamento utilizando batoques, cinta de vedação ou invertendo o
furo/rasgo/amassado para cima.
Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O
produto derramado não deverá mais ser utilizado.
Solo: Retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Corpos d`água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto
envolvido.
Recolha todo o material em recipientes adequados e devidamente rotulados para
posterior tratamento e disposição. Em caso de transbordo verificar um local apropriado
e realizar os procedimentos de segurança descritos acima. Os resíduos devem ser
descartados conforme legislação ambiental local, estadual ou federal.
7. MANUSEIO E ARMAZENAMENTO
Precauções para o manuseio Agitar bem o produto antes da diluição. Abastecimento de, no mínimo, meio volume do
seguro tanque com água. Completar o volume de água mantendo sempre a agitação. Prepare
a mistura com CAL SUPER somente no dia da aplicação. Diluição mínima: 100 g/L de
água a 20ºC. Poderão ser utilizados pulverizadores manuais ou mecanizados de alto
ou baixo volume.
Não fumar no local de trabalho. Utilizar Equipamento de Proteção Individual, ver seção
8. Garantir ventilação adequada no local de trabalho.
Utilizar EPI conforme descrito no Item 8. Manusear o produto com exaustão local
apropriada ou em área bem ventilada, se em ambientes abertos manuseá-lo a favor de
vento. No caso de sintomas de intoxicação, interromper imediatamente o trabalho e
proceder conforme descrito no Item 4 desta ficha. É recomendado antes da primeira
aplicação a realização de um teste em uma pequena área para prévia observação, e
somente após este teste fazer a aplicação na área total da cultura. Recomenda-se
também fazer um pequeno teste de compatibilidade antes de realizar misturas com
outros produtos cuja mistura é permitida por lei. Quando possível, faça uma análise
foliar na frequência indicada para cada cultivo e uma análise de solo pelo menos uma
vez ao ano.
Nos locais onde se manipulam produtos químicos deverá ser realizado o
monitoramento da exposição dos trabalhadores, conforme PPRA (Programa de
Prevenção de Riscos Ambientais) da NR-9.
Manusear de acordo com as boas práticas industriais de higiene e segurança. As
instalações de armazenagem e de utilização devem ser equipadas com instalações de
lavagem de olhos e um chuveiro de segurança. As vestimentas e EPI’s sempre devem
ser limpas e verificadas antes de uso. Utilize sempre para higiene pessoal água, sabão
e cremes de limpeza. Bons procedimentos operacionais e de higiene industrial ajudam
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a reduzir o risco no manuseio de produtos químicos.
Condições de armazenamento Armazenar em área coberta, seca e arejada. Proteger as embalagens de danos
seguro, incluindo qualquer físicos. Usar e estocar com ventilação adequada.
incompatibilidade
Manter o produto em seu recipiente original. Manter as eventuais sobras dos produtos
em suas embalagens originais adequadamente fechadas.
Evitar manter o produto próximo de fontes de calor e contato direto com a luz solar.
Materiais incompatíveis: não armazenar junto com alimentos, bebidas, inclusive os
destinados para animais.
Manter a embalagem bem fechada quando não estiver em uso. Estes recipientes não
devem ser reutilizados para outros fins e devem ser dispostos em locais adequados.
8. CONTROLE DE EXPOSIÇÃO E PROTEÇÃO INDIVIDUAL
Parâmetros de controle Não disponível.
Medidas de controle de Garantir ventilação adequada, especialmente em áreas confinadas.
engenharia
Medidas de proteção individual
Proteção respiratória Máscara
Proteção para as mãos Luvas de borracha nitrílica, látex ou PVC impermeáveis e resistentes a rasgos e
perfurações.
Proteção para os olhos/face Óculos de segurança para produtos químicos.
Proteção para pele Utilizar macacão de mangas compridas impermeáveis ou hidro repelentes e calçado de
segurança
Perigos Térmicos Não possui.
9. PROPRIEDADES FÍSICAS E QUÍMICAS
Aspecto Líquido, suspensão, branco.
(estado físico, forma, cor)
Odor Limão
pH 9,0 - 10,0
Ponto de fusão/ponto de
Não disponível
congelamento
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Ponto de ebulição inicial e
faixa de temperatura de Não disponível
ebulição
Ponto de fulgor Não aplicável
Taxa de evaporação Não disponível
Inflamabilidade (sólido; gás) Não inflamável
Limite inferior/superior de
inflamabilidade ou Não explosivo
explosividade
Pressão do vapor Não disponível
Densidade do vapor Não disponível
Densidade 1,74 – 1,76 kg/L
Solubilidade(s) Em água: Não disponível
Coeficiente de Participação – Não disponível
n-octanol/água
Temperatura de autoignição Não disponível
Temperatura de decomposição Não disponível
Viscosidade 1800 – 1950 centPoise
10. ESTABILIDADE E REATIVIDADE
Reatividade Não há dados disponíveis a respeito da reatividade do produto
Estabilidade química Produto estável em condições normais.
Possibilidade de Reações Não disponível
perigosas
Condições a serem evitadas Evitar altas temperaturas, fontes de ignição, exposições prolongadas à luz solar direta
e exposição ao ar com a embalagem aberta.
Materiais incompatíveis Não há materiais e substâncias incompatíveis conhecidas.
Produtos perigosos da
Desprendimento de amônia.
decomposição
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11. INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS
Toxicidade Aguda Uréia
DL50 oral em ratos: 8471 mg/kg
Carbonato de Cálcio:
DL50 oral em ratos: 6.450 mg/kg
Propileno Glicol:
DL50 oral em ratos: >22.000 mg/kg (HSDB)
DL50 dermal em coelhos: 20.800 mg/kg (HSDB)
Etam oral: 9.174,3 mg/Kg
Etam dermal: 534.296,72 mg/Kg
Corrosão/irritação à pele Não classificado.
Lesões oculares
Não classificado.
graves/irritação ocular
Sensibilização respiratória ou
Não classificado.
à pele
Mutagenicidade em células
Não classificado.
germinativas
Carcinogenicidade Não classificado.
Toxicidade à reprodução Não classificado.
Toxicidade para órgãos-alvo
Não classificado.
específicos – exposição única
Toxicidade para órgãos-alvo
específicos – exposição Não classificado.
repetida
Perigo por aspiração Não classificado.
12. INFORMAÇÕES ECOLÓGICAS
Ecotoxicidade Carbonato de Cálcio:
Toxicidade para peixes:
CL50 (Gambusia affinis) (24-96h): > 56.000 mg/L
Propileno Glicol:
Toxicidade para peixes:
CL50 (Cyprinodon variegatus) (96h): 48.000 ppm
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CL50 (Oncorhynchus mykiss) (96h): 51.600 mg/L
Toxicidade para algas:
CE50 (Selenastrum capricornutum) (96h): 19.000 mg/L
Toxicidade para microcrustáceos:
CE50 (Daphnia magna) (48h): 43.500 mg/L
Persistência/degradabilidade Uréia: A uréia pode biodegradar rapidamente com liberação de dióxido de carbono e
amônia (HSDB).
Potencial Bioacumulativo Uréia: o BCF pode variar de 1 a 10, sugerindo que o potencial de bioconcentração em
organismos aquáticos é baixo.
Propilenoglicol: um valor estimado de BCF = 3 foi estabelecido para a substância.
Esse valor sugere que o potencial de bioacumulação em organismos aquáticos é
baixo (HSDB).
Mobilidadeno solo Uréia: o Koc é estimado em 8, Esse valor sugere que a substância apresenta
mobilidade alta em solo (HSDB).
Propilenoglicol: o Koc é estimado em 1. Esse valor sugere que a substância apresenta
mobilidade muito alta em solo (HSDB).
Outros efeitos adversos Sem informações adicionais.
13. CONSIDERAÇÕES SOBRE DESTINAÇÃO FINAL
Métodos recomendados para Nunca descarte em esgotos ou no meio ambiente. Restos de produtos devem ser
destinação final eliminados de acordo com as regulamentações federais, estaduais e municipais de
saúde e de meio ambiente, aplicáveis e vigentes: ABNT-NBR 10.004/2004 e ABNT-
NBR 16725.
Embalagem usada: Sua disposição deve estar em conformidade com todas as
regulamentações ambientais e de saúde aplicáveis, obedecendo-se os mesmos
critérios aplicáveis a produtos.
14. INFORMAÇÕES SOBRE TRANSPORTE
Res 5232/16 ANTT | IMDG / DPC / ANTAQ | ICAO-TI / IATA-DGFT / ANAC
Produto não classificado como perigoso para o transporte, conforme regulamentações acima.
Outras informações relativas ao transporte: Evitar o transporte em veículos onde o espaço de carga não esteja
separado da cabine de condução. Assegurar que o condutor do veículo conhece os riscos potenciais da carga bem
como as medidas a tomar em caso de acidente ou emergência. Antes de transportar os recipientes, verificar se estão
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bem fixados. No transporte fracionado cada recipiente deverá estar devidamente identificado, portando a rotulagem
prevista em norma.
15. INFORMAÇÕES SOBRE REGULAMENTAÇÕES
Portaria nº 229 de 2011/MTE (que altera a Norma Regulamentadora “NR 26”, que trata de Sinalização de Segurança).
Portaria 704/15 do Ministério do Trabalho e Emprego (DOU de 28/05/2015) que altera a Norma Regulamentadora nº 26
(NR 26) - Sinalização de Segurança. Esta Portaria incluiu o item 26.2.2.5 na Norma Regulamentadora nº 26, aprovada
pela Portaria 3214/1978, com redação dada pela Portaria 229/2011, com a seguinte redação: "Os Produtos notificados
ou registrados como Saneantes na ANVISA estão dispensados do cumprimento das obrigações de rotulagem preventiva
estabelecidas pelos itens 26.2.2, 26.2.2.1, 26.2.2.2 e 26.2.2.3 da NR 26."
Decreto 2.657 de 03/07/1998 - promulga a Convenção Nº 170 da OIT, relativa a segurança na utilização de produtos químicos no
trabalho, assinada em Genebra, em 25 de julho de 1990.
O Decreto nº 2657 de 1998 (ratificou no Brasil a Convenção Nº 170 da OIT)
NORMA ABNT NBR 14725-4, edição publicada em 19/11/2014. Válida a partir de 19/12/2014.
Decreto n° 7.404, de 23 de dezembro de 2010.
Lei 9.605/1998 Crimes Ambientais.
Lei 8.098/1990 Código de Defesa do Consumidor.
Exigências regulamentares estão sujeitas a mudanças e podem diferir de uma região para outra; é responsabilidade do
usuário assegurar que suas atividades estejam de acordo com a legislação local, federal, estadual e municipal.
16. OUTRAS INFORMAÇÕES
Preparada por Via Brasil Consultoria em Transporte de Produtos Perigosos
“Esta Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos foi elaborada de acordo com as orientações da NBR
14725 emitida pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. As informações contidas nesta FISPQ
representam os dados atuais e refletem com exatidão, nosso melhor conhecimento sobre o manuseio apropriado deste
produto, sob condições normais e de acordo com as recomendações apresentadas na embalagem e na literatura
técnica. Considerando a variedade de fatores que podem afetar seu processamento ou aplicação, as informações
contidas nesta ficha não eximem os processadores da responsabilidade de executar seus próprios testes e
experimentos. Qualquer outro uso do produto, envolva ou não o uso combinado com outro produto, ou que utilize
processo diverso do indicado, é de responsabilidade exclusiva do usuário”.
REFERÊNCIAS:
[ABNT NBR 14725/14] – Ficha de informações de segurança de produtos químicos (FISPQ)
[RESOLUÇÃO Nº 5232/16 ANTT] Agência Nacional de Transportes Terrestres - Aprova as Instruções Complementares
ao Regulamento do Transporte Terrestre de Produtos Perigosos.
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[HSNO] NOVA ZELÂNDIA. HSNO Chemical Classification and Information Database (CCID)
[ECHA] União Europeia. ECHA European Chemical Agency
TERRESTRE (FERROVIAS, RODOVIAS): Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT);
HIDROVIÁRIO (MARÍTIMO, FLUVIAL, LACUSTRE): código InternationalMaritimeDangerousGoods - Code (código
IMDG); Norma-5 da Diretoria de Portos e Costas do Ministério da Marinha (DPC): Agência Nacional de Transporte
Aquaviário (ANTAQ);
AÉREO: International Civil Aviation Organization - Technical Instructions (ICAO-TI). International Air TransportAssociation
- DangerousGoodsRegulations (IATA-DGFT); Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
*Abreviações:
NA: Não Aplicável
ND: Não disponível
OSHA: Administração de Segurança e Saúde Ocupacional
LD50: dose letal para 50% da população infectada
LC50: concentração letal para 50% da população infectada
CAS: chemicalabstracts service
TLV-TWA: é a concentração média ponderada permitida para uma jornada de 8 horas de trabalho
TLV-STEL: é o limite de exposição de curta duração-máxima concentração permitida para uma exposição contínua de 15
minutos
ACGIH: é uma organização de pessoal de agências governamentais ou instituições educacionais engajadas em
programas de saúde e segurança ocupacional.
ACGIH desenvolve e publica limites de exposição para centenas de substâncias químicas e agentes físicos.
PEL: concentração máxima permitida de contaminantes no ar, aos quais a maioria dos trabalhadores pode ser
repetidamente exposta 8 horas dia, 40 horas por semana, durante o período de trabalho (30 anos), sem efeitos adversos
à saúde.
OSHA: agência federal dos EUA com autoridade para regulamentação e cumprimento de disposições na área de
segurança e saúde para indústrias e negócios nos USA.
IMDG: Internacional MaritineCode for DangerousGoods – código internacional para o transporte de materiais perigosos
via marítima.
PNEC: Concentração previsivelmente sem efeitos.
OIT - Organização Internacional do Trabalho
MTE - Ministério do Trabalho e Emprego