Fato geração: algo que é uma ação que possa ser cobrado
B) base de cálculo: é o valor base que se deve tomar como ponto de partida para o cálculo
do tributo (valor venal)
C) alíquota: é o percentual ou valor fixo que será aplicado sobre a base de cálculo para se
apurar o valor do tributo.
D) sujeitos da relação tributária: sujeito ativo: 119 do código, titular para exigir seu
cumprimento, o Estado, os entes federativos. Sujeito passivo 121, que paga.
Limites do poder de tributar:
Princípios tributários:
A) Legalidade: inciso 150 da c,
B) Anterioridade: estabelece, em regra, os entes públicos não podem exigir tributos no
mesmo exercício financeiro em que foram criados ou majorados. 150 inciso 3
alíneas b e c, c. E depois contar 90 dias para frente em casos.
C) Isonomia tributária: é vedado o tratamento tributário desigual a contribuintes que se
encontram em situações de equivalência.
D) Irretroatividade: 150, inciso 3 alínea a, estabelece que não pode haver cobrança de
tributos sobre fatos que aconteceram antes da entrada em vigor da lei que os
instituiu. 106, exceção.
E) Não diferenciação tributária: 152 da c,
F) Veda que exista diferença tributária em razão da procedência ou destino de bens e
serviços. 152
G) Não cumulatividade: 155p2, inciso 1, 153 p3, inciso 3 e 154 inciso 1 da c, trata de
uma operação contábil, na qual o valor a ser recorrido a título de tributo tenha
deduzido o montante pago em relação ou mesmo produto nas fases anteriores do
processo produtivo. Evitar efeito cascata.
H) Da liberdade de trânsito: 150 inciso 5, direito de ir e vir não pode ser interrompido
por tributos. (Pedágio não é tributo, é tarifa). O tráfico de pessoas ou de bens não
pode ser limitado pela cobrança de tributos, quando estas ultrapassam as fronteiras
dos estados e municípios. Os bens próprios que não são de comércio não são
cobrados.
(Iicms)
I) Seletividade: 153, p3, inciso 1 e 155, P2, inciso 2. Os produtos devem ser
tributados com alíquotas mais ou menos onerosa, conforme sua destinação, obs: aplica-se
ou IP e o ICMS
J) Vedação ao confisco: 150, inciso 4,
busca evitar que o Estado utilize a tributação como mecanismo para se apropriar dos
meios de produção. Qualquer tributação que leve à apropriação de parcela elevada do
patrimônio do contribuinte ou inviabilize uma determinada atividade econômica ofende o
princípio da vedação ao confisco. Não pode fazer um tributo tão grande que faça com que o
contribuinte perca alguns de seus bens.
K) Transparência: 150, p5, determina que existam médias para que os contribuintes
sejam esclarecidos acerca dos tributos que lhes serão cobrados, não surpreendendo o
contribuinte.
L) Uniformidade geográfica: 151, inciso 1, de com o 19 inciso 3 da c, a união ao instituir
o tributo, não pode estabelecer diferenciação em relação aos estados ou municípios. Dessa
forma, os tributos federais devem ser cobrados de forma uniforme em todo território
nacional.
Imunidade:
150ter iv
A) Recíproca: alínea a, essa regra de imunidade é uma hipótese que busca a
preservação do pacto veterativo, uma armênia entre os entes informe ativos, onde
eles não podem e não impostos um dos outros, autarquias e oligarquias também.
B) Religiosa : o objetivo é o de não onerar excessivamente a unidade religiosa, já que
em regra não possui finalidades lucrativas, e sim, finalidade associal gratuita.
Culto: essa palavra é polissêmica, que significa tanto o rito, como a própria entidade
instituída com o objetivo de agrupar de modo permanente pessoas que partilham da
mesma crença e nutrem a mesma fé. Templo: entendido pela teoria moderna como
entidade, no sentido de instituição que mantém o templo religioso. Extrapola teorias
passadas, trazendo um entendimento da desorganização religiosa com todas umas
manifestações religiosas.
Coloca sobre proteção da imunidade o patrimônio, a renda, e os serviços,
relacionados com as finalidades essenciais dos tempos:
É fundamental o reinvestimento integral do montante pecuniário, oriundo das
atividades conexas, na formação dos objetivos daquele templo.
É primordial que não exista o prejuízo à livre concorrência comercial, ficando vedado
o cunho empresarial na atividade econômica desempenhada: maçonaria, STF disse
que não se aplica a imunidade a ela.
C) Partidos políticos: abrange os partidos políticos e as instituições de assistência
social e de educação, e assim como acontece nos templos, os bens e os serviços
não vinculados a atividades essenciais, ainda que delas recorrentes, não estão
[Link] dos trabalhadores.
D) Imunidade intelectual: têm o objetivo de incentivar a cultura e garantir a livre
manifestação do pensamento, objetiva, não importa o conteúdo.
Competência tributária: nada mais é do que a autora, prevista na constituição, aos entes
federativos para que eles em base de lei própria procedam com a constituição de um
determinado tributo. Obs: a competência tributária é o indelegável, porém, podem ser
atribuídas atribuição administrativas relativas a certos tributos, tais como: arrecadar ou
fiscalizar. Obs: existe uma divergência na doutrina sobre a faculdade no exército da
competência tributária, já que, uma vez que o ente poderia vir a não restituir determinado
tributo por lei. Contudo, parte da doutrina entende que o princípio dessa competência
tributária seria necessária em razão da lógica de arrecadação trazida pela lei de
responsabilidade fiscal, artigo 11. Não deveria ser visto como absoluto.
Competência privativa: é a específica que cada ente federativo tem para pedir postos: 153.
União não taxativa.
Comum: faz referência aos tributos que podem ser instituídos por mais de um ente
federativo. Em relação ao mesmo tributo
Comutativa: 147,
Especiais: diz respeito aos empréstimos compulsórios, 148, as contribuições especial e a
Cosipa(iluminação pública). É do fato ter existido durante um bom tempo inúmeras
polêmicas sobre sua natureza tributária.
Residual: 154, 195, p4, possibilidade de novos tributos.
Extraordinária: é o poder de instituição pela união, por lei ordinária, 154, 2 por guerra.
Tributos:
Antes eram 3, teoria tripartite, agora são 5, teoria pentapartite.
I- Impostos
Não vinculado, seu ato gerador não é ligado a uma vinculação com o Estado. Exemplo: o
IPVA, não é necessariamente para manutenção das estradas, ela vai para o Estado, e de lá
é dividida para cada área.
145 CF, traz o conceito do que é imposto, é um tributo que tem por hipótese de incidência
um fato alheio a qualquer atuação do poder público. Ou seja, não é um tributo vinculado
com as taxas e contribuições.
Para a incidência de um imposto, basta a realização pelo particular do fato gerador. Ele
inicia de alguma atuação do próprio contribuinte, enquanto outros tributos como a taxa
exigem a atuação estatal. Obs:167 da CF, 4, princípio da não afetação.
II- Impostos
Direto e indireto: o direto é quem pratica o fato gerador paga o imposto e o indireto quem
pratica o fato gerador não paga imposto, como o transporte e a circulação do objeto, o
contribuinte final que paga. Quem tem o ônus de fazer o pagamento do imposto.
É aquele que a carga econômica é suportada pelo próprio contribuinte que praticou o fato
gerador, IPTU, IPVA, o proprietário paga.
É que a carga econômica é transferida ao consumidor final e não a quem praticou o fato
gerador ICM e IPI.
Pessoais e reais:
Pessoais: a situação é ligada a ele, como a, a condição da pessoa, não do imóvel. Reais:
não está associado a pessoa, não será levada em consideração, e sim do objeto, sem
personifica-lo com o dono.
Levam em conta as condições particulares do contribuinte, tendo um caráter subjetivo,
imposto de renda.
São aqueles que estão ligados ou próprio bem ou coisa, sem levar em consideração
condições pessoais do contribuinte. IPVA, iptu, etc.
Fiscais e extrafiscais:
Fiscais: apenas arrecadar dinheiro. Extrafiscais: além de só arrecadar, para fazer um
controle, evitar produtos nocivos, impostos de importação, para controlar o que entra no
país.
São aqueles que possuem um intuito arrecadatório, visando ter recebimento.
Tem finalidade que vão além de tão somente arrecadar, possuindo também uma finalidade
regulatória de mercado ou na economia.
Classificação adotada pelo CTN
23, o CTN divide os impostos em 4 grupos: o imposto de comércio exterior, 23 e seguintes.
Impostos sobre patrimônio e a renda, 29 e seguintes. Impostos sobre a produção e a
circulação 46 e seguintes. Impostos especiais, 74 e seguintes.
Segundo a competência
Municípios: iptu, iss, itbi
Estados: IPVA, ICMS/ itcd
Federais: IPI, ii, ie, IP, isgp, IOF. Itr,ieg
2- Taxas:
77 do CTN, é uma espécie de tributo vinculados a uma atuação do Estado. Esta ligação é a
ação estatal, atrelada à atividade pública e não a ação do contribuinte. O Estado exerce
determinada atividade e por isso cobra uma taxa a quem aproveita aquela atividade.
Taxa de polícia, fiscalização
É exigida em virtude de atos de polícia realizados pela administração pública, onde se
verifica o comprimento das exigências legais pertinentes, para que se possa conceder
licenças, autorizações, alvarás, etc. 78.
Taxa de serviço, utilização
É exigida em razão da prestação estatal de um serviço público divisível e específico, 79.
Cumulativo: 2,3, o serviço será específico quando houver singularidade, aqueles
destacados em unidades ao longo da utilização. Sendo possível identificar o sujeito passivo,
ou discriminar o usuário, direcionado assim, a um número determinado de pessoas. Por
outro lado o serviço será considerado divisível quando permitir a individualização, suscetível
de utilização individual do contribuinte, ou seja, o serviço quantificado, que traz um benefício
individualizado para o destinatário da situação estatal.
Taxas ≠ Tributos 87
Ambas são cobranças pecuniárias que decorrem de serviços públicos prestados. Mas a
taxa tributo e a tarifa é um preço de venda. A diferença está na inerência ou não da função
do Estado. Por tanto, sempre que o serviço específico e divisível tenha que ser prestado
diretamente pela administração, por imposição da lei, será isento de taxa. Obs: a tarifa não
é tributo, então não depende deles, e sim de um contrato administrativo. Obs: as tarifas se
aplicam ao direito privado, e as taxas aplicam-se ao serviço público. Obs: nas tarifas possui
a autonomia da vontade, as taxas são compulsórias.
3- Contribuições de melhorias:
81, CTN, 145,iii, CF, é um tributo exigido dos proprietários de bens e imóveis valorizados
com uma obra pública específica. Obs: é um tributo vinculado e de competência comum.
Fato gerador: é a valorização decorrente de uma obra pública.
D.l. 195/67. Requisitos:86, CNT, 5,6 do d.l.
Sujeito passivo: dono do imóvel valorizado pela obra pública. Base de cálculo: é o quanto
da valorização do imóvel.
4- Empréstimo compulsório, 148, 15 CTN.
Conceito: é uma prestação pecuniária tributária imposta pela união, por lei complementar,
que fixando a atender pressupostos constitucionais, alcançará autonomia e
composssorialmete signos pressuntivos de requizas (valores) sob a promessa de ulterior
devolução do importe mutuado. Obs: deve ser instituídos por complementar e princípio da
anterioridade(1962 hidrelétricas)
1- empréstimo calamidade, inciso 1
A hipóteses trata se de despesas extraordinárias, que são imprevisíveis, de uma
normalidade fática, que é caracterizada pela escassez de recursos públicos, para fazer
frente aquela situação
2-,2 empréstimo investimento
Busca um investimento que na verdade seria uma antecipação de receita de importe
pecuniário
3,3
Obs: não existe pela constituição.
Exige a devolução do valor.
5- Contribuições especiais
Anuidades,
149
São tributos que visam o financiamento de gastos específicos com uma atividade estatal,
que provoca um benefício para um indivíduo ou grupo de indivíduos.
c) Contribuições sociais, b)intervenção de domínio econômico e a) de interesse de
categorias profissionais econômicas. (Não se aplica a OAB)
Também chamadas de contribuições profissionais ou corporativas elas se dividiam em
contribuição e anuidade e contribuição sindical. (Creas, etc)
Anuidades: são aquelas que visam os recursos das profissões e órgãos reguladores das
profissões, cujas atividades são legalmente previstas como de interesse público.
(Geralmente autarquias). A OAB não.
Obs: 12514/2011.
Cindical
Popularmente conhecido como imposto sindical 578 e 579, CLT. Visa os recursos dos
sindicatos das sindicatos, condição. Tem que pedir ao trabalhador para ver se ele paga esse
tributo ou não, ela é facultativa. Obs: a reforma trabalhista, lei 13417, alterou os artigos
acima, passando a exigir uma prévia expressa autorização do trabalhador para o desconto
dessa contribuição, tirou a cimpossitoriedade da cobrança, e como a cimpossitoriedade e
elemento do tributo, parte da doutrina entende que não existe mais natureza de contribuição
tributária.
Contribuições de intervenção do domínio econômico - cide. 149, 2, 1,2,3 inciso da CF.
São contribuições que permitem que o estado intervenha em atividades econômicas, seja
para promover controle fiscalizatório, regulando o fluxo de produção do país, seja para
fomentar o mercado em busca de melhorias em um determinado setor.
Cide combustível
Lei 10 336/01,1,5
Obs: incidência sobre importação e comercialização do petróleo, gás natural e seus
derivados e etanol.
Obs: 159,3,4
Repartição de receita do DF para os estados
E dos estados para os municípios.
Cide remessas 10168/00
Busca atender o programa de estímulo de interação de universidade-impresa. Se não for
uma tecnologia para o brasil, e sim vendida e usada no exterior, será cobrado esse cide.
Cide- armm 10893/04
É cobrado sobre o frete, dependendo o tipo de embarcação, pela entrada do porto de
descarga, visando fomentar a atividade comercial da marinha mercante e a indústria de
construção e reparação naval.
Cide - Incra 2613/55 e dec 1946/70
Visa custar a promoção de projetos vinculados à reforma agrária.
1- Contribuições sociais
1- Gerais
Serve para custear a atuação do Estado em outros campos sociais diversos no artigo 195.
Salário a educação 212,5
Foi criado para financiar como adicional o ensino fundamental público, como prestação
subsidiária da empresa.
Serviço s 240
São destinada às entidades de serviços autônomos e de formação profissional vinculadas
ao sistema sindical
2- Da seguridade social
195 e 239 da CF
Visa custear a seguridade social, segundo o artigo, são 4 as fontes de custeio principais por
contribuições sociais
Do empregador
Incide sobre a folha de pagamento e rendimentos do trabalho, pagos ou creditados a
pessoa física que preste serviço, sobre a receita ou faturamento e sobre o lucro.
Do trabalhador
Os trabalhadores têm a obrigação de pagar a contribuição social e previdenciária, sendo
cobrada uma alíquota sobre o salário de contribuição mensal.
Dos jogos de loteria
Decreto 3048 artigo 212
Das importações
São pagas pelos portadores de bens de serviço no exterior
3- contribuições específicas
Contribuições sobre o lucro líquido CSLL 7689
Incide sobre o lucro líquido das pessoas
Pis/PASEP 239 da CF
As contribuições para o programa de integração social e o programa de formação do
patrimônio do servidor público visam financiar o programa de seguro desemprego e o abono
salarial Lei 9718
COFINS 195, 1 b
Sat seguro de assistente de trabalho 201, 1 parágrafo 10, artigo 22,2 vc de 8212 lei, 7789
Visa financiar os benefícios franqueados em virtude do grau de incidência de incapacidade
laborativa, ou seja, destina-se a eventos resultantes de acidente no trabalho como invalidez,
etc 195,1, a CF
Incide sobre a folha salarial e a pessoa física 20%
Outras contribuições
São aquelas que podem ser instituídos no programa residual da união 195,4
Cosip contribui para o custeio do serviço de iluminação pública.
Artigo a 149 a CF
Antes os municípios intitulavam a taxa de iluminação público para o custeio desse serviço,
porém o STF afastou a possibilidade dessa taxa, tendo em vista tratar de um tributo que
tem fato gerador serviço inespecífico, não mensurável, indivisível e insuscetível de ser
determinado a certo contribuinte. Súmula 670 do STF e 41
Então, o legislador com a emenda constitucional de 39 o legislador colocou esse artigo na
CF linha a. Obs: pode ser criado por lei ordinária, o fato gerador e a prestação do serviço de
iluminação pública e obs: o pu permite a cobrança de forma casada